Os 20 maiores feitos do tênis profissional
Por José Nilton Dalcim
19 de outubro de 2018 às 20:29

Há coisas que dificilmente irão se repetir no tênis profissional. Daí o Blog do Tênis tenta destacar hoje as maiores façanhas acontecidas na Era Aberta nesta série especial que comemora os 20 anos do site TenisBrasil.

Como julguei injusto dar uma classificação, desta vez optei por blocos de cinco em cinco. Ainda assim, foi uma missão bastante difícil. Aguardo como de hábito suas participações!

As 5+
– Grand Slam de Rod Laver: único a vencer os quatro numa única temporada (1969)
– Grand Slam de Novak Djokovic: primeiro a ter todos os troféus ao mesmo tempo desde Laver (2016)
– 20 troféus de Grand Slam de Roger Federer
– 377 semanas de Steffi Graf na liderança feminina, sendo 186 consecutivas
– 310 semanas de Roger Federer como número 1, sendo 237 semanas seguidas

As outras 10+
– Golden Slam da Steffi Graf obtido em 1988
– 11 conquistas de Rafael Nadal em Roland Garros
– 23 títulos de Grand Slam de Serena Williams
– 109 títulos na carreira de Jimmy Connors
– 2.486 vitórias de Martina Navratilova na carreira (1.442 em simples e 1.044 em duplas, também recordes)

As outras 15+
– Dobradinha Roland Garros-Wimbledon de Bjorn Borg obtida três anos seguidos (1978-79-80)
– 131 vitórias em 146 jogos de simples disputados numa única temporada por Guillermo Vilas (1972)
– Número 1 de Martina Hingis obtido aos 16 anos e 6 meses (1997)
– 21 títulos conquistados numa só temporada por Margaret Smith Court (1970)
– John McEnroe faz talvez a maior temporada da história: perdeu apenas 3 de 85 jogos de simples e ainda foi o único tenista a liderar simultaneamente os rankings de simples e duplas (1984)

As outras 20+
– 125 vitórias seguidas no saibro de Chris Evert (entre agosto de 1973 e maio de 1979)
– 18 finais de simples consecutivas disputadas por Ivan Lendl (1981-1982)
– 13 finais seguidas de Slam disputadas por Steffi Graf (1987-90)
– 26 títulos combinados de simples e duplas obtidos por John McEnroe um só ano (1979)
– 13 títulos consecutivos obtidos por Martina Navratilova (1984)

Menções mais que honrosas
– 8 temporadas encerradas como número 1 por Steffi Graf (1987-90 e 93-96)
– Djokovic se torna único a ter títulos em todos os Masters do calendário incluindo o Finals
– 9 títulos em 12 finais disputadas em Wimbledon por Martina Navratilova
– 11h05 de partida entre John Isner e Nicolas Mahut (Wimbledon-2010)
– Michael Chang, mais jovem campeão de Grand Slam aos 17 anos e 3 meses (Roland Garros-1989)
– 16 títulos de simples conquistados por Guillermo Vilas num só ano (1977)
– Único ‘golden set’ da ATP: Bill Scanlon sobre Marcos Hocevar (Delray-1983)


Comentários
  1. Bruno Campos

    Este feitos são baseados em números ou recordes.
    Ora, recordes foram feitos para serem batidos .
    Não duvidar, que em breve, quase todos serão
    pulverizados

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  2. diego adrian

    Maravilha de post. Uma quantidade de informação e estatísticas reunidas em um único post é um prato cheio para qualquer amante do tênis. E ainda com vídeo do Vilas….rss. Dalcim, só faltou colocar o Vilas entre os 20. 131 vitorias somente em 1972, 16 titulos somente em 1976, sequência de mais de 40 jogos invicto no saibro, final de Davis, mais de 80 títulos, 4 slam sendo 3 deles diferentes., mais de 900 vitórias. E ainda a famosa Grand Willy. Parabéns Dalcim por seu trabalho. Espetacular todos os posto doa 20 mais

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  3. leonardo de castro faria

    Prezado Dalcim

    Seu blog é indiscutivelmente o melhor no Brasil sobre tênis, principalmente pela periodicidade dos posts. Gostava muito do blog do Paulo Cleto também, mas ele não o mantem mais. É muito subjetivo estabelecer os critérios mais importantes para definição do que seria principal. Por exemplo: a longevidade no topo é mais importante que um ano espetacular (o golden slam da Graff é um feito maior que 186 semanas consecutivas como Nº1)? É bem difícil definir. Eu relativizaria um pouco mais os 109 títulos do Connors, pois bastaria o o Federer tem jogado bem mais ATP 250 e já teria alcançado ou ultrapassado esse número. Junto aos 11 RG de Nadal eu colocaria os 11 Monte Carlo que ele ganhou ou as 81 vitórias no Saibro. Teve as 41 vitórias consecutivas do Djoko, Federer sendo Nº1 aos 37 anos (ou 36, não estou certo).. Bem, são muitos dados, e como disse, subjetivos. Impossível alcançar um consenso.

    Um abraçoo

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  4. RODRIGO AZEVEDO

    Dalcim, um recorde que acho incrível e difícil de repetir são as 18 finais de Slam do Federer em 19 possíveis entre 2005 e 2010. Entre Wimbledon 2005 e Australia 2010 só ficou de fora do Australian Open de 2008, caiu na semi. SENSACIONAL!

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  5. Barocos

    Já comentei aqui antes o que me parece que falta ao Djokovic para reivindicar um posto mais alto na lista dos melhores to mundo de todos os tempos: a medalha olímpica de ouro. Ainda que muitos não deem muita (a devida) consideração a ela, vou enfatizar mais uma vez porquê eu a considero um dos troféus máximos do tênis: só pode ser reclamada de 4 em 4 anos. Isto significa que um atleta de ponto terá, no máximo cinco oportunidades para conquistá-la, mas a média dos tenistas vai ter por volta de três.

    Federer nunca conseguiu tal feito em simples, nem Djokovic. Nadal conseguiu uma vez e Andy Murray duas.

    Dos títulos mais importantes do tênis eu, na minha ignorância, colocaria a medalha de ouro olímpica no mesmo nível dos Slams. Quem discordar, por favor, deixe registrado o porquê.

    A propósito, para aqueles que falam que esta estória de incluir o Andy Murray num grupo de Big 4 é bobagem e que o que existe é o Big 3, vejamos o H2H:
    Murray vs Federer -> 11 x 14 (e olha que durante muitos anos no ainda começo de carreira do Murray a contagem era francamente favorável a ele, só sendo revertida nos últimos 5 confrontos, por volta de 2014);
    Murray vs Djokovic -> 11 x 25 (não há muito o que comentar, quem quiser ganhar do sérvio ou tem que lutar muito ou tem que ter golpes precisos e fulminantes, muito poucos atletas mantém estas qualidades na carreira, em geral este tipo de combinação ocorre em poucos jogos, como no caso de Federer em alguns dos embates e do Wawrinka na final de Roland Garros de 2015, provavelmente o melhor jogo do Wawrinka que eu tenha visto, e o mesmo na QF do Australian Open. O Nadal eu coloco no grupo dos que lutam muito, além de ser muito habilidoso, obviamente);
    Murray vs Nadal -> 7 x 17 (7 vitórias do Nadal no saibro, fora dele a situação é muito mais equilibrada)
    Murray vs Wawrinka -> 11×8

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  6. Pedro

    Dalcim,

    Bom artigo, com muita informação. Aliás, gostaria de uma informação: os argentinos estão entre os melhores do mundo há bastante tempo, com diversos jogadores, enquanto o Brasil, mesmo com um país mais rico, e maior, não consegue este desempenho. Os brasileiros estão errando aonde? Temos hoje um argentino no top 5 e outro no top 20. Qual o nome que é dado quando a pessoa ganha os 4 grand slam no mesmo ano? E em dois anos, mas sendo em seguida? Por exemplo ganha Wimbledon e US Open em um ano e Australian e Roland Garros no ano seguinte?

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    1. José Nilton Dalcim

      Os quatro no mesmo ano se diz ‘fechar o Grand Slam’. Os americanos criaram termos como ‘half Slam’, mas nunca pegou. Como são casos raros, geralmente se dá o nome do tenista, como Martina Slam ou Serena Slam. Quanto a Argentina, é um assunto muito complexo, com diversas facetas, mas eu resumiria dizendo que o argentino leva o tênis como profissão, enquanto os brasileiros encaram a carreira no esporte como opção. Abs!

      Responder
      1. Pedro

        Valeu pelos comentários. Perguntei sobre a Argentina pois não tenho acesso a esta informação, as vezes muito restrita a profissionais do meio. Para quem acompanha pela TV, fica sem entender, pois como disse, o Brasil tem mais gente e é um país mais rico, então deveria ter mais pessoas bem colocadas no ranking. Pelo o que eu entendi da sua resposta, parece que o argentino vai pro tudo ou nada, e leva a sério, enquanto o brasileiro leva mais como uma tentativa, que se não der certo, ele tem outra maneira de ganhar dinheiro. Um raciocínio usado é em relação a um universo de jogadores em que se pode peneirar a aparecer algo, e no caso, quanto maior o universo melhor. O que é estranho é que parece que lá, este universo é maior. Se é, qual o motivo? Um outro comentário diz respeito a duas entrevistas que vi, uma do Guga e outra do Meligeni, em que ambos falam sobre os melhores do mundo. Engraçado é que, em ambos os casos, eles citaram o Federer, Nadal, mas não o Djokovic. O Guga falou de Sampras, Agassi, McEnroe, Borg e Federer. O Meligeni falou de Federer. O que eu quero dizer é que, mesmo o suiço não terminando como número 1 desde 2009, ele consegue chamar a atenção não apenas do leigo, mas também de profissionais, como os citados. É fácil influenciar um telespectador leigo, mas, chamar a atenção de profissionais, não tanto. O que estamos perdendo que os números não mostram e que muitos profissionais enaltecem o suiço?

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          1. Pedro

            Como um telespectador que também joga o esporte de maneira recreativa, entendo o que você falou, sobre a habilidade e plasticidade do jogo, mas acredito que os profissionais devam analisar de uma maneira ainda mais exigente, visto que, o que é complicado para um amador não é tanto para um profissional, e se mesmo assim, eles enaltecem o suiço, é porque devem constatar que o mesmo faz coisas complicadas. Mesmo assim, quando se fala em melhor, os números devem ser levados em consideração. Lógico que o suiço tem 20 GS, e mais uma tonelada de semanas como número 1, dentre outros recordes, mas, temos que ser bem claros que desde 2009 ele não termina o ano como número 1, e isso é bem relevante. Vejo que carreiras como a de Nadal e a do Djoko ficaram na sombra, mesmo que eles tenham números superiores aos do suiço em percentuais como de vitórias e derrotas dentre outros. Por isso acho que a análise dos profissionais deveria ser mais crítica, ou então que eles explicassem o motivo de eles optarem pelo suiço.

          2. José Eduardo Pessanha

            Cara, a explicação é bem simples. O jogo do Federer é uma obra de arte. Nadal e Djokovic praticam o horroroso Maratênis. Já disse aqui outras vezes e torno a repetir: 70% do apelo do tênis (considerando masculino e feminino) se resume à figura de Roger Federer. Simples assim.
            Abs

  7. Paulo Pauli

    Serena conseguiu sim 2 vezes o Serena Slam a primeira foi em 2002/2003 fez 4 finais seguidas com a irmã e ganhou as 4. Este sim um feito que dificilmente se repetirá entre homens e mulheres. ABS.

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  8. Renatinho

    Dalcim,uma pergunta.Para definir o ranking que o jogador começa em 2019 é é utlizado totalmente o ranking da temporada de 2018?Exemplo:X está em 110° no ranking das 52 semanas e terminou no top 100 no ranking da temporada.Dizem que no final do ano se igualam os rankings.X começará no top 100 em 2019 ou ele não é abrangido por esta regra?

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, os rankings necessariamente se igualam ao final da temporada. De qualquer forma, sempre valerá o ranking de 52 semanas para entrada de torneios e cabeças de chave.

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  9. Rafael

    Essas listas vem mostrar, principalmente no feminino, que tênis é nem mais que Serena. Quem viu, viu. Quantas e quão boas jogadoras, e nenhuma fisicamente tão mais forte que as outras…

    Bem românticos os posts. Trazem à lembrança tempos mágicos, precariamente acompanhados, tempos em que um único jogo era discutido por semanas e os atletas, tanto mais amadores* quanto fossem, eram verdadeiros mitos.

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  10. Alison Cordeiro

    Dalcim, a vitória de Guga em Rolanga não é um feito que merecia estar na lista? Houve alguma zebra maior que ele a vencer um Slam ? Da forma que foi e com o Ranking que tinha? Abcs!!!

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      1. lEvI sIlvA

        Dalcim, deculpe pela insistência, mas mas este Nº 212 derrotou 3 anteriores ganhadores deste referido GS? Digo isso pois escutei e li que foi essa a grande façanha de Guga em 1997. Se sim, não tenho mais qualquer argumento, do contrário Guga deu um espetáculo! Abraço!

        Responder
  11. Rafael Ramos

    Oi Dalcim, execelente compilação, a única coisa que eu acrescentaria seria as fantásticas e talvez inigualáveis sequências de quartas, semis e finais de RF em slans. Isso poderia ser pontuado em 20 slans, pois mostra e sintetiza o que é Roger Federer nos torneios que mais importam nos tênis.
    Parabéns pelo trabalho Dalcim!

    Responder
  12. Christina Evertilova

    Um outro dado impressionante é o em que a Chris Evert venceu ao menos um slam por 13 anos consecutivos (1974-1986), algo que ninguém chegou perto de fazer. Os que chegaram mais próximos disso com sequências de 10 anos foram Graf (1987-1996) e Nadal (2005-2014).
    E detalhe: Em vários anos Evert não participou do Australian Open e/ou de Roland Garros, assim tendo apenas 3/2 chances em um ano para manter a sequência, e conseguiu mesmo assim! Isto torna o feito ainda mais incrível.

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  13. Ronildo

    De tudo que foi citado eu destaco o número 1 conquistado por Martina Hingis aos 16 anos e sete meses. Parece que ela conquistou 3 slans neste ano. Ou foi no ano seguinte? Conseguirá alguém no futuro, homem ou mulher, conquistar 3 slans no mesmo ano com 16 ou 17 anos? Foi uma pena que ela não se motivou para continuar no circuito depois do surgimento das Willians. Com um pouco mais de preparo físico ela continuaria ganhando slans dentro da era das Willians. Pois até Sharapova e Ana Ivanisevic conseguiu! Não consigo acreditar que Martina Hingis foi menos tenista que Kim Clisters, Justine Henin ou Caroline Wozniacki, que tiveram carreiras de sucesso dentro do reinado das irmãs Williams. Pelo jeito Martina Hingis cometeu o mesmo erro que Biorg Borg, com o devido arrependimento. Acho que abandonou o tênis mais jovem ainda do que Borg tinha abandonado.

    Responder
  14. Marcelo-Jacacity

    Dalcim, você está de parabéns!
    Sintetizou épocas do tênis ao longo dos posts.
    A época e as estrelas da primeira metade do século 20 você deixou de fora, você poderia fazer um post?

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    1. Marcelo-Jacacity

      Dalcim, é claro que você se concentrou mais na fase profissional, mas pra quem gosta de história, sempre é bom ler sobre a fase mais romântica desse esporte.

      Responder
    2. José Nilton Dalcim

      O problema dessa época é a falta de documentação, Marcelo. Faltam muitos dados quanto a títulos consecutivos, set vencidos, tempo de jogo etc e tal.

      Responder
  15. Ramon Assis

    Eu sou torcedor de Roger Federer.

    Mas, se estamos falando de feitos que nunca mais irão se repetir, as 11 taças de Roland Garros de Rafael Nadal, e suas únicas duas derrotas em 13/14 anos deveria estar no topo, ou ao menos no top 5.

    Está acima das 20 taças de Federer (como isso poderia estar entre o top 5, se o próprio Nadal pode alcançar nos próximos 3/4 anos? Não é algo claramente inalcançável. Pelo contrário, é uma questão de tempo se Djoko e Nadal não sofrerem lesões que venham a interromper suas carreiras).

    Responder
      1. Ramon Assis

        Mas o post diz: “que dificilmente se repetirá”
        Não estaríamos discutindo se Djoko ou Nadal alcançarão Federer toda semana se essa proposição fosse verdadeira.

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  16. Bruno

    O Grand Slam do Djokovic entre as 5+, mas o da Serena, duas vezes ainda por cima, não eh sequer mencionado, nem entre as 20+? ????
    Comida de bola feia essa….

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não é um feito exclusivo. Margaret Court fechou um Slam tradicional em 1970 e Graf em 1988, Navratilova foi anterior à Serena com os quatro os seguidos entre 83 e 84.

      Responder
      1. Christina Evertilova

        Dalcim, este é um engano de sua parte, pois além desta sequência da Serena que você citou, ela também ganhou os 4 slams seguidos entre Roland Garros de 2003 e o Australian Open de 2004. Inclusive nas 4 finais ela venceu a própria irmã, Venus.

        Mas ela não foi a única a conseguir os 4 slams consecutivos múltiplas vezes, Steffi Graf também: Além dos 5 slams entre o Australian Open de 1988 e o Australian Open de 1989, ela também tem uma sequência de 4 slams entre Roland Garros de 1993 e o Australian Open de 1994.

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        1. Christina Evertilova

          Desculpe, a 1ª sequência da Serena foi um ano antes do que eu disse: Entre Roland Garros de 2002 e o Australian Open de 2003. Foi na época que o termo “Serena Slam” apareceu.

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  17. Roger Pacheco

    Tênis é um esporte que proporciona coisas bizarras, como uma guria de 16 anos ser a número 1 ou um sujeito perder um set (me desculpem, mas no caso acho que o maior responsável pelo feito foi o perdedor) sem fazer um mísero ponto.

    Responder
  18. Marcelo-Jacacity

    Palmas! É um post melhor que outro. Claro que discordo de várias listas, mas a lição que tiramos de tudo isso é que o tênis está muito longe de se resumir ao Big-3 por mais fantásticos que sejam. E quando eles encostarem a raquete, virá um novo fenômeno, pode demorar até mais de uma década, mas ele surgirá.

    E sinceramente, Serena tem uma carreira excelente, mas pra mim ela está longe, muito longe de Navratilova, Graf e Court.

    Responder
  19. Gildokosn

    Vixi Dalcim, essa foi a lista que mais discordei rsrs
    Vamos la, sem querer gerar polêmicas… mas o feito do Laver de ter os 4 torneios de Grand Slam no mesmo ano deveria ser menos valorizado do que é, não estou dizendo que não seja extraordinário, mas dos 4 torneios 3 eram na grama, não é?
    E pelo fato do tênis masculino ser tão mais disputado equilibrado do que o feminino eu acho o recorde de semanas do Federer mais importante que as da Steffi.
    Dos 20 Slans do Federer eu não vou nem falar rsrs
    Acho que alguns tenistas dessa lista trocariam os feitos deles por esse.
    Abs!!

    Responder
  20. Marcel Pilatti

    Final dos 4 Slams em 3 temporadas diferentes (2006, 07 e 09)

    8 finais seguidas (RG-08 a AO-10)

    Dobradinha US Open e Wimbledon por QUATRO ANOS SEGUIDOS (2004-2007)

    Responder
  21. Marcelo F

    Dalcim, no tópico “menções mais que honrosas” eu incluiria a vitória do Agassi sobre o Ivanisevic na final de Wimbledon de 92. Pelo fato de o americano vencer, jogando no fundo de quadra, um legítimo jogador de grama (desses que o Federer, o Nadal e o Djokovic nunca enfrentaram em finais de Wimbledon). E na grama rápida. Sem contar o fato de o Ivanisevic ser, provavelmente, o melhor sacador da história. Acho isso sensacional.

    Responder
  22. Paulo Pauli

    Parabéns pela ótima pesquisa. Só que se as 4 conquistas de Slans seguidas de Djokovic está entre as 10+ o que dirá das 6 conquistas de Slans seguidas de Court sendo as 4 no mesmo ano, 1970 e as tb 6 seguidas de Martina entre 83 e 84? E os 84 títulos de simples e duplas num mesmo torneio tb de Martina?
    Abraços

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Navratilova tem dezenas de feitos importantes e incríveis, Pauli. É bem difícil escolher os melhores. Ela ficou 20 anos seguidos no top 10, venceu ao menos um torneio por ano por 21 temporadas e por aí vai.

      Responder
  23. Rafael

    Eu colocaria no “bolo” das 20, o feito do Nadal como mais jovem a conquistar todos os Slams. Acho um feito bem difícil (já que precisa jogar bem em diferentes superfícies).

    Responder
  24. afonso ab

    Dalcim, acho que o que Djokovic fez em 2015 deveria estar na lista: 14 finais em 15 torneios sendo que o que dificilmente ocorrerá novamente tão cedo ao menos: oito finais de master no mesmo ano ganhando seis ( não disputou Madri)

    Responder
  25. João ando

    No filme tributo ao John mcenroe …mostra um jogo do mcenroe contra Jimmy connors e da o ano 1959 …. acho que o certo seria 1979 né dalcim?

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  26. Leandro Santos

    Realmente são marcas incríveis! Tanto no masculino quanto no feminino! Mas igualar o feito do Laver numa só temporada é algo inimaginável….
    Parabéns, Dalcim! Pelo site e pela perseverança!

    Obs: Desculpe a ignorância, mas o que seria um “Golden set” que aparece nas menções honrosas?

    Responder
  27. Chetnik

    Dalcim, me explica como o Federer ter 20 GS pode ser um feito maior do que a Serena ter 23? Não tô comparando tamanho de um ou outro, mas isso aí é um dado objetivo.

    Responder
    1. Chetnik

      Aliás, para não me acusarem de ser “parcial”, mando na mesma linha: como pode o Djoko Slam ser um feito maior do que o Golden Slam da Graf – que, além de ser no mesmo ano, ainda inclui um ouro olímpico?

      Responder
    2. José Nilton Dalcim

      Um Grand Slam é um torneio completamente diferente para os homens (melhor de cinco sets) e totalmente normal – na verdade, pode até ser melhor do que um torneio normal porque dá um dia de descanso a cada rodada – para as mulheres.

      Responder
      1. Chetnik

        Eu pensava que a resposta viria pelo viés da “competitividade do circuito”, ou então pelo fato de “várias”mulheres terem passado dos 20, ao passo que só o Federer chegou nos 20 entre os homens, o que torna o feito feminino “menos exclusivo”. Não tinha pensado na questão dos sets. Foi uma boa resposta. O que importa é instigar rs.

        Responder
  28. Renato

    O Pessanha está com toda razão. Vencer cinco anos seguidos Wimbledon e U.S open deveria estar no topo da lista. Acho que está entre os cinco maiores feitos.

    Acho que a padronização dos pisos fez o feito de vencer os quatros slam seguidamente perder um pouco o valor. E Novak não venceu Nadal em forma em RG.

    Responder
  29. João ando

    Dalcim a sua memória e impressioante.vou falar do que eu vi.gostava de ver o Villas bater o backhand. ..verdadeiro temos força…com raquete de madeira a head vilas. ..vi a Cris evert jogar ela era muito bonita. ..os 109 títulos de Jimmy connors. ..um feito que acho não vai ser batido…Chang em 1989 ganhando Roland garros..infelizmente não vi laver jogar ..so em filmes antigos e pequenos lances

    Responder
  30. Márcio Cerqueira

    Dalcim , lista tá até boa , mas o Golden Masters do Djokovic devia tá em algum lugar aí !! Ganhar os 9 Masters e Masters Finals n é pra qualquer um ! Um feito desse exige muita consistência e versatilidade !

    Responder
  31. José Eduardo Pessanha

    Puxando sardinha pra FedEx: rs
    – Dobradinha Wimbledon – US Open 2004-2008
    – Temporada de 2006 com derrotas pra somente dois jogadores (Nadal e Murray)
    – Número 1 do ranking aos 36 anos
    – 16 finais em 17 torneios disputados em 2006.

    Parabéns por mais essa lista, Craque Dalcim.
    Abs

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Opa. Dobradinha 2004-2007 de Wimbledon e US Open. Aproveitando a deixa, Dalcim, saiu a chave de Viena. Achei bem forte, principalmente o setor de cima.
      Thiem estreará contra Gasquet, pegando em seguida o vencedor de Querrey/Tsonga. Nesse mesmo lado, temos ainda Tiafoe, Nishikori, Dimitrov. Felix ganhou um convite e enfrentará o Fucsovics.
      Abs

      Responder

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