Mágico Fognini
Por José Nilton Dalcim
20 de abril de 2019 às 16:06

Fabio Fognini chegou a Monte Carlo com um de seus piores inícios de temporada. Apenas quatro vitórias em 12 jogos, cinco derrotas em primeira rodada nos seis últimos torneios e, pior ainda, sem um único triunfo sobre o saibro em quatro tentativas em 2019.

Faltou muito pouco para outra despedida precoce, quando viu Andrey Rublev abrir 6/4 e 4/1, com break-point. Salvou-se com um ace e começou suas conhecidas reações. Passou sufoco ainda maior nas quartas: Borna Coric teve 6/1 e 2/0, e novamente o italiano fez mágica.

Dono de um talento raro no tênis, Fognini sabia que não era possível jogar de forma passiva contra o ‘rei do saibro’ em um de seus palcos prediletos. Entrou intenso, decidido a bater na bola. Tirou logo o primeiro saque, mas não sustentou a postura tática e de repente Nadal já tinha 3/1.

O italiano segurou a cabeça, e quando isso acontece ele fica extremamente perigoso. Arrancou incríveis paralelas dos dois lados, fez curtas magníficas e voleios competentes. Venceu 11 dos 14 games seguintes e faltou um único ponto para aplicar um incrível ‘pneu’ no segundo set. Encurralou Nadal numa de suas melhores atuações de toda a carreira.

Números explicam bem o tamanho da façanha de Fognini. Esta foi apenas a quinta derrota de Nadal em suas 16 participações em Monte Carlo (duas para Djokovic e outras para Ferrer e Coria) e a 37ª em 455 partidas sobre o saibro, lista que tem apenas sete diferentes adversários. Um deles é exatamente Fognini, que se junta a Djokovic, Thiem e Gaudio como únicos a vencer o espanhol ao menos três vezes na terra.

Nadal diria pouco depois que “foi um dos meus piores jogos no saibro em 14 anos”, mas talvez fosse justo reconhecer que atuou de maneira burocrática, quase medrosa, muito parecida aliás ao primeiro set da véspera contra Guido Pella, em que sua única postura tática se limitou a colocar spin, trocar bolas e esperar erros. Só foi bater com determinação e arrojo quando estava a um passo da derrota. Desta vez, tarde mais.

Não apenas por esta vitória de gala, mais pelo conjunto da obra, Fognini, aos 31 anos, merece ganhar seu primeiro Masters. No entanto, ainda existe mais um obstáculo: o animado Dusan Lajovic, que vive uma semana ainda mais irrepreensível: não perdeu set mesmo diante de David Goffin, Dominic Thiem e Daniil Medvedev.

Arrancou um feito e tanto neste sábado. Perdendo de 1/5, com saque do adversário, incomodado com o vento e seus erros, reagiu. Foram 10 games seguidos diante de um atônito Medvedev, que 24 horas antes havia sido mais sólido do que o número 1 do mundo.

Lajovic nunca havia ganhado quatro jogos seguidos num mesmo torneio e fará a primeira final de toda a carreira. Aos 28 anos, é o tenista de mais baixo ranking (48º) a atingir a final de Monte Carlo desde que Hicham Arazi (53º) perdeu para Guga Kuerten em 2001. Nunca enfrentou Fognini, o que deixa a disputa ainda mais aberta.

E mais
– Esta é a primeira vez, desde 1990, que Monte Carlo tem dois finalistas inéditos.
– Esta foi apenas a segunda vitória de Fognini sobre um top 2 do ranking em 16 tentativas. A anterior veio sobre Murray, em Roma-2017
– Nadal perdeu sequência de 18 jogos e de 25 sets vencidos, mas seu recorde no Principado é de 46 vitórias e 31 sets.
– Medvedev permanece como o tenista que mais venceu na temporada, com 21.
– Lajovic é segundo sérvio, fora Djokokvic, a ir a uma final de Masters, repetindo Filip Krajinovic, vice em Paris-2017. Já garantiu o 24º posto do ranking e será 19º com eventual título.
– Federer continua como o tenista com mais finais de Masters (50). Nadal vem logo atrás (49). Djokovic tem 47.
– Não foi nesta semana que Nadal se tornou o primeiro e único homem com 12 títulos no mesmo torneio. Mas ele terá nova chance a partir de segunda-feira, em Barcelona. Ele ficou do lado de Dominic Thiem e vê Fognini e Alexander Zverev na parte inferior da chave.
– O sábado foi triste para o tênis brasileiro: as meninas perderam os dois primeiros jogos na Eslováquia, Bruno Soares ficou de fora da final em Monte Carlo, Bellucci não jogou nada em Túnis e Monteiro caiu logo na estreia do quali de Barcelona. A esperança é Sakamoto, com boa campanha e semi noturna no challenger de San Luis Potosi.


Comentários
  1. Maurício Luís *

    Esses jogadores TOP tem em comum o seguinte: mistura de talento, muito esforço, preparo físico, cabeça forte e um pouco de sorte. Se pra ganhar fosse só uma questão de preparo físico, Nadal seria o primeiro do ranking. Se fosse só uma questão de força mental e cabeça no lugar, o Nick Kyrgios seria o ÚLTIMO do ranking. Se pra ganhar tivesse que ser bonito, bom… neste caso, Rafa Nadal estaria ROUBADO.
    Então é esse conjunto de coisas que dá esse ar de imprevisibilidade, tanto no tênis quanto em qualquer outro esporte.
    Diz o Rafael Nadal que agora ele está 70% e que até Roland Garros estará 100%. Veremos. VEREMOS…

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    1. José Nilton Dalcim

      Tenho a impressão que sim, Leonardo. Havia a expectativa que Djokovic dominaria tudo na quadra dura, e não foi assim. Agora Nadal não vingou no primeiro grande torneio sobre o saibro.

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  2. Oswaldo E. Aranha

    Fora algumas expressões de baixo calão usado por alguns participantes e não censuradas, que às vezes vejo no blog, Dalcim, gostaria de te perguntar sobre algo que não entendo no tênis: porque em algumas jogadas o tenista ao invés de devolver a bola para o lado vazio da quadra joga para o lado em que se encontra o oponente?

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    1. José Nilton Dalcim

      Para buscar o contrapé, Aranha. Expliquei isso aqui outro dia: de forma geral, quando você enfrenta um tenista muito veloz, que se desloca com antecipação, o contrapé é um dos melhores recursos.

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    2. Rodrigo S. Cruz

      Foi o que eu disse em outro post, Aranha:

      Por simples BURRICE!

      Muito dificilmente o contrapé vai funcionar, porque o oponente vai ficar ainda do mesmo lado, e vai passar!

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    3. Alexandre Maciel

      Além do contra-pé, como bem colocou o Dalcin, existe também a dificuldade em trocar a direção da bola, portanto, muitas vezes os tenistas ficam trocando golpes do mesmo lugar esperando uma bola um pouco mais curta ou um pouco mais lenta para enfim trocar a direção da bola (jogar no lado “vazio” da quadra como você comentou) com uma boa margem de segurança. Não sei se você joga tênis, mas é muito difícil mudar a direção quando a trocação tá firme e funda. Fognini fez isso com maestria diante do Nadal e levou o espanhol à loucura.

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  3. Luiz Fernando

    Fognini venceu merecidamente, é melhor jogador q o Lajovic e todos sempre comentaram q o q sempre faltou a ele é cabeça, pois seu nível de jg é elevado. Não q eu creio q do dia pra noite ele agora a tem, mas o titulo está sem duvida nas melhores mãos. Também não ha como deixar de louvar Lajovic, q ate a final fez uma campanha impecável.

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  4. Fernando Brack

    Quando se imaginava que um dos tenistas da nova geração, como Zverev ou Thiem, pudesse ganhar MC, lá vem o veteraníssimo Fognini papar o maior título de sua longa carreira. É muito bom quando o tênis fica imprevisível assim. Aposenta não, Fogna!

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  5. Rodrigo S. Cruz

    E enfim, Fabio Fognini consegue em grande estilo, seu primeiro título importante.

    Seria realmente lamentável para história recente do esporte, um jogador com tantos recursos técnicos ficar sem sequer um título de expressão.

    E conseguir isso, sem tomar o menor conhecimento do GOAT DO SAIBRO, valoriza o feito, sobremaneira!

    Claro que para fechar com chave de ouro uma carreira tão bonita, falta ainda um Grand Slam no saibro…

    E muitos, sem excluir a mim mesmo, duvidam ainda que o italiano o faça.

    Não pelo seu tênis, que é de fato, exuberante.

    Mas pela ausência de foco e determinação, que constituem atributos exigidos, e que tanta falta fazem ao italiano…

    Porém, uma coisa é certa.

    Se Fognini almeja um voo assim tão alto, 2019 parece ser a sua janela de oportunidade.

    A constrangedora derrota que Fabio infligiu ao rei da terra batida demostra que Nadal, mesmo no saibro, não é deus.

    E se algum dia chegou a ser, a facilidade com que foi dominado fez parecer que “deus” pode mesmo sangrar…

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  6. Paulo Almeida

    Parabéns ao Fognini. Sua esquerda esteve impecável e de fato lembrou a do Djoko em vários momentos, especialmente mudando de cruzada pra paralela e fazendo winner.

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    1. Fernando Brack

      O golpe fundo na paralela, mudando a direção da bola, é um dos mais eficazes e tb um dos mais bonitos de se ver no tênis. É notável que não seja utilizado com mais frequência pelos jogadores em geral e, mais notável ainda, pelos que o dominam e já venceram grandes partidas com ele. Djoko é um caso emblemático. Tem horas que ele parece esquecer desse golpe.

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  7. Mauricio Justus

    Mestre tudo bem? Quanto essa derrota afeta o psicológico do Nadal? Apesar de tudo ainda considero ele o cara a ser batido no saibro! Federer tem chance em Madri? Roma acho difícil!!!

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ainda não abala tanto, mas obviamente que Barcelona precisa ser melhor. Madri é bem veloz e então, com uma boa chave, é possível ele ir longe.

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      1. Luiz Fernando

        Acho q abala, não apenas por perder em um dos seus “quintais” mas também pelo comentário dele acerca do impacto das contusões seguidas, no fisico e no mental. Há tempo pleno p recuperar, basta lembrar da derrota pro Djoko nesse mesmo torneio em 2013 e depois levou quase tudo de novo no piso, mas não ha como negar q Rafa é menos favorito nesse ano.

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  8. Renato

    Rodrigo,

    Nunca experimentei o prato sugerido por Vc e nem vou experimentar, mas deve ser só um pouquinho pior do que assistir a um jogo do sérvio empurrador de bolas.

    Abs!

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Renato,

      Na verdade eu até já me arrependi de ter escrito aquilo.

      Peguei pesado, e admito que foi feio….

      Mas é que toda causa tem um efeito.

      E eu já não tolerava mais a perseguição do NOVATO aí, que não consegue esquecer o Federer.

      Passou a semana todinha provocando.

      Até depois do ídolo dele ser eliminado.

      E olha que o suíço nem participou do torneio!

      Mas o homem não pára de inseri-lo no debate, sempre com comentários de profundo desprezo e arrogância…

      Não sei vocês.

      Mas na minha GOELA, não desce!

      Mas falando sério:

      Claro que prefiro muito mais ver um jogo ofensivo, de vários winners, ou mesmo estilos diferentes se confrontando. Tais como:

      °Nadal x Federer
      °Djokovic x Kyrgios
      °Fognini x Nadal

      Mas também dizer que Djoko vs Nadal é uma porcaria, é mera “trolagem” minha.

      Retribuição, em face dos tristes comentários que leio dos anti-Federer.

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  9. Oswaldo E. Aranha

    O Djokovic não devia mais jogar duplas, primeiro perdeu uma parte do potencial passando-o para o Fognini e depois perdeu mais um pouco jogando com seu irmão.

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  10. Renato

    Fatos:

    Maior e melhor tenista da história: Federer
    Melhor tenista da atualidade: Federer
    Maior saibrista da história: Nadal
    Melhor saibrista da atualidade: Fognini

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    1. Anti anti-jogo

      Então o” melhor” é baseado apenas no último resultado? O mesmo Fgonini que perdeu duas vezes na primeira rodada aqui na América do Sul?

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  11. Roger

    Nadal e Djokovic sempre fizeram jogos muito físicos. Por mais que queiram negar essa foi a principal fortaleza deles. No passado já vi muito jogo ganho pelo Nadal com 1/3 de winner do adversário. Basta olhar as estatísticas para quem tem dúvida.
    Agora eles já não têm tanta força pra isso. Por isso não é mais garantia de ganhar todos jogos (principalmente em saibro e jogos longos de quadra dura). Se o adversário tiver cabeça pra não achar que vai perder o jogo apenas pelo nome do adversário, o jogo complica pra eles.

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  12. Jonatas Bruno

    Quem diria que o primeiro grande torneio do saibro, esteja proporcionando resultados e campanhas inesperadas! Aliás este é o terceiro dos últimos quatros Masters 1000 a ter um campeão inédito. O tênis ainda que a passos curtos, já começa a ensaiar novos números ao espetáculo.
    E que grande atuação do Fognini hein! Curioso perceber o quanto Nadal acaba motivando determinados tenistas a jogarem “para valer”.
    Me surpreendi com a forma que o Fognini começou a dominar as ações a partir do nono game e dali até o final, mesmo se dando ao luxo de “pecar” no décimo sexto game. Quando se propõe a reprogramar a mente, o seu jogo flui de forma primorosa e não deu outra!
    Uma final fora do comum, e com isso fará com que o circuito fique melhor condensado e “animado”, ao menos nos próximos Masters 1000.
    Que Lajovic e Fognini sejam os catalisadores de mais expoentes a trilhar triunfos convergentes.

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  13. Carlo

    Salvo-me, diante das atuações de Thiem, djokovic e Nadal, vc acha que o Federer entra na briga por favoritismo nos próximos torneios do saibro? Madri já é bom
    Pra ele, mas Roma e roland garros podem ficar interessantes se os favoritos naturais não estiverem 100%

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        1. José Nilton Dalcim

          Claro que não, mas sem jogar no piso há três anos e pegando a turma mais embalada, jamais poderia estar entre os favoritos.

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          1. Luiz Henrique

            Acrescentando que o técnico do Federer disse que ele ainda não começou a preparação pro saibro. Começará apenas amanhã…

          1. José Nilton Dalcim

            Boa Páscoa para você também, Mário. Pois é, um absurdo isso. E pior que nem vai entrar de cabeça no torneio.

    1. José Nilton Dalcim

      Fognini é extremamente imprevisível. Pode estar pouco inspirado e não jogar nada. Em condições normais, ele leva o título em dois sets, acredito.

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      1. José Eduardo Pessanha

        Dalcim, outro detalhe importante: o Fognini nasceu em San Remo. Fica muito perto de Mônaco. Ou seja, ele está literalmente em casa.
        Abs

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  14. Luiz Fernando

    Nadal de fato não foi bem, faltou mais atitude e intensidade, mas parece q aprendeu c Federer a não dar mais méritos ao adversário, ja q Fognini jogou muito bem. Há uns dias eu postei aqui q esse era o MC mais imprevisível dos últimos anos, infelizmente acertei kkk…

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  15. Jonas

    Djokovic deve terminar o ano mais uma vez como número 1 do mundo. Já está jogando melhor no saibro do que ano passado, a tendência é chegar voando em Roland Garros, mesmo que não vença Madrid ou Roma.

    Federer só será número 1 de novo caso o sérvio se lesione. Em condições normais podem esquecer.

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    1. William

      Já disse aqui antes. Fim do saibro volta a terceiro. Fim da grama segundo. Depois US open começa
      A brigar pelo número um que virá no finals ou no A O
      Depois de Miami começa a queda é provável aposentadoria

      Responder
      1. Jonas

        Bem que vocês queriam. O Djokovic completa 32 anos mês que vem.

        Sim, está obviamente abaixo do seu melhor. Mas fisicamente não parece abaixo, não está perdendo jogos por físico.

        Então, quando ele começar a apresentar alguma queda nesse aspecto aliado com uma decadência técnica, podemos falar em aposentadoria.

        Não vamos fazer igual os Fedtards que choram desde 2011, afirmando que seu querido ídolo estava velho aos 29 anos, quando perdia seguidas vezes pra Djoko, Nadal e o resto.

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        1. Rafael Brasiliense

          Aos 37 anos, tecnicamente ele não decaiu. Porém, fisicamente sim. Negar isso causa tristeza em qualquer biólogo.

          Ele se mantém na nata do circuito porque sua técnica absurda, até certo ponto, compensa sua queda física.

          Responder
      2. Rafael Brasiliense

        Isso é coisa de vidente. Cê tá sabendo até em que torneio o cara vai começar a decair e se aposentar. Tem uma turma grande que disse a mesmo coisa em meados de 2016.

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  16. Miguel BsB

    Não vi ninguém comentando, mas esse jogo lembrou, dada às devidas diferenças, aquele jogo entre eles no USopen de 2015,se não me engano.
    Lá como cá, Fognini partiu pra agressão de tudo quanto é lado, de esquerda e de direita, winner atrás de winner… Nadal ficou perdido. A diferença é que lá foi de virada de 0x2,e cá foi no saibro, território do Touro.

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  17. Jonas

    Fognini parecia o Djoko. Jogando o Nadal de um lado pro outro, indo sem medo pro forehand do espanhol.

    Sempre jogou muito esse italiano. Quase que deu um pneu no Nadal, queria ter visto isso…

    Responder
      1. Jonas

        Xingar o italiano?

        kkkkkk

        Djokovic atropelou o Nadal em torneios menores e em Grand Slam, coisa que o teu amado Federer nunca fez, é freguês em Major. Não adianta ir contra os fatos.

        Sei que você odeia o Djoko, mas quanto exagero, é mais um fanático enrustido pelo Federer.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Como dessa vez fui eu quem te trolei, não vou te responder mal…

          Mas não, nunca detestei o Djokovic.

          Jamais se iluda com isso.

          Apenas correspondo às inúmeras sacanagens que a “CASTA” escreve por aqui.

          Responder
      1. Jonas

        Medvedev não é um pangaré, longe disso.

        O Donskoy e Robredo sim.

        Mas Djoko, Nadal e o freguês federer já perderam pra pangarés, acontece.

        Responder
  18. Helio

    Dalcin … Sou Federista mas gosto do Nadal e seu coração e entrega em quadra , inigualável. Mas me incomoda suas declarações quando perde , sempre lesões ou por jogar mt mal, apesar de ter citado o bom tênis de Fognini …. Pra vc mestre ,Jogou tão mal assim ou o Italiano que estava mto inspirado e atropelou…. seu revés na paralela marcou o Touro e seu gancho!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a base principal de tudo tem sido o saque muito instável do Nadal. Foi assim a semana inteira, até que enfim ele encontrou um tenista com bola mais profunda, competência para agredir as paralelas e um backhand sólido que não se incomodou com o spin. Nadal não jogou bem, é claro, mas não buscou soluções táticas, o que costuma ser uma de suas características fundamentais.

      Responder
  19. Maurício Luís *

    O Nadal, como sempre, entrou em quadra achando que o seu topspin iria resolver tudo. Foi pego em um monte de paralelas desconcertantes. Ele não contava que o Fognini iria entrar em quadra com o botão de “f*da-se” apertado. GENIAL!
    Escutei uns foguetes aqui perto de casa. Deve ser do LÓGICO.

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  20. Sérgio Ribeiro

    E o “ grupinho “ vem com o papo de que o jogo não encaixa. O Espanhol vinha da 3 Vítorias consecutivas e 11 x 4 , no geral. A confiança do Espanhol não voltou ao patamar de antes do “ atropelo “ do AOPEN 2019 ( está totalmente burocrático) , e Fognini usou seu indiscutível talento para obter sua maior vitória aos 32 ( 24/05/87). E o Lajovic aos 28 , será um oponente de Back de uma mão, que jamais fez uma FINAL a nível ATP. Daí a cobrança do “ grupinho “ em cima da Next Gen ( até 22/23 anos) , se mostra cada vez mais sem sentido. Esse papo de Guru pra arrumar desculpas para um jogo também burocrático de Novak , não cola mais. A garotada não o respeita como antes . Parte com tudo. Se estão exaustos aos 32 , 33 , não será aos 37/38 que jogarão em alto nível como afirmado constantemente pelos fanáticos. Rafa Nadal perde o favoritismo para RG ? E Novak para Wimbledon? A meu ver , não. Mas terão trabalho dobrado. E que Fábio Fognini não jogue fora a chance de um Título a sua altura. Por favor, mexa as pernas amanhã !!! rsrsrs Abs!

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  21. Jorge Peron

    Realmente o Nadal jogou muito mal, mas o Fognini não tem nada a ver com isso e destruiu o Espanhol. Espero que o italiano jogue com seriedade e ganhe seu primeiro título de peso. As pessoas são muito cruéis com o Nadal, um cara que ganha 17 GS tem muito talento e sem contar que foi vitorioso em todos os pisos. Na minha opinião, na época do big four, o espanhol é o menos talentoso mesmo e ele sabe disso e já veio a público confirmou. Ele compensa a falta de técnica com uma entrega jamais vista em qualquer esporte. As pessoas esquecem que ele vem de contusão em IW e a transição para o saibro é complicada conforme diz todos os especialistas. Ainda acho que ele ganha Barcelona, Rome e Roland Garrous.
    Abs

    Responder
  22. Daniel

    Esse feriado de Páscoa de fato foi abençoado, com os maratenistas ficando de fora da final. O tênis agradece!

    Mas acho que infelizmente é cedo pra comemorar, pois as gerações mais novas continuam decepcionando-se facilitando a vida de Nadal e Djokovic. Mas ainda da tempo dessa galera subir de patamar até RG. Quem sabe esse ano as coisas serão diferentes e veremos novos campeões em GS? Não custa nada torcer! (Mas confesso que ainda gostaria de ver o Federer copar outro WB rs)

    Responder
    1. Paulo Almeida

      O tênis está de luto, afinal todo mundo queria assistir a mais um NaDjoko, a maior rivalidade da história com 53 duelos. SportV3 terá audiência baixíssima amanhã.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Puta que pariu.

        Só quem acha fezes um prato gostoso, pra achar isso daí bom…

        Deixar de ver um Fognini com todo seu arsenal, pra assistir a um dos duelos mais ENFADONHOS da história do tênis.

        Dois “maratenistas” trocando bolas infinitamente, até um deles errar.

        kkkkk

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Que comentário de profundo mau gosto. Como você permitiu isso, Dalcim?
          Tirando o baixo nível, não passa de inveja do tênis vencedor que foi superior ao tênis firulento.

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Estou é cansado desses comentários que são pura provocação e nada de útil. Vocês poderiam parar com isso?

    2. Sônia

      Daniel, bota abençoado nisso, nem estava acompanhando esse M1000 mas amanhã não perco a final de maneira nenhuma. Acabei de assistir a reprise do jogo do italiano aqui no Tennis Channel rsrs, rindo muito aqui. Vou torcer para o Lajovic só porque o italiano foi “misericordioso” rsrs. Mudando de assunto, ELE ainda nos dará muitas alegrias, pode acreditar. Beijos.

      Responder
  23. O LÓGICO

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    E o cara de pinguço do Fognini kkkkkkkk ganhou do robozinho programado para assassinar o tênis arte, mais precisamente o tênis de Roger KING, sem fazer esforço algum, e após algumas caipirinhas kkkkkkkk. O Italiano salvou esse torneio insípido e mostrou, mais uma vez, quão medíocre é o tênis do UNIDIMENSIONAL kkkkkkkkkkkkkkkkkk. É de dar nó nas tripas kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Alguma vez na história do tênis alguém viu um tenista usar, como golpe constante de seu arsenal, balão de backhand na paralela? O cara levanta a bolinha com a raquete como se estivesse jogando peteca kkkkkkkkkkk e joga na paralela do adversário kkkkk ….. é muita mediocridade tenística kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    O torneio tava um xarope: era muito vento, poeira subindo e o robozinho dedando a torto e a direita kkkkkkkkk; agora até na área da genitália kkkkkkk. Tava difícil ficar assistindo por mais de cinco minutos. Mas hoje um verdadeiro representante do tênis arte estava em quadra, e eu teria que fazer um sacrifício e assistir o duelo entre o bem e o mal no mundo do tênis. Valeu a pena: a facilidade com que o italiano joga é algo absurdo e BELO, e foi com muita facilidade que ele derrotou o tênis brega – o tênis da LAJE kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Monte Carlo é bela e o tênis de latrina do robozinho maldito com certeza maculou esse torneio.

    Dessa vez eu não vou recorrer a Deus, kkkkk, que traiu a humanidade dando aquele USO de 2017 de presente para o filho do primogênito. Sinceramente não entendi essa bondade imoral do Senhor kkkkkk. Não, dessa vez vou de PROMETEU kkkkkkkkkk, e rogo para que esse Titã, o verdadeiro humanista, interceda no mundo do tênis e destrua de vez o pai do tênis maligno. Tenho muita esperança que desse ano não passa e a era das trevas acabe realmente kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

    Resta saber o que vai fazer o MC Cocotinha kkkkkkkk. Vai voltar para o Brasil, ficar recluso e se embriagar de diazepam com coca-cola kkkkkkk? Ou vai continuar na Europa acompanhando a turnê da LAJE U2-RAFA kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk?

    CHUPA QUE É DE UVA, NADALZETES DA SOFRÊNCIA KKKKKKKKKKKKKKKK

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  24. abel afonso

    sabe o que acho curioso?
    aqui foi vitória genial do italiano
    ontem foi derrota desastrosa do Djokovic
    o curioso é que em termos de ranking quem se beneficia é o sérvio
    é muito dois pesos pois Nadal também não está jogando nada e quando perde a chamada trás contrapesos
    quando Djokovic perde, ele está mal e só ele está mal…
    O Federer é DEUS no blog.
    a covardia de nem tentar não é comentada. qualquer desculpa serve depois mesmo…
    Nadal PERDEU
    e é isso
    e um ponto esquecido pelo senhor: Djokovic abriu 3075 pontos do segundo colocado do ranking; que é mais do que tinha.
    isso é irrelevante na concepção do blog…

    Responder
    1. abel afonso

      um complemento:
      número um não empolga porém melhora ranking do primeiro terço de temporada… seria justo
      Nadal pode despencar no ranking sem bom desempenho no saibro… futurologia
      Djokovic perde. erros e um jogo do adversário que o incomoda…. evidente
      Nadal diz que foi seu pior jogo; Fonigni jogou… fatos pós jogo
      Após três slam, O número um não se encontra em torneios onde possui história… fato
      Sem Mônaco, Nadal trás dúvidas para o “seu Quintal”… fato
      dá pra dar peso sempre igual e não demonstrar amor:
      Federer evitará frequência no saibro para “evitar” desnecessários insucessos…
      teria muito mais…

      Responder
  25. Pieter

    Junto-me à legião daqueles que também deploram a atitude pernóstica e anti-desportiva do Nadal, de quem também sou fã, que fique bem claro, ao justificar sua merecida derrota para um reconhecidamente talentoso jogador como o Fognini, hoje lá em MC.
    O touro deveria era estar muito agradecido à sua sorte por não ter levado um histórico pneu na superfície em que é, unanimemente, o melhor de todos os tempos.
    Humildade, ainda que protocolar, não faz mal a campeão nenhum!

    Responder
    1. Fernando Brack

      Nem é preciso ser humilde, mas ter hombridade para reconhecer que o adversário fez uma ótima partida. Se ele acha que jogou tão mal, seria mais nobre e honesto admitir que isso só aconteceu porque o outro teve uma performance excepcional.

      Responder
  26. Jose Carlos

    No fim do ano,pouco importa os pontos a defender,pois SEMPRE quem soma mais pontos no ano será p u número 1 do mundo,os dois rankings convergem.Matematico.A partir pós USOPEN, em geral o 1º da temporada ou já é ou está próximo de assumir o 1º do ranking da ATP.Prevejo muito “sangue e lágrimas” nessa temporada rss.Os amantes do tênis agradecem.

    Responder
    1. Marcos Castillo

      Pütz, até que enfim alguém explicou isso com clareza… tem cara aqui que acha que o Djokovic, por exemplo, não vai conseguir manter a posição pq acumulou muitos pontos na temporada anterior, como se isso fosse fazer qualquer diferença (como vc bem explica) no final da temporada atual… o que manda é o que o cara faz no ano mesmo!

      Responder
  27. Arthur

    Quem diria, hein, Dalcim?
    Fognini na final de Monte Carlo, batendo o Nadal no caminho.
    Aliás, foi engraçado ele comentar na entrevista que, se tivesse cabeça, seria Top 10 por 10 anos, o que é a mais pura verdade.
    Para os que eventualmente queiram minimizar o tamanho do feito do italiano, fica aqui o desafio: quando foi que Nadal ficou tão perto de levar um PNEU, no SAIBRO, em TODA A SUA CARREIRA?

    Um abraço.

    Responder
      1. Arthur

        Pois é, galera.
        Teve essa única vez há 12 anos, de um Federer que naquele ano venceu 3 dos 4 Grand Slams.
        E, salvo engano, não teve mais nenhuma outra vez.
        O que só comprova o tamanho da façanha do Fognini.

        Um abraço.

        Responder
  28. Alexandre G.

    Rafa Nadal: “Eu provavelmente joguei um dos piores jogos no saibro em 14 anos. Então, quando isso acontece, você tem que perder. E hoje eu mereço perder porque eu joguei contra um jogador que era melhor do que eu hoje. ”
    Onde está o desrespeito ao adversário?
    Vez por outra entro aqui, e sempre vejo esses comentários maldosos e desrespeitosos.
    Não sou fã do Nadal, mas ele apenas teve um dia ruim.
    E outra: Fognini, apesar de ter jogado MUITO não ganhou de 6×0 porque não teve cabeça pra fechar o match.

    Responder
    1. Fernando Brack

      O ponto do pessoal é que ele não consegue dizer que o adversário jogou bem. Falar que Fognini jogou melhor, tendo ele próprio feito o pior jogo dos últimos 14 anos, não é elogio e nem respeito ao adversário.

      Responder
    2. Aurélio Passos

      Onde??? No “morde” e “assopra”, tâtica manjada usada por ele (e outros top). Exemplo:
      Começa “Joguei mal, perdi muitas chances, o saque não estava rnyrando, fiquri dois dias sem treinar por uma gripe, etc, etc”.
      Aí complementa:
      “Há, o cara jogou bem.”

      Responder
  29. Marcos Castillo

    Não sei se Nadal será o maior vencedor da história do tênis, mas certamente é o pior perdedor. Uma declaração dessas após o maior momento da carreira do adversário é de uma infelicidade imensurável.

    Responder
    1. Aurélio Passos

      Também não sei se será o maior vencedor, mas é o cara mais egocêntrico a pisar numa quadra de tênis. Tem umas parafusetas muito tortas naqurla caixola.

      Responder
  30. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    Tenho a impressão que o spin do espanhol na esquerda do adversário diminuiu consideravelmente. Lógico, comparando com jogos antigos em 2006, 2007, 2008. Ele jogava com um spin absurdo, hoje ainda e considerável, mas bem distante do anterior modo de jogar. Não sei se notou isso, mas caso tenha percebido, o que faz para que isso aconteça.
    Idade mais avançada (não tem como jogar como fazia 10 anos mais novo) ou mesmo uma tática para procurar ser um pouco mais agressivo ?
    O que pensa mestre?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, nem acho que esteja tão menos potente assim. E geralmente ele força esse golpe logo de início para tentar provocar uma bola mais curta ou morta para aí sim ir ao ataque.

      Responder
  31. Paulo Almeida

    Baixem a bola aí, torcedores do Jagua da Montanha. Vocês não ganharam absolutamente nada, continuam sem Monte-Carlo e coadjuvantes dos dois melhores da história.
    Pior é ler alguns doentes achando que o Banguela vai voltar a ser número 1, hahaha.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Mais doente do que você?

      Vira um pouco esse disco!

      Parece um psicopata, com essa perseguição doentia ao Federer, que nem no torneio está…

      Responder
  32. Rodrigo S. Cruz

    Senhor Nadal,

    Pode não ter sido a tua pior partida, em 14 anos.

    Com certeza não foi.

    Mas que foi a tua pior ENTREVISTA em 14 anos, não se discute…

    Responder
  33. Tiago

    O circuito masculino de Tênis anda realmente muito estranho esse ano. Até agora somente Roger Federer foi o único a conseguir dois títulos na temporada, e agora teremos mais um campeão inédito no circuito. Depois de uma atuação desastrosa de Djokovic no dia anterior, hoje vimos um Nadal acuado, incomodado e passando bola a maior parte do jogo. Parecia o mesmo Nadal da final do Australian Open. Resultado disso? Levou uma surra de Fognini que por pouco não deu um pneu no segundo set. Quanto a final de amanhã, vou torcer para Fognini pelo belo torneio e conjunto da obra. Claro que do outro lado tem Lajovic, um tenista que ninguém esperava chegar, mas que também vem de vitorias contundentes no torneio. E quanto ao futuro do circuito masculino na terra batida, o que parecia mais obvio se tornou uma incógnita. Djokovic precisa se encontrar novamente no seu jogo e confiança nos golpes. Nadal por incrível que pareça, ainda não ganhou um título no ano e também não vem demonstrando o seu melhor tênis, e se em Barcelona que é um ATP 500, não ganhar o torneio, pode abalar sua confiança. Alexander Zverev é outro que ainda não se encontrou neste ano, pois não teve nenhuma boa campanha. Já Dominic Thiem é sempre uma ameaça no saibro, mas se quiser faturar Roland Garros, tudo vai depender das suas campanhas em Madri e Roma…se ganhar pelo menos mais um M1000, poderá chegar com força total e com grandes chances reais de candidato a titulo… E Roger Federer corre por fora. Apesar de ter um currículo excepcional, com 20 títulos de Grand Slam, um deles no saibro, pode se aproveitar da instabilidade dos seus concorrentes top 10. Mesmo assim, penso que precisa eliminar da sua mente, os fantasmas das suas eliminações precoces em Wimbledon e US Open 2018 e Australian Open 2019. Acho muito difícil ter chances de titulo, talvez para ser conservador, uma semifinal já seria uma ótima campanha num piso que não é o melhor para seu jogo…Mas não duvido nada se ele for mais longe que isso. O “vovozinho” Federer não precisa demonstrar mais nada do que é capaz de fazer nas quadras e nos seus recordes. Mas o melhor disso é que o circuito masculino ganha mais emoção para os próximos torneios e a chance de surgir novos grandes campeões. Principalmente para dar espaço para essa tal Next Gen que nunca engrena rsrs…Creio que esse ano seria uma boa oportunidade para isso acontecer. E quanto amanhã, fica a minha torcida para Fognini.

    Responder
  34. Ronildo

    Nunca ninguém jogou no saibro igual Fognini! (Pelo menos 1 partida!) Se Djokovic foi o cara que apresentou o tênis mais invunerável de todos os tempos por ter mais vitórias que derrotas para Federer e Nadal, Fognini foi o tenista que apresentou o melhor tênis de todos os tempos sobre o saibro em UM jogo por ter dado surra no melhor tenista de todos os tempos nesta superfície. (Se bem que Federer já tinha feito isto a muito tempo atrás em Hamburgo 2007: 2/6, 6/2, 6/0).

    Falando bem sério agora: temos ainda um big 3 no momento. E finalmente a realidade tenística parece que mudou. Ao passo que Federer se mostra mais vulnerável em melhor de cinco sets, Nadal e Djokovic atualmente estão mostrando vulnerabilidade em melhor de 3. Ou alguém duvida que se houvesse mais um set Nadal entraria bem focado e com a faca nos dentes e Fognini perderia consistência?

    Responder
  35. Gilvan

    Nadal pro Fognini no 0x5, 40-0 `Na cara nao chefia, pra nao estragar o enterro!`.
    Que banho de bola, meus amigos. Nadal foi humilhado pelo barrigudinho Fognini, que teve humildade e piedade para com o espanhol, que deixou de ir com um pneuzinho pra casa.
    Nao restam duvidas de que o italiano eh muito mais tecnico e talentoso que o Siri, so que nunca levou a carreira a serio e nao tem o famoso `fisico privilegiado` do espanhol.
    Que fature o seu primeiro M1000 e nao faca como a sua mulher, que se aposentou quando ganhou o primeiro GS. Alguem precisa derrotar o Ogro em Paris.

    Responder
  36. Rodrigo S. Cruz

    Nunca escondi que sempre fui muito fã do tênis que tem o Fognini.

    Um tênis baseado essencialmente no ataque, não no contra-ataque.

    Coisa linda, viu!

    Muito embora, o italiano também possa contra-atacar bem…

    Na partida de hoje, o Fognini fez um pouco de tudo, do seu vasto repertório.

    Pegando TUDO na subida, e mudo de direção com mais naturalidade que o próprio Djokovic!

    O Nadal estava a pirar com isso, e ficou tonto com tantos winners que levou, não importando o lado…

    Pode ter sido 6/2, o placar final do segundo set.

    Mas verdade é que o Touro tomou um PNEU MORAL!

    O constrangimento do espanhol foi tão nítido, que o próprio Fognini tirou o pé do acelerador um pouco, apesar dos 3 matchpoints e saque…

    Pessoal, eu sei que cada um tem o seu gosto.

    Mas “vamo” combinar, vai…

    Isso sim a gente pode dizer que é tênis de verdade!

    De RAÍZ.

    E não aquela palhaçada de trocar 35 bolas com margem de segurança ridícula, físico descomunal, até o outro cometer erro…

    Pra mim, fazer isso demais é MEDÍOCRE. Quase que um anti-jogo!

    Quando Guga despontou no circuito, assombrando a todos no saibro de RG em 1997, ele encantou a todos.

    E justamente porque tinha a proposta de um tênis de ATAQUE, e não de defesa!

    Longa vida ao tênis de ataque.

    Longa vida a tenistas como Fabio, Roger e Nick…

    Responder
  37. Paulo Almeida

    Foi maravilhoso. Isso deve animar Djokovic, que se treinar direito, tem tudo pra ganhar Roland Garros e se firmar ainda mais como o melhor tenista de todos os tempos.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Nunca que o sérvio encaixaria tantos winners no Touro, como vimos hoje.

      Nunca…

      Ele até pode até vencer o Nadal.

      Mas não do jeito que fez hoje, o Fognini…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Não tô falando de Australian Open.

        Pois lá a quadra é rápida, seu fanático…

        Estou dizendo que o Djoko não faria isso com o Nadal no saibro.

        E muito menos encaixando tantos winners.

        Até porque o teu GOAT da feira dos importados tem um joguinho pouco inspirado, insosso e sem-graça.

        Baseado em contra-ataque, troca de centenas de bolas, e correria.

        JAMAIS, um jogo bonito como o do Fognini.

        Responder
  38. Ernesto Nery Serafini

    Dalcim
    Li que o Demoliner não receberá nem o prêmio é nem os pontos pela campanha. Essa regra só vale para duplas né? Uma pena.

    Responder
    1. LINCOLN

      Na verdade, ele não ganhará os prêmios né pontos referente a quartas, e sim, das oitavas.
      Vizinha está regra aí.
      Só em duplas (onde o premio é de 5 a 10x menor) que tem isso aí.

      Dalcim, ele (demoliner), postou no insta

      Responder
  39. Marcus

    Lembro de um dos catedráticos aqui do blog certa vez dizer que torcer para o Fognini era algo terrivelmente insosso e lamentável. A verdade é que o italiano joga muito tênis. Quem ja viu ele jogando ao vivo sabe o quanto anda a bola dele, especialmente as paralelas de forehand e também as de backhand. Ele é tão vagabundo que mal mexe as pernas e dessa vagabundagem vem uma das características mais peculiares e belas do seu tênis – enquanto a bola nao sai de sua raquete, nao da para se ter a menor ideia se vem na cruzada ou na paralela, porque ele nao se posiciona, bate com as pernas de qualquer jeito. E o melhor de torcer para ele sabe o que é? Amanhã tanto faz ganhar ou perder, já fez tantas mágicas jogadas que ja valeu assistir cada um de seus jogos. Lamento por aqueles que ficam so falando de Federer, Nadal e Djokovic. O tenis é muito maior do que qualquer um deles e muito mais do que ficar contando recordes. E para o Dalcim: Tsonga nao faz mágica.

    Responder
  40. Luiz Nunes

    Dalcim, boa tarde!!!
    Então, o Fognini brilhou intensamente em MC, com direito a aula grátis para o rei do saibro, e o MC Virgulino se frustrou em suas enfadonhas previsões furadas…
    Será que Djokovic e o Nadal que têm muitos pontos a defenderem, e estão claudicando, até o final do ano vão deixar o topo do ranking no colo do Zverev ou Federer? Se isso, de fato, acontecer, na sua opinião, qual dos dois têm maiores condições de assumir o topo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que Djokovic ainda tem grande chance de se manter na briga. Zverev teria de jogar bem justamente os Grand Slam, que são seu ponto fraco. Federer precisa somar no saibro e em Wimbledon para então ter alguma chance no segundo semestre, já que só defende de importante a final de Cincinnati.

      Responder
  41. Anderson Barbosa Paim

    Nadal jogou podre a semana inteira, assim como Djokovic, que não jogou nada. Isso é inexplicável e não dá para confiar em mais ninguém no tênis hoje em dia. Quero ver em RG como vai ser.

    Responder
  42. Paulo F.

    Realmente, como o jogo do espanhol não encaixa com o do gringo.
    Graças à sua apuradíssima técnica, Fognini possui movimentos com execução muito curtos e com isso o golpe chega muito rápido no Nadal, tirando do aimará muito tempo para o preparo dos golpes que tanto necessita – como o ganchão.
    Minha humilde e amadora análise.
    Quem destrona o Imperador do Saibro em seu reino (piso), merece a conquista do torneio.
    ANDIAMO, FABIO!

    Responder
  43. Nando

    Torcida total pro italiano amanhã…q entre focado e faça um grande jogo.
    E quem sabe, esse torneio não seja um divisor de águas pra ele? Já tem 32 anos, mas com o talento q tem, ainda dá tempo de ser extremamente competitivo em outros torneios grandes (pra não dizer outra coisa).

    Responder
  44. Aurélio Passos

    O problema do Nole não é o guru picareta espanhol. É o irmão Marko Djokovic.
    O cara ficou depressivo porque não consegue fazer carreira igual o irmão. Aí foi procurar ajuda. Achou o guru do cão. Não satisfeito, falou pro Nole que ele tinha de conhecer o guru fantástico… o resto já viu….

    Prova que o ptoblema é o irmão é o Nole se sujeitar a pedir convite nas duplas e fazer papelão ao lado do irmão, quem nem joga.

    Ele se sente culpado pel9s problemas mentais do irmão e está pirando de novo.

    Responder
  45. Renato

    Pois é, agora ficou fácil explicar o que aconteceu com Roger. Entre 2003 até 2010, estava motivado. Em 2011 desmotivou. Em 2012 se motivou. Entre 2013 e 2016, se desmotivou novamente. Em 2017, se motivou até o começo de 2018. Estava desmotivado de Novo, mas agora parece que está se motivando.
    Simples, ne?

    Responder
  46. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    Não concordei nem um pouco com a entrevista do Nadal em ter feito seu pior jogo em 14 anos. Na realidade ele jogou como fez praticamente em todo carreira, com raras exceções, esperando o erro do adversário, apostando na regularidade, apostando no próprio físico para aguentar 20 trocas de bolas em cada ponto. Deu certo dezenas de vezes fazer isso, hoje tinha um italiano inspirado. Ao meu ver jogou até melhor do que no USOPEN, o jogo da incrível virada. Dalcim sabe informar se com o título o italiano chegará ao sonhado TOP10, mesmo que seja momentâneo ?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, o máximo que conseguirá em Monte Carlo é o 12º lugar, o que seria sua mais alta classificação da carreira. Ficaria a 5 pontos do Cilic e a 245 de Isner.

      Responder
      1. Rafael

        Você não achou estranho o baixíssimo percentual de 1o saque durante toda.a.semana? Pior, com pífio percentual de pontos ganhos com ele. Nunca vi Nadal tão exposto no saque em um torneio no saibro.

        Responder
  47. Aurélio Passos

    O “cavalheiro” espanhol afitma após derrota que jamais jogou tão mal no saibro em 14 anos. Um exemplo de humildade e respeito pelo adversário kkkkkkkkk

    Responder
    1. Arthur

      Pra ser sincero, Aurélio, em termos de cavalheirismo, isso aí fica longe de não ter reconhecido a queda da toalha durante o ponto no game em que o Fognini foi quebrado, ainda no 1º set.
      Todo mundo no estádio viu, o espanhol com certeza também e só a anta do juiz de cadeira que não viu e deu o ponto pro espanhol, embora o italiano tenha corretamente parado o ponto enquanto ainda estava na jogada.
      Isso é simplesmente lamentável.

      Um abraço.

      Responder
  48. Renato

    Se Federer mantiver 70 ou 80% do seu jogo, no final do ano ou no AO do ano que vem, voltará a ser o líder do ranking, o que não tem tanta importância assim para o inquestionável melhor jogador da história.

    Responder
    1. Nando

      Calma hein, um torneio de cada vez, um jogo de cada vez…só dá pra colocarmos Federer numa suposta briga pelo N1 após RG, e desde q ele esteja no máximo à 4000 pts do cotonete.

      Responder
  49. Marcos Castillo

    Como é gostoso assistir um atleta que domina com maestria os movimentos do esporte que pratica. Fognini joga tênis com uma naturalidade impressionante. Mecânica perfeita.
    Que os deuses do tênis permitam que ele não seja um daqueles talentos sem vencer um único título de expressão e fature esse M1000 amanhã.

    Responder
    1. Alexandre G.

      Fognini, assim como Kyrgios, tem talento, mas nem sempre tem foco e comprometimento. Aos 32 anos já poderia ter conquistado outros feitos, mas a cabeça impede. As oscilações dele são grandes. Assim como fez hoje uma partida brilhante, talvez a próxima possa ser medíocre. E o pior é que a gente aqui de fora pensa: será que ele está preocupado com isso? Me parece que não.

      Responder
    2. Arthur

      Assino embaixo, Marcos.
      O que mais me impressiona no Fognini é como ele faz tudo com tamanha naturalidade que faz parecer fácil.
      É realmente de admirar a facilidade com que ele joga tênis e dispara winners de um lado e do outro como se estivesse treinando com um juvenil (sendo que, do outro lado, estava o Rei do Saibro).
      Aliás, eu não me lembro de alguém colocar o Nadal com tamanha facilidade no bolso desde o Djokovic em Doha (na final de 2015, se não estou enganado).

      Um abraço.

      Responder
        1. Arthur

          Discordo, Aurélio.
          Nas duas vezes em que o Brown bateu o Nadal, o jogo foi mais disputado do que esse de agora.
          Além disso, o Brown em nenhum momento esteve prestes a passar um pneu por cima do espanhol.
          Devo dizer, no entanto, que aquele vitória do alemão sobre o Nadal em WB foi a partida de tênis mais divertida que já assisti em todos os tempos, hehehe…

          Um abraço.

          Responder
        2. Alexandre G.

          Hora dessas vou pesquisar as estatísticas de torneios do Brown e do Nadal, quantas quartas de final, semifinal, final, e em todos os tipos de pisos.

          Responder
        1. Arthur

          Pô, Marcos, naquela final de Doha o Djokovic meteu 6×1, 6×2, e o Nadal saiu de lá dizendo que nunca tinha visto ninguém jogar naquele nível de tênis.
          Apesar de o AO deste ano também ter sido uma surra, considero a da final do Qatar maior que ela.

          Um abraço.

          Responder
  50. Renato

    Tem um detalhe que não pode passar em branco: O italiano estava com o cotovelo bichado. Caso contrário, provavelmente seria duplo 6/0, ou BICICLETA de preferirem.

    Responder
  51. Renato

    O italiano creio eu teve pena, misericórdia do espanhol ao não aplicar um pneu. Ia ficar feio demais! Foi uma das maiores surras da história do esporte, se levarmos em conta que era um tenista de terceira classe(apenas pelos resultados, não categoria) contra um dos integrantes do big 3( na verdade Federer está acima e é big 1 isolado).

    Responder
    1. Aurélio Passos

      As siurras que o Dustin Brown apkicou no Nadal em Halle e Wimbledon fora bem mrlhores… Ali parecia um gênio profissional contra 7m quarta classe de clubr. Era inacreditávrl a diferença de toque, variação, arsenal, facikidade de bater na bola…. (clari, Brown mal é uma nota de rodapé na h8stória di tênis – mas nessas duas partidas contra o espanhol… afii… parecia o Fedrrer, Becker, Edberg e McEnroe enxarnafo, e o Ogro perdido).

      Responder
  52. Rafael

    Mestre, o Djoko com essas campanhas “mais ou menos” e com o Nadal e Federer pontuando pouco no saibro, não lhe garante mais semanas no topo em 2020?!

    Responder
      1. Rapha Tek

        Dalcim tem razão. Acredito que o divisor de águas para o rankinh será RG. Se o Sérvio copar. Nadara de braçadas mesmo tendo bastante a defender no 2 semestre

        Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Renato, desse ano não passa. Graças a Deus. E melhor ainda: os herdeiros do Craque (Felix, Tsitsipas, Shapovalov e outros) são bem melhores do que os mini-maratenistas (Coric, Chung, Medvedev e Rublev). A era das trevas está chegando ao fim. rsrs
      Abs

      Responder
  53. Rafael

    O Nadal falar que foi um dos piores jogos que já fez é ser muito deselegante. Se fosse o Djoko fazendo o mesmo, a mídia “cairia em cima”! Perdeu porque jogou pior. Ponto.

    Responder
  54. Renato

    O baloeiro e o cotonete deveriam tentar a sorte em quinhentinhos ou duzentinhos e cinquenta pra pegar um pouco de confiança, senão vão ficar chupando o dedo.

    Responder
  55. José Eduardo Pessanha

    Rodrigão, aproveitando o seu comentário sobre os BP não aproveitados pelo instável Bello……Federer teve 17 break points contra Nadal na final de Roland Garros e só aproveitou 1. Enquanto isso, Nadal teve somente 9 BP e aproveitou 4. rsrs eita Rogério que perdeu várias chances de ganhar do Ogro em RG….mas ainda dá tempo de consertar essa mácula em sua carreira. rs
    Abs

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Completando: na final de Roland Garros 2007.
      Isso mesmo, FedEx perdeu 16 chances de quebrar Nadal na final de RG 2007.
      Abs

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Concordo, Pessanha.

        Realmente perder 16 break-points foi imperdoável pra um tenista como o Federer.

        Só que a gente dá um desconto, né.

        Pois foi contra o intimidador Nadal, e numa quadra que se reputa menos favorita pro Rogério.

        Já o Bellucci, indesculpável perder 17 breaks em sua quadra predileta, contra um mega-pangaré, cuja bola anda bem menos, e que no jogo de hoje não mostrou (ou precisou) possuir uma só arma…

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Nessa discordo totalmente , caro Pessanha. P. Cleto , o amigo e os ” camaradas ” , sempre vieram com esse papo da ” teimosia ” do Craque Suíço contra o Canhoto e seu Spin alto e diabólico, acima de sua linha de cintura , e com Back de uma mão no Saibro de RG. Jamais apresentaram a ” Solucionatica” rs. Jogar bem atrás da base ? Não foi o que o Craque fez contra Novak 2011. Enfim , Fognini consegue aos 32, porque essa versão do Touro está bem abaixo dá dos velhos tempos. E além do Talento , o Italiano possui um excelente Backhand de duas mãos. Grande Abraço !

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Concordo contigo, o Touro de hoje seria atropelado no saibro por sua versão de 2007/2008…mas que o Rogério vassalou, não há dúvidas. Caramba, 1 BP aproveitado em 17. E esse cenário se repetiu em outros encontros dos dois, não só no saibro. Diversos BP não aproveitados. Cleto fazia a festa. Até chamava Federer de idiota e retardado. O que era completamente exagerado, afinal o homem é humano. rsrs
        Abs e saudações rubro negras

        Responder
        1. Aurélio Passos

          Paulo Cleto era quase amante do Nadal, só podia… Era inacreditável.
          O Narck tambem é loyco pelo sujeito, mas disfarça mais….
          E a falecida Maria,Esther (Deus a tenha), na vitória do Wawrinka contra Nadal em Parus, falou (LITERALMENTE): “Uma pena que Nadal não conseguiu uma de suas viradas”.

          Responder
  56. Renato

    Como sempre, o arrogante e prepotente espanhol desmerece a Vitória do italiano ao afirmar que fez a pior partida dos últimos 14 anos. Na verdade, o rapaz deu uma de frango Miura e voltou a ser o BALOEIRO que foi em quase toda sua carreira.
    Ficou bem claro qual dos dois tenistas tem mais talento e habilidade. Aliás, Fábio tem muuuuuuuito mais que o espanhol.

    Qual a melhor definição pro jogo de hoje:

    1- Surra
    2 – Aula
    3 – Atropelo
    4 – Vexame

    Me ajudem, por favor.

    Responder
    1. Alexandre G.

      Vou te ajudar – ajuda de um torcedor do Federer.
      “Fábio tem muuuuuuuito mais que o espanhol”
      Tem? Títulos? Vice? Semi? Quartas? Oitavas? Em quais pisos?
      Amigo, eu já passei dessa sua fase de antipatia pelo Nadal só porque ele não gosta de perder, e faz cara de putinho quando perde e faz biquinho quando seu game é quebrado.
      Nadal joga pra ganhar, se empenha ao máximo. Foco total. Intimida quem se deixa intimidar.
      No contexto geral aprendi a respeita-lo como uma lenda, ainda viva.
      E não há como discutir. Os números falam por ele.

      Responder
  57. Roberto Rocha

    A covardia pagou seu preço. Fora um misterioso fato: por que Nadal se recusa a usar paralelas? Por diversas vezes um lado completamente aberto e o espanhol insiste na cruzada…era até engraçado ver o italiano parado esperando a bola que o espanhol jogava invariavelmente em suas mãos. E tome winners de Fognini…aliás, essa teimosia da cruzadinha explica as surras que Nadal vem levando de Novak Djokokvic…e nada de.aprender…assim é fácil ser treinador…deixa o cara continuar errando…
    A temporada de saibro foi salva. E essa derrota destruiu a aura de invencibilidade e a confiança do espanhol. Esse ano, Roland Garros terá um vencedor de outra nacionalidade…

    Responder
    1. Gilvan

      Ele so sabe fazer isso, Roberto. Eh o jogo inteiro mandado balao no backhand do adversario ate a bola encurtar. Nao ha variacao, nao ha genialidade, eh puro fisico e repeticao. Via de regra, pro saibro basta.

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      1. Alexandre G.

        Pois é, “ele só sabe fazer isso”, HÁ QUINZE anos…e os adversários não aprenderam ainda e deixaram ele virar o Maior Saibrista da História.
        Aí eu pergunto: de quem é o mérito? Do “baloeiro” ou dos adversários que não tiveram competência para barrá-lo?
        Um pouco mais de bom senso nos comentários.
        Não torço para o Nadal, mas ele tem um papel importante no aprimoramento do nível do tênis mundial. No mínimo no saibro.

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        1. Gilvan

          Ninguém tirou o mérito do Nadal. Mérito dele ser extremamente eficiente com um jogo unidimensional e enfadonho. No saibro serve muito bem, ainda mais para quem tem um físico estranhamente acima dos demais como é o caso do Nadal (só o Djoko no auge seria comparavel).
          Por outro lado, quando a improvisação e o jogo ofensivo são exigidos, o Siri cai de patamar.
          Quanto à sua afirmação de que ele teve um papel importante no aprimoramento do esporte, cite um jogador que jogue no estilo Nadal. Não existe, o cara é um ponto muito fora da curva.
          O máximo que podemos dizer é que ele serve como exemplo de preparo físico para os outros atletas. O que não impediu que ele fosse derrotado pelo barrigudinho Fognini.

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          1. Alexandre G.

            Olhe os números dele, relativos ao seu estilo de jogo “enfadonho”.
            “No saibro serve muito bem”. E os feitos dele em outros pisos? Você esqueceu?
            Citar um jogador? O próprio Federer já afirmou que ele melhorou como jogador graças ao Nadal. Outros menos geniais vieram no mesmo caminho, treinando muito para terem resultados expressivos.
            “Serve de exemplo como preparo físico”. Não apenas físico, mas mental também, provavelmente esse último até mais.
            E repetindo: Não sou fã do Nadal, mas tenho por ele um tremendo respeito, por tudo o que ele já mostrou no tênis mundial.

        2. Roberto Cerqueira

          Tio Toni criou para o Nadal um estilo totalmente heterodoxo e imbatível, no saibro, pelos jogadores “normais”. Nenhum pai ou treinador de um garoto de 4/5 anos iria tentar fazer o mesmo, para levar no mínimo 14 anos para ver se tinha dado certo. Os tenistas mais velhos, então, é que não iam tentar mudar totalmente seu jogo. Esta é uma explicação lógica para a avassaladora superioridade de Nadal no saibro, além de suas inegáveis qualidades.

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    2. André Barcellosuendi

      Essa é fácil. Usar as paralelas é mais difícil. A rede mais alta ali, a quadra é menor.
      Pra fazer isso com potência é preciso o jogador estar muito confiante.
      Nadal por natureza é mais conservador que Fognini. E não esteve confiante suficiente.
      Isso não tira o mérito do italiano, que faz a bola andar muito, mesmo num saibro tão lento, além de ter espancado milimetricamente a peluda nas linhas com frequência hoje.

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