Fiasco brasileiro. E o show de Nadal.
Por José Nilton Dalcim
8 de abril de 2018 às 09:25

Atualizado às 20h32

Desta vez, o Brasil sequer irá disputar a repescagem para o Grupo Mundial da Copa Davis, batido na segunda rodada do Zonal Americano pela irregular equipe da Colômbia, para quem jamais havíamos perdido em oito duelos ao longo da história.

Desde que saímos da terceira divisão, em 2005, jamais deixamos de superar o Zonal e atingir ao menos a repescagem. É bem verdade que passamos por ela apenas duas vezes desde então, em 2012 e 2014, mas para o tamanho do nosso currículo no tênis internacional, estar no playoff é o mínimo que se espera.

O fato inegável é que a derrota em Barranquilla reflete com triste precisão o momento que vivemos no tênis masculino, sem qualquer nome no top 100. A situação é tão desalentadora que é difícil até mesmo lamentar a ausência de Rogerinho Silva e Thomaz Bellucci no time da Davis.

Nosso atual número 1, aos 33 anos, acaba de ser batido por dois adversários de ranking incrivelmente baixo (Evan Song, 448º, e Carlos Gomez, 356º) e Bellucci não reage sequer em nível challenger, às portas de deixar o top 200, sua mais baixa classificação desde 2007. Um ranking digno do que está jogando.

Perdemos em Barranquilla basicamente para um valente colombiano de 21 anos, Daniel Galan, que mostrou sangue frio e bons recursos em cima de Thiago Monteiro e Guilherme Clezar. Ah, se tivéssemos hoje um garoto tão promissor… Clezar, que era a alternativa mais lógica dentro do que o capitão João Zwetsch tinha a colocar em quadra, não consegue recuperar seu melhor tênis nem mesmo com a ajuda de Larri Passos. Mantém um estilo previsível e pouco criativo.

O canhoto cearense por seu lado foi à batalha com seis derrotas seguidas no circuito desde a semi em Quito e causou a segunda decepção seguida na Davis, onde carrega peso evidente nos ombros. Não se pode crucificar João Pedro Sorgi, que perdeu o ponto decisivo mas fez bom papel, e devemos elogiar a excepcional atuação de Marcelo Demoliner ao lado de Marcelo Melo, no único momento realmente memorável da passagem nacional pela quadra dura colombiana.

E vocês viram? Barranquilla tem um centro de tênis, com estádio e tudo, e nós…

O grande Nadal está de volta
Rafael Nadal mostrou como foi acertada sua decisão de retornar às quadras nesta Copa Davis diante da Alemanha. Depois de saltar Acapulco, Indian Wells e Miami para cuidar corretamente do problema na coxa, o número 1 mostrou-se à vontade ao pisar novamente o saibro e deu um show, esmagando o backhand de uma mão de Philipp Kohlschreiber e atropelando Alexander Zverev, que escapou de um grande vexame.

Rafa não poderia aliás estar em local mais indicado: a arena de touros de Valência, onde cedeu apenas 17 games com um jogo variado, a tradicional garra e excelente deslocamento. Recordista agora da Davis com 23 vitórias seguidas – sua última derrota foi nas duplas de 2005! -, ele parece completamente pronto para sua longa, exigente e tão aguardada temporada do saibro europeu.

Emoções e surpresas
David Ferrer deu a grande emoção do fim de semana, ao lutar por quase cinco horas e derrotar Philipp Kohlschreiber num quinto jogo nervoso e intenso em Valência. A Espanha mantém a invencibilidade dentro de casa que vem desde a derrota para o Brasil, em 1999 (que saudades…), e fará semifinal na França. Os atuais campeões derrotaram a Itália em pleno saibro, com destaque para o fim de semana inspirado de Lucas Pouille.

Croácia e Estados Unidos duelam na outra semi e venceram em casa. Marin Cilic fez dois dos três pontos sobre o Cazaquistão, mas Borna Coric decepcionou. No piso duro, John Isner e Sam Querrey bateram a desfalcada Bélgica e agora jogarão fora de casa, entre 14 e 16 de setembro.

Nos zonais, Argentina e Chile fizeram confronto de tirar o fôlego diante de 4.500 ruidosos torcedores. Apesar da derrota, Nicolas Jarry e Christian Garin foram muito bem. Na Europa, inesperada queda da Rússia em Moscou, mesmo com três top 50, diante de uma frágil Áustria. Também vão à repescagem suecos, tchecos e bósnios. Na Ásia, venceram Índia e Uzbequistão.


Comentários
  1. Sérgio Ribeiro

    Foi tão pouco comentado a importância das mudanças no regulamento que está sendo testado , exceto no Grupo Mundial , que eu também me confundi. Os Hermanos ( sem Del Potro, Léo Mayer, Delbonis ) , levou seus 5 jogadores a que tem direito , assim como a Áustria. Botaram Dieguito e um garoto , e guardaram Guido Pella pras duplas. Os Chilenos aprontaram nas Duplas , e bateram o garoto em Simples. Como e’ permito , tiraram o garoto e venceram por 3 x 2 , com Pella marcando o decisivo ponto junto com os dois de Dieguito. O Veterano Austríaco J.Melzer estava no grupo como quem não quer nada e surpreendeu os Russos em Simples e Duplas. Já no G.Mundial , Bruguera levou Rafa Nadal e Ferrer para as Simples e a Dupla Lopez. Ferrer apanhou de Zverev e a Dupla ex-Campea de Rolanga foi surpreendida pelos Alemães. Não tinha jeito era Ferrer ou Ferrer. Para sua Sorte o Velho guerreiro deu o sangue e disse ainda em quadra ao final ” este é o dia mais feliz da minha vida ” . Este e’ o verdadeiro espírito da Davis e porque não da famosa Armada. Abs!

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  2. Lucas Pires

    Olá Dalcim, bom dia.

    Você acredita que alguém possa vencer algum dos Masters 1000 (MC, Madri e Roma) ou Roland Garros com exceção do Nadal? Se sim, quem é esse tenista?

    Ontem fiquei pensando que podemos presenciar uma sequencia de 26 vitórias do Nadal (5 MC, 4 BAR, 5 Madri, 5 Roma e 7RG).

    Abraço,

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    1. José Nilton Dalcim

      Estou preparando um post exatamente sobre isso, Lucas, e não resta qualquer dúvida que Rafa é o grande favorito a tudo no saibro.

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      1. Bruno Tierling

        Pela última vez irei comentar isso aqui . Para que o tênis seja promissor no Brasil é preciso formar muitos técnicos e para isso a CBT deve dar cursos gratuítos em vários níveis. Formando muitos técnicos, logo estes técnicos irão trabalhar e desenvolver o tênis, então milhares de jovens Brasileiros praticam o esporte e logo encontramos grandes talentos.

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  3. Adriano Nadal

    É ilusão demais achar que o Djokovic possa fazer frente ao Nadal só porque voltou a treinar com o Vajda.
    Conseguiu uma mísera vitória em 2015 em RG quando estava no auge, no pior ano da carreira do Rafa depois de 2005.
    Em 2016 teve muita sorte de o Nadal se lesionar porque no nível que ele tava jogando dificilmente perderia novamente em RG.
    Agora em 2018, com apenas 3 vitórias, com dois fiascos contra tenistas medianos em primeira rodada, vai ter alguma chance de incomodar o melhor saibrista da história? Caiam na real.

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    1. Mário Fagundes

      Então, o declare morto, acabado, como MUITOS aqui fizeram com Federer e com seu ídolo Nadal. Você tem dúvidas da motivação de Djokovic em voltar a treinar com Marian Wadja? Os exemplos estão aí e vocês não aprendem! Se estiver curado da lesão, a Djokovic basta uma boa sequência de vitórias para adquirir confiança. O caminho até RG é longo. O que percebo mesmo é um certo temor das nadaletes por conta disso. Ilusão mesmo é acreditar que Nadal terá vida fácil no saibro, com ou sem Djokovic.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Estou com você, Mário. O Sérvio está motivado, sem dores e somente precisa de uma sequência. A volta precoce já é coisa do passado. E Vajda aceitou acreditando que a parceria ainda tem lenha pra queimar. O Titio Toni deu uma declaração que não pode passar batida. ” Me surpreendi muito com o nível apresentado por Rafa. Em todos esses anos foi a vez que menos treinou ” . Rafa Nadal realmente está totalmente recuperado para repitir toda a famosa Maratona ? Ou vai dar uma de Federer e jogar apenas o que pode ? Hoje parece já ter largado Roma. Abs!

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    2. Carlos Reis

      kkk Acho que você tem razão, INFELIZMENTE… Eu torcer torcer para o cara ter um piriri brabo na estréia de cada torneio no saibro…rsrsrs

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    3. Fernando Brack

      Sem chance mesmo. Djoko caiu num pântano estranho e não há indicação de que vai sair dele tão cedo.
      Sem ele, Wawrinka e Murray em suas melhores condições, Nadal deverá ter a temporada de saibro mais molezinha da carreira.

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  4. Rafael Wuthrich

    Dalcim, perdoe a ausência. Tempos corridos demais com a herdeira chegando e o trabalho bombando, gracas a Deus. Mas escrever com calma anda difícil, rs.

    Vi os comentários de Fernando Meligeni na ESPN sobre a Davis em que ele atira para todos os lados, embora de forma contida: após elogiar as duplas merecidamente, desceu a lenha na ITF sobre as mudanças, em Giraldo (ridiculo realmente), mas especialmente em Monteiro e em João Zwetch, que segundo ele já está desgastado depois de 7 anos no cargo, evidenciado pelas ausências.

    Concorda com a saída da troca?

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a troca poderia dar um novo ar ao time, Wuthrich, mas nem Ivan Lendl me parece capaz de arrumar a casa, porque temos um problema de falta de produto. A discussão se centraliza demais na Copa Davis, no tênis profissional, na transição do juvenil… mas o problema está lá atrás, na formação da base. Abs!

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    2. Chetnik

      Eu sempre falei aqui, técnico da Davis é a função mais inútil de todos os esportes. DISPARADA. Como o Dalcim falou, o que falta é produto. Ganha Davis quem tem os melhores jogadores. Me bota lá no cargo que dá no mesmo.

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  5. Carmelo Mudeh Abdulah

    Dalcin, não perca mais o seu tempo com o tenis brasileiro, apesar de viver disso. Por aqui só tem jogador mediocre, bunda e baixa estima.
    Não ganham mais nem de jogadores top 500. É o fim do esporte.

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    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, Carmelo, não me peça isso. Estou há 38 anos no tênis, são 66% de minha vida inteira dedicada a esse esporte e jamais deixaria de lutar para que o Brasil volte a ser grande. Abs!

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      1. lEvI sIlvA

        É Dalcim, aproveita e começa a escrever o Blog em inglês também e esqueça o internauta/torcedor brasileiro. As vezes as pessoas se esquecem que o Guga foi algo “absurdo” , “surreal” que aconteceu por aqui. (Por favor, entendam bem, não exijo que cada tenista neste país seja no mínimo TOP 100.) Tanto é verdade, que depois do surgimento dele, nada quase nada se fez. Sou quase capaz de apostar que, se o Guga aparecesse hoje no Brasil seria muito pouco o que se faria pelo tênis no país! Triste pensar assim, mas é que eu sinto sinceramente! ????

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      2. Fernando Brack

        Dá tristeza saber que, quando chegamos a ser grandes, com destaque para as eras Guga e Maria Esther, não foi como consequência de luta ou trabalho sistêmico, e sim do mais puro acaso. Isto é, não se trata de fazermos algo que já fizemos antes, mas de algo que nunca fizemos, e, portanto, não sabemos se somos capazes de fazer. Mesmo com boas referências tão próximas, como a Argentina.
        Faltam-nos vontade política e capacidade de gestão.

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        1. José Nilton Dalcim

          E não só no caso deles, Brack. Até mesmo jogadores como Mattar, Oncins, Meligeni, Dadá, Niege… Todos batalharam por conta própria. A única diferença que posso te garantir é que existiam fortes circuitos juvenis na década de 80 e isso formou dezenas de jogadores para o profissional. Dos nossos top 100, muitos vieram desses circuitos juvenis (Niege, Oncins, Saretta, Mello, Dadá, Marcelino, Roese, Miró), sem falar em outros como Kist, Edvaldo, Chabalgoity, Corsato e por aí vai. Sem uma base forte, nosso futuro será sempre uma loteria.

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  6. Django

    É Dalcim .. pelo visto temos tudo pra ter uma temporada bem sem sal no saibro..ainda mais sem graça do q a de 2017. Se Nadal se mantiver saudável será franco favorito a todos os titulos e sendo assim se isolar ainda mais como o maior de todos os tempos na terra batida.. acredito q caso vença monte carlo e barcelona sua confiança irá as alturas e dificilmente não levará o 11º RG .. Espero que Djoko consiga retomar o ritmo, vitorias e confiançça pra que temos uma pitada na temporada lenta do circuito..aguardemos, grande abç!

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  7. Rafael

    O advogado, para o cliente que pergunta se ele (o advogado) acha que ele (o cliente) é inocente ou culpado:

    “Não importa no que eu ACREDITO. Importa o que podemos PROVAR.

    Sempre gostei dessa máxima.

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      1. Rafael

        Também, Luiz, também, rs… Adoro boas séries de filmes e advogados.

        Mas também, no meu trabalho, passo para o inglês o tempo todo petições, contestações, recursos, agravos, mandados, embargos de todo tipo e o diabo a quatro. Acho fascinante esse ramo e as histórias que vejo, a versão de um lado e do outro. Se não tivesse seguido o estudo de idiomas e me formado tradutor intérprete, teria provavelmente estudado Direito.

        Um que eu não esqueço é “A Few Good Men”, com o T. Cruise, o Jack Nickholson e a Demi Moore

        “You want the truth? You CAN´T HANDLE the truth!

        O cara espremer o outro até que, por arrogância, confiança excessiva ou sensação de impunidade ele estoure e confesse, acho sensacional.

        E há vários outros, mas como aquio não é blog de filmes e séries vou calar a boca antes que me sacrifiquem , rsrsrsrsrs

        abs

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        1. lEvI sIlvA

          Questão de Honra – Belíssimo filme com um elenco fantástico! Tenho aqui comigo desde há muito , Rafael. O que mais me fascina no desenrolar da história é que Cruise ainda novo em idade e carreira, teve de confrontar um Nicholson já tarimbado e consagrado ator. Bastava um mínimo deslize do jovem advogado e o General/ator o engoliria. Recomendo a quem ainda não viu que o faça. Mas faça-o sem pressa e concentre-se nas personalidades criadas por Nicholson e Cruise. Abraço!

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          1. Rafael

            NiCHOLson, NiCHOLson, desculpe Jack.

            É que

            “All work and no play makes ME a dull boy”.

            Acho que estou me tornando disléxico, affe

      1. Rafael

        Dalcim, só pra não ser deselegante com a Letícia:

        How to get away with murder estou guardando pra binge-watching depois, como faço com a maioria. Não tenho tempo pra esperar a próxima semana, então deixo juntar.

        Abs!

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  8. Luis

    Dalcim sempre perguntamos até onde Federer ,Nadal e Djokovic dominariam tênis em 2018 parece ainda conseguem os Slam talvez US Open mais aberto e jovens já tem chances e queda Djokovic

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  9. Renato

    Concordo com o que o colega Sérgio falou, premiação e dinheiro não se conquista apenas dentro de quadra. Roger e Nadal, somados patrocínio, prémios e etc, devem ter acumulado quase o dobro de dinheiro que Novak. Lembrando que o sérvio recebia de patrocínio de material esportivo menos que Noshikori, quando Djokovic vestia a marca japonesa.

    Outro detalhe é que, no tempo que Federer mais conquistou títulos na carreira, as premiações eram bem menores que nos tempos de maiores conquistas de Novak. É preciso saber fazer análises.

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      1. Renato

        Pois é, meu caro, pelo teor da sua resposta dá para perceber que, as vezes, não somos muito diferentes. Imperfeitos, sarristas, ignorantes e etc.

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        1. Luiz Fabriciano

          Tens toda razão.
          Ri exclusivamente de sua maneira de analisar, ao incitar que outros não sabem como.
          Mas poderia ter feito diferente, ou apenas da forma que rio normalmente. No entanto, imitei você, tornando-me igual nesse pequeno contexto.

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  10. João ando

    Gozado que tem um comentarista que fala de intolerância mas e o número da intolerância ….mas voltando ao tênis dalcim e agora …fica o João zwestch?

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  11. Marcelo Calmon

    Acabei não vendo o 5º e decisivo set do Ferrer, mas até então achei que o Khol estava jogando melhor. Perdeu o 3º set quando teve tudo para vencer. Mas a garra e dedicação do Ferrer são dignas de registro.
    O jogo do Nadal foi muito sem graça, uma lavada. Nunca fui fã do Zverev, mas ele piorou muito !!

    Quanto ao nosso fracasso, já era meio previsível, mesmo levando em conta a sofrível equipe colombiana. Tirando as duplas os demais jogos foram sofríveis. Se juntar os simplistas (dos 2 países) não dá um bom jogador !!! O Monterio tem que parar de errar bolas ridículas na rede. Já tinha acontecido contra o Giraldo e se repetiu no segundo jogo. Na mesma jogada até fez um grand willy dando um lob, mas acabou perdendo um ponto fácil e importante. Mania de não olhar onde está o oponente.
    E o Rogerio e o Bellucci abriram mão da Davis para ganhar pontos e grana no circuito (não os critico por essa opção) mas se deram muito mal. Perderam para jogadores pra lá de ruins. Quanto ao Feijão, acho que ele não ganha mais nem torneio de condomínio.
    Não descobrimos nenhum talento aproveitando o efeito Guga nem os investimentos feitos por conta da Olimpíada no Rio.

    Realmente a atuação do Demoliner foi fantástica. Pelo que li o Melo nunca tinha conseguido vencer os colombianos, isso jogando com diversos parceiros.

    E a Bia, se recuperou fisicamente ?. Achava que ela ia jogar na Colômbia essa semana.
    abs

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  12. Gilvan

    Achei a escolha do Ferrer para fechar o confronto totalmente equivocada. Ele só levou no 5o set porque o Kohlshreiber paçocou em 2 bolas ridículas junto à rede. Aliás, o alemão não tem o menor traquejo para o saibro. Muitas escolhas erradas que, misturadas com seu estilo de mais variação e menos regularidade, acabaram levando à vitória espanhola.

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    1. Carlos Henrique

      Gilvan, como o Kohl n tem traquejo pro saibro? 11 das 17 finais no circuito ele jogou sobre esta superfície? Ja venceu Nole em RG, inclusive. Kohl é muito versátil, joga bem na grama, saibro e dura.

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  13. Paulo F.

    Tá certo que Nadal é o maior jogador de saibro que existe, mas nada justifica essa postura molenga do russo contra ele.
    Por isso que a ATP força a barra com essa baboseira de Nextgen goela abaixo – com raras exceções, um bando de piá palermas e mimados.
    Que o Vajda consiga recolar Nole de volta nos trilhos e que dê a passagem – sem volta – pro Pepe Imaz para a Amorlândia.

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  14. Diego

    Esse eh o retrato. Só olhar o jogo do Thiago monteiro. Acelerando tudo que dava do fundo, ir p rede nem pensar, slice sofrível. Depois se perguntam pq nao dá certo. Nos dias de hj treinar um jogador dessa maneira eh muito sinal de ausência de conhecimento. Mas eh o q jogam por aí. Bellucci? Msm coisa. Rogerio? Msm coisa. Orlando Luz? Msm coisa! E por aí vai… Como em tudo estamos 15,20 anos atrasados.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      É PERICLITANTE a situação, na simples masculina.

      Orlando Luz tem se mostrado uma decepção, e simplesmente sumiu do mapa, nem se ouve mais falar dele.

      O Belucci está jogando um tênis horroroso, e não sabe como sair do buraco. Daqui a pouco vira meme…

      O Rogério Dutra já deu tudo que tinha que dar,e agora vem mostrando o seu habitual nível, o qual é bem baixo.

      O Monteiro, também vem em declive, e acumulando revés atrás de revés.

      E o Feijão?

      Bom, desse aí nem vale a pena falar mais… Jogador de future, se muito.

      Responder
      1. Diego

        Rodrigo, como um amigo falou nos comentarios o feijao nao ganha nem torneio de condomínio. Joga uns torneios aqui no RJ de grana e nao ganha, acredite se quiser… Mas quem sabe os bastidores desses jogadores nao se assusta com isso. Só o Monteiro que nao sei de nenhum podre que justifique e o Rogerio que nao eh do Rio. O resto, eh a farra que os talentosos fazem sem o talento dos mesmos.

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      2. Marcelo

        De todos esses, o que mais me depepciona é o T. Monteiro.
        Assisti a um jogo dele no qualy do Brasil Open há alguns anos atrás, creio que em 2014, bem antes de ele ascender ao top 100.
        Ele perdeu aquele jogo, mas ainda era bem jovem, e dava pra ver que tinha um jogo muito sólido. Forehand muito forte, backhand consistente, meio estilo espanhol. Quando ele chegou no top 100 e ganhou de alguns top 10, nao me surpreendi, pois já tinha visto que ele jogava demais. O próprio Guga apostou nele.
        Daí a ele cair tanto de produção, não sei o que se passa.

        Já do Orlandinho, nunca esperei muita coisa. Número 1 do mundo juvenil geralmente se perde.. muita atenção à carreira juvenil, muita expectativa em cima, muita pressão.. além do sentimento de dever já cumprido por ter chegado ao topo do ranking juvenil (que, na minha humilde opinião, não quer dizer nada).

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  15. Ronildo

    Realmente, o Nadal pegou uma baita confiança na Davis. Assim é favoritíssimo oara ganhar tudo no saibro, pra variar um pouquinho.

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  16. Sônia

    Notícia maravilhosa, seja bem-vindo Vajda, adooooorei. Dá-lhe, dá-lhe Nolindo rsrs, no barrão, torcida toda pra voce rsrs. Beijos.

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    1. Mário Fagundes

      Realmente, Sônia, boa notícia. Seria ótimo que Djokovic voltasse a jogar em alto nível nesta temporada de trevas do tênis pra fazer frente à Nadal.

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          1. Júlio césar

            São 7 vitórias de diferença no saibro esse é o h2h para ser analisado, em questão,pois começa a temporada do saibro, então o djoko vai ter que comer muito feijão para fazer frente ao maior de todos os tempos nesse piso.

        1. Mário Fagundes

          Não se esqueça de que Djokovic já venceu seu ídolo em RG. E basta ao sérvio vencer algumas partidas para readquirir a confiança.

          Responder
  17. Kelly

    Sim, o Ferrer é valente e tem brilho próprio! Mas hoje, ele reluziu ainda mais do que o Rei, sempre soberano, que estava ao seu lado! Emocionante, aquele espírito guerreiro habitual dos dois, numa arena de tourada reformada, especialmente, para sediar o torneio. Atmosfera mais propícia, não poderia existir!

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  18. Sérgio Ribeiro

    Por justiça, na batalha da Copa Davis entre Espanha x Alemanha , Rafa Nadal foi o que menos teve trabalho. Ao largar Acapulco , INDY e Miami para se curar, finalmente estava tomando uma decisão pra lá de acertada, sem pensar em N 1. Assim como o Suíço que voltou na Copa Hopman garantindo um número mínimo de jogos , o Espanhol foi além. Optou pela Copa Davis junto de sua entusiasmada torcida. Na Coletiva de hoje foi taxativo ” não estou apenas bem fisicamente, mas também preparado para competir” . Sasha sentiu na pele . É óbvio que os de sempre o acharam maluco. E a teoria tão elogiado sobre Novak do nosso amigo Levi , pela mor .,, Premiações se contam dentro e fora de quadra. Nisso Rafa e Roger atingiram Cifras bem superiores antes de Novak. Achar que não seria protagonista? ” Rei Morto , Rei Posto ” foi a frase de seus pais para Federer em 2008. Desmotivado ? Todos os Sites com credibilidade postaram que Agassi não concordava com a volta precoce. Agora perdidao, treina com Vadja de novo. Torçamos para que dê certo. Abs!

    Responder
    1. Rafael

      O Levi comentou sobre Novak ter sido o primeiro a atingir 100 milhões em premiações oficiais, mas o propósito nem era o de diminuir nenhum dos oponentes, e sim, falar de Novak e seus problemas.

      Reitero os elogios ao comentário dele.

      Não faça parecer absurdo algo que não é, Sérgio. Tenho relutado a dizer isso pq nem sei o que se passa, mas vc, que sabe tanto de tênis, voltou com aquela tendência de, para expor seu argumento, ter de, primeiro, destruir o de um colega de blog.- Algo que vc tinha parado de fazer.

      “Pelamor”, – por que?

      “Os experts de sempre”

      ” A Turminha da Whats” – é “do”, o APLICATIVO WhatApp

      Vc não precisa disso para nos brindar com suas sempre instrutivas contribuições.

      Espero que entenda minha intenção ao postar isso, que não é lhe dizer o que fazer.

      Sou um fã, e gostaria de continuar sendo.

      Abs

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Sei, não, Rafael. Meu comentário não tem intuito de desconstruir nada. Muito menos o Levi que admiro ha’ anos. Não concordo mesmo com nenhum dos seus argumentos do caso Novak Djokovic. Daí a argumentos citados por certas figuras sobre Whats ( não vivo sem ela), deixa para o Guri, MC, e CIA .Estes não vão me jogar contra , até porque tenho vários amigos que se sentem mais a vontade por lá no grupo ,do que se expor no Blog.Abs!

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Beleza…

          Se você é orgulhoso demais pra admitir que não é dono da verdade, e que deveria respeitar as opiniões em contrário, não serei nem eu e nem o Rafael que irá te convencer.

          Aí, quando o Rafael te contrariar, você arruma um apelido pra ele também…

          Até lá, eu fico sendo o Guri, e você a Mafalda.

          Fica tudo certo assim.

          (rs).

          Responder
  19. PIETER

    Dalcim, você acredita que a fase ruim por que passa o tênis brasileiro (excetuando a Bia Haddad) é apenas isso, uma fase e, sendo assim, passageira ou o buraco é bem mais embaixo e a nossa desorganização, eterna estrutura deficiente, aliada à crise econômica fizeram um grande estrago que levará tempo para melhorar?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que continuamos a não garimpar talentos, Pieter. Deixamos por conta da sorte o surgimento de promissores jogadores e só lá na frente eles acabam recebendo maior apoio, o que muitas vezes é tardio. Pior é imaginar que muitos outros potenciais ficaram perdidos pelo caminho porque não foram vistos e lapidados em tempo hábil. Esse para mim é o principal defeito histórico do tênis brasileiro. Então, enquanto não tivermos uma política que vise o fomento à base e uma estrutura com um ‘olheiro’ de talentos, estaremos em situação instável.

      Responder
      1. Bruno Macedo

        Concordo plenamente. O Messi não saberia do talento que tem se nunca tivesse tocado numa bola. Quanto mais meninos e meninas jogarem tênis, mais chances de acharmos um talento. Precisamos também de olhos atentos.

        Responder
  20. Bruno Macedo

    O Brasil tem representativa em 2 esportes: futebol e vôlei. Infelizmente o tênis é ignorado, assim como o judô, a natação, o basquete etc etc etc…

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  21. Mário Pegado

    Dalcim, foi noticiado por que o Clezar foi substituído pelo Sorgi? Por mais valente que seja o Sorgi, ele vinha jogando mal em nível future nas últimas semanas, enquanto Clezar fez jogos razoáveis em nível challenger e quali de ATP. Acho que Clezar poderia ter vencido o Gonzalez. Outro ponto: não vi o Clezar na torcida pelo Sorgi. Será que nosso capitão arrumou briga com mais um jogador? A essa altura, até o Clezar faria falta, com tão poucas opções…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, não houve explicação até agora, Mário. Claro que é prerrogativa do capitão fazer as escalações e supõe-se que, num grupo grande como é o da nossa Davis, tenha havido o diálogo. A opção pelo Sorgi não era tão inesperada assim, já que ele deu o ponto decisivo na República Dominicana e estava descansado. Mas, se isso não ocorreu, seria realmente lamentável. A ausência do Clezar pode ter sido pela viagem para o México, onde disputará um challenger, nas seria muito bom esclarecer isso.

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  22. Mario César Rodrigues

    Dalcim vc realmente entende de tênis dizendo que Rafa não é bom ou não gostou dele técnicamente contra o Alemão.eu te pergunto na boa o Zverev é um cara bom técnicamente mais que Rafa não é na sua ótica?Hoje Rafa está como número 1 e um dos melhores jogos que vi ele jogar como viu o jogo realmente ele deve ser ruim técnicamente?ou seja vc gosta mais de outro estilo certo..pq uma pessoa dizer que Rafa não é bom técnicamente eu fico meio estranho acho que sou fanático mesmo!

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    1. José Nilton Dalcim

      O título do Blog é ‘Show de Nadal’ e você diz que eu critiquei tecnicamente o Rafa? Só posso te pedir para reler atentamente o texto. Você deve estar me confundindo com outro jornalista por aí. Abs!

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      1. Nando

        Mário César ama passar recibo aki e na página de notícias do site….já aconselhei a ele q procurasse um médico, esse profissional pode ajudá-lo.

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  23. Luiz Fernando

    Ferrer, escalado a título de homenagem ao invés do PBC, deu um exemplo de dedicação a um objetivo, algo q os picaretas brazucas nunca fizeram. O veterano jogou quase 5 hs, venceu heroicamente e classificou seu país. Que inveja, a boa inveja…

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    1. Aipim 2005

      Acho que vc esqueceu do brasileiro, se não me engano, o feijão , que lutou bravamente por mais de 6 horas. E foi na Davis também, batendo o record de tempo para um jogo. Perdeu, mas lutou muito!!! Amigo, nem tudo está perdido!!!!

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  24. Luís Guilherme Reis

    Enquanto existir cooperativismo entre a Federação, jornalista e/ou blogueiros e jogadores, estaremos indo cada vez mais ao fundo do poço.
    Parabéns Colômbia que com recursos bem inferiores conseguiram nos superar.

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    1. João ando

      Não entendi Luís . Quem joga São os tenistas …quem escala e o técnico ….o que tem a ver jornalistas e ou blogueiros….Monteiro tinha uma quase obrigação de ganhar seus dpis jgos devido ao ranking. ..as duplas fizeram seu papel…João lutou mas não deu …..

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  25. Alessandro Sartori

    Que coisa…parece notícia velha, sqn…e os tenistas brs continuam a dar vexame, e dessa vez nem adianta dizer que se tivesse jogado Rogerinho e Belucci as coisas poderiam ser diferentes, Rogerinho perdeu no Panamá para um jogador que dificilmente consegue entrar até em torneios challengers e Belo já perdeu na estréia do quali em Houston…acho que o Belucci daqui a alguns dias vai ter que jogar aqueles ITFs “nanicos´´ que se jogam toda semana em Pula, Antalia e por aí vai…quanto ao Nadal, Se não tivermos Djokovic e Delpo em boa forma nos próximos torneios, o espanhol não só vai defender os pontos, como ainda vai conseguir somar mais alguns, essa nova geração não dá conta nem de enfrenta-lo, se o Zverev que o melhorzinho deles todos não viu a cor da bola, vai ser difícil ver Nadal perder sets nesses jogos no saibro europeu…

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  26. Luis

    Dalcim ainda sobre texto sobre Djokovic queda do sérvio faz vermos como incrível o que Federer e Nadal continuam dominando Slams principalmente e ranking ainda,Acha difícil manter esse nível como ganhar Slams?

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  27. Fernando Souza

    Bom dia!
    Dalcim, tudo bem?
    Como pode um tenista ficar parado mais de dois meses e voltar nesse nível de atuação é espantoso!

    Estou falando do Rafael Nadal.

    Com toda sua experiência tem alguma opinião sobre isso?
    Um abraço e parabéns pelo belo trabalho.

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    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, ele já fez isso outras vezes, Fernando. E Federer, no ano passado. Acho que jogadores tão excepcionais como eles têm essa capacidade. Abs!

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  28. Maurício Luís *

    O tênis brasileiro, que tristeza, tá um FIM DE FESTA. Turma do som foi embora, aquele monte de resto de salgadinho espalhado pelas mesas e pelo chão, garrafas de bebida quebradas, mosquito voando pra todo lado, tudo revirado… Pior é a sogra. Sentada no sofá vendo novela, nem sinal de pegar a mala e ir pra rodoviária.
    Sei que muitos não vão gostar da ironia, mas a situação é a seguinte: rir pra não chorar.

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  29. Valestra

    Às vezes, algumas expressões, não importa o idioma, são difíceis de traduzir sem perder o sentido original, por exemplo, como traduzir bem pro Português o que gostaria de falar diante dessa notícia sobre o tênis brasileiro, que seria “I couldn´t care less”? 😀

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  30. Marcos Castillo

    Nada surpreendente. O top 100 é composto basicamente de europeus (aprox.70%). O restante é uma mistura de tenistas de países de primeiro mundo também, basicamente EUA, Canadá, Japão e Austrália, que juntos correspondem a quase 20% do seleto grupo. Faltam ainda de 10 a 15 tenistas para completar o top 100, e aí entra a Argentina, que tem 7 jogadores lá, inclusive com um no top 10.
    Claro que isso não é uma grande coincidência. Isso é investimento na base e na “cultura tenística”. Quadras públicas na Argentina equivalem ao campinho de várzea brasileiro, tem um em cada esquina.
    Sendo assim, sobra espaço para meia dúzia completar o grupo. Esperar que esse jogador seja brasileiro, do jeito que as coisas vão por aqui, é muito otimismo.
    Guga não é uma exceção, é um milagre.

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    1. joaobalbino@tmssports.com.br

      Marcos, ótimo comentário. A politíca da CBT é triste ou melhor dizer corrupta, uma vergonha!!! Aonde esta vivendo o ex presidente??
      Sou Pai de tenista vivi 15 anos comendo pó de saibro e tenho propriedade em dizer que a CBT precisaria de uma intervenção. Dinheiro público indo pro Ralo !!!

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  31. Renato

    Agora mais um mané resolveu entrar na onda. O que pode fazer? São pessoas ociosas, que não trabalham e etc e ficam manjando os demais participantes. Eu hein, vai que e algum sociopata? Nunca estive na Austrália e acho que ninguém aqui está interessada em saber, apenas os i…. de sempre.

    Que paulada que Dopadal deu em Zverev. Sua parada foi boa, talvez tenha ficado em quarentena em algum laboratório, talvez…… É o favorito disparado pra vencer tudo na lama.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Renato,

      Intolerância, é uma coisa EXPLÍCITA, por mais que a camuflem.

      Primeiro:

      Alguém que se sente no seu pleno “direito” de achincalhar o Federer de maneira ostensiva e gratuita.

      Afirmando até que o odeia, e tal.

      Aí , esse tal, se depara com o mesmo sobre o Djoko e o Nadal.

      Porém, quer carimbar apenas a torcida do suíço como fanática e sectária.

      Será que não veem que não cola?

      Afinal, pra esses caras, todos são iguais. Ou são iguais, só quem eles querem?

      Eu gostaria muito de entender onde reside a tal “coerência”.

      Segundo:

      Qualquer um se pensar um pouquinho, concluirá que você não é o FALECIDO.

      E por que?

      Você é muito mais “pavio-curto” (vamos dizer assim) do que ele jamais foi…

      Eu me lembro que esse Marquinhos da Austrália, apanhava, apanhava, e deixava pra lá.

      Não revidava injúria.

      Porque continuava criticando o Djokovic, REGARDLESS.

      Isso é, sem fazer caso dos adjetivos que recebia da ala hidrófoba do sérvio.

      Aliás, até hoje, eu não entendi bem porque fazem tanta questão de citar o falecido…

      Você sim, é daqueles que não deixa passar nada sem uma boa resposta.

      Ou seja, a rigor, seria mais lógico detestarem você.

      E não ficarem te comparando com aquele…

      (rs).

      Responder
      1. Renato

        Obrigado, Rodrigo.

        Para alguns ,virou uma certa obsessão a minha pessoa. Ficar dizendo que eu sou esse ou aquele, um cara que eu nunca vi escrever aqui. E isso quase todo dia, todo post novo. Assustar não assusta, mas preocupa. O que querem comigo??? Estranho, né?

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      1. José Eduardo Pessanha

        Olha, 99% dos comentaristas do Blog comentam aqui por causa de Federer, Nadal e Djokovic. Com certeza, é muito melhor falar desses caras do que ficar perdendo tempo com Bellucci e outros brazucas. Por mim, mesmo não sendo fã, o post deveria falar 100 linhas sobre o Nadal e uma sobre a Davis.
        Abs

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      2. Mário Fagundes

        Rapaz, trafego por aqui há quase 9 anos. Este blog é bem mais antigo. Posso estar enganado, mas penso que o tênis brasileiro não foi o que motivou Dalcim a criar este espaço. O sucesso do blog deve-se aos três cachorrões do tênis, que você bem conhece. Então, esperar que daqui saiam “sugestões” para solucionar os problemas do tênis brasileiro é pedir demais, você não acha?

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