Cadê a concorrência?
Por José Nilton Dalcim
18 de abril de 2019 às 19:38

Jogar tênis em dia de ventania é uma aventura, ainda mais se forem rajadas. Um vento lateral e constante é ruim, mas adaptável. Um vento frontal exige concentração redobrada. Quem joga a favor, geralmente precisa acentuar o topspin para evitar que a bola saia na profundidade; quem joga contra, deve colocar mais força e menos efeito para que o golpe não encurte e fique à mercê do adversário. No tênis de alto nível, bola entre a linha de base e o ‘T’ é um verdadeiro pênalti.

O movimento de saque também fica diretamente afetado. Os jogadores com lançamento de bola mais alto obviamente irão sofrer mais. E os que dependem muito do primeiro saque, tendem a ficar em parafuso. Há dezenas de ótimos jogadores que detestam jogar com vento, entre eles Roger Federer e Novak Djokovic. A experiente Martina Navratilova costumava dizer, com total razão, que diante de vento forte geralmente vence aquele que se adapta primeiro.

Esta quinta-feira foi terrível para todos os participantes. Ventou forte desde cedo, mas piorou ainda mais no meio da tarde em diante. Djokovic demorou um pouco para se achar, porém teve a vantagem de encarar um adversário que precisa muito do saque e se mostrou muito irritado com sua incapacidade de jogar naquelas condições. Rafa Nadal não conseguiu produzir bem com o serviço, no entanto seu tremendo topspin é absolutamente perfeito para o vento a favor. Apesar de ter tirado apenas cinco games, numa repetição da semi do ano passado, Grigor Dimitrov fez um primeiro set muito bom.

Será que se pode culpar o clima atípico pelas quedas de Dominic Thiem e Alexander Zverev? O austríaco talvez, ainda que Dusan Lajovic tenha atingido um padrão espetacular de ataque e oportunismo. Thiem pareceu totalmente perdido no começo do jogo, escapou do ‘pneu’ e então caminhava para o terceiro set quando fez 3/1. Incrivelmente, voltou a perder cinco games consecutivos. Forçou demais e fez subidas à rede malucas, ainda mais diante das rajadas de vento.

A queda de Zverev, no entanto, tem muito mais a ver com a qualidade de Fabio Fognini. O primeiro set viu vantagem parcial do italiano, que fez acredito seu melhor jogo da temporada, com um tênis bastante variado, algo aliás bem difícil naquela situação. O tiebreak ainda foi imprevisível, mas daí em diante o alemão perdeu a intensidade e só viu Fognini crescer na confiança e no comando do jogo.

As quartas de final terão o óbvio favoritismo de Nadal e Djokovic. Diante de Pella, apenas se pode esperar outro passeio do espanhol, que cedeu parcos 9 games nos 5 sets que já fez diante do canhoto argentino. No quarto duelo diante de Daniil Medvedev, o sérvio sabe de cor como minar sua resistência mental, já que se enfrentaram três vezes e treinaram juntos inúmeras oportunidades. Fizeram um bom duelo nas oitavas de Melbourne em janeiro.

Fognini e Borna Coric pode ser o jogo do dia, já que é de pouca previsibilidade. Duelaram apenas uma vez, no saibro de Umag, mas isso foi há cinco anos. Não serve como referência. O croata é uma miniatura de Djokovic no plano técnico e tático, devendo exigir paciência e estratégia do italiano. Se fosse apostar, diria que a experiência vence, ainda que me agrade ver a nova geração brilhar no saibro.

Lajovic chega pela segunda vez nas quartas de um Masters e, se atuar como fez hoje, deve passar pelo italiano Lorenzo Sonego, que veio do quali e já deu mostras de estar um tanto sem pernas. Nunca se enfrentaram.

E mais
– A boa semana do tênis brasileiro se estende às duplas: temos um em cada quartas de final de Monte Carlo. Soares e Murray são os grandes favoritos na parte de cima, Melo e Demoliner podem se cruzar na semi.
– Nos challengers, até agora apenas Bellucci sobreviveu. Incrível como ele tem muito mais golpe do que seus adversários e ainda assim sofre tanto para vencer.
– Claro que a má notícia do dia foi a volta do afastamento de João Souza pelo TIU, órgão que vigia a questão das apostas no tênis (e aqui vale dizer que não é necessariamente ‘vender’ um jogo, mas o ato de apostar também, o que é proibido). É aquilo que eu esperava: Feijão na verdade havia obtido um ‘efeito suspensivo’ da punição, que agora foi revogado. Ainda assim, me parece muito estranho que um tenista seja barrado no meio de um torneio e que TIU não explique exatamente do que ele é acusado.
– As meninas têm um grande desafio neste fim de semana no saibro coberto da Eslováquia: Bia, Carol, Stefani, Cé e Pedretti encaram um adversário bem forte, comandado por Cibulkova e a ascendente Kuzmova. A vitória vale vaga no Grupo II da Fed Cup de 2020, que seria algo como a segunda divisão da competição feminina por países.


Comentários
  1. Viana

    Q partida do Nadal…
    Q monstro….
    Quem fala q o cara não tem habilidade não sabe nada de tênis. Q show!
    Qjogo do Pella… se não fosse o Nadal ele teria passado.

    Responder
  2. Luiz Fernando

    Pella fez o jogo da sua vida, não há como negar seus méritos; Rafa jogou mal, com uma profusão de ENF. Resultado: Nadal venceu mesmo assim, demonstrando q esses grandes campeões tem chance mesmo em dias ruins. No entanto, em especial se for contra Fognini, jogador muito talentoso, se Rafa jogar nesse nível terá bem mais dificuldades; aliás, qualquer q seja o adversário de amanhã será bem mais encardido q o argentino. No entanto, nessa quadra, nesse torneio, sem adversários de gabarito com G maiusculo, não há como negar o amplo favoritismo de quem já levantou 11 troféus…

    Responder
  3. Bartolomeu

    Tenho observado um Djokovic muito parecido com aquele tenista que foi no segundo semestre de 2016, após ter vencido Roland Garros, quando foi ladeira abaixo.

    A ver os próximos torneios, principalmente os majors.

    E como é bonito ver o Fognini jogar. Quando ele domina os pontos, como são plásticos os seus golpes.

    Responder
  4. Ricardo - DF

    No tiebreak do primeiro set Pella estava exausto. Aí, fica difícil.

    Quantas vitórias no saibro teria Nadal se ele também cansasse, como os outros jogadores ?

    Responder
  5. Mário Cesar Rodrigues

    Dalcim,aqui quase Boa noite,vento diminuiu,o Guido jogou bem estava se mexedo bem ,Rafa estava nervoso desde o começo e deve ter levado na labia o Bernades o Bernades so começa a contagem depois do Rafa pegar a toalha estava tremendio nunca vi Rafa assim o saque nao está conseguindo jogar com o primeiro e com canhoto e o oponete jogando bem mas ele o Rafa sabe que na defesa ele garante e quebra nas tem que entrar o primeiro saque mas valeu.em 2017 Rafa em M Carlo terceira rodada ganhou por 2 a1 Edmund deu um sufoco em notícias está em dois anos o jogo mais duro eu estava lá é não foi como estou aqui agora.na rede Pella pediu a camisa do Rafa que diz ser Para a namorada.

    Responder
  6. Sandra

    Dalcim, longe de mim achar que o russo não tenha merecido ganhar do Djokovic, mas você não acha que o Djokovic está desinteressado??? E para mim que apesar de não gostar do Federer, sou obrigado a começar a pensar que ele possa ser número um do mundo novamente, ele não defende pontos no saibro e vc saber informar se no segundo semestre ele defende muita coisa??? Se não for ele vai ser o Zverev ,pois o Nadal chega no segundo semestre não quer saber de grama e de quadra dura, e do jeito que o Djokovic está , não vai conseguir defender nada.

    Responder
  7. Sandra

    Dalcim, será que Algums psicanislista explica, como o Pella com o primeiro set na mão entrega o set?.. por melhor que seja o Nadal, ele poderia até virar o jogo, mas o argentino perder o set desse jeito!!!

    Responder
  8. Paulo Almeida

    O GOAT jogou mal, está desmotivado, mas ainda assim é o segundo melhor saibrista depois de Borg e Lendl.
    Curioso é ver torcedores do Fregueser que jamais ganhou ou ganhará Monte-Carlo querendo tirar sarro. Só discuto com quem tem dois títulos batendo o Nadal.

    Responder
  9. Miguel BsB

    Será que a maldição de ganhar título importante e desabar que acometeu Dimitrov, Caixa 9,Jack Meia, agora pegou o Thiem?
    Outra derrota precoce em 2 Masters seguidos…

    Responder
  10. José Eduardo Pessanha

    Dalcim, em um hipotético torneio de Roland Garros envolvendo todas as versões do Nadal, quem você acha que seria a mais bem sucedida?
    Eu acho que a de 2008 venceria a de 2010 na final. rsrs Os outros “Nadais” não chegaram nesse nível no saibro, na minha modesta opinião de secador convicto do Maratênis. Também acho as versões 2006, 2007 e 2012 muito boas.
    Abs

    Responder
  11. Renato

    O terceiro melhor tenista da atual geração não pode mais ser chamado de DjokoVICE, pois não consegue nem mais chegar às finais.
    QuartaVICE ou oitaVICE?

    Responder
  12. Renato

    Hahahahaha Novak foi humilhado pelo russo que foi amassado por Federer dias atrás em Miami! Hahaha O GOAT da vinte e cinco de Março caminha a passos largos de volta a segunda divisão do tênis! KkkkkL
    LIMITADOVICE!!!

    Responder
  13. Evaldo Aparecido Moreira

    Hamham, rará…………guruinho na área, e no box do sérvio, kkkkkkkkkkkkk
    Mas então, quero ver o que os noletes vão falar agora, e não me venha que o cara jogou mal, e o russo nada tem a ver com isso, jogou bem e com variações, e o cotonete, é o que mais sofre com essa geração……
    Então vá para casa, refletir, se reeducar , pois nenhum boleiro merece ser tratado dessa forma, aliás pula Madrid e Rolanga, vá curtir a familia, descansar, e se voltar, tratar bem a bolinha, kkkkkkkkkkkkkkkkkk, ela merece, e os boleiros também, e pasmém, teve um game com 41 troca de bolas, pelo amor de Deus, é cruel isso, imaginem o jogo do Nadal, afffff, já vi muitos jogos no saibro, e muitos bons e com definições rápidas, mas esse de hoje, bateu recorde, 41 trocas de bola?????.
    Neste momento e no momento Pella 3 a 1 no ogro……………

    Responder
  14. Paulo F.

    Resultado muito justo para o russo – de um lado, alguém a fim de competir e do outro alguém como se tivesse de cumprir uma maldita jornada de trabalho.

    Responder
  15. Rodrigo S. Cruz

    Ô loko, meu!

    Danill “MEDIANEV” é mais um a entubar o GOAT da 25 de Março!

    Em mais uma campanha medíocre deste, em torneios Master.

    Mas que ARREMEDO de tenista, hein…

    Responder
  16. Rodrigo S. Cruz

    Que vexame…

    Levar um sonoro 6/2 de um tenista como Danill MEDIANO-vedev, no saibro ainda!

    Depois somos obrigados a ler as anedotas do Léo Gavião e do Paulo ” Ae qaeda”, querendo comparar um falsário desses com o inesquecível Guga!

    Oh dó!

    Seria quase como comparar o Pete Sampras com Rafael Nadal, no saibro.

    kkkkkkkkk

    Aliás, o Guga, no seu auge, certamente teria sido um duro rival do Touro, na terra batida.

    Perderia mais vezes, é claro. Porque o Nadal é incomparável.

    Mas certamente faria um trabalho muito melhor do que o ES-Thiem-ado e o Zé Verev fazem!

    Há poucos meses, os xiitas enchiam aboca pra falar dos títulos de ATP 500 do Federer.

    Mas e agora?

    Será que campanhas medíocres de oitavinhas e quartinhas, perdendo pra um bando de PEREBAS em torneios 1000, valem mais que títulos 500tinho?

    Responder
  17. Rafael

    Enquanto Djokovic jogar como um jogador mediano, os resultados serão esses. É difícil para quem já assistiu grandes partidas do sérvio.

    Responder
  18. José Eduardo Pessanha

    Galera,
    Tem gente que acha que Djokovic estará competitivo com a idade de Federer. Com a idade do Craque, Djokovic já estará aposentado há muuuuuuuuuuito tempo. O mesmo pode ser dito de Nadal. Falando do presente, Rogério vai recuperar o número 1 em Wimbledon nesse ano. E será campeão, claro. kkk
    Abs

    Responder
    1. Luiz Henrique

      Há quantos anos vocês falam isso mesmo?
      Vocês já diziam isso em 2011, 2012, 2013, 2014…
      Nadal hoje tem a idade de Federer de 2014, e Djoko tem a idade do Federer de 2013.
      E são os 2 melhores do mundo

      Responder
  19. Jose Yoh

    Queria ver mais uma final entre Djoko e Nadal, mas o sérvio anda irreconhecível mesmo.

    Parece que os fakes vão ter de mudar de nome e argumentos de novo… Talvez até de jogador.

    Responder
  20. Rubens Leme

    Ah, boa vtória d Bellucci, mas podia ter aplicado pneu no segundo set, não tivesse perdido um serviço. E quase me perde outro sacando em 5/2, tanto que deu um grito de alivio.

    Enfim, foi mais um treino do que uma partida.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Você tinha razão, Paulo…

      O Djokovic não é rei das “oitavinhas”, ele até que evoluiu.

      Agora, é rei das “quartinhas”.

      Responder
  21. Renato

    O cara não acerta um drop! Kkkkk E o voleio? Backer saiu, a coisa desandou. Tem um curso de voleio em clube de tênis aqui pertinho de casa…

    Responder
  22. Rubens Leme

    Embora Attila Balázs tenha o mesmo sobrenome do maior tenista húngaro, campeão em duplas de Wmbledon (1985), Balázs Taróczy (em húngaro, Taróczy Balázs), eles não têm parentesco. Uma pena, porque aquela história que falamos meses atrás, Dalcim, de filho de peixe peixinho é (a gente se referia ao Leo Borg) parece realmente não colar no tênis.

    O filho do Gianni Occlepo, o Julian até venceu o Misha Zverev no quali de Monte Carlos, dias atrás. Lembra daquela final no Gaarujá, no Casa Grande Hotel, entre ele o Patrick Proisy, lá nos ido de Janeiro de 1980?

    Pois é, foi vendo jogos assim que me aventurei a ser o novo McEnroe.

    http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=194018&pagfis=2038&url=http://memoria.bn.br/docreader#

    Responder
      1. Rubens Leme

        O Taróczy faz parte da maior campanha do Kirmayr no exterior, quando foi vice em Forest Hills (1981), perdendo pro Eddie Dibbs, mas eliminando na estreial John McEnroe, então número 2 do mundo. Curiosamente, os dois foram bye na primeira rodada.

        A vitória contra o hungaro foi incrivel porque após perder de 6/4 o pimeiro set, tomava um vareio de 5/1 no segundo e conseguiu a virada em dois tie-breks. E olha que o húngaro era cabeça 9. Na semi, venceu o cabeça 5, o polonês Fibak e foi cair pro Dibbs, que era o cabeça 10 e tinha tirado o Clerc, o 2.

        Encontrei a ficha do jogo nos arquivos do site da ATP. Divirta-se.

        https://www.atptour.com/en/scores/archive/forest-hills/415/1981/draws?matchtype=singles

        Responder
  23. Renato

    2 minutos de jogo e já ficou evidente que o jogo entre o sérvio e o russo vai ser bem boring. Os dois passando bolinha pro outro lado. Típico jogo do número 1 da 25 de Março.

    Alguém reparou na garrafa com isotônico que o sérvio está usando? Do tamanho de uma garrafa de vinho. Bizarro!

    Responder
  24. Jonatas Bruno

    Num esporte em que o mental é exigido ao máximo, Nadal e Djokovic se impõem ainda mais diante da concorrência e não vejo concorrentes a altura neste sentido. Torneio está mais previsível do que nunca e somente alguém que se propõe a mentalizar: “Eu posso,por que não”? poderá ser o calcanhar de Aquiles dos coveiros de terra batida.
    Por ora, e por “eliminação” o meu palpite fica com o Coric, para ao menos não trepidar nos games ou pontos mais importantes.

    Responder
  25. Jose Yoh

    Jonas Silva – 18 de abril de 2019 às 09:14
    “Sobre o número de partidas. Os tenistas citados são de uma época em q a carreira tenística durava dos 19-30 anos. No caso do Nadal, ele é profissional desde os 16 anos de idade e joga em alto nível até hj com 32 anos (eu acho q é essa a idade atual dele). Dalcim, se lembra do Agassi? Ele estava voando baixo dpois dos 30.”
    ——————————————–
    Bem observado. Eu acho também que conta muito os medicamentos utilizados para a recuperação do atleta – nem digo que é dopping porque podem ser substâncias permitidas como era o Meldonium. Fora câmaras hiperbáricas e outros métodos que sequer imaginamos. Creio também que as raquetes e tênis utilizados tenham um menor impacto no corpo.

    Então os atletas hoje atingem a maturidade mental mais ou menos na mesma idade que antes, mas conseguem prolongar por mais tempo o auge já que o físico permite. Isso vale para o Big 3, pena que não valeu para o Murray.
    Desta forma, a próxima geração vai continuar a quebrar recordes, sempre foi assim e sempre será.

    Responder
    1. Anti anti-jogo

      Mais as chaves de 28 nos ATP 250… mais o fato de que antigamente várias finais fora os Slams também eram melhor de cinco sets… fora o fatos que as duplas agora não tem terceiro set completo… por aí vai… Quem reclamara de calendário é só quem achar que por direito divino deve ganhar todos os torneios que disputar, e que baseia seu jogo em cinco minutos de média por game., ou seja: Rafael Nadal.

      Responder
  26. Alessandro Siqueira

    Curiosa a suspensão do “Feijão”, sobretudo depois do discurso durante as eleições presidenciais de 2018. De fato, muita trovoada é sinal de pouca chuva. Muito discurso em prol da moralidade e da ética costuma esconder uma conduta pouco republicana. Nessa quadra, a medida preventiva surpreende um total de 0 pessoas.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não se tem detalhes reais sobre o caso, Rogério, então é difícil opinar. Diz-se que Feijão teria perdido um set por 6/0 em 17 minutos num challenger mexicano em janeiro e que haveria prova de que ele não se esforçou propositadamente.

      Responder
      1. Jose Yoh

        Que situação triste.
        Já imaginou se defender dizendo que “eu me esforcei o máximo possível, mas não deu para evitar o pneu em 17 minutos!”

        Responder
  27. Pieter

    Dalcim, alguma chance para as nossas meninas lá na Eslováquia? A mim, parece que até fazer um mísero ponto vai ser muito difícil…tomara que eu esteja equivocado.

    Responder
  28. Topodidjo

    Nossa o Djoko, com tudo isso, pouca técnica, voleio mediano, slice, smash e drop muito ruim, ainda assim, colocou os dois melhores de todos os tempos no bolso nestes últimos dois 10 anos, então esses melhores são muito fraquinhos não??

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Putz!

      Mais um?

      Não para de proliferar “fakes” dessa CASTA fanática de adoradores do sérvio.

      Mas eu já entendi qual é a desses caras…

      Como eles sabem que a torcida real do chiliquento não lota nem fusquinha, eles criam clones pra entupir o blog.

      Responder
  29. Renato

    Concordo com o que o Dalcim escreveu no post anterior, Novak é o integrante do big 3 com menos capacidade de executar os fundamentos do tênis com perfeição. É o menos técnico dos três, apesar de Nadal também não ser um explendor. O sérvio tem um voleio mediano e um smash, slide e drop pífios, apesar dos excelentes golpes de base.

    Com as quedas de Zverev, Tsipas, Thiem, Cilic, Caixa 9 e a não participação de Isner, Anderson e o GOAT Federer, a chave agora está com cara de atp 250.

    Responder
        1. Renato

          Bom, fake, quando a pessoa não tem argumentos ela parte pro lado pessoal, ou seja, ortografia. Como estou digitando pelo cel tem o corretor.

          Responder
    1. samuel

      Prezado amigo,

      Acredito que você interpretou de forma equivocada o texto do Dalcim, que elogiou o três jogadores, mas frisou que o Djokovic é o que provavelmente executa todos os golpes mais próximo da perfeição e não o contrário.
      Prezado Dalcim, por favor, confirme, estou certo ou estou errado???

      Saudações,

      Samuel

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Geralmente nos chega via TIU casos já julgados e resolvidos. Alguns poucos são suspensos preventivamente. O caso do Feijão, que eu saiba, realmente é único.

      Responder
  30. stephania raposo de melo

    Clamamos sempre por esse duelo, mas ache que a natureza está dando uma forcinha. SERÁ que domingo teremos Nada vs Djokovic ?? Adore a comparação que Coric é miniatura do Djoko, torço também para ascensão dele.

    Responder
  31. Bruno

    Ô Robson,tenta disfarçar um pouco ,pq tá impossível vc escrever essas asneiras como Paulo Almeida e achar que ninguém vai saber que é vc.
    E o sítio?

    Responder
    1. Jose Yoh

      Alguns aqui devem escrever a provocação com um fake e depois a resposta com outro, só para satisfazer sua necessidade de atenção…
      O Dalcim deve dar muita risada.

      Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *