Muito mais do que 100
Por José Nilton Dalcim
2 de março de 2019 às 16:42

Roger Federer enfim conseguiu. Escolheu Dubai, sua segunda casa, para tentar o sonhado 100º troféu da carreira e, deixando para trás a ferrugem a cada rodada, disputou duas partidas no nível de sue imenso currículo justamente quando mais precisava.

Os dois garotos que superou com sobras nessas rodadas decisivas somam 42 anos. Um mal sabia andar e outro sequer havia nascido quando Federer disputou seu primeiro jogo profissional, em julho de 1998. Continua a ser fenomenal que Roger desafie e supere uma terceira geração do tênis masculino, alguns com idade para ser seu filho.

Embora com talento já reconhecido 21 anos atrás, Federer precisou de tempo para domar os nervos e superar a cobrança. No dia 4 de fevereiro de 2001, depois de eliminar o top 7 Yevgeny Kafelnikov na semi, superou o francês Julien Boutter em três duros sets para ganhar sobre o tapete de Milão o primeiro troféu. Era então o 27º do ranking. Perdeu chance de outro título em Roterdã semanas depois e veio a surpresa em cima de Pete Sampras nas oitavas de Wimbledon.

Mas seu tênis ainda não estava totalmente lapidado e adversários de diferentes estilos, como Andre Agassi, Tim Henman, Lleyton Hewitt e David Nalbandian, costumavam causar barreiras. A expectativa por seu primeiro Grand Slam foi algo difícil de ser administrado. Precisou disputar 15 finais – das quais levou oito títulos do saibro à grama – para enfim erguer o troféu de Wimbledon e iniciar a mágica trajetória que o levaria a ser apontado como o melhor tenista de todos os tempos.

Viveu um período de amplo domínio, com 42 títulos conquistados e 51 finais disputadas entre 2004 e 2007. Ainda que o calendário e os triunfos tenham naturalmente desacelerados desde então, com concorrência progressivamente acentuada por um circuito mais lento e a maior juventudade dos outros Big 4, Federer jamais perdeu a majestade.

Se é fato que sua coleção de recordes se mantém exuberante e muitos deles permanecem difíceis de se alcançar, a forma elegante, eficiente e agressiva com que executa uma gama variadíssima de golpes é o que encanta o público, arrasta multidões e motiva os novatos.

Isso é muito mais relevante do que números. Ainda que esse número seja um magnífico 100.


Comentários
  1. Feelog

    Djoko
    2 Rodada Quali
    3 Rodada Kyrgios, Kohlschreiber
    Oitavas Monfils, Cecchinato
    Quartas Coric, Thiem
    Semi Zverev, Tsitsipas

    Federer
    2 Rodada Seppi, Gojowczyk
    3 Rodada Fucsovics, Wawrinka
    Oitavas Fognini, Edmund
    Quartas Nishikori, Cilic
    Semi Nadal, Isner

    Nadal
    2 Rodada Donaldson
    3 Rodada Schwartzman, Harrison
    Oitavas Medvedev, Goffin
    Quartas Isner, Khachanov
    Semi Federer, Nishikori

    Adversários mais difíceis por Rodadas:

    2 Rodada Federer vai pegar o Seppi
    3 Rodada Fiquei entre Djoko e Federer mais voto no Djoko pois o Kryrios ganhou do Wawrinka
    Oitavas Djoko vai pegar o embalado Monfils
    Quartas Nadal pega o Khachanov
    Semi aqui é tudo ou nada

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  2. Rodrigo S. Cruz

    Fala sério!

    O Stan Wawrinka é AZARADO demais!

    Toda vez, ele é sorteado do lado da chave do Federer…

    O Federer joga de um jeito que incomoda demais o Stan. O jogo encaixa.

    E aí, a acachapante freguesia do Stan, só aumenta.

    Se tivesse caído do lado do Djokovic , poderia dar um excelente duelo.

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  3. Nando

    Mestre, pra vc quem do top4 q pegou a chave mais difícil?
    Pra mim, o sérvio tem a 3R (se Kyrgios chegar) mais difícil q sua suposta 4R e quartas.
    O mesmo vale pro Federer, q pode pegar Stan na 3R.
    O espanhol Pouca Telha pegou uma chave acessível até a 4R, onde pode pegar Medvedev.
    A do Zverev tá boa tbm…
    Acha q este último pegou a chave mais fácil até a semi? Ou djokovic?

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    1. José Nilton Dalcim

      Vi bastante equilíbrio, mas certamente Djokovic tem o grande desafio da primeira parte, que é enfrentar Kyrgios. O piso no entanto é bem mais lento que Acapulco.

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  4. Antonio Gabriel

    Os títulos de Federer são muito maos relevantes que os 109 de Conors, da mesma forma que os títulos de Nadal e Djokovic. É muito mais icônico para Federer chegar aos 100 do que foi para Conors, com certeza. Essa marca de Conors seria batida facilmente por qualquer um do big 3, desde que eles disputada em mais ATP 250, poderiam passar a ganhar uns 10 títulos a mais por ano, mas o objetivo não é quantidade e sim qualidade.

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  5. Oswaldo E. Aranha

    Estive fora circuito por um tempo em função de uma cirurgia, mas agora, restabelecido, estou voltando para casa e voltando ao blog.
    Gostaria de dar resposta a duas postagens anteriores e enviar uma mensagem,
    Rodrigo S. Cruz, é lógico que Djokovich não existe, mas deves conhecer erro de digitação.
    Nando, não vou te responder, prefiro diálogo com pessoas de nível de educação adequado.
    Parabéns aos torcedores do Federer pela conquista dele do 100º torneio,

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    1. Rodrigo S. Cruz

      É claro que erros de digitação são comuns e todos nós cometemos, caro Oswaldo.

      Eu mesmo, os cometo toda hora.

      O problema é que você comete sistematicamente o MESMO ERRO há 3 anos!

      kkkk

      Aí não tem quem ature, né?

      O certo é “Djokovic”, sem esse bendito “H” no final.

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  6. André Barcellos

    Sobre o Kyrgios, tenho uma observação:

    Sem dúvida ele é talentoso, gosta de jogadas de efeito, embora não seja tão efetivo sempre.
    Mas pra mim ele está muito aquém no quesito técnico dos tops do circuito.
    Tem um bom forehand que de vez em quando pega na veia, mas não tem muita variação nesse golpe.
    O backhand me parece que pode evoluir muito, creio que falta limpeza no golpe.
    Como é muito atético (ágil e forte, mas não resistente), passa a impressão de ser técnico, além de talentoso. Mas como certeza pode evoluir muito.
    E no aspecto físico, sua fragilidade é evidente depois de desgaste.

    Então, se ele realmente quiser vôos mais altos nos maiores torneios, vai precisar melhorar muito

    Responder
  7. Hugo

    Este é um momento terrível para o resto dos tenistas, porque Djoko praticamente não tem pontos para defender até RG, então a corrida para o # 1 pode acabar por Wimbledon, onde ele terá um monte de pontos para defender o resto do ano, mas até então, isso vai importar?

    Aqui está o que está todos os pontos para Novak até RG::

    INDIAN WELLS 1000 pontos – 10 pontos para defender
    Miami 1000 pontos – 10 pontos para defender
    Monte Carlo 1000 pontos 90 pontos para defender
    Barcelona 500 pontos 0 pontos para defender
    Madrid 1000 pontos 45 pontos para defender
    Roma 1000 pontos 360 pontos para defender
    RG 2000 pontos 360 pontos para defender

    Então, para recapitular, você tem o melhor jogador do planeta defendendo apenas 875 pontos e 7500 pontos em disputa!

    O debate sobre o GOAT está agora firmemente a favor de Novak Djokovic porque ele está fazendo coisas que nunca foram feitas antes e ele está rapidamente se aproximando dos registros de Federer que eram até então considerados intocáveis ​​- E ELE ESTÁ 6 ANOS MAIS JOVEM!

    Ele vai entrar em RG com outra chance de ganhar 4 GS seguidos. Em 2016, ele foi bem sucedido. Se ele ganhar RG novamente, ele se tornará o primeiro homem desde Rod Laver a ganhar cada GS duas vezes.

    Ele tem um recorde de vitórias sobre Rafa e Fed. O único jogador no planeta terra que pode dizer isso. 28-25 mais de Rafa. 25-22 sobre Federer, mas o que é particularmente revelador é que Federer não tem um recorde de vitórias sobre Djokovic em QUALQUER superfície. Sim, mesmo na grama, Djoko leva o Fed por 2-1. Em Grand Slams, Djoko lidera 9-6.

    * Primeiro homem a ganhar todos os 9 títulos M1000 além dos 4 títulos GS

    * O Fed é o número 1 de todos os tempos, com 310 semanas no número 1. Djoko está sentado 241 semanas e contando com pouquíssimos pontos para defender-se até RG em direção a Wimbledon, sua liderança pode ser intocável até maio. Ele provavelmente vai passar Connors e Lendl este ano em semana como numero 1.

    * Djoko tem 198 Top 10 vitórias para sua carreira. Isso é impressionante considerando sua idade. Fed é o número 1 de todos os tempos em 216. Se ele não ultrapassar o Fed este ano, ele vai em 2020. O que é surpreendente é que Djoko teve 5 temporadas em sua carreira, onde ele teve 20 ou mais vitórias sobre top 10, incluindo um recorde de quebra 31 em 2015. O Fed tem zero para sua CARREIRA INTEIRA. Sim, para todas as conquistas do Fed, ele nunca teve uma temporada em que ele teve 20 vitórias sobre top 10. Rafa só tem 1 temporada!

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    1. Barocos

      Bem interessantes os números que você apresentou.

      Torço muito pelo Djokovic mas, principalmente, gosto de tênis.

      No momento, a prudência recomenda que esperemos mais alguns anos para que esta discussão sobre se existe um GOAT ou não, ou sobre qual tenista merece tal honraria, possa ser fundada em bases sólidas.

      Ajde Djokovic

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    2. Hélio

      Com 31 já está imitando o Federer enxugando bastante a temporada… Vc acha que ele vai manter este nível físico e técnico até os 37 ??? Vai sonhando….

      Responder
      1. Sérgio Cipriani

        Pq não? Com 31 ele terminou a temporada de 2018 na liderança do ranking. Federer não termina uma temporada como líder desde os 28 anos. Se Nole é o mais velho da história a terminar uma temporada como n° 1, porque não pode ser capaz de vencer um ATP 500 aos 37 anos??

        Responder
    3. André Barcellos

      Desapaixonadamente falando,
      acontece que ele, embora 6 anos mais novo que o suíço, já tem 32.
      Não creio que ele vá manter o mesmo nível mais dois anos que seja.

      Mesmo que bata algum recorde (apostaria no número de semanas como número 1, que parece ser o mais viável de cair), não tem o apelo do suíço em relação a seu jogo. Já vi os dois jogando ao vivo.
      O argumento do H2H é fraco porque justamente ele tem 6 anos a menos, mas apenas 3 vitórias a mais, em mais de 40 jogos disputados.
      Em relação ao jogo dos dois, sempre ganhou quem estava num melhor momento.
      Quando estava pau a pau, podia ir pra qualquer lado.

      Responder
      1. Sérgio Cipriani

        Pq o argumento do H2H é fraco? Saiba que Nole nunca enfrentou o suíço sem que esse fosse pelo menos top 6. Já Roger enfrentou o sérvio quando este tinha rankings realmente baixos… Ademais, Nole lidera o confronto desde antes da estupenda temporada de 2017 de Roger Federer.

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        1. André Barcellos

          Lidera apenas a partir de 2016. O argumento é fraco porque com 6 anos a menos, deveria ter ganhado mais antes do suíço completar 34, 35, que já é uma idade considerável.
          Federer de 2017 foi uma exceção, é justamente nesse ano eles não se defrontaram, quando o sérvio estava bem abaixo.
          3 vitórias apenas a mais não significam muito pra esse conjunto de condições.

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    4. Rodrigo S. Cruz

      Não vai ser nada fácil pro Djokovic, ganhar mais um Roland Garros.

      É só lembrar o trabalhão que ele teve, pra conseguir um.

      Precisou contar uma chave muito tranquila, e sem ter o Nadal pelo caminho.

      Em 2015, perdeu de virada a decisão pro Stan, numa edição em que o Nadal atuou muito mal.

      Só que agora, o Nadal vai estar lá, jogando muito bem, e na defesa do título.

      Sem falar de outros bons jogadores, com quem pode cruzar.

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    5. Rafael Wuthrich

      É óbvio que enfrentar mais top 10 é mais difícil. Mas fica a questão isso é reflexo de mais ou menos competitividade do resto do circuito?

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  8. Pieter

    Aqui vai uma dúvida aos viajados companheiros do blog: para quem vai assistir ao torneio de Indian Wells, onde seria mais econômico e viável de se hospedar? Pergunto porque acho que o torneio é disputado em um resort, onde a hospedagem deva ser só para milionários, penso eu. Alguém aí já foi e pode me ajudar com alguma dica? Agradeço desde já!

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Boa tarde Pieter !!

      Em 2015 quando assisti a final de Indian Wells (Djokovic 2 x 1 Federer) eu também não reservei com antecedência a hospedagem e levei um susto quando vi os preços exorbitantes. Para contornar isso, você tem 3 opções:

      – procurar algum hotel em cidades próxima a Indian Wells (em um raio de 50 km);
      – hospedar em Los Angeles que fica cerca de 198 Km;
      – hospedar em Las Vegas (Nevada) que fica cerca de 400 km.

      Como você deve saber, o custo com aluguel do carro e combustível não são obstáculos.

      Como eu queria retornar para Las Vegas, escolhi a última opção, apesar do percuso mais longo. A hospedagem em Las Vegas vale muito a pena. Claro que depende muito do local de onde você vem do USA e da sua logística.

      No trajeto cruzei parte do deserto de Nevada e da Califórnia, ouvindo um bom rock clássico internacional naquele asfalto que parece um tapete e filmando com os olhos aquela paisagem exuberante. A sensação de paz é muito boa . Em dado momento (por uns 15 km) o GPS “te joga” para pequenas estradas, lembrando muito uma passagem do filme MIB I (homens de preto).

      Após percorrer um pouco mais de 2/3 da viagem, já na Califórnia, passei por um grande parque Eólico, acredito que seja o parque que é considerado o 2º maior do mundo. É muito interessante aquela visão. Para qualquer um dos lados da estrada eram muitos geradores eólicos, talvez milhares.

      https://www.google.com/maps/@35.0383728,-118.2900387,3a,75y,66.04h,94.31t/data=!3m7!1e1!3m5!1sDwwyeEud6y18gH-mo8RaQQ!2e0!6s%2F%2Fgeo3.ggpht.com%2Fcbk%3Fpanoid%3DDwwyeEud6y18gH-mo8RaQQ%26output%3Dthumbnail%26cb_client%3Dmaps_sv.tactile.gps%26thumb%3D2%26w%3D203%26h%3D100%26yaw%3D1.0419693%26pitch%3D0%26thumbfov%3D100!7i13312!8i6656

      A volta eu nem me preocupei ou cansei, estava muito feliz com a vitória do NOVAK, naquele ano que seria a sua temporada mais vitoriosa.

      Se você estiver vindo de Miami, creio que Los Angeles seja a melhor opção.

      Responder
      1. PIETER

        Muito obrigado Danilo pelas suas informações. Sem dúvida, foram muito úteis. Agradeço muitíssimo e que venha mais um fabuloso IW.
        Seu querido Djokovic é, na minha humilde opinião, o maior favorito embora não vá ter vida fácil já a partir da 3a rodada com um possível confronto com o Kyrgios.

        Responder
  9. Marcelo

    Parabéns Federer! 100 títulos conquistados com muito suor e amor ao esporte, mostrando um tênis vistoso e competitivo aos 37 anos!
    Tsitsipas entrando no top 10, merecido. Notável o crescimento dele desde o ano passado, vem jogando melhor a cada semana. Ele deve continuar por lá até o início da temporada de saibro, pois defende pouquíssimos pontos. Por enquanto, a lógica diz que Isner sai do top 10 após Miami e o Cilic retorna no seu lugar. Coric e Khachanov devem tentar uma aproximação. Outro que pode começar a olhar no retrovisor é o Medvedev, no momento a minha próxima aposta da nextgen para entrar no top 10.
    Kyrgios voltando a levantar uma taça. Que torneio fez o australiano, encarou adversários muito duros e de estilos distintos. Mais uma chance para ele retomar a carreira e atingir resultados condizentes com o seu nível técnico. Essa rivalidade com Zverev já rendeu grandes confrontos e belos lances, que venham mais embates!

    Responder
  10. Marcilio Aguiar

    Caro Dalcim. Parabéns pelo exuberante texto sobre o 100º título. Sigo há muito este blog e o acalorado debate sobre quem é o melhor tenista, entre esse três monstros que temos o privilégio de acompanhar dia a dia. Sem pretensão de ser definitivo, dou a visão de como encaro essa disputa. Todos têm argumentos válidos, utilizados convenientemente, para tentar convencer aos demais que o seu predileto é o melhor: semanas como numero 1, títulos em Slams, H2H, percentual de vitórias e relação títulos/torneios disputados, etc. Eu me tornei apaixonado por tênis há mais de 40 anos, devido a um sujeito que nasceu há mais de 10000km de distância daqui e que só tive o privilégio de ver uma vez na vida em uma exibição no Ibirapuera: Bjorn Borg. Desde os dois WCT que ele venceu em São Paulo nos meados dos anos 70, comecei a acompanhar sua carreira. Continuei vendo nas finais de WB e RG que passavam na TV e através das notícias do saudoso JT. Foi graças a ele, Borg, que pude seguir admirando a carreira de outros brilhantes tenistas, que me proporcionavam prazer em vê-los jogar: Big Mac, Connors, Edberg, Evert, Navratilova, Graf, Becker, Agassi, Sampras, Guga, Rafter, Hénin-Hardenne e as Williams, até surgir Roger Federer. Independentemente de todos os números que ele ostenta, mas também por isso, Federer é esportista (e artista) que mais prende a minha atenção diante da TV. Não há um jogo seu, por pior que esteja se apresentando, que não tenha uma jogada surpreendente, de improviso, que você se pergunta: como ele fez isso? Já tive essa sensação em outras ocasiões, vendo as seleções de futebol do Brasil de 1970 e 1982, da Holanda de 1974; quando acordava cedo aos domingos para ver Senna; diante do Chicago Bulls de M Jordan e do Dream Team de 1982 e até da seleção de volley do Brasil, comandada por Ricardinho entre 2002 e 2006. Só que nenhum desses times ou atletas tiveram a longevidade de um tenista que, por 20 anos, tem nos brindado com performances de elevadíssimos níveis técnico, estético e de eficiência. Tenho acompanhado quase todos os seus jogos transmitidos e nunca me causam tédio ou desprazer, apesar de algumas derrotas doloridas. Este é o critério que basta para mim. Desculpe se me alonguei, mas acho que esse sentimento pode ser o de milhões de admiradores do suíço no planeta.

    Responder
    1. Jonatas Bruno

      Muito boa a sua colocação e observação, bem oportuna para a ocasião! São comentários como esse que enriquecem o Blog.
      Federer faz e acontece sem rodeios, e utilizando todos os meios. Faz de qualquer artifício, capricho, é o que alimenta o mito!

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acredito mais em Indian Wells. Apesar de lento, a bola ‘voa’ mais com o vento e pode quicar mais alta devido à baixa umidade. Miami é incógnita no entanto porque mudou de lugar. A região é muito úmida, o que interfere no físico e no quique mais baixo da bola.

      Responder
  11. Pedro

    Dalcim,

    Como é a preparação alimentar destes jogadores top? Sabemos que eles viajam o ano inteiro, e ficam em hotéis. Eles solicitam para o hotel uma dieta especial?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Os grandes jogadores têm nutricionistas e uma dieta totalmente voltada a seus organismos. Geralmente comem muito carboidrato.

      Responder
  12. Mauricio Justus

    Dalcim, mais um excelente post, parabéns. Gosto muito de analisar dados antes de chegar às conclusões que muitos chegam aqui no Blog. Resolvi estudar os números do BIG 3 em torneios 250 e 500. Com base no site da ATP ( iniciei com o total de vitórias e derrotas de cada um dos tenistas, descontei os dados referentes aos Grand Slam, Finals, Master 1000 e Davis Cup, chegando assim ao número de vitórias e derrotas de cada um deles em eventos ATP 250/ATP 500).

    Federer: 385v 79d: 83,0% de aproveitamento em jogos. 47 títulos em 126 torneios jogados: 37,3% de torneios conquistados.
    Nadal: 270v 63d: 81,1% de aproveitamento em jogos. 30 títulos em 93 torneios jogados: 32,3% de torneios conquistados.
    Djocko: 183v 42d: 81,3% de aproveitamento em jogos. 21 títulos em 63 torneios jogados: 33,3% de torneios conquistados.

    Nadal jogou 33 torneios a menos que Federer nessa categoria de ATP 250/500, mantendo-se o aproveitamento de 32,3% de conquistas chegaria a 40 títulos, ficando 7 atrás de Federer;
    Djocko jogou 63 torneios menos que Federer nessa categoria de ATP 250/500, mantendo-se o aproveitamento de 33,3% de conquistas chegaria a 42 títulos, ficando 5 atrás de Federer;

    Nesse ano:
    Federer jogou 1 torneio de ATP 250/500 e ganhou (Dubai).
    Nadal jogou 1 torneio de ATP 250/500 e perdeu (Acapulco).
    Djocko jogou 1 torneio de ATP 250/500 e perdeu (Doha).

    Então vejo que não é apenas questão do número em si de títulos. Federer possui um aproveitamento bem maior que os demais mesmo jogando um número bem maior de torneios e mesmo com 37 anos.

    Espero ter contribuído para a discussão.

    Mauricio

    Responder
  13. Rodrigo S. Cruz

    Finalmente um, que pensa exatamente igual a mim:

    “Eu realmente acredito que Kyrgios é fantástico para o tênis”, declarou Patrick Mouratoglou, o técnico de Serena Williams. Ele é um dos raros tenistas que não pensa duas vezes para agir ou falar”, acentua. Ele apenas se mostra exatamente como é, goste-se disso ou não. É exatamente do que o tênis precisa”, reforça Mouratoglou.

    Então pessoal.

    Por mais que eu concorde que o Kyrgios deva mudar,em parte, alguns dos seus comportamentos. (e acreditem, também espero que mude, para o próprio bem).

    Também não dá pra ignorar o que foi dito pelo Mouratoglou…

    Têm horas que o bom-mocismo exagerado de caras como Roger Federer e Rafael Nadal incomodam.

    Pois tiram um pouco do ingrediente emocional que um confronto teria, caso eles disparassem declarações um pouco mais ácidas.

    E o mesmo vale também pro Djokovic.

    Se todo mundo fosse igual e padronizado, que graça o mundo teria?

    Não só no tênis, como em qualquer esporte, é preciso de atletas com o perfil similar ao do Nick Kyrgios…

    Responder
    1. Jonas

      Nesse ponto concordo contigo. Esse cara fala o que pensa, não é engessado e não tenta ser forçado pra agradar os outros.

      Em quadra ele é extremamente talentoso, pode vencer qualquer um se estiver motivado. É necessário mais disciplina e foco caso realmente queira vencer um Major, potencial ele tem.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Federer foi o único a defender Kyrgios no episódio do saque por baixo ” Não vejo problema algum. Pode sim ser utilizado como estratégia “. O Rei das improvisações parece não compartilhar o tal código de ética. Abs!

      Responder
  14. Raul Patti

    Dalcim

    Uma matéria que você poderia fazer (sei que vai dar trabalho) é sobre jogadores que eram temidos ou que incomodavam os líderes do ranking quando cruzavam com eles nas fases intermediárias de torneios
    Jogadores que não eram favoritos, bicho papão para ganhar o torneio mas que ninguém gostava de enfrentar

    Por exemplo : Tin Henman, Stepanek, Pioline, Haas

    Responder
  15. Naira

    Dalcim, bom dia. Foi liberado no YouTube um vídeo que mostra o Djokovic treinando return com backhand de uma mão (ver link abaixo). No vídeo, é feito uma comparação do movimento com o do Federer, dando a entender que o Djokovic está tentando imitar o Federer. O Federer já declarou que gostaria de ter um backhand de duas mãos. O Djokovic já declarou que quando iniciou no tenis, ele treinava backhand de uma mão mas como tinha dificuldade em devolver bolas altas, ele mudou o backhand para duas mãos. Voce acha interessante o Djokovic voltar a treinar backhand de uma mão? No que isso pode melhorar o seu jogo? Voce acha que os big3 se estudam e tentam absorver jogada/movimentos um dos outros?

    https://www.youtube.com/watch?v=4QoPg7xQkUA

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não vejo a menor possibilidade de Djokovic pensar em mudar sua empunhadura de backhand. Pode ter sido uma brincadeira ou um teste. Aliás, ele sequer usou a empunhadura de backhand do Federer, mas sim uma muito mais radical.

      Responder
  16. Ronildo

    Parabéns a Federer por seus 80 títulos de primeiro nível da ATP + os 20 grand slans.

    Uma coisa que achei bastante interessante foi que o diretor do ATP de Dubai, semanas antes do torneio começar, disse que seria um sonho se Roger Federer ganhasse seu centésimo título em Dubai. Daí eu pensei: “Ok, o mínimo que esse cara pode fazer então é se certificar que a quadra principal não fique mais lenta que a velocidade habitual.” Mas o que aconteceu foi exatamente o contrário! Bom, pelo menos isto evitou críticas fanáticas dos que diriam que Roger Federer recebeu uma ajudazinha!

    Responder
        1. Sérgio Cipriani

          Ué, pq?? É proibido pensar diferente? É desonesto ele raciocinar de acordo com seus próprios julgamentos? Se vc não sabia, Wilander tbm demonstra pensar assim. Disse a pouco que Roger não alcançou o domínio que Nole alcançou em seu auge.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Toma vergonha, e não distorça o que o Wilander disse.

            O Adriano escreveu que o Federer está longe de ser o GOAT.

            Mas como assim, longe?

            Se a maioria dos que opinam, e até mesmo os números sugerem o contrário.

            O Wilander pode preferir o Novak, mas dizer que o Federer fica longe, jamais!

    1. Nando

      O cara quase tds os principais recordes do esporte (Slams, Finals, semanas na liderança, semanas consecutivas na liderança, semanas no top2, semanas no top3, no top5, no top10…vitórias em Slams, vitórias no Finals, 2° tenista a alcançar 3 dígitos de títulos…) é o q tem o jogo mais bonito de se ver, é aclamado por 90% dos jornalistas, ex-tenistas e espectadores…explique pra nós pq ele “está longe de ser o maior de tds os tempos”, caro Adriano?

      Responder
    2. Jonatas Bruno

      É uma opinião totalmente pessoal, que deixa a transparecer que não hà espaço para contestação, e aí fica passível de questionamento. Há uma substancial diferença entre fato e subjetividade ,e até mesmo entre maior e melhor, no entanto…

      Dalcim,salientou bem os outros pontos, cabe ao colega acreditar ou não, desde que não faça de sua opinião algo que soe incontestável!

      Responder
    3. Tarso

      Meu Deus, se o Federer com todos os seus títulos e recordes tá longe de ser o maior dos tempos, quem tá perto??? Às vezes é melhor ser cego do que ter que ler esses absurdos….

      Responder
    4. Thiago Nascimento

      Na verdade Federer está entre os melhores tenistas de todos os tempos. Agora por que elegê-lo como 1° em um esporte que se transformou ao longo do tempo. Vou fazer uma ponderação da época que comecei a assistir tênis. Na década de 90 nós tínhamos 4 pisos completamente distintos entre si onde a dificuldade de se adaptar era muito maior. Por isso vc tinha aqueles que sobressaíam no AO, a turma do saibro, as surpresas de Wimbledon, e a galera do USOpen. Só para ilustrar, conseguiria-se imaginar na década de 90, tenistas como Bruguera, Guga ou Moyá, vencendo Sampras em Wimbledon como Nadal venceu Federer no mesmo torneio (reparem, mesmo torneio, não mesmo piso)? Na minha opinião, os pisos a partir de 2000 praticamente se equivalem, não há praticamente muita diferença nos jogos, a maioria se baseando na linha de base em virtude da velocidade da bola. Hoje se joga Wimbledon da linha de base. Agora vamos nos remeter à época de Laver, com os pisos tb diferentes e equipamentos…? É incomparável. Assim, considero que há uma hall dos melhores de todos os tempos..temos Laver, Sampras, Federer, cada um dominante em sua época. Utilizar somente números sem interpretá-los ou entendê-los dentro de um contexto não me parece ser a melhor saída para um julgamento.

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  17. Rafael Wuthrich

    Quais os 5 maiores títulos de Federer dentre esses 100? Elejo os meus, lembrando um pouco sobre cada um (desculpe o post longo, Dalcim):

    5 – WB 2012: Num torneio em que não era o principal favorito mas que se esperava uma grande campanha, sobretudo com chances de reassumir o número 1, Federer chegou a WB 2012 sob certa desconfiança, sobretudo diante dos insucessos recentes na Austrália e na França. Numa chave que tinha gente pesada no caminho, Federer – então treinado por Paul Annaconne – voltou a apresentar um vasto repertório de saques e forehands pesados, aliados a slices profundos e bolas altas para se defender, um estilo mais pragmático e ideal na grama cada vez mais lenta do All England Club. Com essas características, teve poucas dificuldades ao longo das 2 semanas, à exceção da 3a rodada, quando saiu de 0x2 contra Julien Benneteau. Venceu de forma categorica o numero 1 Djokovic na semi (no que seria sua ultima vitoria em Slam contra o servio) e uma eletrizante virada sobre Andy Murray, em que teve que vencer um game de mais de 20 minutos pra finalmente quebrar o escocês e vencer o 2o set e tomar as rédeas mentais da partida. Dali, sairia com o 17o Slam e o número 1. Federer somente voltaria a triunfar num major quase 5 anos depois.

    4 – WB 2009: ao sair de RG com o histórico e sofrido troféu, Federer chegou a Londres com 2 objetivos: voltar a ganhar Wimbledon e retomar o número 1 – e de quebra superar os 14 Slam de Sampras. Sua tarefa parecia dura, mas começou facilitada pela ausência do lesionado Nadal. Carregado de pressão, mas dessa vez com confiança transbordando, Federer fez um torneio muito sólido: ganhou sem perder sets 5 dos 6 jogos até a final, perdendo apenas um set para Phillip Kohlschreiber na terceira rodada. De resto, ganhou sem sustos de Karlovic, Soderling e Tommy Haas, para enfrentar um velho conhecido: Andy Roddick. É preciso contextualizar esse torneio: com treinador novo (Larry Stefanski, que o acompanharia até a aposentadoria) e recém recuperado de lesões, o norte-americano jogou sem dúvidas o melhor tênis de sua carreira naquele Wimbledon 2009. Com uma chave dura, o então cabeça 6 passou por gente como Jeremy Chardy, Lleyton Hewitt (que fazia um de seus melhores Slam desde 2005), Berdych e finalmente do favorito Andy Murray, numa das maiores atuações que a quadra central já pode presenciar. Roddick chegou à final mostrando além de seu poderoso saque, boa transição pra rede e um backhand sólido que nunca tinha mostrado na carreira, além de ótimo trabalho de pernas. Suas atuações tinha sido melhores que as do próprio suíço. E issk se refletiu em quadra, na mais longa das finais de Slam jogada por Federer. Roddick fez 1/0 com autoridade e, não fosse um erro bobo num voleio, teria feito 2/0 sem muita dificuldade. Federer aproveitou o momento e venceu 2 tie breaks duros, mas Roddick não desistiu. Quebrou o suíço e levou a peleja para um longo 5o e dramático set; teve inúmeras chances de quebra, que o suíço salvava com aces ou grandes primeiros saques. Daí, acabou quebrado no 15o game afobado com alguns erros e boas devoluções de slice. Federer então sacou pra história, diante de Borg, Laver e até Pete Sampras nas tribunas, que pegara um avião justamente pra presenciar o momento histórico do suíço se tornando o maior vencedor de Slams no masculino. Curioso que, de todas as finais em WB, essa tenha sido a que Federer menos tenha merecido vencer. Título histórico e número 1 novamente.

    3 – Finals 2010: pouca gente lembra desse título. Num ano altamente irregular, que começou com um Slam no AO mas teve derrotas precoces em RG e em WB e uma derrota na semi pra Nole no UO em que teve 2 MP, alémnde fracassos em torneios que era franco favorito, Federer admitiu durante o ano que estava até treinando menos. Chegou ao Finals como número 2, mas sob forte desconfiança, e deu sorte no sorteio, liderando um grupo com Ferrer, Soderling e Murray, mas em baixa. Nadal ficou com Djokovic, Roddick e Berdych. Na fase de grupos, Nadal mostrou por que era o tenista do ano: depois de uma dura estreia contra Roddick, em que saiu atrás e teve que virar o placar, Nadal atropelou Djokovic e Berdych. Já Federer teve vida mais tranquila: ganhou sem sustos de Ferrer e Murray e só teve que jogar um TB contra Soderling. Nas semis, Nadal jogou um jogo alucinante contra Murray, sendo decisivo nos 2 tie breaks, e vencendo por 2/1, o que o apontava como franco favorito ao título – até porque enfrentaria Federer, que teve um ótimo jogo contra Djokovic na semi, sem sustos – o que acabou sendo surpreendente, diante das vitórias recentes do sérvio sobre o suíço. Ao entrarem na O2, com uma superfície lenta e uma fase esplendorora e cheia de confiança do espanhol, parecia que Nadal tinha tudo para enfim conquistar o título que lhe faltava e coroar a temporada mágica que fazia. Também vinha de uma vitória na final de Madri no último confronto e contava com uma fase totalmente irregular do suíço. Porém, na final, Federer fez aquela que talvez tenha sido sua partida do ponto de vista tático: ao usar o backhand não com slices e sim com spins angulados, Federer anulou o melhor serviço de canhoto do espanhol, que lhe dera o US Open e Wimbledon, e controlou as ações com bolas altas e usando o posicionamento do espanhol contra ele – mesmo sem poder “atacar” com o backhand (como faria em 2017). Mesmo perdendo o 2o set, triturou o espanhol no 3o com uma tática seguida à risca: ataques ao 2o saque e bolas cheias de spin sempre no backhand do espanhol. Taticamente foi a melhor partida entre ambos e, uma das melhores da carreira, coroando um título invicto que poucos esperavam.

    2 – AO/2017: Quem imaginaria que você, um tenista de 35 anos, sem jogar há 6 meses, vindo de grave lesão, saindo como mero cabeça 17, enfrentaria 4 top 10, ganharia 4 jogos em 5 sets na campanha e ainda viraria um 5o set contra o maior rival saindo de 1/3, tendo perdido o 4o set, pra quebrar um jejum de 5 anos sem vencer um Slam? Pois Federer fez isso tudo jogando um tênis absurdo e mostrando tecnicamente sua melhor versão, com um backhand flat na subida que não apenas anulou anos de bolas de spin em sua esquerda – o que seria mostrado ao longo de todo o ano de 2017 – como transformou a principal arma de Nadal, o forehand de canhoto alto com muito spin, como um ponto de vulnerabilidade, a ponto do espanhol temer jogar bolas na esquerda do suíço, algo inacreditável. Nas palavras de nosso maior analista de tênis no dia da conquista: “Para erguer o troféu neste domingo, Federer precisou derrotar quatro jogadores de nível top 10, três deles no quinto set. E ainda por cima passou pelo teste derradeiro, superando o guerreiro Rafa Nadal com cinco games seguidos vencidos num quinto set que parecia perdido. Virar contra o espanhol saindo de 1/3 é uma façanha tão grande que deveria valer outro troféu.” De fato, sua segunda maior conquista, e talvez aquela tecnicamente mais difícil.

    1 – RG/2009: Depois de mais um vice dramático para o algoz de sempre, Rafael Nadal, Federer não aguentou. Chorou copiosamente na entrega dos trofeus, o que pegou o adversario e rival de surpresa, por expor tamanha pressão que o suíço expôs estar sofrendo. Não era só o número 1 ou o Slam: Federer brigava contra a história, e essa teimava em afastá-lo de RG e superar Pete Sampras. Nadal parecia barreira intransponível, mas não só ele: a ascendência de Djokovic e Murray e os fracassos retumbantes no sintético norte-americano afundaram ainda mais a crise. O desempenho ruim continuou em Monte Carlo e Roma, fazendo tendo sido ofuscado até por Djokovic – o grande rival de Nadal no piso em 2009. Sem técnico e com uma pressão absurda nas costas para repetir a final dos últimos 3 anos, Federer chegou a Madrid sem qualquer favoritismo. Diante de uma chave que se abriu, chegou na Caja Magica se aproveitando de um saibro rápido e, favorecido com uma surpreendente pressão que Nadal tinha para ganhar em casa, usou a velocidade do piso a seu favor e ganhou sendo franco atirador. Mas ainda assim sofria com desconfiança do público e da crítica. Nadal vinha de semi ultra desgastante contra Djokovic e, com 4 torneios seguidos, a vitoria do suíço foi vista como mero acaso das circunstâncias. Chegando a RG, Federer tinha melhorado a cotação e aumentado a pressão. Teve uma estreia ruim, mesmo ganhando em sets diretos, com parciais duras, e uma segunda rodada esquisita, em que perdeu set contra Jose Acasuso. Claramente pressionado, não vinha jogando bem. Nadal e Djokovic, por sua vez, atropelavam adversários. A coisa mudou na 3a rodada, quando Djokovic sentiu desgaste físico e foi derrotado por Phillip Kohlschreiber em sets diretos. Federer teve uma rodada em que saiu perdendo de P. Henri-Mathieu, mas virou, enquanto Nadal esmagava Lleyton Hewitt. Nas oitavas, Nadal jogaria primeiro. Daí uma das maiores zebras da historia passeou na Chatrier: Robin Soderling, tenista com poucoa resultados no saibro e que tinha tomado 6/1, 6/0 do desafeto espanhol, jogou o melhor tenis de sua vida e venceu por inapelaveis 3/1. Ao entrar em quadra no fim da tarde, Federer tinha sobre si todos os olhos do tênis e uma pressão absurda: era afinal sua chance de ganhar RG? O medo e a pressão se refletiram na partida contra Tommy Haas: 2/0 para o alemão e um 15/40 sacando em 3/4. Federer literalmente operou um milagre com um backhand que beliscou a linha e um bom saque devolvido na rede. Dali em diante, o alemão parecia não acreditar mais em si, e mentalmente permitiu o empate. Quando jogaram o 5o set, Federer já era senhor da partida. Nas quartas, enfim um jogo mais tranquilo: diante dos malabarismos de Gael Monfils, Federer fez, talvez, a sua melhor partida na semana. Ganhou um tie break duro, em que Gael jogava inflamado pela torcida, e administrou os dois sets seguintes com quebras precoces que facilitariam o trabalho. Voltava à semi-final. Jogaria contra Del Potro, a quem tinha humilhado no AO meses antes, com direito a pneu e até voleio de cabeça. Mas se enganou quem imaginou uma partida fácil. Argentino, no seu melhor desempenho da carreira, fazia sua melhor campanha em Paris (continua até hoje), e resolveu engrossar muito. Venceu o primeiro set com autoridade e quase fez 2/0 – Federer salvou set point pra kevar ao tie break e empatar a partida. Mas em seguida, aplicou um inapelavel 6/2 que indicava que Federer estava à perigo – jogava melhor. Suíço, irritado e sob extrema pressão, chegou a gritar com os barulhentos argentinos da arquibancada. Mas, para sua sorte, a partida era dura e os pontos foram se alongando. Delpo, então, começou a sentir caimbras e não aguentar as lentas trocas de fundo com deixadas do suíço, que começou a fazer o argentino correr mais e mais. Tendo sido quebrado cedo, Delpo foi arrefecendo acabou quebrado – seus primeiros servicos não entravam – , enquanto o suíço enfim sacou melhor. Delpo acabou guardando energias para o 5o set, o mais incrível da partida. Federer abriu a última parcial com uma quebra de saque e confirmou rapidamente na sequência para abrir 2/0. O momento e a torcida a favor do suíço indicavam um fim de jogo tranquilo para o número 2, mas Del Potro não se entregou. No sexto game, o argentino soltou o braço e devolveu a quebra, deixando o set igual em 3/3. A reação do número 5 durou pouco. Del Potro salvou três break points no sétimo game, mas não resistiu e cedeu a quebra com uma dupla falta. Federer não vacilou mais e fechou o jogo por 6/3. Federer estava novamente na final – contra o surpreendente Robin Soderling. Os momentos que antecederam a partida foram a maior pressão que um tenista provavelmente passou na história: todos torciam e apostavam na quebra do jejum, como igualaria os Slam de Sampras. Como disse o Dalcim no post antes da partida: desde o primeiro saque em WB, poucos mereceriam tal glória mais que ele. Tenho amanhecido um tempo carrancudo e úmido, como se os deuses quisessem favorecê-lo, ao limitar os fortes saques de Soderling, Federer entrou em quadra decidido a ganhar mentalmente desde o 1o ponto. Quebrou Soderling de cara com boas devoluções e atacou com slices baixos e deixadas. Soderling, nervoso, cometia muitos erros, e não tardou a entregar games. Rapidamente o suíço fez 6/1 com nova quebra. Mas não seria tão fácil. Após fazer 1/0, um torcedor maluco invadiu a Chatrier e enrolou Federer numa bandeira da Espanha. Tensão total – até porque o fantasma do ataque à Monica Seles assombrou comentaristas na hora. Embora ileso, Federer tinha perdido o momento – games passaram a ficar duros e Soderling a jogar cada vez melhor. Ainda assim, suíço foi pouco ameaçado no saque, enquanto o sueco salvou 2 BPs, levando ao TB. Aí a experiência do suíço contou para dominar as devoluções e fazer 7/6. Faltava um set. Os games passaram a ser quase todos disputados palmo a palmo. Soderling teve chances no 3o game, mas Federer se segurou com o saque. Sueco dava poucas chances até que no 7o game, com devoluções fundas e boa variação, Federer contou com pressa e erros do sueco pra fazer 4/3. Sacou rapidamente e fez 5/3 sem muita dificuldade. Aí começou o drama. Recebendo em 5/3, já se percebia o suíço chorando, mesmo ainda tendo que sacar. E Sodeling não conseguia fechar seu game, tendo enfrentado 2 iguais antrs de conseguir encaixar bons saques e sair do sufoco. Ao sacar pro campeonato, Federer teve que administrar as emoções: saiu de um 30/0, enfrentou 2 BPs até finalmente encaixar 3 bons serviços e contar com um erro de Soderling pra sacramentar o alívio e o maior título de sua carreira.

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    1. Márcio Souza

      Excelente texto e maravilhosas memórias lembradas com detalhes únicos.

      Obrigado por nos brindar com tais lembranças.

      Federer é o MELHOR e agora mais do que nunca o MAIOR de TODOS e os outros com todo respeito e relevância também são monstros, mas Federer é FEDERER!

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    2. DANILO AFONSO

      Eita Rafael, tava inspirado para escrever…kkk

      Tb postei pouco antes de vc que o título importante do FEDERER foi Wimbledon 2012, apenas não detalhei como vc.

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    3. Arthur

      Belo post, Wutrich (chamar isso de comentário seria até ofensivo pelo grau de dedicação que ele dedicou a escrevê-lo, ainda mais no celular, hehehe).

      U, abraço.

      Responder
  18. Marcio

    Federer com esplêndidos 100 títulos sendo 20 deles grand slam, e ainda tem gente questionando a qualidade desses títulos.
    Não pode ser sério, seria muita idiotice, não creio nisso.
    Prefiro pensar que não passa de provocação de torcedorzinho no estilo futebol.
    Aproveitemos o entretenimento que o esporte nos proporciona.
    Vida longa ao detentor de todos os maiores números do Tênis.
    São eles :
    237.
    302.
    20
    6.
    Números postados em ordem de importância e dificuldade.

    Responder
  19. Renato

    E pensar que tem muitos tenistas que nunca venceram e nunca vencerão um atp 250.
    O que dizer de Julian Benneteau? Jogou dez finais de atp e perdeu as dez. Um bom tenista que nunca venceu.

    Responder
  20. Ricardo Costa

    Proponho uma campanha aqui no blog: a campanha do SILÊNCIO. Silenciemo-nos diante de comentários que desmereçam, debochem, diminuam, desdenhem ou critiquem de modo pejorativo os feitos de Federer, Nadal ou Djokovic. Proponho que paremos de alimentar com respostas aqueles que destilam veneno em troca de atenção, vitimados por carência virtual. Eles não merecem. Vamos ignorá-los. Deixemos que o vácuo se encarregue de desintegrar a imbecilidade e a estupidez. E continuemos a seguir o Mestre Dalcim.

    Responder
    1. Márcio Souza

      Ricardo Costa sua idéia é excelente e do ponto de vista de educação e respeito seria o ideal, o problema é que essas pessoas que falam esses absurdos e impropérios não tem noção do quanto são ridículos e insignificantes para o dialogo.

      Muitos aqui como eu quando os tenistas deles vencem, só parabenizamos e deixamos o espaço sem tentar diminuir o feito, as gozações e zueiras quando eles perdem fazem parte, porque a brincadeira esta em tirar sarro como fazemos quando um time de futebol adversário é eliminado ou não consegue ganhar um título que falta.
      Agora o rancor e mágoa que essa cambada sente quando o Federer vence algum torneio chega a ser algo doentio.

      Não os classifico a toa como URUBUS E AVES DE RAPINA, porque infelizmente é isso o que eles são, não preciso e nem peço que ninguém concorde comigo, mas da minha parte, EU SEMPRE COMBATEREI ESSES SEM NOÇÃO todas as vezes que forem necessárias e que o Mestre Dalcim permitir liberando meus comentários.

      Por isso ja fica aqui o meu recado:
      – ESSA CAMBADA DE URUBUS E AVES DE RAPINA NÃO VAI FICAR LIVRE DAS MINHAS TIRADAS E COMENTÁRIOS TÃO CEDO Kkkk.

      Gostei muito da sua proposta e até acataria ela se do outro lado os cabeças de vento tivessem discernimento para enxergar seus abusos e absurdos, mas ai ja seria exigir demais do bom senso e inteligência da parte deles.

      Então segue o jogo.

      Abs.

      Responder
  21. O LÓGICO

    Eu já falei que o mau caratismo esportivo do robozinho xing ling transborda por seus poros, mas nunca ouvi ninguém da imprensa esportiva sobre ele se pronunciar. No jogo em que o Chefe do Morro extraía do educadíssimo malinha do tênis toda sua fúria, ele não se conteve e despejou mais uma de suas baixarias em quadra. O que pode justificar as palavras grosseiras do robozinho, ditas, sem pudor algum, em jogo televisionado para todo o universo? Nada!!! Mas nós podemos apontar a razão maior dessa grosseria: trata-se de um egoísta que não sabe perder. Sabe provocar o adversário, inventar mil coisas quando tá perdendo, não respeitar as regras do tênis, etc., mas quando enfrenta um adversário que, naturalmente, tem o espírito belicoso, se caga todinho kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkEu quero mandar uma mensagem “especial” para as nadalzetes: O SANGUE DE KYRGIOS TEM PODER kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    CHUPA QUE É DE UVA, NADALZETES DA SOFRÊNCIA.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Pois é!

      E você viu o jogo, Lógico?

      Deixando um pouco de lado as tuas, diga-se de passagem, ÓTIMAS sátiras contra o Touro.

      Não acha que desta vez, o Kyrgios entrou na mente dele como ninguém?

      Responder
    2. LION

      Essas justificativas de Nadal diante de maus resultados são terríveis mesmo. De longe, o ponto fraco da carreira dele. Beira ao ridículo, e isso só não é mais ressaltado porque, afinal, ele é bilndado pela sua enorme representatividade esportiva, pelo seu nome. Mas que é medonho, isso é.

      Responder
    3. Sérgio Cipriani

      Tenha mais respeito e reverência, rapaz. Limpe sua boca antes de fazer qualquer escárnio com as coisas de nosso Senhor. Inadimissível um comentário desses postado aqui.

      Responder
    4. Aurélio Passos

      Sim… o egocentrismo de Nadal é ímpar na história do tênis, mas ninguém fala a respeito nunca. Everybody loves a winner. Triste isso…

      Responder
    5. Carlos Reis

      Nadal jogando muito no AO, leva uma surra do DjokoVICE na final, daí vai para o México tentar recuperar a confiança, perde para o bad boy do tênis na 2a rodada, hahaha, que maldade com boi garantido…

      Responder
  22. Nando

    Mestre, te perguntei isso no mês passado e acredito q agora já tenha alguma novidade: como estão as obras do novo “Miami Open” q começará em breve? Não acho fotos atualizadas em lugar nenhum.

    Federer, 100 títulos e contando…

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  23. Renato

    Quando um sujeito exata Jon Jones, dopado, criminoso e trapaceiro além de gostar do tenista que gosta, dá pra perceber que coisa boa não saí dali.

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  24. Leonardo Freitas

    Inevitável não parabenizar Roger Federer pela sua coleção de títulos e pela elegância e competitividade no seu tênis.Seus rivais também deram mais glamour a sua biografia esportiva por rivalizar grandes embates mas esses cinco anos de diferença e mais a mudança do circuito não afetaram Federer e ele conseguiu protagonismo mesmo com seus rivais mais jovens.São 20 anos de carreira e estamos falando de um top dez as portas dos 40 anos e isso por si só e incrível e merece sim ser mencionado seu grande feito.Vivemos uma era de grandes esportistas como Cristiano Ronaldo e Messi com números de Pelé,Tom Brady no futebol americano ganhando mais títulos que muitas franquias do futebol americano,Lebron James de tantas temporadas sendo comparado a Michael Jordan o que não e exagero nenhum,os próprios Nadal e Djokovic junto com Federer no tênis,Kelly Slater no surf ainda dando chance pros mais jovens ver ele ainda puxando onda,Lewis Hamilton e Sebastian Vettel na fórmula 1 e muitos outros esportes com gênios ainda em atividade.Absurdo comentar que Federer e jogador de entressafra ou de atp 500 e 250 e isso mostra grandeza desse tenista que ele tem grandes títulos em todos os níveis afinal Nadal a massa maioria de seus grandes títulos apenas em uma superfície e nem por isso vou tirar a grandeza dele no tênis e diminuir seus feitos e nem também dizer que Djokovic e o maior de todos por ser o mais eclético.São três lendas vivas e Federer hoje pelos feitos e o maior tenista da história com seus números e recordes absurdos além da sua elegância e finesse técnica que transcendeu ao tênis moderno e físico de hoje.
    Parabéns Federer e abraço aos colegas de blog!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Sebastian Vettel não é, nem nunca será gênio…

      Um multi-campeão, que só mereceu mesmo um título.

      Porque o restante, foi só correndo um carros infinitamente superiores.

      Hamilton o derrotou nas 2 últimas temporadas, com um carro tecnicamente inferior.

      E tudo isso, devido ás incontáveis burradas do alemão.

      Comete erros estúpidos em profusão, por ser muito fraco sob pressão…

      Pra mim, não entra nem no TOP 10 dos melhores que passaram na F-1, apesar dos 4 títulos.

      Responder
  25. Renato

    Federer tem imensa vantagem contra os tenistas nos grandes títulos. Contando apenas finals e slam, Roger goleia Novak( 26 x 20) e põe Nadal no chinelo(26 x 17)

    Responder
    1. Sérgio Cipriani

      14 são os grandes títulos do circuito. Incluso, há masters 1000 mais tradicionais que o Finals. O próprio torneio de Indian Wells é considerado o 5° Slam, movimento mais público e paga uma premiação maior do que o torneio de Londres. E mantenho essa opinião mesmo que Novak iguale ou ultrapasse Roger, o que não é difícil já que está somente 1 título atrás.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Tá de brincadeira , né rapaz. O quinto SLAM sempre foi o FINALS. No auge de Borg, McEnroe e Connors era disputado no Madison Square Garden. E sempre pelos Oito melhores de TODA a Temporada. Daí somente perder em pontuação para os SLAM. E tome de passar recibo rsrsrs Abs!

        Responder
    2. R. P.

      Só contando os “grandes torneios”
      Final em majors: Djokovic 3-1 Federer
      Final em Finals: Djokovic 3 – 0 Federer

      6-1: goleada. Quem sabe ainda dá tempo de um 7×1 pra ficar mais bonito.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Tem certeza de que você leu TODOS os posts dessa pasta, LF ?

        Porque não é possível que você não veja qual a ala vem, em proporção, menosprezando muito mais aqui…

        Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Renato,

      Pra mim, todos os Masters e todos os Slams , valem a mesma coisa.

      Eu bem que queria que o Federer ganhasse Monte Carlo, ao menos uma vez…

      Responder
  26. Jonatas Bruno

    Grande campanha do Kyrgios! Superou dois campeões de Grand Slams e dois de Masters 1000!
    Certamente o seu título mais festejado.
    Abusou tanto das deixadinhas que o Zverev até agora deve estar perplexo, diante de tamanha objetividade e artimanhas.
    Deixou uma boa impressão, em especial no quinto game do segundo set,pelo que estava se desenhando.
    De comum, o seu lado intempestivo, totalmente desnecessário, até porque provocar a quem não o apoia, gera e tende a vigorar a torcida do contra, e não é isso que o fará levar a chegar aonde deseja estar.

    Federer,Kyrgios,Tsitsipas, Monfils e Wawrinka em bons momentos. Ótimo aperitivo para Indian Wells.
    Djokovic ainda é a bola da vez, mas vai precisar defender o seu território. É o que veremos.

    Responder
      1. Jonatas Bruno

        Mais do que isso, caro colega, Nadal serviu de gatilho para engatar a marcha. Resta saber se kyrgios abdicará do que o fez estagnar. Maiores resultados, virão em decorrência disso. A conferir.

        Responder
  27. Valmir

    Continuando a comemoração dos 100 títulos…

    Tem fatos interessantes nas finais… e não estou falando de… Baghdatis… Gonzales… Philipoussis… etc.

    Federer disputou… NOVE… finais de ATP… que foram decididas em tie-brake (3 ou 5 sets).

    Ganhou a incrível quantidade de… UMAZINHA… delas… contra… Ljubicic… em Roterdã 2006

    Perdeu OITO delas… para…

    Nadal ……………… Roma 2006
    Nalbadian……….. Masters Cup 2005
    Marc Rosset……. Marselha 2000
    Nicolas Escude… Roterdã 2001
    Djokovic…………… Rogers Cup 2007
    Del Potro…………. Basiléia 2012
    Djokovic…………… Indian Wells 2014
    Del Potro…………. Indian Wells 2018

    Isso é fato… não idolatria.

    Ao longo de toda a carreira… de 2000 a 2018… nas decisões tensas… ponto a ponto… sem margem a erro.. dos tie-brakes
    a … História… mostra o quanto ele fraquejou!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Ao menos procure saber quem é o maior vencedor de Tie-breaks na Era Profissional. E veja se John Tie-break Isner não está logo atrás. Abs!

      Responder
      1. Valmir

        Realmente é o que mais ganhou tiebreaks sim… méritos dele… mas, tiebrakes intermediários.

        Agora… a História mostra que… nos tiebrakes decisivos… aqueles onde os fortes aparecem… ele é fraquíssimo… 1 de 9.
        Desempenho de top 100… para um bom trocadilho…. rsrsrs.

        A idolatria não permite ver nem as estatísticas oficiais.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Realmente.

          Vencer 9 tie-breaks, entre aspas, “decisivos”, é mais muito mais difícil do que ser o recordista de vitórias em tie-breaks.

          kkkkkkkkk

          Responder
    2. José Eduardo Pessanha

      Caramba, esse cara ficou pesquisando elementos pra diminuir a carreira do Craque. rsrs. Todos esses tenistas têm uma “fraqueza”. O Djokovic perdeu 2 GS pro Murray e 2 pro Wawrinka. Algo inadmissível para o Federer. Já acho bizarro o Federer ter perdido 1GS pro Delpo, mas perder dois pro Murray e dois pro Wawrinka seria mil vezes pior.
      Abs

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Não.

        E eu fico imaginando as horas que o Fake gastou, né?

        Pesquisando minúcias, fazendo continhas, se brincar, calculou até o DESVIO-PADRÃO!

        kkkkkkkkkkk

        Deus do céu, eu nunca vi tanta mongolice como a essa…

        Responder
      1. Nando

        Rodrigo, imagine a cena…Valmir sendo chamado pela esposa ou filhos para almoçar ou fazer algo de útil, e aí ele diz: “Agora não posso, estou pesquisando aqui coisas sobre o Federer, na tentativa de diminuí-lo, pra postar no blog”
        Kkkkkkkkkkkkkkkk ridículo.

        Responder
  28. Renato

    Se Novak bater o recorde de slam de Roger, poderá sim se tornar o maior vencedor da história. Mas infelizmente jamais será considerado o maior ou melhor da história, que está nas mãos de quem é de direito, Roger Federer. Talvez um dia nasça um jogador que possa superar o suíço. TalveTalvez….

    Responder
    1. Alexandre G.

      Você falou pouco e disse muito. Também acredito que Djokovic venha a passar Federer em número de Grand Slam, mas a genialidade de Federer, seu carisma, sua postura dentro e fora das quadras o deixam num patamar de reconhecimento equivalente ao de Ayrton Senna na F1.

      Responder
    2. Jonas

      Não sou fã do Nadal. Mas tá aí um cara que o superou DENTRO de quadra por diversas vezes, com direito a humilhação em final de Major. Talvez na história não o supere mesmo, tá bem longe.

      E Djokovic tá caminhando pra isso, mesmo sendo 7 anos mais novo e sem pegar baba em Major.

      Responder
  29. Evaldo Moreira

    Dalcim,
    Não sei acompanhou a final do Ato 500 de Acapulco e sim, você viu as deixadinhas do Kyrgios?.kkk, como diz a nossa parceira de blog, socorro meus sais…. kkkkk
    Olha com tantos rancores por aqui, com as devidas asneiras, até o mestre Dalcim externou aqui, mas um comentário me chamou atenção: Rafael você foi um gentleman, com a devida educação, parabenizando os feitos e de Federer e parabenizando a torcida suíço ….obrigado a você…parabéns

    Responder
  30. Renato

    Destruí a marronzada com meus argumentos. Kkkkk

    Ninguém conseguiu derrubalos.

    Lola ou Lolo, medíocre é você! Como já foi dito por outros participantes.

    Espero que vc me de o direito de devolver a ofensa Dalcim.

    Devolvido e discussão encerrada da minha parte.

    Responder
    1. Jonas

      Cara, eu sei que Federer é um gênio

      Não precisa ficar bravo porque chamei ele de freguês do Nadal. Mas é fato, desde 2004 o espanhol bate o suíço sem dó, sem respeito. O primeiro jogo foi em Miami se não me engano.

      Quanto ao Djoko, só mostrei que desde 2011 o sérvio também vence o suíço em tudo quanto é piso, com frequência. Ah, o suíço estava com 30 anos.

      Não vejo fãs do atual número 1 chorando assim quando ele perde. Está muito claro que mesmo perto de completar 32 anos, o sérvio ainda é o melhor da atualidade com sobra, mesmo com estilo de jogo que exige bem mais do corpo.

      Sim, perdeu do Khachanov, Zverev,Agut…sem desculpas. Nos eventos maiores, continua dominando com sobras.

      Responder
      1. Rafael Wuthrich

        Que craque! Sou suspeito pra falar, mas considero a conquista dele mais emblemática e sensacional que o próprio caneco histórico de Federer. Esse cara já deveria ser número1, ou no mínimo top 5. Quando ele quer, é um assombro.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Muito craque mesmo.

          E quando fica afim e ganha confiança, não respeita campeão nenhum, nem o Djoko…

          (acho que até agora, o Federer foi o único que ele respeitou)

          Pois já por duas vezes calou a boca da SEITA FANÁTICA dos nolistas.

          PS> Isso mesmo, fanáticos. Não se esqueçam, tá? 0 x 2 pra vocês…

          kkkkk

          Responder
  31. Arthur

    Na boa, Dalcim, mas tem uma galera aqui que só pode ser demente. Nego querendo diminuir a enormidade do feito de Federer fazendo porcentagem dos ATP 500 e 250 que ele tem no currículo.
    Fora que isso por si não diminuiria o feito em nada, como o gilvan bem colocou, o suíço é o recordista em Grand Slams e Finals, além de ser o terceiro em Masters, atrás apenas das outras duas lendas, Nadal e Djokovic (uma diferença pequena que podemos creditar à falta de um Masters na grama).
    Ouro nas duas primeiras categorias e bronze na terceira. E ainda tem gente que quer diminuir o cara.
    Dai-me sais, viu?

    Um abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pois é. Um tenista vence 11 vezes Roland Garros e é tido como fraco. O outro ganha quatro Slam seguidos e dizem que é uma farsa. Um terceiro é recordista de Slam e ganha o 100º troféu aos 37 anos derrotando um garoto de 20… Realmente, esse povo deveria ficar nos blogs de futebol.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Mestre Dalcim, com toda sua fleuma, demonstra total cansaço, como qualquer fã de tênis sensato, com essa briga sem noção entre “torcidas”…
        Realmente, diminuir os feitos herculeos dos 3 maiores tenistas de todos os tempos, é passar atestado de idiota e de desconhecimento do que é esse esporte… Tamo junto Dalcim!

        Responder
  32. Nando

    Grande semana de Nick Kyrgios hein…o cara mais talentoso dessa geração ( a dele e a da “geração perdida”) demoliu seus adversários e ganhou Acapulco…sua sequência de vitórias foi digna de masters ou Slams, devido aos adversários q enfrentou por estar com ranking baixo.
    Tomara (mais uma vez) q ele ao menos tente focar no tênis.

    Responder
  33. Márcio Souza

    Salve, salve galera!

    Quem torce pra um tenista que tem 100 canecos levanta a mão ai!
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Como é maravilhoso ver o Fedex ainda aumentando cada vez mais aumentando seus números nas estatísticas e só dando tapa com luva de pelica na fuça de quem o considera “acabado pro esporte” ou um “semi aposentado”, da pra ver daqui a cara de tacho que essa cambada de sem noção estão agora kkkkkkk

    CHUPA QUE É DE UVA CAMBADA!!!

    Já assei uma carne ontem e daqui a pouco vou assar mais uma PICANHA pra continuar as comemorações porque só quem torce pro REI tem esse privilégio de hoje bater no peito e falar:
    – FEDERER É FODA!!!!

    Parceiro Evaldo que também falou que ia assar uma carninha hoje, é isso ai, vamos todos comemorar e parabéns a todos os Federistas do Blog que assim como eu estão sorrindo e de alma lavada depois do 100° caneco.

    Bom domingo a todos!

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Massa!

        Mas cobraremos a mesma “coerência” tua, no caso dele surpreender em Indian Wells.

        De preferencia, com uma boa vitória sobre o ” Pouca telha” ou o Poodle-Alfa…

        Responder
  34. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    Federer elevou o nível nas duas últimas rodadas, agora vamos ver o que acontece no verão americano.
    Acredita ser crível o Federer buscar a lendária marca de 109 títulos ou acha pouco provável?

    Responder
  35. Ricardo Dubai

    Dalcim, sou mais um a lhe dar os parabéns por uma análise tão bem feita sobre esse título de número 100 do Federer.
    Me considero sortudo por já ter tido o prazer de assistir o Federer jogando ao vivo inúmeras vezes, e poucas vezes o vi jogar tão aplicado taticamente do início ao fim como ontem. O Stefanos ficou claramente acuado, sufocado, pressionado o tempo todo.
    O Federer parecia um garoto de 20 anos, tal sua agilidade na quadra…
    Jogar contra o Federer é difícil em qualquer lugar, mas aqui em Dubai se torna ainda mais…
    A festa estava toda preparada pra ele, e mais uma vez, ele não decepcionou…

    Responder
  36. Drayab

    Ė sintomático. Os que, prá engrandecer seu favorito, acham que tem que desmerecer o favorito dos outros, não são amantes de tênis. São os torcedores acostumados com a polarização do futebol. Nada contra o futebol, sou gremista, fui conselheiro por 8 anos, mas paixão no tênis ė mais civilizada.

    Responder
  37. Roberto Cavalcante barros

    Eu sou fã do Federer, genial o maior atleta de todos os tempos, porém eu tb gosto do Nadal e Djokovic.Eu posso admira lós , pois são grandes atletas. Não é preciso odiar o rival do seu ídolo.

    Responder
  38. Kennys

    20% títulos de Grand Slam
    6% de ATP Finals ( 26% dos maiores torneios, e isso com 37 anos; quando mais novo as estatísticas eram ainda mais assombrosas, caiu esta porcentagem com a idade).
    27% de Masters 1000
    22% APT 500
    25% ATP 250
    Levando-se em conta os principais torneios ( Slam, Finals e Master) são 53%. E isso com essa idade, onde é cada vez menor a chance de vencer os torneios mais difíceis.
    Apesar da queda nas conquistas depois da padronização dos pisos, onde ficaram mais lentos, e também com a queda dos grandes títulos depois dos 30, ainda assim o Federer continua fazendo história.
    O tênis nunca mais será o mesmo depois da lenda.

    Responder
  39. Marcelo-Jacacity

    100 títulos não é brincadeira não. Que marca de Federer!
    Semana fora de série de Kyrgios, anos atrás, era o meu candidato para destronar o Big-3 e iniciar um longo reinado como n. 1 do mundo.
    Errei, mas depende só do australiano querer.
    Brasil Open: Guardadas as devidas proporções o Thiago Wild se parece com Kyrgios.
    O brasileiro precisa urgentemente melhorar esse aspecto comportamental, já está acontecendo de brasileiro torcer contra ele. Presenciei isso em alguns momentos no Ibirapuera na 1a. rodada.

    Responder
  40. Miguel BsB

    Esse tal de Roger Federer é fantástico! Vale ressaltar que 20% dos seus 100 títulos são Grand Slams…
    Mas agora, confirmado que ele joga ano que vem, apesar de ter dito que não dá pra bater tds os recordes, fosse ele ia atrás de mais 10 troféus de campeão pra ultrapassar mister Jimmy.
    Dica: venha jogar a gira do saibro sul-americana Roger! Dada a qualidade dos adversários, muito provável que vc saia com 4 troféus de campeão na bagagem…

    Responder
  41. Aurélio Passos

    Deu a doida no Maximo Gonzalez! Nunca vi isso na minha vida (seja qual for o nível do torneio).

    Ele venceu três torneios de duplas, em semanas consecutivas, em cada torneio com um parceiro diferente!!!!

    Responder
  42. Fabrício

    Bom dia Dalcim.. 2 perguntas :
    1 – Dos 100 títulos, quais são os top 5 na sua opinião e porque?
    2- Se o suíço 1 tivesse o backhand do suíço 2 (Stan),Federer já teria passado os 109?
    Abs.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho quatro muito importantes: Austrália-2017, Wimbledon-2012, Roland Garros-2009 e Wimbledon-2009. Completaria com Londres-2010.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Nobre Dalcim, essa sua lista TOP 5 só ratifica o que sempre digo para meus amigos “tarados” por tênis: os principais títulos de Federer entre 2003-2007 tem sim um “peso menor”, devem ser relativizados quando colocamos na balança o nível dos seus principais oponentes após 2008, apesar que seu principal algoz nas quadras duras e grama só manteve um tênis regular de alto nível a contar de 2011.

        Alguém mais atento pode questionar: Mas muitos dos seus rivais a conta de 2008 também não estavam presente entre 2003-2007 ? Sim, é verdade, mas a partir de 2008 Federer teve ciência que o circuito era outro, que teria que elevar mais ainda seu jogo em razão de dois monstros que a contar daquele ano o colocaria como coadjuvante em 90% dos 10 anos seguintes. Tanto é que em 2008 Federer viu a afirmação de um jovem de 20 anos o derrotou na Semifinal do Australian Open e foi campeão, e mais espantoso foi ele sentir na pele a adaptação e superação de Nadal que o derrotou em Wimbledon.

        Os títulos de Wimbledon 2012 e Roland Garros 2009 são os mais importantes, o primeiro porque conquistou em cima do maior jogador desta década (última vez que Federer venceu Djokovic em um Major), e segundo, apesar da sorte de não enfrentar Nadal, o incluiu no seleto grupo dos tenistas que conquistaram todos Majors.

        O título do Australian Open 2017 não coloco entre os 5 mais relevantes pelos motivos que sempre defendo aqui: o rei daquele palco estava jogando um tênis sofrível, insistentemente adiando uma cirurgia no cotovelo que era inevitável. Nadal apesar de ser outro monstro, não tem como comparar com a performance e dificuldade que um Djokovic “nos cascos” proporcionaria naquele palco australiano, local que Federer o derrotou no longínquo ano 2007.

        Responder
        1. Nando

          Cara, acho q vc não entendeu o motivo do Dalcim ter colocado WB2012 e RG2009 como títulos mais importantes do Federer.
          Não foi devido aos adversários ou época, e sim pq: WB2012 o fez igualar-se a Sampras como maior vencedor do maior torbeio2 de tênis.
          E RG2009 o fez completar os Slams.
          Pq vc acharia q WB2005 ou AO2007 seriam mais importantes q esses citados?
          É cada uma…

          Responder
      1. Jonatas Bruno

        O SporTV vai exibir desde a primeira rodada, conforme pude verificar.
        Estarão em ação: Wawrinka,Berdych, Verdasco,Kohlschreider, Feliciano, Félix, Karlovic,e etc… Há a possibilidade de alguns desses se cruzarem. Pode ser um começo de bons jogos.
        Dalcim,o sorteio é hoje né? Sabe o horário,de acordo com o de Brasília?

        Responder
        1. Jonatas Bruno

          Vi agora no Twitter.será as 15:00 hs lá, 20:00 hs no Brasil (hora Brasília)
          Já me respondi rs

          Complemento: Lembrei também do Gulbis, Chardy, Paire e Tiafoe.
          Como pontapé,começa bem e já com transmissão.

          Responder
  43. Pedro

    Dalcim,

    Dois grandes torneios 500. Grandes partidas, grandes jogadores. Não deveram aos ATP 1000. Em relação ao de Acapulco, o Kyrgios jogou muito. Aliás, é muito bom ver o jogo do australiano, sempre com jogadas diferentes, bem melhor do que aquelas partidas de jogadores trocando bolas de fundo por horas. Nota-se que é uma questão de incentivo, pois se ele estiver motivado pode ganhar de qualquer um. Lembrando que ele venceu Nadal, Wawrinka e Zverev, e todos jogando muito bem.

    Responder
  44. Luiz Fernando

    Vi q Kyrgios venceu Zverev e venceu Acapulco, vencendo na sequencia Nadal, Wawrinka, Isner e o alemão, o q convenhamos não é p qualquer um. Isso só demonstra o quanto o mau comportamento do cara impacta sua carreira, pois virtudes na quadra nao lhe faltam…

    Responder
  45. Marcelo Paranzini

    Excelente comentário Dalcim, técnico, realístico e verdadeiro. O reconhecimento é necessário para qualquer profissional, mesmos aos gênios como é o caso do Federer: “Com a raquete na mão e bolinha em quadra, o show ele é, salve o Rei Federer!”(trecho da música composta pelo meu pai Osny Paranzini antes de falecer, cantava aos familiares tocando violão). Simples, mas verdadeira. Que aproveitemos os lances mágicos até a última partida como profissional. Parabéns Federer e rumo ao 110!

    Responder
  46. Rodrigo S. Cruz

    É, Lola…

    Desta vez não deu pro “Cachinhos dourados”.

    Também, depois daquela vitória sobre o Nadal, Acapulco só podia ficar mesmo com o Kyrgios.

    Responder
    1. Lola

      O outro tava realmente inspirado, não sei o que deu.
      Mas acho que o Zverev se perdeu quando o outro começou com as deixadas. Eu jogava a raquete na cabeça do Kyrgios kkkk.

      Responder
  47. Rodrigo S. Cruz

    Semana perfeita, pra quem curte o TÊNIS-ARTE!

    Com vitória dos dois tenistas mais espetaculares do circuito.

    E a campanha do Kyrgios foi ainda melhor que a do Federer.

    Só pegou “pedreira”, mas todos ficaram pelo caminho:

    Nadal, Wawrinka, Isner e Zverev.

    Responder
  48. Sônia

    Zverev voce é um amor, te amo, mas torci para o bad boy dessa vez pois o circuito precisa pegar fogo rsrs (2019 promete). Agora, como deu tempo, vou torcer contra o tal Jones argh argh. Beijos.

    Responder
      1. Sônia

        Rsrsrs, rivalzinho mais fraquinho rsrs, não consegui acompanhar o segundo round, chato demais, mudei de canal rsrs. Uma hora esse tal Jones cai, estarei no aguardo rsrs. Beijos.

        Responder
  49. Valmir

    SEM títulos…

    Monte Carlo (4 vices)
    Roma (4 vices)
    Olimpíada (vice em Wimbledon)

    Dos 100 títulos… SÓ 1… veio dos três mais tradicionais torneios do saibro.

    47% são de ATP250 e 500… se o Nadal e Djoko jogassem a mesma quantidade desses torneios, já teriam passado de 100 muito antes.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      “(…) Monte Carlo (4 vices) Roma (4 vices) Olimpíada, Wimbledon (…)”

      E o Nadal que nunca ganhou um ATP Finals na vida?

      Mas aí, não vem ao caso, né?

      Responder
      1. Nando

        O siri tbm não ganhou Shanghai, Paris, Miami…
        O post é sobre o 100° título do Federer, mas o rancor desse Valmir é maior q td…e isso o faz ser quem é (aki no blog)
        Como Dalcim já respondeu pra outro usuário e q vale pra ele tbm: Pena q bom senso não se vende em farmácia.

        Responder
        1. Valmir

          Idolatria cega… que só vê o lado brilhante das coisas… talvez seja vendida em farmácia.

          O fato de apenas UNZINHO… dos 100 títulos vir dos três mais tradicionais torneios do saibro (ah… Robin Soderling)
          mostra que uma … perna da mesa… é manca.
          Isso com 84,6% de jogos vencidos no saibro… o que significa perder… os grandes jogos… as decisões.
          4 vices… em Roma, MonteCarlo e RG.

          Vou mostrar mais um item em que o ouro não reluz tanto o quanto imaginam…

          aproveitamento e posição no ranking da ATP… está lá no site… Win x Loss

          a) Nos sets decisivos…. 224W x 120L… posição 23
          b) Nos jogos de quinto set… 30W x 21L…. posição 91
          c) Nas finais….. 100W x 51L ………. posição 20
          d) Após perder o primeiro set….. 129W x 185L … posição 7

          Desempenhos MEDIANOS… para quem conseguiu 100 títulos… quando perde o primeiro set… então…

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Idolatria?

            Kkkkk

            Olha só quem fala!

            Idolatria é perder HORAS pesquisando minúcias inúteis, pra tentar diminuir um feito desses.

            Coisa de doente mental…

  50. Paulo

    Eu nunca comento no blog , mas devido a um dos mais exuberantes textos que eu já li, não pude me omitir. Vivemos uma época dourada de gênios do esporte. Ano passado a convite de meu pai tive o privilégio de assistir o finals ao vivo. Assisti a três jogos do Federer e dois treinos muito perto do court. Ele é inigualável, o público fica extasiado. Após a sua justa derrota para o zverev , ouve um sentimento coletivo de frustração. A grande final , por sinal espetacular já tinha 20 % de lugares vazios. Federer e o tênis na sua essência , 9 de cada 10 fans pagam para vê lo. Djoko e também incomum, extra série , mas …. não é o Federer. Em 2011 assisti a final de Roland carros e 9 entre 10 torcedores eram favoráveis a ele, mesmo que soubessem que Nadal venceria. O texto sublime de hoje, para mim o mais espetacular da história do blog , capta a sensação do mundo do tênis, de que nunca mais veremos alguém igual , independente dos números ao final da jornada. Assim como Federer o colunista se mostra um gênio nas palavras, na síntese, sabe captar sentimentos e me levou as lágrimas. Parabéns dalcim.

    Responder
  51. Gabi

    Meu lado fofoqueiro tá se divertindo com o ace bandsorts agora, antes de começar a transmissão da final de Acapulco (vai, Kyrgioooos). Não gosto muito das gírias muito paulistanas do Saretta, mas tá muito engraçado saber mais sobre os casais do circuito de tênis!

    Hj vou de mestre sala, sofá, controle remoto e tv!

    Responder
  52. Eric

    Mestre Dalcim,

    Parabéns pelo comentador grandioso como sempre.

    Gostaria de saber sua opinião em relação ao saque “por baixo” tentado pelo Kyrgios: você acha que é realmente um desrespeito ou pode ser uma nova tática dos grandes sacadores.

    .

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É considerado pouco ético até entr amadores, embora seja permitido. Admite-se quando o tenista está seriamente avariado.

      Responder
      1. Eric

        Li o Anderson comentando sobre regras “não escritas”.
        Seria como devolver a bola em cima do adversário na rede?
        Mas não deve vingar mesmo então.

        Obrigado, mestre!

        Responder
      2. Juninho Fonseca

        Mas eai,??…vc considera que eh um golpe que poderia ser mais usado pelos tenistas p surpreender os adversários???…..vc usaria???…eu sim!

        Responder
      3. Bruno louzada

        Mas Dalcim. Vc não acha esse tipo de coisa válida quando um adversário fica 200 metros atrás da linha. Isso até me incomoda mais que o saque por baixo.

        É até uma forma de protesto rs

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Se você só está preocupado em ganhar, claro, é válido. Mas existe um certo código de conduta não escrito entre os tenistas, Bruno.

          Responder
          1. Robson Couto

            Boa noite Dalcim,
            No final da década de 90 vi um jogo em que a Martina Higgins salvou um championship point com um saque por baixo surpreendendo Steffi Graf. Na época achei espetacular a coragem de arriscar esse tipo de jogada, mas só agora entendi porque ela foi vaiada com tanta severidade pelo público.

        2. Alexandre G.

          Sinceramente, pra quem está competindo para ganhar, e vendo o adversário tão distante da rede, acho que é um golpe tático. O adversário que se vire para defender. Na sinuca muitas vezes você faz jogadas para esconder a bola branca e o adversário fica de nariz torcido. Quem joga pra ganhar tem que por o adversário pra reagir. Sinceramente essa questão de código de conduta acho questionável para esse tipo de jogada.

          Responder
  53. Gilvan

    Belissima partida entre Federer e Tsitsipas. Jogo franco, com os dois esbanjando ousadia e talento.
    E que bonito ver como o Federer estava satisfeito com mais este titulo. Ele continua dando show e se divertindo em quadra.
    Uma lenda viva, que continua inspirando novas geracoes de tenistas, incluindo o grego.

    Responder
  54. Daniel

    Independente de números como já frisara nosso mestre Dalcim, a plasticidade, o toque genial com delicadeza e eficiência, fazem cada jogo ser um delírio inigualável. Comparações entre o big3 são apenas ingredientes picantes que mais nos atiçam a vê-los rm atividade. Com tanta genialidade, ainda assim ele perde no h2h pra Nole e Rafa, o que só mostra a grandeza dos 3. Sorte a nossa que pudemos ver todos em todas etapas de suas carreiras. Vida ao longa aos 3( se é que é possível sonhar com mais alguns anos).

    Responder
  55. Marcos Marinho

    Desde o ano passado já venho pensando em como será o tênis pós-Federer. Claro que o esporte é sempre maior que os jogadores, mas vai ficar uma lacuna que Nadal e Djokovic não conseguirão preencher, justamente pelo diferencial que o suíço traz aos números: o jogo clássico. Costumo dizer que o Federer é a seleção de 1982 que deu certo. Faz jogadas de fantasia, tal qual Zico, Sócrates e Falcão. Ele as faz e decide jogos, campeonatos, que lhe renderam 100 troféus. Dos maiores aos menos importantes. Isso é muito fantástico.

    Dalcim, você sente quando esses ícones se retiram? Ou aceita com naturalidade? Já teve de viver um “luto” pela aposentadoria (precoce ou não) de um grande tenista, possivelmente seu preferido? Como você imagina que será o seu texto definitivo sobre Federer? Já pensou a respeito? Muitas perguntas, mas são coisas que me passam pela cabeça quando os gênios vão se aproximando da aposentadoria.

    Vamos desfrutar mais e parar com as provocações infantis. Estamos tendo o privilégio de assistir todos os dias do maior atleta do século XXI (até o momento) em ação. Isso logo acabará. Tenho 29 e cresci vendo a magia de Roger Federer. É meu grande ídolo e inspiração. Estou feliz pelo centésimo título, mas triste por saber que falta pouco para o fim.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ah, infelizmente já vivi isso algumas vezes, com Borg, Sampras, Guga, só para citar exemplos. Mas o esporte sempre se reinventa.

      Responder
      1. Rafael Wuthrich

        Sampras foi quase escondido. Ja Guga foi aquele drama que todos conhecemos. Mas e Borg, Lendl e McEnroe? Como foram as despedidas?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Nenhum deles fez despedidas bombásticas. Borg simplesmente informou a aposentadoria aos 26 anos. Lendl e McEnroe foram diminuindo o calendario.

          Responder
  56. Jonas

    Esse Tsitsipas tem o mental forte. Deu umas arregadas hoje que acabaram custando o jogo.

    Em alguns anos deve estar brigando pelo número 1 com Zverev.

    No mais, foi um jogo fácil pro Federer, mais um atp 500 pra conta e não tenho dúvida de que se quiser, vai continuar ganhando esses torneios menores pelo menos até os 40 anos.

    Em torneios mais importantes, já foi mostrado aqui a freguesia diante de Nadal. Novak é seu pai também em torneios deste nível, onde a pressão é muito maior.

    Responder
    1. Jonas

      Não sou em quem falo, são os números.

      9 x 3 pra seu pai Nadal em Grand Slam e 9 x 6 pra Novak, lembrando que o espanhol mesmo sendo um ‘moleque’ e limitado nas hards, já doutrinava seu freguês em Wimbledon e no Australian open.

      Responder
  57. Reinaldo

    Parabens a esse genio chamado Roger Federer. PeRFect. Dalcim, muito legal ler sobre tênis aqui. Sempre com uma qualidade enorme nas análises feitas. Independente do jogador, do torneio, ATP, WTA etc etc Faz bem para o tênis ter um fórum como esse. Parabéns para você também.

    Responder
  58. Lola

    O Federer está de parabéns, 100 titulos é para poucos.
    Às vezes me irrito com alguns torcedores do suíço que são mediocres, mas o suíço não tem culpa. E jogou muito bem e venceu com sobras.
    Parabéns Sônia, a mais digna representante da torcida do suíço nesse Blog.

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  59. lEvI sIlvA

    Enfim, o 100º está no papo. Parabéns ao Roger que soube esperar e domar a frustração por tantas oportunidades perdidas! Sinto que, de agora por diante joga solto e sem qualquer pressão… Ou seja, segura o velhinho! rsrsrs

    Responder
  60. Marcelo Araujo

    Boa noite, Dalcim!
    Reverência ao rei!
    Alguns de seus recordes ainda poderão ser quebrados por Nadal e Djokovic, mas no que tange à plasticidade, ele é inigualável.
    É óbvio que cada pessoa valoriza mais o que lhe é mais impactante, mas para aqueles que amam o tênis bonito e bem jogado, o Maestro é hors concours, assim como temos que respeitar os fãs de Nadal pela admiração a sua tenacidade e os de Djokovic pela admiração a sua resiliência e ao seu jogo completo.
    Dalcim, parabéns pelo blog. Acompanho há anos e confesso que quando o Rei tem jogos como os de ontem e de hoje, fico dando F5 no seu blog para saber logo a sua opinião.
    E não sei o que é melhor: suas ideias ou a forma como as escreve, com um português impecável, que se sobressai mais ainda quando os detratores analfabetos tentam manchar os seus belos textos nos comentários.
    Continue nos brindando com seus belos textos por muito tempo!
    Um abraço!

    Responder
  61. Mário Cesar

    Parabéns,Federer rmas convenhamos voce tá no fim,Me fale você e este torneio foi arranjado você ganhou de quem?Me fale o Grego cansado jogos 3 sets e olha que no p set você tremeu igual vata verde por sorte venceu tu acabou kkkkk

    Responder
  62. Jonatas Bruno

    O que mais falta a dizer deste notável cidadão!
    Apenas e tão somente: Inspirador! Emblemático! Intemporal! O que mais!?
    100 acontecimentos para registrar!

    Me venho a mente, que se Roger Federer,tivesse parado há uns 10 anos, já teria este “misticismo” todo que o rodeia. Por outro lado, penso que o tênis não estaria onde está se não fosse por ele!
    Poderia citar tanta coisa, mas nem preciso, quem sabe, sabe!
    Este tamanho grau de representatividade parece não ter fim. Que o diga o sósia do “Napoleão’. Este é o reflexo do “Mago” e a magia já tem um dos seus potenciais herdeiros.
    Que o influente por excelência, continue proporcionando motivação e espelho a essa geração.

    Responder
  63. Ricardo - DF

    Concordo 100%, Dalcim. Não são os números, mas o estilo inigualável do Federer é o que o torna único.

    Uma curiosidade. Normalmente Federer vai levando o jogo em modo “economia de energia” até chegar nos games decisivos. Aí ele acelera e pressiona para definir o set. Em Dubai ele pareceu adotar outra estratégia, a de quebrar o serviço do adversário no início do set, e depois administrar o resultado. Vc acha que foi uma mudança de estratégia ou apenas acaso ?

    Parabéns pelo excelente texto!

    Responder
  64. Rubens Leme

    Sei que a lista de jogadores com mais de 100 títulos vale apenas para uma modalidade – simples- ou duplas – como os irmãos Bryan -mas, valia o registro incrivel de John MeEnroe, dono de 77 títulos de simples e 78 de duplas. Foram 7 Slams de simples e 9 de duplas, todos eles ou em WImbledon ou o US Open, embora modestos perto dos167 títulos de simples e 177 de duplas de Navratilova.

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    1. José Nilton Dalcim

      Australian tem o recorde, Roland Garros é o menor. Mas é incorreto comparar, porque EUA e Austrália tem rodadas noturnas separadas.

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  65. Arthur

    Disse tudo, Dalcim.
    Federer é muito mais do que os números (e eles, por si só, já são impressionantes).
    O que faz de Federer “o Federer” é justamente a elegância, a plasticidade e o inigualável repertório de armas de que dispõe o seu vasto arsenal.
    Quando se alia a isso a eficiência, o resultado é este: 100 títulos que, em importância, são imensamente maiores do que os 109 do Connors.

    Um abraço.

    Responder
    1. Sérgio Cipriani

      Concordo enormemente com o fato de que os 100 de Federer são maiores que os de Connors… Os 73 do sérvio já são infinitamente superiores aos 109 do americano. Não precisamos nem explicar o óbvio.

      Responder
  66. Dudu

    Aqueles que menosprezam um feito raríssimo como esse (somente dois homens entre todos os seres humanos atingiram esse número) não fazem ideia o quanto uma conquista dessa envolve e o quanto ela deve ser admirada – e celebrada.
    A frustração com a própria existência está se transformando em uma piores doenças de nosso tempo.
    Parabéns, Roger Federer. E Parabéns Dalcim. Registros como o seu fazem parte dessa conquista – momento sublime do tênis e do esporte.

    Responder
  67. André Barcellos

    Uma frase repetida à exaustão sobre Pelé, mas que se encaixa como uma luva neste momento.
    Já escrevi antes aqui também.
    “Outros podem ganhar 100 títulos, como Federer. Mas ninguém pode ganhar um título como Federer”.

    Responder
    1. Valmir

      Outros podem ganhar mais títulos sobre Federer… do que o contrario.

      Nas finais… onde os cachorros grandes prevalecem…

      Djokovic 12 x 6 Federer… só o dobro…
      Nadal 14 x 10 Federer

      Nas finais de Slam…

      Djokovic 3 x 1 Federer
      Nadal 6 x 3 Federer

      Responder
  68. Valmir

    Parabéns pelo título número 100!

    Já que estamos no carnaval…
    centésimo… porém… ai porém… há um caso diferente que esquecem tanta gente…

    Um total de 47% dos títulos são de atp250 e atp500… nessa leva alcança logo o Connors… em todos os sentidos.

    Comparando com os 36% do Nadal e 28% do Djokovic em Atp250 e 500… os números ficam bem menos brilhantes.

    Ponha aí 5 anos a mais de carreira… na era fraca… fica bem mais fácil ter essa diferença.

    Responder
    1. Fabio

      Se ele tem mais Grand Slams e mais ATP Finals não vejo o demérito de ter mais ATP 500 e ATP 250, se você colocar os ATP Finals na mesma categoria que os ATP 1000 ou em uma categoria superior vai ver que não é tão constrangedor para ele.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      E o Connors muito mais que 47%.

      Se o Djokoivc algum dia alcançar os 100, terá de ser da mesma forma:

      ganhando muito mais torneios de menor expressão.

      E tenho certeza que você estaria aqui, endeusando…

      Responder
    3. Jonas

      É o que digo

      Se Novak quisesse, estaria jogando esses torneios e aumentando o H2H diante de Nadal ou Federer.

      O que interessa são os grandes títulos.

      Os 100 de Roger, por exemplo, valem MUITO mais que os 109 de Connors.

      Em alguns anos, isso deve acontecer com Novak caso ele se mantenha em altíssimo nível.

      Em masters 1000 a vantagem já é larga pro sérvio.

      Responder
    4. Gilvan

      Talvez seja pelo fato de a principal superficie do Federer ser na grama, que tem apenas 1 GS por ano e nenhum M1000.
      Alias, sua critica faria sentido se ele tivesse poucas conquistas em torneios de primeira linha, o que nao e o caso. Federer e o recordista em GS e em ATP Finals, alem de ser um dos maiores vencedores de M1000 na historia.
      O que me faz concluir que a sua critica se resume a puro e simples recalque.

      Responder
    5. Babidi

      Seu “Parabéns” poderia muito bem ser alterado para um “Não queria que você ganhasse, otário”. Tá na cara que você só está aqui para desmerecer o que o Federer faz, assim como os outros fakes que aparecem por aqui. Ser o maior campeão de GS é pouco pra você? Ser o maior campeão do ATP Finals é pouco pra você? Passar quase 5 anos seguidos como número 1 do mundo é fácil e qualquer um pode fazer? Chora mais que tá pouco!

      A maior parte dos principais recordes da história do tênis estão com o suíço e tu vem falar de percentual de títulos de ATP 250 e ATP 500. Ah, faça-me o favor!

      Responder
      1. Sérgio Cipriani

        Ué, senhores? É só uma constatação legítima que ele fez. O Federer chegou ao 100, parabéns! Mas ele quis mostrar que apesar de Federer ter “imensos” 27 títulos a mais que o sérvio, em se tratando de títulos de 1000 títulos pra cima, o suíço tem vantagem de 1 apenas (53 a 52) … Ninguém precisa se sentir ofendido por isso. Ele não falou mentira. Quanto aos números de Slams, Finals e semanas na liderança que vcs possam citar… O sérvio está babando em cima… Está na cola já no ATP Finals… Já dá pra sentir o cheirinho no n° de semanas… E quanto aos Slams, vamos lembrar que Novak ainda tem 6 anos a menos que Roger.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Se não existe MASTER 1000 na Grama , é óbvio que o Sérvio não tem culpa. Toda vez que se aventurou nos ” pequenos ” ATPs de Quenn’s e Halle , não levou nenhuma vez. Daí há somente possuir 5 Títulos na Grama , contra 4 de Rafa Nadal e 17 de Federer. Na rapidissima Halle o Suíço é Octacampeão. Até 3 anos atrás nem ATP 500, tinha nesta superfície. Você se finge de desentendido nesse Papinho de ATP 250 e 500 , como mostrou em mais um ridículo comentário ontem com direito a resposta do Blogueiro. Abs!

          Responder
  69. Alberto Jorge

    Caro Dalcim,

    Excelente texto. Jornalismo esportivo refinado. Federer é tido pela crítica mais especializada, bem assim pelos jogadores, como o maior e melhor de todos os tempos. Sua plasticidade invejável, sua facilidade para bater na bola, seu pouco esforço, demonstrado na maestria dos seus golpes, jamais serão igualados. Seus recordes… talvez um dia. Mas, tal qual KANT na filosofia, FEDERER é um divisor no tênis. Nunca, nos meus longos 55 anos, vi tenista jogando igual. Borg se aproxima, porém, ainda, assim dista muito do maestro. 100 não é só de grandes e mais importantes títulos do tênis, 100 é nota. E 100 é só para ele.
    PS. Sei que seu espaço é democrático, mas é preciso frear intolerantes, energúmenos e infantis. Alguns comentários beiram o patético e destoam, estratosfericamente, da qualidade do seu texto. A moderação é necessária. Meninos na sala, só educados.

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  70. Renato

    Fregues de quem?

    Nadal? Venceu as cinco últimas. Roger tem vantagem contra o espanhol tanto nas quadras duras quanto na grama, perdendo apenas no barro. 2×1.

    Novak? Kkkkk Apesar das três vitórias a mais do sérvio, que só consegui “virar o jogo” com o suíço com 34 ano e declínio fisico na carreira, existem constatações óbvias.

    – A Vitória na Australia em 2008 aconteceu por que o suíço estava com mono, o que atrapalhou a preparação para o torneio e temporada. Não à toa o suíço fez uma temporada fraca para seus padrões, voltando ao normal em 2009.
    – As duas derrotas para Novak no ano passado aconteceram devido a lesão na mão do suíço. O próprio Roger falou sobre. Jamais Novak venceria o suíço em Cinci, onde sempre apanhou feio do suíço com direito a pneu.

    Aqui o h2h já estaria empatado. Mas vamos além:

    – Como Novak é mais novo, não estava presente no circuito entre 2003 e 2006, onde provavelmente perderia 80% dos jogos para o suíço.
    -Entre 2007 e 2009, os dois pouco jogaram um contra o outro. Com certeza mais vitórias de Roger.
    – Em 2017 os dois não se enfrentaram. Mais umas vitorvitórias para Roger.

    Nada mais nada menos Roger teria umas cinco vitórias a mais no circuito.

    Mas independente do que eu escrevi, Roger sempre será o melhor da história inquestionavelmente.

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    1. Lola

      Pelo tanto que vc cita o djokovic, calunia, menospreza, nem vc acredira tanto no potencial do federer.
      E sejamos francos, o Federer não merece um fã como vc.

      Responder
    2. Sérgio Cipriani

      Ué?? Declínio a partir dos 34?! kkkk Não foi após essa idade que ele engatou 5 seguidas pra cima do touro??? hahahahah Me explica isso, nobre colega!! rs

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    3. Jonas

      Amigo, o que Federer faria ou não simplesmente não existe.

      FATO é que desde o auge do Nadal (2010) e Novak (2011) o suíço do nada ficou velho nas derrotas.

      Não vejo ninguém aqui chamando Novak assim, sabendo que ele completa 32 anos em poucos meses, sendo que seu estilo desgasta muito mais o físico.

      Os jogos de Federer raramente passam de 2h, excessão feita aos Grand Slams. Ele não é um jogador de fundo de quadra e quase não se lesiona.

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  71. Tom

    A acidez em alguns comentários me causa pena. Não sei como alguém que diz gostar de tênis pode desdenhar de Federer, Nadal ou Djokovic. Parece que não se deram conta de que estão vivendo uma época de ouro nesse esporte tão magnífico. Lamento pela infantilidade destes. Haja paciência hein, Dalcin …

    Responder
    1. Nando

      Tom, esse pessoal não gosta do esporte…gosta do tenista.
      Qnd o ídolo se aposentar, não acompanharão mais o esporte, pode ter ctz disso.
      Sou federista, gosto do jogo agressivo e de tenistas q jogam assim (Stan e Delpo são 2 exemplos). Não gosto de jogadores q mais se defendem do q atacam, não gosto de jogadores q jogam “passando bolinha” durante quase o jogo td, não gosto do jogo de nadal e djokovic (desse aí, gostava até 2011).
      Mas nem por isso desmereço as conquistas desses caras, q com ctz estão no top5 da história do esporte…mas tem gente q não pensa assim, acham q o esporte começou em 2011, não pegaram a época das velocidades diversificadas dos pisos. Pessoal velho, barbado, e falam como adolescentes. Tenho pena deles…será q seus filhos (se é q tem) sabem desse comportamento infantil dos pais?

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    2. Alexandre G.

      De fato é lamentável essa insistência de muitos torcedores em ficar denegrindo um ou outro tenista e prol de seu preferido, tentando justificar certas coisas que nada agregam ao resultado final do esporte.
      Há muitas variáveis que podem caracterizar um atleta, como genialidade, improvisação, físico, mental, ferramental, e nenhum deles tem todas elas em 100% do tempo. Cada tenista possui uma mais forte ou mais fraca, se for comparar um com o outro.
      Nós temos hoje o privilégio de assistir excelentes tenistas em fase ativa, que nos brindam com o melhor que podemos esperar. Para mim, isso basta.

      Responder
  72. Sérgio Ribeiro

    E não é que o Titio queria pegar mesmo o Sobrinho rsrsrs O garoto salvou 12 Brackpoints no AOPEN 2019 .Agora foram apenas dois e convertidos no ato pelo Craque Suíço. Neste lindo duelo de gerações com o Back de uma mão, vimos de tudo para alegria do público. Voleios a dar com o pau ( alguns geniais ) , o Grego também põe a cara na rede. E Forehands com a bolinha andando muito ( de ambas as partes ). A FINAL revela a Next Gen em alta pois Acapulco será com outros dois jovens , e grandes jogadores. Mesmo os dois Torneios tendo contado cada um com a presença de um membro do Big 3. Acredito que Connors fique mesmo com o Recorde de Títulos. Ao contrário do grande competidor Norte-Americano , Novak e Rafa há muito copiam o melhor de Todos. Calendário enxuto ( diminuíram mais ainda ) pensando em voos maiores. Todos cansaram de perder para a NextGen até mesmo em SLAM rsrsrs ABS

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  73. Julio Calleja

    Que dádiva poder presenciar mais m momento histórico desse. Essa marca alem de simbólica é impressionante pela qualidade dos títulos que ganhou.
    Ele vem diminuindo o numero de torneios disputados e ha muitos anos ele disputa um ou dois torneios de 250 apenas por temporada.
    O que ficou mais saboroso, foi ver ele jogando o seu melhor tanto na semi quanto hoje na final contra o talentoso Tsitsipas pra chegar nesse titulo.
    Voltou a ser agressivo e consistente nas devoluções, coisa que vinha sendo seu grande problema desde 2018. Esse detalhe vai ser muito importante pra restante da sua temporada. Vai chegar confiante pra Indian Wells.

    Responder
  74. Luiz Fernando

    Federer dominou o grego, subindo a rede seguidas vezes. Vê-se claramente q o rapaz é um passador no momento medíocre, ao contrário do q sugeriu a primeira jogada da partida, quando passou de forma magnífica com o BH. Título merecido, um marco, 100 conquistas é p poucos, aliás p apenas 2 até o momento.

    Responder
  75. Kennys

    Parabéns Dalcim pelas palavras. Parabéns Federer, vc mudou o tênis. Existe uma clara diferença no tênis entre antes e depois do Federer.

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Save your breth, Dalcim.

        Deixe que nós, os teimosos, PERCAMOS o nosso tempo… (rs)

        Porque os únicos tenistas que prestam pra esse cara, no mundo, são os que ele simpatiza:

        Nadal e Djoko.

        O resto é tudo farsa, macho-beta, fraude, mau-caráter, fingido, lixo humano…

        kkkkkkkkkkkk

        Responder
      1. Sérgio Cipriani

        Melhor… Engraçado é que já se passaram 9 temporadas sem ele ser o melhor da temporada e vocês não perceberem o óbvio. Parafraseando um colega abaixo: míope! kkk

        Responder
  76. Barocos

    Muito bom o jogo de hoje com lindas jogadas e num ritmo acelerado. É impossível não gostar do estilo do Federer.

    Tsitsipas tem um belo estilo também, mas ainda lhe falta uma dose de paciência para poder se impor e finalizar o ponto. Não dá para tentar resolver na base da força contra DJokovic, Federer e Nadal. Já comentei aqui que espero que o Tsitsipas e o Zverev repitam os duelos clássicos praticados por Djokovic e Federer.

    Parabéns pelo belo texto Dalcim, em conjunto com os outros artigos publicados aqui no tenisbrasil, forneceu uma boa perspectiva sobre o tamanho do feito deste magnífico Sr. RF e da incrível qualidade técnica que o mesmo possui.

    Sigo na expectativa por mais duelos clássicos, ainda que contemporâneos, entre os três maiores da história.

    Responder
  77. DANILO AFONSO

    FEDERER sem dúvida vem se consolidando como o 2º melhor jogador de todos os tempos. Se NOVAK, não tivesse “maturado” nesta década, certamente Federer repetiria boa parte do enredo da década passada, isto é, venceria com folga os principais torneios na quadra dura e grama natural, porém continuaria no papel de coadjuvante no saibro (perdendo a maioria dos jogos para NOVAK e principalmente para NADAL). Ademais, o centésimo título ele teria antecipado há uns 3 anos e a coleção teria mais títulos de relevância.

    Ansioso para ver os 3 Monstros na em Miami. Já comprei o ingresso da final que ocorrerá em 31/03.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Taí , caríssimo Danilo Robson Gavião. Acredito que você comprou mesmo. Mas compre também um Óculos e um computador novo. Tu só Posta ( ou Bosta ) , bobagens. Que superioridade é essa do Cara do Poster do seu quarto, sobre o Suíço no Saibro ? Já reparou o quanto o pseudo Sabichão é mal informado ? Vou te ajudar embora não mereças. Head to Head 4 x 4. Cinco FiNAIS a Três em RG. UM Título pra cada. Federer é o segundo maior vencedor em Paris de partidas atrás apenas do Rei do Saibro. Doze a Quatorze em Títulos no Barro para o teu Amado. Superioridade Mané , são Oito a Quatro em Wimbledon e 17 x 5 em Títulos na Grama. Sabe nada. Abs!

      Responder
  78. Márcio Souza

    Excelente e primoroso texto novamente Mestre!

    Parabéns ao Federer que finalmente chegou aos 3 dígitos de canecos conquistados da ATP cravando ainda mais seu nome nas estatísticas do tênis.
    Esse cara é monstro, percebe se nitidamente que ele ainda continua ganhando e jogando bem porque é diferenciado no talento e na técnica, chega a ser impensável ver ele ter ultrapassado duas gerações e estar iniciando uma terceira e ele continuar vencendo e levantando troféus.

    Com certeza ele tirou uma tonelada de pressão das costas com esse título.
    Apesar de não declarar abertamente, no fundo isso incomodava a ele sim, e como agora o 100° veio, acredito que ele ira jogar mais solto.

    E como não poderia deixar de ser, JÁ ASSEI UMA CARNE HOJE AQUI E AMANHÃ DAREI CONTINUIDADE NAS COMEMORAÇOES e com uma picanha maravilhosa que ja comprei e esta no jeito.
    Parabéns ao Federer e a tofos os seus fiéis torcedores que na vitoria ou na derrota, sempre continuaram acreditando que esse 100° viria.

    Quanto aos urubus e aves de rapina, fica aqui os meus sentimentos porque esse restante de sábado e domingo vai ser preciso tomar muito anti inflamatório porque tudo vai descer um pouco quadrado na garganta dessa cambada que ja havia aposentado o GOAT ou insiste em desmerecer o MAIOR E MELHOR DE TODOS, fazer o que ne, Federer é Federer e os outros são os outros e só, portanto, respeitosamente fica aqui o meu:
    – CHUPA!!!

    100 canecos e contando…

    Responder
  79. Eduardo Nery

    Dalcim, aprendi e continuo aprendendo muito de tênis contigo. Mas hoje, seu post deixou de lado a questão técnica do tênis e foi simplesmente sublime.
    Acho que foi uma justa homenagem ao tênis de Roger Federer!
    Quantas pessoas nesse mundo não passaram a admirar esse lindo esporte por vê-lo?
    Não sei se ele será o maior ganhador de todos os tempos..
    Djokovic pode passá-lo.
    Mas sejamos justos, sua mágica e seu carisma, acho que não estarei mais por aqui para ver alguém superar…
    Parabéns Dalcim!

    Responder
  80. Roger Fedeiros

    Parabéns Fregueser pelo 100° título. Mesmo tendo se aproveitado de uma entressafra no começo da carreira.
    Vc não teve culpa, fez o que tinha que ser feito. Vou fazer uma analogia com CDZ.
    Fregueser era um cavaleiro de ouro em meio á cavaleiros de prata, ou seja, ele era superior aos demais. Mas quando teve que enfrentar outros cavaleiros de ouro ele não aguentou.
    Djokovic seria o Shaka por ser o tenista mais próximo de Deus, Nadal, obviamente, seria o Aldebaran de touro. Já o Fregueser seria o Afrodite por querer ter o jogo mais bonito, com toda aquela balela de elegância e plasticidade, costumeira. Só falta ele jogar tênis com uma rosa na boca. kkķkkkkkkkkk

    Responder
      1. Mario

        Assim como em qualquer profissão, existem pessoas que na impossibilidade de explicar seu vazio e frustração, tem atitudes como esses posts! Esses mesmos são os que culpam o padeiro, os médicos, o fabricante etc… como jornalista experiente, tenho certeza de q lida bem com isso, mas me obrigo a te apoiar de forma q não corramos o risco de contar com seu empenho e profissionalismo ímpar! Parabéns pelo blog!

        Responder
    1. Nando

      Olha, eu nunca li TANTA MERDA…com td respeito, é mta asneira num só comentário.
      E ainda inventa um nome baseado no Federer pra comentar. Resumo: patético.

      Responder
      1. Sérgio Cipriani

        Vamos levar na esportiva, gente! rs O tal do Lógico vomita um monte de besteiras aqui e muitos dos senhores acham graça… Vamos dar o mesmo tratamento a ambos os lados… O cara só quer o mesmo direito de fazer piada…

        Responder
        1. Chetnik

          Não peça coerência dos zumbis. Os mesmos que sempre postam “kkkkk” para as postagens do Lógico – nada contra, eu também acho engraçado – ficam absolutamente descontrolados quando alguém fala do bode… e dá-lhe baixar o nível com palavras de baixo calão. Só é “humor” e “engraçado” quando é contra os “passadores de bola”.

          Por isso serão os eternos zumbis.

          Responder
    2. Alfredo Ribeiro Stern

      Questão 1: Seja homem e coloque seu nome verdadeiro. Questão 2: Reconheça o mérito do próximo.
      E por fim: A Vitória ou derrota de seu ídolo, por si só, não mudarão sua realidade.

      Responder
  81. Ricardo Pinto da Silva

    Acompanho o tenis desde 1979 e uma das coisas mais importantes na vida e também no esporte é ver uma avaliação desapaixonada, altamente técnica e brilhante como vemos a do autor do blog, Dalcim. Sempre temos de ver o todo do jogador e não uma partida ou título, afinal uma carreira se constrói ao longo da vida do atleta. O Federer, Nadal, Djokovic , Murray e todos os outros, estão de parabéns, pois graças a eles temos o privilégio excepcional de acompanhar esse esporte clássico e maravilhoso que é o tenis. Parabéns Federer pelo 100 título e parabéns Dalcim: o mágico do jornalismo tenistico. Acompanhar tudo isso ao vivo é inesquecível! Abraço a todos. Ricardo.

    Responder
  82. Rodrigo S. Cruz

    Prevejo que membros da TROPA DE CHOQUE de ódio ao Federer, não tardará em dizer:

    “Grande coisa. Só mais um ATPzinho 500 do Federer-Slam”.

    Lógico né, senhores.

    A menos que se exija que o Federer some 100 títulos, contando apenas Slams ou Masters…

    (rs)

    Responder
  83. Vandenberg Gouveia DIas

    Parabéns pelo texto! Já não dá para cobrar do Federer a concorrência com Djokovic ao topo… a fase agora é só de curtir e tentar chegar aos 110. Depois para!

    Responder
  84. Renato Toniol

    Sou torcedor de Roger Federer, e não teve como não se emocionar hoje.
    Conquistar 100 títulos em um esporte tão exigente tecnicamente, fisicamente e mentalmente, não é para qualquer um, isso sem contar na plástica de seu jogo.
    A facilidade com que executa voleios desconcertantes, chega a ser um colírio para os olhos, algo muito distante da capacidade de qualquer outro tenista. Roger chegou a fazer um voleio de esquerda buscando a bola quase que no chão. Coisa de doido.
    Não vou desmerecer Nadal e Djokovic, pois seria tolice de minha parte diminuir qualquer um desses tenistas, que sim, também são fenomenais, porém casa um em seu estilo. Respeito os seus torcedores, e cada um tem direito de torcer para quem bem entender, e concordar ou discordar de qualquer outro, desde que o faça com respeito.
    Mudando totalmente de assunto, estou na torcida por Guido Pella no Brasil Open. Ele é um tenista bem limitado, mas sei que já passou por momentos difíceis, chegando a quase abandonar a carreira.
    Portanto,acredito que esse título irá cair muito bem em suas mãos, ainda mais sabendo que o rapaz perdeu as quatro finais de ATP que disputou.

    Responder
  85. Sérgio Cipriani

    Um grande feito. Tinha que vir aqui prestar minha homenagem. Parabéns ao Roger por mais um ATP 500 conquistado em sua carreira!

    Responder
      1. Sérgio Cipriani

        Até quando saúdo o cara sou apedrejado… rs Mais amor, Brunão!! Sem ofensas, eu sou um cara elegante! Não uso termos pejorativos pra ninguém aqui! 😉

        Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Melhor vencer um ATP 500 em Dubai, do que perder o MASTERS 1000 do Canadá 2018 para o mesmo oponente aos 19 , como fez seu AMADO, mesmo não tendo competência para chegar à FINAL ( foi o único jogo entre ambos ) . Não sabia que o passador Mor de Recibos era também fraquinho de espírito rsrsrs Abs!

      Responder
    2. Julio Calleja

      20 Grand Slams (recorde)
      6 ATP Finals (recorde)
      27 Master 1000 (3º)
      22 ATP 500 (recorde)
      25 ATP 250
      Depois dos 35 anos ele ganhou 3 Slams, 3 Masters 100 e 5 ATP 500 e contando…
      Quero ver qualquer outro jogador no circuito conseguir essa marca depois dos 35 anos.

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      1. Sérgio Cipriani

        Djokão vem aí… O primeiro recorde está difícil; o segundo, bem possível; o de ATP 500, impossível. Se depender do calendário do sérvio, acho que ele não ganha nenhum esse ano.

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      2. Valmir

        Ué…
        Quando ele tinha 31 a 35 anos e levava surras do Nadal e do Djoko… era porque estava velho… vocês mesmo diziam.
        Mas aos 36 ganha Slam sobre o Cilic… a velhice acaba ?

        Ah sei…
        2008 teve mononucleose… ué, mas não jogou 3 finais e 1 semi de Slam no ano ?

        Quando ganha é um Deus… quando perde sempre tem desculpa… até nos 6×1 6×3 6×0….

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        1. Alexandre G.

          Amigo, mude seu enfoque. Lembre-se de que temos hoje três tenistas excepcionais em atividade.
          Você só conseguirá desafetos e descrédito tentando desmerecer um ou outro.
          Você nada conseguirá comprovar, pois para quem curte de fato o tênis a maior informação considerada é o que eles apresentam dentro de quadra, independente de números.

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  86. Nando

    Magnífico Federer!
    100° título, 2° tenista na Era Open a conseguir esse enorme feito (no masculino)…quem quer 100, q corra atrás pq estão longe.
    Federer jogou mto bem na semi e hoje, voleiou mto…e pra quem disse aki q Acapulco estava mais forte q Dubai, aham…a final foi entre 2 top10, só isso.
    Q esse 100° o faça jogar mais tranquilo no restante da temporada, sem pensar nos 109…acho q ele pensava mto nesse 100° com ctz.
    E uma marca impressionante: 32 títulos ganhos após fazer 30 anos (4 Slams, 1 Finals, 10 masters, 14 ATP500 e 3 ATP250).
    Vida longa ao Rei do Tênis e como Dalcim disse no post: É o Melhor Tenista de Todos os Tempos.
    Vamos ver o q os fakes dirão…

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    1. Sérgio Cipriani

      Nada mais natural que Roger esteja na frente. Afinal, são 5 e 6 anos de diferença. Muita água ainda vai passar embaixo da ponte… 😉

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      1. Omar

        Sergio, vc leu o post? É sobre a comemoração de um grande tenista que completou 100 títulos na ATP. Não é um post comparando dois grandes tenistas. Dalcim, esse povo está precisando de aula de interpretação de texto.

        Responder
  87. Erick Fioretti

    Grande Dalcim,

    Que belo texto!

    Vi um Roger arrasador nas últimas 2 rodadas, assim como você.

    Se jogar nesse nível, principalmente mantendo a busca incessante pela rede, acha que ele tem chances de fazer frente ao sérvio nos grandes palcos?

    Grande abraço.

    Responder
  88. Jose Yoh

    “Isso é muito mais relevante do que números. Ainda que esse número seja um magnífico 100.”
    É a frase que eu e muita gente aqui gostaria de escrever mas não sabia como.

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  89. Alfredo Ribeiro Stern

    Roger Federer
    Simplesmente a quintessência desse esporte maravilhoso e parte integrante do panteão atlético, em companhia de Ali, Phelps, Jordan, Pelé, Lewis, Nicklaus, Montana, Ruth…

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  90. Alan Rockenbach

    Dalcim, sábias palavras, claro que o “se” não existe, porém:
    O circuito extinguiu o piso Carpete, que com certeza traria muito mais títulos a Federer.
    A Falta de mais torneios em Grama, logo ela que é “sagrada” para o Tênis e com tão poucos torneios, também trariam mais títulos a Federer, inclusive não tem um Masters 1000 sequer em grama.

    Mas….e o “mas” existe. Mesmo contudo isso, o GOAT fez e faz os números serem praticamente impossíveis e inalcançáveis.

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  91. Juninho Fonseca

    Belíssimo texto Dacim!!! todos nós,fãns do Federer estamos muito contentes hj!! confesso que há algum tempo atrás, estava meio descrente de q ele pudesse alcançar tal marca…. espero que a partir de agora ele possa jogar mais leve e que este título sirva de estímulo p ele buscar os poucos recordes que ainda faltam o ele……. vamos atrás do número de vitórias e do número de títulos agora!!…..quem sabe até a liderança do ranking não possa pintar por aí neste meio??………LET’S GO ROGEEEEEEEEEER!!!!!

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  92. Pedro

    Dalcim,

    Muito bem escrito o artigo. Como eu sempre comento aqui, as pessoas querem ver o suiço jogar. A diferença de carisma entre ele e os outros é absurda. Não sei se o tênis terá outro embaixador tão bom quanto este. Em relação ao torneio, foi bom ver que ele ainda consegue ganhar dos novos. A partida de hoje foi um bom teste, e viu-se que a bola do suiço ainda incomoda bastante. O que talvez tenha acontecido é que por um lado, o suiço se acostumou à bola Dunlop, e por outro lado, o grego sentiu o jogo. Mas, o suiço jogou melhor, e mereceu ganhar. É importante também comentar que da turma nova, o grego tenta adotar um estilo muito parecido ao do suiço, indo para a rede, coisa que outros jogadores não fazem tanto. Parece que o jogo de rede hoje em dia voltou a ser importante.

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  93. João

    Dalcim, lembro que quando o Coric venceu o Federer em Shanghai no ano passado vc disse que o tênis dele estava ultrapassado se não me engano. O que vc acha que ele fez de diferente dessa vez para engolir o coric e vencer o tisipas, dois caras da nova geração? Outro ponto, ainda acho improvável os 109, porque ao contrário de quem detém o recorde acho que ele não vai disputar torneios de atp 250, e vejo Djokovic como forte barreira nos demais torneios, mas o que vc acha? Acha que ele supera esse recorde? Acho improvável ele jogar além do ano que vem, o que significaria fazer duas temporadas de 5 títulos

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele foi agressivo nas devoluções, João, e isso é essencial no tênis moderno. Com muita propriedade, Federer deixou claro que não pensa nos 109, que não quer todos os recordes do tênis. Mas acho que, se ele mantiver esse nível, não é impossível ganhar mais 10.

      Responder
  94. Aurélio Passos

    Sim, Dalcim, concordo.
    A discussão de GOAT (que eu particularmente não ligo a mínima) pende muito a favor do suíço não apenas pelos números (que ajudam a dar força à candidatura, claro), mas por um simples fato: basta olhar a TV (ou ao vivo nos estádios).

    Responder
  95. Aguinaldo

    Mestre Dalcin,
    Parabéns por mais um belo texto, que homenageia o maior tenista da história.
    Realmente não é apenas uma questão numérica, mas de arte e categoria.
    Bastam apenas 10 ATP de 250 para superar Connors .

    Responder
  96. Marcel Azevedo

    Para mim o seu tênis sempre esteve ali desde o ano passado quando perdeu em Wimbledon nas quartas, Us open nas oitavas, Halle na final, Xangai e Paris nas Semis além do Finals em Londres! Dalcim você acha que a parte mental do Federer que caiu um pouco nesses torneios ate chegar a Dubai, onde ele também variou bastante e simplesmente nas semis e final ele foi outro jogador?! Qual a sua opnião sobre isso??

    obs: O torneio anunciou que o Federer volta a jogar em Dubai no ano que vem !

    Parabéns pelo blog !! Forte abraço

    Responder
  97. Luiz Nunes

    Dalcim, boa tarde!
    Que resumo exuberante, esse seu. PARABÉNS!!!
    Aliás, esse meu parabéns, é o mesmo que chover no molhado…????????????✌️✌️????????????????

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  98. Renato

    Magnífico post Dalcim!

    Não existe qualquer questionamento que possa ser feito em relação ao posto de MELHOR TENISTA DA HISTÓRIA que o suíço sustenta.

    É o maior vendedor, O mais técnico, mas habilidoso, mas completo….. A receita para ser o melhor. Somado a sua inigualável popularida e carisma, temos o maior tenista da história, até com certa folga.

    Parabéns Roger! Sua colaboração por atrair inúmeros fãs, praticantes e admiradores para o esporte é inigualável!

    Responder
  99. Rodrigo S. Cruz

    Boa semana do Federer.

    Principalmente nesta reta final, em que ele pôde elevar o nível.

    E, com isso, se vingou de dois jogadores que já lhe impuseram duras derrotas recentes:

    Borna Coric e Stefanos Tsitsipas.

    Também acho que o Federer acabará quebrando o recorde do Connors.

    Responder

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