Djokovic joga com vontade
Por José Nilton Dalcim
15 de janeiro de 2019 às 12:40

É bem possível que o motivo tenha sido a amarga derrota de Doha de duas semanas atrás, mas o fato é que Novak Djokovic disputou a primeira rodada deste Australian Open com muita vontade. Mesmo diante de um adversário de ranking e currículo muito inferiores, vibrou com seus bons lances e irritou-se com os poucos erros cometidos.

Nada de errado nisso. Muito ao contrário. Mostra que Nole entrou ligado desde o primeiro minuto e está exigente consigo mesmo. Sua atuação firme marcou o 300º jogo de nível Grand Slam de sua carreira, com 259 vitórias. Desse total, 70 partidas e 62 triunfos foram na Austrália.

Djokovic, que não era cabeça 1 de um Slam desde o US Open de 2016, reencontra agora Jo-Wilfried Tsonga, cujo primeiro dos 22 duelos aconteceu justamente em Melbourne na então surpreendente final de 2008. Os dois vivem momentos bem opostos. Enquanto o sérvio voltou a jogar um tênis soberbo, o francês luta eternamente contra o físico e amarga o 177º posto do ranking. O piso veloz no entanto pode ajudar Tsonga a equilibrar melhor os sets.

Raonic x Wawrinka
Outro jogo imperdível de segunda rodada terá Milos Raonic contra Stan Wawrinka, chance de o suíço se vingar da recente derrota na terceira rodada do US Open. São dois tenistas que também buscam reencontrar seu jogo e a capacidade de ir longe nos grandes campeonatos.

Raonic, semi do torneio há três anos quando resolveu caprichar nos voleios, foi impecável no saque diante de um Nick Kyrgios vacilante. O australiano, que um dia fez quartas em Melbourne, sofreu sua primeira derrota de estreia em seis participações. Nos últimos 10 duelos contra top 20 em Slam, perdeu nove. Seja pelo físico ou pela cabeça, continua ladeira abaixo e pode deixar o top 70. Que desperdício de talento.

Nova geração avança
Cinco nomes fortes da Next Gen venceram, com destaque óbvio para Alexander Zverev e uma apresentação sem sustos. Borna Coric por sua vez ganhou finalmente uma partida no AusOpen, após cinco tentativas. Jogou bem agressivo, como já vinha fazendo em 2018.

Observe-se que dois novatos têm tudo para desafiar Nole. Denis Shapovalov dificilmente não será o adversário do sérvio na terceira rodada, já que tem agora Taro Daniel, e Daniil Medvedev é favorito contra Ryan Harrison e tem chance de barrar David Goffin.

Sob risco de sair do top 50, Hyeon Chung sobreviveu depois de ter perdido os dois primeiros sets e parece bem distante do nível que mostrou em 2018, quando fez semi inesperada.

Entre as meninas, cinco nomes entre 17 e 18 anos avançaram à segunda rodada e continuo impressionado com a canadense Bianca Andreescu. Fiquem de olho na ex-número 1 juvenil Anastasia Potapova, na campeão de Wimbledon Iga Swiatek e na ousadíssima Amanda Anisimova.

Halep de volta
E enfim Simona Halep voltou a vencer. A número 1 não fez uma grande partida, mas achou aos poucos o ritmo para se vingar da derrota sofrida para Kaia Kanepi no US Open, que iniciou uma série de cinco quedas seguidas. A chave segue dura. Vem agora a embalada e jovem Sofia Kenin, quem sabe em seguida as duas Williams.

Serena, por falar nisso, sobrou. Muito mais em forma, mostrou-se bem à vontade num piso veloz que a ajuda no saque, na transição à rede e nas devoluções agressivas. Interessante duelo agora contra Eugénie Bouchard, que cinco anos e meio atrás deu grande trabalho à norte-americana na quadra rápida de Cincinnati.

Nesse fortíssimo setor da chave, Naomi Osaka fez também ótima estreia. É outra que se adapta muito bem a uma superfície mais veloz, já que adora comandar os pontos e ir para as linhas. A campeã do US Open parece ter caminho tranquilo pelo menos até cruzar com Anastasija Sevastova nas oitavas.

O jogo do dia
Kei Nishikori e o desconhecido Kamil Majchrzak fizeram o duelo mais maluco do segundo dia. O polonês de 23 anos jogou muito além do seu 176º lugar do ranking, com dois sets primorosos em que sacou, devolveu e contragolpeou com notável qualidade. Mas parece não ter dosado o esforço e passou a sentir cãibras até nos dedos da mão, o que permitiu a fácil virada do japonês, evitando o que seria sua pior derrota no circuito em seis temporadas. O ponto alto de Nishikori foi arriscar mais o jogo de rede, algo que vem fazendo cada vez com maior competência. Seu adversário agora é o veteraníssimo Ivo Karlovic.

Duelo emocionante marcou a virada de Venus Williams em cima da romena Mihaela Buzarnescu. A cabeça 25 chegou a sacar para o jogo com 5/4 no segundo set, mas a experiência de Venus, 38 anos e 81 Slam nas costas, prevaleceu e ela não perdeu mais serviços.

Decepções da rodada
Três abandonos dolorosos na chave masculina. Lesão nas costas de Ernests Gulbis com apenas uma hora de duelo contra Wawrinka, o peitoral de novo brecando a tentativa de reação na carreira do ainda garoto Thanasi Kokkinakis; e o segundo ano seguido em que Jaume Munar deixa a quadra no meio de sua estreia. E Jack Sock continua seu calvário, levando virada e sofrendo a 15ª derrota de estreia em seus 23 últimos torneios (em outros 7, caiu na segunda rodada).


Comentários
  1. Adriano Souza

    Eu queria ver o Djokovic falar mal do Federer e vice versa.. Mas no tenis, tem q ser sempre educadinho e mostrar uma falsa amizade pra imprensa, aff Na semi do ATP de Paris, o Djokovic foi abraçar o Federer, mas o Federer não correspondeu. EEles só não se atacam na coletiva de imprensa, porq no tenis não pde dizer oq pensa, q vc é punido, aff

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    1. Barocos

      Deixa eu ver se entendi, você é daqueles que torcem para que aconteçam baixarias entre atletas de alto nível? Desculpe, mas pessoas educadas, mesmo quando são adversários ferrenhos, não saem por aí atacando a honra dos oponentes, qualquer coisa que eles queiram dizer são ditas de forma civilizada e as diferenças costumam ficar dentro das linhas que configuram o palco de suas atividades. Usando sua expressão: “Aff!”.

      É cada coisa que a gente lê. De verdade, nossas sociedades estão carentes de educação e civilidade, duas coisas que nunca são em demasia.

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      1. lEvI sIlvA

        Bem por aí, meu caro Barocos! Pra quem gosta de barraco atrás de barraco pode muito bem assistir quase todas as tardes “Casos de Família” no SBT. Um prato cheio pra que gosta…! Não a toa há muitas regras que coíbem comportamento desrespeitoso nesse esporte que nos encanta chamado TÊNIS.

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      2. Adriano Souza

        Ei, Barroco! Eu quero dizer q o Djokovic e o Federer, tem q se atacarem esportivamente. Um tem q dizer q é melhor q o outro na quadra. Assim a rivalidade fica mais acirrada, e o publico ganha com isso. E ca entre nós! Essa amizade dos 2 é mais falsa q nota de 3 Reais

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  2. Renatinho

    Dalcim, gostou da apresentação do Federer na segunda rodada ? Acho que foi muito mais o fato do Evans ter jogado muito bem que tornou o jogo difícil.

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  3. Kennys

    Boa tarde.
    Dalcim, mais uma vez o Federer não mostrou o tênis da Hopman, pareceu o Federer do Us Open. O 1° serviço continua com erros, inclusive maior que os erros do adversário; sua principal arma, o FH, tbm está sem força, só em alguns pontos entrou, na maioria das vezes viu um devolução, do FH, poderosa. Sofreu muito para vencer um adversário teoricamente frágil. O Federer falou que a quadra está mais lenta que a da Hopman. Vc acha que é isso mesmo? Comparando o Federer de 2017 – 2018 com o jogo de ontem, ele me pareceu bem abaixo, inclusive fisicamente. O que acha?

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  4. Luiz Fernando

    Consegui assistir o ultimo set do jg do Rafa que jogou muito bem. Claro q enfrentou apenas o 48 do mundo, ainda faltou um quali pra ser testado, mas como ainda pode jogar mais 5 partidas no torneio quem sabe não encara um e aí poderemos esclarecer melhor sua competitividade. O cara está se movimentando com total desenvoltura, FH mortal e errando muito pouco. Vai encarar o terceiro australiano, que vem de uma maratona de 5 sets; considero esse De Minaur muito bom, com excelente jogo de fundo, mas com serviço pouco agressivo e com esse conjunto acho bem improvável q encare Rafa, vejo grande chance de outro 30…

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  5. Fonseca

    Rapaz….

    Que pesadelo para os demais jogadores conviverem/jogarem na mesma época que três jogadores que somam 51 títulos de Grand Slam…

    Os caras são derrubados como pinos de boliche nas primeiras rodadas… cruzes maria…

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  6. Evaldo Moreira

    Bom dia,
    Bia, fez um 1 set com erros que não pode acontecer, muitos ENFs, e ainda mais como uma parede como a Kerber, no 2 set, melhorou mais, e ai, vacilou no game de saque, e com erro daquele, perdeu o gás…., mas precisa melhorar mais, embora vindo lesões recente, mas Dalcim, a Bestriz tm margem para melhorar mais, concorda?

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  7. Rodrigo S. Cruz

    Dalcim,

    Acabei de ver o jogo da Bia, e me diga se você concorda comigo:

    Acho que a brasileira realmente tem um potencial grande.

    A bola dela anda mais do que a da Kerber, nos dois lados.

    No dia que essa menina conseguir juntar a essa potência, uma boa dose de regularidade, será uma grande jogadora.

    Estou certo?

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  8. Luiz Fernando

    Assisti uma boa parte do primeiro set da Bia, que errou demais, sem duvida pecou pela ansiedade e falta de experiencia; fez algumas boas jogadas, tentou ser agressiva, mas ao menos neste set não deu certo. Quem sabe no segundo set ela não possa jogar com mais tranquilidade. Anderson decepcionou, esse Tiafoe é perigoso mas o sul-africano vem na melhor fase de sua carreira e essa derrota foi completamente inesperada. Agora o melhor foi a manchete do site: Federer testado por um quali, só pode ser piada kkk…

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  9. Sérgio Ribeiro

    E a Zebra continua passeando a vontade por Melbourne. Os Trintões Isner , Anderson e Monfils , caindo pra três membros da geração “farsante” segundo Fognini , Safin e outros gloriosos … Avisamos que a Nextgen estava doida pra aprontar. E perdi o jogo de Tiafoe , graças ao BATMAN das quadras. É preciso alguém lembrar ao Craque Suíço, que caso chegue a uma Final, a partida e’ de “ Dia “ rs. Não jogou nada de novo nesse horário. Taylor Fritz joga muito mais que Evans. Ao menos, saca muito. Agora vou apagar de vez … Abs!

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  10. Rodrigo S. Cruz

    Olha, vou falar…

    Acabei de assistir aqui pelo stream, e devo dizer que poucas vezes eu vi um tenista DOUTRINAR o outro, como o Tiafoe fez com o Anderson hoje.

    Foi uma tremenda aula de tênis.

    O jeitoso americano anulou a pancadaria e força do saque do sul-africano, com toques de requinte e FINESSE.

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  11. Adriano Souza

    Dalcim, vc não acha q tem muita frescura no Tenis? Alguns comentaristas gringos, ficaram reclamando dos gritos do Djokovic, fala serio! Não pode dizer oq pensa no tenis, não pode falar mal do adversario, e etc.. Essa de dizer q o Djokovic tava gritando demais, é ddose. Parece esporte de moças, tem q ser sempre educadinhnho

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  12. Thiago Silva

    Pode abandonar o Nick Kyrgios, se já vai fazer 24 anos e ainda não achou a tal “motivação”, duvido muito que encontre algum dia.
    Não ganhou nada até hoje e é sempre mal educado e presunçoso. No final da carreira vai ter ganhado menos que o Isner, Anderson e outros tenistas bem mais limitados que ele.

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  13. Nando

    O japa provou do “próprio veneno” qnd viu o polonês tendo uma grande queda física, pois isso normalmente acontece com ele kkk.
    Majchrzak iria varrer ele de quadra, se não tivesse definhado….

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    1. Sérgio Ribeiro

      Pois é, caro Danilo. Acredito que você já frequentou o Sítio do Robson , junto com o nosso amigo Léo Gavião. Com o Chatonik a tira-colo rsrsrs . Sugestão: Que tal em vez de faltam 77 … faltam 7, 6, 5 , e Bhum!!! E tome o Sérvio perdendo FINAL de SLAM novamente rsrsrs ABS

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  14. Jonatas Bruno

    Pois é, Dalcim…
    Djoko, já mandou seu recado. Chega a décima quinta vitória consecutiva em Grand Slam. Aliás mais outra sequência! Confiança é o que não falta.
    Agora, o seu oponente em questão, convenhamos, facilitou-o em sua empolgação rs…
    De qualquer forma, deu para perceber que está (continua) na ponta dos cascos.
    Espero que Tsonga reabilite seus velhos tempos. Voltou a estar num bom momento. É esperar pra ver.

    E a Vênus, hein! Impressionante a sua vitalidade! Sempre surpreendendo. Seu próximo jogo contra a Halep, promete ser o “jogo” da segunda rodada no feminino (na minha modesta opinião).

    E que bom que vai ter transmissão do jogo entre o Dimitrov e Cuevas. Não estão nos seus melhores momentos,é verdade! No entanto, a técnica não se perde. Acho que tende a ser o jogo mais interessante, independente do placar.

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    1. Jonatas Bruno

      O confronto entre a Venus e Halep, só pode acontecer numa eventual terceira rodada.(corrigindo-me)

      Ainda assim, uma das irmãs Willians pode proporcionar o melhor encontro de segunda rodada. Tomara que a Bouchard colabore! rs

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      1. Jonatas Bruno

        Pois é, Fonseca… Agora com o Agassi compondo a equipe, estímulo( para subir o degrau que falta), não vai faltar. Pelo menos na questão de absorver uma nova experiência. Ainda mais vindo de quem já passou pelas coisas mais “loucas” do circuito, pode ser que leve-o aonde deveria estar. Só o tempo dirá!

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  15. João Sark

    Dalcim, boa tarde.

    Vc acha mesmo que o Kyrgios seja tão bom assim?? Não consigo ver tanta qualidade no seu jogo além de um saque poderoso, que por sinal talvez seja Top 3 do circuito, o que faz ele ganhar, ao meu ver, a maioria dos seus jogos. Se ele tivesse um saque mediano, diria que, mesmo focado e com a cabeça boa, seria entre o Top 70 e Top 50. Não vemos ele destruindo seus adversários como fazem alguns dos tops em seus dias bons. O que acha??

    E a questão de fazer jogadas bonitas, é pq tenta mais que os outros…que preferem ganhar o ponto a fazer uma jogada de risco…

    Abs

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    1. José Nilton Dalcim

      EU o acho excepcionalmente bom, o melhor da nova geração. Faz o que quer da bola, na frente e na rede. Ao menos gente como o McEnroe concorda comigo… rsrs…

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      1. Alexandre Maciel

        Engraçado que com o Tomic acontece a mesma coisa. Bate com facilidade, habilidoso, faz a bola andar sem fazer força. Problema todo está na movimentação (preguiça evidente) e falta de cabeça.

        Responder
  16. Chetnik

    Adversário muito fraquinho, mas o Djoko tá com sangue nos olhos. A bailarina já tá tremendo.

    Boa vitória da Halepinha contra a “Kanapé”.

    O “brilhante” Kyrgios já foi eliminado, kkkk. Esse mau caráter é superestimado demais. Já foi tarde.

    Responder
      1. Chetnik

        Chamar o Djokovic de “Cotonete” pode e é engraçado. Chamar o Federer de “Bailarina” não pode e é “deprimente”. Direto do manual de dois pesos duas medidas federete. O que não muda é a velha hipocrisia.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          E não é, Caro Chatonik. Quando vem você mesmo , é bem melhor !!! Olha só… A Bailarina , flutua… O Cotonete, desliza…E o Touro , só geme …. kkkkkkk Abs!

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  17. rafael

    Mestre, alguns comentaristas estrangeiros criticaram certas atitudes do Djoko (vibração extrama, gritos…). Todavia, concordo com você que é devido à gana e vontade dele ganhar. Acho até que a derrota em Doha será um combustível para o campeonato. Em relação ao próximo jogo com o Tsonga, só teremos emoção se o francês levar o 1º set. Do contrário, será 3 x 0 sem dó!
    Mais uma vez parabéns pelos comentários. Abraço

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    1. Luiz Fabriciano

      Gostam de pegar no pé do sérvio. Talvez não tenham observado o quanto o Murray vibrava e gritava ao ganhar cada ponto ontem, mesmo em erros não-forçados do adversário.

      Responder
  18. Sérgio Ribeiro

    Quem caiu no conto de Doha rsrsrs… Tênis primoroso jogado pelo favorito Sérvio. Os de Back de uma mão estão sofrendo mesmo em quadra rápida. Há começar por Thiem. Não levo fé em ninguém exceto no Velhinho para variar rs . Acredito que STANIMAL caia perante Raonic. Sasha parece cada vez mais maduro na turma assim como Medvedev. Embora ainda seja muito cedo. Digo tarde , pois ando morrendo de sono nas madrugadas do AOPEN 2019. E olha que somente fiz 22 aninhos em Dezembro !!! ABS

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  19. Rubens Leme

    Dalcim, acho que é lógico dizer que ninguém aposta mais um centavo nas “promessas australianas” Kyrgios, Tomic e Kokkinakis, ceto? Tirando o de Minaur (um Hewitt bem mais magro e piorado), este tradicional país vê suas esperanças, talvez, na próxima geração.

    Isso nos faz pensar o futuro do tênis, com jovens ficando ricos cedo demais e, pouco se importando com os feitos esportivos, numa época onde o calendário é bem menos apertado de 15, 20 anos atrás, quando surgiram Federer, Nadal e Djokovic. Naquela época, por exemplo, os M1000 também era em cinco sets.

    Grana demais, fome de menos.

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    1. Barocos

      Permita-me fazer um parênteses na sua crítica: M1000 de 5 sets arrasava com os jogadores e aumentava em muito o risco de lesões, acho que 3 sets está de bom tamanho. Quanto ao resto, estou torcendo para o de Minaur elever seu nível, no resto concordo com o que dissestes.

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Sim, as finais de M1000 eram em melhor de 5 sets. Além disso, esses torneios tinham 1 rodada a mais do que tem hoje. Por isso sempre falo que a temporada de 2006 de Federer foi bem superior à de 2015 do Djokovic. Não dá nem pra comparar.
        Abs

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  20. Renato

    Pois é, Luis Fernando, o adversário de Rafa é um grande jogador! Saca muito bem e é agressivo. Mas por que será que não está nem entre duzentos primeiros do ranking? Kkkkkk

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    1. Luiz Fernando

      Não falei q ele é um grande jogador, disse q ele me surpreendeu, esperava alguém bem inferior. Mas em se tratando de um comentário seu nada me surpreende kkkk…

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  21. Thiago

    Lamentável mais uma vez o que houve com Kokkinakis. Muito tênis para pouco físico.
    Viria para fazer uma partidassa de segunda rodada contra o Shapovalov, com oportunidade de jogar contra o Nole na terceira.

    Torcer para não ser nada grave, e que siga firme na meta de restabelecer sua escalada no ranking.

    Responder

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