Recordes e façanhas: os principais números de Roland Garros
Por José Nilton Dalcim
25 de maio de 2019 às 13:48

A poucas horas da largada do Aberto da França, nada melhor do que destacar recordes, façanhas e todos os números mais importantes que homens e mulheres já marcaram sobre o saibro parisiense. Também dá para ver quantas marcas espetaculares e obviamente históricas têm chance de cair:

– Nas 51 edições profissionais do torneio, a partir de 1968, a Espanha ganhou 19 vezes no masculino, 11 delas com Nadal, e os EUA levou 29 no feminino (7 com Chris Evert). Esta é a 86ª vez que está o torneio está sediado no complexo de Roland Garros, inaugurado em 1928.

– Nadal e Margaret Court são os únicos campeões de Slam com 11 troféus num mesmo torneio. A australiana venceu em casa, sendo sete consecutivos. A única tenista a ter 12 conquistas num campeonato na Era Aberta é Martina Navratilova, em Chicago.

– Djokovic tenta igualar Rod Laver como únicos a deter os quatro troféus de Slam simultaneamente por duas vezes, repetindo a mesma série que fez entre Wimbledon-2015 e Paris-2016. A maior sequência pertence a Don Budge, com seis Slam, entre 1937 e 38.

– Djoko e Federer concorrem para se tornar o primeiro profissional e o terceiro no geral a ter ao menos dois troféus em cada Slam. Apenas Laver e Roy Emerson obtiveram tal feito.

– Campeão há 10 anos, Federer também pode superar Connors (oito temporadas em Wimbledon) na maior distância entre o primeiro e segundo título de um mesmo Slam.

– O Big 3 ganhou todos os últimos 9 Slam, desde que Wawrinka foi campeão no US Open-16. É a terceira maior sequência (18 a primeira e 11 a segunda). Em Roland Garros, Wawrinka também é o único fora do Big 3 a ter vencido desde 2005.

– Serena é a recordista na distância entre o primeiro e o mais recente Slam conquistado (17 anos e cinco meses), seguida de longe por Federer (14 anos e sete meses) e Nadal (13 anos). Mais uma vez, ela corre atrás do 24º troféu para se igualar a Court, mas desta vez suas chances parecem pequenas.

– Nadal e Djokovic podem se juntar a Laver, Rosewall e Federer se atingirem seu quarto Slam após completar 30 anos.

– O jejum de conquista francesa no masculino chega a 36 anos. Cabeça 16, Gael Monfils é o mais bem cotado, mas está na chave de Thiem, Del Potro e Djokovic. No feminino, a França não leva desde 2000 e conta com Caroline Garcia.

– O tênis masculino poderá ver seu 150º diferente campeão de Slam na história, caso Cilic, Delpo, Djoko, Federer, Nadal ou Wawrinka não vençam.

– Nadal tem 111 vitórias e apenas 2 derrotas em partidas de cinco ses sobre o saibro. As únicas derrotas foram para Soderling e Djokovic em Paris. Com 58 títulos no piso, até hoje só perdeu 39 jogos (3 deles nesta temporada).

– Nenhum profissional conseguiu defender por cinco vezes seu título num Slam. Nadal (Paris), Borg (Wimbledon) e Federer (Wimbledon e US Open) são únicos pentacampeões autênticos.

– Venus (82) e Federer (76) ampliam seus recordes de participação em Slam. E Feli López, para 69 consecutivos. O espanhol é também quem mais disputou Roland Garros até hoje (19) entre os homens. Venus chega a 22 presenças (só não competiu em 2011).

– Nicolas Mahut tem agora 12 convites para a chave de um Slam, sendo 9 deles em Paris.

– Com a ascensão de Thiago Monteiro à chave principal, serão 11 sul-americanos na chave masculina, sendo 6 argentinos, 2 chilenos, um uruguaio e um boliviano. Delpo x Jarry e Pella x Andreozzi serão duelos diretos. Não há meninas do continente.

– 77 anos somam Ivo Karlovic e López para o jogo de estreia. O primeiro duelo entre eles aconteceu há 15 temporadas. O croata é o recordista de aces em Paris para uma só partida: 55 anotados em 2009 contra Lleyton Hewitt.


Comentários
  1. Marcos Bulcao

    “O tênis masculino poderá ver seu 150º diferente campeão de Slam da Era Aberta, caso Cilic, Delpo, Djoko, Federer, Nadal ou Wawrinka não vençam.”

    Acho que houve um erro aqui, Dalcim. Na Era Aberta, se contei corretamente, foram apenas 54 campeões diferentes de Slam.
    Desses 54, 30 venceram mais de um, e apenas 15 venceram 5 ou mais.

    Abraços
    Marcos
    https://marcosbulcao.blog/2019/01/13/selecting-the-goat-candidates-direct-elimination/

    Responder
  2. José Eduardo Pessanha

    Essa chave do Roger está bem fraca. Pra mim, ele chegará na semifinal com menos de 10 horas em quadra e com no máximo 1 set perdido. Bom pra reunir forças pra ganhar do Ogro.
    Abs

    Responder
  3. Ronildo

    Nos tempos de jornais escritos, que eu saiba, havia um revisor para os textos, antes de ir para a impressora. Isto é importante porque a pessoa que escreve a matéria muitas vezes está tão absorto na ideia que a frase passa, que lhe é difícil perceber um erro de gramática!
    Mas eu nunca vi erro como esse é que está a mais de 2 horas no ar. Era para estar escrito mera obra do acaso e saiu “merda obra do acaso” no terceiro parágrafo!

    http://tenisnews.com.br/94618/meu-telefone-esta-explodindo-de-mensagens-comenta-potapova

    Responder
    1. Ronildo

      Sujo para o mau lavado: também cometi erros de português. Acento onde não precisa, vírgula em excesso. Às vezes é o celular que muda! Será que muitas matérias são mandadas pelo celular em alguns sites?

      Responder
  4. Nando

    Boa estréia do Federer…4 anos sem jogar o torneio, e volta vencendo rápido. Q seja assim durante td a 1° semana (jogo a jogo, com o menor tempo possível em quadras).
    Tsitsipas estreou bem tbm.

    Responder
  5. Maurício Luís *

    Disseram que eu critico muito a aparência do Nadal e não dou a mesma ênfase ao jogo dele. ORA PITONDAS, acontece que não faz diferença. O tal jogo de balão é também o que há de mais feio. Se fizéssemos uma votação aqui no blog… “Quem é mais “lindo”, o espanhol ou o jogo dele?” Garanto que terminava que nem campeonato baiano se dependesse de macumba: empatado.

    Responder
  6. O LÓGICO

    O Robozinho da Laje deve se perguntar, ao ver Roger falar francês: poxa!!! kkkkk, como ele pode falar tão bem inglês, francês e alemão, se eu não nem sei falar direito minha língua kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
  7. Renato

    Uma hora e quarenta e um minutos é um bom tempo pra vencer um jogo no saibro, evita desgaste.
    Roger fez ótima partida para uma estréia. O próximo jogo deverá ser até mais fácil, acredito.

    Responder
  8. Daniel

    Desta vez os organizadores acertaram em cheio: deixaram o Tênis Arte para o Domingo, com o Federer e o Tsitsipas (em menor escala) e deixaram o Maratênis para a semana, quando estarei trabalhando (que é mais prazeroso e emocionante do que ver somente trocas de bola). Os caras entendem o que o público gosta de ver. Que os Deuses do Tênis permitem que o público também veja algo mais agradável no desfecho. Uma final Federer vs Thiem seria excelente, independente do vencedor.

    Responder
  9. Sônia

    Dalcim, interessante como o Lindinho não gosta de humilhar, interessante. Nos dois sets, teve a oportunidade de atropelar, mas se conteve. Mudando de assunto, que belezinha de glúteos que ELE tem, que belezinha. Beijos.

    Responder
  10. Renato

    Chega a ser até humilhante a deixadinha do suíço na devolução do saque. Dificilmente a gente vê outros tenistas fazerem. É muita técnica e habilidade.

    Responder
  11. Renato

    Estou gostando do suíço. Está se movimentado bem, saque bem, backhand muito calibrado e super agressivo com a direita. Vamos ver se mantém o nível até o fim da partida.

    Responder
  12. Ricardo - DF

    Chama a atenção a evolução de Tsitsipas. O guri é muito focado, se mexe bem e tem um ótimo forehand. Já derrotou os três, sendo Nadal no saibro. O backhand de uma mão não parece ser problema, ele dá umas anguladas incríveis. Ele, Thiem e Del Potro podem incomodar em RG. Thiem me parece o mais preparado fisicamente para encarar 5 sets. Thiem, num dia inspirado, teria condições de bater o incansável. Del Potro me dá a impressão que chegaria em frangalhos na final.

    É um alívio assistir RG fora do Sportv… Imaginem, Nádal em seus domínios, com seu fórehand maaaravilhoso… poupe-me!

    Responder
  13. Sandra

    Dalcim os homens normalmente tem mais facilidade para jogar no saibro que as mulheres , dito isso , o problema da Kerber hoje não foi o piso , jogou muito mal? E outra coisa , não está na hora da Kvitova ser
    Número um ?? Ela nunca foi? Dalcim o Sam Querry já teve uma dorzinha de barriga , kkkkk

    Responder
  14. Jonatas Bruno

    Primeira zebra muito bem vinda,essa atende orlo nome de Anastásia Potapova, predicados não faltam: Atitude, motivação e beleza! Me encheu os olhos! Como é muito jovem ainda, tende a evoluir, é espera para ver.

    Responder
    1. periferia

      Quando vc falou em predicados de uma tenista de futuro….pensei que falaria da direita com que ela bate na bola….o efeito colocado na bola a cada jogada….a movimentação dela em quadra….aí vc diz….atitude…motivação e beleza…..minha irmã tem as três…..e não joga tênis……até quando setenta elogiar….a pessoa se mostra machista.

      Responder
      1. Jonatas Bruno

        Bom, devo ter me expressado mal, daí lhe causei essa impressão. O que quis denotar, se refere a especificamente a conduta e forma de atuação da tenista , que é muito mais do que um rosto bonito, que tm conteúdo,classe e virtude em seu jogo. É basicamente o que quis enfatizar. Assim como observo em muitas outras mulheres em seus campos de atuação.

        Responder
  15. Rubens Leme

    Dalcim, desde os tempos de criança adoro ver quem, que país, time, etc venceu mais um torneio em um ano terminado com específico número. Assim, em Paris, o final 9 é muito bom para os norte-americanos que venceram em 1939 (Donald McNeil), 1949 (Frank Parker), 1989 (Michael Chang) e 1999 (Andre Agassi). Os outros campeões nestes anos foram o italiano Nicola Pietrangeli (1959, bicampeão no ano seguinte), Rod Laver (1969), o maior de todos, Bjorn Borg (1979 e tetra entre 1978 e 1981) e Roger Federer (2009). Rene Lacoste (1929) foi o único francês a vencer desde que o torneio se abriu para os demais países.

    E, tirando Frank Parker, Borg e Laver, os outros não eram cabeças de chave número 1, ou seja, não é um bom prognóstico para Djokovic.

    Adoro estes números inúteis.

    Responder
  16. Paulo Almeida

    Só o Borg possui um penta legítimo inquestionável, pois sempre ganhou de um grande de sua época em todas as conquistas.

    O Rolanga 2010 do Capivara foi em cima de ninguém e os do Frauderer em Wimbledon e US Open eu nem preciso falar, né? Entressafra da mais pura!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Pois é , caro Paulo Robson Almeida. Além de ser disparado o maior passador de Recibos de todos que surgiram neste espaço , é também de longe o maior recalcado. Quem apareceu do Big 4 + Wawrinka , o Espanhol bateu com folgas. Já os maiores rivais de Borg ( BigMac e Connors ) não apareceram pra jogar. Não é um Vitas Gerulaitis e um paraguaio Vitor Pecci da vida, que podem atestar suas sandices. É melhor o rapaz voltar ao faltam 6 , 5, 4 e Boom !!!!!! kkkkkkkk Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Gerulaitis e’ aquele que perdeu DEZESSEIS vezes consecutivas para Connors e afirmou ” ninguém bate Vitas Gerulaitis 17 vezes consecutivas ” kkkkkkkk Abs!

        Responder
  17. Gabi

    Alexandre Maciel,

    vai comprar a camiseta com o n. 2 do Toronto rsrs?
    Muita loucura, de virada e ainda ganhando 4 jogos seguidos!!
    Ainda assim, acho que o Warriors vai massacrar na final!!

    Responder
  18. Eu

    Maria Izabel e Maurício: é implante dói muito, meu marido fez para se casar comigo kkkkkk
    Nadal tem muito mais mérito comigo por causa disso
    O paire é muito bonito mas aquela barba de fundamentalista islâmica eu dispenso

    Responder
  19. Jonatas Bruno

    Destes feitos, considero o mais notável as onze conquistas em um mesmo Slam de Nadal e Court.
    Ainda que me impressiona bastante a sexagésima nona participação consecutiva do Feliciano em Slam, mais os dois citados da Venus!.
    Agora, e quanto ao tenista mais velho a ganhar um Slam? O Federer entra nessa? Caso positivo,seria mais outro grande feito dele! ( Acho que o Karlovic e o Lopes estão fora da jogada).

    Responder
    1. Jonatas Bruno

      Resolvi consultar a página: Saiba mais e descobri que foi o Arthur Gore em Wimbledon no ano de 1909 na época amadora. Na Era Aberta, foi o Ken Rosewall com 37 anos e dois meses, no Australian Open. Em síntese, a época amadora é outro parâmetro. O bom e velho suíço tá no páreo, “basta” não enfrentar o Nadal rs.

      Responder
  20. Miguel BsB

    Outro dia estava assistindo as quartas de final do Ausopen 2010, Djokovic x Tsonga…no primeiro set,após trocas mais longas de bolas,o sérvio saia sempre ofegante, chegando a pedir um desafio claramente fora pra pegar fôlego pro próximo ponto. Os comentaristas,Jim Courier entre eles, apontavam esse fato negativo do Djoko…
    Quanta diferença não fez a tal de dieta glúten free logo no ano seguinte,um dos melhores preparos físicos da história do esporte.

    Responder
    1. Ricardo - DF

      Então, Miguel. O outro físico sobre-humano na história do tênis uma vez também cansou em quadra. Naquela famosa final de Miami em 2005, em 5 sets, o espanhol abriu 2×0 sobre o suíço, e levou a virada, com direito a um 1×6 no último set, morto de cansado. Depois daquela, titio Toni e o açaí espanhol fizeram o milagre. O corpo, que era normal, foi ficando cada vez mais hipertrofiado, jogando 4, 5 horas no saibro desgastante sem demonstrar sinais de cansaço. Acho que não existe, na história do tênis, jogador com um físico assim. Mesmo trintão, ainda pões jogadores ide 25 anos no chinelo. É muito estranho.

      O físico inesgotável é uma enorme vantagem sobre os outros jogadores. Imaginem o nosso time jogando em ritmo de blitze os 90 minutos ? Ganhava todas.

      PS. “O Nadal tem que ganhar isso daí, talkei?” Kkkkkkkkkk, genial.

      Responder
    2. Paulo Almeida

      Miguel, se o Djokovic tivesse descoberto sua intolerância ao glúten mais cedo, certamente teria chegado ao auge já em 2008; não teria passado praticamente em branco nos anos de 2009 e 2010 e talvez até já fosse o recordista de Grand Slams e de semanas como número um do mundo.

      Responder
  21. João ando

    Nadal e favorito para rg ….assim como o segundo favorito e o djoko …depois vem thiem Roger e talvez alguma surpresa que não consigo visualizar no momento

    Responder
  22. Oswaldo E. Aranha

    Rodrigo S. Cruz.
    Tenho visto tuas mensagens e chama-me atenção a tua postura correta, não sendo agressiva com os demais participantes, entretanto vi tua última e permita-me discordar, pois não são os torcedores do Djokovic os únicos que entulham o blog, há torcedores de outros tenistas que não ficam nada a dever e até superam, mas prefiro não nominar. Abraços.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Ah, já cansei…

      A mesma análise MÍOPE de sempre:

      ” todo mundo faz igual, todo mundo é igual”.

      Então beleza, pense como quiser…

      Responder
  23. Paulo Almeida

    Djokovic é o único do Big 3 a vencer quatro Grand Slams seguidos e a ter outras duas sequências de três (até agora); único a vencer todos os Masters 1000; único a ganhar quatro Finals seguidos; único a vencer sete finais seguidas do Nadal no auge; único a dominar seus maiores rivais; único que joga bem em qualquer tipo de piso; maior papa-títulos na era mais difícil do tênis.
    É o GOAT e com muita folga.

    Responder
      1. Paulo Almeida

        Ou será que esses “99%” têm medo de magoar o Jagua da Montanha bibelô da ATP?

        Vilander e Agassi não têm.

        E já disse que não sou esse tal de Robson. Ele virou a casaca mesmo? Muitos torcedores do falso GOAT passaram a torcer pelo Djokovic de fato, mas me aponte algum que fez contrário.

        Responder
    1. Ricardo - DF

      Só para sacanear um pouquinho, um pensamento que me veio assistindo a final de Roma.
      Pode um jogador que não sabe smash-ar ser candidato a GOAT ??? kkkk

      Responder
  24. Nattan Lobatto

    Eita, Roland Garros promete muita coisa ao BIG FOUR e, como, autêntico apreciador deste maravilhoso esporte, to no aguardo dos feitos que estão por vir. Bem, sou torcedor de carteirinha do Sérvio, que a meu ver teve um grande crescimento em sua legião de fãs, quase que em pé de igualdade com as torcidas das outras duas lendas, RF e RN. Contudo, minha paixão maior é apreciar o que essas estrelas colocam e produzem em quadra, é sobre-humano, surreal.

    Nadal é um touro descontrolado e insaciável. Competidor NATO, um MITO.

    Federer é um Leão experiente, conhece e executa com perfeição cada golpe e tem domínio magistral sobre todos os fundamentos. Um verdadeiro MAESTRO, LENDA viva.

    N. Djokovic é um extraterrestre, quebrador de MITOS e LENDAS, conseguiu com seu tênis ora ofensivo e ora defensivo (sabe ser defensivo e ofensivo ao mesmo tempo) alinhado ao seu 3º saque (devolução monstruosa, melhor de todos os tempos) se sobressair em uma ERA dominada por dois TITÃS e vence-los em seus habitats naturais (Grama e Barro), e ele como um semideus desequilibrou essa balança, caminhando lentamente, porém, com propriedade, em direção ao trono central do OLIMPO TENÍSTICO.

    Não tenho o poder de prever o que está por vir nesse Grand Slam, mas algo é indiscutível e quase unanime, todos sabem que teremos fortes emoções. Abs…

    Responder
    1. PIETER

      Muito bom, Nattan!
      Sem o fanatismo depreciativo de muitos que aqui vêm regurgitar suas frustrações.
      Somos privilegiados espectadores de uma era de ouro no tênis profissional masculino que, difícilmente, irá se repetir.

      Responder
    2. Luiz Henrique

      Belo comentário. São realmente 3 monstros do esporte. O que eu mais admiro é Nadal, mas reconheço que Djoko é quem tem mais chances de quebrar os recordes do Federer

      Responder
  25. Rodrigo S. Cruz

    Luiz Fernando
    24 de maio de 2019 às 16:53

    [“Se fossemos encarar besteiras dessas a serio não existiria blog. E a distinta srta q falava dos esquemas da Nike, na época q ela patrocinava Rafa e Federer? Me diverti muito c essa historia, semelhante a essa q vc cita. Já a covardia e oportunismo do Lógico, as acusações infundadas de doping, a comemoração da cirurgia de apendicite do Nadal, essas merecem resposta. Agora o q eu ganho em provocar a torcida do Djoko? Nada, na duvida deixo eles quietos, isso não me dá nenhum prazer, em geral são meus “aliados”, ja as federetes, aí é sempre engraçado e prazeroso kkk…”]

    R. P.
    25 de maio de 2019 às 08:34

    [“Nadal é o jogador que fica mais evidente quando está “ciclando”. Fim do ano, está só o bagaço. Por isso vai morrer sem ganhar um Finals. Duas finais em sei lá quantas participações… Esse aí é a Rebeca Gusmão espanhola. Todo mundo sabe que usa, a diferença é que ninguém faz questão de saber”]

    ——————————-

    Tá aí.

    Fiz questão de destacar esses dois posts, para que pudéssemos refletir bem em como se promove uma injustiça…

    Lamentável a parcialidade do participante Luiz Fernando,

    (que em linhas gerais, continuo considerando um bom participante), fazendo uma confissão dessas.

    Dizendo que não vê qualquer problema em tratar uma mesma questão, com 2 pesos e 2 medidas.

    Explico:

    No segundo post consta uma opinião clara e aberta do participante R. P, afirmando que o Nadal SE DOPA…

    Ora, para quem não sabe R. P. é fã do Novak Djokovic.

    Detalhe: inexiste também qualquer referência de um federista, concordando com ele.

    Bem como, qualquer reclamação do L. F. acerca da acusação exposta…

    Já no post do próprio Luiz Fernando, ele vem e afirma com a cara MAIS LIMPA desse mundo, que é um aliado dos nolistas.

    E que não vê qualquer problema na afirmação de que o Nadal se dopa, desde que isso seja dito por um ” aliado”.

    Que lástima, não?

    Enfim. Triste…

    E o que se conclui disso tudo?

    Que as vezes que o L. F. mostrou indignação, foi tudo um teatro.

    Nada mais que um bom pretexto, para meter o chicote na torcida eleita por ele mesmo como desafeta…

    Acusando-a até do que já não pratica.

    O jeito é não levar mais á sério o choro dele.

    Quando virem ele chiar, ofereçam um lenço…

    (rs)

    Responder
  26. Ricardo

    Olá Dalcim. Grande post para variar muito instrutivo. A propósito, há alguma chance de reedição de seu livro sobre tênis? Pretendo comprar um e dar outro de presente a meu filho. Um grande abraço e bom torneio a todos. Ricardo

    Responder
  27. Marcos RJ

    Caro Dalcim, mais um excelente post! Quem são os mais velhos vencedores (masculino/feminino) em RG e há chance de reescrever o record esse ano? Obrigado

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Andrés Gimeno, 34 anos e 10 meses, em 1972 (portanto alguns poucos, como Federer, poderiam bater sua marca). No feminino, Zsuzsa Körmöczy, aos 33 anos e 10 meses, portanto ao alcance de Serena ou Venus.

      Responder
  28. Rafael

    Estava vendo um vídeo no youtube e logo depois apareceu a chamada para outro: Rafa Nadal: Angry Moments.

    Recomendo. Tem umas cenas que eu nem lembrava mais, e outras que nunca tinha visto.

    Spoiler: Nadal espanca as próprias coxas, etc.

    Responder
  29. Rubem Corveto

    Esse RG pode indicar muitas dúvidas: Enfim pode um dos novos a vencer um Slam; Roger fez bem em “pular” o Saibro, nos anos recentes; Caso Nadal vença – foi vice no AO – resgata sua magia, e pode voltar ao Número 1. Djokovic vencer se afirma como o número 1 e ameaça buscar os recordes de Federer.
    Mas nada mais muda que Nadal é o Rei do saibro.

    Responder
  30. Rodrigo S. Cruz

    Acho que pela primeira vez na vida, vou acabar torcendo para o Nadal.

    kkkkk

    Seria catastrófico se o Djokovic ganhasse!

    Nada pessoal contra o sérvio, que de fato é um dos maiores da história.

    Mas a sua “casta” de fanáticos (que só sai com jejum e oração) transformaria esse blog num verdadeiro inferno.

    Responder
  31. Efraim Oliveira

    Estava vendo um dado sobre os maiores campeões do tênis masculino – a altura.

    Nadal 1,86 – Federer 1,85 – NovaK 1,88 – Sampras 1,85 – Borg 1,80 – Roy Emerson 1,83 – Rod Laver 1,73 o único dos grandes campeões que foge do padrão.

    1,80 a 1,90 demonstra ser a altura certa pra se ter sucesso no tênis. Mais alto que isso começa a aparecer a dificuldade de imobilidade; mais baixo, a dificuldade de se cobrir melhor a quadra.

    Não sei se isso procede, é apenas um parecer pessoal.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Procede sim.

      E como procede.

      No tênis, se você é baixo demais terá muitos problemas, principalmente no saque.

      Se for alto demais, será um grande sacador, com uma mobilidade lixo.

      Num primeiro momento, daria pra imaginar que o Djokovic (com 1.88m), não cobriria a quadra como o Nadal.

      Mas não.

      O Djokovic faz isso tão bem quanto, ou até melhor…

      Responder
  32. Marcelo Calmon

    Vale o registro de não termos nenhuma jogadora da América do Sul na chave de simples !! Foi a 1° vez em se tratando Slam ?

    Responder
  33. Renato

    Não dá pra negar que o fato do suíço jogar no domingo, deu uma ajudinha pra ele. Primeiro jogo pode ser complicado, e se for longo, Roger terá dois dias de descanso até o próximo jogo, além de ter uma vantagem lá na frente, se passar da primeira semana, pois quem começa jogando sempre tem vantagem pra jogar a semi final. É isso mesmo Dalcim?

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Olha,

      O balão do Nadal é realmente lastimável.

      Mas se formos escolher apenas um golpe feio, eu fico com o slice-lagartixa (e pouco efetivo) do Djoko…

      (rs)

      Responder
  34. Renato

    Como o Dalcim escreveu, Federer, Nadal e Borg são os únicos pentacampeoes autênticos. Roger conseguiu duas vezes em dois pisos diferentes, que para mim é um dos seus maiores feitos. É por isso que Roger é o GOAT e o melhor da história com ampla vantagem sobre seus concorrentes. Tem a maioria dos feitos mais grandiosos.

    Responder
  35. Luiz Henrique

    Este torneio tem um impacto muito grande dentro do contexto discussional do Big 3. Se federer ou djokovic ganharem, vai ser um argumento estrondoso a favor de um ou de outro quanto a disputa para ser o “Goat”. Nadal anda meio pra trás nesse debate, mas se ele ganha, abre oportunidade pra ele caso acabe beliscando outro major antes de voltar a Paris no ano que vem…

    Responder
    1. R. P.

      Chances de quem? Eu tenho várias reticências se ele (RF) voltará a vencer um major, mas vencer RG é tão provável quanto Jessica Biel bater na minha porta, só de lingerie, e pedir pouso. Saibral, 85%; Djoko 12%, Thiem 2%; um milagre, 1%.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        kkkk

        Essa da Jéssica Biel foi boa. Mulherão mesmo…

        Agora também não exagera, né.

        12% só, pro Djokovic?

        Falsa modéstia escancarada.

        Aquele tipo de afirmação preventiva:

        Se ele ganha é porque é fodão; se perde é porque era normal ter perdido…

        Responder
        1. R. P.

          Com esse chaveamento? Estou pra dizer que Nadal chega na final não fazendo um jogo sequer acima das 2 horas. Sejamos honestos: se não se lesionar, finalista ele já é. Açaí espanhol no café, almoço e janta. Não vejo por onde Djokovic ter mais de 12%. Mesmo que encarnar o Wawrinka 2015, fica ruim pra ele.

          Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *