Nightmare in Rio
Por José Nilton Dalcim
21 de fevereiro de 2018 às 21:31

A chave é bem verdade estava duríssima: apenas adversários muito mais bem classificados e especialistas no piso de saibro. Derrotas portanto eram previsíveis. Duro foi a forma com que ocorreram. Thomaz Bellucci tinha folgada vantagem, Thiago Monteiro chegou ao match-point e Rogério Silva tomou o controle da partida antes de todos deixarem escapar o bom momento e a oportunidade de ouro de brilhar no Rio Open.

É fato inegável que tem sido uma incômoda constante vermos nossos principais tenistas do ranking masculino deixarem escapar vitórias bem encaminhadas. Mas ao mesmo tempo é um exagero colocar isso como uma norma. Levantamento estatístico no site da ATP mostra que Bellucci tem uma carreira consistente, enquanto Monteiro ainda começa a se aventurar entre os grandes e Rogerinho demorou uma década para atingir a elite.

Bellucci tem um percentual digno nos jogos em que saiu vencendo o primeiro set: 75%, ou seja 155 vitórias e 52 derrotas incluindo a terrível virada que levou de Fognini. Rogerinho por seu lado está na casa dos 61%, com 17 em 28. Monteiro tem número bem menos expressivo nesse quesito, mas ainda assim o salto é positivo. Dos 30 jogos que já fez nesse nível em que venceu o primeiro set, confirmou 16, um índice um pouco acima dos 53%.

Mas vamos ver o lado oposto. Quantas viradas eles obtiveram nesse quilate de competição? Bellucci chega perto de 22%, com 45 sucessos. Monteiro já fez oito em 30 partidas em que perdeu o primeiro set, ou seja, quase 27%. Apenas Rogerinho tem retrospecto fraco, beirando os 15% (8 em 53).

Por fim, vale ainda dar uma olhada no aproveitamento desses principais brasileiros em jogos que foram ao terceiro (ou quinto) sets. Bellucci está com pouco menos de 47%, com 76 vencidos e 85 perdidos, enquanto Rogerinho venceu 10 em 23 (43,4) e Monteiro faturou 12 em 28 (42,8%).

Em termos comparativos, vejamos o que fizeram os outros grandes tenistas brasileiros da Era Profissional. Guga venceu 88% dos jogos que cravou o primeiro set, Fernando Meligeni ficou ligeiramente acima de Bellucci (77%) e Luiz Mattar atingiu 83%, embora jogasse muitos torneios no Brasil.

No campo das viradas, Guga superou a marca de 30%, Meligeni fechou com 21% e Mattar, 22%, portanto números muito semelhantes a Bellucci. Por fim, Kuerten teve notáveis 62% em sets decisivos, Mattar atingiu 55% e Meligeni, quase 50%.

Claro que essas estatísticas também servem para explicar por que a atual geração de brasileiros não está mais bem classificada. Se você pegar a maioria dos grandes nomes do circuito atual, é raro encontrar alguém que tenha menos de 80% de vitórias depois de ganhar o primeiro set e isso é muito mais importante do que eventualmente obter uma virada, o que na média está abaixo dos 25%, mesmo para os tops.

Da mesma forma, ganhar o set decisivo é obviamente um argumento importante e os que estão lá em cima do ranking vencem pelo menos 60% deles. A questão pode ter muito de físico, claro, devido ao desgaste, mas o componente emocional, da confiança, é o que tem pegado a nossa moçada.


Comentários
  1. Rodrigo S. Cruz

    Analisem esta frase de Roger Federer, dada em sua última entrevista:

    Perguntaram pra ele:

    Qual o segredo do seu atual sucesso?

    E ele respondeu:

    “Procuro ser sempre humilde, me manter positivo e confiar muito na minha equipe”, sentencia. “Sou muito honesto comigo mesmo e com eles.”

    Tá aí…

    Por isso que eu me manifesto, quando os haters enchem a boca para chamar o cara de arrogante, de falso, etc.

    Porque eles MENTEM!

    Federer é o melhor tenista de todos os tempos, e mesmo assim é humilde, pois reconhece que tem limitações como todo mundo, e também sabe dar o crédito devido àqueles que o ajudaram a se manter em alto nível.

  2. Rodrigo

    Dalcim, gostaria de saber sua opinião: Vc concorda com Novak a frente de Borg como publicado na lista da Tennis.com? E vc acha que Nadal poderá aparecer na frente do Sampras na sequência da lista? Obrigado!

    1. José Nilton Dalcim

      Não, não concordo, Rodrigo. Borg tem uma importância ímpar na história do tênis profissional, não é apenas uma questão de quantidade de títulos ou semanas na liderança.

  3. Miguel BsB

    Dalcim, me permita uma pergunta: imagine você, um tenista profissional, tendo que enfrentar, em uma final aleatória de grand slam (rodaria a roleta e um dos 4 torneios sairia rs), Federer, Nadal ou Djokovic nos seus respectivos ápices. Quem você preferiria não enfrentar?

    1. José Nilton Dalcim

      Não gostaria de enfrentar Nadal em RG, Federer na grama, Djokovic na Austrália. O resto daria para me virar rsrs…

  4. Luiz Fernando

    Dalcim, p favor me corrija se eu estiver errado: a quadra de Acapulco me pareceu mais rápida do q a de IW e bem mais rápida do q a de Miami…

  5. José Eduardo Pessanha

    Mestre,
    Que tal um post sobre os feitos e o potencial da Geração 90 ? Deve ter sido a primeira vez que uma semana da ATP tem 3 campeões nascidos nessa década (El Peque, Tiafoe e Khachanov). Pelo que me lembro, Raonic foi o primeiro jogador nascido nos anos 90 a ser campeão em nível ATP.
    Abs.

  6. Maurício Luís *

    Lembro que o Diego Swartzman, numa entrevista durante o US Open-2017 disse, entre outras coisas, que ” … o tênis não é só para os altos”. E está provando isto por A + B. Número 18 do mundo. SEGÚÚÚRA o HÓMI!
    O Luiz Fernando bem escreveu que ele é “sempre menosprezado pela baixa estatura”. Eu acrescentaria que isto acontece não só entre os jogadores, mas a própria torcida e entre os especialistas também. Duvido que algum jornalista o tenha apontado como candidato ao título. Acho que quem + chegou perto foi o próprio Dalcim, quando disse que o Bellucci, se passasse da primeira rodada, poderia pegar o “perigoso Diego Swartzman”
    Eu iria mais longe. El Peque, se continuar neste nível, é candidato a ser finalista em qualquer torneio, principalmente os de saibro.
    Por falar em Bellucci, continua a sina de ser o Sandoval QUARESMA do tênis: ” – ~Puxa! Tava indo tããão bem…”

  7. Sérgio Ribeiro

    E’ claro Rodrigo, que a sua lista de preferidos e’ a de muita gente. E de muita qualidade .Mas a cronologia tinha que imperar na minha. Koch , Borg , Connors, Edberg, Sampras , GUGA e Federer. Borg se aposentou , e as manhãs Ensolaradas não ficaram vazias torcendo para seu Rival. A tristeza pela lesão de GUGA ,acabou com o surgimento do MAIOR JOGADOR QUE EU VI JOGAR. ABS !

    1. Miguel BsB

      Essa 5 colocação do Djokovic no ranking da tennis. com deu muita controvérsia nos comentários… muitos argumentando que ele deveria estar a frente de laver e sampras, não sem certa razão. O fato é que dos 5 melhores tenistas de tds os tempo, 3 deles são “contemporâneos” e ainda estão em atividade. 1 e 2 do ranking papando tudo, e torço pro djoko se recuperar e voltar a desafiá-los novamente!

  8. Renato

    Sou fã do argentino Diego. Um gigante! Joga tão bem no saibro como nas quadras rápidas. Feliz com o título do Tiafoe, tem muito potencial. Shapovalov vai conseguir o dele em breve.

  9. Luiz Fernando

    Muito justa a ascensão do Dieguito, sempre menosprezado pela baixa estatura, que vem jogando bem há um bom tempo, em pisos variados. Ontem ele dominou as ações frente a um Verdasco arrasado fisicamente, traduzindo mais um mérito, o bom preparo físico. Esse rapaz se mantiver esse nível de jogo será um adversário encardido p qualquer um…

  10. Mário Fagundes

    “Tamanho não é documento.” Mais uma vez o velho ditado foi comprovado, e desta vez, no Rio Open com o título do “nanico” Diego Schwartzman, que sem sendo argentino, coloca muito coração na quadra. Mais uma lição dos hermanos aos nossos tenistas. E Tiafoe, por sua vez, venceu Delray Beach, sendo o mais jovem norte-americano a conquistar um título nesse nível. Desses dois novos campeões, penso que aquele poderá ir longe e dar trabalho no saibro, em 2018. Na quadra dura, Tiafoe mostrou evolução, pois bateu Delpo, Chung e Shapolavov. Aprecio o estilo de jogo desse rapaz desde aquela partida em que deu muito trabalho para Federer, em Miami, se não me engano. É um bom nome para se observar nesta temporada.

  11. Sérgio Ribeiro

    Nem Fognini , nem Verdasco, nem Monfa . O Formiga Atômica vence o Rio OPEN 2018, sem perder um único Set. Mostrando que jogadores com habilidade Natural , mas que não mexem as Pernas ( zilhões de ENFs ) , não tem mental, viverão sempre de brilharecos e serão os verdadeiros Superestimados. Ao receber da mão de GUGA ( vencedor das Edições do Brasil OPEN 2002 e 2004 , após a primeira Cirurgia) , fura o TOP 20 com muito merecimento. Se vai chegar a TOP 4 , ou participar de Dois FINALS consecutivos como Dominic Thiem , só Deus sabe. Mas que pode brigar com os Veteranos a nível de número de ATPs , não tenho dúvidas. Valeu ter vindo mesmo com o auto custo. Foi a primeira vez que vi GUGA ao vivo. Infelizmente o amigo Pessanha , não foi desta vez rsrsrs ABS!

    1. José Eduardo Pessanha

      Eu estava lá, Sérgio. Faltou só marcarmos pra tomar aquela cerveja. Concordo contigo, aquele local é espetacular. Tem um glamour que combina com um evento de tênis e é bem espaçoso. Destaque para a quantidade de mulheres bonitas no recinto.
      ABS.

  12. Sérgio Ribeiro

    Será que o Canhoto Talentosíssimo ( de mulher ele entende ) , baterá a Formiga Atômica? Meu palpite e’ que vence em 3 Sets. E trouxe o ” Avião ” para talvez um dos lugares mais lindos do Planeta. Nenhuma mulher resiste ao visual do Jockey Clube Brasileiro ( Tombado na época da ditadura ). O ATP 500 do Brasil , a meu ver, não pode sair daqui. ABS!

  13. Sônia

    Federer já está em Monte Carlo. Curiosidadezinha… eles já sabem quando “ganham” ou apenas fazem questão de participar da cerimônia? rsrsrs. Beijos.

  14. Luiz Fernando

    Dos múltiplos fundamentos do jogo de tênis, Rafa esta mal em um especificamente, e há um bom tempo: a devolução dos serviços. Por isso mesmo, o vejo com duas rodadas mais tranquilas em Acapulco mas com potenciais problemas nas outras duas (se vencer as primeiras, claro), nas quais pode encarar Querrey e Anderson. Vamos ver como as coisas se desenrolam.

  15. Luiz Fernando

    Esse Tiafoe sempre me chamou a atenção, inclusive quando perdeu p Federer no ano passado. Muito jovem, sem duvida teve um grande resultado ontem. Tomara q vença hj.

  16. Sônia

    Presenciando aqui os espanhóis dividindo a mesma toalha argh argh, deve ser coisa de homem rsrs, e por falar nisso, meninas, voces conseguem imaginar o cheirinho do uniforme dos atletas do hóquei no gelo? Beijos.

      1. Sônia

        Pelo contrário Gabi, observe o suor, e não creio que sejam adeptos do banhinho nesse friozinho, isso sem contar se há higienização dos capacetes, luvas e demais acessórios. Para voce ter uma idéia, fiz há um tempo atrás, um curso na Alemanha num janeiro bastante frio, em Munique, temperaturas bem baixas, fiquei um mês lá… resumindo, não conseguíamos ficar perto de nosso instrutor rsrsrs. Ele chegava perto, imediatamente eu lembrava do meu cursinho de apneia rsrsrs. Beijos.

        1. Gabi

          Nossa, vc devia torcer para chegar a hora de ir para o outro lado da quadra rsrs.
          Ainda acho que no verão é muito pior, pois, além do cheiro da transpiração, tem o calor e as roupas que, impregnadas de suor, devem ser lavadas na mesma frequência dos banhos rsrs.
          Definitivamente, esporte de contato não é a nossa praia.

  17. Rodrigues

    Dalcim

    Eu até gostava do jogo do Eduardo Oncins, não achava limitado o seu jogo de saque e voleio, que usava até no saibro, com essa tática, teve vitórias importantes.
    O que aconteceu com ele foi que num jogo contra um jogador que tinha sido vice campeão em RG, no juvenil (não lembro seu nome ), num torneio no CPT, (antigo torneio Vat 69, se não me engano), após ter ganho o primeiro set por 6 x 1 e estar levando o segundo por 4 x 2 e saque, ao tomar um lob, correu atrás da bola e, de costas conseguiu devolver, mas bateu o corpo na rede de proteção, escorregou e quebrou o cotovelo na base de cimento da rede, desistindo do jogo e ficando fora do circuito por vários meses. Quando voltou , não era mais o mesmo.
    O pessoal do tenis costumava dizer que ele era o melhor da familia Oncins.
    Eu estava lá, vi esse jogo.
    Você já era nascido? kkkkkk.

    1. João ando

      Rodrigues. Eu não sabia disso .mas o que aconteceu com o alexndre oncins. ….em termos de talento acho que era o Jaime.o Eduardo era muito forte fisicamente…vi o Jaime com 12 anos era um fenômeno. Mas sempre foi muito magro.ele jogou com o campeão carioca de 14 anos o André Souto e ganhou fácil 6/1 6/2.dalcom a sua resposta nao saiu para mim quando eu perguntei dos oncins…

      1. João ando

        Minha pergunta ao Rodrigues saiu cortada. …o parte que foi cortada …acho que o maior talento era o Jaime …vi ele ganhar do André Souto que era o campeão carioca de 14 anos com apenas 12 anos de 6/1 6/2

  18. José Eduardo Pessanha

    Mestre, estou no Rio para assistir à final do Rio Open. Não acompanhei nada do torneio até agora, mas estou impressionado com o fato do torneio não estar atrasado em sua programação. O que tem chovido aqui é uma enormidade. Entretanto, parece que agora o tempo está se firmando e o torneio deverá terminar de forma tranquila, para alívio da organização.
    Abs

  19. Sérgio Ribeiro

    Escolher muito mal o Calendário, como sempre o fizeram o Preguiçoso Fognini, o Malabarista Monfils e o Instável Verdasco ( chegou a jogar 28 Torneios a 5 anos na Temporada ) , tudo bem. Mas Dominic Thiem além disso ( tem Títulos em todos os Pisos ), nitidamente estagnou. Enganosa a Surra que deu em Monfa em Buenos Aires , assim como a que tomou ontem de Verdasco. Além de muito atrás da base, uma péssima escolha de golpes até’ mesmo no Saibro. Se movimenta um pouco melhor que Zverev ( este está pior que GUGA já estourado no quadril ) . Esperava muito de ambos em 2018, mas sinceramente… Sei não! Abs!

  20. Marcos

    Minha torcida é para o Fognini, depois o Diego Schwartzman. O argentino é mais jogador que os 3 brasileiros juntos e ao mesmo tempo. Sinto muito, mas Bellucci é uma tiriça. Como todo o meu respeito.

  21. Jefe

    Bom dia a todos.
    Os números máximos do Tênis na próxima semana estarão sendo alterados de novo, o que deve ser comemorado por todos aqueles que curtem o esporte e respeitam a sí mesmo.
    Vamos aos números, portanto.
    237.
    304!!
    20.
    06.
    Números absolutos em ordem de importância e dificuldade.
    Curtamos o circuito, juntos!

  22. José Eduardo Pessanha

    Dalcim, não há mais argumentos para os foristas aqui do Blog defenderem o SuperesTHIEMado.
    Rsrs E olha que o Verdasco ainda está jogando duplas. Que massacre
    Abs

    1. Sérgio Ribeiro

      Se o parceiro lê-se mais os comentários do Blog , saberia que já se falou muito do mal posicionamento do Austríaco. Muito atrás da base, presa fácil pra quem abre os ângulos. Acha mesmo que e’ outro Nadal. Assim não arruma nada novamente em Rolanga. É só o amigo largar um pouco o falatório da Turminha da WhatsApp que ficará um pouco mais bem informado rsrsrs Abs!

  23. Sônia

    Fognini… argh, argh, argh, … jogadorzinho nojento. Só em saber que não irá jogar o USOpen… que felicidade, que felicidade. Na torcida que não venha pra Sampa pois já comprei os ingressos. Ser asqueroso!

      1. Sônia

        Rodrigo, Bedene avisou que não estava pronto para receber o saque, ele viu e mesmo assim sacou. Desestabilizou o tenista esloveno, sacanagem, desnecessário, sem nenhum fair play, não precisava, estava ganhando, era só voltar o saque. Que isso? Estava vendo pela internet, num link do batmanstream, sem áudio, mas deu para ver a fúria do esloveno. O árbitro, claro, nada podia fazer, pois… “está na regra”, mas o Fognini… mais um pra continha, que raiva. Beijos.

  24. Fernando Pauli

    Acompanhando agora o jogo do Chung com Tiafoe.
    Enquanto o japa não melhorar seu serviço, principalmente o primeiro, vai ralar muito para ganhar jogos com tenistas mais fortes do circuito. Nesse momento 4 a 2 pro Tiafoe no 3º set. Ah e o seu voleio também, acaba de errar um agora bem fácil.

  25. João ando

    Dalcim. Em uma das respostas a um post vc diz que Eduardo oncins jogava saque e voleio.o que acnteceu com ele e seu irmão Alexandre que nao despacharam no profissional.lembro deles jogaram um qualy em um torneio que tinha na praia de Copacabana perdendo para o furusho e depois os oncins sumiram

  26. Rafael

    Reafirmo aqui, aproveitando a ocasião, um comentário meu de tempos atrás. Verdasco é melhor jogador do que Moyá foi. Se é xarope, explosivo, se não conquistou o que podia, se não chegou aonde daria, beleza. É muita competência quando resolve/consegue jogar.

    1. Sérgio Ribeiro

      Mais do que na boa, Rafael . Não acredito que li isso aqui. Comparar o Campeão de ENFs do mundo do Tênis, vencedor de 5 ATPs 250 e 2 ATPs 500, com o grande ídolo de Rafa Nadal , o incrivelmente regular competidor Carlos Moya, não é nem questão de gosto. Não falo nem no h2h entre ambos que pra mim não serve pra nada ( 1 x 5 ). O Campeão de Rolanga e ex- N 1 do Mundo, com Final de AOPEN, de FINALS e possuidor de 3 MASTERS 1000, terminou a carreira com os mesmos 20 ATPs do Manezinho da ilha. Bateu GUGA, Rafa Nadal, Novak ( 2 x 2 ) ,tanto no Saibro quanto nas Sintéticas. O Canhoto Fernando Verdasco ( 10 anos mais novo ) e’ um fregues
      de toda a chamada Armada. Com alguns brilharecos como agora aos 34 , contra um Thiem apagado, e uma vitória sobre Nadal no AOPEN ,( o motivo pode ser o 4 x 10 com Novak rs ) , e’ muito pouco para um jogador que possui vários predicados sempre pessimamente utilizado são longo de sua pífia carreira. Abs!

      1. Rafael

        Sem problema nenhum, Sérgio. É só uma opinião. Conforme vc confirmou com dados, Moyá alcançou muito mais do que Verdasco.

        Vamos a outro exemplo, para reflexão: Outro espanhol, muito regular, que já foi até 3 do mundo, se não me engano, e foi vice em RG, se também não me abandona a memória (o que, na época de Nadal, é como ser campeão, rs, afinal, perdeu para o próprio Nadal).

        Qual sua opinião sobre ser mais jogador? Veja, pra mim é super subjetivo, acho David Ferrer uma cara super bacana.

        Verdasco ou Ferrer?

        Na tal da lista que estão fazendo dos 25 de todos os tempos, Dalcim colocaria Murray à frente de Courier mas não vê nada de bizarro no contrário, e complementa que essas escolhas são subjetivas. Eu obviamente colocaria Murray à frente de Courier, mas é o tal negócio né, não estou fazendo a lista…

        Grande abraço, meu camarada!

        Pra mim, está claríssimo que é Verdasco. Com a disciplina e vontade de Ferrer, nem sei dizer o que Verdasco teria conquistado. Ou o que Ferrer teria conquistado com a habilidade de Verdasco.

        Grande Abraço!

        1. Sérgio Ribeiro

          Apenas um ano mais velho , David Ferrer levou 27 ATPs, o MASTERS 1000 de Paris, Final de Rolanga contra Nadal e Final do FINALS contra Federer. Jogaram 22 vezes ( 15 x 7 ) , com o estrategista Ferrer vencendo as últimas DEZ. E agora ? ABS!

    1. Sônia

      Pieter, fiquei de olho quando ele se aproximou da rede rsrsrs, o tronco está um pouquinho acima, ou seja, deve ter no máximo (exagerando rsrsrsrs) 1,65cm rsrsrsrs. Beijos.

  27. Renato

    Na minha opinião, Gael é um “falso habilidoso”. As jogadas “bonitas” que ele faz, na maioria das vezes, são totalmente artificiais. Naturais são as jogadas de Federer, Dimitrov, Kyrgios. O francês é um palhaço de circo que adora aparecer e muita gente cai. Tecnicamente é um bom tenista, nada demais. Tanto é verdade que está tanto tempo no circuito e não ganhou nada de expressivo. Dimitrov, Zverev, Thiem, Ferrer, Tsonga, Raonic e muitos outros tem carreiras mais expressivas que Monfis.

    1. Rodrigo S. Cruz

      Bom, Renato.

      Aí eu sou obrigado a discordar.

      O Gael pode não estar entre os 5 mais habilidosos, mas tem boa habilidade sim, com certeza…

  28. Rafael Brasiliense

    Chileno, não discordo jamais que a temporada e os feitos de Djoko em 2011 também foram incríveis. Peguei a temporada de 2015 como base porque os números foram superiores. E argumentar usando números é mais sólido do que analisar forma de jogar, já que essa última é muito subjetiva.

    No meu comentário eu só quis apontar para o fato de que Djokovic de 2015, mesmo jogando com adversários superiores, fez uma temporada melhor em relação àquela apresentada por Federer em 2006. Foram adversários melhores e desempenho acima.

    Federer é o melhor e maior jogador da história por tudo que ele fez em quadra. Vê-lo jogar é um espetáculo. De longe, é o jogador que mais gosto de assistir. Sua técnica e naturalidade para efetuar os golpes é incomparável. Mas o nível apresentado pelo Djokovic no seu auge é insano e imbatível. Um jogo eficiente e talvez o mais importante: uma fortaleza mental incomparável. Simplesmente incomparável. Nem parecia humano.

    Abraços, Chileno.

    1. Sérgio Ribeiro

      Nem o Pai mala de Novak acredita neste teu ” Imbatível ” , de Novak em grande fase em 2015, Brasiliense. Federer o bateu no MASTERS 1000 de Cincy 2015 e no FINALS 2015. E não estava no seu melhor, a nosso ver. ABS!

      1. Luiz Fabriciano

        E você acredita mesmo que Djokovic estava em seu melhor quando foi “batido” por Federer na R1 do Finals 2015?
        Então o que aconteceu na final do Finals, Federer voltou ao seu pior?
        Engraçado é que Djokovic pediu um challenger numa bola que seria o match-point do Federer e ele estava errado, ou seja, Federer fechou o jogo. No intervalo entre a R1 e a final, torcedores criticaram o sérvio por seu pedido de desafio, como se fosse uma ofensa ao todo-não-me-toques Federer. Ai na final, Federer ao sacar o match-point para Djokovic, faz uma dupla falta que até de minha casa vi que foi fora, mesmo assim, pede o challenger. Ai sim, tudo dentro dos conformes.

  29. Paulo

    Dalcim, você está acompanhando a indicação pela Tennis Magazine dos 25 maiores tenistas da Era Aberta? Faltam apenas os 5 primeiros e ainda restam aparecer Nadal, Federer e Djoko. Ou seja, eles inevitavelmente figurarão na escolha da revista entre os 5 maiores tenistas da Era Aberta. Dividirão o panteão do tênis com Laver e Sampras que ainda não apareceram na indicação da revista. Queria aqui me antecipar e dizer que a escolha do 6 ao 25 feita até agora me pareceu dentro de rigorosos parâmetros técnicos e de forma absolutamente imparcial. Em tempo, acho que a escolha dos 5 primeiros ficará assim: 5 Djokovic, 4 Sampras, 3 Nadal, 2 Laver e 1 Federer. É só palpite, mas é assim que eu faria a classificação. Por fim, caro Dalcim, a escolha desta prestigiada publicação revela claramente que vivemos a era de ouro do o tênis, com 3 tenistas entre os 5 maiores.

    1. Sérgio Ribeiro

      Poucos entendem Caro Paulo, que se o Pop Star Björn Borg parou precocemente aos 26, o problema e’ exclusivamente dele. Não da’ mais para tirar Novak e Rafa Nadal dos 5 Maiores da História, a nosso ver. ABS!

      1. Rafael

        Depois de relutar por anos, concordo quanto a ser problema dele, Borg. E não estou falando isso com crueldade. É que se formos levar em consideração todos os SEs da vida, ficaria uma grande bagunça, com múltiplos cenários possíveis.

        Também entendo que considerar o SE é meio que irresistível, tanto é que a Abril, há quase 40 anos, publicava estórias da Marvel no Brasil, onde vários heróis passavam por situações que sempre estiveram na cabeça dos leitores. O título da série era “What if..?” (E se..?)

  30. Luciano Serafim

    Boa tarde.
    Para matar a saudade .
    https://youtu.be/N4nBdUNJL60
    esse de 2004 em RG, mostra que Guga tinha um arsenal completo: saque, direita, esquerda e cobria muito bem a quadra.
    Não fosse o problema no quadril, ele estaria no auge em 2005, 2006 e 2007, como podemos ver no video, bola alta na sua esquerda não era problema. Sendo assim , acredito que Guga poderia vencer Nadal em RG, pelo menos 1 vez.
    Bairrismo meu ou Guga tinha alguma chance Dalcom?
    abç

    1. Alexandre

      Sou um dos que acredita que Guga teria problemas com Nadal….Só me vem à cabeça as dificuldades que ele tinha com o Hewitt, então acho que com o espanhol seria mais difícil, acho que o jogo não encaixaria.

      1. lEvI sIlvA

        Alexandre, acredito que muito destas dificuldades contra Hewitt se devam as limitações físicas que Guga começou a apresentar desde a Masters Cup 2000 em diante. No ano seguinte sofreu cirurgia no quadril. Não digo que ganharia todas de Nadal em RG, mas poderia rivalizar com o espanhol, imagino… Abraço!

    2. Rodrigo Lightman

      Primeiro, quero deixar claro que não sou patriota, inclusive torço contra a seleção brasileira de futebol desde a copa de 2006. Em se falando de Guga, Nadal e Roland Garros, há uma grande miríade de suposições. A minha é que se Guga e Nadal se enfrentassem várias vezes na final de RG, Guga venceria mais do que perderia, se os encontros fossem em rodadas intermediárias, o Nadal venceria mais vezes.

      O Nadal iria jogar aquele gancho alto de forehand no backhand do Guga que pegaria a bola na subida e mandaria uma paralela atroz no contra pé, que muito provavelmente quebraria a coluna dele, ou no mínimo um belo de um estiramento na virilha.

      1. Sérgio Ribeiro

        Pois é Rodrigo, depois sou eu que pego no pé’ rsrsrs Com aquele Backhand na pararela devastador , GUGA provavelmente venceria algumas. Mas mesmo antes da lesão , o forte do Manezinho não era a movimentação Lareral. Se pegarmos quem venceu GUGA em Rolanga, o Espanhol simplesmente atropelaria os caras. Portanto vencer mais e’ uma coisa que não acredito. Mesmo que Sacasse a barbaridade que fez com o Suíço. Em 10, chutaria 8 para o Espanhol. Mas isto é somente uma opinião. ABS!

    3. Rodrigo Lightman

      Luciano, fui ver o video do jogo depois de ter comentado aqui, o que corrobora o que escrevi. Agora, o mais interessante são os comentários em inglês. Teve um que disse que num determinado ponto a bola meio que sobrou no fundo da quadra, e talvez nem mesmo Wawrinka optasse por escolher o backhand, esse mesmo disse que foi o último jogo que ele não torceu pro Federer. Outro falou que se Nadal e Guga tivessem sidos contemporâneos, Federer jamais teria chegado numa final de Roland Garros. Ainda teve um que comentou que o Guga fez do Federer um boneco, igual como ele faz hoje em dia com outros jogadores.

      Vejam o video, mas não deixem de ver os gringos comentando sobre o Guga.

      1. Rodrigo Lightman

        O Rafter pra mim foi um dos melhores voleadores que existiu. Ele não tinha um grande saque como Sampras mas trabalhava muito bem na rede. Além disso era um tenista muito educado. Lembro me bem quando ele errava o tempo do saque e dizia: “sorry mate, late”.

  31. Daniel Stevens

    Dalcim, parabéns uma vez mais por seu texto impecável. Tive a oportunidade de assistir ao vivo os jogos de Rogerinho, Monteiro e Belucci. Todos eles jogaram um início de partida bastante aguerrido, com iniciativa e bastante concentração; empurrados pela torcida animadora que estava na quadra central. Porém, após metade do jogo, percebi reações peculiares em cada um dos mencionados…
    Rogerinho começou a flutuar em termos de concentração e nos momentos chave sentiu a pressão, não percebendo que do outro lado era notório o apavoro que Ramos Vinolas sentiu após ser quebrado no 3ro set. Em vez do Rogerinho colocar sua tática em prática foi totalmente envolvido pelo jogo do adversário, e assim perdeu a partida.
    Monteiro é um lutador nato, vibrava em quase todos os pontos chaves do jogo, sempre buscando as bolas e do seu jeito colocando a bola para andar. O segundo set estava nas suas mãos, mas os match-point que teve foram mérito do Cuevas, que simplesmente demostrou ter mais experiência e concentração. Tenho plena certeza que esse jogo não foi Monteiro que perdeu, foi o Cuevas que com méritos ganhou.
    Para finalizar Belucci, simplesmente um jogador com bastante técnica e recursos que ainda sendo comparados com Fognini brilharam em bastantes momentos da partida. Fez um primeiro set impecável. O segundo também iniciou com a confiança em alto e entrou na cabeça do adversário. Quando chegou ao 4×0 eu percebi claramente que na cabeça dele o jogo estava ganho e entrou para sacar “de salto alto”. É assim que deu combustível ao Fognini que foi pegando confiança e apresentou todo o talento que tem. Belucci ao perceber que estava 4×4 não sei o que deu nele, mas simplesmente a bola não andava mais e saiu totalmente da tática inicial. Desde esse ponto até o final da partida ele demostrava frustração e desânimo, na cabeça dele o jogo estava perdido; mal sabia ele que tinha um 3ro set aonde poderia mudar o jogo, mas não jogou mais, simplesmente foi engolido pelo adversário. É preocupante ver o Belucci dessa forma, um garoto com tanto potencial mas que não sabe lutar na adversidade, parece que na cabeça dele fica lembrando o tempo todo oportunidades desperdiçadas e a concentração vai embora.
    Concluindo, não podemos desmerecer esses jogadores, que além das estatísticas oferecidas por Dalcim, fizeram partidas muito emocionantes . O que você acha caro Dalcim?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que temos evidentes limitações nos nossos melhores jogadores, mas eles se esforçam muito. Os três, só como exemplo, treinam demais e são muito dedicados à carreira. Nada de noitada, festas… Muito profissionais.

  32. Rodrigo Lightman

    Quero, aqui, me desculpar com o Dalcim, com os colegas de blog e especialmente o Federer. Num post passado eu o critiquei porque não aguentava mais tanta choradeira. Depois de ler sua entrevista para um jornal americano na qual ele afirmava que tinha vontade se aposentar, refleti sobre o assunto. Aquele choro foi de despedida, de que o fim está próximo. Um fato interessante que na entrevista na entrega dos prêmios, ele não mencionou que estaria de volta no ano que vem na Austrália como ele sempre faz. Acho que ele sabia que sua história naquelas quadras estava ficando para os livros.

    Outro ponto interessante foi sua parada de 6 meses. Ali ele percebeu que existe vida após o tênis, e uma boa vida. Parece me que ele se preparou fisicamente, emocionalmente, mentalmente e espiritualmente para o sprint final.

    Vai pairar um ar fúnebre na quadra central do Melbourne Park em janeiro do ano que vem.

    1. Rafael

      Suas exatas palavras foram “I’m looking forward to it”, ou seja,

      Não vejo a hora.

      A vida tem que seguir, mas quando esse momento chegar, será muito, muito triste para o esporte.

  33. Paulo F.

    Djokovic está machucado, em recuperação, fora do circuito.
    Mesmo torcendo pro melhor tenista de todos os tempos, não esquecem do sérvio.
    Quanto recalque!

  34. Luiz Fernando

    Parece q a carreira do genial do Wawrinka não caminha para um final feliz. Além do joelho comprometido, pelas fotos ele está gordo como nunca. De qualquer forma, ganhou mais do q deveria, em especial GS ajudado por contusões dos adversários nas finais (AO contra Rafa e USO contra Djoko).

    1. Rodrigo S. Cruz

      Só porque o Wawrinka venceu o Nadal com um tênis vibrante e agressivo, não é motivo pra você mostrar tanto recalque.

      O Wawrinka ganhou deles dois porque mereceu.

      Esta desculpa de contusão, além de mentirosa é ridícula.

    2. carlos

      Final histórica em RG. Luis Fernando e Roger Federer.
      O brasileiro é a maior zebra da história depois de eliminar ninguém menos que Rafael Nadal na semi.
      Mas LF sente a pressão.
      Federer tem match point. Mas na hora do saque acontece o imprevisto. Ele sente a lesão nas costas que o incomodou o torneio todo.
      Pede atendimento.
      Volta mas mal fica de pé e abandona a partida.
      LF é o novo campeão.
      Mas num gesto supreendente ele recusa o troféu dizendo que jamais aceitaria um título sobre um adversário sem condições.
      Então a Federação declara ambos campeões.
      E viveram felizes para sempre.

  35. Sérgio Ribeiro

    Tem gente se confundindo todo com Era Aberta ( 1968 ) e a carreira de THOMAZ KOCH. O Dalcim esclareceu mas não prestaram atenção . O TOP 24 foi atingido em 1974 ( primeiro SLAM de Björn Borg ) , o Título de Rolanga em mistas em 75 , Final de ATP em 76 já com a terrível Ernia de disco. Mesmo sem poder praticar com toda a eficiência seu espetacular Saque-Voleio continuou se divertindo até 1982. Portanto nada de ter jogado pouco tempo na Era Profissional . Abs!

      1. Rodrigo Lightman

        Oh Sergião, você gosta de implicar comigo hein… O Dalcim escreveu : “Os grandes resultados do Koch foram na era amadora e no primeiro ano de circuito profissional, Sérgio.”

        Depois em outro comentário ele disse que Koch jogou até 1982, aí fiquei confuso. Agora eu sei que no segundo ano da era profissional ele estava com hérnia de disco e não conseguiu jogar como antes.

        Valeu caro Sergião, vivendo e aprendendo.

  36. Luciano Serafim

    Boa noite Dalcim,
    Sou leigo no assunto, mas assistindo o Rio Open pela tv, parece amador em comparação co outros ATPs 500, Roterdã, Basel, Barcelona, Dubai………
    Fognini acha que a quadra 1 não está a altura de um Atp 500, se mais algum jogador acha isso, não tornou publico.
    O que você acha?

    1. José Nilton Dalcim

      Não estou no Rio, Luciano, e não gosto de fazer críticas nem elogios sem estar entendendo a real situação. O piso não parecia de todo bom, mas choveu demais na véspera e ontem o dia estava também muito úmido. Acho que existem falhas, mas puxa temos um ATP 500 que traz vários top 10 ao país… A única reclamação é o preço dos ingressos, que considero um tanto fora da realidade nacional.

  37. Gustavo

    No caso do Bellucci seria interessante saber como essas estatísticas estão evoluindo com o tempo. A impressão que dá é que no auge da carreira os números devem ter sido bem melhores com um grande declínio nos últimos anos, ou seja, tirando a média parece que está tudo bem, mas isso acaba mascarando o desempenho atual. Outros tenistas como Guga e Meligeni parecem ter tido carreiras mais estáveis, pelo menos na minha visão leiga. Seria possível fazer essa mesma estatística comparando as duas metades da carreira dele por exemplo?

  38. carlos

    Acho que quem critica as derrotas dos nossos tenistas levando em consideração o fato de jogarem no Brasil, devem estar acompanhando o esporte errado.

  39. Renato

    Opelka, 20 anos, Fritz, 20 anos, Shapovalov, 18 e Chung(aquele que humilhou Novak na Austrália), 21. Todos estão nas quartas em D.Beach. E aí, Dalcim, gostou do avanço da nova geração na chave? E o jogo Shapovalov x Fritz promete.

      1. Sérgio Ribeiro

        E’ apenas uma demonstração que as figurinhas carimbadas do Top 10, dificilmente retornarão. Tiafoe bateu Del Potro numa quadra que o Hermano adora. Os que não assistem aos jogos depois de anos com a famosa ladainha da geração fraca, agora somente falam do Circuito fraco. Ao contrário, fora Federer e Rafa Nadal, os Trintões estão tendo sérios problemas com a novissa geração.Abs!

    1. Rodrigo S. Cruz

      Pra mim, não está com nada esse tal de DOUTOR Fritz. (rs)

      É um dos jogadores mais sem-graças da nova geração.

      Só sabe sacar…

  40. Americo S. M.

    Boa noite Dalcim, como sempre um ótimo post. Fazendo um pergunta fora do contexto, vi o jogo do Rogerinho com o Albert Ramos Viñolas, sem desmerece-lo, mas não vi nada de especial em seu jogo, como pode estar no top 20? Parece que o nível fora do top 10 está muito baixo, o que me diz?

    1. José Nilton Dalcim

      Ramos tem limitações e méritos, Américo. Sem dúvida, não é um tenista espetacular, mas tem muita consistência no fundo de quadra, joga muito bem no saibro e já derrotou até Federer em quadra dura.

  41. Rodrigo S. Cruz

    Luiz Fernando:

    (…) “Mas vc há poucos dias dizia q ele parar depois de perder do Burgos, mudou de opinião? ” (…)

    Aquilo não foi opinião, cara.

    Sempre que o Bello perder jogos para tenistas assim, eu vou ficar puto.

    É só um desabafo que eu faço sempre…

    Nada mais.

      1. Rodrigo S. Cruz

        Tenho zero motivos pra mentir, amiguinho.

        Continuarei torcendo pelo Bello, e também malhando quando ele merecer. Como SEMPRE faço.

        Diferente de você que só sabe criticar e diminuir…

  42. Gilvan

    Dalcim, pergunta simples e direta> existe algum torneio no circuito da ATP/M1000/GS em que o piso seja mais lento que o Rio Open?
    Vejo que temos aqui todas as variantes de quadra lenta> saibro, torneio disputado na altura do mar, quadra aberta (nao eh indoor), altissima umidade todos os anos, inclusive com chuva… acho que rivaliza com Monte Carlo.

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, entre os maiores torneios provavelmente está como Monte Carlo. Mas há dias de muito sol no Rio e isso deixa o piso mais liso e veloz do que o monegasco.

  43. Marcos

    Alguém acha aqui que o Bellucci caiu na catimba do Fognini ? Tava levando um vareio do belucci e inventou aquele atendimento de fisoterapia pra dar uma esfriada na lambada que tava levando. No fim, Bellucci se perdeu em quadra, mas ainda acho que foi jogo sujo do italiano marrento e catimbeiro.

    1. Marcelo

      Não achei que foi jogo sujo. Ele fez tudo dentro da regra, e não me pareceu que ele desrespeitou o Bellucci em nenhum momento.

    2. Rodrigo S. Cruz

      Desculpe,

      Mas o Fognini não estava levando vareio coisa nenhuma…

      Pelo contrário, O Bellucci apanhou dele que só.

      O número de winners que ele encaixou no brasileiro, nesta partida, foi DESMORALIZANTE!

      É claro que bolas vencedora não definem o vencedor do jogo.

      Porém demostram quem foi mais agressivo, e geralmente, quem joga com mais facilidade.

      O Fognini vinha errando muito, mas quando conseguiu controlar isto, ele passou por cima do Thomaz.

      Literalmente…

  44. Renato

    Novak agora está sendo acusado de improbidade administrativa. Já teve o nome envolvido com dopping, máfia das apostas e etc. Mentiras? Pode ser que sim, pode ser que não..

    1. Luiz

      Ta…
      Ele mais 100 milhoes de dolares em premios
      Fora patrocinios…
      Precisa muitooooo de máfia…
      Ai ministério público quer acusa-lo, se o coitado não recebeu o prometido…
      Olha eu acho

      Brasil acho dificil ele voltar…

      1. Renato

        O suposto envolvimento com a máfia foi quando ele era um garoto, disputava challengers e levava cacetadas de tenistas inexpressivos, incluindo o brasileiro Júlio Silva. Talvez, naquele momento, uns dólares a mais lhe caíam bem.

    2. Bruno Souza

      Improbidade administrativa? Não sabia que ele tinha um cargo na Administração Pública de algum país do mundo. Obviamente não é esse o caso. Qual sua fonte de “notícias”? Já pensou em verificá-las antes de postar tais bobagens? As demais são apenas falácias que não merecem sequer refutação.

  45. Luiz Fabriciano

    Mestre Dalcim, apesar de o tênis masculino brasileiro ser atualmente um fiasco, os números estatísticos são um alento.
    Mas números estáticos em percentuais deveriam obrigatoriamente ser acompanhados dos números reais, por exemplo, Bellucci tem x% de vitórias depois de ganhar o primeiro set – em quantos jogos? Você colocou o número percentual de Guga. Não faço a menor ideia de quantos jogos o Guga fez oficialmente, mas acredito que seja umas três vezes mais que o que tem o Bellucci. Tiago Monteiro então nem se fala. Resumindo o que quero dizer, não acredito em nenhum avanço dessa turma. Tinha esperanças em torneios pequenos, regionais como Rio e São Paulo, mas nem isso mais temos.
    Um grande abraço para você.

  46. Renato

    Rafael Nadal declarou uma vez: “Novak cobre a quadra melhor do que eu”. É o jogador que melhor se defende no circuito”. Pra mim está bem claro que, assim como Nadal, o sérvio tem como maior destaque o físico e a capacidade de se defender. Tecnicamente, não serve para varrer o chão que Federer pisa. Ele e o do balão são os dois “montros” do “físico privilegiado” que a ciência não consegue explicar.

  47. Renato

    Corrupção+Povo(sem generalizar) que está mais preocupado com praia, samba e futebol, além de não saber votar+ estado fraco+ país sem expressão alguma no tênis, atualmente +amadorismo+ violência= Rio Open com público fraco.

  48. Diego Avancine

    Os dados apresentados desconstroem a noção errada que o Bellucci tem de tomar viradas. Parabéns pela sempre boa análise e sem “clubismo”. Falta muito das suas qualidades no jornalismo esportivo brasileiro!!

  49. Rafael Wuthrich

    Dalcim, acho que não dá pra comparar Bellucci com Monteiro e Rogerinho. Enquanto Ceará e Rogerinho fizeram jogos duros e saíram insatisfeitos, mas com o diagnóstico correto da derrota.

    Já Thomaz estava perdido na entrevista. Sem saber o que dizer o porquê da queda abrupta de desempenho e, pior, dizendo que a tática “era uma coisa pessoal”, Thomaz beirou o ridículo. Ora, como um tenista quer esconder aquilo que todo mundo notou há minutos? É tão complicado e pessoal admitir que jogou defensivamente de forma errada (poucas vezes vi um cara passivo cometer tantos ENF) e jogar na rede afobadamente? Me pareceu simplório demais admitir que jogou errado.por cometer erros e ficar passivo.

    Tenho pena do André Sá, sinceramente. O que achou das declarações inocuas de Bellucci, meu Guru?

    1. José Nilton Dalcim

      Não sei se você já perdeu um jogo absurdo, Wuthrich. É muito difícil pensar claramente, a coisa está remoendo em sua cabeça. Achei absolutamente normal sua falta de palavras. O que me irritou foi sua exibição em si. Ah, e eu comparei Bellucci também a outros brasileiros de ponta (veja o texto) e também aos tops do ranking.

      1. Rodrigo S. Cruz

        Bom,

        Eu achei que ele não mentiu na entrevista…

        Pois parecia ATORDOADO demais para conseguir mentir.

        O que eu vi ali foi ele bastante decepcionado por ter liderado por 4 x 0, e ainda levado uma virada.

        E ele confessou também que jogou mal. Pois, devia ter mantido a pressão sobre o Fognini até o fim.

        Portanto,eu não vi nada de ridículo na entrevista, como afirmou o Rafael…

        Ridículo pra mim, seria ele dizer que até jogou bem, mas que o Fognini fora espetacular.

  50. Luciano Valentim

    Triste. Perder de 7 a 1 pra Alemanha na Copa foi humilhação. Mas é o que dizer desta lavada que estamos levando da Argentina neste momento. No Top 100 da ATP, 7 a 0… Isso mesmo. E os hermanos tem um top 10, dois top 30 e três top 50. Feia a coisa. E olha que ainda tá chegando a gira do saibro… Não estamos nem falando de Davis, que aí o buraco é bem mais embaixo, ainda que tenhamos os melhores duplistas do mundo… ????
    Argentina
    Nome Ranking
    Del Potro 10
    Schwartzman 23
    Mayer 49
    Pella 55
    Delbonis 63
    Zeballos 68
    Kicker 86

  51. Bruno

    Dalcim,
    Tira uma dúvida aqui.
    Quando aparece o prize money dos jogadores de simples,é computado tb o que eles ganharam jogando duplas?

    1. José Nilton Dalcim

      O prize money que aparece no perfil é geral. A ATP divulga isso separadamente em seu site, mas apenas ao longo da temporada.

  52. joao

    Dalcim o jogo de duplas exige tão pouco do fisico assim, pois vemos nadal com peoblemas no joelho e com um calendario muitoo cheio decidindo jogar duplas em IW, qual seria a inteçao dele em jogar duplas? Apenas dinheiro?

  53. Fernando Brack

    Dalcim, não vi se alguém já perguntou e se vc respondeu ou comentou: o Bandsports comprou os direitos para transmitir os ATP 500? Tava passando muito da hora de algum de nossos canais pagos fazer isso.

    1. alessandro sartori

      Não fala de Bandsports por aqui não, pq com certeza logo vai vir alguém e cornetar o canal, canal esse que com todas as dificuldades que dizem que o grupo Bandeirantes vem passando, ainda sim presenteou os amantes do tenis no Brasil com os eventos 250 e 500… se eles colocassem o louco do Neto e o Denilson pra fazerem os jogos, ainda sim eu assisto, estavamos desde meados de 2015 sem esses eventos quando uma lei fez com que o ótimo canal que só a SKY tinha, deixou de existir…

  54. Júlio Marinho

    Fale Dalcim!
    Bom dia!

    Off topic: Eu estive relutante por um tempo com as afirmações de que o Federer estaria jogando o melhor tênis da carreira dele agora, mas agora tendo a concordar cada vez mais com isso. O saque está muito efetivo, direita e voleios excelentes como sempre, o backhand está não só mais seguro, mas o golpe é melhor hoje, mais profundo e rápido, mais preciso nas mudanças de direções. A devolução de saque é absurdamente superior. É claro que ele não é tão rápido como antes, não chega naquelas bolas impossíveis, mas parece não precisar de todos os pontos para fazer o jogo fluir, economiza físico e enorme senso de antecipação e de se dedicar aos pontos importantes (o que é bem o estilo extremamente vencedor que o Delpo adota, para mim é o jogador que mais diferencia o comprometimento pontos importantes de pontos irrelevantes). Esse torneio de Roterdam ele esteve incrivelmente bem, nesse tipo de quadra, acho que ele está realmente melhor, mais eficiente.
    Aí pensei em qual seria o desafio do Federer hoje. Chegou ao número #1 de novo, e convenhamos, ele foi o melhor jogador de 2017 também, ficou muito perto do Nadal, com muito menos torneios, inclusive a situação de agora é essa, na frente com bem menos torneios. Então, alcançou isso e manter-se ou não lá seria algo secundário. Se tiver que jogar demais para se manter lá, nem valerá a pena. Do jeito que o último Wimbledon veio, achei até sem graça, com esses adversário caindo pelo caminho com bolhas e problemas estomacais. E olha que é GS, mas pra ele parece que vencer um Slam nem parece tão especial mais. Eu sei, claro, é importante, dificílimo, mas do jeito que veio o último Wimbledon, parece que jogou 80% do que poderia para vencer.
    Por isso, eu acho que um desafio que ele poderia se impor é tentar vencer Roland Garros de novo! Claro, eu sei, tem o Nadal, que é melhor no piso de todos os tempos, Wawrinka (?) e Thiem seriam adversários consideráveis, sem falar de Djokovic. Os jogos são mais longos, o saque faz menos estragos, mas o Federer de hoje é melhor e não tem mais o bloqueio mental e barreira do backhand contra o Nadal. Está jogando bem do fundo da quadra e ainda aguenta uns bons pontos longos. Como sempre, a chave é conseguir economizar físico ali nas primeiras 4 rodadas, coisa que ele já faz bem em quadras velozes.
    Se fôssemos pensar em ele voltar a ganhar um GS antes de 2017 ou voltar ao #1 do mundo, também acharíamos impossível. Não vejo glória maior pra ele do que se ele conquistasse RG pela segunda vez. Acho que é totalmente aceitável considerá-lo na condições atuais como um enorme postulante às 4as de final, depois disso são mais 3 jogos, talvez Nadal, no que seria o maior desafio. Dalcim: não seria um desafio espetacular para se colocar?? Seria tão impossível assim pra ele nesse momento em que joga tão bem?

    Abç

    1. José Nilton Dalcim

      Não, não seria impossível desde que ele adapte todo seu jogo ao saibro, que exige outra movimentação, mais paciência. Acho que, com uma boa chave, ele pode sim ir longe.

    2. Marcos

      Júlio, só tem um problema, o Nadal jogando em RG é um monstro, a bola dele quica e sobe muito e cono ele joga sempre na esquerda do mestre os erros de BH do RF começam a se multiplicar e com o passar do jogo isso vai tirando a confiança do mago e a derrota infelizmente é inevitável
      Abs

      1. Júlio Marinho

        Fale Marcos,
        cara, eu até concordo que será difícil, minha questão era pensar em algo que realmente motivasse o Federer nesse momento, e não poderia ter desafio maior pra ele. Quanto ao back é verdade, o saibro é melhor pro quick da bola cheia de spin do nadal, mas se isso respondia por uma enorme parte do jogo, o mental que era a outra parcela também, já não existe mais .. se perdesse, acho que não faria qualquer mal a ele nesse momento. Mas, se ganhasse, aí, meu amigo, poderia já encerrar o ano em êxtase… Abç!

  55. Periferia

    Olá Dalcim…….acho os comentários sobre o Belucci um exagero, fica parecendo que o tenista tem obrigação de vencer…….não por ele, mas sim pelos “torcedores”…….cheguei a ler um comentário onde o rapaz dizia que tem nojo do Belucci……..muitas críticas, críticas até mesmo sobre o caráter………o país não ajuda, de certa forma é um país de fracassados, um país que não vai pra frente, onde a revolta não é sobre a corrupção, a maioria fica revoltada porque não convidaram para participar da corrupção………….Pegam um cara como o Belucci, que é um tremendo tenista e jogam toda frustração possível e imaginável em cima do cara……..a pergunta que deve ser feita não é sobre o psicológico ou o físico do Belucci e se alguém que participa desse blog criticando raivosamente ele em algum momento da vida conseguiu ficar entre os 100 melhores do mundo em sua atividade?………..e nem digo entre os 30 onde ele já esteve……..podemos ficar decepcionado com um jogador, um esporte……faz parte…….mas a raiva…..aquela vontade de destruir carreiras……deveria acabar…..abs

    1. Rodrigo Lightman

      Concordo e discordo. Concordo que há muita raiva e revolta contra o Bellucci, parecendo ser uma frustração generalizada dos brasileiros. Discordo que comentar sobre o físico, o mental, ou até mesmo sua tática de jogo, seja agressão ou frustração. Esse blog é para debatermos tais assuntos, mas sempre respeitando os tenistas, alguns extrapolam.

      Discordo veemente dessa colocação que já escutei muito sobre ser bom em sua profissão tanto quanto um top 50 ou top 30. Essa comparação é ridícula. Quantos médicos, engenheiros, advogados, professores, jornalistas e por aí vai existem no mundo? Só no Brasil existem mais de 370 mil médicos atuantes. Imagine no mundo, milhões. Jogadores de tênis profissionais inscritos na ATP devem ter uns 2 mil, acredito eu, acho que o Dalcim pode ter dados mais precisos. Então se você é um bom médico, bom advogado etc, pode ser considerado um top 50, se você for um excelente profissional na sua área um top 30 e se tiver renome internacional, com livros escritos, trabalhos científicos, um top 5.

      Mas diga me , por que essa revolta tão grande?

      1. Periferia

        Olá……..o exemplo á apenas para mostrar que o Belucci chegou na ponta da piramide ……….não é um problema de quantidade e suas profissões ……isso é bobagem…………..o pessoal confunde muito revolta com injustiça…………..no meu caso não aguento ver uma injustiça…….e não tenho vergonha de mostra-la……não que eu seja exemplo pra nada…….mas se a maioria mostra-se indignação com uma injustiça quem sabe a nossa aldeia seria melhor…abs

  56. Rodrigo Lightman

    Alguém aqui se lembra de um jogo histórico, válido pela terceira rodada do US Open de 2001? Ocorreu entre um jogador de saque e voleio e um que jogava no fundo da quadra. As parciais foram 6/7, 5/7, 7/6, 7/6, 6/2. É considerada uma das partidas com maior nível técnico já jogada até hoje. O mais incrível que o jogador de rede não tinha grandes números na simples, mas muito eficiente nas duplas. O jogo foi realizado na sessão noturna, durou 3: 30 H e foi terminado de madrugada.

    Guga e Max Mirnyi protagonizaram um dos jogos mais eletrizantes entre dois diferentes estilos de jogo. Ambos tiveram aproveitamento de mais de 67 % de primeiro saque. Guga bateu seu recorde de aces numa partida com 33 e teve surreais 13 erros não forçados, numa partida em que a pressão era constante com a Besta, apelido de Max Mirnyi , sempre na rede. Ao final do segundo set parecia impossível Guga vencê lo, mas aquele dia os dois estavam inspirados e prevaleceu a estrela do maior tenista brasileiro.

    Infelizmente, depois daquele jogo, Guga começou a sentir o quadril, como ele mesmo dissera algum tempo depois. Apesar da presença de Federer, Nadal e Djoko, sinto falta do estilo saque e voleio, onde os jogos eram muito mais emocionantes e dinâmicos do que hoje. Os bons tempos não voltam.

    1. lEvI sIlvA

      Lembro sim, do jogo, Rodrigo. Foi mesmo excepcional o que estes 2 fizeram em quadra! Mais ainda, o nosso Guga levar a melhor no embate. Tenho o jogo aqui na íntegra, caso tenha interesse em obtê-lo. Apesar das estatísticas e tudo o mais, há dois outros jogos que me interessaram mais pessoalmente. A SF contra Sampras na Masters Cup em Lisboa e a Final Cincinnati 2001 contra Rafter. Dois excepcionais jogadores de estilo saque- voleio derrotados por Guga de forma impressionante. Abraço!

      1. Rodrigo Lightman

        Obrigado por oferecer o video do jogo Levi , mas esse já está na memória. Também me lembro bem daquela final de Cincinnati, se não me engano as parciais foram 6/1, 6/3, algo assim. Abraços!

    2. Luiz Fabriciano

      Rodrigo, lembro-me bem desse jogo. Teve um lance que o bielo-russo foi sacar, a torcida em sua maioria a favor do brasileiro, com os braços esticados, simbolizando uma proteção contra o saque-bomba do adversário.
      Mas quanto ao record de aces do Guga, não sei exatamente se foi antes ou depois desse jogo, mas foi em uma disputa da Davis, no Canadá contra o time local, apesar de Guga ter perdido o jogo, fez 47 aces.
      Até!

  57. Ulisses Gutierrez

    Dalcim

    mudando de assunto e falando agora sobre essa entrevista recente do Federer sobre aposentadoria. Vc acredita que ele pare ao final do ano? Pelo que vejo eu apostaria, e com quase toda certeza, que ele deve para ao final de 2019, quem sabe jogue em 2020 por conta dos jogos olímpicos, mas não acredito nisso. Para mim fica a sensação que ano que vêm será sua turnê de despedida infelizmente. O que acha mestre, qual sua opinião?

      1. Andre Borges

        Pra mim é bastante claro que ele vai até 2020 e encerra nas olimpíadas ou Wimbledon, o que vier segundo. A não ser que daqui até lá ele caia muito de rendimento, aí talvez pare antes.

  58. Mario Cesar Rodrigues

    Dalcim,engraçado viu o Rio de Janeiro é uma falsa imagem,quer saber o torneio só é realizado por causa dos patrocinadores sim eu sei que todos existem patrocinadores mas Dalcim não tem graça arquibancada vazias e falam que está tudo vendido o Rio não tem jeito pqp!E o Federer cogitou aposentar Federer não aposenta não!

    1. Luiz Nunes

      McVirgulino, e o Nadal cogitou jogar duplas em IW, prá depois ficar reclamando do calendário, de lesões e etc… Vou te plagiar…
      “Vá se catar…”

  59. Luciano Serafim

    Bom dia
    Acabo de ver a que Nadal vai jogar duplas em Indian Wells, depois de alguns post em que a maioria acha que pela idade, 31 anos, ele deveria se poupar mais, me parece que ele e sua equipe não acham.
    Abç

  60. Alexandre Maciel

    Que bela matéria, Dalcim. Obrigado por se dar ao trabalho de levantar esses números e compartilhá-los conosco.

    Dalcim, você vai ao Rio assistir a algum jogo? Eu e minha família vamos ver as semi-finais no sábado, embarcaremos amanhã para o Rio. Espero encontrar o pessoal do Blog por lá. Será fácil me encontrar no bar da Stella Artois.

    Grande abraço a todos…

  61. Luiz Fernando

    Nadal é insano e Moya não conseguiu mudar nada no quesito “bom senso”, pois logo ele q convive com problemas recurrentes de contusão agora decidiu jogar simples e duplas em IW. Depois os desastres físicos ocorrem e vem com aquela cara de cachorro q caiu da mudança dizer isso ou aquilo. Tudo tem limite na vida, a experiencia em geral se acompanha de aumento do bom senso, mas no caso dele parece q o aumento foi da burrice kkk…

    1. Rodrigo S. Cruz

      Esta frase originária do Márcio:

      ” cara de cachorro que caiu da mudança”, acabou VIRALIZANDO aqui no blog.

      Agora, todo mundo faz uso dela.

      Kkkkk

  62. Rubens Leme

    Dalcim, você não acha que o maior problema desta geração é a falta de plano B tático e a pouca intimidade com o piso duro? Bellucci, Rogerinho, Feijão e Monteiro são fracos na rede, perdem pontos preciosos ali.

    E ainda acho que a pior parte do Bellucci é a leitura tática durante o jogo. Quando o adversário muda, ele fica perdido e fez um uso ruim de algumas jogadas, como as deixadinhas e acaba acelerando seus golpes, porque ele é agressivo.

    Acho que precisamos ter jogadores mais consistentes fora do saibro e que saibam jogar na rede.

  63. Luciano Serafim

    Bom Dia
    Dlacim, já vi vários jogos do Monfis com essa cara de acabado, mas parece teatro.
    Olhando o jogo, se Cilic ganha o 2 set, parecia que Monfis não aguentaria o 3 set, o que acha Dalcim, ?
    abç

  64. Rafael

    Guga também perdeu jogos “ganhos”. Guga também venceu depois de se complicar sozinho em jogos controlados. Guga também me fazia sofrer.

    Não há comparação entre Guga e Bellucci, mas torcerei por Bellucci até o dia em que ele decidir pendurar as raquetes. Não consigo sentir a mesma coisa por Dutra ou Monteiro.

    Assim como nem Barrichello nem Massa eram Senna, no entanto sempre torci por Barrichello e nunca senti o mesmo por Massa.

    Mas cada um é cada um.

    1. Rodrigo S. Cruz

      Rafael,

      Eu sinto EXATAMENTE o mesmo!

      Nunca consegui torcer por Barrichello e nem por Massa.

      Quando tocava o tema da vitória, parecia que não combinava com eles…

      Mas, no caso deles dois, fica quase impossível mesmo, depois de eu ter torcido tanto pelo Senna.

      O tricampeão tinha um carisma inigualável, além de ser considerado o melhor, por muitos…

      E por algum motivo (talvez carisma também) eu não consigo torcer pelo Monteiro, tanto como torço pelo Bello.

    2. Bartolomeu

      Eu torci muito pro Guga, muito mais do que torço para o Federer, e talvez por isso duas derrotas dele não me saem da cabeça, ambas no US Open, nas quartas de 1999 e 2001.

      Em 1999, foi um dos jogos mais intensos que vi, ele contra o Pioline, em que, após ganhar o primeiro set, Kuerten perdeu os próximos três sets no tie break. Lembro que ele abira vantagem, parecia que ia levar o set, mas depois o Pioline conseguia se recuperar. Lembro que, nesse jogo, o Guga cometeu um número quase absurdo de foot faults na hora do saque. Fiquei inconformado porque durante o tempo todo eu sentia ele jogando melhor, e a derrota foi nos detalhes.

      E depois, em 2001, Guga vinha com tudo nos torneios preparatórios para o US Open, ganhando torneios, derrotando especialistas na quadra dura. As quartas seriam contra o Kafelnikov, que sempre perdia para o Guga nos slams, e que havia sido derrotado semanas atrás, inclusive. E então o Guga entra totalmente apático, e perde em sets diretos sem oferecer o menor trabalho. Fiquei muito chateado.

      E a outra derrota foi aquela final em Miami contra o Sampras, mas essa a gente coloca na conta da arbitragem.

      1. Rodrigo Lightman

        Aquele US Open de 2001, o Guga ficou exausto depois do jogo contra o Mirnyi, válido pela terceira rodada. Inclusive ele cita que seus problemas no quadril começaram a aparecer ali. Tem um comentário meu falando exatamente sobre isso mais acima. Tanto que em fevereiro de 2002 ele entrou na faca (cirurgia).

        Para mim, sua carreira como tenista de primeira linha terminou ali. Depois disso ainda conseguiu ganhar alguns torneios e dar uma aula de tênis ao Federer, então número 1 do ranking, de como se jogar em Roland Garros .Isso nos mostra o quanto Guga foi grandioso e o quanto mais ele poderia vencer grandes torneios.

        1. Rodrigo S. Cruz

          Não…

          Não teve a ver propriamente com exaustão física.

          Mas justamente naquele torneio, o Guga chegou ao extremo do que o seu quadril, já problemático podia suportar.

          Tanto, que logo após a vitória sobre Max Myrni, e na sequencia sobre Albert Costa, ele não jogou NADA contra Kafelnikov.

          E assim que saiu do torneio, já foi atrás do médico que havia operado Magnus Norman, nos EUA…

          1. Rodrigo Lightman

            Concordo com você Cruz, acho que o rendimento tão baixo do Guga contra o Kafelnikov foi mais pelo quadril do que cansaço. Mas o jogo contra o Mirnyi foi a gota d’agua para piorar de vez o quadril dele.

        2. Bartolomeu

          De fato, aquela virada contra o Max Mirnyi, dois sets abaixo, foi espetacular. É que depois ele ainda passou pelo Albert Costa (estou vendo a chave aqui) em sets diretos e parecia recuperado.

          Mas concordo com o que disse: não fossem tantos problemas de lesões, acredito que o Guga teria ao menos 5 slams, e talvez ainda mais, se pegasse esse padrão de quadras mais lentas que vieram nos anos seguintes

          1. Rodrigo Lightman

            Bartolomeu, em 2002 quando ele operou o quadril ele tinha 27 anos, ainda dava para fazer muita coisa, como dar uma sova no Nadal em Roland Garros, rsssss.

            Abraços!

  65. Luiz Nunes

    Prezado Dalcim, bom dia!!!
    Existe alguma possibilidade do ATP 500, do Rio de Janeiro, ser extinto devido a falta de afluência do público??? Como pode um Torneio deste nível, com jogadores bons e arquibancadas vazias…
    Será o valor dos ingressos???
    Grato pela sua atenção,
    Abçs.

    1. Sandra

      Eu sempre vou, realmente as arquibancadas parecem vazias, mas dentro de jockey tem tanto entretenimento que você não se mexe de tanta gente, muita lojas, e muitos restaurantes, tudo de primeira

    2. JANAINA M. DIAS

      Luiz, o preço dos ingressos vai de 200,00 a 550,00 reais. No Brasil não dá pra cobrar esse preço, fica muito pesado..ainda mais levando-se em conta que o público de tênis aqui é muito menor do que o do futebol, por ex. É uma pena..

  66. Rafael

    Rafael Brasiliense
    21 de fevereiro de 2018 às 20:59

    Um smash ou um slice defeituosos não se compara com a importância de um backhand fraco e um mental instável, Renato.

    Concordo. Nenhum jogador é ou foi perfeito, mas Djokovic tem todos os golpes que mais importam para ganhar uma partida BEEEEMMMMM acima da média.

    Dar espetáculo é uma coisa. Vencer é outra. Federer é o melhor nos dois quesitos, os números provam isso. Mas parece que nem os números servem para acalmar a necessidade de certos torcedores de Federer em diminuir os feitos dos adversários. Aliás, é impossível para qualquer torcedor de Federer diminuir Djokovic de qualquer maneira que tente, já que Djoko é o jogador (junto com Nadal) que mais venceu Federer em toda a sua carreira.

    Da mesma forma que Federer nada tem a ver com qualidade do circuito, contusões dos outros, etc, Djokovic está contundido e nunca fugiu de Federer. Pelo contrário. Considero sua maior vitória a do US Open com o complexo INTEIRO contra e ele frio como gelo.

    Ao contrário dos que torcem para Djokovic voltar logo, acreditando que Federer reverteria rapidamente o H2H negativo, torço pra Djokovic voltar em boa forma, pronto e disposto. Seria muito legal ver os dois se enfrentarem novamente.

    Por fim, tirando Nadal, que ainda pode ganhar de Federer em um eventual jogo entre os dois, até o dia em que Federer parar, Djokovic será, na pior das hipóteses, o 2o. jogador que mais venceu o maior vencedor da história. Não é pouca coisa.

    1. Chileno

      Concordo contigo e com o Rafael. O Djokovic praticamente não tinha pontos fracos em seu jogo na época em que ele estava voando. Eu só discordo do Rafael Brasiliense quanto ao jogo dele em si, e quanto à competitividade do circuito em 2015, o que não diminui em nada a eficiência do jogo do sérvio. Pra mim, ele massacrou um Nadal combalido, um Murray que engrossava por um set ou dois e depois perdia sozinho, e um Federer que não se movimentava bem e não aguentava jogar mais que 2 sets em alto nível.

      Toda a argumentação do Rafael Brasiliense se baseou no desempenho do Djokovic. Porém, em termos de tênis mesmo, o Djokovic 2011 jogava mais que o Djokovic 2015, na minha opinião. Seu desempenho foi só um pouco menor do que em 2015, mas a concorrência era muito maior, na minha opinião. Do Big Four, o Nadal estava voando, o Federer estava muito bem também (melhor que em 2015, na minha opinião) e só o Murray, acredito ter sido mais competitivo em 2015 que em 2011, e mesmo assim, ele não conseguiu encarar muito bem o sérvio. O outro senão fica por conta do Stan, que em 2011 ainda não era uma força muito relevante no circuito. Mas eu acho que Nadal 2011 + Federer 2011 + Murray 2011 > Wawinka 2015 + Federer 2015 + Murray 2015.

      Nole em 2011 cobria maravilhosamente bem a quadra, sua devolução era fulminante, e ele ainda atacava com uma eficiência absurda tanto de forehand, quanto de backhand, na cruzada ou na paralela. Isso ele não fazia em 2015. Era até bonito de ver o jogo dele. Tijolada de tudo quanto é lado da quadra. O Djoko 2015 se defendia melhor que em 2011, sacava melhor e contra-atacava melhor. Mas ele perdeu aquela ofensividade que eu tanto gostava de ver.

      1. Rafael Brasiliense

        Chileno, eu respondi ao seu último comentário no post anterior. Creio que você não tenha visto. Não me baseei apenas nos resultados, como também nos adversários. Segue a resposta.

        O Murray terminou a temporada de 2015 em segundo lugar no ranking. Portanto, ele foi o melhor jogador do circuito depois de Djokovic, apesar da grande temporada do Federer. Dizer que ele não jogou bem não faz o menor sentido. Ele não venceu GS, é verdade; porém, com exclusão ao USO, fez excelentes campanhas em todos eles. No Australian Open chegou à final e foi derrotado por Djokovic. Em RG caiu nas semis, mais uma vez para o sérvio. Em Wimbledon foi derrotado novamente nas semis, desta vez pelo Federer. Nos Masters ele venceu dois – um deles em Madrid, derrotando Nadal na final, em sets diretos -, fez outras duas finais e mais 3 semis. Ele chegou nas semis ou na final de 11 dos 13 torneios importantes os quais disputou, caindo em todos eles para Djokovic ou Federer.

        Já em 2016 houve a queda do sérvio, além da ausência do rei dos Slams, os dois maiores carrascos de Murray na temporada anterior e de sempre, o que abriu caminho pra ele chegar ao topo.

        Wawrinka, por sua vez, fez a temporada da sua carreira. No AO caiu nas semis para Djokovic em 5 sets. Venceu RG diante do mesmo adversário, até então invicto na temporada em grandes torneios. Em Wimbledon chegou às quartas, sendo eliminado num jogo de 5 sets muito disputado. No USO, chegou até a semifinal, caindo para Federer. Chegou à semifinal também no Finals, caindo novamente para seu compatriota. E ainda fez duas semifinais de Masters, parando em uma delas diante de Roger e na outra diante do melhor jogador da temporada.

        Talvez dizer que o circuito de 2015 era incrível não seja apropriado para alguns. Mas, indiscutivelmente, era superior ao de 2006, quando Federer estava no seu auge. É isso que importa aqui. Djokovic tinha ao menos três adversários gigantes jogando em alto nível. E mesmo assim fez a temporada mais dominante da história.

        1. Chileno

          Eu li seu comentário Rafael, e continuo não concordando. Você continua citando o quão longe os caras chegaram nos torneios, quais foram os resultados, e eu continuo pensando no tênis praticado por eles, como maior parâmetro pra definir o quanto o Djokovic precisou jogar pra ter a temporada mais vitoriosa de um tenista na Era Aberta, o que na minha opinião foi menos do que ele jogou em 2011 pra bater seguidas vezes um Nadal na ponta dos cascos, um Federer mais competitivo que em 2015 e um Murray não tão bom quanto o de 2015, mas ainda assim um adversário respeitável.

          2015 pode ter sido a temporada da vida do Wawrinka. Mas ainda assim, foi muito irregular, com altos e baixos, e desempenhos fracos e medíocres ao longo do ano todo. Double Sunshine caiu na 1R e 2R. Nos Masters europeus de saibro 3R, 3R e acabou varrido de quadra na semi de Roma pelo Federer. Em Wimbledon caiu nas quartas pro Gasquet (aliás, deve ter sido uma das únicas vezes em que vi o francês ganhar um quinto set). Montreal 2R, e surra na semi contra o Djoko em Cincinatti. US Open outra surra na semi, pro Federer. No Finals, chegou na semi jogando menos da metade do que sabe. Tomou couro do Nadal (aquele Nadal de 2015), depois venceu o Ferrer e o Murray que vinha desmontado naquele torneio. O escocês só conseguiu vencer o Ferrer no torneio. Na sequência, Stan acabou varrido da quadra pelo Federer na semi, mais uma vez. Chegou na semifinal, mas não jogou grande coisa. Enfim… talvez tenha sido a melhor temporada dele. Não acompanho tão de perto assim a carreira dele, apesar de gostar do jogo dele. Mas pra mim está muito claro que ele só jogou bem mesmo na Austrália e em RG. Mesmo nos outros torneios que ele chegou longe e perdeu nas fases finais pro Federer ou pro Djokovic, ele foi quase sempre aniquilado. Pra mim, essa foi mais uma temporada que provou que o Stan é um absurdo quando está no God Mode. O único problema é que ele joga assim dois ou três torneios por ano.

          O Murray fez uma temporada boa, eu concordo. O fato dele ter terminado a temporada como número 2 do mundo reforça isso. Mas pra mim, o Murray 2015 era um rival MUITO abaixo do Nadal 2011 que o Djokovic teve que enfrentar seguidas vezes. Tipo… MUITO abaixo mesmo. Ele enfrentou o Djoko 7 vezes e só ganhou 1. Das que perdeu, só em 2 ele realmente engrossou. Perdeu as duas vezes que enfrentou o Federer. Enfim… foi uma boa temporada do escocês. Mas pra mim, ele não deu tanto trabalho assim pro Djoko. Ao menos, nem perto do trabalho que o Nadal deu em 2011, que sim, perdeu 7 ou 8 vezes seguidas pro sérvio, mas na maioria delas exigindo muito do Nole, tirando sets e forçando que o Djoko aumentasse o nível. O Federer 2015 também estava abaixo de 2011, na minha opinião, embora aqui acho que caiba discussão.

          Mas enfim… é só minha opinião. Pra mim, o melhor Djokovic era o 2011, porque fez quase tanto quanto em 2015, mas enfrentou mais pedreiras. Se você não concordar, tudo bem. Acho que teremos que concordar em discordar. De qualquer forma, legal debater com você que sempre argumenta e embasa bem seus pontos de vista.

          Abraço!

    2. Luiz Fabriciano

      Isso sim é análise isenta de fanatismo. Por enquanto, inerente à vontade dos dois – Federer e Djokovic – o sérvio ganhou mais de Federer do que o contrário.

      1. Rodrigo S. Cruz

        Um joguinho a mais…

        Um mísero jogo!

        E lembrando que o sérvio já venceu várias do suíço, quando este não estava tão bem.

        Mas não o enfrentou nenhuma vez em 2017 ou 2018, anos em que o suíço tem voado em quadra!

        Pra mim, o Federer de agora, não perde do Djokovic de 2016…

        1. Rafael

          Sei que a resposta não foi pra mim, Rodrigo, foi pro meu compadre e camarada Fabriciano, mas só para deixar bem claro minha posição: Pra mim não quer dizer nada (a não ser para provocar, o que não ando fazendo muito ultimamente) que Djokovic tenha uma vitória a mais que Federer. Até pq, a bem da verdade, isso nem é superioridade, é empate técnico. E pior, é subjetivo demais, H2H só serve mesmo pra encher o saco de torcedor adversário (e funciona, oh como funciona, rs).

          O que me importa é q QUANTIDADE de vezes em que Djokovic venceu o maior vencedor da história em termos de títulos que valem alguma coisa. Afora ter SLAMS na casa das duas dezenas, ter mais M1000 que o maior vencedor da história, ter um monte de Finals e um monte de títulos em tudo quanto é torneio, Djokovic sempre poderá dizer que ganhou uma PORRADA de vezes de Federer.

          O que, por sinal, é um elogio aos dois.

          ______________

          Títulos que valem alguma coisa: Obviamente me refiro a Connors, e não entendo essa obsessão dos torcedores em que Federer ultrapasse esse número. Ora, não está BEM claro que Federer já é o maior vencedor de títulos que mais importam? Fica meio comédia isso, parece o Túlio Maravilha, contabilizando até gol em jogo de condomínio pra dizer que fez 1000.

          Federer = aqui

          ….

          ….

          .,…

          Connors = aqui.

          Chill out, pípou

        2. Luiz Fabriciano

          Acalme-se Rodrigo e leia novamente a contra-resposta do Rafael abaixo.
          Por que se o Djokovic tem um mísero joguinho a mais há esse escarcéu todo? Seria assim se fosse o contrário?
          Se falássemos que apesar de Federer ter uma vitória a mais, Djokovic ganhou bastante dele, qual seria a chacota?
          Ademais, esse lance de não se enfrentaram em 2017 e até agora, como o próprio destino se encarregou, não vale.
          Grande abraço para você.

  67. alessandro sartori

    Nightmare kkkk essa palavra lembra de um filme de terror que eu assisti tem uns anos já, um filme acho que da década de setenta ou oitenta, bem bizarro por sinal kkkkkk, mais quanto ao tenis…
    Pra mim Bellucci dificilmente se corrige, problema mental total, tipo time que ta ganhando e sofrer o empate, com certeza vai tomar virada tbm…
    Rogerinho deveria se focar nos challengers é o nível dele, de preferencia no saibro, a Itália se eu não me engano tem um punhado desses torneios em sequencia, então focar nos challengers de saibro, quando não tiver aí challenger no hard e quando tiver atp250 no saibro chance boa de fazer alguns pontos a mais, dá pra se manter entre o 80 e 100 do ranking e isso é muito pra ele, além disso com esse ranking ganharia oportunidade de fazer pelo menos primeiras rodadas em slams…
    Quanto ao T. Monteiro, ainda muito novo dá melhorar ou não, só tempo dirá…

    1. Rodrigo S. Cruz

      Também acho o Rogerinho um TÍPICO jogador de challenger.

      Mais do que isto, é areia em excesso por caminhão dele…

      Claro que ele não só pode, como deve ousar sempre mais.

      Porém a liga a qual ele pertence é a de challengers…Tenista de Top 100 pra lá.

      Já o Monteiro, tem nível de Top 50 ou Top 40, caso siga evoluindo.

  68. Neuton

    Dalcim,
    Quando o Thyago venceu o Tsonga ele tinha uma bola funda que girava muito, esse tênis fez dele uma surpresa na época. Ouvi muito que ele precisava mais potência para subir o nível.
    Ele mudou seu jogo mas perdeu muito em consistência, hoje erra muito para o nível de bons torneios.
    Você viu essa mudança no jogo dele?

  69. ORESTES PIMENTEL SOARES DE MISQUITA

    Imaginei que fosse escrever sobre isso. Acredito que o quesito emocional é um problema para o esporte brasileiro não apenas no tênis, nossos atletas não estão preparados emocionalmente para momentos tensos, talvez seja algo importante para trabalhar já da base.

  70. Sônia

    Oi Rafael Brasiliense, se a minha maneira de ser fã do SIMPLY THE BEST é bizarro (nem viu os que frequentam as quadras e aqueles que o seguem rsrsrs), e olha que sou mulher (com útero e ovário rsrs), fico imaginando o que o nobre colega não deve pensar dos “homens” que se declaram aos tenistas de físicos privilegiados rsrsrs… mas como aqui é um “clube do bolinha” (adoooooro), pooooooode rsrsrs. Bom, se isso não for “bizarro”, então não sei mais nada rsrsrs. E olha que eu nem mencionei aqueles que amam aquelas lutas onde os homens todos repletos de suor… rsrsrsrs… beijos.

    1. Rafael Brasiliense

      Eu não disse bizarro nesse sentido, Sônia. Só quis dizer que devemos aproveitar e desfrutar do tênis de todos do Big 4, sem fanatismo cego, porque estamos diante da era de ouro do tênis. Eu também tenho minhas preferências – e Federer está no topo dessa lista. Mas isso não me impede de desfrutar dos feitos e do tênis de outros jogadores, como o Djokovic. Beijos.

  71. Daniel Marques

    Bela matéria muito esclarecedora. A torcida pega no pé do Belucci. Os números dele em jogos que chegam ao 3 set não são tão ruins como se imaginava levando em conta sua debilidade física e emocional que tanto se fala. Na verdade falta aquele algo a mais. Mas, como você bem disse são números respeitáveis. Vamos ver se dias melhores virão para o Thomas e se o Monteiro vai conseguir elevar o nível do jogo. Que deus ajude nossos tenista e o esporte como um tudo no Brasil. Abraço Dalcim.

  72. Rodrigo Lightman

    O título desse post ficou bem ambíguo…. rsss

    Dalcim, na sua opinião, tirando o Koch que jogou apenas um ano da era aberta, como vc disse, qual foi o tenista brasileiro com melhor jogo de saque e voleio?

    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, quase toda a geração da década de 80 jogava assim… Nelson Aerts, Danilo Marcelino, Dácio Campos, Eduardo Oncins… Mas o que tinha mais mão, a meu ver, era o Kirmayr. Com 1,70m, fazia coisas incríveis na rede. Mas olha, o Koch jogou até 1982. Infelizmente, já estava com muitos problemas físicos e teve poucos resultados bons.

      1. Alexandre Maciel

        Poxa vida, queria tanto jogar bem na rede, mas meu voleio é horrível. Até preparo bem alguns pontos e na hora de matar faço besteira. Eita coisinha difícil esse tal de voleio…

      2. Rodrigo Lightman

        Grande Kirmayr ! No final da década de 80 participei de uma clínica de tênis na academia dele em Serra Negra. Se não me falha a memória, havia uma ou duas quadras de lisonda, e o restante era de har-tru, onde utilizava se pó de pedra e tinha um tom verde acinzentado. Única vez que joguei nesse tipo de quadra.

  73. Rodrigo S. Cruz

    Bastante interessantes esses dados, Dalcim…

    E olhando para esses números, o Bellucci até que vai melhor do que alardeiam por aí.

  74. Renato

    Dalcim, ja viu o Opelka jogar? Número 224 do ranking, 20 anos e 2.11 de altura. Acabou de eliminar o Sock em D.Beach e está nas quartas. Tem Vitória sobre o Tsonga. É mais um daqueles que só tem saque e direita?

  75. William

    Dalcim, o que vc achou do horário do jogo do Monteiro? Bem no horário do jogo entre barça e chelsea, achei que poderiam colocar pelo menos as 18:00 já que era o último brasileiro. Qual a sua opinião?

  76. Maurício Luís *

    Ótima, muito bem fundamentada essa sua análise, Dalcim. O componente físico- emocional faz do Bellucci o Sandoval Quaresma do tênis: ” -Tava indo tão bem…”

  77. Rafael

    Mestre,

    Difícil alguém bater o Nadal no saibro esse ano, concorda? Esse backhand do Thiem não tem regularidade pra enfrentar o espanhol. Em melhor de 5 sets não vejo alguém ganhando do Nadal. O que acha?

  78. Ulisses Gutierrez

    Dalcim dados interessantes. No entanto, apresentado o problema, qual seria a solução? Tipo a CBT investir em psicólogos para fortalecer os tenistas, não digo necessariamente Bellucci, Rogerinho ou Monteiro que já estão no circuito profissional e tem como bancar isso (pelo menos imagino), estou falando dos jovens brasileiros que ainda estão em formação, jogando ainda de Futures para baixo, o que pensa Dalcim?

    1. José Nilton Dalcim

      Não, a CBT não tem que ter esse papel, Ulisses. Papel das entidades para mim é fomentar o tênis, construir quadra público, leva às escolas…

  79. Rodrigo de Castro Dias

    O título é realmente muito adequado, mestre Dalcim! Mas quando partimos para o campo estatístico, vemos que somos uma torcida de certa forma iludida com a capacidade do nosso tênis em obter destaque nos circuitos ATP/WTA. O que mais afeta ao torcedor brasileiro acho que nem é a derrota em si, mas a FORMA como ela vem. Soma-se isso o fato de ainda esperarmos um novo Guga e temos esse cenário de linchamento moral que o Bellucci sofre, algo tão intenso que espirra nos outros jogadores – já surgiu até um adjetivo – o Bellutar rsrsrs.

  80. Renato

    Mário Fagundes, Novak deve estar dando tudo que tem para o charlatão, sendo assim, não deve ter dinheiro para pagar o Agassi. Acho que o cabeção deve estar agradecendo, pois pode dar uma escapadinha do casamento e participar das “rodas de cachaça” e etc.

  81. Luiz Fernando

    Tenis é cruel, depois que um cara de quase 2 metros de altura erra um smash quase colado na rede nao se pode pensar de forma diferente…

  82. Renato

    Perdi a vontade de torcer para os brasileiros. Também não tenho esse lance patriota que alguns aqui tem. Torço para os jogadores que me agradam, independente do país.

  83. Marcelo

    Está bonito de ver a agilidade da organização para colocar a lona na quadra. Esperaram a quadra virar uma piscina de lama. Sem contar a diferença de alguns minutos entre a colocação da lona na parte de baixo e na parte de cima da quadra (em relação à TV), o que com certeza vai deixar um lado mais pesado que o outro. Como uma organização de ATP 500 pode ser assim?

      1. Luciano Serafim

        Vendo ao vivo na tv, ficou com ar de amadorismo total, uma pena.
        Atp 500 tem um porte alto, foi o que vi em Roterdã( quadra e organização impecável) .
        Se no Rio de Janeiro é atp 500, Roterdã deveria ser no minimo Master 1000
        Abç

        1. Marcelo

          Concordo, Luciano! Quando se fala em ATP 500, a gente pensa em Barcelona, Roterdã (como você disse), Basileia, Dubai… o Rio não tem cara de Atp 500… no máximo um 250.. organização muito fraca. Até as homenagens que são feitas, como ontem para o Kirmayr.. tudo muito simplório.

    1. Marcelo

      Po pessoal, como pode isso? E ainda alguns “visionários” ventilam vez ou outra a ideia de transformar o Rio Open em um Masters 1000. É só, e somente, pra dar risada, né?

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