O atleta do ano
Por José Nilton Dalcim
18 de fevereiro de 2019 às 19:02

Novak Djokovic teve um reconhecimento e tanto nesta segunda-feira, ao levar pela quarta vez nos últimos sete anos o Prêmio Laureus, considerado o Oscar do Esporte, repetindo a consagração de 2012, 2015 e 2016.

A nomeação do sérvio de 31 anos me parece ainda mais valiosa quando se vê os concorrentes: o campeão do mundo Kylian Mbappé e o vice  Luka Modric, o megaastro Lebron James, o multicampeão Lewis Hamilton e o premiadíssimo etíope Eliud Kipchoge, campeão olímpico e recordista mundial da maratona.

O tênis historicamente sempre foi um destaque no Laureus, em que os votos pertencem a jornalistas esportivos desde o ano 2000. Roger Federer ganhou cinco vezes e Rafael Nadal, outra; Serena Williams faturou cinco vezes, Justine Henin e Jennifer Capriati, uma.

Naomi Osaka levou como revelação da temporada, também muito justo.

Trintões dão show em Roterdã
Pertinho dos 34 anos, Stan Wawrinka voltou a jogar um tênis exuberante em Roterdã. Seus agressivos golpes da base e uma evidente melhor condição física o levaram a ótimas vitórias em cima de Benoit Paire, Milos Raonic, Denis Shapovalov e Kei Nishikori, de estilos tão distintos.

Foi barrado por Gael Monfils, 32 anos, que ganhou de nomes menos pesados, mas ainda assim eram David Goffin, Andreas Seppi e Danill Medvedev. Levou o título com justiça, porque mostrou seriedade e competência. Como é bom ver Monfils ofensiivo, sem exagero no exibicionismo, nem no apelo passivo.

Difícil dizer o quanto Roterdã pode significar na temporada de cada um, porque ambos têm joelhos como maior entrave.

Aliás, alguém tem percebido o quanto todos os jogadores, principalmente os trintões, estão indo mais e mais para a rede?

Novatos dominam Nova York
Numa chave cheia de jogadores de vasto currículo, Nova York viu os garotos Reilly Opelka e Brayden Schnur atingirem a final. O gigante americano de 2,10m disparou 156 aces na semana e barrou Adrian Mannarino, Denis Istomin, Guillermo Garcia e John Isner.

Schnur é mais uma sensação canadense. Aos 23 anos, furou o quali e venceu seus quatro primeiros jogos de nível ATP, entre eles Steve Johnson, Sam Querrey e o veteraníssimo Paolo Lorenzi. Fez uma exibição notável na final, mostrando frieza ao salvar match-points e sair de momentos delicados. Ao contrário de Opelka, não depende tanto do saque, apesar de seus 1,93m. Dá para apostar que vai mais longe.

Saibro mais rico
Foi uma pena que Dominic Thiem tivesse vacilado tanto na semi, porque seria interessante rever o duelo entre ele e Marco Cecchinato, dois nomes que precisam ser levados a sério sobre as quadras de saibro. Claro que Diego Schwartzman merece todos os elogios por sua garra, mas era um tanto previsível que não teria pernas no domingo, principalmente porque insistiu em ainda jogar a semi de duplas na noite anterior.

Cecchinato, Thiem, Schwartzman e o sempre respeitável Fabio Fognini são os candidatos ao título do Rio Open a partir desta segunda-feira, e representam boa parte do que há de melhor sobre o saibro. Vale acompanhar de perto.

O feito de Mertens
No clima de renovação, a belga Elise Mertens eliminou três top 10 – Kiki Bertens, Angelique Kerber e Simona Halep – para faturar seu mais importante título, o Premier de Doha.

Aos 23 anos, ela havia sido surpresa do Australian Open do ano passado, quando atingiu a semi para depois avançar ao 12º lugar do ranking, mas faltou a ela na maior parte da temporada o que mais procura agora: consistência. Dois dias depois, caiu na estreia de Dubai. Nada anormal.


Comentários
  1. Mario Cesar Rodrigues

    Sinceramente,o pior ATP 500 que existe na fase da terra é o do Rio de Janeiro que Brasil,que porbreza coletiva,tem vários 250 bate de lavada até o Thiago e o Rombolii perderam nas duplas 3 set estava6x2 como pode gente intervenção já!Belo e Rogérinho já perderem o P set vamos ver salva ai sacho que nem chorando!

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    1. José Eduardo Pessanha

      Esse é um bairrista conhecido. MC das milongas. Personagem que não agrega nada de produtivo ao blog. Cria inúmeros fakes, ofende o Craque Dalcim, só fala no Conan, etc… Não está satisfeito com o Rio Open? Vai lá e faz melhor. “Porbreza” coletiva é o seu português. Cara chato pra mulesta.
      Abs

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  2. jonatas bruno

    Pelo que pude assistir do jogo do Thiago Monteiro,o Bedene jogou para o gasto. Soube se manter no jogo,mesmo com uma queda atrás em cada set. De positivo,vi o brasileiro buscando algumas variações,saindo um pouco de sua zona de conforto. Até que foi bem na rede,considerando suas limitações nesta área. Encaixou alguns bons voleios.
    De negativo, ter caído de produção no saque,quando deveria e poderia encaixar em momentos de menor pressão como no sétimo game do segundo set!

    Já o esloveno sacou muito bem,deu algumas viajadas,mas se valeu da maior consistência mental. Venceu porque dosou melhor a emoção e por acreditar que em algum momento o jogo viraria a seu favor.

    E quem diria que a chave de duplas de tornou a mais prestigiada. Ao menos três campeões de Grand Slams e outros dois finalistas.
    Bem que a organização poderia colocar daqui pra frente,só os duplistas na quadra central. Mas…

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  3. Sônia

    Dalcim, amei a queda dos “cabeças”, pelo ânimo deles foi bom que perderam. Ficou emocionante agora o torneio, difícil previsão, adoraria uma final Bedene (amo) vs Cuevas, mas não descarto o Munar e nem o Garin, aliás, irei torcer para o Garin (creio que ele irá vencer o canadense) contra o Munar. Beijos.

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  4. Renato

    Olhando a chave do Rio Open agora e com a eliminação dos favoritos, ficou com cara de torneio challenger. Provavelmente teremos um tenista desconhecido ou inexpressivo vencendo torneio deste porte. Duvido que aconteceria em outro lugar do mundo. RS. Apesar de bizarro, não deixa de ser interessante.
    Alguém aqui pode questionar: Mas Cuevas e Vinollas não são inexpressivos. Bom, são jogadores medianos que estão longe do melhor momento.
    Vou torcer para o canadense Aliassime, mas temo que o garoto seja apenas fogo de palha. Tinha gente pintando o garoto como novo fenômeno do esporte, mas faz um tempinho que está no circuito e até agora não mostrou nada demais para ter o nome cogitado como fenômeno. Fez em challengers mas em torneios atp…. Nada!

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    1. Sérgio Ribeiro

      Fogo de palha aos 18 anos ? O problema e’ que você ouve falar no garoto desde os 14. Federer com esta idade terminou a Temporada como TOP 64 . Félix já bateu dois TOP 20 ( Pouile e Fognini ) e com essa Vitória sobre o Italiano mostrou ao próprio que a geração não é uma ” farsa “. Furou o TOP 100 ainda em fevereiro. Tudo pode acontecer até Novembro , a meu ver. Abs !

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  5. Renato

    É duro ler uque Nova e Nadal tem que correr atrás e vencer títulos para fazer justiça e se aproximarem dos números de slam de Roger. Novak teve suas chances, mas foi atropelado duas vezes por Stan em final de slam e duas vezes por Murray.. … Mas amarelou, e…..

    Fato é que Roger é merecedor de tudo que conquistou até hoje. Venceu os melhores de todas as gerações que enfrentou. É o mais técnico, mais habilidoso, disparado o mais popular e o melhor e maior tenista da história.

    Vida longa ao REI!

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    1. Jonas

      Pegou uma geração fraca de fato. Jogadores como Hewit, Baghdatis, Cilic, Gonzalez, Agassi aposentado são tratados como iniciantes perto de Federer.

      Contra Novak e Nadal o suíço tem retrospecto pífio em torneios GRANDES. Levou a pior contra Novak em 2 finais de Wimbledon consecutivas, passou vergonha contra Nadal em 2008, 2009 e por aí vai…

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      1. Sérgio Ribeiro

        Sabe muito , o rapaz. Saberia dizer quem era o mais velho N 1 do Mundo em 2003 ? E quem venceu o AOPEN 2003 ? Quem já ” acabado ” se aposentou em 2006 com o Head to head de 4 x 7 com Rafa Nadal . Cara , você como comentarista é um excelente Comediante. Abs!

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  6. jonatas bruno

    Incrível como um Atp 500 tenha ficado “rebaixado” a esse ponto! Legal que haja surpresas, mas quebra expectativas de acompanhar confrontos de qualidade técnica.
    Neste momento,só o Thiago Monteiro para ‘salvar’ o torneio. Espero que se empolguei e abstraia o máximo que puder,pois a chave abriu e muito!
    Ainda assim,terá que passar pelo Bedene, que exige respeito.

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  7. jonatas bruno

    Comentário destinado a Sônia:
    Entendo a sua visão sobre os que elegem, mas será? Se não há critério,aí perderia a credibilidade!
    E há sim, vários interesses em jogo. Não só no esporte,mas em todas as esferas da sociedade,lamentavelmente!

    Quanto ao Lewis Hamilton,procede! Embora só o fato de ser lembrado(indicado) já não deixa de ser um reconhecimento. Será por que fica muito tempo sentado? rs Independente disso,o inglês é espetacular! O melhor piloto da década! Beijos!

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    1. jonatas bruno

      Lembrei de um detalhe pertinente…
      O fato do Hamilton ser o único dos citados a atuar em posição sentada,não é demérito algum. Muito pelo contrário, o deixou no mesmo patamar que os demais indicados. Curioso,pois acho que não é nada comum! E aí,Sônia consola? rs

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      1. Sônia

        Jonatas, até o Vettel já possui um Laureus rsrs. Lewis Hamilton, pentacampeão, muito melhor piloto do que o Vettel, disparado, sempre é indicado, mas… nada (???). Pesquise o nome dos “associados”, aqueles que tem o poder do voto, entenderá o que afirmo. Assim como os vencedores da tal “bola de ouro”, repare, sempre os mesmos jogadores (???). Não adianta, total jogo de interesses. Beijos.

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  8. Luiz Fernando

    Fognini se diz desmotivado, não sei se é verdade mas dizem vir de família com muitos recursos, o q certamente predispõe qualquer um, se verídico, a se desmotivar…

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    1. Luiz Fabriciano

      Certa vez, ouvi dizer que o Fognini é príncipe (ou conde), o que realmente seria de família abastada.
      E outra coisa, bem casado como está e com bebê em casa, é um prato cheio para permanecer nessa situação.

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  9. Rodrigo S. Cruz

    [FABRICIANO] “O fechamento de seu comentário é ótimo Rodrigo. Apenas constatei que, se formos muitos justos, deveríamos reconhecer que a ala que usa o recurso de rebaixar um tenista para engrandecer outro é 50/50%. A não ser que citemos nomes e casos, mas aí seria perda de tempo desnecessária”.

    This is bullshit.

    And you know it…

    Já deixou de ser “fifty/fifty” há muito, muito tempo, Luiz.

    Aliás, esta é uma das maiores mentiras em que eles se escoram, para justificar o enfadonho modus operandi.

    Não se vê ninguém aqui diminuindo o Djokovic, pra que em seguida haja uma enxurrada de respostas.

    Já o tal do Federer… puta que pariu!

    Não sei como esses caras não enjoam, viu.

    É todo minuto!

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    1. Luiz Fabriciano

      kkk.
      Ainda bem que meu parco inglês me permite entender o que disseste.
      Quanto ao desequilíbrio entre as alas, vai ver é porque atualmente Djokovic seja o cara a ser batido.
      Grande abraço para você.

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  10. Feelog

    Achei estas estatísticas bem interessante, melhores jogadores que:

    Que nunca ganhou um titulo de Gram Slam: 1°: David Ferrer, 2°: Tom Okker, 3°: Tomas Berdych

    Que nunca ganhou um titulo do Finals: 1°: Rafael Nadal, 2°: Rod Laver, 3°: Mats Wilander

    Que nunca ganhou um titulo do Master 1000: 1°: Yevgeny Kafelnikov, 2°: Kei Nishikori, 3°: Jan Kodes

    Que nunca ganhou um titulo Olímpico: 1°: Roger Federer, 2°: Novak Djokovic, 3°: Ivan Lendl

    Que nunca ganhou um big titulo (Grand Slam, Finals, Masters, Olympics): 1°: Kei Nishikori, 2°: Milos Raonic, 3°: Todd Martin

    Que nunca ganhou um titulo no hard: 1°: Guillermo Coria, 2°: Albert Costa, 3°: Gaston Gaudio

    Que nunca ganhou um titulo no saibro: 1°: Boris Becker, 2°: Patrick Rafter, 3°: Petr Korda

    Que nunca ganhou um titulo no grama: 1°: Jim Courier, 2°: Michael Chang, 3°: Gustavo Kuerten

    Que nunca foi numero 1 do mundo: 1°: Guillermo Vilas, 2°: Arthur Ashe, 3°: Michael Chang

    O que acha Dalcim? Na sua opinião vc mudaria alguma destas estatística?

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  11. DANILO AFONSO

    Dalcim, você não acha que a volta de Federer ao saibro tenha ocorrido mais pelos pontos que ele deixou de defender no Australian Open do que propriamente vontade de voltar a terra batida ??

    Achei muita coincidência ele anunciar sua volta ao saibro na coletiva logo após sua eliminação nas oitavas do Austrália Open.

    Não que Federer não tenha esperança de ganhar algum título no saibro, mas os possíveis pontos conquistado neste piso irão mantê-lo bem ranqueado, não dificultando assim, o chaveamento nos torneios que tem ele é mais favorito ou que tem mais chance de êxito (Wimbledon e UsOpen). Talvez se ele tivesse feito uma final na Austrália, o que o manteria em 4º lugar no ranking, pulasse novamente a temporada de saibro, evitando lesões que ocorrerem com mais frequência no saibro e não se desgastaria tanto para o segundo semestre.

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    1. José Nilton Dalcim

      Federer vem dizendo que considerava voltar ao saibro desde o ano passado, Danilo. Na Austrália, confirmou. No meu entendimento, não tem a ver com ranking, mas com possível despedida do saibro, já que 2020 é de Olimpíadas, calendário mais apertado e certamente mais difícil para ele encaixar o saibro.

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  12. Miguel BsB

    Putz, a chave do Rio abriu totalmente já na 1 rodada… Fognini, Thiem e Cechinato fora… E a possibilidade não é pequena, sem trocadilhos rs, que El peque tb perca para o Cuevas.
    Seria a chance do Wild, que ganhou o 1 set do japonês, mas que parece que vai tomar a virada, pegar um desconhecido sérvio ao invés do Thiem.
    Aliás, o que tá acontecendo com o austríaco? Tomou uma virada bizonha em Buenos Aires, e ontem fez um dos piores jogos no saibro que já vi dele. Parece machucado, mas que tá bem abaixo, tá!

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  13. Rubens Leme

    Dalcim, quem fez feio foi o Tiafoe que defendia o título em Delray. Tinha 4×0 no terceiro set, saque na mão, sofre duas quebras e acaba perdendo por 7×5. O Evans fez uns bons voleios, acertou um lindo para fazer 30-0 quando sacava em 3×4, mas o norte-americano abusa demais da força no seu forehand de terminação longa e é outro que não gosta muito de volear.

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  14. Sérgio Ribeiro

    Por onde anda o meu conterrâneo Pessanha , que não está tirando onda pra cima do Superestimado que não tá jogando nada rsrsrs ? E quanto a minha idade , Chatonik ? Moro na Praia e faço 100 Km por semana. Fica frio que você me estressa menos que o Blogueiro rsrsrs. Abs!

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  15. Paulo s. Andrade

    Enqto em varios torneios quem fica junto com os jogadores enqto eles estão sentados entre um game e outro são adolescentes, aqui são mulheres à lá grid girls que ainda se prestam para esse papel

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  16. Marcelo

    Dalcim, a tal reunião que decidiria a capitação de verbas para a realização do Brasil Open deu certo?
    Parece-me que este é o último ano que esse torneio acontecerá. Uma pena..

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  17. Eu

    Dalcim,

    o torneio no Rio não pode mudar de data, mas as chuvas sempre atrapalham a programação, então não teria como fazer cobertura na quadra central pelo menos?

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  18. Mario Cesar Rodrigues

    Dalcim,seus 3 favoritos levaram um baile hem ,segundo o post,masThiem uma draga,nunca gostei do jogo deste cara,Fognine barriga de cerveja o o utro Italiano jogou mal talvez o cansaço.agora uma cara que gostei foi o Rublev,ganhou massa muscular está,mais forte batendo dos dois lados mudando a direção na mesma intensidade p saque paulada,Tsonga não jogou mal,mas o garoto matou a pau!

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  19. Paulo F.

    Mariana Becker, conhecida repórter de uma famosa emissora, anunciou Novak Djokovic como “superastro” em sua reportagem sobre o Laureus.
    Não entendo, como pode ser “superastro” se ele é de segunda divisão?

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  20. Luiz Fernando

    Parece q alguns amigos acordaram sua uma tendencia humorística exagerada, postar q o habilidoso mas fanfarrão e inconseqüente Monfils é mais jogador do q o Safin foi só pode ser encarado como piada…

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    1. Sérgio Cipriani

      Bom, fui eu quem postei. Mas acho que vc não pegou o espírito da coisa. Ninguém está dizendo que Monfils é melhor do que Safin. Só não deixa de ser interessante, o fato de um jogador médio como ele possuir mais vitórias que um ex-numero 1 do mundo, é no mínimo curioso. Não se trata de Monfils e Safin, e sim de Federer e o nível de seus contemporâneos, que não foram bem sucedidos em fazer oposição a ele no circuito, e por causa disso, caras como Rafa e Novak estão passando a carreira toda correndo atrás dessa diferença absurda e podem não ter temposuficiente para colocar as coisas em ordem. Mas tem o lado humorístico da coisa sim, que aliás vc já desempenhou muito bem até a pouco tempo aqui no blog, antes de assumir uma posição mais política.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Outra bobagem. Vários Tenistas tem maior número de vitórias do que Bjorn Borg por terem sido mais longevos. Connors e’ o maior exemplo disto. Safin parou precocemente aos 29 ao contrário de Ferrer , Berdych , Monfils e CIA. Federer ainda é o segundo maior vencedor de partidas em RG , embora não seja o segundo maior Saibrista. Número de Vitórias nunca será o maior parâmetro de comparação. Abs!

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        1. Sérgio Cipriani

          Mais uma vez, em nenhum lugar você leu aqui que Monfils é melhor que Safin. Outra, jamais um jogador “normal”, como o francês, alcançará o número de vitórias de Rafa e Novak, por exemplo.

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      2. Luiz Fernando

        “Que isso, Chet!! rsrs Como menosprezar o francês! Saiba que ele tem mais vitórias na carreira do que o “gênio” Marat Safin, um dos grandes rivais da geração de Roger!! hehe”. Acho q eu peguei o jeito da coisa sim, basta ler o q vc postou. Quanto as minhas postagens do passado, batendo de frente com alguns bobos q ainda frequentam o blog, não me arrependo de nenhuma e faria tudo de novo, pois o contexto da época era outro. Agora vc está agindo de forma infantil, pq não criticou a todos q agiram da forma q vc criticou no momento das postagens e deixou p agora, quando o foco se virou p vc? Não tenho nada contra vc, não tenho a menor vontade de polemizar com vc, mas quando se posta algo polemico, como eu já fiz por sinal, num blog como esse, temos q estar prontos p ler as críticas…

        Responder
        1. Sérgio Cipriani

          “Cansadão”, “bailarina”, “aposentado”, “entressafra”… Todos termos que vc cunhou aqui. Não me parece uma maneira nobre de se “bater de frente com os bobos” do blog. Também nunca tive nada contra você, porque já até apreciei muitas de suas postagens. Deixa eu te dizer uma coisa: você não é meu líder. Não és o balizador moral das pessoas que torcem para outros tenistas que não o suíço. Não ditas o comportamento de ninguém aqui. Entendo sua necessidade de estar sob os holofotes, de ser o centro das atenções… Estou preparado para críticas sim. Esperava ataques de Sergios Ribeiros, Rodrigos Cruz, Renatos e Márcios da vida… Ataques seus, não! Mas não quero polemizar contigo. Segue o teu caminho e eu o meu.

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  21. Marcelo-Jacacity

    Prêmio importante para o Djokovic. E realmente é surpreendente o sérvio ter conquistado quatro vezes esse prêmio e Nadal apenas uma.
    Bom, o que importa é que os Masters americanos se aproximam e depois a gira do saibro europeu culminando com Roland Garros.
    E ótimos jogos em Roterdã, grande final. Monfils jogou muito bem, tático e explorando a esquerda do Wawrinka, com bolas altas e sem peso, embora fantástica, ainda é de uma mão. E Stanislas voltou a jogar bem novamente.

    Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          O Federer nunca foi um jogador talhado pro saibro.

          E com a idade que tem, já está fazendo muito, só em participar…

          Portanto, qualquer coisa que ele vier a ganhar nessa superfície, é lucro.

          Responder
    1. Valmir

      Federer também pode ir para Estoril.

      Outra alternativa é ele pedir um wild card de última hora, onde a chave esteja fraca.
      Marcos Baghdatis ainda está na ativa… quem sabe eles se enfrentam na final de novo.

      Os ATP 250 e 500 são muito importantes para o Bode… é só ver a tabela abaixo

      Títulos ATP_250_500 Participação
      Federer 99 46 46,5%
      Nadal 80 29 36,2%
      Djokovoc 73 21 28,8%

      Federer é uma espécie de… Jimmy Connors desta era…. caçando ATP 250 e 500 para aumentar números e mais números.

      rsrsrsrsr

      Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Eu também surtei de raiva, quando o Eusébio anunciou a programação, ontem.

      Botaram os jogos do Fognini e do Wild na quadra secundária.

      E dois jogos sem nenhuma expressão (Cuevas) na quadra principal.

      Um claro sinal de DEMÊNCIA!

      Responder
      1. Miguel BsB

        Acho que o Cuevas tem expressão sim, no saibro, principalmente no Rio… (campeão em 2016).
        Aliás, escolha correta de quadras e transmissão para o clássico do Rio da Prata, Swartzmann X Cuevas, 2 campeões do torneio.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          De verdade, que você preferiu ver:

          Djere x Thiem / Cuevas x Schwartzman

          do que:

          Aliassime x Fognini/ Daniel x Wild ????

          Por favor, me jura que você não falou sério…

          (rs)

          Responder
          1. Miguel BsB

            Na teoria, prefiro assistir Swartzmann X Cuevas do que Fognini X Félix (claro que no fim das contas não valeu pq o pequeno abandonou).
            O Fognini a gente nunca sabe o que esperar, às vezes vem pra dar show, na maioria vem sem vontade (foi o caso ontem…).
            Gosto do jogo do Cuevas Rodrigo, pessoalmente, gosto de ver jogos dos raros backs de uma mão em ação.
            Mas a questão é que a organização, obrigatoriamente, tem que escalar pra quadra principal um jogo do atual campeão contra um ex campeão, faz todo o sentido.

  22. Alessandro Sartori

    com certeza Federer, Djoko e Nadal vão jogar até os 40 ou mais e ganhando, porque na falta deles no torneio de Roterdã deu o circense Monfils…

    Responder
  23. lEvI sIlvA

    Dalcim, acho que Federer, Nadal e Djokovic nunca vão entrar pro Hall da Fama do tênis. Afinal, pra isso precisam aposentar… e do jeito que anda, sei não!?! rsrsrs

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pois é.

      O Bello de há muito, não consegue jogar em bom nível ao longo da partida, a verdade é essa…

      Ele pode fazer isso em alguns poucos games, porém oscila igual um pêndulo.

      E o pior é que oscila muito mais vezes para baixo, do que para cima:

      Ele não consolida quebras à frente, perde inúmeros break-points, chances de sacar pro set, e até recuperações.

      Salvo engano, no quali do Rio Open, ele estava ganhando do Caper Ruud no primeiro set de 5 games a 2, cedeu as quebras, e depois perdeu no tie-break.

      No segundo set, o jogo foi de novo pro tie-break, e o Bello perdia por 6 a 2, mas empatou em 6 a 6.

      E então (pra variar), perdeu dois pontos seguidos e foi eliminado.

      Ele não tem energia, seja no físico, seja na cabeça, para concluir um jogo.

      Mas a esperança é a última que morre… (rs)

      Responder
      1. Renato

        Cresça, rapaz! Precisa repetir isso todos os dias? Parece criança. Eu sou apenas mais um que escreve aqui. Não dê tanta importância para o que as pessoas escrevem aqui, principalmente provocações.

        Responder
        1. Paulo F.

          Rebaixaremos os “ninguéns” LeBron James e Lewis Hamilton para uma terceira divisão?
          Já que conseguiram perder esse troféu para essse tenistinha de segunda divisão?

          Responder
    1. Sérgio Cipriani

      Que isso, Chet!! rsrs Como menosprezar o francês! Saiba que ele tem mais vitórias na carreira do que o “gênio” Marat Safin, um dos grandes rivais da geração de Roger!! hehe

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Cara,

        Se você tivesse um pouquinho só de bom senso (não precisava ser muito não) jamais ironizaria o Marat Safin.

        Um dos tenistas mais espetaculares que eu já vi…

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Mais um brilhante comentário do comentarista. Marat Safin se aposentou precocemente aos 29 anos com o dobro de Títulos que Gael Monfils possui aos 33 ( o maior foi ATP 500 ) com direito a 2 SLAM e CINCO MASTERS 1000. Ex N 1 do Mundo , bateu Pistol Pete Sampras na FINAL do USOPEN 2001 em Sets diretos. O AOPEN 2005 foi conquistado após a Épica Semi contra Roger Federer vencida por 9 x 7 no Quinto Set. A Final foi pra cima do também dono da Casa Leyton Hewitt . Suas tentativas medíocres de menosprezar o Suíço acabam demonstrando a sua imensa “ jenialidade” rsrsrs Abs!

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Alguns djokovistas acham que só dá pra elevar o sérvio, se for rebaixando outro grande tenista.

          O Marat, além de ter carisma, sempre foi um adversário indigesto pro Guga…

          Diminuir o Safin, seria o mesmo que diminuir o Guga, o Sampras…

          E não vamos nos esquecer do IMENSO respeito que Novak tem pelo catarinense.

          Na verdade, o Djokovic é um grande cara.

          Ele não precisa de torcedores assim…

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            O fechamento de seu comentário é ótimo Rodrigo. Apenas constatei que, se formos muitos justos, deveríamos reconhecer que a ala que usa o recurso de rebaixar um tenista para engrandecer outro é 50/50%. A não ser que citemos nomes e casos, mas aí seria perda de tempo desnecessária.

      3. Nando

        Tá falando do Marat Safin q rivalizou com Guga em 2000 pelo N1? Então vc acha q Guga disputou o topo com um ninguém?
        Tô falando…essa geração acha q o tênis começou em 2011.

        Responder
  24. Chetnik

    Mais um Laureus para o Djoko. Enquanto isso, os zumbis comemoram aquele prêmio “miss simpatia” que o frauderer, com toda a sua falsidade e demagogia, ganha todos os anos.

    Cada um com suas prioridades.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Falsidade e demagogia é atacar uma pessoa desse jeito tão agressivo.

      De forma completamente gratuita e arrogante.

      Você parece um homem das cavernas…

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Diz que não admite ataques a Tenistas e deixa passar essas idiotices. As respostas a esse tipo de coisas são cortadas quando se trata da minha pessoa. Não adianta , caríssimo Blogueiro , eu não vou me mandar. Abs!

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      1. José Nilton Dalcim

        Tenistas são figuras públicas e, desde que haja exagero, críticas a eles são naturais e aceitáveis. O que este Blog coibe é o ataque desmedido entre as pessoas. Isso não vai passar mesmo!

        Responder
      2. Chetnik

        Sérgio, você não tem mais idade para se comportar assim na internet…fica ofendido porque zoam teu ídolo, ofende as pessoas que discordam de você…e ainda reclama que é “censurado”, kkkk.

        Responder
      3. Sérgio Cipriani

        Tem que levar na esportiva, Sérgio… Se ofendes quando o colega chama Federer de Frauderer, mas se omite quando chamam Nadal de dopado e Nole de cotonete… Tenho certeza de que ele não pensa que Roger é uma fraude… É só uma provocação normal como qualquer outra… Não houve ofensas e nem xingamentos direcionados a ninguém, nem mesmo ao tenista. Abs!

        Responder
  25. Marcelo

    Cechinatto jogou uma partida impecável na decisão. Muito preciso nos golpes, mostrou um tênis eficiente, ofensivo e vistoso sobre o saibro. Decididamente, é um nome a ser observado na superfície nessa temporada. O gigante Opelka vem mostrando evolução na temporada. Provavelmente nunca será um primor tecnicamente, mas pode incomodar qualquer um em um dia feliz no saque. Monfils também cumpriu uma ótima semana e parece estar com um bom físico e boa mão. Mas a grande notícia da semana foi mesmo o torneio em alto nível do Wawrinka. Ele deve vir forte para os Masters americanos, vamos observar.

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      1. Luiz Fernando

        Pelo menos não perguntou como ficaria só de cuecas kkkk… Olha se o Dojoko superar o recorde de GS do Federer, algo q hj é absolutamente provável, vai ter gente aqui q se suicida, e estou falando sério.

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  26. Bruno Macedo

    Durante essa semana vi duas matérias aqui no site que me fizeram pensar um pouco sobre determinado comportamento. Não me lembro o nome de um dos jogadores, mas vou dar o contexto das matérias.

    A primeira dizia q apesar de ter perdido o quali, um jogador brasileiro meio que havia surpreendido positivamente.
    Como assim perdeu mas surpreendeu positivamente? Não parece um conformismo exagerado diante da derrota? Não parece que estamos acostumados a perder? Não parece que já basta não perder feio? “Olha, não levou pneu. Surpreendeu positivamente”. Não! Acho que o tênis é um esporte sem segundas chances, penso que a mentalidade nunca pode ser essa. Perder é perder. O cara saiu da competição levando um pneu ou não. Não existe perder bonito no tênis. O garoto tem que entender que o mais ou menos não funciona no tênis. Se for para ser mais ou menos, escolha outra profissão. A questão é: esse garoto é novo, inexperiente, é uma promessa, ou o q ele deu é realmente tudo que ele tem para dar? Se for tudo o q ele tem para dar, não é correto usar as palavras perder e positivamente na mesma frase. Não pesquisei sobre o garoto, mas acho q não se trata de nenhuma promessa.

    A segunda dizia que Monteiro e Wild tiveram sorte no sorteio. Sorte suficiente para se arrastar mais um dia na competição e levar uma surra no segundo dia? A ideia que a matéria passou foi de que havia sorte pq os dois se manteriam na competição e depois provavelmente levariam bomba. Quando dizem que o Nadal tem sorte, é pq raciocinam que ele vai ficar descansado para atropelar alguém no jogo seguinte e não comemorando pq ele vai resistir pelo menos por um jogo.

    Não quero criar polêmicas com quem faz as matérias, minha intenção é mostrar a síndrome de de vira-lata q a gente tem. Acho q devemos ser realistas, sabemos das dificuldades técnicas de nossos atletas, mas não temos que tratar o fato com eufemismos, nem passar a mão na cabeça e comemorar pq tem a expectativa de o atleta da casa não sair da competição logo no primeiro jogo.

    Desculpem o desabafo e desculpem se ofendi alguém. Possivelmente eu tenha compreendido tudo errado e esteja sendo radical.

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    1. José Nilton Dalcim

      A meu ver, você realmente compreendeu tudo pelo lado negativo, Bruno. No primeiro caso, você está falando do Mateus Alves, que sequer tem ranking na ATP, tentou um quali de ATP 500 e levou o cabeça 8 e número 171 do mundo ao tiebreak do terceiro set. É uma derrota honrosa, a meu ver, sim. Lutou muito. Depois, concordo que Monteiro e principalmente do Wild deram sorte, porque não pegaram um dos oito cabeças de chave na primeira rodada, o que aumenta muito a chance de vitória num torneio do nível de um ATP 500.

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  27. Pedro

    Dalcim,

    Em relação ao Wawrinka, pensei que ele fosse ganhar, porém foi visível no jogo, que ele não estava jogando tão bem quanto no dia anterior. A tática adotada, de ter paciência e ficar trocando bolas não foi a melhor, visto que o Monfils tem mais preparo físico do que ele. Mesmo assim mostrou na semana que ainda tem tênis para chegar na final de um 500. Vamos ter um RG muito bom este ano.

    Responder
  28. jonatas bruno

    Boas expectativas para o Brasil Open. Aoesar que a chuva deu aquela “esfriada”.
    Acho que os nossos dois representantes tem boas chances de ganhar os seus jogos de estréias. O que convenhamos, já está bom demais pelas atuais conjecturas do tênis brasileiro. Pensando a médio e longo prazo, olhos atentos para o Thiago Wild. Se jogar sem pressão alguma, dà até para sonhar um pouco mais, já que o Thiem tem dado umas escorregadas ultimamente. Vai que…

    Grande reconhecimento ao Djokovic! E olha que os demais cotados entraram forte com reais possibilidades!
    Curioso o Nadal ter vencido apenas uma vez!
    Ainda mais comparando-o com o Djoko e Federer(ao menos quatro vezes cada).
    Dalcim, sabemos que o Laureus é um prêmio relevante para a imagem do atleta. Ainda sim, acredito que a graça não vem “totalmente” de graça! rs.
    Tem informações do quanto lucrou(lucrará) em cima disso?

    Responder
    1. jonatas bruno

      Na verdade é Rio Open. Embora até caberia, por ser o torneio de maior relevância no Brasil.
      De qualquer forma, dando o devido crédito ao nome de direito.

      Responder
    2. jonatas bruno

      Bom,acredito que a pergunta tenha se tornado embaraçosa ou inadequada (pela representatividade do prêmio em si) e com isso tenha ficado sem resposta.
      Penso que a conquista possa trazer mais possibilidades, no que tange a novos contratos de patrocínio e comerciais em meios de comunicação. Embora, o sérvio (acredito) que tenha ficado feliz especialmente pelo reconhecimento e valor que lhe foi concedido.
      Em suma, acho que o Laureus possa também abrir outras portas. É neste sentido que pensei em termos de obter diversidades de benefícios. Digamos que quis obter uma confirmação, mas faltou clareza.
      Por fim, vamos deixar o vencedor curtir o momento,pois o futuro só a Deus pertence!
      E já não se fala mais nisso!
      Por ultrapassar a margem, minha sincera desculpa.

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Desculpe pela falta de resposta, Jonatas, realmente passou batido. No caso de Djokovic, não acho que o prêmio resultará em qualquer tipo de pressão ou rendimento financeiro. Certamente, apenas orgulho pelo trabalho reconhecido, o que também é muito bom num esporte individual. Abs!

        Responder
        1. LION

          Verdade. Djokovic já ganha uma grana preta com patrocínios. Não tanto quanto Federer, claro, mas é curioso notar que seus contratos, nos últimos 3 ou 4 anos, têm sido melhores até que os de Nadal( seria Nadal ruim de negócio?) , coisa que pouca gente comenta( basta vê as listas divulgadas na internet por revistas financeiras). Todos os três estão arqui-milionários.

          Responder
          1. jonatas bruno

            De fato,Lion! São multimilionários e enquanto houver possibilidades, a tendência é tirar ainda mais proveitos (dentro e fora das quadras)
            Nadal ruim dos negócios? E a Xisca não conta? rsrs
            O cara esperou quatorze anos para resolver casar, e é curioso o quanto ele se vale da paciência para conseguir seus objetivos.
            Me parece com isso ter uma boa visão,que deve também influenciar em seus negócios.
            Acho que a questão dos contratos do Djokovic serem superiores é circunstancial.

        2. jonatas bruno

          Nem era o caso,sem problema,Dalcim!
          Certamente não há preço que pague a honra de receber este prêmio!
          Achei apenas que podia ser um elemento a mais,no processo de seleção de certos contratantes. Mas aí,não somos nós que poderemos saber! Cordial abraço.

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        3. jonatas bruno

          Que dia maluco, este no Rio Open!
          A começar pelo Jarry,que a meu ver, executou os duas melhoras jogadas do jogo (quem sabe até do dia).
          A primeira um drop shot de devolução para definir um set! Frieza e preciosismo no mesmo pacote!
          A segunda uma passada com slice com extrema categoria!
          Detalhe: Ambas no tiebrrak (segundo e terceiro set respectivamente.
          Mas o custo da irregularidade cobra o seu preço,e os 68 erros não forçados, mais os três match points consecutivos a favor, não foram o suficiente para seguir no torneio. Pena!

          Já o jogo do Thiago Monteiro teve 11 quebras de saque! Inconcebível para um jogo masculino. O brasileiro venceu, mas não convenceu. Precisa ser mais incisivo e trabalhar melhor o serviço. Contra o Bedene vai ter que jogar bem melhor! Ou torcer que o esloveno jogue aquém de seu nível de jogo.

          E por fim, a bruxa resolveu fazer das suas. Varreu com a sua vassoura, cinco dos oito favoritos. Bendita chuva, tratou de ‘conservar’ o ‘outro’!
          Que dia!

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      2. Sônia

        Jonatas, a maioria dos “votantes” são ex-tenistas ou estão envolvidos com o esporte tênis. Pode ter certeza, sempre quando houver um tenista “competindo”, ele vencerá. Voce já mencionou acima sobre os “interesses”, total verdade. Lewis Hamilton já merecia esse prêmio e até hoje… nadinha. Beijos.

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  29. Sérgio Cipriani

    Não quero rebaixar ninguém. Todos tiveram seus valores, mas quando vc para e vê que Lleyton Hewitt (616) e Andy Roddick tiveram menos vitórias que Tomás Berdych (638) e David Ferrer (728), que ainda continuam somando… Vc percebe o quão privilegiados somos.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Por isso que números frios dizem pouca coisa.

      É preciso SEMPRE considerar as circunstâncias…

      Porque o Berdych não chega aos pés do Roddick, e muito menos do Hewiit, que foi campeão de Grand Slam e líder do ranking de simples…

      Responder
      1. Sérgio Cipriani

        Discordo. Isso só mostra que se Berdych não tivesse que competir com Roger, Rafa e Novak, teria, no mínimo, as mesmas conquistas que o australiano e o americano… Que convenhamos, não são muitas… Difícil imaginar que o tcheco não teria pelo menos 1 Slam. Com toda a certeza já teria vencido, pelo menos, Wimbledon e Australian Open. Ferrer então, era atleta pra 4 ou 5 Slams… Nenhum jogador “normal” chegou a marca de 728 vitórias na carreira.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          “Se” , não existe.

          Pois cabe inúmeras variáveis aí.

          Há muita gente que afirme, por exemplo, que o circuito atual é mais fraco do que o daquela época…

          Mas de uma coisa, eu tenho absoluta certeza:

          O Berdych seria HUMILHADO por Hewiit.

          Não tem nem como comparar, a cabeça de PUDIM do tcheco, com o mental do australiano…

          kkkkkkkk

          Responder
          1. Sérgio Cipriani

            Só deixando constado aqui, que após Federer ascender ao topo do ranking em 2004, tanto Hewitt quanto Roddick não ganharam mais nada. Suas conquistas relevantes foram todas antes de Roger dominar o circuito. O que mostra que não serviram como rivais para o helvetico.

    2. Valmir

      É… e Andy Roddick e Leyton Hewitt… foram os maiores adversários que o … rei da era fraca…. enfrentou.

      Andy Roddick… incríveis 13 semanas como número 1… até confessou que foi o pior número 1 da história do tênis.

      Dalcim… como O Roddick foi parar no hall da fama do tênis??

      Se ele fosse da NFL … jamais estaria lá.
      A NFL tem exigências muito altas para se tornar um… hall of famer… já o tênis…. (na Li que o diga).

      Apesar de quê… com a dominância longeva do Big 3…. vai haver um hiato muito grande para escolher novos hall da fama… por falta de candidatos.

      Responder
      1. Jonas

        Chamar de era fraca é meio que exagero. Mas sem dúvidas teve mais moleza que Djokovic, que só pegou pedreira…

        Com todo o respeito ao grande campeão que é Federer. Mas aposto que contra Cilic, Soderling, Roddick…ele venceria mais uns 5 slams tranquilamente.

        Responder
    3. Jonas

      Esse é o ponto. Os tenistas citados por você são ótimos tenistas, mas quando enfrentavam Federer nas hards/grama ou Nadal no saibro, pareciam iniciantes.

      Apesar das quadras estarem mais lentas, o nível dos tenistas também aumentou MUITO.

      Responder
  30. Alessandro Siqueira

    E, assim, o sérvio segue escrevendo seu nome na história do esporte com letras garrafais. Já está difícil sustentar que esteja abaixo de Nadal, a menos que se tome o número de slams como algo absoluto. Do contrário, mais semanas como primeiro do ranking, mais temporadas como número 01, 05 finals, 04 Laureus etc e tal. Perde no número de títulos, mas já supera quando pensamos nos grandes títulos: 52, sendo 15 slams, 05 finals e 32 masters. Nadal, a seu turno, tem 50: 17 slams, 0 finals e 33 masters.

    Responder
    1. Jonas

      O que importa são os grandes títulos. Pelo calendário do Novak, percebe-se que ele está focando não em quantidade, mas sim na qualidade dos títulos.

      Seus 15 slams foram contra adversários de peso.

      Responder
  31. Sérgio Cipriani

    Gael Monfils é o cara! Que geração maravilhosa essa… Monfils não está nem entre os 10+ de sua época e possui mais vitórias do que Marat Safin…. 449 contra 422.

    Responder
  32. Luiz

    Prêmio inteiramente Justo para mister Djokovic, por tudo que fez a partir do Saibro, com um segundo semestre realmente espetacular. Tem tudo para continuar comandando o tênis em 2019, caso continue sadio e com foco.

    Responder
    1. Jonas

      Luiz, imagina o Novak focado assim em 2017, caso não tivesse demitido TODA sua equipe.

      Sem exageros, no mínimo teria 17,18 slams e certamente mais semanas na liderança do ranking.

      Responder
  33. Gabi

    Sérgio Ribeiro e João Ando,

    já que tá chovendo no Rio e os jogos foram paralisados, vão tomar uma cervejinha e postem a foto aqui para nós!
    De corpo inteiro para a gente ver as bermudas!!
    Rs

    Responder
        1. João ando

          Gabi. Se a programação for até o final o wild deve entrar em quadra 01/02hs da manha …além do meu cpnsultorio que acaba tarde .na quarta tenho que estar de pé 630hs. ..então não vou ver a Vitória do Daniel…

          Responder
  34. Rubens Leme

    Os trintões só começaram a ir mais pra rede depois que passaram por cirurgias e resolveram encurtar as trocas de bolas. Menos mal. E bem que a nova geração poderia aprender com isso e pegar um atalho, especialmente o Medvedev, que não sai de trás nem para ir ao banheiro, se bobear. E seria interessante porque a chance de vencerem os Big 3 ficando atrás é zero.

    O Monfils e o Tsonga jogam um tênis maravilhoso e sempre deixam a gente e pensar que carreiras não teriam tido se fossem mais esforçados no auge de suas carreiras. Enfim, ao menos estão se recuperando , tanto que estão entre os 10 mais no ranking de 2019 (Monfils é o oitavo e Tsonga, o décimo).

    Responder
    1. Marcelo

      Realmente, Monfils e Tsonga têm estilos de tênis extremamente agradáveis de se assistir. Muito mais que simples pancadaria de fundo, o que não me parece tão atraente. Uma pena que o tênis atual não dê chances a tenistas com esses estilos. Só mesmo o Federer consegue ir tão longe jogando um tênis mais old school!

      Responder

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