O capitão certo na hora certa
Por José Nilton Dalcim
20 de março de 2019 às 21:24

oncins1Num momento delicado, o tênis brasileiro mudou o comando do time da Copa Davis. Mais do que técnicas e táticas, a ocasião exige um conceito de trabalho e acima de tudo um sentido de grupo que parece ter se perdido com o tempo.

Ninguém desconhece as qualidades como jogador de Jaime Oncins. Mas talvez pouco se saiba sobre o trabalho que ele desenvolve há alguns anos nos Estados Unidos, onde dirige a academia Montverde. Pois neste final de semana, seu grupo foi campeão do National High-School, uma competição de grande relevância no tênis norte-americano, que reuniu 32 escolas de 13 estados.

No entanto não é o título em si que chama a atenção, mas sim a filosofia. Jaime é o treinador principal, mas também o motorista do ônibus que leva o time aos torneios. Para ir ao Tennessee, dirigiu por nove horas. “Na Montverde, nosso foco sempre foi na construção não só do jogador mas sim do cidadão, mais importante do que jogar bem é ter caráter também”, escreveu ele no Facebook.  “Não estou só como treinador, mas como educador também”.

O título nacional sacramentou o espírito de união de meninos e meninas que formam o grupo competitivo, atestando a habilidade de Oncins em agregar. “Somos um time, se ganharmos todos ganham; se perdermos todos perdem. Eles entenderam o recado e ficavam andando de quadra em quadra para gritar pelo seu companheiro”. Será que não é exatamente disso que estamos precisando na Davis?

Aliás, o trabalho de formação de caráter a que Jaiminho se referiu é construído com ações. No começo de março, os estudantes da academia realizaram uma clínica de ténis para angariar fundos para toda a comunidade. Meses antes, ajudaram na construção de casas populares para a comunidade de Winter Garden para “doar um pouco do seu tempo ao próximo”. Será que não é exatamente disso que este país está precisando?

Treinador modelo exportação
Prova clássica de que o tênis brasileiro não explora suas melhores possibilidades, o técnico Ludgero Braga Neto, reconhecido como uma das grandes autoridaddes no desenvolvimento de tenistas utilizando metodologia pautada na ciência, está exportando seu trabalho.

Mestrado e Doutorado em Biomecânica pela USP, onde durante 10 anos estudou os três golpes mais importantes do tênis – saque, forehand e backhand -, Ludgero aliou prática e teoria para formatar um método de ensino baseado em avaliações.

Em janeiro, fechou parceria com nada menos que Sébastien Grosjean, ex-top 5 e hoje capitão do time francês da Copa Davis. Através de suas apuradas análises biomecânicas, o treinador brasileiro está ‘mapeando’ o garoto norte-americano Zane Khan, finalista do último Orange Bowl e considerado um dos grandes potenciais do momento nos EUA.

Ludgero

“Para planejar o desenvolvimento de um tenista, avaliações iniciais são muito importantes”, me explica Ludgero. “Precisamos saber de onde estamos partindo. Além disso, após alguns meses de trabalho, as reavaliações nos falam muito sobre a eficiência dos treinos executados. O processo é simples, porém a utilização do método de avaliação adequado é o segredo”.

Enquanto isso…


Comentários
  1. Sônia

    Rsrsrsrs… é Tomic, suas trapalhadas fez com que o público não prestigiasse o seu jogo magistral rsrs. Num horário “nobre” rsrs, estádio vazio, vazio… peninha, e mesmo assim ainda quer mais dindin?? Rsrsrs. Beijos.

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  2. Valmir

    Federer acha mais fácil… “hoje”… ganhar todos os Slams seguidos… (a raposa e as uvas)

    Federer não ganhou os 4 Slams seguidos porque Nadal não deixou… e a História demonstrou por… A + B … ser impossível ele vencer Nadal em RG.
    Delpo também tirou sua casquinha.

    Para Djokovic ganhar os 4 Slams seguidos, ele teve de ganhar de Federer… em sequência… na final de Wimbledon…. na final do US Open… na semi do Australian… todas por 3×1.

    Pensando bem… até que não foi difícil mesmo… Federer tem uma boa dose de razão… se pelo menos Djokovic tivesse enfrentando um adversário em que o resultado da partida fosse incerto….

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  3. Jose carlos

    Olá Dalcim, sempre leio teu blog, acho um espaço bem interessante.
    Faz tempo que gostaria de fazer uma pergunta.
    Na real, vou fazer 2.
    Primeira , quando a gente quiser perguntar algo pra vc, como proceder? Onde devo fazer a pergunta.
    Segunda. Onde descubro a quantidade de tie breaks disputados pelo Isner na carreira e se tem algum lugar com o ranking de que mais disputou tie breaks.
    Fico grato se responder.

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  4. Nando

    Olha, entra post novo…e Valmir e Jonas falam sempre as mesmas coisas, incrível. Acho q ambos foram no tour do Federer por aki e o suíço não quis tirar fotos com eles…é a única explicação pra esses 2 aí só falarem as mesmas asneiras em tds os posts.
    Se libertem disso, crianças.

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    1. Luiz Fernando

      Os q mais variam nos comentários são o Renato e o Lógico, concorda? Pq vc não comenta sobre os diferentes tópicos q eles abordam para diferencia-los bem dos q vc comentou kkkkkkkkkkkkkk?

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      1. Nando

        Não preciso fazer isso, já tem vc e a Rosinha pra fazerem isso…pois vcs são “unha e carne” né? Vc tem mais tempo q eu aki no blog, e lendo os comentários antigos e falando com pessoas q estão no grupo de whats do Tenisbrasil, vc sempre foi mto “conivente” com quem não é federista.
        Nunca vi vc defender federista, nunca vi vc criticar nadalista ou djokovista…e quem frequenta o blog há tempos, diz o mesmo.
        Vc mostrou isso agora, ao defender o “imparcial” Valmir né? E qnd falam da Rosinha então? Assim como ela faz qnd respondem a vc, como já vi em posts passados.
        Eu nem comento as postagens de Renato e Lógico, mas tbm nunca vi vc comentar as msgs de MC e “Fake Fedeiros”…então, termino aki.

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  5. Jonas

    Quanto mimimi do Federer.

    Mesmo pegando a entressafra e ainda por cima se aproveitando de jogadores em formação como Djokovic e Nadal, não conseguiu vencer 4 slams em sequência, simplesmente porque era amassado pelo jovem espanhol no saibro.

    Lembremos a sequência dos 4 Slams seguidos do Djokovic

    WB vencendo o Freguêsderer na final
    USO novamente vencendo o Freguêsderer na final
    AO vencendo novamente seu freguês suíço e ainda batendo Murray na final
    RG batendo o Murray novamente na final

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    1. Jose Yoh

      Bem o Federer é um dos pouquíssimos que podem comentar sobre isso porque jogou nos tempos de pisos diferentes.
      Mas minha opinião é de que padronizando os pisos, os concorrentes também aumentam nos pisos de preferência, então acho que não fica tão mais fácil como parece.
      Sem contar com o fator Nadal, um fenômeno na terra batida que impediu Federer e Djoko de conseguirem o feito algumas vezes.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Se fosse assim , caro Yoh , como você explica que depois de BORG , tivemos em 19 WIMBLEDON , e 17 ficaram nas mãos de Jogadores de Saque – Voleio ? Com a padronização , uma penca de jogadores Basiliners passou a vencer na Grama Sagrada. Depois de Goran Ivasinevic em 2001, jamais outro estilo venceu .Aproveitaram e acabaram com o Carpete. Abs!

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        1. Jose Yoh

          Sobre WB ser vencido por baseliners, concordo, é fácil perceber pela falta de grama no fundo da quadra. Vira um saibro.

          Sobre a padronização, o que eu quis dizer é que hoje um monte de gente joga bem em todos os pisos (todos são baseliners) e isso aumenta a dificuldade de ganhar cada torneio. Então ganhar os 4 não seria tão mais fácil que antigamente.

          Veja bem, é só uma ideia rápida, posso estar errado. Mesmo porque o Big 4 papou tudo neste período.

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    2. Sérgio Ribeiro

      Não precisou bater seu Carrasco em Paris , caro Valmir , digo Jonas ( ou são o mesmo ? rs ) , aliás está 1 x 6 . Com isso vocês mesmos estão diminuindo o feito do amado. Quem sabe esse ano ele não bata Rafa ou Thiem em Rolanga , e demonstre de uma vez por todas , que domina em todos os Pisos rsrsrs . ABS !

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      1. Jonas

        Nossa você sabe muito de tênis não é mesmo caro Sérgio?

        Mas acho que você esqueceu da vitoria de Novak pra cima do espanhol em Roland Garros, pelo placar de 3 x 0, no ano anterior.

        Pesquisando aqui não achei vitoria do suíço contra o rei do saibro, nem mesmo houve quinto set em 5 confrontos em Rg, abs.

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      2. Jonas

        Ah você é mesmo um cara esquecido, ou se faz. Afinal, Djokovic derrotou Thiem em Roland Garros 2016, não me lembro se foi quartas ou semis, mas sei que foram sets diretos também.

        Não só venceu o Thiem como levou o merecido título, afinal no ano anterior já havia vencido o rei do saibro, mas bateu na trave na final.

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  6. Paulo F.

    É impressionante a arrogância desse Sérgio Ribeiro.
    Sempre tentando diminuir e ridicularizar as ideias dos outros sobre tênis no blog.
    Como se ele fosse o maior conhecedor de tênis que existe – o oráculo do tênis.
    A bola da vez é o Valmir.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Teu proplema é de interpretação, Sr Paulo. O Blogueiro teve a mesma que a minha em relação as colocações de Federer. Somente alguém muito inexperiente para não perceber que ao elogiar BORG , ele estava se rendendo a capacidade de adaptação do Sueco antes da padronização. Seu problema é que as babaquices ditas para depreciar o Suíço lhe agradam muito. Mas basta o Sr voltar a emprestar seu Nick que as coisas melhoram por aqui rsrsrs Abs!

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  7. Naira

    Dalcim, como já foi comentado aqui o Federer disse que: «’Vencer os 4 Slam é mais fácil atualmente’». E ele justificou afirmando: “Isso acontece porque as superfícies estão muito parecidas. Antes o saibro era muito lento e a grama extremamente rápida, uma das maiores dificuldades era vencer Roland Garros e Wimbledon em sequência.”.
    Minha dúvida é: Houve mudança nos pisos de grama e de saibro? O piso de grama de hoje é mais lento que a grama de antigamente? O saibro de hoje é mais rápido que o saibro de antigamente? A grama do AO era diferente da grama de Wimbledon que era diferente da grama do USO? Eram 3 pisos de grama diferentes? Podemos também lembrar que teve um período que o piso do USO foi saibro.
    Uma coisa que o Federer não comentou é que, antigamente, muitos jogadores não gostavam de jogar o AO devido a distância, simplesmente não viajavam, e isso facilitou muito a vida dos australianos.
    Eu, particularmente, discordo do Federer. O que eu vejo de grande mudança, que ficou muito melhor, é quanto a facilidade de deslocamento, de alojamento, alimentação, suporte técnico, material esportivo (raquete, tênis, roupa, bola, etc), premiação, etc. Se o comentário do Federer fosse quanto a “facilities”, eu concordaria, mas quanto a piso realmente discordo.

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, o circuito todo ficou muito mais parelho em termos de velocidade de piso e de bola. Praticamente não existem mais quadras realmente rápidas e o saibro mais lento ganhou bolas mais leves. Isso é um fato inegável e qualquer tenista que tenha jogado nos anos 1990 ou 2000 já deixou isso bem claro.

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  8. Renato Toniol

    Olá, rapaziada.
    Antes de mais nada, estou usando este espaço autorizado pelo Dalcim, para divulgar o meu canal no youtube, que trata de tênis, e foi criado ontem.
    Como vocês não me conhecem, sou formado em jornalismo, e pós graduado em jornalismo esportivo e negócios do esporte, jogo tênis há 19 anos, e sou federado em São Paulo.
    Fiz um vídeo de apresentação, e espero em breve estar divulgando nos conteúdos. Estarei também fazendo um vídeo junto ao Dalcim, para contribui com o canal.
    Peço que assistam o vídeo, se inscrevam no canal, ativem o sino de notificações para sempre receberem os meus conteúdos. Gostaria também que deixassem os seus comentários nos vídeos, ficando à vontade para fazer críticas caso achem necessário, pois através delas irei aprimorar o meu trabalho.
    Segue o link do canal:
    https://www.youtube.com/watch?v=p0PGnBRFdh0
    Espero por vocês.
    Grande abraço!

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    1. Marcelo-Jacacity

      Renato Toniol,
      Parabéns pela iniciativa e pelo título no Corinthians!
      Torce para o grande Federer e sabe valorizar os também grandes Nadal e Djokovic.
      Torce para o suíço e usa a Aeropro Drive…rs
      E falar de equipamento é importante pois (raquete, corda… é algo muito negligenciado pelos praticantes /amadores).
      Isso aí, boa sorte!

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  9. Elienki

    Pois é, como é bom o nível sócio/cultural de um país de primeiro mundo! como faz bem pro ser humano está entre pessoas decentes assim podendo seguir e também da´exemplos! será que se ele estivesse nesse Brasil falido onde só reina todo tipo de safadeza ele agiria assim (até dirigindo ônibus, sendo humilde e mostrando caráter)??? mas como está em um país de respeito onde a imensa maioria tem que dá exemplo aí tem que se enquadrar mesmo!

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  10. Rubens Leme

    Uma pena que esse grande conhecimento tenístico demonstrado por Federer passe longe não apenas dos seus fãs, mas também entre os de Nadal e do Djokovic, da mesma maneira que acontece com os xiitas de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi.

    O tênis já era um esporte centenário antes deles e com marcas incríveis e grandes histórias. Infelizmente, a maioria dos comentários fica apenas na rinha idiota dos “fãs” do trio.

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    1. Miguel BsB

      Boa colocação Rubens! Tenho certeza que existem outros além de mim que conseguem apreciar e admirar esses 3 monstros chamados Federer, Nadal e Djokovic, entre outros… Pessoalmente, dos 3,prefiro assistir os jogos do Federer, que é o mais diferenciado tecnicamente deles, mas respeito demais os outros 2 e em vários momentos me vi torcendo por um deles, como me vi torcendo pro Thiem na final de IW.
      Mesma coisa entre CR7 e Messi… Sou fã dos 2! Dois cracaços, cada um com seu estilo… Como Federer, acho o Messi mais genial, mas o Ronaldo português é um fora de série, genial à sua maneira Tb.
      Acho que gostar de um não exclui gostar do outro… Quem gosta dos esportes antes de tudo, pode admirar todos eles e seus feitos extraordinários.

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  11. André Barcellos

    Excelente notícia para a Davis.
    Dalcim, mudando de assunto, alguém já falou alguma coisa sobre a velocidade das novas quadras de Miami?

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  12. Renato

    Sábias palavras de Federer. Vencer os quatros slam em sequência já não é um feito grandioso como seria anos atrás.
    Apesar de não ter vencido todos no mesmo ano, o pirulito venceu em sequência, aproveitando -se de um Nadal bichado ou em péssima fase, que facilitou a conquista do sérvio. Caso contrário, never!

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    1. Valmir

      Lembrando a fábula… A raposa e as uvas…

      A raposa, com fome, queria muito comer as uvas… tentou de todo jeito mas não conseguiu.
      Ao final… por não estar na sua capacidade…desdenhou… eu não as queria mesmo… não estavam tão maduras.

      O Bode tentou toda a carreira ganhar os 4 Slams em seguida.
      Não conseguiu porque…
      a) Nadal não deixou….
      b) A perna no saibro é muito fraca (RG + MonteCarlo + Roma … 12 finais e apenas 1 vitória)
      c) Fraquejou para Delpo no US Open 2009 (onde vinha de 5 títulos seguidos)

      Aí … aparece um jogador contemporâneo e consegue…

      Então o lado… raposa das uvas… do Bode dá as caras…. hoje é bem mais fácil…. kkkkkkkkk

      Se é mais fácil… porque não conseguiu… se jogou tantos anos com os chamados… pisos padronizados ??

      Teve outra chance de RG2009 a AO2010…. mas falhou no US Open para um jovem jogador em sua primeira final de Slam…

      Apesar dos 100 títulos… a HISTÓRIA… mostra a tremedeira em tantas outras finais (22 em M1000 – recorde)

      Pelo jeito… alguns torcedores também adoram uma raposa… desdenham… desdenham…

      kkkkkkkkk

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      1. Elienki

        Bem comentado meu irmão! espero que o Sérvio consiga quebrar o recorde de Slams na ATP pra acabar com a pompa de certos elementos tanto de fora como de dentro das quadras! Lembrando que depois que esse jovem que vc citou (vulgo Delpo) derrubou a astuta raposa em sua primeira final de Slam, quebrando assim sua hegemonia, nunca mais a raposa voltou a vencer em Nova Iorque e já vai fazer dez anos! Se ”ela” fosse tão melhor de todos os tempos assim poderia ter vencido pelo menos mais um título lá, onde também é um dos pisos em que é especialista, nesses anos todos! Tem mané aqui que como sendo da nada que só a Brasil produz não tem noção do que fala! o cara comentar aqui que Djokovic não tem talento, essa pessoa é uma tremenda sacana de comentários altamente parciais! no seu auge Djoko não mostrou nenhum ponto fraco! demoliu todo e qualquer melhor de qualquer piso que fosse! desculpa de QUE NADAL TAVA BICHADO É DESCULPA PRA BOI DORMIR! NADAL PODERIA FAZER O QUE QUISESSE NAQUELE DIA, ATÉ MESMO TRAPACEAR COMO O IMPERADOR CÔMODOS FEZ COM O GENERAL MÁXIMOS EM ”GLADIATOR” QUE ELE LEVARIA UMA SURRA DO MESMO JEITO!

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        1. Elienki

          Aliás o jovem que vc citou em primeiras finais de Slams foi o Nadal, mas tudo bem! lembrando também que se Djoko tivesse tido um pouco mais de auto controle naquela final do US Open de 2007 ele teria levado, pois quebrou primeiro nos dois primeiros set! mas ficou irritado com apenas a devolução da quebra de Federer no set e também no tiebreak aí foi perdendo o rumo e o jogo! mas depois disso ele se vingou e muito bem! todos sabem!

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      2. Sérgio Ribeiro

        Você é fraquinho mesmo , hein parceiro ? Até o Blogueiro foi direto ao comentar a colocação mais que oportuna do Suíço, inclusive elogiando Bjorn Borg na transição do Saibro muito lento para a Grama rapidíssima. E devido a ridícula padronização , o próprio e Nadal disperdisaram suas chances mesmo sendo mais fácil. Para um fanático distorcer os fatos vira rotina. Ainda mais para um Fake de carteirinha. Abs!

        Responder
      3. Carlo

        Oi Valmir, eu acho que o problema é de interpretação. O Federer disse que desde o começo da padronização dos pisos ficou mais fácil vencer todos os Slam, inclusive para ele. Não foi uma crítica ao Djokovic. Houve tempos em que os pisos eram mais diferenciados é isso exigia maior adaptação por parte dos tenistas, o que dificultava a tarefa. Só isso…

        Responder
      4. Bruno

        Cara ,o Lógico aqui só tem um.
        Totalmente sem graça seus comentários,se liga e passe a comentar sobre tênis,se é que vc saiba ou tenha segurado alguma vez uma raquete.

        Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Verdade incontestável.

      Sem a padronização, o Djokovic seria muito menos do que é. Isso nem se discute….

      E acho que até por isso, os nolistas nutrem tanta raiva do Federer, e provocam com tanto zelo.

      Porque sabem que jamais haverá outro tenista tão versátil como o Federer, que está no circuito há décadas.

      E sempre se reinventa, se mantendo sempre no top 5.

      Responder
      1. Alessandro Sartori

        O Djokovic seria menos do que é? baseado em que? kkkkkkkkkkk, Já sei baseado na teoria zumbi como diria um outro amigo aqui do blog…

        Responder
  13. Rafael

    Dalcim, como palpite de conversa de bar, vc acha que o Murray volta, já que disse estar livre de dores? Ou ele está só se iludindo um pouco?

    Responder
  14. Rafael

    Falta material humano qualificado, a base de qualquer trabalho. Precisaria trabalhar uma nova geração, e contar com um pouco de sorte, muito incentivo administrativo e paciência com os resultados.

    Responder
  15. DANILO AFONSO

    Dalcim, gostaria de saber a sua opinião sobre a declaração do FEDERER que afirmar que com a padronização dos pisos, ficou mais fácil ganhar 4 SLAM seguidos.

    Eu entendo que de fato as superfícies mais parecidas facilitam a empreitada, porém desde a década passada tal feito tornou-se extremamente difícil em razão da existência concomitante dos maiores especialistas de todos os tempos em cada uma das superfícies.

    A contar da década passada temos o maior jogador de saibro, NADAL, o maior jogador na grama, FEDERER, e possivelmente os maiores jogadores no piso hard, DJOKOVIC e FEDERER. Se para o BIG3 já é uma tarefa árdua conseguir se impor um contra o outro nas 3 superfícies, imagina quanto seria para os tenistas anteriores ao BIG3 vencer seguidamente (não importando a ordem), DJOKOVIC no Austrália Open, NADAL em Roland Garros, FEDERER em Wimbledon e um dos BIG3 no US Open onde no mínimo temos dois tricampeões. Claro que antigamente os pisos tinham velocidades diferenciadas, mas creio que o BIG3 também se destacaria.

    Enfim, a afirmação de FEDERER será incontestável somente quando ele, Nadal e Djokovic se aposentarem ou não estiverem tão competitivos. Por hora tal feito é mais difícil que antigamente pelo motivo exposto acima.

    Qual a sua opinião Dalcim, já que você acompanha tênis a muito tempo ?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Entendo perfeitamente a colocação de Federer e ela tem muita lógica. É efetivamente mais fácil hoje trocar de pisos, porque não há uma grande disparidade entre eles e a adaptação é bem menor. No entanto, se você pensar que o Laver ganhou três na grama e um no saibro, veremos que a adaptação dele também não foi tão incrível assim. Como sempre, são dois lados de uma moeda. Na entrevista, note que Federer deixou bem claro que é um feito espetacular e também que ele destacou Borg, esse sim fazendo a incrivelmente difícil transição do saibro para a grama com notável eficiência.

      Responder
      1. Valmir

        Saibro… grama… quadra dura…. sempre serão muito diferentes do outro… não importa só a velocidade do piso.
        Duração dos pontos… quiques da bola… deixadinhas… slides… força do saque….sereno… calor… umidade…

        Se a diferença fosse pequena como querem supor…
        a) Wawrinka e Thiem fariam grandes campanhas em Wimbledon
        b) Murray teria muitos títulos e finais no saibro
        c) A armada espanhola estaria sempre na segunda semana de Wimbledon e da quadra dura
        d) Federer teria ganhado… ao menos… MonteCarlo ou Roma… (perdeu 8 finais)
        e) Djokovic teria ganhado RG o tanto que ganhou no Australian (perdeu 3 finais)
        f) Nadal teria ganhado o Australian mais vezes. (perdeu 4 finais)

        e por aí vai…

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Perder a Final , não significa que você não fez um grande Torneio. Como tem toda a pinta de jamais ter empunhado uma raquete , desdenha quem chegou a uma penca de Finais importantes. Ou seja, é um Mané que se propõe a ridicularizar o que é considerado um grande feito para a maioria. Abs!

          Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Quanto ao Bolsonaro, até agora nada de corrupção surgiu. Portanto, cautela…

      No entanto, esse Reinaldo Azevedo eu conheço.

      E sei que uma das figuras mais safadas e CANALHAS que eu já tive o desprazer de acompanhar.

      Seria perfeito ele dividir uma cela com o Temer. Já que além dele afirma que Lula está preso sem provas, que a Lava-jato devia acabar, e que o Moro e o Deltan só fazem mal pro que ele chama de “Estado de Direito”.

      Ou seja, um LACAIO, traidor da pátria…

      Responder
        1. Valmir

          Esta aí algo que concordamos, Renato.

          Reinaldo Azevedo e Gilmar Mendes atuavam de uma certa forma até… o Joesley Day… Aécio e Temer pegos com a boca na botija… e na gravação.

          Aí eles mudaram totalmente… para defender seus amados amiguinhos.

          Responder
      1. Luis

        Peraí, o cara deveria ser preso só por expor sua opinião, que, “coincidentemente”, é diferente da tua?
        Dá pra ver que você é um baita de um democrata!
        E achei interessante a expressão “traidor da pátria”… Tem um cara lá na Venezuela que sempre fala o mesmo da oposição!
        Abs!

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Traidor da pátria sim. E falo na cara daquele cínico.

          Quem se insurge com unhas e dentes contra uma operação que teve a aprovação de milhões de brasileiros, que mandou para cadeia poderosos até então intocáveis, e que devolveu ao erário mais de 12 bilhões de dinheiro roubado do povo, é o que pra você, patriota?

          Não tem nada a ver com opinião. É um fato…

          Responder
  16. Sandra

    Sei que essa pergunta não deveria estar nesse post mas enfim, vou perguntar de qualquer forma , você acha que o Zverev jogando sempre duplas com o irmão não acaba atrapalhando a carreira solo dele ?.

    Responder
  17. Sérgio Ribeiro

    Quando postamos que não havia muita diferença entre Collor vs Lula e Bolsonaro vs Haddad muitos não gostaram … Jaime Oncins já deveria estar no cargo a tempos. Tem excelente trânsito entre os profissionais. Conhece os atalhos de uma competição como a Copa Davis , desde os velhos tempos de jogador. Vejo muita diferença entre ele e os anteriores. Finalmente uma boa notícia para o Tênis Brasileiro. Abs!

    Responder
  18. Rafael Benthien

    Puxa vida, Dalcim, isso me faz pensar que nem todo capitão nos faz passar vergonha… Oncins para presidente!! Fico também feliz com a notícia sobre o Ludgero: ele pode não ganhar tanto quanto um promotor, mas parece muito preparado para nos ajudar. De todo modo, ao menos sabe fazer slides de powerpoint. Forte abraço e obrigado pelos excelentes posts.

    Responder
  19. Luiz Fernando

    Alguns tópicos: 1) Oncins está na mesma situação que estará o Cuca quando assumir o Sampa em Abril, é competente mas não tem recursos humanos confiáveis; 2) também me parece claro q eventuais discordâncias de Djoko com Federer e Nadal em nada mudará o relacionamento entre eles, todos são grandes campeões e um admira o outro, além do fato que nem todos aqui entendem q as pessoas podem ter opiniões divergentes; 3) tanto IW quanto em Miami essas rodadas iniciais são absolutamente desinteressantes.

    Responder
  20. RS

    Dalcim,
    Concordo com você… também aprecio muito a nomeação do Jaime Oncins como capitão da Davis.
    Profissionais como ele são imprescindíveis para o desenvolvimento do tenis no Brasil.
    Espero que a CBT tenha a visão, bom-senso e condições para explorar todo o potencial do Jaime (e de outros grandes profissionais brasileiros) para, além da Davis, planejar e desenvolver projetos de longo prazo para formação da base do tenis do Brasil.
    Muito Boa Sorte ao Jaime Oncins!

    Responder
  21. Roberto Rocha

    Com o material humano medíocre de que dispomos, Oncins será mais do mesmo. A não ser que fechassem com ele um contrato de longo prazo, onde ele poderia padronizar métodos e implantar filosofias desde as categorias de base, para que os resultados fossem colhidos na passagem para o profissionalismo.
    Demitir um malabarista e não oferecer nada para que o novo execute os malabarismos…Não adianta nada.

    Responder
  22. João Sark

    Dalcim, bom dia.

    Desculpe mudar de assunto. Ontem assisti o jogo da Teliana contra uma tal de Tereza Mrdeza em Curitiba. Teliana perdeu de 6×4 6×1. Está voltando, ainda retomando o ritmo. O que me impressionou foi o jogo de sua adversária, baloeira!! Nunca vi um profissional jogar assim. Teliana atacava o backhand, a menina jogava a bola pra cima, sem medo. Quase duas horas de jogo desta maneira.

    Lhe pergunto, conhece esta jogadora? Normal acontecer isso circuito nesta faixa de ranking?

    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu tinha vista a Mrdeza jogar aqui em São Paulo. O recurso do ‘balão’ é cada vez mais raro no circuito feminino, mas ainda é utilizado em determinadas circunstâncias. Assisti esse jogo ontem e foi feio, não resta dúvida.

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      1. PIETER

        Notei que neste torneio lá em Curitiba sequer há um mísero boleiro em quadra. Isso é comum, Dalcim, em um torneio internacional de US$ 25 mil? Fiquei impressionado pois em futures de 10 mil que já vi havia boleiros em todas as quadras.

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  23. Miguel BsB

    Dalcim, realmente espero que o Oncins seja o “capitão certo na hora certa”.
    Porque o outro que botaram na presidência é com certeza o “capitão errado na hora errada”… Hehe

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  24. periferia

    Olá Dalcim……..vendo seu post…..vc demonstrando as qualidades do Jaime Oncins…..fico pensando….o que um cara desses está fazendo comandando profissionais ?
    Com essas qualidades não seria melhor utiliza-lo na base…onde pode trabalhar a formação de jogador ao mesmo tempo na formação do homem?
    Profissionais são seres mimados…..que apesar de lutar em um circuito cada vez mais difícil……tem muita vaidade……..com as qualificações que vc tão bem demonstrou…achei o contrario (desculpe)….é o homem errado no momento errado.

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    1. José Nilton Dalcim

      Obviamente que a base é tudo no esporte, José, mas é preciso observar o problema por partes. A Davis é uma prioridade da CBT porque gera muitos recursos e dá visibilidade ao esporte, daí para mim ser perfeita a indicação do Jaime para buscar união no grupo. O trabalho de base é um processo muito longo, que precisa de outro tipo de diretriz e não falta gente capacitada no Brasil para isso.

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  25. Neuton

    Não adianta mudar o capitão. O que é necessário é a mudança na gestão do tenis no Brasil. É preciso que haja um órgão de gestão que se preocupe com a base, que não faça panelas entre seus apadrinhados. Gestão eficiente, planejamento e disponibilização de centros descentralizados de treinamento pelo Brasil. Isso deve ser o norte. Essa filosofia de usar os recursos das leis de incentivo em benefício de uma minoria de afortunados e amiguinhos só traz o caos.

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    1. Luiz Fabriciano

      Concordo.
      No caso de uma federação ou autarquia, a filosofia de crescimento tem que partir de cima para a base, senão, as boas intenções de quem está na base vão ficar propiciando a criação de grupos paralelos e/ou frustrações. O trabalho do Jaime Oncins nos Estados Unidos angariou êxitos porque lá, teve apoio da esfera superior, ou ele seria um sonhador/empreendedor isolado?

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  26. Pieter

    Dalcim, qual a sua expectativa para o jogo do nosso Thiago com o Tomic? Será que dá para surpreender e levar a vitória?
    E você sabe em que clube de SP a Bia Haddad foi formada como tenista?

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    1. José Nilton Dalcim

      Foi formada no Pinheiros. Olha, Tomic é especialista no piso, tem uma bola reta chata de lidar, mas ao mesmo tempo flutua demais nos jogos. Como joga muito plantado na linha de base e detesta dobrar joelhos, acho que Monteiro precisa angular ao máximo as bolas para tirar vantagem disso e tentar trocar o ritmo das trocas, sem ficar só no duelo franco da base.

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  27. Maior geração do tênis chegando

    A maior geração da história do tennis vai chegar ..faz 2 anos que posto Aki com mesmo Nick kk , e lembro que falava que 2020 será o ano , essa nova geração vai destruir Djokovic que é ótimo jogador mas só é o melhor do mundo por ser o maior atleta fisicamente do circuito , porém a nova geração joga mas que ele e tem o mesmo atléticismo , o melhor será Félix auger alassime , este se não tiver lesões chega a nível Federer , já zverev será o cara que ano que vem tira Djokovic do posto de melhor do mundo e vai ficar esperando tsitsipas pra disputarem o posto de melhor do mundo

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    1. samuel

      Prezado colega,

      Concordo plenamente. E tem um nome: evolução.
      O tênis melhora ano a ano desde 1.877, exceto, talvez os períodos em que ocorreram as Guerras Mundiais.
      Não é agora que vai parar de evoluir. Más como tudo não dura para sempre, um dia o tênis vai parar de evoluir, vai involuir, pelo desinteresse que vai gerar no público.
      A semente daquilo que vai dizimar o tênis e os esportes em geral da forma que os conhecemos já existe e está plantada por aí. Chama-se “e-Sports”, modalidade de jogos eletrônicos que vai atrair a atenção das novas gerações.
      A televisões por assinatura já estão dando cada vez mais espaço para os jogos eletrônicos. Infelizmente.

      Saudações,

      Samuel

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    2. Miguel BsB

      É claro que essa nova geração vai dominar o circuito em poucos anos…não é preciso ser vidente pra dizer isso.
      O nome desse feito se chama IDADE. Os big 4 dominaram várias novas gerações nos último 15 anos, só que em poucos anos já não terão mais físico para isso. E aí, o circuito cairá no colo de Tsisipas, Thiem, Zverev, Caixa9 etc…
      Dimitrov, Raonic, Berdich,Nishikori deram azar de ter nascido uns anos antes…rs

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    3. Sérgio Ribeiro

      Dois anos que o amigo posta aqui com o mesmo Nick ? Félix chega a Federer baseado em que ? Sei … Que tal postar com o seu nome ? rs Abs !

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      1. Maior geração do tênis chegando

        Baseado na técnica do Félix auger muito parecido com Federer e com bom condicionamento físico ..e pra que disse que a idade dos tenistas vão envelhecer por isso a nova geração chega nada disso …….. O esporte mudou com 32 anos ainda está no auge e Djokovic ano que vem com ,32 anos será varrido e nunca mas volta a ser o melhor ..nada de idade a questão é qualidade essa geração tem mas ..só não tem mas que Federer só Félix auger chega no suíço kyrgios tbm poderia ser nível Federer mas não quiz

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    4. Jose Yoh

      Também acho natural que as próximas gerações sejam melhores, pela evolução conforme bem citou nosso colega Samuel. Não só da técnica dos jogadores mas da parte estratégica, equipamentos e principalmente a medicina envolvida no esporte.

      Quanto a “involução” que o Samuel mencionou, pode ocorrer mas acho que falta aos e-sports padrões de games de sucesso. O público fica muito disperso em vários games (que são demasiado complexos para entendimento da maioria), e de quebra eles perdem rápido o interesse assim que aparece um novo game. O de maior sucesso, o LOL sofre com as constantes atualizações de seus personagens e com a concorrência constante que faz com que os jogadores intermediários migrem para outras plataformas. Além do fato de rodar bem somente em máquinas de ponta, o que nem todos possuem.

      Não concordo que o sérvio seja o melhor apenas por ser o melhor atleta. Ele é o melhor por ter muita técnica no fundo da quadra e um mental muito forte. Coisa que a next gen só consegue (mal consegue) quando chega nos seus 28~30 anos. Aí já é muito tarde fisicamente.

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      1. Maior geração do tênis chegando

        Eu já acho que essa força mental do dojkovic só existe pq ele tem muito atléticismo e chega em todas bolas .. isso encomoda os adversários . Além disso a confiança de quem está no topo é muito alta e confunde isso com força mental …na minha opinião não existe força mental existe confiança qualidade e força física .. e claro que Djokovic é ótimo jogador tecnicamente mas nunca foi craque nisso e longe de ser genial .. sobre a nova geração está errado jogar pressão neles até pq Djokovic chegou aos 24 no topo Federer por ae tbm .. zverev vai pra 22 tsitsipas tem 20 anos e esses que são sem dúvida melhores que Djokovic ..mas vai ser difícil ter os números do nole pq essa geração possue mas bons jogadores como Félix auger alassime que será o melhor dessa geração de não aparecer outro ..pq nesse top 100 não a ngm como o alassime

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        1. Jose Yoh

          Não falo somente da confiança no jogo, que é muito importante. Falo também de outros aspectos.

          Observe que eles passam o ano inteiro com dores, nenhum deles está inteiro fisicamente durante o ano.
          Tenista profissional = viver com dores. Veja quantos jovens caem no ranking por problemas físicos. Estes que você citou só subirão se conseguirem vencer a barreira mental de jogar mesmo com dores.

          Além disso, alguns jogadores soberbos tecnicamente não conseguem ganhar dos tops apenas por causa da imagem de invencíveis que eles tem. Esta é outra barreira psicológica difícil de derrubar.

          Então o mental é essencial.

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  28. Anti anti-jogo

    Melhor que o João Zesch até o pipoqueira da esquina.

    Jaimes Oncins simplesmente não terá material humano. A ralação/humilhações continuará.

    19 venedores diferentes nos primeiros 19 tornieos do ano!

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