Esse tênis infernal
Por José Nilton Dalcim
10 de agosto de 2018 às 23:58

Cada dia fico mais convencido que um velho amigo tem razão: o tênis foi criado pelo demo. Esporte cruel demais. Os dois excelentes jogos das quartas de final de Toronto mostraram esse aspecto tão peculiar de quem escolhe o esporte das raquetes grandes: a forma incrível como as coisas mudam e fogem de seu controle num piscar de olhos.

Alexander Zverev passeava em quadra, golpes poderosos, adversário apagado. Chegou ao saque com 5/4 para finalizar a tarefa e então começou o drama. Ficou apressado e viu Stefanos Tsitsipas acreditar. Perdeu match-points num tiebreak tenso, mas manteve a frieza para abrir quebra à frente no terceiro set. Nada feito. Faltou um pouco de coragem, o grego parou de errar o backhand e, sempre calmo e concentrado, virou. Outra vez com o poderoso saque na mão, Zverev jogou um game pavoroso e perdeu.

À noite, Marin Cilic fez o set mais incrível de sua carreira que me lembro de ter visto. Entrou decidido a arriscar e parecia iluminado. Raras vezes vi Rafael Nadal tão encurralado e sem opções. O espanhol não se entrega, apostou em aprofundar bola e esperar que a carruagem virasse abóbora. A primeira falha imperdoável de Cilic veio com um smash básico que daria 5/5 e reação no segundo set. Conseguiu apagar o vexame e jogou um terceiro set bem mais normal. Até que, outra vez tendo de sacar na pressão do 5/4, Cilic não era mais nem sombra do tenista impecável de duas horas e meia atrás. Serão noites difíceis para ele e Zverev.

Tsitsipas faz sua primeira semi de Masters contra o veterano Kevin Anderson, que continua em alta no circuito e joga num piso que lhe agrada demais. Promete ser um duelo de dois tenistas que sabem esperar o momento do ataque, sem desespero. Nadal fez outro jogo muito mais tático e de coração do que técnico, ainda que a evolução do saque ao longo dos sets tenha sido determinante para dobrar Cilic. É amplo favorito no duelo de gerações diante de Karen Khachanov, que também faz inédita presença numa semi desse porte. O russo de 22 anos mostrou saque poderoso e devolução vigorosa nas vitórias sobre Pablo Carreño, John Isner e Robin Haase.

A garotada pela segunda semana seguida dá as caras.

E saiu a chave de Cincy
Roger Federer, Juan Martin del Potro, Nick Kyrgios, Andy Murray e Andrey Rublev estão na chave e isso deverá garantir um torneio extremamente interessante na próxima semana em Cincinnati.

O sorteio coloca Novak Djokovic e Zverev no caminho de Rafa, que já pode ter estreia complicada contra Milos Raonic e pegar em seguida Denis Shapovalov ou Kyle Edmund. O alemão está no quadrante de Cilic e John Isner, nada fácil.

Do outro lado, Federer deu sorte e sua sequência prevê Lucas Pouille, Dominic Thiem e quem sair de Delpo, Kyrgios ou  Anderson. O sul-africano parece de longe o mais inteiro de todos, ainda que esteja na semi de Toronto. Ele pode cruzar com Tsitsipas de novo nas oitavas.

Assim como aconteceu no Canadá, vários jogos promissores de primeira rodada: Tiafoe-Shapovalov, Isner-Querrey, Tsitsipas-Goffin, Nishikori-Rublev, Wawrinka-Schwartzman e Pouille-Murray.

Delpo será o 3
Del Potro herdará mesmo o terceiro lugar do ranking, o mais alto de sua carreira, com a queda de Zverev. A última vez que a Argentina teve um número 2 foi em outubro de 2006, com David Nalbandian. Adivinhe quem estavam na frente: Federer e Nadal.


Comentários
  1. Aurélio Passos

    Cilic perdeu a chance de bater aquele que jamais se cansa ao não vencer por 61 o primeiro set para começar sacando no segundo set.
    A partir daí foi fraqueza pura, como pode errar aquele smash para fazer 55?

    Essa situação toda é ridícula. Federer e aquele que jamais se cansa da Espanha, e mais o Nole, humilham geração após geração desde 2005! 14 anos!! Foram-se embora a geração de Tsonga/Berdych/ Ferrer, etc depois tchau pra Nishikori, Raonic, etc. E Thiem, Zverev, Tsitsipas, Shapovalov que abram o olho para não ficarem pra trás ( o Hyeon Chung se machuca toda hora).
    O Wawrinka que fez milagre ao vencer três Slams no meio desses dominadores doidos (e ainda tirou um dos dois Masters 1000 que faltarão pro Federer – no caso, Mônaco). E o Del Potro faz umas graças de quando em vez, mas desde as cirurgias só toma paulada dos dominadores doidos (fora Miami esse ano). E o Murray que deu a alma para conseguir ser n.1 no meio dos dominadores oidos, e o corpo cobrou.

    Eu acho isso péssimo. Mas a maioria prefere ver os mesmos vencendo sempre, dizem que o “ídolo ajuda o esporte a crescer”. Só se for ajudar a crescer as contas bancárias deles mesmos.

    Mas, enfim, eles não tem culpa se baixa um santo nos Cilic e Thiem da vida para de repente errarem bolas estúpidas ou escolherem golpes sem sentido em momentos decisivos….

    Chamam de “privilégio” ver essa era. Eu chamo de pesadelo, ver uma situação onde um jogador (genial, eu sei) pode ficar em primeiro ou segundo do ranking pulando UM PISO INTEIRO na temporada; onde o número 1 pode pular toda quadra dura pré-saibro europeu… Tudo porque sabem que com uma perna só no mínimo chegarão nas semifinais de torneios grandes.

    Lamentável.

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  2. Luiz Fernando

    Já postei isso aqui mas vou repetir: Nadal é um monstro faminto q se alimenta e se fortalece nas grandes vitórias, como a q venceu contra Cilic. Ontem seu nível de jg já havia subido muito em relação a partida da véspera, o mesmo ocorrendo com a agressividade. Logo no primeiro game, quando sacou 40-15, a primeira bola q voltou já arriscou uma paralela fugindo do BH q saiu muito, mas a atitude já mostrava qual seria sua tônica na partida. Por sinal o jovem Kachanov também jogou muito bem, igualmente agressivo, com devoluções excelentes tanto de BH quanto de FH, exigindo tudo do Rafa. Esse é outro adversário perigosíssimo nessas quadras rápidas, além de muito jovem. Nadal venceu com autoridade e jogando desse jeito é ultra favorito contra o jovem grego, q ainda por cima tem um BH de uma mão. Num jogo do fundo da quadra, que deve ser o q veremos em quadra hj a tarde, na atualidade não vejo quem possa bater o espanhol sem um serviço fenomenal, o qual falta ao grego.

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    1. Sérgio Ribeiro

      É óbvio que o Espanhol é o favorito. Mas se você assistiu os jogos inteiros de Stefanos não pode duvidar de seu Serviço principalmente nos momentos importantes. Os Backands serão explorados por Ambos. O Spin alto de Rafa Nadal vai incomodar como sempre. E o Cruzado do Grego ( a lá Federer nas últimas 5 ) idem. A diferença e’ que este representante da ” Farsa” Nextgen, sabe escolher os golpes de maneira mais sagaz que Thiem , Cilic, Anderson e CIA. No Saibro seria barbada. Nesta quadra rápida um jogo encardido. Ao menos , a meu ver. Abs!

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  3. Luiz Fernando

    Espetacular recuperação do jovem Tsitsipas a tarde, após um primeiro set equilibrado. Sem a contundência dos golpes do sul-africano, mas uma mescla de habilidade e raça, o cara foi lá e atinge sua primeira final de M1000, após já ter feito final de ATP 500 no saibro. Sem dúvida estamos diante de um expoente do esporte no futuro, esse rapaz além do tenis vistoso passa uma imagem de foco e vontade de vencer como poucos.

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  4. Evaldo Aparecido Moreira

    Bom. Pode entregar a taça para o espanhol, Stefanos T, sem chances para ele, Nadal tá no prumo, o russo até russou no primeiro set, mas aí no segundo miou legal, força exagerada e jogadas de escolhas equivocadas , o espanhol não dorme no ponto, muito bom . Poderiam ter colocado o Venâncio para comentar , esse Narck , Deus me defenda, vai ser capacho assim na China.

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  5. Rafael

    Oi, Dalcim,

    Vc acha que nesse cenário sem Serena, a Halep vem finalmente se impondo com uma certa consistência? Quero dizer, me parece ser a que mais tem conseguido defender – ou chegar perto de – seus resultados, ser eliminada nas rodadas iniciais está se tornando algo atípico pra ela, qual sua opinião? (Se puder responder, claro)

    Nesse cenário, após minha querida Wozniacki ter conseguido seu primeiro – e provavelmente único Slam, ela alternou umas semanas como No. 1, mas acho que agora ficou difícil pra ela, né? Sei o que a maioria pensa do tênis da Carol, e provavelmente é verdade, mas gosto muito dela.

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    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida alguma, Halep achou consistência. Tem sofrido em alguns jogos, e provavelmente vai ter dificuldades em pisos mais velozes, como de Cincinnati e US Open, mas confiança é algo essencial no tênis e ela me parece ter se livrado de grande peso após Roland Garros.

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  6. L.

    Injusto só mostrarem o relógio para acompanharmos os segundos antes do saque qdo o Nadal saca. O cílios tb demora para sacar e o relógio mal apareceu. O djoko tb! O do próprio kashanov agora, nas vezes em que demorava p sacar, não aparecia.

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    1. Efraim Oliveira

      O canal que assistir, por várias vezes mostrou o Khachanov sacando no limite do tempo… Não sei onde está a referida injustiça…

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  7. Efraim Oliveira

    A parte ruim que acho do tênis é quando o tenista consegue a quebra, muitas das vezes se garante naquilo ali, ao invés de tentar conseguir mais uma quebra. Acho que o limitado número de games a ser jogado permite isso. Acho que se a parcial fosse até 10, esse quadro mudaria porque é mais difícil pro jogador manter a consistência por um período maior de games. Muito comum o placar 6-3 no tênis porque o tenista conseguiu uma quebra. Eu acho que deveria se pensar numa mudança em relação a isso.

    Exemplos de esportes que mudaram e deram certo:

    O futebol tem mudado o critério de gols fora de casa, não sendo mais o diferencial pro resultado final… Acho o futebol um dos esportes que mais se propõem mudanças

    O vôlei eliminou a vantagem

    A F1 mudou a forma de pontuação

    O tênis precisa de mudanças, basta ver o que aconteceu na semi de Wimbledon esse ano, lamentável aquilo. O sucesso da Rod Laver ano passado deixou claro que mudanças são bem vindas.

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      1. Efraim Oliveira

        Vou citar algumas…

        Cartões
        Acréscimo de tempo
        Valor da vitória passou a ser três pontos
        Passou a ter impedimento
        Substituição
        Substituição na prorrogação, sendo possível chegar a quarta substituição
        Spray pra demarcar local da falta e da barreira
        Critério do gol fora de casa (vem mudando)
        Estão vendo agora a possibilidade de o técnico tomar cartão amarelo

        Das mudanças que citei, algumas são mais antigas e outras mais atuais, mas creio que serviu pra mostrar como o futebol muda e tem mudado.

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    1. Gustavo

      Creio que, ao invés de eliminar o quinto set longo, o esporte deveria extinguir a vantagem no iguais. Se fizessem isso, até mesmo os jogos em cinco sets sem tie break no último set seriam mais curtos.

      Talvez até o let (net, sei lá como escreve) fosse no mesmo caminho também. Mas, a princípio, o AD no iguais deveria ser o foco mesmo. Com essa mudança, poderíamos ter as finais de Masters novamente em melhor de cinco sets, com tie break em todos os sets, diga-se de passagem.

      Eu sou contra a retirada do quinto set longo. Terminar um jogo quente em um tie break não é bom para mim. Mas é questão de gosto. Vai de cada um.

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  8. Guga Silva

    Que que isso, amigo. Será que estamos diante de um novo grande jogador? Zverev é realidade. Tsitsipas passa à frente de Shapovalov, que ainda não foi campeão e parou na semi de Montreal 2017.

    Um jogador com muitos recursos. Acioli manja muito nos comentários, mano. Sempre aprendendo. Caso pegue Nadal, suas chances diminuem drasticamente. Backhand simples não fenomenal é tudo que o espanhol adora. O fato de jogar com muito segundo saque é preocupante também. O que me incomoda também é sua insistência em devolver muito atrás da linha nos dois saques. O ponto positivo é que ele sempre tentou mudar o posicionamento para confundir o sacador. Ótimo! Fantástico.

    Khachanov não passa pelo Nadal hoje. Só se for extremamente agressivo no fundo e efetivo no saque. Muito difícil. Tsitsipas é um excelente jogador.

    Pra quem reclamava que o circuito não tinha novos nomes surgindo com mais precocidade nos grandes torneios, aí estão Zverev e agora Tsitsipas. Final em Barcelona, semi em Washington e final em TORONTO. Uau! Por enquanto, os expoentes da novíssima geração.

    Confesso que torci desesperadamente pelo grego e vou torcer por ele amanhã independentemente de que passe na semifinal 2 de logo mais.

    Apesar de suas chances serem mínimas principalmente contra Nadal, já pensou se Stefanos vence o torneio no dia do seu aniversário? De uma coisa eu sei: está provado que a nova geração é muito melhor que as gerações pós Big Four. Me refiro à Nishikori, Dimitrov, Raonic, Goffin e tantos outros. Depois veio Thiem, que ainda é novo (25 anos). Mas esses caras jamais conseguiram ir tão longe em Masters como Zverev e Tsitsipas estão indo hoje.

    O Olimpo certamente está em festa agora.

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      1. Bruno Louzada

        Até gosto do Venâncio. Mas ele as vezes não fica quieto, fala toda hora, fala mais que o narrador. E as vezes fica falando coisa óvica.

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  9. Luiz Fernando

    Equilibrado primeiro set entre o grego e Anderson, com vitória do último nos detalhes. O sul-africano me parece com jogo de fundo melhor do q na final do Uso2017. Vamos pro segundo.

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    1. Rafael

      O Murray disse ter um tempinho em Cinci, entrou no stories, falou que nem sabia mexer naquilo ou se ia dar certo, e pediu pro pessoal fazer umas perguntas.

      Alguém perguntou: Se vc fosse gay, com qual jogador vc sairia/namoraria (ou algo assim)

      Claramente fazendo alusão à sua mãe, que adora o Feliciano, Murray respondeu de boa; Se eu fosse gay, escolheria o Feliciano, disse que ele é bonito e que assim também poderia ensinar futebol a ele.

      Eu estava no instagram nessa hora, vi que tinha stories novo do Murray e entrei, aconteceu de eu acompanhar essa Q&A. Só não entendi pq veio parar no tenisbrasil.

      Responder
        1. Rafael

          Boa, Gabi.

          Se eu fosse, acho que no tênis, o Feliciano é um dos menos malfeitos mesmo.

          O BIG 4 seria o BIG last. um pior que o outro, embora o próprio Murray, tirando a cara horrível, tenha o corpo mais equilibrado.

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      1. Marcelo Reis

        Antes de chegar aqui, já tinha lido em outros sites igualmente respeitáveis que tratam de tênis (vide o bolaamarela). Acho muitíssimo válida a resposta do Murray. Por um tênis que abra espaço para a diversidade, a começar pelas atitudes “dos grandes” (mesmo que tenha sido com teor de humor), que são modelos. Basta ver a reação nos comentários da postagem para ver o quanto estamos atrasados em certos termos …

        Responder
        1. Rafael

          Olá, Marcelo,

          Queria agradecer. Indiretamente, seu comentário me fez enxergar algo que tento entender há anos. Obrigado mesmo, sinceramente.

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  10. Marcelo-Jacacity

    Dalcim,

    Realmente tênis é incrível. E quem joga, mesmo em nível pangaré (meu caso) entende essas mudanças repentinas do jogo. Esse esporte é muito louco.
    Ah…Quem acha que smash é fácil, tente pra ver…rs

    Mesmo com o atropelo no 1. set (Cilic jogou demais!!!), sabia que o “mardito” Nadal, não largaria o osso…rs

    Quanto ao Zverev x Tsisipas não pude ver…mas parece que o alemão ficou bravo…rs
    Os dois falaram o que pensam, sem ser politicamente correto. Gostem ou não.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Se eu não soubesse p quem vc torce diria sem receio: não torce pro Federer. Se torcesse, no mínimo diria q é o melhor pangaré do seu grupo de tenistas…

      Responder
  11. Marcelo Reis

    Cilic jogou como nunca no 1º set, mas perdeu como sempre. Seria difícil manter aquele ritmo, estava assombroso, como diz Dalcim. Mas Nadal achou soluções mesmo sem estar inspirado.

    Zverev e Tsi foi um ótimo jogo. Consegui ver o jogo todo e sei que Zverev tem muito mais goples que ele, mas a cabeça pesou. O grego precisa melhorar o primeiro saque e ganhar mais força, aí vai subir mais ainda no ranking.

    Bora para as semis.

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Renato, discordo nessa. Cotonete fez 4 pontos a mais do que Nadal naquele jogo, sacando 34 vezes a menos. Teve muito mais chances de quebra
      Abs

      Responder
  12. Marcos Paulo Lima de Paula

    Dalcim esse esporte é apaixonante mesmo e só termina no aperto de mão
    E quem ganhou o desafio da bola do Federer abraço

    Responder
      1. alessandro sartori

        Acho que o comentário do amigo Pessanha foi o melhor, apesar dele ser frustado com Neymar, ele mandou muito bem no comentário aniversário do Federer…

        Responder
  13. Rodrigo S. Cruz

    Só faltou o Fognini pra colocar ainda mais lenha na fogueira da chave…

    E o Nadal SENTOU, hein?

    kkkkkkkkk

    Se superar o saque-míssel de Raonic, pega provavelmente um Shapovalov que não tem nada a perder.

    Depois entra em rota de colisão com o Djoko e com o “Mimadinho” insosso.

    É o pior dos mundos numa quadra tão rápida.

    Provavelmente cairá fora cedo. Até mesmo pra poder chegar inteiro do Us Open…

    Responder
  14. Kelly

    Definitivamente, o Nadal não sabe brincar! Depois de acionar o nível hard, começou aquela variação no peso da bola, que deixou o Cilic sem saber se estava tonto ou em Toronto.

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  15. Mario César Rodrigues

    Dalcim,na boa o Rafa é fora de série,se poder me responda uma coisa na boa.Você já viu um competidor um cara como Rafa.não irei dizer que ele é o melhor técnicamente mas ele é técnico em tudo faz tudo bem. menos do que outros até,mas onde quero chegar vc já viu um cara lutador e a mente e a coragem do Rafa no tênis?

    Responder
      1. Emerson

        Longe de dizer a barbaridade de que Nadal não tem técnica, como alguns insistem em não enxergar, mas é claro também que Djokovic e Federer estão num nível mais alto nessa questão, mas creio que se estes tivessem as ferramentas que Nadal tem, não teriam ganho nem metade do que ele, ou talvez nem Slam tivessem…
        De longe, Nadal é o maior atleta e competidor que o tênis já viu, assim como o conjunto técnico do Federer é o maior que já vimos.
        Só temos a agradecer por podermos ver os 3 gênios em ação mais Murray.

        Responder
      2. Sandra

        Realmente , nunca vi coisa igual, mas vc não acha que ele se for campeão ele desiste de Cincinatti?. Para se poupar par o Us open.”…, enquanto isso estou fazendo as contas rssss, O Isner ano passado foi até aonde em Cincinatti?…

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Não, não acho que ele vá desistir, a menos que faça dois jogos muito difíceis nestas rodadas finais. Isner foi até a semi de Cincy.

          Responder
  16. Luiz Fernando

    Rafa jogando da forma mais mais medíocre do ano, servindo mal e lento, inclusive cedendo 14 breaks, slices altos ficando a caráter pro adversário, que jogava como nunca, arrasando no primeiro set. E não é q o cara vai lá e vence kkk. Por isso q alguns caras do blog morrem de raiva, só ele pra vencer um jogo perdido como esse, vencer jogando mal, coisa pra poucos, muito poucos. Kachanov franco favorito amanhã kkkk!!!!

    Responder

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