O saibro pronto para fazer história
Por José Nilton Dalcim
4 de abril de 2019 às 22:12

A temporada masculina sobre o saibro começa oficialmente na próxima segunda-feira, com Houston e Marrakech. Mas todo mundo está de olho mesmo é no que acontecerá a partir do dia 14, quando Monte Carlo já colocará na quadra Rafa Nadal e Novak Djokovic, os dois maiores favoritos a erguer os troféus de peso e a mudar a história. Quase um coadjuvante, Roger Federer só deverá aparecer bem mais tarde em Madri, porém ele também pode anotar façanhas.

Vamos a um resumo do que nos espera no saibro europeu:

Ranking
Não há qualquer chance matemática de Djokovic perder o número 1 até o fim de Wimbledon. Assim, ele somará obrigatoriamente mais 14 semanas como líder e seu total será no mínimo de 259. Estará assim a apenas nove do quarto lugar de Connors (268) e grudará também em Lendl (270).
– Dentro de duas segundas-feiras, Nadal irá comemorar 500 semanas como top 2 do ranking, algo que só Federer obteve (528).
– A menos que encare uma temporada desastrosa no saibro, Nadal deverá ultrapassar Federer na sequência de semanas como top 10 (está com 728 diante de 734 do suíço, mas distante das 788 de Connors).

Grand Slam
Roland Garros será uma chance especial para Rafa e Nole se aproximarem do recorde de Federer. O espanhol é o favorito natural ao 18º troféu, mas poderá ver o sérvio grudar de vez no seu calcançar se ele atingir o 16º.
– Djokovic tentará pela segunda vez o ‘Petit Slam’ (ganhar os quatro na sequência mas em temporadas sucessivas), repetindo 2015-2016
– Nenhum homem jamais fez 12 finais num mesmo Slam (Nadal e Federer têm 11)
– Djoko pode igualar as 25 finais de Nadal (Federer tem 30) e o espanhol busca atingir as 31 semis de Connors (suíço lidera com 43 e Novak soma 34).
– Federer pode ser primeiro na história com 400 jogos feitos em Slam (está com 397)
– Invicto a 21 jogos, sérvio tenta aumentar série para 28 e abrir chance de superar seu próprio recorde de 30
– Na Era Profissional, não houve um tenista que tenha vencido ao menos duas vezes cada Slam. A chance em Paris fica para Djokovic e Federer.

Masters
– Nadal e Djokovic retomam a briga particular pela liderança em troféus de nível Masters. Espanhol tem 33, um a mais.
– Federer foi o primeiro a chegar a 50 finais, mas Nadal (com 49) e Djokovic (com 47) podem repeti-lo.
– Rafa tem grande chance de superar Federer em total de vitórias. Suíço está com 374, oito a mais.
– Espanhol é único a ganhar 10 troféus no saibro (já acumula 24). Djokovic está com oito.

Façanhas
– Nadal irá atrás do 12º título em Monte Carlo, Barcelona e especialmente Roland Garros. Tenta ainda o 9º em Roma. Em toda a Era Profissional, apenas Federer foi outro tenista a ganhar nove vezes um torneio (Halle e Basileia).
– Faltam apenas 2 vitórias para Federer chegar a 1.200 na carreira (Connors totalizou 1.256)
– Djokovic precisa vencer dois top 10 para atingir 200 vitórias na carreira (Federer lidera com 218)
– Embora distante dos recordistas no piso, Djokovic está a 2 triunfos do seu 200º sobre o saibro


Comentários
  1. Renatinho

    Dalcim tem um trecho que não compreendi do que escreveu. É este: “A menos que encare uma temporada desastrosa no saibro, Nadal deverá ultrapassar Federer na sequência de semanas como top 10 (está com 728 diante de 734 do suíço, mas distante das 788 de Connors)” Como isso é possível se depende do Federer sair do top 10 para ocorrer tal fato? O federer está no top 4 do ranking , ou seja, ele continuará acumulando semanas como top 10 e desta forma não tem como Nadal se aproximar e nem mesmo ultrapassar

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  2. Rodrigo S. Cruz

    Bem,

    Após ter o André, diga-se de passagem, engolido (kkkk) o segmento furuncular do blog, com argumentos inexoráveis, só resta aos fundamentalistas repensarem outro termo.

    “Entressafra” vai cair em desuso…

    (rs)

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  3. Rodrigo S. Cruz

    Jose Yoh
    10 de abril de 2019 às 18:17

    [/quote] “Valmir R. P. Paulo Almeida é o nome completo do troll que costuma proferir seu conteúdo estomacal aqui”.

    Discordo do José.

    Tá mais pra intestinal mesmo…

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    1. José Nilton Dalcim

      Pode com certeza, Wagner. O maior nome era a Ostapenko, que estava no lado da Bia para uma possível semi, mas sequer passou da estreia.

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      1. Pieter

        E o confronto com a Anisimova em uma eventual semifinal? Ela não é uma barreira quase intransponível?
        Parece-me uma das melhores da geração dela…

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        1. José Nilton Dalcim

          Claro que existem adversárias difíceis, a espanhola Sorribes é uma especialista. Mas não vejo alguém tão favorita assim.

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  4. Rodrigues

    Dalcim

    Por falar em Andy “Psicho” Roddick, ele esteve no Brasil em 2000 disputando o Banana Ball , no Clube Pinheiros.
    E foi campeão.
    Nas quartas de final ele enfrentou o atual tecnico do Belluci, Thiago Alves e, com um saque, quebrou a raquete do jogador brasileiro, que só sabia falar.. “esse cara é maluco!”.
    Esse fato só testemunhei mais uma vez na estória do tênis, Foi o Luis Mattar, num jogo pelo torneio VAT 69, no CPTM, quebrou com o saque , a raquete do José Guilherme Beltoise.
    Dá pra acreditar?

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    1. José Nilton Dalcim

      EU entrevistei o Roddick nesse Banana, ele vinha do título no Australian Open e já era número 1 juvenil. A final foi contra o Joachim Johansson, que anotou 13 aces de segundo saque, mas perdeu do norte-americano.

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  5. Gustavo

    A cobertura “jornalística” do tênis virou nada mais nada menos que uma eulogia pueril de “recordes” de dois ou três jogadores. Muito triste.

    Nenhuma, simplesmente nenhuma, crítica quanto à falta de competitividade do circuito, à homogeneidade das superfícies.

    Quem nunca pegou numa raquete e não assistiu tênis antes de 2005 não faz ideia do buraco em que o esporte está metido nesse momento. Lê essa descrição monótona e chapa-branca de números e dados e não consegue contextualizá-los.

    Belo “jornalismo”.

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      1. Luiz Fabriciano

        Prezado Dalcim, noto que de pouco tempo para cá, você deixou aquela polidez exagerada de lado, o tom politicamente correto o tempo todo, porém, nunca desrespeitando e sendo agressivo. Parabéns!

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      2. Marcos

        Em certa medida eu tendo a concordar com o Gustavo, sobretudo, e no meu modesto ponto de vista, em relação as rixas e hostilidades que ocorrem entre os torcedores de RF, ND e RN. Predominantemente, é muita baixaria mesmo, negligenciando um contexto bem mais amplo que diz respeito à própria história do tênis, mais do que centenária. Mas afirmar, de forma subjacente, que o Dalcim é um jornalista sem o senso crítico necessário para observar ALÉM do que ocorre entre o chamado B3, é, de fato, um disparate. Já li dezenas e dezenas de artigos do Dalcim tocando em temas que o colega ali em cima está reivindicando.

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    1. Ronildo

      Acho que você bateu o recorde do RECLAMÔMETRO. Nem o Federer que teoricamente é o maior prejudicado da padronização falou alguma vez desta maneira. Pelo menos não oficialmente.

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    2. Jose Yoh

      Fique à vontade Gustavo, todo conhecimento que você tiver é muito bem-vindo (nem sempre “bem-aceito”).
      Mas pelos comentários você pode observar que discutimos até sobre a competitividade do Andy Roddick, e especialmente sobre a era atual ser ou não uma “entressafra” – um período de trevas do tênis (coisa que eu mesmo defendo).
      E o Dalcim sempre tem ótimos textos falando sobre tudo o que você acha que ele não faz jornalisticamente. A propósito, o propósito aqui não é fazer jornalismo mas criar um espaço para a opinião dele e de todos leitores. Alguns até arriscam a fazer músicas e paródias.

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  6. Roger Fedeiros

    Fato curioso:

    Federer após os 30 anos só venceu quatro GS.

    Djokovic e Nadal após os 30 anos venceram 3 cada um, e contando.

    O que isso quer dizer? Que Federer depende tanto do fisico quanto Djokovic e Nadal.

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    1. Renato

      Depois dia 30, Roger teve que enfrentar Nadal, Novak e Murray com idade entre 24, 25 anos e no auge da forma física. Quais jogadores Nadal e Novak tiveram que enfrentar, com idade entre 24 e 25, quando os dois chegaram aos trinta anos???

      Winner! Próximo!

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    2. Jonas

      Significa que é ótimo jogador, apenas bem abaixo de seus rivais. E esse negócio de está velho e baleado é conversa pra boi dormir.

      O Djokovic enfrentou um período mais difícil que o do Federer. É só ver por quem ele teve que passar pra vencer seus 15 Slams. Na maioria teve que enfrentar no mínimo Federer, Nadal ou Murray. 3 jogadores que dispensam comentários.

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          1. Paulo Almeida

            Não, isso é só o que acha. O Big Four começou de fato com o título de Cincy e o vice do US Open do Murray.

      1. Sérgio Ribeiro

        “ ótimo jogador apenas bem abaixo dos demais “ . O brilhante comentarista Jonas, respondendo ao não menos brilhante Roger “ Fedeiros “ . Logo abaixo o também brilhante Paulo ( Valmir)( Chatonik) . Sei, não. Fake Detection !!!. rsrsrs Abs !

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        1. Rodrigo S. Cruz

          Sérgião,

          Difícil é ele explicar como que:

          o próprio Djokovic, o próprio Nadal, e até o TIO do Nadal, afirmam que os dois primeiros estão abaixo.

          kkkkk

          Responder
  7. André Luiz

    [SÉRIE ”CADÊ A ENTRESSAFRA?” — COMPARAÇÃO DO TOP 10 2005 E 2015: PERCENTUAL DE VITÓRIAS]

    Mais uma vez tentando identificar a tal ”entressafra” que teria ocorrido entre 2004-2007, no auge do Federer. E perguntando porque esse período teria sido uma ”entressafra” e o domínio de Djokoko a partir de 201, não.

    Abaixo, um levantamento feito por um confrade meu em outro fórum. Diz respeito ao percentual de vitórias do top 10 nas temporadas de 2005 e 2015. Notem que os percentuais parecem muito próximos, com exceção da ponta do ranking [o que talvez indique domínio maior do Federer sobre o conjunto do circuito em 2005 do que o de Djokovic em 2015]

    . E o conjunto de jogadores nas duas colunas também parece possuir qualidade e força semelhante. Em 2005, temos Federer, Nadal, Roddick, Agassi, Hewitt, Safin e Nalbandian; em 2015, temos Djokovic, Federer, Murray, Ferrer, Stan, Nadal e Berdych

    A pergunta que não quer calar: cadê a tal da ”entressafra”? Por que um período é ”entressafra” e o outro é poderosíssimo?

    .
    1 Roger Federer 95.29% – Novak Djokovic 93.18%
    2 Rafael Nadal 84.21% – Roger Federer 85.14%
    3 Andy Roddick 82.14% – Andy Murray 83.53%
    4 Lleyton Hewitt 81.16% – David Ferrer 77.46%
    5 Andre Agassi 80.85% – Kei Nishikori 77.14%
    6 Richard Gasquet 75.64% – Stan Wawrink 75.34%
    7 Gaston Gaudio 72.73% – Rafael Nadal 75.31%
    8 Marat Safin 70.37% – Tomas Berdych 72.15%
    9 Ivan Ljubicic 69.74% – Richard Gasquet 71.67%
    10 D Nalbandian 69.62% – Milos Raonic 67.35%

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    1. Groff

      O top 10 de 2005 é mais forte em linhas gerais. São sete vencedores de Slam ali, contra 5 de 2015. O diferencial é o nível dos mais fortes, porque na zona “abaixo do Top 4” você tinha muito mais gente com potencial para derrotar os primeiros do que tem hoje (e tinha nos últimos seis ou sete anos). “Entressafra” é uma besteira sem tamanho.

      Responder
  8. Luis

    Dalcim o que acha que motiva Federer depois do 100 títulos ,vencer mais 1 Slam (preferencia Wimbledon rs) alcançar recorde de títulos e mais recordes? Uma vez disse que nao pensava muito nos recordes

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  9. Marcelo

    Dalcim,

    Olhando os título dos seus 2 últimos posts (“Federer está pronto para o saibro” e “O saibro pronto para fazer história”), foi só uma coincidência ou uma torcida escondida?

    Abraços,
    Marcelo.

    Responder
  10. André Luiz

    [ANDY RODDICK É ”ENTRESSAFRA”?]

    Existe uma tendência entre alguns torcedores de tennis a menosprezar a carreira e o jogo de Andy Roddick, o americano que se tornou o mais jovem número um do ranking da ATP ao derrotar Juan Carlo Ferrero na final do US Open de 2003.

    Será que Roddick era tão ”fraco” assim?

    Ele terminou a temporada de 2003 na liderança do ranking à frente de jogadores como: Federer [2], Ferrero [3], Agassi [4], Coria [5], Moya [7], Nalbandian [8], Phillipousis [9], Henmann [15], Guga [16], Hewitt [17].

    Hewitt, Agassi e Ferrero foram número 1 do mundo naquele ano, antes que Roddick vencesse o US Open.

    Entre 2003 e 2009 — num período de seis anos, portanto –, o americano chegou à final de 5 Grand Slams. Pra efeito de comparação, Vilas chegou à decisão de 7 majors; Jim Courier, de 6; Lleyton Hewitt e Marat Safin de 4; Gustavo Kuerten, Stan Wawrinka, Marin Cilic de 3; Del Potro de 2.

    Roddick é também o 19° jogador com maior média de vitórias por jogo em toda a história da Era Aberta. Está na frente de Wilander, Del Potro, Manuel Orantes, Ilie Nastase, Stan Smith, Thomas Muster, Jim Courier, Michael Chang, Patrick Rafter. Para que se possa fazer uma comparação, Robin Soderling é o 67° dessa lista e Stan Wawrinka é o 79°.

    A performance é ainda melhor se considerarmos apenas hard courts. Roddick sobe para o 14° lugar entre os tenistas com melhor aproveitamento em toda a Era Aberta, na frente de Del Potro, Wilander, Ashe, Courier, Smith e Rafter. Pra efeito de comparação, Marin Cilic é o 45° dessa lista e Kevin Anderson o 82°!

    O melhor desempenho do americano é, no entanto, na grama. Parece não ter sido nenhum acaso o fato dele ter chegado a 3 finais de Wimbledon. Roddick é o 11° tenista com melhor aproveitamento nessa superfície em toda a Era Aberta. Sua média é superior a de Rafael Nadal!

    Mas não só: ele supera também Stefan Edberg, John Newcombe, Rafter, Ashe, Lendl, Pat Cash, Richard Krajicek e Andre Agassi! Pra efeito de comparação, Tsonga é o 40° na lista, e Berdych o 42°!

    Andy se sai bem também quando se leva em conta o número total de títulos na carreira. É o 21° tenista que mais conquistou na Era Aberta, com 32 taças, 9 a mais que Courier, 10 a mais que Del Potro e Ivanisevic, 10 a mais que Guga e Moya, 14 a mais que Cilic, o dobro de Ferrero e Stan Wawrinka.

    Na quadra dura, ele é o 11° jogador com o maior número de títulos, na frente até de Rafael Nadal, mas também de Jim Courier, Boris Becker e Wilander. Na grama, é o 14° maior vencedor de troféus da Era Aberta, com o mesmo número de conquistas de Stefan Edberg e à frente de Rafa Nadal.

    Roddick tem também o 20° melhor aproveitamento da Era Aberta em jogos de Grand Slam, na frente de Del Potro, Nastase, Krajicek, Rafter, Ivanisevic, Wawrinka e outros.

    No caso de jogos indoor, Andy é o 14° maior aproveitamento da Era Aberta, na frente de Del Potro, Stefan Edberg e Andre Agassi. Para efeito de comparação, Rafa Nadal é o 31° nessa lista.

    Para conquistar seu título de Grand Slam, Roddick bateu gente do tamanho de Tim Henman, Ivan Ljiubicic, Davi Nalbandian e Juan Carlo Ferrero .Ele tem títulos em cima de Sampras, Nalbandian, Davydenko, Ferrero e Berdych. Tem 5 Masters 1000, conquistados entre 2003 e 2010.

    Roddick possui head to head de 5 a 4 contra Novak Djokovic, 7 a 7 contra Lleyton Hewitt, 4 a 3 contra Marat Safin, 4 a 2 contra Nalbandian, 5 a 0 contra Ferrero, 3 a 7 contra Rafa Nadal, 3 a 8 contra Andy Murray, 2 a 1 contra Sampras, 1 a 5 contra Agassi, e 3 a 21 contra Federer.

    As três finais que mais se repetiram em Wimbledon na Era Aberta foram: Edberg vs Becker [3 vezes], Federer vs Roddick [3 vezes] e Federer vs Nadal [3 vezes].

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    1. Renato

      Um dos maiores sacadores da história. Jogo de muita força. Seus saques quase sempre chegavam a 230km. Novak deve ter pesadelos com ele.

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    2. Miguel BsB

      Parabéns pelo levantamento!
      Foi o que escrevi outro dia… Chamar Roddick, Hewitt, Safin, Nalbandian de entresafra, é desconhecimento do tênis.
      O problema do Roddick é que o Federer tinha o “número” dele. Acontece com varios match ups no tênis…
      Não fosse isso, teria uns 4 Grand Slams, no mínimo.

      Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      Parabéns por expor dados tão completos, André.

      Eu não teria a menor paciência de sair colhendo todos eles.

      De mais a mais,

      Fica aí uma pequena lição sobre o “pobrezinho”, “fraquinho” Andy Roddick…

      Responder
    4. R. P.

      Comparar Roddick com jogadores da sua geração em fim de carreira não é lá das atitudes mais honestas. Se for para falar de “entressafra”, sendo o Roddick e um jovem Nadal como principais adversários do Federer, não há dúvidas que o suíço enfrentou uma geração menos talentosa que a atual.

      A comparação correta é Roddick vs Murray. Vejam o óbvio: Murray tem o triplo de títulos importantes, é bicampeão olímpico e mais que o dobro em finais de major; mas tem duas vezes menos semanas como número 1 no ranking. Lógica simples: com uma “nota menor”, o aluno Roddick conseguiu ser o primeiro da turma o ano todo. Com média 3x maior, o aluno Murray foi primeiro da turma pela metade do ano. Qual “classe” tem a maior média?

      Roddick não pode ser comparado nem com o Murray, que dirá com a geração do Big Four. Fãs do Federer ficam em polvorosa pq sabem que os majors despencaram depois do amadurecimento de Djokovic: até chegar aos 30 anos, Federer venceu 50% dos majors que disputou. Dos 30 em diante venceu 15%. “Coincidentemente”, 3 dos 4 majors conquistados por Federer, já trintão (venceu major com 36, mas não conseguiu com 32,33,34,e 35) foi sem metade do Big Four no páreo. O sérvio volta, os majors somem. Mas vão dizer que é culpa da idade.

      Responder
      1. R. P.

        Na verdade, confundi as semanas na liderança da Atp entre Roddick e Hewitt. Este sim tem o dobro de semanas na liderança, com 1/3 dos títulos do Murray. De qq forma, não cabe comparação destes nem com o Murray.

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        1. Groff

          Você fala do amadurecimento do Djokovic, mas nunca coloca na conta que 1.) esse amadurecimento coincide com o declínio físico do Federer e 2.) que o jogo do Djokovic foi extremamente beneficiado pela alteração (rectius, diminuição) na velocidade das quadras e bolas, ao passo que nomes como Roddick, Safin (cujo talento para jogar rivalizava com o do Federer) e principalmente Nalbandian foram tremendamente prejudicados por isso. Se é fato que o tenista tem de se adaptar, também é fato que há estilos que se ajustam melhor a essas ou aquelas condições. Não há uma quadra realmente rápida hoje no circuito, como havia os carpetes indoor. O jogo mudou. Com quadras mais rápidas, o Andy (Murray) provavelmente seria ainda melhor do que foi (e torço para que continue sendo) e o Djokovic, com quase certeza, não teria virado o monstro que virou, embora tudo indique que seria grande de qualquer maneira. Por isso, a coisa que você não faz, e que seria necessário, é contextualizar. O Federer é o único que foi grande no período mais rápido e continua forte depois das alterações. Além disso, Djokovic é rival dele, mas de outra geração. Ele teria o dever de dominar o Roger (como o suíço fez com seus antecessores e verdadeiros rivais, os contemporâneos), mas o H2H só foi desempatar após o declínio físico do suíço. E ainda assim, não é lavada. Contexto, por favor.
          P.S.: Excelente análise a do André Luiz! Roddick foi um tremendo tenista.

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Não, não. Amadurecimento não tem nada a ver com o declínio do outro. Se você falar que um conquistou mais em função do declínio físico do outro, mesmo não achando que isso seja o caso, até vai, mas amadurecer é pessoal. O amadurecimento poderia ocorrer até depois que outros já tivessem se retirado.

          2. R. P.

            Igualmente, prezado, devemos esclarecer que Federer ganhou 3 majors no auge do “declínio físico”; não só isso, mas tirou uma boa diferença do hxh mediocre que sustentava frente ao espanhol. A grande “coincidência” foi fazer tudo isso aos 36 anos, quando o Big Four era Big Two. De qualquer forma, o melhor desta discussão é a seguinte: grandes adversários do Federer no “auge” (segundo vc): Hewtti, Roddick e Nadal. Hewitt + Roddick = 3 majors; Nadal =17. Hxh Federer contra Roddick + Hwetti = 39×12. Hxh Federer (no auge. Até 2010 tá bom???) 8×14. Conclusão: existe um abismo entre o espanhol e os dois fregueses do espanhol. Agora vejam quem são os maiores de Djokovic: Nadal, Federer e Murray. Você pode exaltar o Hewitt e o Roddick a vontade e tentar diminuir o Djokovic a vontade, mas ao fazer isso, tu não consegue nenhum argumento fora do “declínio físico”, a menos, é claro, q vc considere Federer menos adversário que a dupla anglófona.

          3. Jonas

            Não houve declínio do Federer. E sim ascensão de Nadal e principalmente Djokovic.

            Federer entre 2011-16 foi extremamente competitivo. Estamos em 2019 e ele não apresenta sequer problemas físicos. Prova disso é que venceu Dubai e Miami e foi finalista em Indian Wells, perdendo no detalhe.

            Não há decadência, Federer é longe de ser um comum. Ele seria muito mais dominante caso não tivesse que lidar com 2 caras que não o respeitam dentro de quadra, Nadal e Djokovic.

        2. Sérgio Ribeiro

          Aliás você confunde tudo , caríssimo R.P. Até mesmo o seu nome rs. Vou te ajudar. A repetição à exaustão de oponentes em final de carreira, é uma prática comum do “ grupinho” liderado pelos mesmos. Quando Federer atingiu o TOP 2 ( colado em Andy Roddick ) ao Final da Temporada , o Top 3 era Juan Carlo Ferrero ( Ex- N 1) e o Top 4 André Agassi . O Norte – Americano “ aposentado “ na cabeça dos alienados de sempre , tinha vencido o AOPEN aos 33 ( e não quase 38 ) , e se tornado o mais velho N 1 do Mundo. Do TOP 4 ao 20 , tínhamos oponentes do Calibre de Marat Safin , David Nalbandian, Leyton Hewitt , GUGA , Tim Hemnan , Mark “ Scude” Philippoussis , Carlos Moya ( Ex- N1) e CIA. Dois anos depois , Rafa Nadal assumiu o N 2 precocemente mas vencendo muito. Nada de babaquice de entressafra. Murray e Stan foram melhores ? Claro que sim . Mas demoraram muito a amadurecer ( Wawrinha venceu SLAM pós 28 anos ) ? Assim como vocês que somente passam recibos , no intuito sempre de diminuir o Craque que enfrentou 5 gerações. Recalque total. Abs!

          Responder
          1. Groff

            Luiz Fabriciano, eu disse “coincide”, não que tem a ver. Minha análise é temporal, não de correlação, até porque essa não seria possível em tal caso. Abraço

          2. Groff

            R.P., imagino que seu comentário seja direcionado a mim. Você disse: “pode exaltar o Hewitt e o Roddick a [sic] vontade e tentar diminuir o Djokovic a [sic] vontade”. Em nenhum momento tentei diminuir o Djokovic. Por favor, aponte-me no texto onde tentei fazer isso. Djokovic é um monstro, um dos maiores da história. Alguns daqui podem confirmar a você que uma das coisas que tento não fazer, de modo algum, é torcer. Isso, na minha visão, faz com que eu enxergue apenas um lado ao assistir a uma partida. Mas para mim está claro como água que a geração (excelente) de Hewitt, Safin, Nalbandian só não ganhou mais porque teve de conviver com um certo suíço que elevou demais o nível da competição. Foi preciso uma geração quase inteira para aparecerem dois monstros (ambos facilmente top 5 da história) para equalizar isso. Mas nenhum dos dois é, realmente, rival no sentido de geração, contemporaneidade. Já disse várias vezes: todos os mais jovens deveriam superar, obrigatoriamente, esse quase “senhor” nas quadras, dada a diferença de idade. Mas não. Federer continua extremamente relevante e perigoso. Ponto para ele. Não vejo essa “freguesia” de que você tanto fala. Entendo que os verdadeiros rivais, os da mesma geração, foram todos dominados, com facilidade. Mas a geração seguinte nem sequer dominá-lo consegue, o que mostra seu diferencial.

        1. Groff

          Jonas, você me parece bastante sensato, então peço para refletir uma questão. O fato de o suíço estar jogando tão bem aos quase 38 é indicativo de quanto ele é diferenciado. Mas não é a mesma coisa. Ele pode ter até adicionado alguns “atalhos” com as vastas experiência, habilidade e técnica que tem, mas não perceber o quanto ele era mais atlético e mais letal até, no máximo, os 29-30 é no mínimo injusto. Isso fazia uma diferença enorme, que o tornava praticamente imbatível. Ele estar jogando tão bem, ainda agora, é crédito para seu “pós 30 anos” e não descrédito para o atleta que ele era “antigamente”, melhor do que hoje em quase todos os aspectos.

          Responder
      2. André Luiz

        A comparação feita no texto é entre Roddick com todos os demais grandes jogadores da Era Aberta segundo médias de aproveitamento [percentual de vitórias] em toda a carreira [não apenas durante a carreira de Roddick], nas quadras duras, na grama, e nas quadras indoors.

        E também comparação em número total de títulos na carreira.

        Você diz que a geração do Federer é ”menos talentosa” do que a atual. Mas não apresenta nenhum argumento. Ok, é uma opinião, eu respeito, mas não vejo fundamento nela.

        Abraço!

        Responder
        1. André Luiz

          Uai, Rodrigo, mas ele não refutou absolutamente nenhum dado.

          Apenas diz, baseado em nada, que os dois períodos se resumem a uma comparação entre Roddick e Murray, coisa que eu não disse em lugar algum. E que Murray é superior a Roddick. Logo, Djoko é superior a Federer, e o domínio do suíço foi uma entressafra.

          É uma lógica torta, baseada em nada, e que não precisa de fato ser respondida.

          A minha postagem foi para mostrar que se menospreza Roddick sem fundamento algum. O americano não era, definitivamente, o Kevin Anderson. E tem números muito superiores, por exemplo, ao Del Potro e ao Stan Wawrinka.

          Responder
    5. Alexandre Maciel

      Roddick jogava demais mesmo, seu maior pesadelo no entanto era enfrentar Federer e suas devoluções de saque infernais (aqueles bloqueios que deixam a bola muito baixa e dificulta sair dominando os pontos mesmo após um ótimo primeiro serviço). Federer sabe enfrentar um bom sacador.

      Quem desmerece Roddick não entende bulhufas de tênis…

      Responder
    6. Paulo Almeida

      Hahahaha, incrível o desespero (e a falta do que fazer) desse frauderete para tentar provar que o Roddick não era tão ruim assim. Eu olho para esses números e não vejo nada demais. Ele era apenas um cara com um olho em terra de cego e o Fregueser um cara com dois olhos. O circuito era pífio e o servebot americano não chega sequer ao dedo mindinho do Andy Murray (esse sim um Andy de valor), com 3 GS, mais 8 finais, 2 Olimpíadas, 14 M1000, 1 Finals e um ano como número 1 ao final da temporada na era mais difícil da história. Mesmo os feitos do Delpo (derrotando o banguela em 2 US) e do Wawrinha (varrendo o suíço em RG, derrotando Novak em 3 GS e ainda o capivara na final do AO) são mais relevantes que o dele, provando que essas estatísticas furadas de melhor aproveitamento, maior média de vitórias e outras bobagens mascaram a realidade.
      Enfim, todo esse trabalho não valeu de nada e o Fregueser continua o rei da entressafra ou weak era champion (expressão encontrada nos fóruns em inglês).

      Responder
      1. André Luiz

        A mesma profusão de opiniões sem dados que as fundamente pode ser invertida e aplicada ao Djokovic, meu caro Paulo Almeida. Veja como é simples:

        ‘Os números do sérvio não tem nada demais. Ele dominou uma terra de cego, em que os principais adversários entre 2014 e 2016 eram um suíço velho e pronto pra cirurgia, e um espanhol com problemas no joelho e na pior fase da carreira’. Pronto, mais uma opinião tola, sem dados, feita a partir de puro ”achismo” e meias verdades e que serve pra mascarar a única realidade da ”teoria da entressafra”: as tentativas toscas de menosprezar os feitos do rival do ”ídolo”.

        Eu gosto muito de Andy Murray, um jogador fabuloso, mas que não está em patamar muito diferente na história do tennis do que Safin, Hewitt, Roddick. E está em patamar inferior a Agassi, contra quem o suíço também teve de se debater em 2004 e 2005.

        E, lembre-se, Roddick tem 5 a 4 contra o sérvio, em jogos ocorridos entre 2007 e 2012. Já Federer tem 22 a 3 contra Stan.

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Tu gosta mesmo desse 5×4 do Roddick, hein? O cara é mais novo do que o Federer e fugiu de quadra cedo, senão Djoko teria pelo menos 7 vitórias de vantagem. Mesmo o Stan sendo um freguesaço do suíço, os feitos dele são mais relevantes do que do Roddick. Nem cabe discussão.
          Essa sua tarefa árdua pra defender o americano equivale a eu fazer o mesmo pelo Berdych ou pelo Cilic, hahaha.

          Responder
          1. André Luiz

            Eu não gosto nem desgosto, mas parece que você não tem muita explicação pra contradição que é considerar o Roddick um ”servebot” e amargar 4-5 no head to head em jogos que ocorreram com Novak sempre na frente do ranking e em um período que se alongou por seis temporadas.

            Para todos os que analisem os dados com um pouco de isenção, fica claro que o jogo de Roddick incomodava Novak — de um jeito que não parecia incomodar Roger.

            De resto, os feitos do Stan são magníficos. Mas, roubando a sua ”teoria”, eles parecem menos magníficos desde que notamos que ele foi na ”entressafra” de 2014-16, uma moleza que Roddick, coitado, não teve. he he

            Deixando de lado a ironia: Roddick tem médias na quadra dura e na grama muito superiores a Stan. Foi, sem sombra de dúvida, muito superior a Stan na grama, sem comparação. Basta ver os números que postei e que podem ser conferidos no site da ATP.

            De resto, Murray está mesmo mais para o patamar de Safin, Hewitt, Roddick do que para o patamar de Federer, Novak e Rafa. Mas o que você está tentando dizer? Que se Murray estivesse jogando entre 2004 e 2007 teria feito o que Safin, Agassi, Hewitt, Nadal, Roddick, González e o próprio Novak não puderam? Ora, Federer disputou 3 finais de GS contra Andy Murray. Foram 9 sets a 1. Pelo que me consta, o único do Big 3 que perdeu finais de GS para Murray foi, veja só, o próprio Novak. Talvez seja por isso que você o considera um patamar a mais do que ele realmente foi.

            ps.: note que eu não acredito nem um pouco na falsa ”teoria” da entressafra, seja ela qual for. Só estou mostrando que não há motivo para falar de ”entressafra” entre 2004 e 2007 e não falar de ”entressafra”, sei lá, depois de 2013, ou entre 2014/2016. ”Entressafra” não passa de papo furado.

          2. Rodrigo S. Cruz

            “(…) se não o Djoko teria 7 vitórias a mais(…)”.

            Acontece que “se” não cola, mané.

            “Se” não existe.

            Procure disfarçar esse fanatismo OVULANTE pelo Djokovic, um pouco, vai…

            Existe apenas o que é fato.

            E o fato é:

            5 x 4 pro Roddick, contra o teu “crush” sérvio.

        2. Paulo Almeida

          “Murray não está em um patamar muito diferente de Safin, Hewitt, Roddick.” Essa foi a grande pérola do dia e talvez do tópico inteiro.

          Responder
          1. André Luiz

            [”ENTRESSAFRA”? QUAL? A DE 2014-2016]

            Meia dúzia de três torcedores de Novak preferiram atacar os feitos grandiosos de Federer entre 2004 e 2007 inventando uma ladainha chamada ”entressafra” e que não resiste a uma exame sério.

            Eu considero a tal ”entressafra” uma canoa furada, que foi confeccionada e e sustentada como mero instrumento de discussão de torcedores. E já que a ”brincadeira” é essa, vamos inverter a ”teoria” contra a meia dúzia de três torcedores que gostam de instrumentalizá-la.

            Em geral, eu pergunto as razões pelas quais o período de 2004-2007 seria uma ”entressafra” e o período da dominância de Novak teria se dado sobre um ”circuito forte”. Nunca obtive resposta convincente da meia dúzia de três. Vamos pedagogicamente fazer um experimento, então.

            O período entre 2004-2007 viu, em momentos distintos, Nadal, Agassi, Safin, Hewitt, Roddick, Nalbandian, González em grande forma, e o surgimento de perigosos novatos — dentre eles, Novak, Murray, Berdych, Stan etc.

            Mas quais eram os grandes rivais de Novak Djokovic entre 2014 e 2016?

            O primeiro nome que salta aos olhos é de Rafael Nadal. Ora, o Touro Miúra se encontrava no PIOR momento de sua carreira nesses anos. 2014, 2015 e 2016 foram as únicas três temporadas depois de 2004 em que Rafa amargou médias no saibro inferiores a 90%. Em 2015 ele chegou a cair para 81% de média em sua melhor superfície!

            Os fãs de Djoko gostam de propalar que o sérvio venceu Rafa nas Quartas de Final de Rolanga em 2015, mas esquecem que naquele ano o maiorquino perdeu DUAS VEZES no saibro para Fognini. Sim, para Fognini. Que também o eliminaria do USO depois de estar abaixo dois sets.

            Essas também foram as piores temporadas da carreira de Rafa na hard court desde 2004. A média da carreira do espanhol está acima de 77% nas duras, mas nesses anos chegou a amargar 68% em 2015 e 64% em 2016 — completamente atípico. Em 2014, ele pulou quase que o segundo semestre inteiro por conta de problemas físicos. Desistiu dos Masters do Canadá e de Cinci, desistiu do US Open, desistiu do Master de Paris e do ATP Finals. Praticamente não jogou!

            O segundo nome que salta aos olhos é o de Roger Federer. Mas péra lá! O suíço estava com 33, com 34 anos de idade. Era o ”Frauderer”, como eles o chamam, o ”Rei da entressafra” VELHO! E em 2016 com problemas no joelho que o levaram a uma cirurgia. Nao pode ser parâmetro para absolutamente nada. Quem não aceita Agassi em 2004 e 2005 não pode abrir a boca pra falar que venceu o ”Rei da Entressafra” velho em 2014 e 2015.

            Os nomes que restam como adversários de Djoko são de patamar inferior na prateleira, deidades menores no Olimpo. E mesmo assim, Murray vinha de uma cirurgia nas costas em 2014, foi engrenando aos poucos em 2015. Stan, convenhamos, é um monstro de segunda grandeza.

            Quem não aceita que se fale de Safin, de Roddick, de Nalbandian, de Hewitt etc., não pode encher a boca com gosto pra falar que o circuito estava bombando porque o Murray estava melhorando da cirurgia nas costas em 2015 e que Stan estava jogando bem na hard court no período: seria contraditório demais.

            O que resta do circuito? Nishikori, Raonic, Dimitrov, Goffin, Pouille, Tsonga, Monfils, Cilic….Ok, são excepcionais jogadores, alguns deles diferenciados, mas González, Davydenko, Ferrero, Haas, Henmann, Moya, Ferrer, Blake, Johannson, Ljiubicic etc. não ficam atrás [muito pelo contrário!].

            Então, quem Novak Djokovic enfrentou entre 2014 e 2016? Sobre que gênio no auge ele impôs sua dominância? Será que a ”teoria da entressafra” estava certa afinal e só errou de alvo, confundindo alhos com bugalhos [e vice-versa]?

          2. Rodrigo S. Cruz

            Rei das pérolas é quem escreve que o Touro e o Frango são mais talentosos do que o Federer!

            kkkkkkkkkk

            Já o Safin foi mais talentoso do que o Murray.

            E diferente dele, não foi freguês dos melhores tenistas do seu tempo.

            Já o Murray é um freguesaço do Djoko…

        3. Paulo Almeida

          Sim, eu tenho uma ótima explicação e não há nenhuma contradição, além do sérvio sequer lembrar que o servebot existe.
          Ele só tem perdeu mais nessa época por causa do doença celíaca ou intolerância ao glúten, tendo inclusive abandonado o jogo no AO 2009. O Roddick só enfrentou o prime Djokovic uma vez e tomou uma surra homérica de 12×1 na grama sagrada (seu piso preferido).
          Você é muito apegado a dados estatísticos, como se eles explicassem tudo. Existem vitórias que valem muito mais do que outras, mas nesses levantamentos todas valem um, assim como existem variáveis subjetivas que não podem ser mensuradas. Enfim, até acho que a Estatística é útil, mas ela está longe de explicar tudo e não pode ser seguida cegamente como a última palavra. Os feitos do Stan são muito mais lembrados e tem mais peso do que os feitos do Roddick. O bom senso e a percepção humana dizem isso.
          Murray humilhou e aniquilou o Federer na final olimpíca, disputada sabe onde? No All England Club, “casa do suíço”. Fora que chegou a ter 11×9 no h2h e hoje está apenas 14×11. Se tem torcedor que não pode rebaixar o escocês a um patamar de Safin, Hewitt, Roddick e Agassi aposentado é justamente o torcedor federete. Se eu que ganho de 25×11 já coloco em outro patamar, vocês tem que colocae mais ainda.
          Vamos continuar discordando da teoria da entressafra, mas tudo bem. Pelo menos é uma discussão melhor do que com o fedtard Renato.

          Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      O Bellucci, que hoje em dia virou “Be Loser”, bem que poderia pegar umas aulas com essa britânica…

      kkkkkk

      Brincadeiras a parte, sempre vou torcer pela recuperação do Thomaz.

      Mas que ele vive de vexame em vexame, não se discute…

      Responder
  11. Jonas

    Rodrigo, e daí que Murray é freguês?

    O cara tinha um ótimo ranking, campeão olímpico.

    Venceu Novak na final do Us open 2012 e Wb 2013 lembremos, Murray faz parte do Big Four.

    Não venha comparar Murray com Hewit, Agassi aposentado e Baghdatis por favor…aquilo sim é uma baba. Fosse assim Djokovic teria uns 25 Slams.

    Responder
    1. Jonas

      Só complementando

      Em Rg 2015 além do Djokovic ter atropelado o monstro Nadal nas quartas,ainda teve um jogo duríssimo contra Murray nas semis.

      Responder
    2. Nando

      Hewitt foi só o mais jovem a terminar uma temporada na liderança do ranking, aliás o fez por 2 anos seguidos, ganhou Slam sobre Sampras (q era até então o maior tenista de tds os tempos), ganhou 2 Finals e ficou 80 semanas na liderança. Esse foi fraco né? Aliás desmerecer ele é desmerecer o grande Guga tbm.
      E Baghdatis (finalista do AO2006) venceu Roddick, Ljubicic e Nalbandian pra chegar à final…fez uma campanha surpreendente com apenas 20 anos de idade (mesma idade q o cotonete fez sua 1° final de Slam, mas aí pra ele vale a “precocidade” né?)
      Cotonete ganhou seu 1° Slam no AO2008, onde enfrentou nas oitavas Hewitt (cabeça 19, mas aí vale né?), Ferrer nas quartas, Federer na semi e na final Tsonga, 23 anos e cabeça 38 (e ainda com 0 títulos na carreira)…mas aí tbm vale né???
      Pela sua lógica, os Slams q Sampras ganhou sobre Todd Martin, Cedric Pioline e Carlos Moya têm menor valor né? Os Slams q Agassi ganhou sobre Michael Stich, Arnaud Clemente, Andrei Medvedev, Todd Martin e Rainer Schüttler tbm têm menor valor né?.
      O grande problema de vcs q torcem pro cotonete (incluo aí os fakeniks da vida) é q vcs gostam mais do sérvio do q do esporte, acham q só o q ele ganhou vale mais do q qlqr coisa q Federer ou outro ganhou…vcs acham q o tênis começou em 2011.
      Falam aí q os federistas são fanáticos, mas com ctz vcs cotonetezetes são piores, bem piores, à ponto até de comentarem com outros nomes aki (não é Paulo Almeida VALMIR? kkkkkkkkkkkkkkk).
      Mas me divirto um pouco com as merdas q vcs (incluo os fakes) dizem.

      Responder
      1. Jonas

        Você tem uma imaginação e tanto. Agora diz que sou Valmir e Paulo Almeida, vou começar a te chamar de Renato também já que não vejo tanta diferença.

        Sim, Baghdatis é uma babinha em final de Slam, jogador limitado, final protocolar pro Federer, caiu no colo.

        Não posso comparar Sampras porque ele nem enfrentou Djokovic ou Nadal, simplesmente não entra. Teve a época dele com Agassi no auge e o superou. O Samprar sim bateu seu maior rival diversas vezes, dominou.

        O curioso aqui é que Federer reinou entre 2005-2007.

        Mas foi só aparecer Nadal e Djokovic atropelando que o suíço parou de dominar. Do nada ficou velho e ultrapassado, o que o próprio desmente já que pasme…o cara tem 38 anos e tá voando! Curioso não? Achei que estivesse abaixo quando perdeu jogos pro Djokovic entre 2011-2016. Conversinha pra boi dormir essa dos Federetes.

        Responder
          1. Jose Yoh

            Valmir R. P. Paulo Almeida é o nome completo do troll que costuma proferir seu conteúdo estomacal aqui.
            Dalcim, se quiser barrar este comentário eu vou entender. Mesmo porque eu escrevi estomacal só para “eufemizar” o sentido da frase. Queria escrever intestinal.

    3. Rodrigo S. Cruz

      “Não venha comparar Murray com Baghdathis ou Hewitt”.

      Puta que pariu!

      Olha, vou tentar ser o mais educado possível:

      Cada atleta se destaca ou deixa de se destacar, no seu devido tempo.

      Lleyton Hewitt teve uma carreira brilhante.

      Ele liderou o ranking por várias semanas, inclusive derrotando o grande Pete Sampras, em final de Grand Slam, e com este em casa!

      Antes de criticar, tente ver quantos conseguem as realizações que ele conseguiu.

      O tênis daquela época era outro.

      Com outras demandas, outros pisos, outros adversários, e outros desafios.

      Mas nem por isso, desafios menores, como a ala pulguenta do Djoko vive proclamando por aí.

      Parece que a única coisa que djokovista já viu na vida, a OITAVA MARAVILHA DO MUNDO, é o sérvio jogando.

      Todo resto não vale nada.

      O passatempo favorito desses, é ficar menosprezando as pessoas de que não gosta, em qualquer esporte.

      Como esse cidadão, cujo nick vou me abster de citar, adora disparar contra “monstros” do nipe do Federer, Senna, etc.

      Apelando até para desconstrução de caráter.

      (o caráter deles é que é exemplar, né?)

      Ou seja, não gosto da pessoa? Então afirmo que um mau-caráter. Simples assim…

      Não tem conhecimento para apresentar um só argumento bacana, mas sempre essa merda de “AD HOMINEM”.

      Ah, vai indo, vai indo. Chega uma hora que isso cansa!

      Não seja você, como eles.

      O tênis já existia muitas décadas antes do Djokovic chegar…

      E repiso, que não tem nem como você tergiversar:

      Para as demandas e desafios daquela época, foi sim muito mais dureza pro Federer desbancar um Hewitt, que na época até liderava o confronto com ele por 6 x 5, do que ver o Djokovic entubar pela ENÉSIMA VEZ o Murray.

      Que a despeito de ser também um tremendo jogador, será lembrado como um dos maiores fregueses do sérvio, de toda a história…

      (e isso, numa chave de RG que foi uma das mais camaradas pro tenista sérvio).

      Agora, se nem isso tira do Djoko os méritos de haver conquistado RG, não venha por favor desrespeitar Baghdatis, Hewiit ou o escambal.

      Isso tira qualquer cristão do sério!

      Responder
      1. R. P.

        Não é diminuir nem aumentar, é só análise. Federer foi um monstro na década passada, com 16 majors e 285 semanas no topo da Atp. Djokovic é o monstro desta década, com 14 majors e 245 semanas. Cada um tem sua perspectiva. Particularmente, prefiro a concorrência desta década, mas isso é questão de gosto.

        Responder
  12. Luiz Fernando

    Claro q rafa pode e provavelmente irá dominar novamente a temporada de saibro, pois não há como negar q ele está jogando, quando saudável, de uma forma melhor do q em 2018. No entanto, seja por problemas físicos seja por não confirmar os títulos de 2018, está exposto a uma queda substancial no ranking no caso de insucesso. Serão dois meses apreensivos p ele…

    Responder
  13. Miguel BsB

    E vai chegando ao fim a INCRÍVEL Armada Espanhola.
    Excepcional geração de grandes jogadores ocupando diversas posições de destaque nos rankings,liderada pelo MONSTRO Rafael Nadal.
    Acho que eles vão passar, eles sim, por uma séria entresafra… Não vejo o Munar um jogador capaz de levá-la adiante… Aliás, onde estão os outros jovens espanhóis?

    Talvez só a Austrália da época de ouro e as gerações americanas do passado tenham sido mais fortes…

    Dalcim, uma pergunta: qual a é maior geração de tenistas de um país na sua opinião? Esta armada espanhola está entre elas?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ah, difícil comparação. Mas duvido que tenha havia algo melhor do que a Austrália no final da década de 60 e início de 70.

      Responder
        1. Nando

          Torcendo para q Tiafoe e Fritz vinguem…pois imagino o q os norte-americanos já sofrem/vem sofrendo com Donaldson, Fratangelo, Young, Kudla, Harrison hahahahahaha.
          Isner ainda se mantém…e Querrey (vulgo boca de sapo) teve uma queda vertiginosa no ano passado, q ainda prossegue.

          Responder
    2. Jonatas Bruno

      Me fez lembrar de uma outra geração espanhola anos 90, a saber: Bruguera, Corretja, A.Costa, Moya e Berasategui, todos esses finalistas de Grand Slam, o que não deixa da geração vigente ser digna de seu devido crédito.
      Cabe a geração argentina anos 2000 na roda também, em especial o feito entre 2002 a 2005, em menos de três anos tiveram quatro tenistas diferentes alcançando final de Grand Slam. Relembrando: Nalbandian finalista de Wimbledon em 2002; mais Gaudio e Coria em 2004 e Puertas em 2005, todos em Roland Garros. Ainda tiveram o Guilhermo Canas obtendo título de Master 1000 em 2002 (na época Masters Series). Todos chegaram ao top 10, sendo que em determinado momento, três simultaneamente.
      É provável que houve gerações de outros países maiores ou melhores, agora em curto espaço de tempo um país obter CINCO tenistas a obter feitos similares, acho que só a Argentina.

      Responder
      1. Miguel BsB

        A Argentina realmente é um caso à parte… Incrível como um país de renda média, sempre em crise, longe dos grandes centros, consiga revelar tantos tenistas bons, geração após geração! Eles são muito mais aficionados em tênis do que nós brasileiros…
        Acho a armada atual mais “poderosa” que a primeira armada dos anos 90, muito, é claro, graças ao Nadal…
        E houve um grande “destroier” brasileiro que derrubou a hegemonia da primeira armada no saibro, USS Gustavo Kuerten rs

        Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Esse papo de ” Empáfia ” já deu Sr Paulo. Tenta sempre desmoralizar o Suíço com argumentos infantis. Então segure a onda sem choro. Abs!

      Responder
  14. Paulo F.

    Federer tem 5 M1000 no saibro e não 6 como o senhor citou anteriormente, Sérgio Ribeiro.
    Um erro e tanto para quem tenta sempre argumentar com tanta empáfia com outros participantes, hein?

    Responder
  15. Rodrigo S. Cruz

    MARCELO-JACACITY,

    Como você disse, também acho quase certo que o Senna teria vencido os mundiais de 94 e 95.

    O Williams FW-16, projetado por Adrian Newey, e que vitimou o brasileiro, tinha alguns problemas estruturais graves.

    Dessa forma, ao ser levado ao limite por um piloto como Senna, ele ficava instável, e de condução arisca.

    Hill não sentia tanto o problema por uma razão bem simples. Ele andava INFINITAMENTE mais lento do que o Senna. (rs)

    A diferença era abismal para Fórmula 1.

    Só pra se ter uma ideia, o Senna com o mesmo carro no GP Brasil, chegou a andar 40 segundos a frente dele…

    Hill correu as primeiras etapas para chegar em terceiro, quarto…. porém, a vitória nem passava pela cabeça dele.

    Senna, no entanto era o piloto com toda a obrigação de vencer. Mas só venceria a Benetton, se levasse o carro ao extremo limite.

    O Schumacher também era um piloto veloz, mas com o seu carro estava fora do regulamento, e isso lhe dava muita vantagem…

    Portanto, a pressão sobre o Ayrton era imensa.

    É claro que o acidente fatal se deu por outras razões.

    Mas a pressão de andar no limite num carro tão perigoso, também contribuiu para a tragédia…

    Algumas etapas após o acidente, Newey conseguiu corrigir o problema.

    Isso ficou evidenciado pelo fato de um piloto apenas mediano como Damon, conseguir equilibrar o jogo, e até disputar o título.

    E digo mediano, porque em 1995, mesmo à bordo de um carro ligeiramente superior, ele tomou uma “naba” do Schumacher.

    Não tanto pelo aparente brilhantismo do alemão. E muito mais, por uma sucessão de cagadas e erros estúpidos do inglês.

    Damon Hill jamais teria sido campeão do mundo, sem a sorte de pilotar a Super-Williams de 1996.

    Um verdadeiro foguete sobre rodas!

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Pois é, Rodrigo.
      Não perdia uma corrida de F1, acompanhava desde 1986, de dia, de madrugada até à época do Barrichelo. Hoje em dia faz muito tempo que não assisto à F1.
      Só ficaram saudades e lembranças.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Na,boa. Qual baba Rodrigo ? O homem que levava 1 s por volta de Senna , venceu 5 Provas em 94 e terminou 1 ponto atrás do Alemão ( 92 a 91) . Shummi jogou o carro pra cima dele na Austrália ( última corrida ). Tentou a mesma manobra em 97 com Willeneuve, e o buraco foi mais embaixo. Shummi além de perder por 3 Pontos para o Canadense , teve cassado o Vice. Daí o apelido de Dick Vigarista rsrsrs. Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Correção : Qual Naba ? 95 [ Shummi Campeão, Hill Vice ] , 96 { Hill Campeão , Villeneuve Vice } , 97 { Villeneuve Campeão , Shummi Vice } . Difícil acreditar em Senna não levando ao menos 3 desses 4 . Abs!

        Responder
      2. Rodrigo S. Cruz

        Foi naba em 95 sim, Sérgio!

        A Williams de Hill mesmo sendo o MELHOR carro (12 poles em 16 provas), venceu apenas 4 corridas com Hill e 1 com Couthard, contra 8 do Schumacher!

        E a maioria delas, com o Hill cometendo erros estúpidos.

        Ele ficou muito fraco de cabeça, depois de ter sido garfado em 94…

        Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Então você e ele tem muito em comum.

        Já que ficou irrelevante no blog exatamente como ficaram os Fakes.

        Ninguém mais nota a diferença…

        (rs)

        Responder
  16. Sandra

    Dalcim , qual o problema do Federer com o saibro?? Ele sempre jogou e sempre ganhou , físico? Se fosse assim Nadal viveria saindo de maca da quadra, e essa garotada ? Tem diferença para eles saibro da quadra dura e grana??

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Segundo o seu preparador físico, o ato de escorregar no saibro sobrecarrega o joelho operado do Federer, daí a recomendação de ele evitar o saibro nos últimos dois anos.

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Não sei se entendi sua pergunta, mas alguns garotos cresceram no saibro e se adaptam melhor, caso de Coric. Outros tem um jogo adaptável à grama devido ao estilo, como Tsitsipas e Shapovalov.

          Responder
          1. Sandra

            Sinceramente , como os nomes são difíceis de escrever, não coloquei os nomes, o que quis dizer quais a chances do Felix, do Shapolov , dessa nova geração russa de jogar bem no saibro? Eles se adaptam bem??

          2. José Nilton Dalcim

            Félix já provou que sim, Zverev nem se fala. Coric nasceu no saibro. O Shapovalov foi bem em Madri no ano passado. Talvez Tsitsipas seja a maior dúvida, mas seu jogo me parece bem adaptável.

  17. Renato

    Outro detalhe é que Farsavice perdeu duas vezes pra Murray em final de slam, enquanto Roger nunca perdeu.

    Outro ponto: Novak ganhou de um Anderson que ficou quase 10 horas em quadra na semi contra Isner, o que facilitou a vida do sérvio. Não estou dizendo que Kevin venceria, mas poderia ter vencido sim. O sérvio brega já perdeu até pro Querry na grama sagrada.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Djokovic tem 2 Wimbledons em cima do Nadal e 2 varrendo o Fregueser contra 2 do banguela em cima do menino Nadal jogador de saibro e um em cima de um prime Novak e um prime Murray. Ou seja, 4×3 para o sérvio em WB passando por caras do Big Four. E o título de WB 2012 é o único GS que a farsa suíça tem em cima de dois desses caras no auge. Comemore muito esse título, Renato! É das poucas coisas de que você pode se gabar!

      Responder
  18. Gabriel

    Dalcim, Rafa vai fazer a temporada completa de Saibro (Monte Carlo, Barcelona, Madri e Roma) ou pretende se poupar pra chegar mais inteiro em Paris? A sequência de problemas físicos dele é impressionante e RG deve ser a prioridade do espanhol no ano, correto?

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    1. José Nilton Dalcim

      Por enquanto, ele pretende fazer toda a sequência, Gabriel. Claro que ele pode se desgastar pouco nos primeiros torneios e se poupar, mas sem dúvida é um desafio.

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  19. Paulo Almeida

    Por que fedtards acham que talento é somente bater com “elegância” na bolinha e fazer malabarismo em quadra?
    Ter a melhor devolução da história, o melhor backhand do circuito, jogar o adversário de um lado pro outro, trocar a direção da bolinha tanto de esquerda como de direita com extrema facilidade, lobar o oponente com extrema precisão, se adaptar a qualquer piso e não reclamar de quadras rápidas ou lentas e obviamente ter a força mental para decidir um jogo duro são exemplos do talento absurdo do Djokovic.
    Sim, é mais talentoso do que o Fregueser. Vai doer em muita gente, mas tudo bem.

    Responder
    1. R. P.

      Federer é mais habilidoso; isso nem cabe discussão. O problema dos fanáticos é confundirem habilidade com talento, e Federer tem os dois de sobra. Porém, se fosse mais talentoso, não teria o dobro de derrotas nas finais disputadas entre ele e Djokovic – em majors é o triplo!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Na boa, parceiro. O Suíço é mais habilidoso ( a melhor mão disparada do Circuito ) e muito mais Talentoso ( golpes que o Sérvio nem sonha em executar ). Como o tênis hoje é muito mais físico , o Sérvio consegue com seus 6 anos mais jovem, prevalecer nos embates em SLAM . Hoje é sem dúvida o melhor físico do Esporte. Além de possuir a melhor devolução do Tour. Completa com um back de duas mãos primoroso. Essa diferença pequena no tal h2h , se deve a genialidade incrível do Craque Suíço. Abs!

        Responder
        1. R. P.

          Conversa para boi dormir. Em 2012, ano q Federer completou 31 anos, venceu 1 slam, 6 titulos e foi vice no Finals e na Atp, perdendo ambos para o Djokovic. 2018, ano em q Djokovic fez 31, venceu 2 slams e foi campeão da Atp, mesmo não jogando boa parte do circuito. Federer perde, usam a desculpa da idade – não é de hoje; Federer vence, exaltam sua idade e tals. Reconhecer o talento do sérvio, nada.

          Responder
          1. Jonas

            O detalhe é que o suíço seguiu em ótima forma, ganhando Grand Slam e vencendo masters 1000 até hoje. Corre igual um garoto, está jogando muito bem.

            Mas realmente entre 2011-2016 milagrosamente ele desaprendeu a jogar tênis.

        2. Paulo Almeida

          Primeiro você que tem aprender a diferença entre talento e habilidade. Habilidade é só uma parte do talento. Fregueser tem melhor mão como, se a vida inteira passou cometendo trocentos erros não-forçados? Prefiro a precisão absurda do Djokovic e do siri careca. O suíço é melhor em jogadas de efeito, que contra seus maiores rivais não garantiram a vitória quase 50 vezes.
          Fazendo uma analogia com futebol: R10 é mais habilidoso do que CR7, só que o português é mais talentoso, pois consegue transformar seu talento em resultados bem mais do que o brasileiro. Conseguiu perceber a diferença?

          Responder
  20. Antonio Gabriel

    Derrotar Nadal no saibro, ele estando em condições físicas normais, certamente é o maior desafio do Tênis Mundial na atualidade, poucos conseguiram e muitas vezes ele não estava em suas perfeitas condições físicas. Acredito que Novak será sua maior ameaça, mais ainda é favorito a tudo. Dado a situação do seu Joelho, o resto da temporada após o saibro deve ser de muita dificuldade. Todos nós esperamos pra ver o desempenho de Roger no saibro, espero que ele dispute ao menos algim 250 pra chegar com mais ritmo nos M1000 e em RG. Vamos aguardar o início de Monte Carlo .

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  21. Jonatas Bruno

    Dados bem interessantes dos feitos que o Big 3 podem agregar ao que já produziram. Confesso que já estou mais do que satisfeito rs e espero que o saibro venha a causar história pela façanha de outros, de preferência de algum da Next Gen.
    Caso contrário, que seja o exímio suíço para que o motive a jogar até quando o físico permitir, já que é mister a sua relevância para o tênis e o de seguir influenciando e inspirando novos valores.

    A propósito,após o Ferrer,o Almagro também está prestes a se retirar do circuito. E pensar que Robredo e Verdasco estão dando pinta que desde ano, também não passam… Uma geração espanhola vencedora chegando ao fim, todos estes chegaram ao top 10. Em deus melhores momentos, dava gosto de vê-los jogar.
    Elege o seu preferido, Dalcim?
    Em termos de impacto, fico com o Verdasco, e em termo de expectativa o Ferrer.

    Responder
      1. Jonatas Bruno

        Bem lembrado! Contudo, quis dar ênfase aos espanhóis afeitos ao saibro, já que é o assunto do momento no blog, enquanto que o citado adquiriu um estilo talhado à quadras mais velozes. Outro que deixará saudade, ainda mais por ter imprimido um estilo diferenciado da escola espanhola, principalmente pela apuro no jogo de rede, mais o componente do slice, que atrelados ao saque lhe proporcionaram um bom pé de meia.

        Responder
  22. Renato

    Nunca pensei que ia viver pra ler que Nadal e Novak tem mais talento que Federer. Kkkkkkkkkkkkkkk
    Que coisa mais patética! De qual paraquedas o rapaz caiu? Quanto recibo!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Rubens Ewald Filho declarou certa feita, ao criticar a má ideia de um certo diretor:

      “Um claro sinal de demência!”

      O cidadão que escreveu isso, poderia facilmente ser retirado do blog, com camisa-de-força.

      Nem os piores anti-Federer que já passaram por esse espaço, tiveram tanta “coragem”.

      Porque talento não tem nada a ver com força mental, preparo físico, ou disciplina tática.

      Coisa que até o meu cachorro sabe…

      E mais importante ainda: nem sempre o atleta talentoso, é aquele que vence mais.

      Depende de vários outros fatores.

      Afirmar que o Nadal tem mais talento do que o Federer, equivaleria a dizer que o Federer é mais jogador do que ele, no saibro.

      Resumindo: STUPID…

      Responder
  23. Renato

    O rapaz ainda não me respondeu qual o valor da opinião dele comparado com a de Laver, Sampras, Guga, Borg, Stan, Isner, Shapovalov e etc, que consideram Roger o melhor tenista da história, além do nobre blogueiro dono do espaço.
    Responde essa aí Paulo Almeida? Qual valor da sua opinião? Kkkkk Patética!

    Responder
    1. Marcio

      O cara aí ora aparece com um nome ora com outro…. Não dá pra levar a sério, na verdade é hilario.
      O pessoal deveria focar mais em apreciar o esporte como entretenimento de qualidade, do que ficar sofrendo por causa de torcida. É aceitar os fatos e seguir em frente, curtindo esse momento tão bacana.
      Federer é de longe o maior e melhor. Mas isso não quer dizer que nunca poderá ser ultrapassado, por enquanto detém todos os recordes máximos do tênis de forma absoluta.
      Dois gigantes estão em quadra também, devemos aproveitar!!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Exatamente, Márcio. Seis anos mais jovem , o Sérvio tende a quebrar vários recordes do Suíço ( não Todos ). E talvez terminar como o mais eficiente. Mas o Suíço será lembrado sempre como o Maior das 3 Feras. A conferir ABS!

        Responder
  24. Bartolomeu

    Um detalhe, que o Dalcim pode confirmar melhor:

    Nunca um jogador foi campeão de Roland Garros batendo Nadal durante a campanha vitoriosa.

    Sordeling, que o derrotou em 2009, perdeu para o Federer na final. E Djokovic, que o bateu em 2015, acabou perdendo a final par o Wawrinka.

    E seguem alguns números de Nadal sobre 2015, ano em que o Djokovic o derrotou em Paris:

    No Australian Open, parou nas quartas, perdendo para o freguês Berdych, em sets diretos, inclusive levando pneu (6/2, 6/0, 7/6)

    Disputou a temporada de saibro na América do Sul. No Rio Open, perdeu a final para o Fognini. Em Buenos Aires, foi campeão em final contra Juan Monaco.

    Nos masters americanos, o máximo que conseguiu foi quartas, perdendo para Raonic (IW) e Verdasco (Miami).

    Aí vem a temporada de saibro, onde ele geralmente detona. Vamos lá:

    Em Monte Carlo, perdeu para o Djoko na semi. Em Barcelona, perdeu para Fognini na segunda rodada (!). Em Madri, perdeu a final para o Murray. Em Roma, parou nas quartas diante do Wawrinka – ou seja, quatro oponentes diferentes.

    Resultado: chegou em Paris sem ter conseguido um mísero título no saibro. E foi aí que o Djoko derrotou ele.

    O ano continuou e Nadal colecionou mais feitos:

    Em Wimbledon, perdeu para o Dustin Brown na segunda rodada. Nos masters de Cincinnati/Montreal, mais uma vez não passou das quartas (perdeu, respectivamente, para o Nishikori e Feliciano Lopez).

    No US Open, nova derrota para o Fognini, na terceira rodada.

    Na final de Shangai, perdeu para o sérvio. Em Paris, Wawrinka voltou a ser o seu algoz.

    Resultado: terminou o ano apenas com três títulos (um ATP 500 e dois ATPs 250).

    Em 2016, ano em que o sérvio foi campeão em Paris, vinha um pouco melhor na temporada, mas abandonou o torneio na terceira rodada.

    2015, em Paris, o pior Nadal parou diante do Djokovic no auge da forma.

    Uma pergunta e provocação: alguém pode afirmar, com certeza, que o Federer de 2067/2007 teria perdido em Roland Garros para o Nadal de 2015?

    Pois quando o Djoko, no saibro, e em Paris, pegou o Nadal um poquinho mais em forma, apanhou também.

    E um último dado: no grande 2011 de Djokovic, quem o derrotou em Paris foi o Federer,

    Responder
    1. Paulo F.

      Sim, o Federer de 2005/2006/2007 perderia para o Nadal de 2015 em RG.
      Com a mais absoluta certeza.
      Federer é freguês, filhote demais do espanhol em Paris.

      Responder
      1. André Luiz

        Não perderia, na minha opinião.
        Federer esteve muito perto de derrotar Nadal em um jogo de cinco sets , em 2006. Chegou a ter dois match points.
        Se fosse o Rafa de 2015, certamente teria vencido.

        Responder
      2. Jonas

        Detalhe a se considerar

        O Nadal de 2008, 2011, 2013 é MUITO mais jogador do que aquele garoto que assombrava o mundo em 2005.

        Se Federer no AUGE nem fazia cócegas, imagine então com o espanhol veterano.

        Responder
        1. André Luiz

          Não no saibro.

          Nessa superfície, a maioe sequência invicta do Nadal foi entre 2005 e 2007. Mais de 80 jogos sem perder.

          Ele nunca mais emendou uma sequência assim na superfície.

          De todo modo, não é verdade que o Federer “não fazia cócegas”.

          Responder
          1. Jonas

            Discordo. Não quer dizer que fez sequência entre 2005-2007 que era mais jogador.

            O melhor Nadal no saibro foi em 2008,2010,2013. É até difícil escolher em qual estava em melhor forma. Mas fico com 2013, acho que estava mais completo, próximo a perfeição.

            Entre 2005-2007, ainda lhe faltava um serviço melhor e em outros aspectos técnicos era inferior também.

      3. Sérgio Ribeiro

        Se não estivesse no seu melhor , perderia sim meu Caro. Tanto é que perdeu para o seu também freguês Novak em Paris ( 1 x 6 ) . Ah , sim. Esqueci que o Senhor faz parte do “ grupinho inteligente “ . Tem chovido no Sítio ? kkkkkkkk Abs!

        Responder
        1. André Luiz

          Jonas, a evolução do serviço fez mais diferença para sua adaptação à hard court do que ao saibro.

          A sequência de mais de oitenta jogos invicto demonstra que aquele foi seu período de maior dominância, que nunca mais pôde ser repetido, dentre outras coisas, por causa dos problemas no joelho. Veja você que já em 2009 ele teve de parar por meses e tentar mudar o estilo de jogo por causa de lesões nessa parte do corpo.

          Entenda também que minhas intervenções aqui são, como dizer?, pedagógicas: você diz que Federer dominou em uma entressafra. Enquanto você disser isso, eu direi que entressafra mesmo foi a do domínio do Djoko, que teve como principais adversários um suíço velho e um Nadal com patela dolorida.

          Responder
          1. André Luiz

            Jonas, a partir de 2005, as melhores estatísticas de Nadal no saibro quando levamos em conta vitória por jogos são as das seguintes temporadas:

            2006 [100% de vitórias]
            2007 [96,7% de vitórias]
            2017 [95,8%]

            A partir de 2005, as piores estatísticas de Rafa Nadal sobre o saibro, mais uma vez levando em conta o percentual de vitórias, estão nas seguintes temporadas:

            2015 [76,9%]
            2016 [80,9%]
            2014 [88,0%]

            Por favor, baseado nesses números, me explique mais uma vez a sua teoria sobre a ”entressafra” entre 2004 e 2007, e o ”circuito bombando” entre 2014 e 2016….

          2. Jonas

            André, eu estava me referindo ao Sérgio Ribeiro.

            Mas te respondendo. O jovem Nadal que dominou entre 2005-2007 no saibro, poderia ter até 100% de aproveitamento no saibro.

            Eu ainda tenho convicção de que o Nadal de 2013 é BEM superior, analisando não de quem ele ganhou ou quantos torneios ele venceu, mas sua forma como jogador.

            Sim, óbvio que o pior Nadal foi em 2015. Mas o circuito não estava fraco, o Federer estava em ótima forma, Murray mais uma vez foi finalista do Australian Open e nem preciso dizer o quanto Wawrinka jogou em Roland Garros 2015. Ele simplesmente arrancou a vitória do Djokovic.

            Em 2016 o Nadal teve uma lesão que o atrapalhou em Roland Garros, por isso as estatísticas são inferiores.

            Em 2014 o Nadal perdeu do Djokovic em Roma e pelo que me lembro o espanhol foi derrotado em Madri também. No entanto, venceu Roland Garros novamente.

            Foi o que aconteceu entre 2014-2016, isso não indica nem de perto uma entressafra, já que os melhores continuaram chegando em finais, inclusive de Major.

          3. André Luiz

            Jonas, o jovem Nadal entre 2005 e 2007 é o mesmo talento precoce — note o termo — que sustentou médias no saibro superiores a 91% de vitórias na temporada por toda a carreira, com exceção do período entre 2014 e 2016.

            [Não foi a desistência de Nadal em RG 2016 que atrapalhou sua média no saibro naquele ano: ele jogou 2 jogos e venceu os dois, na média do torneio entra como 100%. A média foi atrapalhada por causa de sua performance abaixo da sua média na temporada europeia de saibro vista como um todo.]

            [Em 2014, o Nadal não perdeu só pra Djokovic em Roma. Perdeu também pro Ferrer em Montecarlo, e pro Almagro em Barcelona — primeira derrota da carreira. Só venceu Madri porque Nishikori se machucou no terço final do segundo set, porque até então o japonês dominava inteiramente a partida. Ou seja, ele estava mesmo abaixo, sua média inferior a 90% naquele ano não foi um ”acaso”. E depois de WB, ele praticamente desistiu de todos os jogos da temporada: pulou toronto, Cinci, USO, teve apendicite na perna final do ano e ficou fora de Paris e do Finals….]

            Você tem de burilar melhor o seu conceito de ”entressafra”. Porque não há razão nenhuma pra considerar o circuito ”muito forte” em 2015 e 2016 com Nadal baleado, Federer velho [e em 2016 também baleado], e o Murray; e não considerá-lo ”muito forte” entre 2004 e 2007 com Agassi, Nadal voando no saibro e na grama, Safin, Hewitt, Roddick e outros.

            Se 2004-2007 é ”entressafra”, mais razão ainda pra considerar o mesmo a partir de 2014.

            De todo modo, já estou te incomodando. Não é meu intuito. Obrigado pela paciência e pelas respostas.

          4. Jonas

            Longe disso André, você argumenta de forma inteligente e respeitosa, não me incomoda nem um pouco.

            Eu me referia ao Sérgio Ribeiro no comentário anterior.

    2. Gildokson

      Concordo plenamente, isso ai é a tal da sorte e do encaixe de momento, Djokovic foi privilegiado por cruzar com o pior Nadal em RG ja visto, coisa que Federer nunca teve. Simples assim, do contrário seria mais uma derrota dolorida como as de 2012, 2013… e por aí em diante.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        O que mais me encabula é a exagerada afirmação que tal jogador perdeu para o outro porque o outro o encontrou em seu pior momento – sempre. Mesmo que o outro, em mais de 50 encontros leva vantagem sobre o tal e mesmo que o tal ganhara de todos antes até encontrar o outro.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Fabriciano,

          Com todo o respeito,

          Mas EXAGERADA, é como sempre, essa “chatésima” mania dos nolistas de só enxergarem aquilo que lhes convém…

          Exatamente como você faz agora.

          2015 foi sim o pior ano de Nadal, após toda uma década.

          Ponto final…

          Leia no link abaixo, aquele que foi considerado o ano dos VEXAMES para ele:

          http://www.espn.com.br/noticia/541079_nadal-faz-de-2015-ano-de-vexames-e-tem-pior-temporada-em-uma-decada

          Todo mundo sabe que o Nadal esteve longe da normalidade, em 2015.

          Ninguém está dizendo com isso, que o Djokovic não possa vencê-lo no seu normal.

          Talvez o Nole até o vença agora, em 2019.

          Mas tomar aquela surra que o Nadal tomou dele, em RG?

          Somente com o Touro tendo algum problema físico, ou jogando o tênis de 2015….

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Não tem nada de nolista em minha opinião e é chatésima sim as inúmeras atribuições de derrotas ao estado físico do adversário.
            Ele pode até ter se considerado como fora de seu melhor, mas revendo o jogo, vimos o quanto foi parelho nos dois primeiros sets, e convenhamos, aquele era o melhor Djokovic, que infelizmente deparou com um Wawrinka – sem termos – na final.

        2. Jonas

          Exemplificando o que você falou

          Djokovic e Roddick tem um retrospecto equilibrado, se enfrentaram entre 2007 e 2012.

          9 confrontos, 5 vitórias de Roddick entre 2008 e 2010.

          Não dá pra comparar com os 38 jogos entre Nadal e Federer por exemplo, mais de uma década de Bullying pro espanhol.

          Djokovic e Federer já jogaram 47 vezes. Várias finais e semis. Em Grand Slam diversas vezes…

          Só um doido pra querer incluir o Roddick na jogada, o pior n1 que já existiu.

          Responder
    3. Jonas

      Olha, acredito que perderia sim pro Nadal até na pior forma do espanhol.

      Em Roland Garros o que o Nadal faz com Federer é bullying.

      Nenhum quinto set…massacre na final de 2008.

      Torci pro Federer em 2011, o cara tava jogando o fino, pra mim sua melhor versão no saibro. Abre 5 x 2 no primeiro set e amarela de novo…

      Não tem jeito. Ali só o Djokovic mesmo pra fazer frente contra o espanhol. Podemos dizer que foram ótimos jogos em 2012 e 2013.

      Quando Djoko tinha 20 anos fizeram um bom jogo em 2008 também.

      O Federer tem muito a agradecer ao Soderling, sem dúvidas.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Rapaz , continua se superando mesmo as vezes querendo dar uma de bom moço. Vou te ajudar novamente. Em Paris está 6 x 1 para-o Touro pra cima do “ maior de todos “ Sérvio. E no Geral 15 x 7 , no Barro , que também é freguesia das boas rsrsrs Abs!

        Responder
        1. Jonas

          Tá faltando interpretação. Eu disse que o Djokovic faz frente ao Nadal no saibro. Isso é fato.

          Ou você acha que o sérvio perderia final pro cueca por 6×1 6×3 6×0?

          Você tenta equiparar Djokovic e Federer no saibro. Não precisa ir longe, é simples.

          Federer e Djokovic enfrentaram o Nadal no saibro, com este no AUGE.

          O sérvio equilibrava e de vez em quando vencia. O Federer pouquíssimas vezes equilibrava e no Major do saibro foi atropelado. Só aí já encerra essa discussão.

          Responder
    4. Jonas

      Mas isso acontece com grandes jogadores.

      Djokovic estava um draga em 2017, Nadal em 2015. O Federer esteve abaixo em 2013, porém ainda era competitivo.

      Responder
    5. Bartolomeu

      Não digo que o Federer de 2006/2007, em Roland Garros, ganharia do Nadal de 2015 – como disse: a pergunta era uma provocação, não uma afirmação.

      Mas uma coisa é certa:

      O Nadal que derrotou Federer em Roland Garros não é o mesmo Nadal que Djokovic derrotou em 2015.

      Tudo isso demonstra que, por trás de cada vitória e derrota, há um incalculável número de variáveis: nem tudo é preto no branco – como alguns insistem em afirmar,

      Responder
  25. Miguel BsB

    E outra, recentemente Novak disse que cresceu jogando no saibro, que se sente muito à vontade ali…
    Ele é forte e joga bem em qualquer piso.

    Responder
  26. Renato

    Bem colocado pelo colega.

    Novak só tomou a dianteira contra Roger quando o suíço já tinha seus 34 anos. Aí fica mais fácil.

    Bem lembrado que o maior rival de Novak entre 2014 e 2015 era um veterano suíço já que Nadal estava detonado.

    E não existe dúvidas que, Nadal era muito mais jogador no saibro entre 2005 e 2010. Era muito mais jogador na grama também, pois fez final de Wimbledon em 2006, 2007 e 2008. Não perdia para pangas nas primeiras rodadas.

    Responder
  27. Carlo

    Dalcim, já que estamos falando de saibro, vc acha que o guga era muito superior ao Federer e ao Djokovic nesse piso? Eu fico com dúvida, pq os dois só não tem números mais impressionantes por causa do nadal

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Impossível de responder porque se trata de hipóteses e eras muito distintas. Mas Guga foi um dos maiores sobre o saibro, não resta dúvida.

      Responder
    2. Leo Gavio

      Djokovic >>>>>>>>> Federer > Guga

      Ter apenas apenas 1 slam não significa nada quando o oponente chama-se Nadal.

      Djokovic caiu varias vezes duelando contra o maior tenista do saibro de todos os tempos.

      Guga ganhou de pangarés. Mas a culpa não é do Guga, no saibro ele era muito acima do seu tempo. Dominava bem a superficie contra aqueles oponentes, mas analise o curriculo dos tenistas que ele derrubou lá, bem fracos em comparação aos adversarios de Djokovic.

      Nadal, Federer, Murray, Warinka somados possuem dezenas de slams e finais de slam.

      Comparar com Ferrero, Norman, Gaudio, Bruguera, Costa…

      bons tenistas de saibro, vencedores e etc, mas Nadal é Nadal e Federer é muito forte tambem no saibro.

      Djokovic tem varios masters no saibro derrubando Nadal e Federer e varias semis e finais em RG, e um titulo.

      O curriculo do DJokovic no saibro é maior que o do Guga, o diferencial é so em RG 2 titulos a mais, contra tenistas medianos na historia do tenis.

      Responder
      1. Jonas

        Realmente, considerando que o Nadal é uma máquina no saibro.

        Djokovic em 2011 venceu o Nadal em Madrid e Roma, ambos encontros em sets diretos, com amplo domínio do sérvio. Nadal admitiu que o seu problema esse ano foi o Djokovic. Não houve lesão ou declínio técnico do espanhol que explique essas derrotas.

        Em 2013 Djokovic atropelou Nadal em Monte Carlo e caiu em um jogo épico em Roland Garros.

        Em 2014 vitória do sérvio em Roma e em 2015 todos os confrontos no saibro vencidos pelo sérvio, também em sets diretos.

        Não há que se comparar Djokovic com Federer no saibro. É um daqueles casos em que os números não dizem tudo.

        Porque é óbvio que no saibro o Djokovic é MUITO mais jogador que o suíço.

        Responder
        1. Sergio Ribeiro

          Correto de novo rsrsrs. Jogaram 8 vezes , e estão rigorosamente empatados em 4 x 4 no Saibro. O Suíço perdeu 13 para o Espanhol e o Sérvio 15. Ambos levaram somente UM RG. E ambos os títulos não bateram Rafa na FINAL. Novak possui 8 MASTERS contra 6 do Suíço no Barro. Uma “ espantosa” superioridade !!! rsrsrs Abs!

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      2. Rodrigo S. Cruz

        O tênis mudou muito.

        Mas de jeito maneira, que o Federer é mais jogador no saibro do que o Guga.

        Ai, ai…

        Nem mesmo se o suíço ganhasse RG 2019, eu afirmaria isso!

        O Nadal sim, foi superior ao Guga, e superior a qualquer outro no piso.

        Aí, eu nem discuto.

        Responder
      3. Sérgio Ribeiro

        Na boa, parceiro. Quem foi Thomaz Muster ? Kafelnikov ? Sergi Bruguera ? Pangarés ? Os dois primeiros Ex- N 1 do Mundo , e especialistas no Saibro. O terceiro Bi-Campeao do Torneio. GUGA precisou bate-los em sequência para levar RG 1997. Revolucionou o Tênis , na superfície, antes de Nadal , por ser extremamente agressivo do fundo da quadra. Considerado TOP Five de todos os tempos na Saibro, devido ao seu Espetacular Serviço , e paralelas tanto de Fore e principalmente de Backhand letais aliados a Curtinhas surpreendentes. O Embaixador de Roland Garros, teria totais condições de bater tanto o Sérvio quanto o Suíço em seu habitat. Wawrinka o fez . Com o Espanhol o buraco é mais embaixo. Difícil para fanáticos aceitarem. Abs!

        Responder
  28. Rubens Leme

    E “outro homem de bem”, eleitor do coiso, que achava que ele iria moralizar o país, suja o Brasil lá fora,

    “Parabéns”, Feijão.

    É assim que se volta 55 anos em 3 meses.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Rubens, a grande maioria dos nossos esportistas são uns “tapados” politicamente e em tudo o que não se refira diretamente aos seus ofícios…são uma vergonha…
      Pelé, Medina, Neymar, Ronaldo, Ronaldinho… Foram/são grandes atletas, mas sempre se posicionaram, quando se posicionaram, do lado errado da história, a favor de seus interesses mesquinhos…
      Esses tenistas brasileiros, com esse idiota do feijão à frente, pior ainda, além de tudo são esportistas medíocres.
      Nunca tivemos uns panteras negras por aqui, um LeBron James, Arthur Ashe, Billie Jean King, o próprio Maradona, polêmico, mas sempre contestando o establishment, Mohamad Ali, Navatrilova, entre tantos outros… Para ser justo, tivemos Sócrates, Reinaldo, e alguns outros poucos…

      Responder
      1. Rubens Leme

        Sim, sempre foi assim. Me lembro da desilusão que tive ao ver Felipão elogiar Pinochet, Marcos se declarar fã e eleitor de Maluf e ver os dois baterem continência para essa figura que estragou a festa do Brasileiro.

        Sinto nojo ao ver aquele volante asqueroso estragar o meu time e, por isso mesmo, resolvi tirar uma licença de torcer para o Palmeiras enquanto estas figuras estiverem manchando a história de um time que precisou mudar de nome durante a Segunda Guerra Mundial e que foi acusado de, maneira injusta, de apoiar o fascismo.

        Vivemos em uma sociedade alienada e perigosa, mas isto não é papo para este espaço. Sinceramente, espero que Feijão seja banido se for mesmo culpado, até porque ando cheio de “gente de família”, que quer “combater o comunismo” (que em nenhum momento foi implatado no Brasil em 13 anos de Lula e Dilma, curioso isto) e que permitem que o atual governo destrua todos os direitos das pessoas e querem convencer que a previdência está quebrada apenas para beneficiar os patrões e ferrar os mais pobres, pessoas como nós.

        Enfim, me perdoe o desabafo Dalcim.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Eles não implantaram o comunismo, porque não é tão simples assim.

          Mas que er ao sonho deles, era.

          Tanto que Lula e Fidel fundaram o foro de São Paulo, que existe até hoje.

          Também implantaram com sucesso, o marxismo cultural, em alguns níveis,e aparelharam o Estado como nunca antes…

          Mas acima de tudo isso, implantaram a ROUBALHEIRA generalizada.

          Sentir saudades de Dilma, Lula e o Petrolão.

          Desculpe, mas não dá…

          Responder
        2. Miguel BsB

          Estamos juntos! Eu tb sou palmeirense e fiquei extremamente decepcionado com o clube permitir que um sujeito como bolsonaro fosse levantar troféu junto com a equipe… Sei que muitos tb pensaram assim…
          Além de tudo, ele é um aproveitador,já declarando torcida e posando com camisas de vários times… Nada mais “velha política”.

          Responder
        3. Sérgio Ribeiro

          Pois é , a Pena do Feijão já foi revogada. Já a do Ex- Presidente e presidiário foi Ampliada. TODOS seus principais Ministros e os da ” minha querida ” ( inclusive os da CASA CIVIL ) estão presos. Para desespero da Venezuela e Bolívia. Abs!

          Responder
        4. Roberto Cerqueira

          Lula é 90% aproveitador e 10% comunista. Não ia deflagrar uma revolução para estragar a festa dele. Já a Dilma, desconfio que ela deixou a crise de 2015 acontecer porque tinha esperança de que o povo se revoltasse e fizesse a revolução que ela não conseguiu fazer quando era terrorista. Felizmente, para os brasileiros, não deu certo.

          Responder
        5. Jose Yoh

          Prezado Rubens Leme, sempre leio seus comentários e normalmente acho bastante sensatos.
          Mas não posso concordar com sua opinião de que não tentaram implementar o comunismo aqui no Brasil e que a previdência não está quebrada.
          O comunismo de forma pura não será implementado em mais nenhum país, mas o inchaço do estado como bem lembrou o Rodrigo foi bem nítido.
          E a previdência é um problema mundial, o Brasil sofre o problema do envelhecimento da população assim como muitos países ditos desenvolvidos. Não precisa ser matemático para perceber que a conta não bate. Ainda mais com tantos privilégios dos funcionários públicos – inclusive militares.
          Não discutir isso é arruinar o futuro de qualquer nação.

          Responder
  29. Marcelo-Jacacity

    Os melhores esportistas:
    Basquete: Bill Russel x Kareen Abdul Jabbar, empate técnico.
    Carl Lewis x Usain Bolt: difícil escolher.
    Boxe: Sugar Ray Robinson
    Tênis de mesa: Jan-Ove Waldner
    Tênis: Não consigo opinar ainda.
    Futebol: Pelé, basicamente é a mistura de Messi com Cristiano Ronaldo.
    Hockey: Wayne Gretzky
    Automobilismo: Não consigo opinar. Se não tivesse morrido, Senna teria vencido os mundiais de 94 e 95. Alguns podem argumentar que a Benneton, irregular, estava andando mais. Correto. Mesmo assim, tenho a convicção que a Williams se recuperaria no campeonato e o talento do brasileiro se evidenciaria, fato comprovado com os títulos do “fantástico” Damon Ruim e do Villeneuve filho. Senna teria terminado a carreira com 7 títulos e Schumacher com 5 no máximo. Mas, não foi nada disso que aconteceu e os dois estão praticamente mortos.
    Puxa, tem muito mais esportistas fenomenais em outros esportes. Tenho que fazer uma lista depois…

    Responder
  30. Felipe

    Triste demais pro tenis brasileiro a notícia da suspensão provisória do Feijão…. que lama hein?
    Aguardando novas notícias e torcendo para que não seja verdade…

    Responder
    1. Felipe

      Opa!!!! Que bom que não era nada!!!
      Dalcim, muito estranha essa história toda!!!! Será que esse tribunal meteu os pés pelas mãos??

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Pelo que entendi, o tribunal revogou a suspensão preventiva, mas não a investigação, que continua. Segundo o próprio Feijão, deve haver um julgamento. Infelizmente, ninguém explica o que aconteceu ou qual é a acusação.

        Responder
  31. Renato

    Paulo Almeida, ridículo é vc cara! Por coincidência vc apareceu aqui depois de um rapaz que passava recibo sumir depois de ser desmoralizado.
    Minh a opinião sobre GOAT é baseado nos números do suíço, seu talento, sua popularidade além das opiniões dos especialistas, Sampras, Laver, Big Mac, Borg e a maioria dos especialistas no assunto. Tua opinião é irrelevante.
    Novak é freguês da next gean em masters 1000 e finals, freguês de Wawrinka Slan, freguês deKyrgios, Roddick e etc, além de ser tecnicamente limitado na rede, smash nível amador, popularidade zero e etc.
    Comforme-Se. Top-10 dos melhores da história pra ele está ótimo!

    Responder
    1. Paulo Almeida

      O único que passa vergonha em todos os comentários é você, meu caro. Contenha o sangramento, por favor.

      Talento é é muito mais do que fazer jogadas de efeito. Por que o tal “talento” do jagua da montanha não o ajudou a dominar seus maiores rivais? Simples, porque na verdade Novak e Nadal é que são mais talentosos, encontrando melhores estratégias para derrotar o banguela, além de muito mais força mental.O sérvio é o mais completo da história juntando técnica, tática, físico e mental, sendo esse mais um motivo para ser o GOAT.

      Ele melhorou bem seu jogo de rede e smash e acerta muito mais do que erra, mas qual a importância desses fundamentos em um jogo perto de saque, devolução, direita e esquerda? Quem usa a estratégia de atacar o smash do Djokovic? Já a esquerda meia-boca do Fregueser sempre foi seu ponto fraco, muito bem explorada pelos rivais. Dá pra contar nos dedos os jogos que o GOAT perdeu por causa de rede e smash, enquanto o suíço perdeu várias dezenas por causa da esquerda que falhou.
      Pare de usar outros tenistas pra tentar atacar o Nole. Não consegue usar o seu? E já foi dito aqui que confrontos com esses caras não significam nada, enquanto o h2h entre jogadores grandes possui outra dimensão e nela o banguela toma um pau dos rivais. Djoko por exemplo tem 7 vitórias a mais quando o assunto é final e semifinal e o Nadal 6.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Nadal e Djokovic são mais talentosos?

        HAHAHAHAHAHA

        Como?

        Se eles mesmo já declararam o contrário!

        Nem se discute que o Federer é muito mais habilidoso.

        Deixa de ser ridículo…

        Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Renato, você não apenas elogia seu ídolo, como muitos fazem, mas cria argumentos totalmente descabidos para aumentar alguém que já é grande e tentar diminuir alguém igualmente grande.
      Tais como: Novak é freguês da NextGen em M1000 – um jogo contra Tsitsipas e um contra Zverev – o que é isso? Então Federer é freguês do mesmo grego em Grand Slam.
      Roddick se aposentou há tanto tempo que infelizmente não foi possível para Djokovic colocar ao menos 10 jogos de vantagem nele. Guga tem h2h positivo contra Federer – logo devemos admitir com o brasileiro é melhor que Federer, certo?
      E vez em sempre vem com esse papo de Stan Wawrinka ter h2h positivo em Slam, e a conta geral? Ou seja, pura conveniência. Por que não valorizas também o h2h entre o sérvio e o suíço tanto no geral quanto em Slam? Apesar de smashs, drops, voleios meia-bocas como gostas sempre de aventar.

      Responder
      1. Jose Yoh

        Roddick teve 4 vitórias contra o sérvio em 2009/2010, quando o sérvio já tinha chegado ao número 2 do ranking. Então não acho que foram vitórias porque ele era imaturo ou jovem demais.
        Se ele jogasse 10 partidas a mais é claro que o sérvio teria mais vitórias, pois ele já estava na curva descendente da carreira com 30 anos e o sérvio em seu auge com 25. Apesar que existem alguns fenômenos que conseguem sustentar o H2H de forma decente mesmo depois dos 30…

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          José, não disse que o h2h negativo para o Roddick é em função do sérvio ser mais jovem. Disse que Roddick está há tanto tempo fora que o sérvio não teve a oportunidade de reverter esse quadro, haja vista o sem número de conquistas nesses anos.

          Responder
          1. Jose Yoh

            Sim, foi isso que eu entendi sobre o que você disse.
            E eu digo que o sérvio já tinha um nível muito próximo do seu auge quando perdeu duas partidas para o Roddick. Então, com os dois em boa forma, Roddick se deu melhor na janela de tempo que permitia compará-los. Passados dois anos, não dava mais para comparar porque o americano já não era mais o mesmo.

  32. André Luiz

    É engraçado como alguns torcedores do Djokovic criaram o mito da ”entressafra” para justificar pra eles próprios o brutal domínio de Federer nos anos 2004 e 2007.

    Digo engraçado porque não parece existir nenhum critério sólido pra considerar a ocorrência de uma suposta entressafra nesse período e não nos anos em que Djokovic dominou o circuito. Por que o período entre 2013 e 2019 não seria também uma entressafra? Por que a melhor temporada do sérvio, em 2015, não seria também uma entressafra, se o principal adversário do sérvio foi Federer com 33/34 anos. Federer, que alguns deles chamam de ”rei da entressafra”…

    Aliás, é curioso como esses mesmos torcedores dizem que Djokovic é o maior tenista de todos os tempos. Se é, como conseguiu perder 22 vezes para a ”fraude suíça”. Ou seja, perdeu 47% dos jogos que disputou com o tal ”rei da entressafra”, e só conquistou vantagem no head to head em 2016, quando o suíço já estava com 34 anos de idade.

    Enfim, é um argumento sem pé nem cabeça, feito por gente que pouco ou nada acompanhou o circuito naqueles anos, e que, no fim das contas, acaba estourando em cima do próprio Djokovic.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Meu caro, percebi que você está com dificuldade para entender a entressafra 2003-2007. Nessa época, o maior rival do Federer nas rápidas era o servebot Andy Roddick e o Nadal, ainda moleque, só incomodava de verdade no saibro, com exceção de um ou outro torneio. Aliás, o servebot desengonçado já se declarou como o pior número um da história.
      Vai ter a cara de pau mesmo de chamar de entressafra qualquer ano de 2013 a 2019? Hahaha, não pode ser sério.
      Vamos falar só de 2015, embora muitos achem que a melhor temporada do Djokovic tenha sido 2011. Ele teve como grandes rivais Federer, Murray, Nadal e Wawrinka. Qualquer versão desses caras é muito melhor do que a melhor versão do Roddick, sem falar nos outros (Baghdatis, Hewitt, González, Philippoussis etc) .
      Federer com 33/34 anos estava velho? Como então agora com 37 ganha de garotos que poderiam ser seus filhos? Essa desculpa foi por terra. Ele jogou um dos seus melhores tênis de 2014 até o AO 2016, mas o Djokovic era mais jogador e por isso venceu 6 de 9 confrontos. Simples assim.
      Quanto ao h2h, o suíço venceu os 4 primeiros jogos em fases preliminares de torneios ainda de um garoto iniciante. Quando o assunto é final e semifinal, o sérvio tem 7 vitórias a mais. Isso porque nem mencionei a doença celíaca só descoberta e tratada em meados de 2010. Isso explica porque ele conseguiu subir seu nível de tênis a partir de 2011 e enfim virar os confrontos contra seus maiores rivais.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Meu caro , Valmir, digo, Paulo. O rapaz já era nascido naquela época ? Deveria saber que o mais jovem N 1 do Mundo de toda a era profissional ( Hewitt aos 19 anos ) , atingiu o Posto em 2001 com direito a bater Pistol Pete Sampras em Final de USOPEN em Sets diretos naquela Temporada. Rafa Nadal na mesma idade venceu DEZ Torneios ,incluindo Roland Garros , e atingiu o TOP 2 com todos os méritos em 2005. Você vem com esse papo ridículo de Entressafra e Nadal moleque pelo simples fato de ser mais um fanático inconsequente. Abs!

        Responder
      2. Jose Yoh

        Acho que não leram um comentário anterior meu, então é necessário escrever em maiúsculas.

        ANDY RODDICK 5 X NOVAK DJOKOVIC 4

        Para aqueles que tanto valorizam o H2H…
        E o sérvio, não participou dessa “entressafra”? Até 2010 era um coadjuvante no circuito.

        Responder
      3. André Luiz

        Não tenho dificuldade de entender o conceito de ”entressafra”. Tenho dificuldade de entender como alguém pode defender que entre 2004 e 2007 tínhamos uma entressafra e dizer que o circuito estava bombando entre 2014 e 2019, ou mesmo em 2011.

        Você cita Wawrinka. Ora, Stan tem 3 vitórias e 22 derrotas contra Federer.

        Já Roddick, que você menosprezou, é o 19° com melhor aproveitamento de vitórias por jogo da historia da Era Aberta, segundo as estatísticas do site da ATP — Stan é o 79°. Além disso, Roddick tem 5 vitórias em 9 jogos contra Djokovic, com jogos realizados entre 2007 e 2012.

        Curioso, não?

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Claro que estava bombando em 2011 com a maior rivalidade da história entre Djokovic e Nadal. Agora você pagou o maior atestado de que não entende nada de tênis.
          De 2013 a 2016 o circuito bombou pelo menos 20 vezes mais do que na entressafra. Já em 2017 ficou fraco com as lesões do GOAT e do Murray
          Incrível, o cara ainda insiste em comparar o robô sacador americano com os rivais do sérvio. Aliás, só não colocamos várias vitórias de diferença porque o cara fugiu cedo demais das quadras.
          Fregueser tem que agradecer à geração fraca dos anos 2003 a 2007 para ter seus números.
          Na era Big Four só possui uns 4 ou 5 feitos relevantes.

          Responder
          1. André Luiz

            Usar argumentos como ”claro que estava bombando” não demonstram que você entende alguma coisa mais de tennis do que qualquer um aqui.

            Como eu disse antes, Nadal já existia no período que você chama de ”entressafra”. E na quadra dura, havia Agassi, Roddick, Hewitt, Safin e outros.

            O ”robô” sacador [suponho que você esteja se referindo assim a Roddick] tem a 11° maior média de vitórias na grama da Era Aberta. Maior do que a do Rafa, só para informação.

            Invertendo a acusação [sem pé nem cabeça] da ”entressafra”: Novak predominou sobre um Federer velho e com equipamento defasado e um Nadal com joelhos estropiados e fora de seu habitat natural [já que sua eficiência cai sobremaneira na quadra dura e na grama]. Não parece tão espetacular assim….

          2. André Luiz

            ps.: só lembrando mais uma vez que Roddick jogou nove vezes contra Novak entre 2007 e 2012, e leva vantagem no confronto direto. Nada mal.

      4. André Luiz

        ps.: só falta você defender que Federer está se dando bem no circuito aos 37 anos de idade porque é um gênio, mas que dominou entre 2004-2007 por causa de uma ”entressafra”. ha ha, desculpe, mas é absurdo demais.

        Responder
          1. André Luiz

            Na lógica invertida dos apóstolos da ”entressafra”, perder pro campeão deve ser pior do que perder pra Bautista Agut ou Kohlschreiber na segunda ou terceira rodada.

            São de argumentos sem pé nem cabeça assim que se criou na cabeça de alguns o mito da ”entressafra”.

          2. Rodrigo S. Cruz

            E quem era esse Thiem mesmo?

            Ah, lembrei.

            O mesmo que enfiou um PNEU no Frangovit , em pleno Roland Garros 2017…

            Kkkkk

            Já o Fedex perdeu pro Thiem em Indy, numa final bem disputada.

            Pra logo depois ganhar Miami, disputando a segunda final consecutiva…

            Enquanto isso, o seu macho fez duas “oitavinhas”.

            Perdendo uma pro Roberto Pangaré Yogurt, e outra por Philip “sopa de letrinhas”.

    2. Jonas

      Não chamo de entressafra pela qualidade dos adversários do Djokovic, o Ranking muitas vezes já diz muito, o histórico do tenista no torneio também conta.

      AO 13- venceu o Murray
      RG 13- perdeu pra Nadal em jogo épico
      WB 13- perdeu pro Murray na final
      USO 13- perdeu pro Nadal

      Como você chama isso de era fraca? Os melhores, a nata se enfrentando em grandes torneios.

      AO 14- perdeu do Wawrinka, que venceu Nadal
      RG 14- perdeu do Nadal
      WB 14- venceu Federer
      USO 14- perdeu do Nishikori

      AO 15- venceu Murray
      RG 15- perdeu do Wawrinka na final
      WB 15- venceu Federer
      USO 15- venceu Federer

      AO 16- venceu Federer e Murray em sequência
      RG 16- venceu Murray- 4 Slams seguidos pro Djokovic
      WB 16- perdeu pro Querrey. Neste ponto começam os problemas, Djokovic tinha larga vantagem no Ranking, mesmo assim o Murray conseguiu terminar 2016 na liderança.

      Em 2017, eu cheguei a pensar que ele fosse se aposentar. Além dos problemas físicos, parecia perdido e desmotivado.

      Mas ainda sim, vimos o Federer jogando talvez o melhor tênis de sua carreira neste ano. Ganhando Australian open e Wimbledon. Nadal jogou demais também, vencendo Roland Garros e Us Open.

      Djokovic está vindo de 3 Slams consecutivos. Wimbledon vencendo Anderson na final, porém precisou de 2 dias pra vencer o Bicampeão Nadal na semi. Derrotou Del Potro na final do Us Open e atropelou Nadal na final do Australian Open, com apenas 9 erros não forçados.

      Com esses grandes jogadores chegando em finais de Grand Slam, incluindo obviamente o Federer que é extremamente regular, além de gênio. Não vejo nenhum motivo pra chamar 2013-19 de entressafra.

      Responder
      1. André Luiz

        Desculpe, Jonas, mas Nadal já existia na era de domínio do Federer.

        E em boa parte do período que você cita, estava mal das pernas [algumas vezes, mal do jeolho], como em 2015. Já Federer, que você diz ter dominado por causa de uma ”entressafra”, estava acima de 32/33 anos de idade depois de 2013/14. Ou a idade não vale para Federer mas serve como justificativa para Djoko ter sido freguês do suíço até 2010?

        Só resta como ”principal adversário” de Djokovic o Murray.

        Será Murray tão melhor assim que Safin, Hewitt, Nalbandian, Agassi e outros contra quem Federer se debatia no seu período de dominância? Em quadra rápida, não me parece que seja assim.

        O argumento da ”entressafra” pode muito bem ser revertido contra Djokovic: enfrentou um Federer acima dos 30 anos, um Nadal já com problemas vários nos joelhos, e um Murray — o ”patinho feio” do Big 4.

        [Não acredito em nada disso, estou falando ”for the sake of the argument”].

        Responder
        1. Jonas

          Claro que existia, Nadal é precoce, todos sabem. Foi dominante no saibro entre 2005-2008 sim. No entanto, era claramente inferior nos demais pisos, normal.

          O Nadal só foi “consertar” aquele serviço problemático dele em 2008 e na grama evoluiu bastante, bem superior ao Nadal finalista de WB 2006, por exemplo.

          Venceu seu primeiro Slam na quadra rápida em 2009 aos 22 anos sobre Federer. Antes disso o espanhol naturalmente era bem inferior a Federer e a tantos outros jogadores nesse piso.

          Não discuto que ele esteve mal em 2015, claro que estava. Discuto o nível de Nadal fora do saibro entre 2005-2007, quando ele era um garoto precoce.

          Vamos a idade de Federer. O suíço venceu seu primeiro Slam aos 22 anos. Repare que antes de 2003 o Federer apesar de ser ótimo jogador, estava ainda no início de carreira, faltava uma série de coisas pro suíço dominar o circuito. Assim como faltava pro Nadal até 2008 e também para para Novak até 2010 (23 anos). Mas vamos lá, entre 2005-07 o Federer é um jogador no auge, experiente e completo.

          Claro que ele pode ter uma queda técnica ou física, mas já é um veterano, um cara completo, como não admitir isso?

          Agora, vou me referir ao nível dele. Minha opinião, é o tenista mais regular, mais ainda que Djokovic e Nadal, porque lesão o cara quase não tem. Não dá pra chamá-lo de velho quando aos 36 anos venceu 3 Grand Slams, não por sorte, mas porque apresentou um nível de número 1 do mundo naquele momento.

          Meu ponto é simples. Contestam o Djokovic quando venceu Federer tantas vezes entre 2011-2015, mas este mesmo suíço acabou de vencer 3 Grand Slams mais velho do que era nesses anos citados. Circuito fraco? Não acho, simplesmente porque o nível do suíço é absurdo e fisicamente não posso afirmar que um cara desse está mal.

          Então o cara pode até ter uma idade avançada comparado a um jogador comum. Mas se ele conserva um nível técnico e físico alto, e ainda vence Grand Slam, aos 36 ANOS…acredito que a única razão de ter perdido pro Djokovic é que o sérvio foi melhor mesmo, simples. Tenista veterano é bem diferente de um jogador em início de carreira, com tanto a progredir como Nadal em 2005-2007.

          Responder
          1. André Luiz

            Eu concordo com você que o grande salto da adaptação de Nadal à quadra dura se deu a partir de 2010.

            Mas você não está levando em conta a performance dele na grama. Entre 2006 e 2011, Rafa chegou a todas as finais de Wimbledon exceto em 2009 , em que não disputou o torneio. Já depois de 2011 ele só chegou às quartas de final no ano passado. Em 2012, caiu na segunda rodada para Rosol. Em 2013, na primeira para Steve Darcis. Em 2014, caiu nas oitavas de final para Nick Kyrgios. Em 2015, perdeu na segunda rodada para Dustin Brown. Em 2017, ficou nas oitavas de final ao ser derrotado por Gilles Muller.

            Então você há de concordar comigo que os melhores resultados de Rafa sobre a grama são, de fato, entre 2006 e 2011.

            Mas eu tenho outras estatísticas interessantes. Se usarmos o aproveitamento de vitórias em cada temporada, temos as seguintes médias do espanhol:

            2002 50,0%
            2003 56,0%
            2004 62,7%
            2005 88,7%
            2006 83,1%
            2007 82,3%
            2008 88,1%
            2009 82,5%
            2010 87,7%
            2011 81,9%
            2012 87,5%*
            2013 91,4%
            2014 81,3%
            2015 75,3%
            2016 73,5%
            2017 85,9%
            2018 91,8%*

            *temporadas em que foram disputados menos de 50 partidas por jogo
            Fonte que usei pro levantamento: matchstat . com

            Em 2005 ele teve média superior a 88% de vitórias na temporada. Entre 2005 e 2010 esteve sempre acima de 82%.
            Já os piores anos do Nadal levando em conta o percentual de vitórias, foram os de 2015 e 2016.

            Volto a perguntar. Se Nadal é o seu critério de um ”circuito forte”, o que dizer desses números? Por que entre 2004 e 2007 teríamos uma ”entressafra”, e entre 2014 e 2016, não?

          2. André Luiz

            ps.: acrescente à velhice do Federer a cirurgia no joelho que ele realizou em 2016…rs Veja que estou implicando a respeito desse ponto justamente pra ressaltar que não há lógica em se falar de ”entressafra”. Não há entressafra, nem no período áureo do suíço nem no período áureo de Nole. Esse é um argumento furado. Não há motivo pra se falar de entressafra em um desses períodos e não no outro.

  33. Wilson

    Mestre, aproveitando os comentários acima, na sua opinião, quais os 5 melhores tenistas de todos os tempos e quais os 5 melhores esportistas de todos os tempos?

    Responder
  34. Jonas

    Nando, o Djokovic não vai chegar perto desse número de vitórias, simplesmente porque não é tão longevo quanto Federer. O estilo do sérvio é mais desgastante, creio que joga em alto nível até uns 35 anos no máximo.

    Mas é bem possível que supere outros recordes mais importantes.

    Outro recorde que ele não vai passar é o de 237 semanas seguidas.

    Responder
  35. Jonas

    Paulo Almeida, em 2017 pra mim jogou seu melhor tênis.

    Mas temos que lembrar que em 2006-07 ele sobrou.

    Concordo que entre 2014-2015 jogou demais, mas seus fãs vão dizer que perdeu finais porque não era mais o mesmo.

    Em 2010-2011 assisti boa parte dos jogos dele, estava jogando muito. Mas aí ele tinha uma tarefa árdua, Djokovic entrando no auge aos 24 anos.

    Mesmo assim, Federer sobrou no final de 2011, venceu Paris e o ATP Finals com sobras, aos 30 anos. Ele é muito regular, não vejo uma queda brusca no seu nível físico e técnico.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Pois é, ele jogou seu melhor tênis com 35/36 anos. Foi a única temporada em que dominou o Nadal. Isso joga por terra as desculpas de idade que alguns torcedores usam desde 2008. Sim, desde 2008 escuto essa ladainha!
      Em 2010 não acho que foi grandes coisas, exceto pelo ATP Finals vencendo Novak e Nadal em sequência. Em 2011 e 2012 sim jogou bem, mas foi coadjuvante dos rivais. A rivalidade Djoko x Nadal tomava todas as atenções. No final de 2011 o Djoko estava quebrado e com lesão no ombro e o jagua se aproveitou bem disso, mas nada a reclamar daquele ano espetacular.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Jogou seu melhor Tênis coisa nenhuma. O Back batido introduzido por Ljubicic , resgatou a eficiência do golpe que estava bem abaixo ( comum aos jogadores de Back de uma mão com a idade ). Mas muito longe do Tenista avassalador de 2006 / 2007 . Basta assistir a ESPETACULAR Final do AOPEN contra o talentosíssimo Marat Safin ( ex – N 1 do Mundo ) pra ver um pacote completo de enxer os olhos de quem aprecia verdadeiramente este maravilhoso Esporte. Abs!

        Responder
  36. Miguel BsB

    Na minha concepção existe um big 3 + 2,sendo esses 2 Murray e Wawrinka, com Murray com mais conquistas importantes….
    Desses, como estão discutindo nos comentários, não somente o Nadal, obviamente, mas eu Tb diria que o Stan prefere e se dá melhor no saibro…
    Roger e Novak preferem as rápidas mas são ótimos no barro Tb…
    Dalcim, concorda que o saibro é provavelmente a superfície preferida do Wawrinka? Até pela mecânica de seus golpes, ele se dá melhor em quadras mais lentas… Por acaso vc já ouviu alguma declaração do suíço nesse sentido?

    Responder
  37. Pieter

    Dalcim, a respeito da nossa melhor jogadora, de quem, aliás, sou fã número um, você acha que a Bia é mais competitiva no saibro ou nas quadras rápidas? E você endossa a opinião de alguns de que, para ela deslanchar no ranking e ocupar o lugar que o seu talento de fato merece, ela também deveria ir treinar no exterior com um técnico diferente? Talvez na Espanha ou nos EUA…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ela está bem mais à vontade na quadra dura, Pieter, o que é excelente, porque 70% do circuito é sobre piso sintético. Não, não acho que ela precise de um técnico no exterior. Ela é muito caseira, ligada à família e as coisas daqui, não sei se morar fora do país se encaixaria na sua personalidade.

      Responder
  38. Luiz Fernando

    Federer disse q as vezes evitar os melhores é legal, ele entende muito bem desse tema, era melhor encarar grandes vencedores como Baghdatis, Gonzales e Philipoussis do q Rafa e Djoko kkk…

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        RG 2016 te manda lembranças, seu parcial…

        Mas nem por isso quero aqui, tirar os méritos dos Slams do Djoko.

        (que é uma estratégia suja que vocês fazem com o Federer).

        Porém, nada mais FARSESCO do que a tua afirmação.

        O simples fato de ter sido o cabeça 1 do torneio em vários desses Slams, já desmente isso.

        Pois, na maior parte das vezes, o Djoko só foi pegar algum tenista de peso, das quartas ou até da semi em diante…

        Sem esquecer que o cabeça 1, costuma ter uma primeira semana assaz tranquila.

        E a primeira rodada, nem se fala, pois costuma pegar algum pangaré vindo do quali…

        Responder
          1. André Luiz

            Kevin Anderson é, de fato, um grande adversário.

            Só não é melhor que o ”Rei da entressafra” acima dos trinta anos, ou com o Touro Miúra com dores nos joelhos…

            [os argumentos dos apóstolos da ”entressafra” são mais ou menos assim.]

          2. Rodrigo S. Cruz

            Murray pegou o seu BULLY na final.

            Um freguês de carteirinha!

            25 x 11.

            Sem falar do caminho “mamão-com-açúcar” do sérvio, até a final.

          3. Jonas

            O Anderson na final foi mero protocolo pro Djokovic.

            Final mesmo, claro que foi contra o Bicampeão Nadal, aquele mesmo que venceu Federer na final de 2008.

            Jogo duríssimo. Djokovic poderia ter perdido, foi extremamente equilibrado.

            Mas méritos do Djokovic, que espantou a má fase. Nadal é sempre muito perigoso quando chega em fases finais de qualquer Grand Slam.

      2. André Luiz

        Tipo Tsonga, Kevin Anderson e Murray [pelo menos no saibro] no saibro?

        Aliás, não tem lógica desvalorizar Gonzalez e jurar de pé junto que Del Potro é uma “pedreira”.

        Responder
  39. Arthur

    E aí, Dalcim, você acha que o Federer vai mesmo a sério pra temporada de saibro, ou tá só de onda e vai fazer uma espécie de tour de despedida de luxo do barro europeu?

    Um abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Arthur, como eu disse outro dia aqui, esses tenistas grandes não entram para participar, entram para ganhar. Portanto, acredito que ele vai se preparar com máxima seriedade. Abs!

      Responder
  40. Neto

    Dalcim, é claro que qualquer um desses três que ganhar fará história, mas história mesmo seria se tivéssemos uma final de RG sem nenhum deles, o que acha?

    Responder
  41. Mauricio Justus

    O que faz Roger ser o melhor é o conjunto da obra. Não só dentro da quadra, mas o que ele representa fora dela. Ele é o tênis, ele é quem arrasta multidões. Acho que ele pertence a um Olimpo restrito de esportistas. Meus top five de todos os tempos e todos os esportes: Pelé, Jordan, Bolt, Ali e Federer!! Quais são os seus Dalcim?

    Responder
    1. Almeida Jr.

      Acho que não da pra colocar Federer entre os 5, poderia se ele tivesse um mental melhor, mas perdeu muita coisa ou por amarelar na hora H ou por viajar desnecessariamente. Como digo sempre, Federer deveria ter no MÍNIMO 25 GS, porém “só” tem 20.
      E acho muito complexa uma lista dos 5 maiores atletas, teriam que ser analisados diversos fatores pra se fazer uma lista com um número tão pequeno. Mas chutando uns 5 colocaria CR7, Phelps, Slater, Wayne Gretzky e Jesse Owens.
      Mas ainda assim, é muito difícil fazer uma lista dessa.

      Responder
      1. Jose Yoh

        Pesquisa é uma coisa, opinião de especialistas é outra.
        Creio que poucos especialistas em esportes deixariam Pelé de fora.
        Pesquisa sempre vai ganhar a paixão pelos ídolos mais recentes, sem considerar os avanços nos esportes.
        Pelé até hoje seria um excelente atleta.

        Responder
  42. Renato

    Difícil dizer quem tem resultados mais expressivos no saibro entre Novak e Federer. O sérvio tem mais títulos de masters, mas Roger tem mais finais em Roland Garros. O suíço perdeu final de slam apenas para Rafa, mas Djokovice perdeu tanto para o espanhol como foi varrido por Wawrinka. Novak venceu Nadal, porém no pior momento possível para Rafael.
    Pelo estilo de jogo dos dois tenistas, a tendência seria o sérvio ter resultados melhores, pois seu estilo de jogo casa melhor com o piso, mas não tem! Acho bem equilibrado. Claro que, o tenista do Leste europeu pode sim terminar com números mais expressivos que Roger no final da carreira dos dois na terra batida, mas eu apostaria que ele não vai vencer mais por lá.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Deixe de ser ridículo, rapaz. Djokovic é muito superior ao Fregueser no saibro. Ganhou todos os Masters 1000 em cima do melhor Nadal (Roma duas vezes), passou o trator em RG (não importa se era a melhor versão, era o capivara em sua casa) e sempre deu mais trabalho do que o pobre suíço, sempre presa fácil. Em 2013 mesmo não venceu o jogo por puro azar de encostar na rede.
      Aliás, o Nole é superior ao jagua da montanha em todos os pisos e por isso é merecidamente o GOAT.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        O papel dele é mero reflexo do que você faz.

        Vocês são uma espécie de MANCHA VERDE das torcidas de tênis.

        Causam asco…

        Responder
        1. Jonas

          Quanta hipocrisia. Esse cidadão aí comenta as mesmas coisas endeusando o Federer há anos, embora tenha trocado o nome, mas todo mundo sabe quem ele é.

          Claro que não é de fato o que ele pensa, mas só escreve como tentativa de provocação, já que toda hora alguém constesta o suíço perfeito dele.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Veremos agora mesmo onde reside a hipocrisia.

            O Renato é somente um que provoca.

            Agora, deixa eu passar uma pequena lista dos provocadores anti-Federer que PROLIFERAM aqui:

            Primeiro lugar: Jonas.

            Isso mesmo. Não pense que você vai passar batido, não.

            Agora você ficou mais comportado, mas até pouco tempo você era insuportável…

            Quer mais?

            Paulo Almeida, Léo Gavio, Valmir, Roger Fedeiros, e mais uma infinidade de FAKES que só aparecem quando o Djokovic está em alta!

            Contra fatos, não há argumentos.

            Pelo menos aqui nesse blog, vocês estão ANOS-LUZ das demais torcidas no quesito fanatismo…

      2. Nando

        Vc não deve ter visto o “melhor nadal” no saibro, pra estar falando isso.
        Ele de 2005 a 2010 (2009 menos) foi “sobre-humano” lá…o tênis não começou em 2011, qnd é q vcs irão entender isso?

        Responder
    2. Geailton

      Sua adoração pelo federer o faz cego. Querer comparar o desempenho dos 2 no saibro. Novak ganhou Roland Garros ganhando do nadal, federer jamais fez isso. Esta discussão termina aí.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Vai desculpar,

        Mas o Nadal daquela edição de RG, teria perdido até pro Federer.

        O Djokovic o despachou em 3 sets tranquilos.

        Evidente que o Nadal estava mal de físico…

        Responder
      2. Sandro

        Djokovic nunca ganhou Roland Garros vencendo o Nadal. Em 2015, ano em que ganhou do Nadal nas quartas, ele perdeu a final para o Wawrinka.
        Mas, de fato, Djokovic me parece melhor do que Federer no saibro.

        Responder
      3. André Luiz

        Novak nunca venceu RG ganhando do Nadal.
        Quando ganhou de Rafa, em 2015, perdeu a final para Wawrinka,
        Em 2016, quando o sérvio finalmente conquistou o torneio em decisão contra Murray, não houve confronto com Rafa, que desistiu de Rolanga após a segunda rodada por conta de dores no pulso.

        Responder
    3. Paulo F.

      A cegueira pelo Federer do Renato é tão grande que ele tenta equalizar o Federer ao Djokovic no saibro.
      Que jeito?
      Djokovic tem TODOS os M1000 do saibro e mais de uma vez conquistados.
      Federer nunca conseguiu ganhar Roma e Monte Carlo – perdendo Monte Carlo para o mesmo Wawrinka que usam para achincalhar o Djokovic em RG e Roma para Félix Mantilla (who?).
      Em TODOS os M1000 conquistados, Djokovic encarou pelo menos uma vez o Nadal na final e conquistou título em cima dele.
      Em RG, GANHOU do Nadal – não importando a situação do Nadal – Federer NUNCA derrotou Nadal em RG, nem mesmo quando o espanhol ainda estava nas fraldas e Federer já no seu ápice.
      Djokovic perdeu todas as finais que disputou contra Nadal em RG? SIM, mas em várias delas foram partidas árduas para Nadal derrotá-lo.
      Federer nas finais que disputou contra Nadal em RG nada mais foi do que um simples protocolo para o espanhol.

      Responder
      1. Jonas

        Sem dúvidas Paulo.

        O Federer, apesar de ótimo saibrista, parecia um iniciante quando encarava o Nadal em Roland Garros.

        O espanhol devia dar graças a Deus, quando via mais uma vez o suíço do outro lado, era certeza de título.

        O Djokovic fez grandes coisas no saibro. Bateu de frente com um cara que é um Deus nesse piso. Nadal sim é um cara incontestável como GOAT do saibro. O cidadão tem 11 títulos em Roland Garros, não preciso dizer mais nada.

        Responder
      2. Jonas

        Só um detalhe Paulo, você citou o Wawrinka.

        O suíço não só derrotou Federer na final de Monte Carlo dominando o jogo como também repetiu a grande atuação em Roland Garros 2015.

        Foi um belíssimo torneio do Wawrinka. Venceu Federer e Djokovic, feito raríssimo. Esteve imparável naquela final. Semanas antes havia derrotado Nadal em Roma.

        Se Novak não venceu 6 Slams seguidos, pode colocar na conta do Wawrinka…o sérvio poderia muito bem ser bicampeão na França. Mas esse suíço mereceu o título porque jogou um tênis assombroso, é triste ver ele amarelando tanto pro Federer nas quadras rápidas.

        Responder
      3. Luiz Fabriciano

        E outra coisa: enfatizam sempre que Nadal perdeu para Djokovic em RG 2015 por não ter sido melhor Nadal (duvido). Federer tomou uma aula de tênis em RG de Guga, já como #1 e contra o brasileiro todo estropiado do quadril, sendo batido em seguida por Nalbandian, que não era tão afeito ao saibro assim.

        Responder
    4. Marcio

      Federer venceu o djoco na semi de roland garros em 2011, djoco terrível naquele ano e número um.
      Na final, novamente o Nadal e aí perdeu.
      Mas foi uma grande vitória, ano em que o Federer mesmo com os dois monstros ainda conseguiu atingir novamente o topo do ranking.

      Responder
    5. André Luiz

      Também considero bem pau a pau entre Nole e Federer.
      Um dos grandes feitos do suíço foi colocar fim à sequência de mais de oitenta vitorias consecutivas de Rafa no saibro, com aquela final no Master de Hamburgo. Mais ainda, foi de virada e metendo um pneu no set derradeiro. Depois do jogo, Nadal pediu uma camisa do suíço autografada. Não é preciso dizer mais nada.

      Responder
  43. Renato

    Já que alguns aqui citaram feitos, acho um feito muito maior que vencer os 4 slam em sequência ,vencer dois slam diferentes, pisos diferentes, por cinco anos seguidos como Roger fez no u.s open e Wimbledon.
    Como Dalcim escreveu, tem outras coisas que podem dizer quem é o GOAT, além dos títulos e recordes.
    Acho uma piada de péssimo gosto colocar o nome de Novak como possível GOAT. Sem chance alguma. Apenas para seu fanáticos e poucos torcedores.

    Responder
    1. Renato

      O que não diminui em nada a carreira do sérvio. Com certeza estará entre os cinco maiores, talvez não entre os cinco melhores.
      Pra ser o GOAT é preciso ter algo a mais. Robozinhos, maratenistas e passadores de bola não podem concorrer.

      Responder
    2. Paulo Almeida

      Ganhar 4 Slams em sequência e ainda duas sequências de 3 (uma ganhando 3 finais do Nadal) e outra acima com 31 anos (passando o carro no capivara em duas dessas conquistas) coloca Novak Djokovic indiscutivelmente acima do Fregueser, que só conseguiu 2 sequências de 3 GS na pífia entressafra dos anos 2000. Olha os caras que ele pegou: Roddick, Agassi aposentado e Baghdatis na primeira e moleque Nadal de 20 anos, Roddick e González na segunda. KKKKKKKKKKKKKKKK, que piada.
      Fora que depois dos 30 nunca ganhou sequer 2 GS seguidos e nem terminou o ano como número 1. Que “GOAT” é esse?

      Responder
        1. Paulo Almeida

          Djokovic tem 12×6 em finais contra o freguês e era pra ser 13×6 se ele não tivesse fugido da final do ATP Finals 2014.

          Roddick é a razão do banguela ter números inchados na entressafra dos anos 2000. Foi só começar a era Big Four que a farra acabou. Aceita que dói menos.

          Responder
        2. Luiz Fabriciano

          Quem é Roddick? O pior #1 da história, classificado por ele mesmo e aposentado há mais de 5 anos.
          É sensato imaginar que os dois estando em atividade, esse h2h permaneceria assim, tendo o sérvio vencido 9 GS desde seu afastamento para cá? E apenas um jogo de diferença…

          Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, a presença dele já está mais do que confirmada (exceto claro se acontecer uma contusão às vésperas do torneio). Chances de vencer são pequenas e teriam de passar pelo mau desempenho dos outros principais nomes.

      Responder
  44. Renato

    É preciso entender o que eu escrevi. Os maiores rivais de Rafa não tem o saibro como preferência, apesar de serem ótimo jogadores no piso. Assim como o maior rival de Federer e Novak não ter o piso duro como preferência, simples assim!
    A diferença é que existem MUITO MAIS tenistas com capacidade de jogar bem nas hards do que no piso de pó de tijolo.
    Do “big 4, tanto Murray, Federer e Novak preferem as quadras duras e apenas um integrante o saibro.
    Façam as contas de quantos jogadores do top 30 preferem o saibro.
    Nadal, Thiem, Fognini… Quem mais?
    Já nas hards Federer, Novak, Stan, Raonic, Anderson, Cilic, Kyrgios, Nishikori, Zverev, Shapo, Aliassime…. Tem como comparar?

    Responder
  45. Sérgio Ribeiro

    Novak ( 3 Finais e um Caneco e 8 MASTER 1000) e Roger( 5 FINAIS e um Caneco com 6 MASTER 1000 no Saibro ) é óbvio que são Saibristas de categoria. Mas o Touro em forma , é de longe novamente o favorito. Titio Toni nunca esteve tão preocupado com a lesão. Dito isto , considero Novak , Thiem e Roger ( mesmo em Tour de despedida ) como as maiores ameaças. Thiem aos 25 e mais maduro, realmente corre por fora. Zverev como ZEBRA , a meu ver. Abs!

    Responder
    1. Jonas

      Federer em Madrid é um dos grandes favoritos.

      Mas é preciso depositar muita confiança nele em Roland Garros…acredito que chega até as oitavas ou quartas.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Tem razão , Rodrigo. Foram Duas perdidas para o Touro e uma para STANIMAL. Quando venceu foi pra cima de Murray. Na boa , depois dizem que o Suíço somente venceu porque era Soderling. Este conseguiu bater tanto o Espanhol quanto o Suíço em anos consecutivos em Rolanga. Abs!

        Responder
  46. Filho

    Achei Nole muito desinteressado nos masters americanos. Depois que arrasou Nadal na Austrália, acho que ele vem com tudo no saibro europeu e ele motivado exige o máximo de qualquer um em qualquer piso.

    Responder
  47. André Barcellos

    Contra fatos não há argumentos. Seja entressafra de saibristas, ou de adversários, ou qualquer outra desqualificação que arrumem, os números desses três monstros indicam uma consistência absurda ao longo de muitos anos.
    Acho que nunca mais veremos três tenistas dessa dimensão jogando ao mesmo tempo.

    Responder
  48. Neto

    Bom dia mestre, gostaria de uma opinião sua, pra vc qual o maior esportista de todos os tempos? E só pra deixar registrado , ninguém analisa como vc o tênis, por isso seu blog é um sucesso total , abraços!!!

    Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Acho impossível fazer uma lista simples de top 10, Neto. Os esportes têm particularidades muito distintas, ainda mais se compararmos individuais ou coletivas. Acredito que a maioria das listas tenham que contar com nomes como Phelps, Jordan, Ali, Pelé e Federer. Mas como ignorar Bolt, Spitz, Nicklaus, Woods, Comanecci, Lewis…

          Responder
  49. CFSoares

    Olá Dalcim, não entendi seu comentário sobre a possibilidade de Nadal ultrapassar Federer no número de semanas com top 10. Pois, além de Nadal, Federer também aumentará o número de semanas como top 10 na temporada de saibro (no momento: 734 a 728), mantendo a diferença, pois não há possibilidades de Federer sair do top 10. Certo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      “Sequência de semanas”, Cleuton. Esclarecendo a você e aos demais: no TOTAL de semanas como top 10, Federer é absoluto, com 858, seguido por Connors (817) e Agassi (747). Nadal é o quinto (726).

      Responder
  50. Chileno

    Essa temporada de saibro está chegando com mais incertezas do que de costume. Nadal é um monstro na superfície, então é impossível não dar favoritismo a ele, sempre que pisar numa quadra de saibro. Porém, ele foi derrotado de uma forma acachapante pelo Djoko na final do Australian Open, e novamente chega meio bichado. Se estiver mesmo plenamente recuperado tem amplo favoritismo, mas num embate contra Nole, não sei não…

    Djokovic é o tenista a ser batido, venceu o maior nome para a temporada de saibro há pouco tempo de maneira esmagadora, porém teve participações apáticas nos últimos torneios e perdeu até para jogadores do terceiro para quarto escalão (Kohlschreiber e Yakult) nos últimos torneios. Esteve bastante errático e passivo.

    Federer não pisa numa quadra de saibro (oficialmente, pelo menos) desde 2016. Este sempre foi o piso que menos combina com seu estilo, mesmo nos tempos áureos. Agora, com a idade avançada, a tendência é que seja mais difícil ainda para ele, tendo que batalhar mais a cada ponto. Por outro lado, o maestro vem de atuações muito sólidas e convincentes nos Masters americanos de piso duro lento, inclusive jogando de maneira paciente e com muita regularidade no fundo da quadra. Não o consideraria favorito em nenhum dos grandes torneios, mas também não o descartaria completamente em nenhum.

    Thiem vinha fazendo uma temporada fraquíssima até subir o nível e vencer Indian Wells, jogando muito, com um tênis agressivo e sólido. Na sequência acabou perdendo cedo em Miami para a sensação polonesa. Confesso que não vi esse jogo. O Thiem jogou mal, ou o Hurkacz que jogou muito? Ou as duas coisas? Enfim… se o austríaco jogar tanto quanto jogou em Indian Wells, ele será uma grande ameaça, mesmo porque seu jogo funciona muito bem no saibro. Mas se jogar como vinha jogando antes…

    Zverev e Wawrinka são dois caras que não vivem bons momentos, mas podem surpreender também.

    Responder
    1. Jonas

      Chileno, Nadal é o tenista a ser batido (sem lesão claro)…o homem é um monstro ali. Novak é um dos favoritos, está em um mau momento.

      Responder
  51. Fernando X

    “A menos que encare uma temporada desastrosa no saibro, Nadal deverá ultrapassar Federer na sequência de semanas como top 10 (está com 728 diante de 734 do suíço, mas distante das 788 de Connors).”
    Dalcim, não entendi este dado, visto que mesmo que Nadal aumente seu numero de semanas como top 10, Federer também vai se manter no top 10, mantendo a diferença.
    Abraço,

    Responder
  52. Carlo

    Dalcim, não entendi sua matemática. Por que vc acha que o Nadal deverá passar o Federer em semanas como top 10, se os dois continuarão somando semanas agora?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Texto diz “sequência de semanas como top 10”. A do Nadal não foi interrompida e continua em vigência, a série do Federer parou em 2016.

      Responder
  53. rafael

    Bom dia mestre!
    Belos números do big 3 e aumentando! Sobre a temporada de saibro eu vejo Nadal (se estiver 100%) e Djoko como favoritos disparados! O Federer, Thiem e Zverev terão chance em algum torneio de 3 sets e só. Em RG não terão físico e mental para enfrentar o espanhol e o Sérvio. Eu, particularmente, torço para o Djoko vencer para fechar mais umas vez os 4 em seguida! Emoções à vista!

    Responder
  54. Tom

    Creio que já estarei descansando no pó da terra quando aparecerem outros 3 caras tão grandes no tênis quanto estes aí. Federer, Nadal e Djokovic são especiais. Fica aqui a menção honrosa para Murray, Stan, Cilic e Delpo (na minha opinião, claro).

    Responder
  55. Viana

    Olhem os números desses três!!!
    Eles são demais!!!
    Com esses números se verifica que eles são bem superiores aos demais de hoje e de antes tb!
    Nadal é o rei do saibro, mas Djoko deve estar pensando muito em como pará-lo, e Federer tb! A história já mostrou que não é bom duvidar dos dois!
    Thiem é um grande nome para disputar com Nadal, jogando muito e mais experiente!
    Não sabemos como Nadal está fisicamente!
    Não existe jogo ganho!!
    A temporada do saibro promete!!!
    Desses citados não boto muita fé em Zverev. No saibro a consistência é muito exigida e ele adora perder o foco!

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  56. Paulo F.

    Alguém como Novak Djokovic, que possui 08 M100 do saibro (sendo metade delas conquistadas em cima do maior saibrista de todos os tempos) e 01 Slam conquistado no praticado no saibro, tem que ser considerado um especialista no piso.

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  57. Paulo F.

    Mais um ano e cada vez mais Roland Garros torna-se o pior dos Majors.
    Em infraestrutura, parece um torneiozinho amador perto dos outros três.
    Quem diria que o Aberto da Austrália perderia o título de patinho feio dos Slams?

    Responder
  58. Luiz Fernando

    Dalcim, qual o impacto da inatividade recente de Rafa nas suas perspectivas para essa temporada de saibro? Ano passado ele vinha da mesma forma e venceu tudo, mas falta de ritmo sempre atrapalha, além da possibilidade de contusões. Também creio q o mau momento do Djoko ajuda…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      `Pois é, acho que você respondeu tudo. Aconteceu algo semelhante no ano passado e, a partir de bons jogos em Monte Carlo, ele embalou e dominou totalmente outra vez. É mais ou menos o que eu espero. Alguma dificuldade nos primeiros jogos, mas se as vitórias vierem ele vai ganhar muita confiança. A presença de Djokovic em Monte Carlo é bem interessante justamente por isso.

      Responder
  59. Paulo Almeida

    Se o lobo comedor de fígados ganhar mais uma Nole Slam, ele consolidará sua posição de GOAT com ampla vantagem para o segundo colocado.
    Só que vai ter que jogar sério e interessado dessa vez.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Com muitos sobras ? Somente porque você quer , né ? Cada comentario seu concorre a prêmios insuperáveis de mediocridade. Parabéns rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Com muita folga sim. Nem Fregueser nem Cueca ganharam 4 seguidos, imagina repetir o feito. Vai ficar muito sem graça a discussão.

        Responder
    2. Jonas

      Olha que é bem possível…mas Thiem e Nadal certeza que vão jogar bem, caso não haja lesão.

      Seria um feito incrível…o sérvio pra mim será considerado maior do que Nadal e ficará bem equilibrado com Federer.

      Responder
  60. Henri

    ”Time Brasil é convocado com Bia Maia e Carol Meligeni para confronto contra a Eslováquia na Fed Cup”
    Vai com Gabriela Cé também ?
    Grande tenista.

    Responder
  61. Jordão Rangonaldo - Osasco/SP

    Dalcin, meu cumpadre!
    Sá pena saber que o saibro vai começar e a pataquada brazuca vai continuar levando “pau”.
    Não tem um que se salva, que bando de “bundas” . Parecem que nasceram para levar no loló.

    Jordão Rangonaldo – Osasco/SP

    Responder
  62. Rodrigo S. Cruz

    Com tantos números expressivos,

    só mesmo assinando um atestado de retardo mental, para querer desqualificar as conquistas de qualquer um desses três….

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Exato!

        E por isso mesmo você deveria chamar a atenção do teu amigo Chetnik.

        Que na pasta anterior veio insinuar doping do Federer. (entre outros insultos, claro).

        Responder
  63. andre

    Dalcim, acompanho sua página faz anos. Em quem vc aposta que vai terminar a carreira como o goat, (se quiser responder é claro…) tenho muita curiosidade de saber a opinião vinda por um especialista. Nós torcedores, jogamos o coração na discussão e daí já viu…. além disso, não temos crítérios para avaliar qual o melhor tenista.
    Sou fã da sua página e dos seus artigos!
    abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Tudo legal, André. No momento, eu apostaria ainda em Federer. Já escrevi algumas vezes que a avaliação de uma carreira não deveria ser apenas uma questão de números. Existe todo um conjunto de situações que colocam o suíço num patamar único. Obrigado e abraço!

      Responder
        1. Jonas

          Só vamos saber de fato quem é maior no término de suas carreiras.

          Não creio que os números irão mentir. Djokovic pode ir muito além do H2H positivo contra o suíço, passando em número de Slams e em semanas, pode inclusive vencer os 4 Slams seguidos mais uma vez, convenhamos que é difícil.

          Se o fizer pra mim não resta dúvida. Alguns analistas de peso dirão que Djokovic é maior, outros vão dizer que é o Federer.

          Assim como há um conjunto de situações que favorecem o Federer como maior, mesmo que termine com números inferiores, acredito que o contrário também acontece. Afinal, todo mundo sabe que o suíço teve diversas chances de dominar Djokovic e Nadal e não o fez, isso é fato. Entre 2004 e 2014, ele foi simplesmente pífio contra o espanhol (seu maior rival), tomou pneu em final de Slam, entubou derrota em Wimbledon não só pro Nadal, mas pro Djokovic também, 2x seguidas. Nunca chegou perto de derrotar Nadal em Roland Garros.

          Suas 237 semanas seguidas como n1, talvez o feito mais incrível de sua carreira, se deu com um Djokovic em início de carreira e um Nadal mais saibrista que nunca, também em início de carreira. O contra-argumento Federista diz que ele começou a decair fisicamente aos 30 anos, mas o próprio Federer 8 anos depois está fisicamente voando, tecnicamente até melhorou bastante. O Backhand que antes era um buraco, o ajudou a vencer Nadal 4x em 2017. Enfim, Federer é contestável sim como GOAT, embora neste momento ainda apresente números mais relevantes que seus rivais.

          Responder
          1. Jose Yoh

            Eu penso que a idade é um fator relevante no início da carreira, mas muito mais relevante no final.
            Se você diz que Federer só conquistou as 237 semanas porque os rivais eram jovens, então podemos supor que o sérvio não conquistaria tudo que conquistou se Federer fosse da mesma idade.
            Uma pena que tudo fica no “SE”.

          2. Nando

            Jonas, Federer tbm deu pneu em final de Slam sobre o nadal (WB2006), deu pneu em final de masters sobre nadal (Hamburgo 2007) deu pneu em RR de Finals sobre nadal (2011), deu pneu em final de masters sobre djokovic (Cincinatti 2012)…
            Federer tomou 3 pneus em td a carreira (último em 2008), djokovic e nadal tomaram mais de 10 cada um.
            E “Federer reinava nas hard entre 2004 e 2006 pq djokovic não existia ainda”…vc queria o q? Q Federer jogasse contra quem não existia ainda no circuito? Hahahahaha é cada uma…
            Em 2007 o sérvio já era N3 do mundo…esse seu argumento de “fulano era novo ainda” é patético. Então a precocidade de nadal, Becker e Sampras valem pra ganhar Slam, mas qnd perderam é pq era novos? Hahahahahaha é cada uma…
            Federer aos quase 38 anos vem aí, atravessando gerações (está disputando contra a 4° geração)…fazendo o q ninguém mais fez na idade dele. Vc deveria usar outros argumentos VÁLIDOS, ao invés de falar as mesmas ladainhas de sempre, repete a mesma coisa em tds os posts. Vou citar alguns números pra vc (na ordem Fed x djo):
            Slams 20 x17
            Federer é o único ao ter ao menos 5 títulos em 3 Slams diferentes. Recordista de finais, semifinais e quartas de finais.
            Vitórias em Slams 342×265 (acha q o sérvio chegará???)
            Vitórias no AO 97×68 (acha q o sérvio chegará???)
            Vitórias em RG 65×63
            Vitórias em WB 95×65 (acha q o sérvio chegará???)
            Vitórias no USO 85×69 (acha q o sérvio chegará????)

            Finals 6×5
            Federer e o recordista de finais e semifinais do Finals
            Vitórias no Finals 57×35 (acha q o sérvio chegará???)

            Semanas na liderança 310×245
            Semanas consecutivas na liderança 237×122 (acha q o sérvio bate essa???)
            Semanas no top2 528×376 (acha q o sérvio bate essa???)
            Semanas no top3 707×524 (acha q o sérvio bate essa???)
            Semanas no top5 781×567 (acha q o sérvio bate essa???)
            Semanas no top10 858x ??? (Desculpe, mas aí o 5° q é Lendl está com 671, o sérvio não está no top5 disso)
            Temporadas terminadas no top1 5×5
            Temporadas terminadas no top2 11×7
            Temporadas terminadas no top3 14×11

            Masters 28×32 (até q enfim o sérvio está na frente em uma)
            Vitórias em masters 374×335
            Federer ganhou 7 dos 9 masters
            O sérvio tem o “career masters” (olha só, a segunda q ele está na frente)

            Títulos 101×73
            Vitórias 1198×849 (acha q o sérvio chega nessa???)

            H2h 22×25 (3° estática q o sérvio está à frente)

            Como vc viu, o sérvio está na frente em apenas 3 dados.
            Então, “chapa”, segura a onda aí…qnd djokovic chegar nesses números aí, quem sabe ele poderá ser o G.O.A.T, né? Pois tem q comer mto arroz com feijão ainda.
            Desculpe o extenso comentário, Dalcim.

          3. Sérgio Ribeiro

            Voltou ao normal , né caríssimo Jonas. Vai contestar alguém que além de possuir 20 SLAM ( enfrentando gerações que começaram em Agassi e CIA ) e fez 10 FINAIS de SLAM consecutivas ? E é muito maior que o Sérvio para o Esporte. Isso para o Mundo todo. Não para Jonas e o tal de Valmir . Porque será ? rs Abs!

          4. o

            Jonas, o Fregueser jogou seu melhor tênis justamente em 2015 e 2017, mas em 2015 Djoko era ainda melhor e venceu 6 dos 9 confrontos, já incluindo o AO 2016.

            O suíço ganhou bem mais na entressafra 2003-2007 justamente porque só tinha adversários pífios nas rápidas. Nadal era só saibro e o jovem Djokovic só começou a aparecer em 2007. Aí a esquerda limitada e a pouca força mental passavam batido, exceto contra o espanhol.

          5. Jonas

            Nando, me refiro ao Nadal especificamente pois ele é a pedra no sapato do Federer desde 2004.

            Como eu disse, o Nadal no início de carreira era mais saibrista do que nunca. A derrota dele em Wimbledon 2006 pro Federer foi mais do que normal e apesar do pneu, foi um jogo não tão tranquilo pro Federer.

            Ele estava no auge, contra um garoto que nas hards era outro jogador, mas naquele circuito conseguiu chegar em uma final em total desequilíbrio. Já a final de 2008 de RG foi um vexame…6×1 6×3 6×0…o Nadal afundou seu maior rival…e poucos meses depois, aí sim o Nadal tinha progredido na grama e conseguiu derrotar o suíço em Wimbledon, coisa que eu duvido muito que o Federer faria em Roland Garros, chances não faltaram, 5 oportunidades, em 3 delas o suíço no auge físico e técnico. Curiosamente, sua melhor apresentação foi em 2011, aos 30 anos.

            Eu gostaria que os 3 fossem mais próximos na idade, que fossem contemporâneos. Duvido muito que Federer ficaria 5 anos seguidos na liderança do Ranking. Mas enfim, o que quero dizer é que Federer GOAT é contestável sim.

            Se eu digo que Nadal não é o maior no saibro vocês vão me apedrejar, porque é um absurdo, NINGUÉM no Mundo constesta o espanhol nesse piso.

            Mas o Federer apesar de ser o Maior até então, foi dominado por seus rivais. A desculpa sempre é a idade, até concordo que um tenista comum de 30, 31 anos normalmente vai ter uma queda física ou técnica. Mas Federer está aí voando, não?

            Na minha opinião, o Federer ficou mais velho, porém conservou um nível altíssimo que o permite jogar até os 40 anos se quiser, inclusive com chances de vencer Wimblendon e outras quadras rápidas, ele pode porque o seu estilo único lhe permite. Aí vem alguns fãs justiticar suas derrotas em 2014,15 como se o cara fosse um ultrapassado. Por isso eu gostaria que fossem da mesma idade, porque de fato o suíço não tem culpa nenhuma se Djoko e Nadal vieram depois.

          6. Jonas

            Sérgio, você faz questão de não entender nada do que escrevo.

            O que digo é que Federer GOAT é contestável, ou seja, há argumentos válidos que não o colocam nessa posição.

            Diferente de um Nadal GOAT no saibro.

            Ninguém aqui está querendo dizer que vencer 20 Slams é fácil ou que Federer é comum.

            Eu não acho isso, reconheço que o cidadão é um gênio do tênis, extremamente relevante no esporte.

          7. Jonas

            Federer não tem culpa da falta de rivais a altura entee 2003-07. Também não contesto a qualidade do jogo dele, isso é inegável goste dele ou não.

            Mas existe uma maioria que afirma que Federer é GOAT incontestável.

            Discordo que ele é incontestável. Vejamos, em seu AUGE (2005-07) ele foi pato do Nadal. Reparem que o Nadal era quase que exclusivamente um saibrista, só foi amadurecer seu jogo mesmo em 2008, mas nas hards ainda sofria. Mesmo assim, como Federer não tinha rivais a altura, o jovem Nadal chegou nas finais em wb 2006-07-08, quem acompanhou sabe que o seu serviço era limitado até 2007.

            O Nadal de fato é precoce, mesmo jovem tinha um mental absurdo. Mas é fato que foi progredir em outros pisos pós 2007. Curiosamente, venceu em cima do maior rival em WB 2008 e AO 2009. No saibro de RG ele havia atropelado o suíço.

            Djokovic estava no início de sua carreira sim em 2007, aos 19 anos. Tinha problemas no serviço, fazia brincadeiras idiotas de imitar os outros, e naquele circuito mais fraco já era n3 do mundo. Quem trazia problemas pro Federer entre 2001-2005, ou tinha se aposentado ou já não estava no mesmo nível. O Suíço fazia final de Slam contra Baghdatis, Gonzáles..cansou de enfrentar Roddick em final Wimbledon. O americano inclusive venceu Novak diversas vezes, até 2010 se não me engano. Depois disso virou freguês.

            Não estou chamando Federer de tenista comum, sortudo ou aproveitador. Digo que entre 2003-2007 ele não precisou enfrentar Nadal ou Djokovic no auge. Quando isso aconteceu, perdeu a maioria dos jogos.

            E se Federer fosse velho ou ultrapassado, teria se aposentado em 2011. Não o fez porque ainda tinha nível, fisicamente estava bem. Ele mesmo declarou recentemente que após o Australian Open 2016, não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Isso porque nunca foi comum na carreira do Federer se lesionar. O suíço tem o físico privilegiado e ainda faz o que ninguém no circuito faz, termina partidas com menos de 1h de jogo. Na minha opinião, tecnicamente o Federer esteve em seu melhor em 2017.

            É o maior por conta de seus ótimos números, mas é exagero dizer que é incontestável.

          8. Jonas

            O pneu que o Federer tomou do Nadal na final de Rg, foi só pra completar o massacre, pois já tinha sido 6×1 pro espanhol no primeiro set. Foi de fato uma surra este jogo.

            Já em Wimbledon 2006, o garoto Nadal estava visivelmente nervoso. Tanto é que os 2 sets seguintes foram para o tie break. Ainda assim, na grama a diferença entre os 2 era muito grande, Federer era muito mais experiente e claro muito superior neste piso. Repare que em 2008 o espanhol estava pronto pra ser campeão ali, já era muito mais jogador.

          9. André Luiz

            Um dos mitos mais tolos brandido por alguns torcedores de Djokovic é da ”entressafra” entre 2003 e 2007. Federer disputou títulos em quadra dura contra gente como Agassi, Nalbandian, Safin, Hewitt, Roddick, Gonzáles, Blake e outros, mas meia dúzia de três continuam falando de entressafra.

            Gostaria muito de saber porque esse período seria uma ”entressafra” em torneios de quadra dura e os anos entre 2013 e 2019, quando Djkojo ganhou a maior parte de seus títulos, não. Afinal, o maior adversário de Djoko na quadra dura eram Murray e um Federer com mais de 32, 33 anos em um circuito reconhecidamente mais lento do que seu jogo gosta.

            Por que o argumento da ”entressafra” valeria para Federer em suas finais contra Safin, Roddick, Hewitt, Agassi; e não valeria para Djoko em suas finais contra o próprio Federer, Murray, Stan Wawrinka e Kevin Anderson?

        2. Chetnik

          Kkkk, você tem uma das personalidades mais fracas que eu já vi. Sempre tentando validar seus pontos de vista com essa mesma história de “o mestre disse isso, o mestre disso aquilo.”; “agora eu quero ver contrariar o mestre”; “que vergonha, o mestre discordou de você”. Kkkk. Você não fica com vergonha disso não? Kkkkk.

          Tenho todo o respeito pelo Dalcim, se não tivesse, não estaria aqui há anos, mas, deixa eu te dizer uma coisa, eu tenho opinião própria.

          Responder
  64. Renato

    Sem dúvidas Nadal deverá vencer pelo menos três dos cinco torneios que vai disputar.
    Rafa é o rei do saibro? Sem dúvidas! Mas não podemos esquecer que Federer, Novak e a maioria absoluta do circuito preferem as quadras duras, O que facilitou muito a vida do espanhol em sua carreira. Uma entressafra de saibristas.
    Acho que Novak, Thiem e Zverev podem fazer frente ao espanhol em jogos em melhor de três sets, e apenas Djokovic(Se estiver bem) em melhor de cinco.
    Também não podemos esquecer que Nadal foi salvo pela chuva no ano passado em Roma, contra Zverev, e em Rg, contra Dieguito. Dois jogos que os rivais dominavam completamente antes de cair água.

    Responder
    1. R. P.

      Entressafra de saibristas? “ENTRESSAFRA”??? Normalmente esta palavra aparece no blog em outro contexto.

      Realidade: nunca existiu um tenista que sequer se aproximasse do Nadal no saibro. Nem Guga, nem ninguém. De longe – e com todo respeito aos recordes do
      Federer – o maior feito do tênis profissional é ser campeão 11 vezes do mesmo major, e alguns deles sem sequer perder sets, com a possibilidade enorme de aumentar a freguesia. O único que pode entornar o caldo do Nadal é o Djokovic. De resto, só torcendo por lesão ou um desastre como em 2009.

      Responder
      1. Jonas

        Fato, quando esteve bem, o espanhol venceu.

        Em 2009 estava mal fisicamente, o que ‘ajudou’ Federer a vencer por lá.

        Em 2015 estava longe de seu melhor nível técnico, mas acho que Novak faria frente de qualquer forma.

        O sérvio estava muito bem, apenas deu azar de pegar um Wawrinka impossível na final.

        Responder
      2. Roberto Cerqueira

        Tio Toni criou para o Nadal um estilo totalmente heterodoxo e imbatível, no saibro, pelos jogadores “normais”. Nenhum pai ou treinador de um garoto de 4/5 anos iria tentar fazer o mesmo, para levar no mínimo 14 anos para ver se tinha dado certo. Os tenistas mais velhos, então, é que não iam tentar mudar totalmente seu jogo. Esta é uma explicação lógica para a avassaladora superioridade de Nadal no saibro, além, naturalmente, de suas inegáveis qualidades.

        Responder
    2. Jonas

      Olha, nem torço pro Nadal, não gosto especialmente de suas desculpas quando perde, chora muito.

      Mas no saibro não tem como desqualificar o cara, chamar de entressafra. Nadal tem apenas 2 derrotas em Roland Garros, o cara é inconstestável por lá.

      O Djokovic sim pode até fazer frente, derrotar o cara lá em melhor de 5 sets. Mas lembremos que o sérvio perdeu em 2012 e 2013, jogando bem.

      O Nadal ali é muito chato de vencer. Concordo que em o Thiem ainda não vence o espanhol em melhor de cinco.

      Saindo de Rg e analisando “só” o saibro, o cara continua um monstro nesse piso.

      Responder
    3. Jose Yoh

      Pelo amor de Deus Renato, não aguento mais ler a palavra entressafra aqui.
      Agora existe até entressafra do saibro?
      Isso aqui tá parecendo o globo rural.

      Responder

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