Domingo morno
Por José Nilton Dalcim
26 de maio de 2019 às 18:36

A queda do semifinalista Marco Cecchinato, a grande atuação da russinha Anastasia Potapova e estádios vazios foram as primeiras surpresas da edição 2019 de Roland Garros.

Roger Federer foi o único a receber um público do tamanho do seu prestígio, mas o duelo contra Lorenzo Sonego não empolgou por culpa exclusiva do italiano, que entrou nervoso demais e foi rapidamente engolido pelo tênis variado do suíço.

Para ‘correr por fora’, como ele mesmo sintetizou na entrevista oficial, Federer precisa mesmo de jogos tranquilos nesta primeira semana. E por enquanto vai dando certo: o próximo adversário será o pouco conhecido Oscar Otte, alemão de 25 anos e 144º do ranking, que joga seu segundo torneio de primeira linha da carreira.

Se mantiver o amplo favoritismo, o campeão de 2009 cruzará com Matteo Berrettini ou Casper Ruud. E já se viu livre de Cecchinato, que levou uma incrível virada do veteraníssimo Nicolas Mahut, 37 anos. O recordista de convites em Slam marcou apenas a sétima vitória em 13 tentativas em Roland Garros. Aliás, por pouco Diego Schwartzman também não se foi, levado ao quinto set pelo bom Marton Fucsovics. El Peque fará duelo argentino com Leo Mayer, enquanto Mahut pega Philipp Kohlschreiber.

Possível adversário lá das quartas de final, o grego Stefanos Tsitsipas mandou recado e fez uma bela exibição diante de Maximilian Marterer, menos pelo placar de 3 a 0, mais pelo volume de jogo apresentado. Enfrentará agora Hugo Dellien, um jogador de toque refinado que marca a primeira vitória da Bolívia em Slam após 35 anos.

Russa surpreende
Não era segredo para ninguém que Angie Kerber não estava em sua melhor forma, mas isso não tira o mérito da russa Anastasia Potapova, ex-número 1 juvenil e que já fez duas finais de WTA. Ainda aos 18 anos, foi sua primeira vitória em nível top 10 – logo em cima de seu ídolo – e não dá para descartar uma caminhada mais longa.

Também causou decepção o tênis frágil mostrado por Venus Williams, com  34 erros diante de Elina Svitolina. Como Garbiñe Muguruza escapou da ‘zebra’ e virou bem, as duas caminham para um interessantíssimo duelo já na terceira rodada. No mesmo quadrante, aparece a vice de 2018 Sloane Stephens, que venceu sem empolgar.

Lá no pé da chave, Karolina Pliskova manteve o embalo do título em Roma, mas chegou a perder três serviços num jogo rápido de 60 minutos diante de Madison Brengle, longe de ser uma especialista no saibro.

Segunda-feira nobre
Talvez em função do público inesperadamente pequeno do domingo, a organização de Roland Garros mudou o que havia anunciado previamente e promoverá nesta segunda-feira uma super-rodada na Chatrier com Rafael Nadal, Novak Djokovic e Serena Williams.

É muito pouco usual que um Grand Slam coloque os cabeças 1 e 2 para jogar no mesmo dia, ainda que a rodada de domingo force mesmo uma mistura maior de programação entre os lados superior e inferior das chaves. Li comentários de que Nole teria pedido para jogar.

Sorte de quem for ao complexo, porque também irão para quadra Dominic Thiem, Petra Kvitova, Kiki Bertens, Borna Coric, Stan Wawrinka e Jo-Wilfried Tsonga.


Comentários
  1. Fred José Ferreira Ribeiro

    Se fosse o backhand de Federer de 2017+movimentação de 2006+ golpes de direita de 2011 ele poderia ganhar de Nadal. A unica vantagem de Federer atual em relação a Nadal é que ele não vai todas as bolas como antigamente

    Responder
  2. Sérgio Ribeiro

    Quem teve a chance de assistir aos jogos , dificilmente pode acreditar que saiamos da mesmice em RG 2019. Tanto o Rei do Saibro quanto o Sérvio se apresentaram em forma exuberante. Este com a quadra Central em excelentes condições, fez o que quis em quadra. Além da espetacular devolução, como possui uma preparação mais curta que o Espnhol , faz a bolinha andar pra tudo quanto é lado pegando na subida . Somente perde se der azar de uma quadra muito pesada devido a uma chuva braba. Fora Tisitsipas ( mas com Back de uma mão) , ninguém da Next chamou atenção. E Thiem se enrola sozinho. Pode ameacar se der sorte de um Saibro pesado. Ou seja, a meu ver , seria grande Zebra se o N1 e N2 , não aparecerem na Final. No feminino ao contrário. Tudo completamente em aberto inclusive pra grandes Zebras . Abs!

    Responder
  3. Victor Martins

    Segunda feira nobre, mas se compararmos qualidade de jogo, não foi tão nobre essa segunda, se levarmos em consideração o número 1 e 2 do mundo. O Federer ontem também venceu em 3 sets, a diferença monstruosa, é que Federer ganha, dando SHOW, fazendo um espetáculo, jogadas diferentes, ousadas. Isso faz com que o tênis não fique chato. Diferente de Nadal e Djokovic, que vencem, mas não dão show. Muito por conta de serem limitados em termos de golpes DIFERENTES.
    Exemplos, Djokovic no smach pela amor de Deus, e Nadal dando deixadinha, ou saque e voleio no momento de desespero. Kkkkkkk
    Pois eh senhores, VIDA LONGA AO REI ROGER!!!

    Responder
  4. Jonas

    Se Federer enfrentar Nadal (acho que nem chega até lá) vai ser mais um jogo protocolar pro espanhol. Sets diretos, suíço correndo de um lado pro outro, saque e voleio tomando passada, madeirada na esquerda…Não se iludam Federetes.

    Nesse piso aí até pro Djoko é bem difícil encarar o Nadal. O sérvio é o único jogador que pode fazer frente ao espanhol, porque não acredito muito no Thiem em Grand Slam ainda.

    Venceu em 2017 um Djoko praticamente aposentado e sem vontade. Em 2018 o sérvio estava completamente fora de forma, bem diferente do que vimos na ótima apresentação de hoje.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Sim, Jonas. Somente o GOAT Djokovic pode fazer frente ao Capivara estando pelo menos 80% fisicamente.
      Já tinha feito isso de 2012 a 2015, perdendo em 2013 por pura infelicidade de encostar na rede na hora de abrir 5-3 no quinto set. Frauderer é só aquele jogo protocolar de 3-1 sem sustos pro espanhol ou surra de 3-0 com pneu e quatro games cedidos.

      Responder
  5. Luiz Fernando

    Que quarto set incrível do Thiem, engoliu o Paul como quis e com um vasto repertório de golpes. Me pareceu voando fisicamente. Esse pode incomodar qualquer um aí se não der aquelas viajadas habituais.

    Responder
  6. Luiz Fernando

    Thiem vai disputando uma batalha contra o jovem Paul, vencendo p 21 com mais de 2 hs de jogo, vencendo set3 no tiebreak. Se na primeira partida ja esta nesta luta, será q vai sobrar energia p a segunda semana, se vencer é claro? Cheguei em casa no exato momento em q serviu p vencer o set3, e só há elogios p o Paul.

    Responder
  7. Paulo Almeida

    Fedtards não aprendem mesmo. Ganhou um joguinho em cima de um who e já pensam em ganhar do Nadal, kkkkkkk.
    Claro que isso seria ótimo para o lobo comedor de fígados chegar com mais facilidade ao bi Nole Slam, mas é quase impossível.

    Responder
  8. Renato

    Não achei nada demais o Huracz. Não tem um golpe matador, apesar da altura não tem grande saque, não se movimenta bem e é fraco junto à rede. Tem back e forehand no mesmo nível, o que ajuda um pouco.
    É o tipo de jogador que alvo fácil das deixadinhas. RS. Novak deve ter usado muito seu “estupendo ” drop. RS.
    Quando o adversário é um boneco de Olinda funciona.

    Responder
  9. Paulo Almeida

    Partidaça do maior e melhor de todos os tempos DjokoGOAT. Perfeito nos voleios, slices, drops e smashes, fora todos os outros fundamentos.
    Não tomou conhecimento do adversário de ótimo ranking e já manda um aviso pra concorrência.

    Responder
  10. Paulo F.

    Estreias tranquilas de Nadal e Djokovic.
    Esperava coisa pior da partida de Nole- o polonês vem fazendo uma temporada interessante e o sérvio adora alongar a parida contra adversários menos gabaritados por não jogar com toda a carga.
    Mas, pelo visto, vai ligar o modo Lobo dos Balcãs desde o início para evitar desgastes tolos e desnecessários, como o que aconteceu contra Schwazmann em Roma.

    Responder
  11. Caio

    Roland garros já é o pior slam dos 4. Nesta edição, se nem os franceses vão (arquibancadas vazias), talvez o slam do saibro devesse mudar de país.
    Pode, dalcim?

    Responder
    1. Paulo F.

      A rídicula infra-estrura de Roland Garros (se comparado com os outros 03 torneios) merece uma diminuição de público mesmo.
      Só sentindo no bolso os arrogantes franceses talvez enxerguem do quanto o seu Slam ficou pra trás se comparado aos outros.

      Responder
      1. Jose Yoh

        Caro Paulo F., penso que arrogância é achar que um país inteiro é arrogante só por causa de um torneio de tênis. Me desculpe mas isso é PRECONCEITO.

        Responder
  12. Renato

    Cecchionato não passa de um tenista mediano que vive do saibro. Foi uma tremenda zebra ter chegado nas semi finais no ano passado. Não vai pra lugar nenhum.

    Responder
  13. Rodrigo S. Cruz

    Paulo F.
    26 de maio de 2019 às 15:17

    [“Síndrome de Estocolmo define.
    Nada surpreendente um federista acabar torcendo para Nadal”].

    Amigão,

    Não tem “titica” nenhuma a ver com síndrome de Estocolmo…

    Expliquei-te umas CEM vezes porque não considero coisa do outro mundo, o Nadal liderar o confronto.

    O motivo (para mim) é simples:

    15 duelos travados no saibro, e quase todos, com o Nadal sendo praticamente imbatível ali.

    Mas mesmo que alguém BERRE isso no teu ouvido, você não vai escutar…

    Taparia os tímpanos, e seguiria com o séquito idiota de sempre: ” COMPRE BATON, COMPRE BATON, SEU FILHO MERECE BATON”.

    ” É UM FREGUÊS DO NADAL, É UM FREGUÊS DO NADAL. O FEDERER NÃO MERECE O NADAL”.

    kkkkk

    Tipo isso.

    Então fique aí repetindo o teu mantra, eternamente.

    Quem sabe um dia você ao menos acredite (de verdade) nele…

    Responder
    1. Renato

      Federer leva vantagem na grama e nas hards, mesmo sem levar em conta a quantidade mínima de confrontos no piso verde. Se tivessem acontecido o mesmo número de confrontos na grama do que no saibro, a vantagem seria muito menor, mas não seria um atropelo em favor do suíço como é do espanhol, mas Roger venceria pelo menos 1/3 das partidas.
      Repare que nem os torcedores do espanhol falam mais em freguesia. Apenas o cidadão com a intenção de provocar.

      Responder
    2. Paulo F.

      Nos confrontos contra Nadal, Djokovic também tem retrospecto bem negativo no saibro.
      Bem ruim, na frieza dos números.
      Embora que, ao contrário de certo outro tenista, arrancou vitórias em Monte Carlo, Roma e até mesmo em Roland Garros.
      Mas, no somatório dos confrontos, mesmo tendo que superar o viés do saibro, ainda assim Djokovic possui mais vitórias que Nadal.
      Federer não, pelo contrário, possui quase dois dígitos de derrotas para Nadal.

      Responder
  14. Rodrigo S. Cruz

    Dalcim,

    Supondo que realmente ocorresse um FEDAL na semi.

    E que o backhand do suíço estivesse bem calibrado nesse dia.

    Na sua opinião, qual a melhor tática que o suíço precisaria adotar, para ter chances de vencer o Nadal?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pontos essenciais seriam atacar o segundo serviço, variar com deixadinhas e bater backhand na subida o máximo que pudesse.

      Responder
  15. Rodrigo S. Cruz

    É preciso tirar o chapéu pra esse tal de Roger Federer mesmo!

    Há tantas edições afastado de RG, e com 37 anos no LOMBO, me faz uma apresentação de gala dessas.

    Sabendo que precisa se poupar, vai lá e gasta praticamente 30 minutos por set, fechando a partida em 1h:40.

    Nenhum tenista do circuito tem esse tipo de compet~encia. De fechar as partidas tão rápido.

    Mais um atributo do GOAT.

    O Nadal e Djokovic, pra fecharem seus jogos em tão pouco tempo, precisam massacrar o adversário…

    Menção honrosa ao ator de teatro do blog, ainda veio querer reclamar do adversário do suíço.

    kkkkkkkk

    Pena que Lorenzo Sonego é número 74 do mundo, meu querido.

    E esse adversário do Nadal, de logo mais?

    Esse sim quase 200 do mundo, que ninguém NUNCA OUVIU FALAR.

    Sem esquecer o resto da magistral chave do espanhol, né…

    Responder
  16. Evaldo Moreira

    Dalcim,
    Uma pergunta fora do contexto deste post, da biografia do Big 3, qual deles , você viu que teve mais impacto em todos os sentidos?. Ou você acha que dada as proporções, os 3 se equivalem pela história em si, o que demonstra a personalidades deles nos dias de hoje!?.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Monstro!

      E se ele começar a acreditar que tem condições reais de vencer o Nadal numa semi?

      Já pensou se ele vencer o Touro, em pleno Roland Garros?

      Vai ter gente que precisará de uma cirurgia de mudança de ROSTO, antes de voltar a postar aqui…

      kkkkk

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Nesse caso específico, eu deixei você de fora.

          Pois você mesmo tem dúvidas se vai ser tão fácil o Nadal ganhar do Federer.

          Minha referência foram aos Fakes.

          Em especial aquele tal de Paulo Almeida…

          Responder
  17. Thiago

    Dalcim Boa noite!!!! Eu ao contrário da maioria dos participantes do blog acho que no caso de Federer e Nadal chegarem na semi final o Mestre vai dar uma canseira danada no touro miura. E o finalista da outra chave sairia beneficiado, no caso Djocovick.Concorda?

    Responder
  18. Rubens Leme

    OFF TÊNIS…

    Dalcim, para comemorar o nosso mais do que certo terceiro título brasileiro em quatro anos, deixo aqui um dos grandes discos live, já póstumo, o Live Cream II, de 1972, três anos depois do fim do trio de Eric Clapton, Ginger Baker e Jack Bruce. E diferente, do que pensam, o destaque do Cream não era o Deus da guitarra, mas a cozinha sensacional do baixista, vocalista e compositor Jack Bruce e do baterista Ginger Baker, o melhor baterista inglês dos anos 60, em termos técnicos, superior a Keith Moon e John Bonham e tão pesado quanto os dois.

    O Cream foi uma das grandes influências dos primeiros momentos de David Bowie e chupado até o osso no seu LP The Man Who Soldthe World. O irmão mais velho de David, Terry, era gamado no Cream e os dois juntos viram um show do trio, uma das poucas lembranças que tinha do seu mano mais velho, esquizofrênico e que se suicidou jogando nos trilhos de um trem, em 16 de janeiro de 1985.

    Em homenagem a ele, regrou no disco Black Tie White Noise, de 1993, “I Feel Free”, o grande hit do Cream. David sempre teve medo de ser esquizofrênico e morrer como Terry.

    Depois de tanta tristeza, aumente o volume e ouça esse hard blues de um dos melhores power trios da história.

    https://www.youtube.com/playlist?list=PLDDAYQXk_M664OHNRUOH6HqJOpH6dM03x

    Responder
      1. Miguel BsB

        Não sei se o Rubens já disse isso,mas eu sim. Pra mim,Jimmy Page é o maior guitarrista de Rock n Roll da história. E sei que muitos pensam isso tb…

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Ah, foi você de fato.

          Bom, pra mim Page não pega top 10 nem na época dele, quanto mais se levarmos em conta os monstros da guitarra que surgiram nos anos 80 e 90.

          Responder
    1. Groff

      Rubens, concordo que o Ginger Baker era monstro, mas daquele período tinha também o Ian Paice (um pouco depois, eu sei) que, para mim, foi o melhor de seu tempo. O que acha desse baterista em particular? (Sorry for getting off-topic, Dalcim). o/

      Responder
      1. Rubens Leme

        Paice tinha uma grande virtude e rara: canhoto. Aliás, havia um trio de canhotos daquela época que poderia ter montado um trio, com Paul McCartney no baixo e Jimi Hendrix na guitarra. Mas eu ainda acho inferior aos citados. Em termos de guitarrista Page não está entre meu top 5. O próprio Hendrix e Rory Gallagher encabeçam a lista dos meus favoritos daquele período.

        Mas, tudo é uma questão de gosto. Nao curto essa coisa de goat. Pudera eu ter um 1% do talento de algum deles.

        Responder
  19. Daniel

    Boa estreia do Federer. Poupou energias e parece calibrado e bem condicionado. Inclusive ele disse que está se sentindo bem confortável na posição de zebra. Quem sabe isso não o ajude a derrotar os maratenistas. Ele tá certo, tem mais é que deixar a pressão para os mais jovens, que estão correndo atrás dos recordes dele. Mas mesmo assim eu espero que esses confrontos não ocorram. Tem muito tenista mais interessante por aí, como Tsitsipas, Thiem, Del Potro…Uma final entre o Federer e qualquer um desses seria um alento para os apreciadores do Tênis bem jogado.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Freguês, o tênis Denilson não tem espaço perante o tênis CR7 e o tênis Messi.
      Depois de tantos anos e tantas surras levadas não aprendeu o óbvio?

      Responder
        1. Paulo Almeida

          Sendo que o tênis Messi é justamente o do GOAT Djokovic: técnico, competitivo e vencedor. O tênis Denilson cheio de firulas de Frauderer só foi eficiente contra Roddick, Hewitt, Philippoussis, Baghdatis, González e outros pangarés da entressafra.

          Responder
  20. paulo de tarso santos diniz

    mestre dalcim, há muito tempo acompanho as estatiscas de federer e de seus concorentes no que concerne a recordes, e desde semana passada a atp mudou o numero de vitorias de jimmy connors de 1256 para 1274, os numeros da atp são confiaveis ?, se são porque dessa mudanca depois de tantos anos.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Faz um bom tempo que a ATP mudou para 1.274, Paulo. A entidade faz revisões sistemáticas no seus dados (respondi sobre isso mais longamente algumas semanas atrás), principalmente no período anterior a 1974.

      Responder
  21. Fedex

    Dalcim, na sua opinião o Federer jogou no mesmo padrão de Roma? Ele tentou ser bem agressivo para encurtar os pontos , como é seu padrão, mas melhorou o primeiro serviço e isso faz uma diferença enorme no seu jogo, concorda?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida. Houve momento no começo do terceiro set que seu índice de acerto estava acima dos 80% (terminou com 74%).

      Responder
  22. jose carlos

    Dellien que foi número dois do mundo como juvenil .Toque refinado e dando um salto na carreira.Com oque ganhou nesse ano,imagino que dará tranquilidade para ele seguir no circuito;ele que deixou de jogar torneios no exterior por falta de apoio.

    Responder
  23. Luiz Fernando

    Que pena a condição do Aliassime, alem do problema cardiológico ele me parece frágil fisicamente, tomara q nao seja mais um grande jogador problemático…

    Responder
  24. Antonio Gabriel

    É provável que Djoko pediu pra jogar devido a possibilidade de chuva na terça feira, já imaginou perder um dia de descanso por conta da chuva. Levando -se em conta as suas últimas atuações em que o cansaso pateceu evidente, certamente esta pensando nisso

    Responder
  25. André Barcellos

    Tenho ficado impressionado com a consistência de Tsitsipas no último ano. Tem sido uma ascensão sem titubear.
    Da nova geração me parece indubitavelmente o mais indicado para grandes conquistas.

    Responder
      1. Helena

        Esse ano ele me parece ainda mais consistente no quesito mental. Seria fruto de um amadurecimento natural ou sabe dizer se ele fez algum ajuste ou recebeu algum aconselhamento diferenciado?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          É possível sim que tenha tido alguma assistência, mas faz parte também da confiança. Acho que o fato de ter atingido o top 10, que era uma meta ousada e importante, ajudou muito.

          Responder
  26. Jonatas Bruno

    O Sonego começou tenso e saiu de cena esbanjando sorriso! Convenhamos, garantir o seu e ainda na classe executiva,direto e reto com o Mestre de obras, precisando mostrar serviço em excelência, traz a tona um turbilhão de sentimentos.
    Federer, como de praxe,segue a distribuir o seu repertório, sua devolução de saque, rente a rede, é “ridicularmente” sensacional! Para começar, deixa uma boa perspectiva.
    Gostei também da atuação do Tsitsipas, exemplar na rede e na construção dos pontos! Tomara que chegue longe.

    Responder
  27. José Eduardo Pessanha

    A mim não surpreende os estádios vazios. 90% dos presentes foram apenas para ver o Maestro. Quem deixou pra comprar mais tarde teve de pagar mais de 1 mil euros pra ver o jogo dele.
    Abs

    Responder
  28. Efraim Oliveira

    Cecchinato apesar de ter sido semifinalista ano passado em Roland Garros, não teve outro resultado expressivo… e ainda conseguiu essa proeza de hoje. Ele foi o retrato dos muitos jogadores poucos atrativos para o público nesse domingo.

    O big 3 lota o estádio em qualquer jogo… Mas vejam o jogo do bem cotado Tsitsipas, que também não teve grande público. Jogadores do nível dele precisam, no mínimo, de enfrentar alguém do mesmo nível midiático pra poder lotar estádio.

    Responder
  29. Luiz Fernando

    Os bastidores do tenis são vergonhosos, esse Sonego foi ridículo, devia estar comprado kkkkkkkkk, agora vai jogar com rapaz 144 do mundo q ninguém nunca ouviu falar, quem foi q fez esse sorteio kkkkkkkkkkkkkkk? Quem esta de mau humor tem q freqüentar esse blog kkkkkkkk…

    Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Claro que não, né.

          Se desde o começo, até o Dalcim concordou que foi o Nadal quem pegou chave mais fácil do torneio.

          Portanto, nadalista reclamar da chave do suíço é piada…

          Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Difícil falar daqui. Não li muitas coisas da imprensa local, mas nas mídias sociais alguns observaram que os preços dos ingressos para os estádios estava muito alto.

      Responder
      1. Gilvan

        Dalcim, hoje foi dia de eleições na França e em toda a UE. Eleições extremamente relevantes dado o nosso momento histórico.
        Com certeza isso influenciou no tamanho do público.

        Responder
  30. Gabi

    No post anterior não saiu a msg na íntegra que postei logo após o término do jogo de ontem, o que faço agora:

    Alexandre Maciel,

    vai comprar a camiseta do Toronto com o n. 2 rsrs?
    Muita loucura, de virada e ainda ganhando 4 jogos seguidos!!
    Ainda assim, acho que o Warriors vai massacrar na final, para o desespero do Miguel BsB e alegria do Sérgio Ribeiro rsrs.

    Luiz Fernando, acho que vc deveria voltar a ver, hein…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Não acredito em massacre não , Gabi. Mas como Kevin Durant não está gostando nem um pouco de ficaram repetindo que o Time joga melhor sem ele, quero ver pararam a fera nesta Final rs Abs!

      Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *