Cuidado: Nole voltou a sorrir
Por José Nilton Dalcim
15 de julho de 2018 às 22:59

O jejum foi penoso. Quase 13 meses depois de erguer seu último troféu no circuito, então o 68º da carreira, Novak Djokovic voltou a sorrir logo em Wimbledon, o mesmo lugar onde um ano atrás era obrigado a abandonar nas quartas de final com a insuportável dor no cotovelo.

O calvário esteve sempre repleto de dúvidas, como ele mesmo admite. Optou por uma pequena cirurgia corretiva após o Australian Open e viu derrotas duríssimas numa volta apressada em Indian Wells e Miami. Só então a mesa virou. Nole desligou-se de Andre Agassi e recuperou a companhia de Marian Vajda e da antiga equipe.

Ainda sofreu para recuperar o mínimo de confiança e resistência. Quando caiu diante de Rafael Nadal na semi de Roma, mostrava evidentes sinais de evolução técnica mas estava claro que faltavam pernas. A queda nas quartas de Roland Garros para Marco Cecchinato chocou, ainda que Djokovic não tenha jogado mal.

O mais irônico é que Nole deixou Paris sem sequer ter certeza de que se arriscaria na grama. E as razões eram boas: a irregularidade do piso causa temor a qualquer cotovelo. Por fim, arriscou-se em Queen’s e tudo se encaixou como mágica. Arrasou Grigor Dimitrov e deveria ter vencido Marin Cilic na final não fosse aquela última dose de confiança que ainda teimava em derrubá-lo.

O destino finalmente lhe sorriu e deu a Nole uma chave animadora em Wimbledon, onde a dificuldade crescente diante de adversários nada especialistas na grama permitiu que ele ganhasse o ritmo ideal e, melhor ainda, sem desgaste.

Era a caminhada ideal até o supremo desafio: encarar o superconfiante número 1 em seu momento excepcional na carreira e na temporada. Depois da vitória épica sobre Rafa, ninguém mais tinha dúvidas, provavelmente nem mesmo Kevin Anderson, de quais mãos ergueriam o troféu mais importante do tênis.

O salto de Djokovic causa inegável e alegre surpresa. Mais do que isso, vem na hora exata. Ele sai de Londres cheio de memórias positivas para ir à superfície que mais combina com seu rico tênis. O tetracampeonato o leva à condição de quinto mais bem pontuado da temporada e abre perspectiva de lutar por terceiro posto já nos Masters de Toronto e Cincinnati, com chance de brigar pela vice-liderança hoje de Federer durante Nova York.

Nadal, distante 2.405 pontos, é uma meta muito difícil de ser alcançada, porém o espanhol não pode se dar ao luxo de dormir em berço esplêndido. O recado foi dado com a competência e a serenidade dos grandes campeões.

Cuidado: Nole voltou a sorrir.

E mais:
Ao atingir o 13º troféu de Slam, Djokovic fica apenas um atrás de Pete Sampras.
– Djokovic soma agora 251 vitórias em Slam e só está atrás de Federer, que tem 336.
– Com 22, é o terceiro com mais finais de Slam na história, atrás de Federer (30) e de Nadal (24).
– Apenas Nole e Federer conseguiram mais de 60 vitórias em cada um dos Slam na Era Aberta.
– É agora o quarto maior vencedor em Wimbledon, com 65, atrás somente de Federer (95), Connors (84) e Becker (71).
– Mesmo tendo seis finais na Austrália e sete no US Open, Wimbledon é no momento o torneio onde sérvio venceu mais. Ele tem 61 na Austrália, 63 em Paris e 62 nos EUA.
– Com o tetra, Djokovic se igualou a Laver e está entre os cinco principais profissionais a ganhar Wimbledon (há outros quatro amadores na lista, mas quando o sistema era outro).
– Por entrar no torneio como 21º do mundo, ele é o de mais baixo ranking a ganhar Wimbledon desde Goran Ivanisevic, em 2001, e o primeiro em qualquer Slam desde Gaston Gaudio em Paris-2004, então 44º.
– Djokovic ganhou 8 de seus últimos 9 jogos que foram ao quinto set. Em Wimbledon, essa marca é de 8-1, com única derrota em 2006. No geral, a performance é de 29-9.


Comentários
  1. José Eduardo Pessanha

    Dalcim,
    O que você achou dessa maratona de torneios do Félix no saibro europeu? Eu particularmente gostei, mas parece que ele abandonou seu último jogo, não sei se por cansaço ou contusão. Certamente ele receberá convite pro próximo Masters 1000, pois será no Canadá.
    Abs

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele exagerou um pouco no calendário e esse abandonou na primeira rodada foi justamente por cansaço. Hoje deu sorte e pegou um lucky-loser (o mesmo que perdeu do Rogerinho na rodada final do quali) e ganhou bem. Aliás, sugiro que você veja um pouco desse francês Corentin Moutet, bem promissor.

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  2. Marcelo-Jacacity

    Não há dúvidas que o melhor Djokovic foi o de 2011.
    No fim de 2010, depois de vencer Federer salvando match point na semi e sucumbir para Nadal na finalíssima do UsOpen, surgiu um novo Djokovic pós conquista da Davis.
    Djoko, versão 2011 era fenomenal, atacava incessantemente os adversários. Infelizmente foi um tenista que durou um ano apenas.

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  3. Lucas

    Sou fã declarado do Federer. Mas um dos estilos de jogo que mais me agradou – desde que acompanho o tênis, por volta de 2007 – foi o Djokovic de 2011.
    Mudava a direção da bola com frequência e angulação incríveis! Quando recebia o saque, logo após a devolução (sempre
    um dos seus pontos mais fortes), já mandava bolas anguladas para os dois lados e dominava os pontos.
    Espero que, com a confiança de volta, tenhamos aquele jogo vistoso novamente!

    Federer poderia jogar apenas um dos “masters” e chegar mais descansado para o US OPEN.
    Gostaria de ver outro embate entre Federer x Djokovic!

    Parabéns pelo Blog, Dalcim!

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  4. Fernando C.

    Dalcim,

    A despeito da performance em Wimbledon acho que Cilic vem em boa fase. Você concorda e acha que dá para imaginá-lo repetindo o título de 2016?

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  5. Luiz Fernando

    Aleluia, parece q uma parte do cheiro de mofo esta saindo de W com a possibilidade de tiebreak no quinto set, tomara q AO e Rg também corrijam essa insanidade…

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  6. Luiz Fernando

    Mais uma incrível derrota do Bello, impossível saber o q acontece com esse rapaz, q já enfiou um pneu no Djoko e perde pro Galan na atualidade!

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    1. Luiz Fabriciano

      Raramente comento aqui sobre o Bellucci, mas vou me atrever dessa vez e, confesso que sempre torci para Djokovic nos embates com o brasileiro.
      Tenista profissional é igual ao fogo, que para existir, necessita indispensavelmente de três elementos: calor, oxigênio e combustível. Se faltar um, ou não acontece ou simplesmente acaba. No caso do tenista, é necessário técnica, físico e mental.
      Falando de Bellucci, tem técnica suficiente para figurar na elite do tênis mundial, sendo esse o primeiro atributo que o tenista adquire. Tem físico suspeito – no bom sentido, antes que me ataquem – já que já o deixou na mão várias vezes e o mental, ele o abandonou há muito tempo, então, como o fogo, acabou um elemento, acabou o evento.
      Tudo bem, antes que me lembrem, Bellucci já figurou no top 30, ambiente para poucos, mas no início de sua carreira onde ele mesmo não colocava sua capacidade em check. O que vemos hoje é um tenista incapaz de reagir ao menor conflito. Perde para qualquer um.
      Vejam o exemplo do Big3, que já foi Big4 (acredito que volte). O que esses caras construiram sozinhos, derrotando tudo que viesse pela frente, ou alguém acredita que tiveram algum tipo de ajuda?
      Sempre um é mais agraciado com maior talento que outro, mas no fundo, o que compensa, é a dose de vontade que cada um emprega para seguir em busca das suas metas. Será que o brasileiro determina metas?
      De quantas paradas resurgiu Nadal? Federer passou um tempo afastado por cirurgia e quis voltar, apesar de já viver uma idade onde tudo é lucro. Estamos vivendo nesse exato momento o retorno de outro monstro e não duvidem que o Big4 se recomponha em breve.

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  7. Fernando C.

    Dalcim,

    se a carreira de Djoko encerrasse hoje seria possível dizer que o sérvio foi tão grande e importante para o tênis quanto Bjorn Brog e Jimmy Connors?

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  8. Kennys

    Dalcim, na sua opinião por que o Federer não está tão competitivo no US Open quanto ao AO? O Piso? Ano passado se arrastou para ganha de adversários relativamente frágeis, certo que a lesão poderia ter atrapalhado, mas nos últimos anos não conseguiu resultados expressivos lá (só o vice de 2015). Qual a grande diferença entre o US Open e o AO para o Federer?

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    1. José Nilton Dalcim

      Austrália colocou um piso mais veloz e certamente é início de ano, todo mundo está mais inteiro. O US Open vem depois de dois Masters muito próximos. Vale lembrar que Federer não jogou em Nova York em 2016.

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  9. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    Qual a sua perspectivava para os jogos no verão americano? Vc acredita que veremos um djoko dominante? Ou não? A partir de agora, considerando que temos somente as quadras americanas, o piso rápido asiático e a temporada de quadras cobertas na Europa, quem será o maior adversário de um Djoko renovado e com confiança, Nadal? Federer? Zverev? ou prevê equilíbrio sem um favorito disparado. O que pensa mestre?

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que qualquer análise é precipitada. Mas a lógica diz para esperarmos torneios equilibrados, pelo menos em Toronto e Cincinnati. O US Open está muito longe ainda, mas se Nadal, Federer e Djokovic estiveram em plena forma, difícil o favoritismo não se dividir entre eles.

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  10. Luiz Fernando

    Incrível como as opiniões são volúveis no esporte: há um mes o Djoko nem era considerado favorito a nada e agora virou favorito p vencer os proximos 5 GS, na visão do Krajicek. Não q ele não possa vencer 10 seguidos, é um grande campeão como demonstrou sua performance em W, mas estes chutes são de doer, se assemelhando aos palpites de q Federer venceria tudo na grama, sem perder sets…

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  11. Nattan Lobatto

    Excelente!! Muito bom ver o sérvio sorrindo novamente. Djokovic e o fiel da balança que estava faltando no circuito, que desequilibra e quebra a hegemonia do FeDal. Essa conquista foi uma resposta aos pseudos Dinás que temos aqui no blog, que o previam jogando futures e chellenges rss, cada uma. Assim, também Federer, ainda vai incomodar e ampliar suas conquistas por no mínimo uns dois anos, pois seu talento lhe permite a jogar em alto nível por no mínimo uns dois anos. O Big 3 está de parabéns, e eu, mero mortal, só me resta admirar e me deleitar com tanta genialidade.

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  12. Renato

    Big Mac disse tudo, Federer é o melhor que ele viu jogar em 40 anos. Roger é o maior da história com certa folga, assim como o melhor, também. Roger é melhor que todos porque ninguém tem um equilíbrio maior tanto no jogo de base quanto no jogo de rede, além de fazer bem menos força para jogar que seus rivais, ou seja, talento natural.

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    1. Valmir

      Big Mac falou no que entende…. grama e quadra dura.

      Quantos torneios no saibro, Big Mac ganhou ??

      Quantos … grandes torneios Federer ganhou no saibro ??
      … Não ganhou Roma nem MonteCarlo… e.. consequentemente, passou longe do Grand Slam do saibro.
      … Os German Open do saibro que ganhou foi antes de Nadal aparecer.
      Federer ganhou só.. unzinho.. Roland Garros… com 50% para o Robin Soderling.

      Nadal ganhou 2 Wimbledon e 3 US Open e 1 Australian… fora do seu habitat

      Federer tem h2h negativo contra os seus 2 maiores oponentes (Nadal e Djoko).

      Contra o Djoko ele ganhou quando este ainda era novo na idade.
      De 2011 em diante, quando Djoko virou número1, o h2h é covardia… 17×9 para o Djoko,
      incluindo 3 finais seguidas de Slams.

      Nas semifinais do Australian Open contra Djokovic, ganhou somente… 1 set… em 3 partidas.

      Wimbledon 2014, Djoko o venceu mesmo com o braço direito esfolado
      US Open 2015,… Djoko o venceu de novo, mesmo com perna e braços esfolados.

      Bem… US Open 2010 e 2011… semifinais… matchs points… 0x2… vai falar o quê ??

      Contra o Nadal, então… é melhor nem falar muito… basta lembrar só duas coisinhas
      o 6×1 6×3 6×0 em RG…
      perdeu … em Wimbledon… o tal maior jogo da história…
      e a longa freguesia… com direito a choro na derrota do Australian 2009.

      Se Nadal e Djoko tivessem pegado are vafraca que ele pegou, chaves fáceis e
      um monte de finais de Slam contra molezas tipo…
      Philippoussis… Gonzales… Baghdatis… Soderling… Cilic… Roddick..
      com certeza já teriam mais de 20 Slams.

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      1. Rodrigo S. Cruz

        Até um dia desses, esses caras nem sequer apareciam por aqui.

        E os bons fãs do Djokovic tinham temor de ele não conseguir mais atuar em alto nível.

        Depois, ninguém entende porque o sérvio é tão alvejado no blog.

        Pra mim, esses sim são os verdadeiros ZUMBIS de que o Chetnik reclama…

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        1. Márcio

          Os adolescentes modinha estão de volta…
          Chato isso, mas o djocko absolutamente nada a ver com isso, excelente jogador que é merece ainda mais por conquistar!!
          O negócio é dar risada desses comentário que voltaram a aparecer por aqui…
          Mas é chato…

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      2. Lucas

        Se eu não me engano quando Nadal ganhou seu primeiro slam aos 19 ,e já com vitória sobre Federer no saibro e no cimento , o suiço tinha 4 trofeus de major.Nos 16 que ganharia depois , o espanhol esteve em 14 ,exceção Ao 2006 e Wimbledon 2009 .Se oFederer pegou moleza fez o que se espera de quem é melhor.Nadal teve a mesmas oportunidades , mas se perdeu para Gonzales, Youznhy ,Tsonga , Darcis ,Muller 2 vezes ,Rosol ,Poullie , Verdasco,Fogninni,Brown,Blake ,Ferrer(sim ,Nadal perdeu pra todas essas feras em slams) problema e incompetencia do espanhol.

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      3. André Barcellos

        Cara, cada um torce as estatísticas como quer.
        Federer ganhou do Djoko criança. kkkkk
        Óvio que Djokovic não era o tenista amadurecido, assim como Federer a partir de 2010, principalmente , já entrou em franco declínio.
        Mas a curva do declínio é suave e o cara desfila no circuito sem suas melhores versões desde então, com exceção do começo do ano passado, quando entrou descansado e com gás.
        Não precisou de dez mil torneios pra ter um retorno espetacular.
        Ganhou de cara o primeiro Slam depois do retorno. Em cima do maior rival.
        E mais outros dois no prazo de um ano só pra não perder o costume…

        Federer saiu do seu auge MESMO em 2008. Tudo o que ele conseguiu vencer depois disso é lucro.
        O cara passou três anos ganhando mais de 10 torneios por ano, tal qual Djoko 11 e 15.
        Fica óbvio que ninguém consegue tal rendimento por 10 anos seguidos.
        O auge de cada um se sustenta por 3, 4 anos…
        Assim como Djoko estourou.
        São tenistas de gerações diferentes.
        Djoko tem uma mísera partida de vantagem. Uma vergonha contra um cara 6 anos mais velho.
        Deveria ter ganhado todas desde 2010.

        Aliás, tenho um argumento bem interessante:
        Imaginem que Nadal ou Djokovic chegassem a seus auges em 2004,05, 06. Só pegariam “galinha morta”. Aí aparece um suíço a partir de 2008, com 23, 24 anos no auge da sua técnica. Um cara tão ofensivo, completo e eficiente que encntaria o mundo.
        Tenho certeza que qualquer um dos dois levariam piabas homéricas saindo de seu auge, com o suíço entrando.
        E se só se encontrassem em finais na grama, no começo?
        Eles não veriam a cor da bola por uns 3 ou 4 anos.
        Depois disso começariam a pegar o jeito do cara e a endurecer algumas partidas.

        É que muita gente nasceu ontem e não viu, ou enxergou, o Federer no seu auge.

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        1. Márcio

          O pessoal adolescente esquece que o FEDERER não é da mesma geração do djoco e nadal, são 6 e 5 anos mais velho, nessa ordem.
          Mas isso é discussão batida que sempre volta principalmente com a torcida modinha.
          O fato é que os 3 são sensacionais jogadores, brilhantes, gigantes.
          Mas os números de FEDERER ainda são maiores.
          E ele é o melhor de todos os tempos.

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          1. Luiz Fabriciano

            Márcio, tire-me uma dúvida, por favor: se tenho 25 anos e um outro tenista 20, mas avançamos ao profissional no mesmo ano, somos a mesma geração ou não?

      4. Renato

        Walmir, seus argumentos são válidos, porém, fracos. Prefiro a opinião de quem entende do assunto. Caras como Big Mac, Sampras, Guga, Lendl e até o Mestre Dalcim, caras que entendem bem mais do esporte que eu e você. Sorry!

        Responder
        1. Carlos Reis

          E a grande vitória do Federer em cima do Djoko naquele RG/11? Essa as Djokovetes esqueceram!? Djokovic pode ser EFICIENTE, Federer é ESPETACULAR.

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  13. Marcos Ribeiro

    Federer conhece mais de tenis do que todos nós juntos. Não foi a Roland Garroz pq viu a forma do Nadal e que não daria para ele. Jogou Wimbledon desanimado tb pq já tinha visto Nadal e Djokovic jogando lá e que lá tb não daria para ele. Aproveitou a mini entressafra o melhor que pode, embora Del Potro e Coric tenham atrapalhado um pouco. Talvez um rótulo mais apropriado do que GOAT para ele seja GIOAT, Greater Intercropper Of All Time. Com este eu concordo. 🙂

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    1. Chileno

      Exceto pelo fato dele ter derrotado o Nadal 4 vezes, e mais um punhado de caras que bateram no próprio Nadal e Djokovic algumas vezes durante a tal “mini-entressafra”. Isso pra não mencionar que o próprio Djokovic esteve jogando por um bom tempo ao longo deste período.

      Impressionante. É só o Nole vencer um Slam, e volta a chuva de asneiras.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        E isso porque o Federer ainda faturou um Grand Slam este ano…

        Imagina se não tivesse ganhado nenhum.

        Esses caras são muito adoecidos de alma…

        Não conseguem exaltar as conquistas do seu jogador favorito.

        Diminuir as do Federer, é muito mais importante para eles…

        Responder
    2. Valmir

      Traduzindo… goat = cabrito-montês… que vive pulando nas encostas dos morros.

      Bem apropriado para quem pula 2 temporadas de saibro.

      Às vezes, o cabrito-montês pula e cai das encostas… outras vezes pula o saibro e cai na grama depois de ter 2×0.

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  14. Tadeu

    Mestre, boa noite.

    Como sempre, parabéns por mais um texto/crônica precisa e cativante aos leitores do blog.

    Observei que, por vezes, cita que ainda espera mais agressividade do Djokovic, mas entende essa ausência por falta de confiança e o fato de ainda não estar 100% como outrora ou uma nova postura adotada pelo sérvio, sendo ainda mais defensivo e contraatacador?

    AbraçO! !!

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  15. Rubens Leme

    Dalcim, estava lendo este perfil interessantíssimo que a New Yorker publicou hoje do Djokovic e, entre outras coisas, disse que o abraço de árvore é ideia do Pepe (ah, sim, a matéria revela que o espanhol se foi e só assim, Marian Vjada retornou) e que ele, Djokovic, escreveu um livro de culinária

    (https://www.newyorker.com/news/sporting-scene/wimbledon-2018-novak-djokovic-sees-the-light).

    Pensei que tinha lido errado, mas o encontrei à venda na Amazon, caso alguém queira comprar e seguir seu cardápio (https://www.amazon.com/Serve-Win-Gluten-Free-Physical-Excellence/dp/0345548981/ref=sr_1_1/134-6213807-0961715?s=books&ie=UTF8&qid=1531783056&sr=1-1&refinements=p_27%3ANovak+Djokovic).

    Responder
  16. Luis Antonio Rafael

    Caro Dalcim,

    Muito se fala sobre o Federer selecionar e jogar poucos torneios para poupar o fisico. Acho que ate o ano passado essa estrategia funcionou porque o BIG 3 mais o Stan viviam machucados e so tinha galinha morta no circuito e mesmo assim ele perdeu o Finals pro Goffin e Dimitrov(olha o nivel).
    As derrotas do Federer na grama mostraram que ele esta visivelmente sem ritmo de jogo, salvando-se só com o 1o servico.
    Com a volta do Djoko e Nadal jogando muito, ele vai ter que se reinventar novamente. Nao adianta, toda vez que perder para um “esforçado”, justificar que esta cansado mental e fisicamente e pular o proximo torneio.
    De que adianta jogar ate os 40 anos e nao ganhar mais nada? Acredito que não é isso que seus fãs esperam dele!!!!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa, Luís. Há muito que não vejo tanta bobagem escrita junta num mesmo comentário. Onde estavam os integrantes do Big 3 no AOPEN 2017 , Wimbledon 2017 e AOPEN 2018 ? Somente tenho certeza que o Colega não assistiu nenhum dos 3 rs ABS!

      Responder
    2. Enoque

      Concordo contigo. Nunca vi um atleta de alto nível ficar 2 ou 3 meses sem atuar e achar que vai voltar de maneira competitiva.
      Só entendo esta postura nos esportes de luta ou boxe, devido a necessidade de tratamento médicos.

      Responder
      1. Chileno

        O Federer venceu o Australian Open e Wimbledon em 2017 dessa forma. Esse ano não deu certo em Wimbledon, mas não dá pra dizer que o problema foi essa estratégia, porque ela funcionou ano passado.

        Responder
        1. Rafael

          Também não dá pra dizer que não foi, já que um ano atrás as condições físicas de Federer talvez fossem diferentes das de agora.

          O que mais explicaria ele ficar plantado atrás (pro padrão dele) e errar bolas fáceis (pro padrão dele) na rede, quando ia?

          Responder
    3. Márcio

      De que adianta jogar até o 40 anos e não ganhar mais nada???
      kkkk
      Ah meu Brasil, o que a televisão fez conosco ao longo de tanto tempo…

      Responder
  17. Marcelo

    O cara fica dois anos sem vencer um slam, um ano sem vencer um mísero atpzinho e tem gente que coloca o Avestruz como um dos maiores da história? Kkkkkkkkkkkkk E ainda tem h2h desfavorável contra Kyrgios, Karlovic e etc. Fregues do Wawrinka em final de slam. Kkkk não sabe jogar na rede. Se estiver entre os 10 está de bom tamanho. Kkkk

    Responder
    1. Kleber

      Marcelo, vc sabe quanto tempo Federer ficou sem ganhar um título há uns anos atrás? A diferença é que Djokovic tava machucado, já Federer foi falta de de bola mesmo. Vai pesquisar mais antes de falar bobagens.

      Responder
      1. Renato

        Federer ficou sem ganhar slam já com 33/34 anos. Novak ficou sem ganhar slam com 30/31, percebeu a diferença? Então Novak ficou dois anos lesionado? Conta outra! Federer SÓ não venceu slam em 2014 e 2015 porque Novak estava voando!

        Responder
  18. Rubens Leme

    Dalcim entrei no site do Pepe, o tal guru e é uma piada. Primeiro, que nunca vi alguém ter um coraçãozinho (daqueles feitos por meninas) como símbolo e os dizeres Amor e Paz.

    https://www.pepeimaztennis.com/

    Isso sem falar na filosofia dele: So to summarise;

    Success = Happiness = Love

    Therefore LOVE = SUCCESS”

    Onde o Djoko foi amarrar o burro dele.

    Responder
      1. Rafael

        hhahahahahahahahhahahahahaha, boa, muito boa.

        Tô fora também.

        Charlatães espirituais devem ser o que os antigos conheciam como demônio.

        Responder
  19. Luiz Fabriciano

    Mestre Dalcim, depois de ler atentamente a última parte do seu post, intitulada “E mais:” não entendo como Djokovic não faça parte dos 5 maiores da história ainda. E há quem não o considere nem top 10. Mas isso eu já atribuo à paixão contra o tenista sérvio.

    Responder
    1. The Observer

      Só mesmo #@$&#@! podem ter a ousadia de achar que ele não está entre os 10. A discussão real e verdadeira, afora opinião dos c#$@&!ões, é se ele está entre os 5. Qualquer coisa fora disso é crise menstrual de sissy boys…

      Responder
  20. Nando

    Mestre, li uma notícia hoje dizendo q Federer “pretende” jogar em Toronto…acha q ele jogará? E acha tbm q seria o certo ele jogar?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, ele sempre anda nessa dúvida para não exagerar na temporada de quadras duras. Acho que com a derrota precoce em Wimbledon ele irá, mas é totalmente minha opinião.

      Responder
  21. Fonseca

    Infelizmente, arrasar Grigor Dimitrov não está assim tão difícil ultimamente… veja o que Mestre Suíço fez na final em Roterdã… uma pena essa temporada do Dimitrov, após vencer o primeiro Masters e o Finals em 2017…

    Mestre Dalcim, pergunto: o Djokovic ainda está com o guru espanhol no staff?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Dimitrov é um tenista com muita capacidade na grama, Fonseca, portanto a vitória deve ter ajudado bastante na confiança do Djokovic. Não há informação sobre ele, mas eu diria que ainda está ali por perto.

      Responder
  22. Pedro

    Dalcim, os 3 primeiros GS do ano e quem ganha? Os 3 do Big Four. Cadê o resto? Já estava na hora de um Zverev ganhar um GS para variar. A gente vai ficar vendo esta turma jogar até quando? Mais uns 3 ou 4 anos? Federer chegou de novo em um momento da carreira em que seus golpes não agridem tanto, igual ao que aconteceu antes da troca de raquete, então devemos ver ele competitivo por mais um ano. Novak voltou e está jogando bem. Pensei que ele fosse perder para o Nadal porque ele não estava tão confiante, tão forte mentalmente, mas sua vitória surpreendeu. Uma coisa interessante de se ver é que a bola não parece tão pesada como antes, e pesquisando vi que ele fez modificações na raquete, tirando bastante peso. Mesmo assim ganhou na regularidade, mas faltava peso de bola em muitas vezes para um winner, coisa que o Nadal fez muito. Nadal pode quebrar os recordes de Federer em relação ao número de GS, porque tem bem menos idade. Mas mesmo assim, como disse antes, mesmo o Federer com sua grande experiência e com todo um staff ao lado, fez a grande besteira de jogar dois torneios antes de Wimbledon. Deveria ter jogado apenas o 250 e tinha muito mais chances de ter ganhado mais um título. Com exceção do Nadal que ganha tudo no saibro mesmo em torneios seguidos, não lembro de outro jogador que tenha faturado tão constantemente títulos seguidos, mais de 3 em sequencia. Visivelmente o suiço cansou mentalmente e deu brecha para o Anderson subir de produção. Aliás, ele foi perguntado na entrevista sobre isso, e disse que não foi o caso, mas, difícil de pensar diferente. Tem também toda a negociação com a Uniqlo, nas vésperas do torneio. Tudo isso desvia o foco. Em relação a situação da Nike, é visível que o tênis é um esporte secundário para a marca, visto que grandes lendas patrocinadas pela empresa nunca tiveram a abrangência de um Jordan. Futebol no mundo e basquete nos EUA, realmente vendem muito mais e são mais populares. Mas a história da Nike e de Federer era muito antiga, realmente uma pena. Você sabe dizer quem são os atletas com contrato vitalício com a Nike?

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  23. Luiz Fernando

    Bello levou 61 num set com esse Galan, de quem eu nunca ouvi falar. Deve ser um desses sul-americanos que só se ouve falar nessas disputas de segunda divisão da Davis. Tomara q não perca, pelo amor de deus…

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    1. Rodrigo S. Cruz

      LF,

      A situação do Bello é PERICLITANTE!

      E só lembrando que ele já perdeu pra esse mesmo Galan, há poucos meses.

      Espero que reencontre o seu melhor tênis, e deixe de passar tantos vexames…

      Responder
  24. André Barcellos

    Acho que Murray ganhará o US Open e assim vamos completar 2018 com o big four ganhando todos os Slam na ordem de grandiosidade dos jogadores.
    Federer, Nadal, Djokovic e Murray.
    kkkk

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  25. Renatinho

    Dalcim, tem um taiwanes de 16 anos que este ano fez simplesmente 3 finais seguidas de slam no juvenil com duas conquistas até então. Acho que não é muito comum um tenista fazer uma temporada tão espetacular assim no juvenil. Além disso, ele já tem títulos de futures e já vem tentando a transição para o profissional com apenas 16 anos. Ele pode ainda conseguir o feito de fazer finais em todos os slans no juvenil este ano( sensacional). Dalcim, você acha que este tenista tem potencial para ser um grande expoente da nova geração ?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, o potencial é evidente. Ganhar em pisos tão distintos não é nada fácil, ainda mais nessa faixa etária. Mas infelizmente o juvenil é um universo bem diferente do profissional e teremos de esperar um pouco para ver se ele consegue essa transição no mesmo nível, Renatinho.

      Responder
  26. Antonio Gabriel

    Três GS diferentes vencidos pelos 3 Gigantes, teremos um segundo semestre espetacular, ainda mais con as voltas de Stan e Murray a coisa deve melhorar ainda mais. Agora, assim como o Dalcim ainda acho que o Nole pode melhorar a questão da sua ofencividade, caso isso ocorra, acho que ele passará a ser o favorito natural pra ganhar a maioria dos proximos campeonatos. O segundo semestre promete ser um dos melhores dos ultimos anos.

    Responder
  27. Luiz Totti

    Dalcim, aprecio demais ler seus textos, a exatidão e imparcialidade nos comentários mas, principalmente, seu equilíbrio nas respostas e interação com seu público. Acho que é único na mídia brasileira atual. Já pensou em escrever um livro de auto-ajuda apra jornalistas sobre como interagir com leitores? Ia virar material obrigatório nas faculdades de jornalismo…
    Sei que muita gente reclamou, mas gostei do jogo do Nadal e Djoko pelas semis terminar no Sabado.. pelo menos tive tempo de assistir um pouco desse jogo. Acompanho sempre o blog, leio e me divirto com os “pegas” entre os torcedores de cada um dos tenistas. O que eu não consigo entender, de verdade, é como alguém que gosta do esporte pode não curtir a coexistência desses 3 grandes jogadores com estilos tão distintos, e a necessidade de agressão a quem não compartilha da mesma opinião. Digo isso pois eu simplesmente adorei os games que assisti no Sábado e ora minha torcida ia para o Nadal, ora para o Djoko, dependendo da garra com que jogavam. No final, achei legal o retorno do sérvio e sua postura agressiva durante a partida. Inflezimente essa geração está chegando ao fim e não sei se haverá tanto carisma combinado nas que estão chegando.
    Considerando que esses 3 (ou 2 se Federer parar) jogarem em alto nível mais uns 3 a 5 anos, quais jovens entre 18 e 25 da atualidade teriam condições de formar um novo trio como o RNR? (ou FDN.. rsrsr). Não apenas tecnicamente, mas também pelo controle emocional e carisma.
    Obrigado e parabéns outra vez.

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    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado pelas palavras, Luiz. Olha, acho que Zverev é um nome certo num futuro próximo, e eu gostaria que Kyrgios e Shapovalov também estivessem, porque são extremamente talentosos. Mas é difícil apostar no australiano, então talvez Tsitsipas aproveite a brecha, já que tem se mostrado bem versátil.

      Responder
  28. Lucas BS

    Boa tarde Mestre,

    voce acha que o Djoko de wimbledon foi do mesmo nivel daquele djoko que ganhou 4 GS seguidos?

    se não, o que vc acha que ainda falta pra ele voltar a jogar o mesmo tenis que o levou a dominar o circuito

    abraco

    Responder
      1. Chileno

        O melhor Djokovic era o de 2011, na minha opinião. Talvez tenha sido um pouco menos vencedor que o Djokovic 2015, mas pra mim, o jogo dele era mais vistoso e até eficiente.

        Responder
  29. Fernando C.

    Acho que a “final” entre Nadal e Djoko podia ter pendido para o espanhol. Com o perdão do lugar comum, a vitória de Djoko foi nos detalhes. Apesar de ter sido derrotado eu entendo que Nadal está jogando um tênis dos mais vistosos de sua carreira, numa temporada incrível que, a despeito do 2º semestre ocorrer em piso menos encaixado ao estilo de jogo do espanhol, ainda promete ser memorável (aos 32 anos de idade!). O que espanta nos três grandes é a capacidade de se reinventar, adaptar o jogo às novas condições decorrentes do avanço da idade, aperfeiçoar aspectos menos exitosos de seus jogos. Não é pouco dizer que FeDal – em maior escala – e Djoko correndo por fora,ressignificaram o tênis. 20, 17, 13 Slams são algo notável e completamente fora da realidade de algumas décadas atrás (um pouco menos os 13 de Djoko). Em 16 anos (desde 2003) – 64 Grand Slams – 50 Slams ficaram nas mãos de um desses 3. Quase 8 em cada 10 troféus de Slam disputados foram levantados por um dos três. Isso é um absurdo (no bom sentido … rs).

    Responder
  30. Arthur

    Dalcim,

    Acho que a vitória do Djoko dá alguma dignidade a essa final de Wimbledon. Com todos os méritos que possa eventualmente ter, o Anderson é um pangaré. A chance de ele ganhar um Slam é mínima, salvo se Federer, Nadal e Djokovic se contundirem antes da final e ele pegar uma figura tipo o Carreno Busta na decisão. De resto, continuará a ser um coadjuvante no circuito.
    O retorno do Djoko também deve ser saudado, na medida em que saímos dessa pasmaceira Federer-Nadal que vigora desde 2017. Espero, apenas, que ele não volte a dominar tudo como fez na temporada 2015/2016. Sou partidário da tese de que a alternância de vitórias é a coisa mais saudável do esporte. Todo monopólio é ruim, inclusive o de títulos de tênis.

    Um abraço.

    Responder
  31. Thiago Brito de Abbattista

    Mestre Dalcim

    Sempre me “socorro” a você antes de fechar uma viagem de tênis, (Us Open, Miami Open e etc) esse ano estou querendo ir para o Finals em Londres, sei que é difícil prever com tanta antecedência, mas seu “feeling” esse ano, pode ser melhor que ano passado, onde os grandes não tiveram vez e estavam desistimulados para este torneio?

    Agradeço desde já,

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Com a pontuação que já tem, Federer, Nadal e Djokovic estarão no Finals, a menos que aconteça um problema físico. Isso já basta para você comprar a passagem e os ingressos, Thiago!

      Responder
      1. Thiago Brito de Abbattista

        Muito obrigado sempre pela atenção e consideração!!
        Vou fechar o ATP Finals em Londres depois dessa resposta positiva sua!

        Grande abraço

        Responder
  32. Sérgio Ribeiro

    E com o final da pequena Gira de Grama em Newport , ainda temos simultaneamente Torneios caça-niqueis 250 no … Saibro. Com a presença dos gloriosos Verdasco, Fognini e Ferrer. Óbvio que Stan e Andy não cairiam nesta furada. Optaram evidentemente de já irem direto pras quadras duras. Abs!

    Responder
  33. Rodrigo S. Cruz

    Confesso que fiquei satisfeito com a vitória do Djokovic.

    Não pela final em si, que deixou muito a desejar, em face do aparente nervosismo do Anderson.

    Mas pela vitória sobre o Nadal que provou que o sérvio já joga em nível alto, e pode ficar ainda mais perigoso.

    Daqui pra frente, o Djoko será protagonista de todos os grandes jogos, assim como Nadal e Federer.

    O Nadal tem agora 2000 pontos pra defender, o que não será nada fácil para ele.

    O Federer tentará se livrar do gosto amargo que provou em Wimbledon…

    E o Djokovic seguirá buscando ascender cada vez mais no ranking.

    Tudo indica que teremos um Us Open de tirar o fôlego!

    Responder
  34. Fernando C.

    Boa tarde, Dalcim.
    Obrigado pelo excelente blog.
    Muito se fala do quanto a idade útil dos jogadores vem se ampliando. Djokovic tem 31 anos, Nadal tem 32 e Federer incríveis 36 (!); para o jogador que desejasse manter-se em altíssimo nível isso era impensável há tempos atrás,. Claro que alguns ajustes e adaptações devem e estão sendo realizadas no jogo de cada um, além da busca de um calendário individual mais “confortável” possível. Com tudo isso ainda chega a ser impressionante o quão longe eles estão indo. É fato que Federer tem um estilo de jogo que contribui para a extensão da carreira, contudo 36 e ganhando Slams é coisa de outro planeta! Com todos os avanços na preparação, fisiologia esportiva, já integrados à realidade do esporte de alto rendimento, você se arriscaria a dizer quanto mais cada um deles “aguenta” no nível em que se encontram? Claro que isso é um exercício de futurologia; apenas especulação (todos adoramos especulações no esporte … rs). Eu os acompanho há bastante tempo e não apostava que nenhum deles chegaria aos 30 jogando o que estão jogando. O Federer imaginava um pouco mais justamente pelos motivos mencionados. E claro que uma especulação desconsidera a aparição de uma contusão mais séria, que muda tudo. Na idade deles poderia ser uma parada letal à carreira.
    Valeu!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, não arriscaria. Porque existe sempre o fantasmas das lesões. Acho que calendário bem estudado é elemento essencial para todos eles.

      Responder
  35. Orlando

    Paulo F. , muito interessante sua pergunta ao mestre Dalcim, porém cuidado viu, ele e pode sair do sério , kkkk.., onde já se viu um jogadorzinho de 5a. categoria ganhar 4 vezes Wimbledon. Aliás vou fazer essa pergunta ao Chiquinho Leite, acho pertinente, vc não acha ?

    Responder
    1. Paulo F.

      Acho pertinente, pois com exceção do próprio Dalcin e o Cossenza, desconheço jornalista brasileiro que cubra tênis que não seja atirador de confetes para saibrista.

      Responder
  36. Luis Antonio Rafael

    Caro Dalcim,

    Parabens pelos comentarios.

    Dkjovic juntamente com o Nadal são os 2 MONSTROS do Tenis de todos os tempos. Os dois vao bater o recorde de 20 SLams do Federer, que como bem disse Krajicek, se aproveitou de uma lacuna de entresafra para se destacar e ultimamente so ganhou devido a contusões dos BIG 4. Indiscutivelmente, o Federer é o mais tecnico e talentoso, mas o tenis não é só isso. Tem que ser forte mentalmente e o suiço ja demonstrou em várias partidas que não aguenta pressão.

    Responder
    1. Nando

      “Lacuna de entressafra…”
      Será q vc conhece a história do esporte ou é só mais um q passou a acompanhar ontem e aí “vai na onda” de quem torce pro mesmo tenista q vc?

      Responder
  37. Marcelo Calmon

    Por ter viajado e por conta da Copa (Allez les bleus !!) não vi o recomeço do jogo do Djoko contra o Nadal. LI que se os dois tenistas concordassem, a partida poderia ser reiniciada com o teto aberto, condição que seria mais benéfica ao Nadal. Houve recusa do Djoko ? Pois, se não estou enganado, o jogo foi reiniciado com o teto fechado.

    abs

    Responder
  38. Kennys

    Dalcim, na sua opinião se a final fosse entre o Federer e o Nole, o Federer jogando o que jogou na grama, com muitas falhas pareceu-me cansado, ainda assim a partida seria equilibrada? Pq?

    Responder
  39. The Observer

    Uma vitória de calendário do Djokovic. Se daqui alguns anos alguém perguntar por que o seu backhand e sua devolução eram tão famosas basta mandar essa pessoa assistir à campanha do Wimb 2018. Nesse torneio ele deixou de vez a assinatura das suas duas armas mais prodigiosas. Ganhou praticamente com elas e com um saque surpreendentemente ” clutch”. No entanto, ainda estou apreensivo pelo nível quase sofrível apresentado pelo seu forehand. Por vezes lembra até o Delpo no seu esforço de polpar o Backhand; no caso do sérvio é a direita. Bolas flutuantes eram, em geral, pessimamente trabalhadas por ele, voltando com potência mediana. Espero que o Dalcim esteja correto e seja mesmo só uma questão de recobrar a confiança. Tomara que ele melhore pelo menos uns 20 por cento essa direita até o USO. Nenhum tenista consegue viver só de lado esquerdo, por mais afiado que este seja. Let’s wait…

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  40. Mario Cesar Rodrigues

    Quantos torneios Rafa jogou este ano?hem façam uma comparação lide do Ranking mais de 2100 pontos da temporada então nem se fala po melhor do ano até agora é ele é o que mais faturou e vai ganhar mais eu sou torcedor fánático como disse Dalcim mas sou torcedor isto que importa não olho para Federer nem Nole o Rafa é o cara!

    Responder
  41. Eduardo

    Mais um belo texto! Parabéns!
    Djoko é talvez o melhor baseliner da história, e isso aliado á sua força mental “Nadalesca” tornam o sérvio um adversário duríssimo em qqr piso.
    Dalcin, você acha que o Federer ainda tem chances reais de levantar mais um Slam?
    Sempre achei que o USOpen, depois de Wimbledon, fosse o piso mais favorável ao suíço, mas por alguma razão ele tem tido mais sucesso na Australia. Qual a explicação?

    Responder
  42. Lunard

    Prezado Dalcim,

    Sei que é uma pergunta difícil, foi este Wimbledon o Grand Slam melhor jogado pelo Nadal e que ele ainda assim perdeu, se considerarmos derrotas nas semis e finais? não sei se foi a torcida, mas achei que após o 1 set o Nadal foi superior e que a qualquer momento levaria o jogo, mas perdeu chances no 3 e no 5…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Nadal fez uma grande partida, Lunard, em pisos rápidos provavelmente foi a melhor que o vi fazer e realmente é uma pena que tenha perdido nos detalhes. Mas assim é o tênis, alguém tem de vencer e Djokovic mereceu por sua persistência. Acho que Nadal criou um novo padrão para desenvolver em pisos mais velozes, essa derrota provavelmente não irá afetar isso.

      Responder
      1. Cassio

        Uma pena não, uma alegria! rsrs

        Agora falando sério, Dalcim

        Te surpreendeu a evolução mental do Djokovic? Eu nunca imaginaria que nesse momento da carreira ele fosse capaz de segurar o Nadal mentalmente. Uma coisa era quando ambos estavam num nível alto, entre os 4 melhores do mundo no momento. Eu até imaginei que ele venceria, mas por características de jogo, do piso, nunca na hipótese que bateria Nadal na circunstância em que o espanhol demonstra mais força, que é no momento crítico. É incrível que o Nole venceu o jogo justamente num tie break por 11-9 e no quinto set por 10-8.

        Aliás, em jogos SF/F de Slam ele o recorde dele e dos outros do Big 3 é:

        Djokovic – 10-2
        Nadal – 6-4
        Federer – 6-8

        Responder
  43. Renato

    Mesmo que Anderson estivesse 100%, Novak venceria tranquilamente.

    Na minha opinião, o sérvio superou Sampras entre os maiores. Está apenas atrás de Federer, Laver, Borg e Nadal.

    Responder
    1. Le Sant

      Djokovic não está atrás de Laver e Borg. E ainda está atras de Sampras no numero de slams.

      DJokovic tem grand slam na terra, cimento, grama.

      13 Grand Slams e H2H positivo sobre os dois maiores vencedores de GS da historia.

      Sem contar que os adversarios de Djokovic possuem maior curriculo do que os de Laver e Borg.

      Pra mim, quem coloca Laver e Borg acima de Djokovic não passa de saudosista, imagine se Nadal ou Federer não existissem, DJokovic teria tido bem mais titulos, principalmente se não tivesse existido Nadal, que foi a maior barreira no saibro.

      Agora aponte os principais adversarios de Borg e Laver e comparem com os de Djokovic.

      Não tem comparação, Djokovic pegou uma epoca rara do tenis, onde apareceu o melhor saibrista da historia e o jogador mais talentoso de quadras rapidas.

      Se Djokovic conseguisse mais um RG, pra mim superaria todos, seria o unico tenista da historia a ter 2 slams ou mais em cada superficie (ou em cada slam). Coisa que nem o Federer conseguiu.

      Djokovic teria H2H positivo sobre Nadal e Federer.
      4 slams consecutivos (raro)
      2 slams em cada torneio
      14 slams bem distribuidos.
      E mais, em 12 desses 13 slams, Djokovic ou venceu Federer ou venceu Nadal, sempre na semi ou na final.

      Agora veja que Nadal e Federer, em muitos titulos nem pegaram jogador de peso durante o torneio.

      Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Mas não é um fato Nando. Nos 13 GS de Djokovic, seus adversários em finais foram:
          Murray 5 x
          Nadal 3 x
          Federer 3 x
          Tsonga 1 x
          e agora Anderson, fora as várias semis contra Federer (4 x) e demais cascas grossas, sendo em minha opinião, o mais ganhável, o Gasquet em Wimbledon.

          Responder
      1. Antônio

        Apenas uma correção, Le Sant. Dos 13 títulos de Djokovic, 11 foram contra os seus principais rivais (5 contra Murray, 3 contra Nadal, 3 contra Federer). Os outros 2 foram contra Tsonga – o primeiro da carreira – e o último contra Anderson. De qualquer forma, concordo que os feitos dele são realmente admiráveis.

        Responder
        1. Le Sant

          O que eu disse tá super correto:

          nos 13 Slams que venceu, em 12 DJokovic venceu ou Federer ou Nadal, ou pegou um deles na semi, ou pegou na final, e em todos esses anos eles estavam bem rankeados, pra completar o contexto de dificuldade.

          o slam restante é Roland Garros 2016, onde ele enfrentou Murray na final. jogador bicampeao olimpico com 3 slams.

          Não houve refresco nos titulos do DJokovic

          no mais, acho que ele perdeu muitos titulos ganhaveis no USOpen, era pra ter ganho mais 3 titulos no USOpen
          2007 2010 2012 2013 2014 2016
          pelo menos 3 desses era pra ter vencido. mas o desgaste mental, depressão pós temporada, nao sei explicar.

          Responder
      2. Carlos Reis

        O DjokoVICE não tem 2 GS de cada, assim como Federer tem “apenas” 1 RG. Tirando RG, Federer tem 19, Djokovic 12 e Nadal “apenas” 6, hahaha. No ATP Finals, Federer tem 6, Djoko tem 5 e Nadal tem ZERO. Em M1000 está assim: RN 32, ND 30, e RF 27, mas o Nadal tem 11 M.Carlo e 8 Roma, Federer tem ZERO nesses dois, ou seja, tirando os dois M1000 citados, Nadal tem 13 e Federer 27, o DOBRO.

        Responder
  44. Emílio

    Sou torcedor do Nadal, mas tive um insight durante a semi: Djokovic é o melhor jogador de tênis de todos os tempos.
    Pelo menos no critério de quem atingiu o nível de jogo mais alto possível, tecnica, física e mentalmente, dominando todos os rivais importantes de sua época, em todos os pisos.

    Responder
  45. Lucas BS

    Mestre, voce acredita na volta à briga por grand slam do Murray e do Wawrinka?

    o Stan mesmo estando perdendo jogos, parece estar com o físico melhor e em questão de tempo estará de volta, e o andy jogou bem os primeiros jogos desde o comeback, portanto, eu acredito no retorno ao top deles! Seria demais todas essas feras no mix da luta pelos grandes titulos né

    abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Gostaria muito, mas ficam dúvidas. Stan sempre teve enorme dificuldade em se preparar fisicamente e, com os 32 anos e um ranking tão baixo, terá de praticamente recomeçar. Murray tem o quadril afetado e essa é uma das contusões mais delicadas, embora eu tenha gostado muito de seus três jogos na grama neste retorno.

      Responder
  46. Geraldo Arnt

    Dalcim,
    Gosto dos seus textos, mas fico chateado por torceres tanto para o Federer e o Djokovic em detrimento do Nadal. Parece que o espanhol não merece estar no lugar em que está no ranking e será sempre uma figura menor quando comparado a Federer e Djoko. Mesma postura adotam os narradores da BAND e do sporTv. É uma pena. Abraço.
    Ps: Nole ainda não é top 10. Está em 11º no ranking.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ou você não sabe interpretar corretamente meus textos, ou você não lê nada que eu escrevo sobre o Rafa, Geraldo. Lamento ambos os casos.

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Sim, eu torço para que todos eles joguem seu melhor, que o tênis esteja em alta o tempo todo, e que meu site tenha uma tremenda audiência com isso. Eu torço pelo tênis, Miguel, acima de tudo. Abraço!

          Responder
    2. Mario Cesar Rodrigues

      Geraldo ele está no top 10 e merece agora te pergunto dos Big Rafa nunca saiu do TOP 10 então não precisa esquentar..este ano disseram que Zverev seria o número 1 ok eles não entendem nada .Rafa será número 1 ai fim da temporada!

      Responder
        1. Luiz Fernando

          Acho q foram: 1) jogou 3 GS, sendo campeão em um, chegou a semi no outro perdendo no quinto set no melhor jogo do torneio e se contundiu no terceiro; 2) jogou 3 M1000, sendo campeão em 2; 3) jogou um ATP 500 e foi campeão. Acho q foram merecidos, não acha? Acho q ninguém fez mais do ele no ano, talvez ao menos um elogio mínimo seja merecido…

          Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      Os narradores da Sportv?

      Cê tá de SACANAGEM, né amigo?

      Os caras só faltam “ovular” por causa do Rafael Nadal.

      É um puxa-saquismo deprimente que chega a ser insuportável…

      Responder
  47. PI

    Sou torcedor do djoko, e fiquei mto feliz com o título. Mas, a rigor, achei que o Nadal mereceu mais. Mostrou mais recurso e agressividade. Me entristeceu ver o djoko tao defensivo, espero que isso mude daqui pra frente. Agora, realmente impressionante o tanto que o sérvio cresce pra cima do Nadal. Eh o exato oposto do Federer (alias, motivo pelo qual eu gradativamente fui trocando a torcida pelo suíço para o nole).

    Responder
    1. Enoque

      Também, penso assim. Acho estranho que torcedores do Federer não gostem do Djoko, pois ele se tornou seu vingador quando se fala em confronto com a Nadal.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Você pelo visto não assistiu a temporada de 2017, né…

      Em h2h, o Federer praticamente desmoralizou o Nadal, ano passado.

      Venceu o espanhol em final de Grand Slam, e ainda deu duas surras pra ninguém botar defeito, em Miami e Indian Wells.

      Responder
      1. Enoque

        Colocando em números:
        Até meados de 2009 o confronto Nadal x Djoko era:

        Nadal Djoko
        14 x 4

        Depois começou a vingança:

        Nadal Djoko
        11 x 23

        Responder
  48. Renan Vinicius

    Ao meu ver esse estilo de jogo de djokovic, em quadras mais lentas, pode prejudicar seu físico ao longo do tempo.
    Nadal adotou um estilo mais agressivo e eficiente, tanto é que não venceu o jogo da semi pq não quis, perdeu diversas oportunidades. Djoko foi eficáz…
    Federer terá que estar com o físico em dia pra aguentar esses dois agora, que provavelmente polarizarão o maiores titulos daqui pra frente

    Responder
  49. Marcelo-Jacacity

    Pessoal, muita calma.
    O importante é o Djokovic se manter saudável.
    Os Masters na América do Norte serão importantes nesse processo de consolidação.

    Responder
  50. Paulo F.

    – Djokovic acabou. Eles disseram.
    – Sem meldonium (que nunca houve muitas evidências concretas do uso por parte do sérvio) Djokovic acabou. Eles disseram.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Esse ” Eles’ fica por conta dos seus medíocres e oportunistas comentarios. Quantas vezes foi dito ” Os golpes estão Todos ali. Falta apenas uma sequência de vitórias pra confiança voltar ” . Acredito que o comentarista não lia se preocupando sempre em denegrir a NexT Gen. Especialmente o N 3 do Mundo, Alexander Zverev. O tempo vai mostrar que se equivocou em ambos os casos .Abs!

      Responder
  51. Paulo F.

    Aproveitei a dica de um famoso integrante do C.O.F. e ontem o churrasco foi de picanha, para celebrar o tetra do Nole em Wimbledon e curtir a Final da Copa do Mundo.

    Responder
  52. Paulo F.

    Com os três primeiros Grand Slams do ano divididos entre os Três Titãs, quase não ficou interessante o Aberto do Estados Unidos que está por vir hein?

    Responder
  53. Pedro Vieira

    Dalcim,
    Vemos ao mesmo tempo 3 dos 4 maiores vencedores de Slam e 3 atletas que conseguiram dar a volta por cima depois de lesões graves e continuam dominando os principais títulos depois dos 30 anos de idade.
    Na sua opinião, vivemos a maior era do tenis profissional?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não tenho a menor dúvida disso, Pedro. Melhor ainda, cada um deles tem um estilo próprio de jogo, o que enriquece ainda mais o cenário.

      Responder
  54. Paulo F.

    Mestre José Nilton Dalcin e demais integrantes do fórum:
    – Alguém poderia me responder como um tenista de segunda divisão conquista logo o mais importante, prestigiado e tradicional Grand Slam?
    E “apenas” pela QUARTA vez?

    Responder
  55. Rubens Leme

    Ontem ele não deu o abraço de árvore no Kevin. Seria pelo tamanho do rival ou influência menor do Pepe?

    Dalcim, vendo a programação de Bastad, percebo realmente que Stan abriu mão do torneio, mesmo tendo caído cedo em Wimbledon. Ele poderia ter voltado atrás em sua decisão não acha?

    Sinto falta dele. Fico ansioso esperando a volta dele e do Murray para que o circuito volte a pegar fogo. Com os cinco em forma, o papo é outro. E até torço pros coadjuvantes Raonic e Kei ficarem 100% também. Junte estes 7 com Del Potro, Cilic e Anderson e que Finals de trintões teremos hein?

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    1. José Nilton Dalcim

      TenisBrasil já havia anunciado isso, Leme. Stan ganhou convite para Atlanta dentro de duas semanas. Optou pela quadra dura, assim como Murray, que está no mesmo torneio.

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  56. Tiago Castro

    O circuito ganha muito com Djokovic confiante.
    Ainda temos Dele potro, Thiem e Zverev numa boa temporada. Se Murray retornar bem, talvez tenhamos um final de ano eletrizante.

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  57. Oswaldo E. Aranha

    Um elefante incomoda muita gente, mas um sérvio incomoda muito mais! DJOKOVIC.
    Pois é, alguns ficarão injuriados e frustrados pelo sucesso dele. Também ele é o campeão de receber críticas, apelidos depreciativos e pejorativos e algumas outras acusações. Será por que ele é sérvio? Por que é casado? Por que gosta de ser gentil com seus adversários? Por que, como qualquer ser humano, ele também às vezes fica aborrecido? Por que ele gosta de se comunicar com os demais e com o público? Por que ele não usa cabelo em desalinho e seja discreto em sua maneira de se vestir, não sendo lindinho e engraçadinho? Por que ele desbancou o tenista preferido? Acredito que agora ele voltando a ganhar, uma enxurrada de mensagens, tentando denegri-lo como tenista e como pessoa, virá.
    O fato é que, o maior tenista da década, como Phoenix, ressurgiu das cinzas para desespero de alguns que irão se contaminar com o próprio veneno.
    Em todo caso mando um abraço para os colegas do blog, tanto afetos como desafetos.
    Em tempo, o Lógico está acima de qualquer suspeita pela sua criatividade e versatilidade.

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    1. Chetnik

      Prevejo que o tênis voltará a estar no seu “pior momento” da história quando, até esses dias, estava “melhor do que nunca” rs.

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  58. Luis

    Dalcim legal os 3 grandes dividindo Slams mas Djokovic parece vai estar atrás Federer principalmente e Nadal preferência do publico com atitude pra torcida ficar quieta Chetnik diria coisa de alfhakkk

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  59. Rafael

    Realmente o H2H não determina nada sobre se alguém é melhor que outrem, e tanto faria se estivesse, entre Nadal e Djoko, 27 a 25 para o espanhol e, entre Djoko e Federer, 23 a 22 para o suíço.

    O que o H2H determina para mim, torcedor do sérvio é em QUANTAS partidas contra esses dois ele saiu como o vencedor, um feito monstruoso.

    Nadal + Federer x Djoko:

    97 partidas disputadas

    Vitórias de Djoko somadas: 50.

    Somente um MONSTRO do tênis teria tantas vitórias contra 2 dos maiores jogadores do esporte.

    Não há “se” nessa estatística. Contusões, os três tiveram. Períodos fora do circuito, os três tiveram. Resultados negativos inesperados, que impediram ainda mais confrontos entre eles, os 3 tiveram. Slams faturados com uma sequência de vitória sobre galinhas mortas, os 3 tiveram. “Entressafras”, bom, deixa pra lá. Vencer grandes jogadores já caminhando para o ocaso de suas carreiras, também.

    Além disso, Djoko é o único dos 3 a deter os 4 slams em sequência.

    Junto com os outros dois, Djoko conquistou SLAM em TODOS os pisos disponíveis.

    Para mim, Djoko é um dos maiores da história. Essa conquista veio apenas tirar o caminhão de dúvidas que eu tinha se ele sequer voltaria a ser competitivo.

    Não consigo pensar em 5 jogadores maiores que Djokovic.

    Federer, Nadal e Djokovic são 3 GIGANTES da história do tênis.

    Hoje, meu top-4 é: 1) Federer; 2) Nadal; 3) Sampras; 4) Djokovic.

    Laver e Borg, outros dois gigantes, pertencem a outras eras, não tenho como comparar.

    Caso conquiste mais UM Slam até o fim da carreira, para mim, Djoko passa Sampras, pelos feitos no saibro e por ter RG. Na verdade, já o considero em empate técnico com Sampras, mas o No. de Slams influi, fazer o quê.

    E então ele será o 3o. maior jogador de tênis que já pisou nesta Terra na era aberta.

    O que vier a partir daí, se vier, será lucro.
    ———————–
    Pela idade dos que ainda estão em atividade, somente mais uma mudança pode ocorrer no meu ranking, e ela se refere ao 1o. e 2o. colocados. Principalmente se o 2o. colocado conquistar ao menos um Finals e algum outro Slam fora do saibro, fora os que ainda provavelmente conquistará por lá (RG). Aí será um caso pra se pensar. Federer, INFELIZMENTE e inevitavelmente, terá que tentar um sprint final, com seu físico dando cada vez mais claras mostras de já não mais acompanhar seu esplendor técnico.

    O porém, para Nadal, é, usando uma expressão do Dalcim, o fator Djokovic, que é o que pode atrapalhar Nadal na perseguição pelo posto de Federer. Por outro lado, Djokovic pode atrapalhar os caminhos de Federer, também. Ou seja: que bom para o tênis que ele voltou.

    Responder
    1. Marcos Castillo

      Rafael,
      Concordo com quase tudo que vc escreveu.
      A única diferença é que eu coloco Djokovic na frente de Sampras, pois está escrevendo sua história enfrentando os dois maiores de todos os tempos. Sendo bem sincero, já o acho superior ao Nadal, que só tem mais GS e M1000 que o sérvio por causa dos malditos Irmãos Renshaw.
      Não duvido que o sérvio teria muito mais triunfos se seus contemporâneos fossem Sampras e Agassi, entre outros.
      Abs!

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    2. Alexandre

      Boas colocações. Na minha opinião Djoko já é melhor q o Nadal. Qdo estava no auge enfileirava pneus na sequência sobre todo mundo. Independente da qtde de slams, acho ele mais tenista q o Nadal. Acho o Federer melhor q o Djoko, mais completo, mas paradoxalmente, mais batível q o sérvio. Os 3 jogando no máximo, o Djoko é o único quase imbatível. Federer e Nadal vacilam, o Djoko não.

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    3. Ricardo - DF

      Considero Djoko, em forma, um competidor mais eficaz do que Nadal ou Federer.

      Uma reportagem sobre a velocidade dos jogadores colocava em primeiro lugar, como o jogador mais rápido do circuito…. Djokovic! Atinge uns 36 km/h em suas arrancadas. Curiosamente, muito mais rápido que Nadal, que aparece lá embaixo, com menos de 30 km/h.

      Nadal engana a gente em função de sua incrível habilidade na leitura das jogadas. Sempre chega nas bolas por que consegue ler as jogadas como ninguém. Mas é, de acordo com aquela reportagem, bem mais lento do que o Djoko nas arrancadas. Isso faz do Djoko um defensor quase inigualável. Somando isso à solidez de seu jogo de fundo de quadra, com um extraordinário revés de duas mãos e um poderoso direto, temos um jogador muito difícil de ser batido.

      Mas, em termos de habilidade, coloco Federer muito na frente, com Nadal à frente de Djoko. Djoko saca melhor que Nadal, mas o espanhol voleia e smasheia melhor que o sérvio. Me parece que o espanhol tem mais habilidade com a bolinha que o sérvio.

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  60. Chetnik

    Eu avisei que o Djoko vinha forte para WB rs. Falei também que não tava acabado, mesmo depois de derrotas vergonhosas. Quem falou que ele tava acabado certamente não conhece os Sérvios rs.

    Aliás, de um tempo pra cá, vejo o Djoko mais propenso a ganhar WB do que RG. Primeiro pela fator Nadal, que é praticamente intransponível, segundo por uma questão física. Não falta de pernas, mas acho que os golpes do Djoko não tem mais potência para vencer em RG.

    4 WB. Mais do que o Becker. Nada mal para um maratenista passador de bola sem técnica, talento, habilidade e agressividade…

    Esqueci de comentar ontem, mas a julgar pela semi final que jogaram, o Djoko e o Nadal vão ter problemas com o relógio no USO rs.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      É ÓBVIO que o Djokovic não é, nem nunca foi um simples passador de bola, e sem talento…

      Mas é que como você pegava pesado demais com o Federer, a gente precisava te responder à altura.

      kkkkk

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  61. Chetnik

    O jogo estava caminhando para ser uma das piores finais de GS que eu já vi, mas felizmente o KA fez um terceiro set digno e equilibrado. Incrível a fortaleza mental do Djoko. O que ele jogou nos BP contra o Nadal no 5a set e hoje nos BP – e SP – contra o KA no 3a set foi uma barbaridade. No TB foi muito bem também.

    Enfim, KA parece um cara legal, e dou um desconto pela maratona que ele teve – não deve ser fácil para esses gigantes -, mas foi a 2a final de GS que ele passa vergonha e não oferece resistência nenhuma. Espero não revê-lo em uma nova final de GS.

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  62. Chetnik

    Até o filho do Djoko é mais bonito do que os filhos do Federer, kkkk. Eu tô brincando, não levem a sério. Achei muito emocionante. Nunca tinha visto o pequeno Stefan no box, acho que foi a primeira vez. O tênis é tudo para a gente, mas o tênis não tem importância nenhuma. Djoko passou por muita coisa. Fofoca é sempre leviana, se falou muita coisa sobre problemas pessoais do Djoko. Não sei até que ponto é verdade, mas me parece óbvio que ele teve “problemas em casa”. Até a mulher tinha sumido do box. Vê-lo vencer de novo WB, depois de tanto tempo “passando vergonha” em quadra, com a mulher e o filho em “quadra”, foi indescritível. Isso é o que importa, verdadeiramente. O resto é o resto e, nesse caso, o tênis é meramente “o resto”. Tenho certeza que todos os seus fãs ficariam satisfeitos se ele se aposentasse amanhã.

    Lembro de WB do ano passado, com toda a família do Federer no box. Depois de tanto tempo, o cara com 36 anos vencendo de novo, depois de parecer acabado e com várias derrotas doloridas. Até eu que não tenho muita simpatia por ele – apesar de já ter sido “fã” – fiquei emocionado. Essas cenas valem todo o “sofrimento” que a gente passa assistindo os jogos.

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    1. Fernando Pauli

      Olá Chetnik.
      Meu irmão antes, torcia por Federer e hoje torce para Djoko, mas continua tendo simpatia por Federer. Gostaria de saber de sua parte, quando você deixou de ter simpatia por Federer?

      Responder
      1. Chetnik

        Eu nunca fui “torcedor” dele, mas costumava torcer para ele ganhar, principalmente do Nadal. Até em WB/12 eu torci por ele na final contra o Murray, e olha que o Djoko perdeu o topo do ranking por causa disso…primeira vez que eu torci pelo Nadal contra o Federer foi naquela final de Basel que começou a sequência favóravel do Federer. Eu devo ser pé frio rs.

        Para resumir, minha ojeriza ao Nadal começou a diminuir durante a final do USO/13. Na final do AUSO/14, na qual eu torci pelo Wawrinka, o Nadal se lesionou no início do 2a set e se arrastou em quadra. Não tinha a mínima condição de competir, até chorou durante a partida, mas lutou como o guerreiro que é. Naquele jogo eu peguei simpatia por ele.

        Ao final da partida, as coisas que eu li dos torcedores do Federer aqui – e em outros lugares – sobre o Nadal…foi um troço nojento Um show de atrocidade. Nunca vi tanto ódio. Aí eu já fiquei ressabiado.

        Daí na final do Finals teve aquele arregada monstruosa do Federer, que me irritou na época. Eu peguei pesado nos meus comentários. Quando eu vi o dois pesos duas medidas das federetes que tinham acusado o Nadal de fingir – kkkkk – lesão na final do AUSO daquele mesmo ano, com aquela habitual idolatria a tudo que o “Deus” faz, aí eu fiquei mais irritado e peguei ainda mais pesado.

        Como os zumbis acham que só eles podem pegar pesado com os outros tenistas, já que o Mr. PeRFect é intocável e incriticável, acima do bem e do mal, eles ficaram fulos da vida comigo, me xingaram de tudo quanto é jeito. Um fake contumaz, que ainda nos agracia com a sua presença, sentenciou na ocasião que tinha perdido todo o respeito por mim e pelo Djoko – coitado do Djoko, a conta sobrou pra ele, kkkk. Os meus comentários só eram bem vindos quando eu falava mal do Nadal. Quando eu passei a falar mal do Federer virei persona non grata, kkkk.

        Aí degringola, vira bola de neve. Um falando mal do outro. O jogador acaba pagando o pato por bronca de torcida rs. Outrossim, você passa a prestar mais atenção no jogador, aqueles defeitos e/ou características que ele tem passam a te irritar mais, qualquer coisa é motivo pra crítica, etc.

        Na época que o Djoko tava dominando o circuito era muito pior. Todo post era um quebra pau danado. Acho até que o Dalcim teve que apertar o cerco então rs. Hoje em dia tá tudo na paz, só provocação normal.

        Mas de qualquer forma, é só uma leve antipatia. Ódio só tive pelo Nadal rs, mas isso faz muito tempo.

        Responder
  63. Chetnik

    Vitória Sérvia e os ustashas voltando pra casa chorando, de mãos vazias. Dia perfeito. Um dos melhores domingos que já tive na vida. Bêbado de Rakija agora. Eu quero ver agora aqueles pedaços de m. cantando “Belgrado em chamas”. Belgrado tá em festa hoje, como já me confirmaram. Comemoração DUPLA!

    Obrigado Djoko. Obrigado França.

    Responder
  64. Márcio

    Parabéns, Djoko! Você é o cara que evita a monotonia no tênis atual: na quadra dura e na grama já sabemos o resultado; no saibro, não foge à regra. Seja muito bem vindo. No US Open você tem tudo para buscar o 14° Grand Slam e se igualar ao Sampras.

    Responder
  65. Marcelo Reis

    1 Slam para cada um do BIG3 neste ano! O tiebreaker pode ocorrer no US Open.

    O Anderson está de parabéns! A campanha dele foi muito boa! Jogou demais na quarta e semi, mas hoje acabou o ímpeto. Tivesse jogado como nos jogos anteriores, daria mais trabalho ao Novak.

    Novak veio correndo por fora e “decidiu o título” com Nadal na semi. Melhor jogo do ano e entra no hall da história. Fico muito feliz por ele e por apimentar mais ainda o tênis! Se ele embalar, poderá engolir mais Slams nos próximos anos.

    7 Slams seguidos (!!!) que o BIG 3 arremata após ressurgirem das cinzas! Onde está a #NextGen? Será que ficarão só nos M1000 até esses titãs se aposentarem?

    P.S. Em tempo, desejo que coloquem o tiebreaker em WB também. Os tenistas não merecem esse desgaste excessivo.

    Responder
  66. Alison Cordeiro

    Nole foi sólido na sua estratégia e colheu os frutos das suas fortalezas. Os primeiros dois sets da final foram tranquilos, enquanto no terceiro Anderson jogou bem e pressionou o Sérvio que respondeu bem, fechando as portas. Mesmo sem subir a rede ou usar a paralela como antes, devolveu como o mestre que é nessa arte. Bater Nadal na semi foi um título a parte, pois o espanhol vinha voando. Pelo expressivo número de vitórias sobre Rafa, Nole já mereceria um capítulo à parte na história, pois sabemos o quanto é duro vencer o Touro. Com 13 grand slams no currículo e oportunidade de buscar mais, fatalmente ficará mais próximo dos dois grandes rivais no pódio dos três maiores do milenio. Fico pensando como será quando estiver com a confiança recuperada inteiramente. Perspectiva de grandes jogos contra Federer e Nadal. Quiçá vejamos ainda Murray e Wawrinka se juntarem a eles e Del Potro na disputa.

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  67. Bruno Louzada

    Adoro sets longos. E continuo preferindo ele, e continuarei torcendo pra que ele continue existindo.

    mas a partir desse wimbledon entenderei completamente se todos os slams resolverem adotar tiebreak no quinto set, é muito compreensivel

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    1. Luiz Fabriciano

      Caro Bruno, ia comentar sobre isso nesse post, mas vou aproveitar sua abertura para esse assunto e fazer meu comentário:
      Sou totalmente contra set longo por entender, no meu ponto de vista, que é prejudicial a todos envolvidos. Explico:
      Para o perdedor do jogo – sem comentários. Para o vencedor, dificilmente manterá energia (além de pés e mãos desgastados) suficiente para o próximo desafio, a não ser que isso ocorra em uma final. Para o público, torna-se demasiado cansativo, tanto os presentes nos estádios quanto os telespectadores mundo afora – muitos deixam o jogo para cuidarem de demais compromissos, sem contar que indiretamente, prejudicam o andamento do espetáculo, como o ocorrido com Nadal e Djokovic na semi, em função de ficarem esperando a definição de Anderson e Isner.
      Se não bastasse tudo isso, ainda acho que depois de horas e de quatro sets andados, não têm, os tenistas, o que provarem além de um tie-break no quinto set.
      Grande abraço.

      Responder
  68. Danilo BR

    Dalcim, vc concorda comigo que Nole é a pimenta do circuito masculino? Sem ele a monotonia impera… somente ele é capaz de quebrar o monopólio Nadal-Federer, até mesmo pela certeza que nós temos desde já de que ele já deve estar sonhando em desafiar Rafa no Rolanga 2019… e sabemos que só ele é capaz de vencer o maior desafio do tênis atual. Viva Nole!!!!!!!!

    Responder
  69. Fernando Pauli

    Mais uma parte do calendário do tênis chegou ao fim com WB. Temos com certeza dois bons destaques nessa temporada da grama, Nadal e Djoko. O primeiro, que veio de uma excepcional campanha na terra, com seu jogo característico de defesa e ataque preciso, foi direto para WB com uma postura totalmente diferente, muito mais agressivo com diversas subidas à rede, isso ficou evidente na SF contra um oponente claramente defensor. E sem dúvida o segundo, que a um mês atrás ninguém apostava um centavo na conquista de WB. No jogo decisivo fez o que melhor sabe fazer, defender e defender, até ter a chance de ganhar o ponto, seja em uma bola vencedora ou no erro do oponente. Djoko levou WB pois sacou e devolveu melhor que Nadal. Aposto que esta postura mais agressiva de Nadal continuará nas quadras rápidas. Se Nadal melhorar o saque e não ficar muito longe da linha de base para a devolução, irá longe nos jogos da temporada de Hard. Já o grande perdedor sem dúvida foi Federer, pois apostou todas as fichas em WB, teve um MP contra Kevin Anderson e não faturou, pior não conseguiu reagir contra um oponente ao qual nunca sequer tinha ganho um set, não variou o jogo quando estava em desvantagem, o FH o abandonou nesse jogo e só com o saque não é suficiente para ganhar um jogo, principalmente contra um oponente que saca tão bem quanto. Entre Federer , Nadal e Djoko, é claro que Federer saca melhor, tem a postura mais agressiva, e tem uma maior variação de jogadas, tudo que se encaixa perfeitamente nas quadras rápidas, mas sem FH, com um BH descalibrado (saudade do BH do começo de 2017) e sem variação, Federer se torna presa fácil de um Nadal, Djoko e Delpo da vida. Agora cada um do Big 3 tem um título de GS em 2018 e aposto que a disputa para quem ficará com o último GS vai ser acirrada. Se entre eles, todos vierem afiados com o melhor do que sabem fazer, teremos uma boa disputa pelo US Open.

    Responder
    1. Fonseca

      Ainda tem a “saideira” da temporada de grama em Newport.
      Somados com Challengers, o calendário atual tem onze torneios na grama por ano (e mais uns dois Futures).

      Responder
  70. Rafael

    Realmente ele voltou. Graças a Deus, pois assim o tênis fica ainda mais emocionante. Acho que Djoko levará o US Open! Que forma física invejável, não mestre?
    Abraço

    Responder
  71. Lucas BS

    Boa noite Mestre! parabéns pelo belo texto, como sempre.

    Quem vc considera os favoritos para o us open em ordem?

    hoje coloco djoko, federer, nadal, delpo e cilic, nesta ordem, o que acha?

    abraço

    Responder
  72. Valmir

    Com a vitória sobre Nadal e Anderson, Djoko tem 57-1 em Wimbledon quando ganha o primeiro set.

    Considerando que a única virada que levou foi de Nadal em 2007… antes de ganhar o seu primeiro Slam (Austrália 2008)…
    quem perde o primeiro set para Djoko em Wimbledon já está condenado.

    Responder
  73. Nilson Reis

    Boa noite mestre Dalcim, parabéns pelas excepcionais análises dos jogos. Duas perguntas: estamos perto daquele Djoko 2015/16? os próximos pisos ( us open séries) favorecem mais Nadal ou Djoko? Digo no atual momento.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, ainda vejo Djokovic precisando recuperar a parte ofensiva. Toronto é mais lento que Cincinnati, então acho que favorece Nadal.

      Responder
  74. Sandra

    Dalcim , porque o ranking dele será 10, pois se vc somar os pontos e mesmo diminuído pôs 360 do ano passado, ele ficaria bem acima do 10, na frente do Goffin e se ndo me engano o Isner?? Outra pergunta , quando se vai ao vestiário o jogador pode entrar em contato com o técnico , achei estranho pois o Anderson estava praticamente mortinho parecia estafado no terceiro ser e de repente de pois do vestiário quase complica a vida do Djocovic

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Será exatamente 10. Ele perdeu nas quartas do ano passado (360 pontos descontados dos 2000 marcados). Não, não pode. Por isso mesmo um juiz de linha o acompanha.

      Responder
  75. Alessandro Siqueira

    Agora é manter os pés no chão. Com a saúde em dia e a motivação recobrada, resultados ainda mais grandiosos é questão de tempo.

    Responder
  76. Babidi

    Eu achei que foi bom o Federer ter perdido pro Anderson. Com aquele tênis pro gasto que o suíço vinha jogando, não teria a mínima chance contra o sérvio na final de hoje. Federer é muito craque e indiscutivelmente técnico, mas não é um grande estrategista, não se permite a jogar um pouco mais frio ou fugir do padrão. Certamente cometeria erros não forçados ao extremo de backhand, iria se ver sem saída ao enfrentar um jogador tão sólido de fundo de quadra, que devolve saque como ninguém, que faz o adversário correr sempre mais um pouco pra ganhar o ponto. Acho que o Djokovic voltou a ser protagonista no circuito, talvez menos dominante do que antes, mas fatalmente recuperará a liderança do ranking até o meio de 2019 se não ocorrer nenhum imprevisto. Favoritaço a vencer o US Open, na minha opinião. Jogando nesse nível aí já é o suficiente.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Como você disse, o Federer vinha jogando pro gasto e ganhando.

      E diante de um surpreendente Anderson, acabou que não deu pro gasto. (rs)

      Porém, duvido muitíssimo que jogaria por gasto logo contra o Djokovic!

      Principalmente porque o sérvio já o fez experimentar 2 dissabores em finais de Wimbledon…

      Desta vez, a estória seria bem diferente, tenho certeza…

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim. Em 2015, Lewis Hamilton foi convidado mas não usou terno e assim foi impedido de entrar no Royal Box. Hoje, estava a contento rsrs

      Responder
  77. Marcelo-Jacacity

    E o que vier agora é lucro, não faço mais previsão alguma e tampouco duvido de trio de ferro, detentor dos Slams de 2018.

    Seria muito bom que Murray e Wawrinka voltassem!

    Dalcim, e essa NextGen diante dos três fenômenos torna-se, de fato, apenas produto de marketing. Sou muito, mas muito mais Cilic, Nishikori, Goffin…

    Responder
  78. Marcelo-Jacacity

    É campeão! É campeão! É campeão!

    Finalmente consegui ver mais um título do Djokovic! Já estava cansado de ver as glórias pretéritas no youtube! Vamooooo, ajde e tudo mais!

    Responder

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