As 12 raquetes mais famosas do tênis
Por José Nilton Dalcim
14 de fevereiro de 2019 às 10:58

Enquanto os grandes torneios não voltam, segue minha lista das 12 raquetes que fizeram maior fama na história do tênis, com alguns detalhes históricos e técnicos.

Dunlop Maxply Fort
Uma das raquetes mais populares de todos os tempos, era feita de uma prensagem de nove diferentes tipos de madeira. Surgiu em 1931 e foi usada por diversas estrelas de ponta, como Rod Laver. Com o sucesso de John McEnroe, criou-se a versão Maxply McEnroe, que foi comercializada até 1982, quando o norte-americano adotou a Max 200G.

maxply

Wilson Jack Kramer
Rivalizou com a Maxply Fort como a mais equilibrada e procurada raquete de madeira, desde que foi lançada em 1948 com o nome do famoso jogador norte-americano que brilhou nas décadas de 40 e 50. Por 35 anos, foi considerada a raquete mais vendida do mundo.

jack

Wilson T2000
Surgida em 1967, foi a primeira raquete não construída de madeira a fazer sucesso comercial no tênis. Começou a ser usada por Billie Jean King e Clark Graebner, mas se imortalizou nas mãos de Jimmy Connors, que conquistou Wimbledon de 1974 e 1982 com ela. A cabeça de 67 polegadas quadradas aumentava a força e dava controle acima de qualquer raquete de madeira. Connors tentou mudar, mas não conseguiu e passou a comprar todos os modelos que encontrava depois que a T2000 parou de ser fabricada.

t2000

Donnay Borg Pro
Fábrica originalmente belga, surgiu em 1910 e esteve nas mãos de Margaret Court e Rod Laver na década de 1960. Mas foi graças a Bjorn Borg, com seu sucesso internacional em nível popostar, que se tornou a maior fabricante do mundo. Sueco fechou contrato anual de US$ 600 milem1979, uma fortuna para a época. Donnay patrocinou depois Agassi, mas a marca não conseguiu fazer a transição ideal para o grafite. Sobrevive como uma pequena fábrica em Portugal.

donnay

Prince Pro
Causou uma mudança radical no tênis, principalmente para os amadores, ao mudar o material para alumínio e aumentar substancialmente o tamanho da cabeça da raquete. Enquanto as de madeira eram raquetes pesadas de 65 polegadas quadradas de área, a Prince Pro se tornou mais maleável com suas 100 polegadas.  Ganhou notoriedade com a juvenil Pam Shriver e seu sucesso no US Open usando a Prince Classic.

pro

Dunlop Max 200G
Uma das primeiras raquetes de grafite do mercado, não era fácil de lidar: 12,5 onças de peso e cabeça de 85 polegadas. Mas o sucesso alcançado por Steffi Graf e John McEnroe com a Dunlop Max 200G, que usava o então revolucionário processo de injeção de fibra de carbono e nylon para diminuir o peso do aro, foi absoluto. Teve uma variação chamada Black Max.

200G

Kneissl White Star
A marca austríaca inovou ao usar túnel de vento para desenvolver um aro de kevlar e fibra de vidro, com formato triangular e cabeça mid-size, que obtinha então menor resistência ao ar. Também trazia plástico nos buracos do encordoamento e proteção na cabeça para eventual contato com o chão. Lançada em 1985, prometia aumentar a velocidade dos golpes em 10%.

whitestar

Yonex R-22
Marca japonesa tradicional no badminton, a Yonex criou um modelo de fibra de vidro e usou Billie Jean King e Martina Navratilova como propaganda ainda na década de 70. Mas explodiu mesmo com a R-22, já de grafite e com uma cabeça de raquete diferenciada que aumentou a ‘zona doce’. Sucesso absoluto nas mãos de Martina e depois com Monica Seles.

r22

Prince 100 extendida
A ideia de aumentar o tamanho do cabo da raquete e criar um modelo mais longo foi da Dunlop. Marcas importantes como Wilson e Prince adotaram a sugestão e a Prince Graphite 100 usada por Michael Chang se tornou o modelo de maior sucesso. A raquete extendida tem 28 polegadas e ainda é encontrada no mercado atual.

prince100

Wilson Pro Staff
A linha Pro Staff já existia como madeira, mas ganhou respeitabilidade em 1983 quando passou a usar grafite. A cabeça 85 foi imortalizada por Pete Sampras e a de 90, por Roger Federer, embora existissem modelos até de 110 polegadas quadradas.

prostaff85

Babolat Pure Drive
A empresa francesa, criada em 1875, se restringiu a fabricar cordas por mais de um século até entrar no mundo das raquetes em 1994. Veio com uma proposta nova de encordoamento e explodiu no mercado em 2000 ao lançar a linha Pure Drive, que teve Andy Roddick como figura para penetrar no tênis norte-americano, onde rapidamente se tornou a terceira marca mais vendida. O aro leve prometia potência.

pure_drive

Head Radical
A marca austríaca teve modelos importantes de alumínio nos anos 1960 e criou a primeira raquete com composição de titâneo em 1997, mas o sucesso maior chegou com a linha Radical. O modelo foi desenvolvido para o estilo de Andre Agassi e surgiu em 1993. Com ele, o americano ganhou sete de seus oito Grand Slam. A Radical foi o modelo mais vendido no mundo entre 1999 e 2004.

radical

 


Comentários
  1. João ando

    A minha primeira raquete foi a procopio Júnior ou infantil ..com 13/14 anos meu pai deu uma Wilson t5000 que tinha um antivibrador parecia uma bola no final do cabo

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  2. Sandra

    Dalcim , vi que o alemão Zverev não foi só atoned Roterdã por causa do cachê , por isso a minha pergunta , todos os torneios sejam Masters ou Grand Slams são pagos cachês para jogadores como Nadal , Federer e Djokovic entre outros jogarem ??? No caso agora Federer está recebendo cache para jogar Dubai? E o Nadal em Acapulco?

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  3. Fonseca

    Estranho o desempenho do heroico “nanico” Schwartzman em Buenos Aires…. após vitórias importantes nas semifinais de simples e duplas no sábado, parece que todo gás foi embora, não sobrou nada.

    No domingo perdeu a simples por 61 62 e as duplas por 61 61!!! Muito raro isso. (claro, já é raro o mesmo jogador estar nas finais de simples e duplas, seja em ATP, Challenger ou Futures).

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  4. Fonseca

    Seguem os recordistas no momento (número de títulos)

    ATP Simples; Jimmy Connors (109)
    ATP Duplas: Mike Bryan (121)
    Challenger Simples: Yen-Hsun Lu (29)
    Challenger Duplas: Sanchai Ratiwatana (48)
    Future Simples: Lamine Ouahab (31)
    Future Duplas: Jaroslav Pospisil (49).

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      1. Fonseca

        O Fognini se superou nas viajadas em Buenos Aires contra o Munar…

        Vencia por 46 64 54 e 30×0 no serviço, e perdeu DOZE PONTOS SEGUIDOS e a partida por 46 64 75….

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  5. Rodrigo S. Cruz

    E o sensacional, fantástico, supimpa, salve-salve, Rogerinho INHO-INHO cai no quali.

    7/6 e 6/2 pro Londero.

    Bem, quem sabe, ele ainda não dá sorte de entrar como lucky-loser…

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho muito triste torcer contra um tenista brasileiro, que se esforça muito. Ainda mais o Rogerinho com sua história de notável superação.

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        1. Sérgio Ribeiro

          Pois é, Ando. Amanhã quero ver se você vai torcer para o Tarô Daniel ou para o garoto Wild . Bota a bermuda que eu te conheço do Site da Tênis Brasil. Fica frio que não vou te dedurar rsrsrs ABS!

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          1. João ando

            Caro Sergio Ribeiro xara e grande sergio filho do Ivo Ribeiro como bom brasileiro que sou vou torcer para o Tiago wild …ainda mais que ganhei um ingresso do pessoal que treina la com o Tiago …sei que vc não é filho do Ivo Ribeiro

        1. José Nilton Dalcim

          Sem problemas, Rodrigo. Entendo que você esteja apenas ironizando, mas acho que a maciça maioria dos nossos tenistas merecem consideração pela batalha que fazem em suas carreiras. Abs!

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        1. jonatas bruno

          Concordo Renato;! Há muitos jogos com tenistas de estilos semelhantes e o Opelka bem ou mal sai do comumente praticado. Vale como opção a mais.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Esse é o problema de não ver o jogo, caro L. Fernando. Não sei se o francês comprou uma das Raquetes do Post , ou se a namorada está falando direitinho ao seu ouvido rs . O Monfils que enfrentou Goffin, Medvedev ( tinha perdido para o Russo em Sets diretos semana passada ) e WAWRINKA , jogou como um verdadeiro TOP 10. Menos exibição e mais escolhas corretas nos golpes. O Suíço ( longe de demonstrar cansaço) meteu a mão na bolinha mas não foi o suficiente. Muita variação de jogadas e o primeiro Serviço funcionando bem nos momentos importantes. Da’ pra garantir que Gael vai jogar assim toda a Temporada ? Quem se habilita? rs Enquanto isso dois garotos da Next Gen eliminam Querrey e Isner em New York e Opelka ( grande Sacador ) leva o Título. Thiem retorna em Buenos Aires conseguindo perder para Dieguito na Semi jogando nada. Cecchinato bate o baixinho e deixa os Hermanos num jejum desde 2008. O Italiano grande Zebra em Rolanga 2018 vai aparecer apenas uma posição atrás de Fognini no Ranking. Abs!

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      1. Miguel BsB

        Assisti o jogo inteiro e o Monfils entrou com uma estratégia muito inteligente e foi capaz de executá-la no 1 e 3 sets, no 2 ele viajou…
        Tirou o peso da bola, que o Wawrinka adora, e usou sua enorme capacidade física pra devolver tudo quase sempre sem peso e muitas vezes no “tapão” (drive) fundo, colocando a bola em jogo. Ou enchendo de topspin e deixando a bola alta, tirando da linha de cintura do Stan.
        O suíço adora uma pancadaria, e normalmente se dá bem nesse estilo de jogo. Monfils soube tirar isso dele, o que o Nishikori não fez, aceitando a pancadaria franca…
        Realmente tb não vi demonstrações de cansaço por parte do suíço….

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      1. jonatas bruno

        Aproveitando o quebra-cabeça, isso me faz lembrar o Falcão! Segundo o xamanismo é o grande mensageiro que envia a mensagens a decifrar. Pensando bem, há semelhanças! rs
        Tudo é possível!

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  6. Renato

    Rodrigo,

    Bom lembrar que Federer teve lesão na mão no ano passado no segundo semestre, o que explica as derrotas pra Novak em Cincci e Paris. Foi bem estranha mesmo aquela derrota em solo americano, onde Roger costumava atropelar o sérvio com direito a pneu e etc.

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  7. Pedro

    Dalcim,

    Muito bom o Wawrinka ter voltado a jogar neste nível de hoje. O peso da bola foi o grande diferencial para o japonês. Mas ficou claro que a movimentação do suiço está bem distante da do japonês. O suiço alguma vez apresentou movimentação melhor? Ou seu jogo sempre foi mais voltado para o peso de bola? Ele consegue sacar muito bem, e gerar bons golpes estando no fundo de quadra. Você vê alguma mudança na movimentação do antes e depois do problema no joelho? Em relação ao feminino do Banana Bowl, foi estranho ver uma adolescente jogar com esquerda de uma mão. A francesa ganhou, mas o nível é muito distante das profissionais. Quem você acha que ganha entre o Monfils e o Wawrinka? Eu acho que o suiço ganha.

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que ele já se movimentou melhor, senão não teria vencido três Slam, principalmente no saibro. Acho que o Wawrinka ganha, mas com certeza o Monfils vai fazê-lo correr muito.

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    1. João ando

      Vi o último set do Rogério que jogou muito bem… estava um calor infernal …o próximo jogo era e Thomaz sai fora pois sabia que ia perder e apesar de ser de graça não queria sofrer …tomei um capuccino gelado free e voltei para casa

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  8. Luiz Fernando

    Que BH impressionante tem o Wawrinka, como ele jogou bem hj, olha se mantiver esse padrão e tiver fisico, vai incomodar muito de agora em diante.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      O Stan joga demais.

      A plasticidade dos golpes dele, dá gosto de ver.

      Será um grande duelo com o Monfils, que nesta semana também apresentou um tênis de primeira.

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  9. Miguel BsB

    Jogaco nesse momento wawrinka X nishikori! Suíço deitou no 1 set, o japonês no 2,e vms pro 3 e decisivo…
    Dalcim, só por curiosidade, qual raquete vc usa atualmente?

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  10. Renatinho

    Dalcim,uma curiosidade.Tem muitos tenistas que praticamente fazem a carreira em futures e em alguns challengers.Mesmo assim continuam pq amam o esporte.Como eles fazem para terem uma vida econômica estável já que a maioria dos torneios que participam não tem premiação alta ?

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      1. Fonseca

        É verdade, Dalcim… sempre pensei nisso… devem ter tenistas (até eruropeus) que não fazem nem questão de evoluir muito no ranking ou de jogar mais longe, pois devem ter famílias com negócios/empreendimentos estabelecidos, que são tipo o Plano B para quando cansarem do circuito..,,

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  11. Sônia

    Halepinha maravilhosa, estava torcendo para a Mertens (jogou muito durante a semana), mas continuo te amando, no resto do ano minha torcida é toda pra voce lindinha. Beijos.

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  12. Luiz Fernando

    Monfils vai fazendo uma partida muito disputada e com varias trocas já no terceiro game do jg, situação q nunca o favoreceu. Me lembro bem de MC 2016 quando fez 2 sets desta forma contra Rafa e levou pneu no último set. A continuar assim apostaria no russo..,

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  13. Rodrigo Lightman

    Muito legal esse post Dalcim. Um tanto quanto nostálgico. Minha primeira raquete que ganhei foi uma Procópio Davis Cup Jr de madeira. Mas na época não me interessei muito por tênis e acabei não usando. Quando finalmente comecei a jogar aos 12 anos, ganhei uma Kneissl White Star Big. Depois troquei por uma Pro Kennex Black Ace 90 de grafite. A próxima foi a raquete que mais gostei, uma Donnay Pro Cynetic 1. E por fim minha última raquete foi uma Head, mas não me lembro o modelo., ainda adolescente. Fui um jogador que fiz meus pais passarem vergonha durante os campeonatos, nos quais eu colocava potência nos golpes, mas infelizmente não nas bolas, e sim, na grade, no chão… Depois , mais velho , ainda jovem, voltei a jogar tênis no clube por recreação e decidi mudar meu estilo de jogo para saque e voleio e me dei melhor. Hoje faz mais de 10 anos que não pego numa raquete. Minha última foi uma Dunlop que comprei usada.

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  14. Sérgio Ribeiro

    MEDVEDEV outra vez apresentou um vasto Arsenal. E cada vez mais maduro levou Tsonga ao desespero. Como nunca sabemos que Monfils entrará em quadra , daria pra arriscar que o Russo passa e faz sua Sétima Final em 13 meses , se não estiver equivocado. O melhor WAWRINKA desde as duas cirurgias no joelho. Enfrentou um jovem Tenista de grande futuro e com golpes letais. Berdych não aguentou mas The Man soube se aproveitar dos seus altos e baixos ( não será precoce aos 19 como Rafa Nadal e Hewitt ) , mas um Shapovalov que fura fácil o TOP 20 em 2019. O Samurai está consistente como nunca ( uma única derrota na Temporada ) , daí um leve favoritismo sobre um renovado STANIMAL para alegria de quem aprecia um Tênis de grande plasticidade. O falastrão Krajicek acabou dando sorte em seu ATP 500 de Roterda mesmo sem a presença do Big 3 . Abs!

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      1. lEvI sIlvA

        E eis que, mais uma vez , nossos nobres colegas de Blog , Sergio Ribeiro e Luiz Fernando concordam sem qualquer ressalvas entre si! rsrsrs Parabéns a ambos e continuem assim…! Abraços!

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      1. Rodrigo S. Cruz

        kkkkk

        E das vezes que o Federer deixou de participar de algum torneio, o qual Novak venceu?

        Ou quando o suíço participou sem boas condições?

        Significa que o sérvio teve de rezar agradecendo também? Pffff

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        1. Jonas

          Neste caso não. O histórico entre eles é favorável ao sérvio nos últimos anos. Até na casa do Federer o Djokovic levou a melhor nos últimos jogos.

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          1. Rodrigo S. Cruz

            Histórico favorável está há anos-luz de invencibilidade.

            Lógico que o Federer, como QUALQUER outro jogador de qualidade, pode vencer o Djokovic.

            Dá um tempo nesse fanatismo, porque já tá ficando feio pra você…

          2. Jonas

            É claro que ele pode vencer o Djokovic, ainda mais se for em 3 sets e torneios de menor expressão.

            Na Austrália eu acho bem difícil. Com Novak em forma acho que seria um feito quase tão difícil quanto derrotar Rafa em RG.

            Mas concordo que Federer mesmo hoje é capaz de derrotar o número 1 em torneios como IW, Dubai, Basel, Paris…em WB eu também não descarto o suíço.

            E não sou fanático por A ou B, procuro ser mais realista. Djokovic em seu auge foi derrotado por Federer em RG e em WB, não procuro nenhum tipo de desculpas pra essas derrotas, neste nível tudo pode acontecer.

        1. Rodrigo S. Cruz

          Mas, heeeeeein?

          Kkkkkk

          Se o Djokovic perdeu até do “sensacional” Denis Istomin, em jogo parelho no Aus Open.

          Perdeu dele, mas pode perder do suíço lá?

          Meu Deus, a cara-de-pau dessas djoko-pakitas é inacreditável…

          Só falta você falar que perdeu do Istomin por causa do físico.

          Só que daí, eu quero ver você explicar como é que o sérvio jogou 5 sets tão duros, ponto-a-ponto….

          O Federer tem chance contra QUALQUER jogador do mundo no Australian Open, amiguinho!

          Ele ganhou lá os dois últimos anos seguidos…

          Responder
          1. Jonas

            Cara, Istomin jogou muito sim. Mas Djokovic deixou o tênis de lado a partir do 2° semestre de 2016, não era mais prioridade. Isso já explica muita coisa.

    1. Jonas

      Renato, deixando o fanatismo de lado, todo mundo que acompanha tênis sabe que Novak foi bizarro em 2017. Me lembrou muito o Nadal de 2015. Ele simplesmente não jogou nada mesmo pra falar a verdade.

      Derrotas pra Istomin, Thiem, Berdych…caras que em condições normais ele atropelaria, abs.

      Responder
  15. Luiz Fernando

    Wawrinka e Shapovalov fizeram um excelente primeiro set, no qual o suíço, a despeito da sua clássica barriguinha, prevaleceu graças ao excepcional BH. No segundo set, de início parecia q Wawrinka iria atropelar, pois abriu 41 e tinha o serviço, mas aí ele foi quem desandou e o set foi p o tiebreak, terminando aí. Achei o suíço superior, mas demonstrando algum cansaço ao final; sinceramente ainda me parece sem um conjunto nível de jogo/físico suficiente p avançar em grandes torneios. Já o canadense é aquele q sempre esperamos um algo a mais desde sua grande vitória sobre Rafa em 2017, mas na famosa hora do vamos ver ele sempre vacila.

    Responder
  16. Luiz Fernando

    Federer declarou q jogará enquanto for competitivo, o q me parece lógico (urghhhhh). Caras como ele, Rafa e Djoko não servem e não se contentam em serem coadjuvantes, algo q igualmente descontentaria seus torcedores. Caras como eles permanecem pq acham q podem chegar aos grandes títulos, basta ver q momentos péssimos como o dele em 2013, de Rafa em 2015 e de Djoko no início de 2018 atuaram mais como incentivo do q como desanimo…

    Responder
  17. jonatas bruno

    A “base” do tênis em detalhes básicos. Curioso saber de aspectos estruturais de raquetes que marcaram época. O que mais me chamou a atenção é a Dunlop Max 200G, pelo acabamento e conjunção de fatores relatados. Pela constituição e peso,caberia saber dosar, ter manha e os tenistas citados tinham em profusão.

    Aproveitando a citação a Steff Graf, considerando o que aplicava em quadra com as “quebradas de ritmo”, assim como a envergadura das tenistas da atualidade, acho que faria uma enorme diferença em estimular as tenistas a se aperfeiçoarem, ou treinarem mais os outros fundamentos. Sinto falta de outras ” Steffs Grafs” para sair deste padrão de agressão “sem filtro”.
    Acho que a alemã seria uma ótima escolha para treinar uma Sharapova e/ou Ostapenko destes tempos.

    Responder
  18. Marcelo

    Dalcim,

    E aquela raquete do Lendl, com uma cabeça minúscula. Parece que só ele, entre os tops da época, jogavam com aquela raquete. E se a cabeça pequena é boa para volear, o que o Lendl fazia com ela na mão?

    Abraços.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A maciça maioria dos tenistas resiste muito em trocar de raquete, Marcelo. Quando Lendl foi para a Adidas, permaneceu com sua Kneissl disfarçada.

      Responder
  19. Luiz Fernando

    Dalcim não sei se vc concorda, mas também há o detalhe de raquetes que dão menos dor no braço, o q no caso de nós amadores também conta muito. Já joguei com diferentes tipos, mas há 1 0 anos utilizo a Pure Drive, que em razão do “Cortex System” de fato controlou minhas dores, sem redução de pressão do encordoamento.

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  20. Sérgio Ribeiro

    Bom, depois dessa aula de raquetes , acho que chegou a hora do fanfarrão Italiano trocar a sua. Ou morder a língua rs Foi vitima ( junto com seu fiel escudeiro) novamente da “ farsa “ . O Next Gen da vez foi … o “ pupilo de Nadal “ . O garoto deu uma surra no talentosíssimo. E MEDVEDEV pegou Verdasco de jeito. Quem sabe Tsonga não salve a honra dos trintões , já que Shapovalov não deu chances a Berdych. Parece que apertaram os parafusos do Canadense. Olho! O Grego mascarou legal . Sua coletiva com o ridículo “ perdi pra mim mesmo “ foi muito bola fora. Mesmo sem o Big 3 , Roterdã parece estar trazendo STANIMAL de volta. A conferir! Abs!

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  21. RicardoCWB

    Excelente post, Dalcim!

    Agora entendi porque sempre achei as Yonex’s maiores. É porque elas realmente são maiores. hehe

    Dalcim, já ouvi algumas pessoas dizerem que a Babolat é mais fácil de se jogar do que a Head. Nunca tive a oportunidade de jogar com a última, mas sempre achei, sim, a Babolat mais maleável. Poderia explicar melhor?

    Abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que é uma questão de jeito de jogar e de gosto mesmo, Ricardo. Não existe raquete de performance melhor do que a outra. Algumas privilegiam a força, outras o controle. Precisa ver seu estilo e achar a que se adapta mais fácil. Abs!

      Responder
  22. Sônia

    Dalcim, Tiafoe perdeu em New York para o Jung (??). Não conheço esse tenista, mas está jogando direitinho, bem consistente. Esse Tiafoe na minha opinião é superestimado, o acho bem fraquinho, talvez seja como aqueles jogadores que só “jogam” contra os grandes. Gostei da cor da quadra, lembrou a Laver Cup, dá pra ver legal a bolinha. Os comentários da Davenport muito legal também. Beijos.

    Responder
      1. Neuton

        Dalcim,
        Temos exemplo de jogadores com empunhadura “não convencional” ou “muito radical” como as do Tiafoe e Jack Sock que foram top 10 por um longo tempo ou que ganharam grand slan ou master 1000?
        Minha impressão é que esse tipo de empunhadura não dá longevidade em alto nível. Inclusive acho que o Beslucci tem uma empunhadura nessa linha, talvez não tão acentuada, mas que corrobora essa minha impressão.

        Responder
  23. Sônia

    Dalcim, parabéns, muito legal esse post, amei! Tem uma academia aí em Sampa (Brooklin), que na recepção o dono colocou muitas raquetes antigas na parede, é muito legal. Mudando de assunto, praticamente todos os ingressos já foram vendidos para a Laver Cup 2019, uau uau uau. A propósito, esse “tenista” com certeza entende do riscado:

    https://www.tennisworldusa.org/tennis/news/Roger_Federer/66707/roger-federer-is-the-greatest-tennis-player-ever-says-bjorn-borg/

    Beijos.

    Responder
  24. Renato

    Acho que Federer jogaria em todas as épocas e venceria slam com qualquer uma das raquetes citadas. Aliás, Acho que o maior erro de Roger foi não ter trocado de raquete antes. Poderia ter trocado em 2009, 2010…. Com certeza teria melhores resultados.

    Apenas respondendo o piadista que disse que Novak vem dominando o tênis por quase uma década. Quase uma década, é isso mesmo??? Kkkkkkk

    Dominou em 2011, 2014, 2015 e desde o meio do ano passado. 2012 foi dividido com Roger, 2013 Nadal dominou, 2016 Murray e 2017 foi Roger e Rafa. 2018 foi Federer até o meio do ano.

    As contas do cidadão não batem. Somados os anos não dá nem 5. Quase uma década. Kkkkk

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Nossa, mas Federer não tem um talento nato, uma habilidade ímpar? Estranho q uma simples troca de raquete influencie tanto seus resultados. Depois o fanatismo é dos outros kkk…

      Responder
    2. Jonas

      Você tem razão, Novak terminou o ano como número 1 em 2011,12,14, 15 e 18, bem longe de dominar uma década como falei rs. Acredito que ele tem condições de continuar como número 1 por pelo menos mais 2 anos.

      Agora, são 13 slams em 8 anos, enfrentando Federer em grande fase. 15 confrontos em slams, 9 a 6 pro Djokovic. Destas 6 vitórias, 4 foram contra Novak longe do auge, entre 07 e 09. Djokovic foi coadjuvante da dupla Fedal até 2010.

      Das 9 vitórias de Djokovic, 7 foram entre 2011 e 16. No último confronto entre os 2 em slam, Federer tinha 34 anos. Não dá pra chamá-lo de aposentado, ou velho, era um tenista completo e em ótima forma, o cara quase não se lesiona, se quiser joga até os 40 anos. Pra comprovar isso, no ano seguinte venceu 2 slams sem djokovic pra incomodar e com Nadal em ótimo nível.

      Djokovic tá com 31 anos e seus jogos são mais longos e desgastantes. Seu estilo também não ajuda, mas tá aí voando, abs.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        “ Pra comprovar venceu 2 SLAM sem Djokovic para incomodar… “. Onde é que o atual passador de Recibos Mor estava quando o Sérvio entrou em quadra e caiu na segunda rodada do AOPEN 2017 ? E também caiu nas Quartas de FINAL ( assim como Federer este ano no AOPEN ) em WIMBLEDON 2017 ? Jogou e perdeu , Mane’. Simples assim. Na boa, seu fanatismo chega a ser doentio . Abs!

        Responder
        1. Jonas

          Sérgio, se você acha que Novak tava voando em 2017 e não se lesionou eu não posso fazer NADA por você.

          Quem tem o mínimo de senso sabe do problema que ele teve, inclusive culpa do próprio Djokovic, que demitiu sua equipe e foi abraçar árvores.

          Não é culpa de Federer se Djokovic foi por esse caminho. Agora, óbvio que facilitou muito pro suíço.

          O que Federer jogou naquele ano, foi o auge técnico dele. E vocês insistem em dizer que nas derrotas pro Djoko ou pro Nadal tanto faz, Federer estava longe do auge, fora de forma, velho…isso é uma ladainha sem tamanho. Antes de 2017 ele cansou de apanhar pro Novak.

          Responder
      1. Jonas

        É incrível a forma como ele se desmotivou no segundo semestre daquele ano…

        Realmente é o como o Becker falou, se você não ralar demais pra isso, alguém vai te superar. Acho que Novak sentou em cima da vantagem absurda que tinha em 2016.

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        1. Paulo F.

          Acho que a conquista de RG por parte do Djokovic deu a ele a sensação de “missão cumprida” e com isso, uma natural ( e graças a Deus temporária) desmotivação, Jonas.

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  25. Rubens Leme

    Tirou uma lágrima aqui, principalmente as cinco primeiras. Até hoje me arrependo de não ter pedido pros meus avós uma Donnay Borg quando foram pros EUA e trouxeram uma pra minha prima. Pedi uma Head XRC. A empunhadura dela, 4 5/8 medium, era bem mais confortável do que a minha 4 1/2 light.

    E essa Wilson Jack Kramer era outro objeto de desejo. Faltou a Head Villas, Dalcim.

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  26. Eleotério Almeida

    Dalcim, acha que Sampras teria ganho Roland Garros se, em certa altura da carreira, tivesse trocado a Pro Staff 6.0, que era excelente pro jogo de saque e voleio, mas não muito boa pra jogo de fundo de quadra? Ele próprio reconheceu isso na carta que escrever pra ele mesmo há alguns anos.

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que esse era um dos elementos importantes que ele poderia ter utilizado, Eleotério. Mas também recuar mais da linha de base, como Federer foi obrigado a fazer para se adaptar melhor.

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  27. Marcelo-Jacacity

    Grande Dalcim,
    Post sobre raquetes lendárias!
    Apesar de gostar de testar raquetes diferentes nunca joguei com uma de madeira.
    No fenomenal documentário do Connors (da série 30 for 30) é falada sobre a dificuldade de se “domar” a T2000 com aquele “arame” sobre o aro… Só o maluco do Connors mesmo.

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  28. Pedro

    Dalcim,

    É um artigo que poderia englobar alguns modelos a mais. Por exemplo, temos a HEAD PT 57, que tem o nome comercial de Prestige, uma das raquetes mais usadas no circuito, ainda hoje em dia. Muita gente comenta que o Guga usou durante toda a sua fase de conquista de títulos, com pinturas diferenciadas. Difícil não colocar na lista a Pure Aero, sendo que o Nadal ganhou mais de 10 títulos de RG com ela. Também deveria ter sido citada a HEAD PT 113, que segundo as pessoas comentam, é o modelo usado por Nole. Muito importante também foi a Wilson 6.1 Classic, que é usada até hoje pelo Delpo, além de inúmeros profissionais. Nos dias de hoje, deveriam entrar na lista as H22 da Wilson, que muitos profissionais usam com a pintura da Blade. E é importante comentar que o Federer não usava a Pro Staff 95 e sim a 85, depois a 90 (maioria dos títulos), e mais tarde a 97 (atual).

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  29. Nando

    Kd o “exigente e culto” MC pra comentar sobre o post? Kkkkkkkkk

    Mestre, falando sobre raquetes, na sua opinião quem dos 3 Bigs se daria melhor com aquela raquete de madeira e de cabeça menor (jogando na época dela)?

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  30. Marcelo Costa

    A Wilson pro staff grafite kevlar, foi a que eu comecei a jogar. Era dura mas a bola andava muito, lembro de usar 58 lbs de tensão, o que a deixava ainda mais dura.

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  31. Miguel BsB

    Dalcim, aproveitando o post sobre raquetes vou fazer uma observação/crítica sobre o mercado de raquetes no Brasil…

    Estava ontem a noite jogando com um colega, ele com a Head dele, eu com minha Pure Aero, e resolvi trocar de raquete com ele no bate bola para testar a Head dele, esqueci agora o modelo, acho que era a Speed. E conversávamos exatamente sobre as lojas especializadas, pelo menos aqui em Brasília, não disponibilizarem modelos para teste aos compradores. Uma raquete é algo muito importante pra se comprar no “escuro”, sei que nos EUA as lojas te emprestam determinado modelo por 2 semanas pra vc testar. Sei que aqui em Brasília não existe isso. Talvez em SP seja possível…

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    1. Alexandre Maciel

      Verdade, isso é um problema. Eu mesmo, moro em uma cidade muito pequena, tenho que estudar e ler muito sobre uma raquete pois não temos grandes lojas especializadas aqui por perto e só me resta comprar pela internet.

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