Como uma criança
Por José Nilton Dalcim
28 de janeiro de 2018 às 22:39

Roger Federer deu mais uma lição de amor e dedicação àquilo que escolheu fazer na vida. Multimilionário e maior campeão da história do tênis, caminha para os 37 anos com fome de bola. Esbanja saúde, força, elasticidade, determinação, coragem. Vibra nos pontos importantes, não se conforma com seus erros, usa os mais variados recursos, e pouca gente tem ou teve um arsenal como ele. Talvez ninguém.

Ao ver a emoção incontrolada e lágrimas escapando após a conquista de seu 20º Grand Slam em mais uma batalha de cinco sets que jamais abalou seu físico invejável, fica ao menos a sensação de que Federer é afinal humano. Ainda que ele ainda me pareça não pertencer a esta Terra.

Marin Cilic, com certa razão, reclamou do fechamento do teto pouco antes da partida. Nem tanto pelas condições, que ficam sempre um pouco mais velozes, mas devido à diferença de temperatura entre os 30 graus externos e os 23 da arena. De fato, a temperatura mexe acima de tudo com o encordoamento das raquetes e foi visível o croata trocar equipamento ainda no meio do primeiro set em busca do ajuste.

Federer, diga-se, também ficou surpreso com a decisão dos organizadores e afirma que não foi avisado com antecedência, mas que procurou se adaptar o mais rápido possível à situação, que obviamente lhe agrada muito. Ainda durante o jogo, os promotores soltaram um comunicado para explicar a decisão, mas com certeza isso teve muito a ver com o mal estar sentido por Simona Halep na véspera, quando a final começou com 32 graus, três a menos do que na decisão deste domingo.

O fato é que Cilic teve um começo ruim e viu Federer desfilar em quadra. Demorou até para ganhar game. Depois, pareceu se acalmar e passou a utilizar melhor o primeiro serviço. Achou o tempo do backhand e por fim começou a soltar paralelas que pareciam tão essenciais. O segundo set viu muitos break-points evitados e um set-point salvo por Federer, que depois fez 3-2 e saque no tiebreak. O croata fez então uma devolução incrível e virou.

Mas o jogo ainda parecia muito na mão do suíço. O slice cruzado enlouquecia Cilic. Mesmo com primeiro saque muito irregular, Federer passou a ir mais à rede e aí fez 6/3 e 3/1, sinal claro que o troféu estava perto. Que nada. Jogou um game ruim e viu o croata viver seu melhor momento na partida, vencendo cinco games consecutivos. A chave de tudo foram os dois break-points que o croata deixou escapar no início do quinto set. Federer estava um tanto encurralado com as bolas profundas. Reagiu na hora certa e iniciou a arrancada derradeira para o título. O 96º. Contagem regressiva para a marca centenária. Wimbledon? Quem sabe. Esse homem tem o irritante hábito de reescrever a história.

Há uma certa expectativa agora para saber se Federer ousará pedir um convite para jogar o ATP 500 de Dubai, onde até o vice lhe daria os 300 pontos necessários para recuperar o número 1 do ranking (ou o título, para não depender de Rafa). Ainda que a liderança não seja sua maior ambição do momento, é uma chance e tanto para simplesmente ignorar. Ou então resta ficar à espera que Rafa Nadal não vá a Acapulco ou perca rapidamente lá.

Por falar em ponta, Cilic deixou escapar na entrevista de despedida que sonha com isso. Pode não ser muito realista, mas gostei de ver ambição nos seus olhos.


Comentários
  1. José Eduardo Pessanha

    Galera,

    Ingresso comprado para as finais do Brasil Open e do Rio Open. Quem sabe dê pra encontrar a galera do Blog no Rio e em Sampa.
    Abs

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  2. Márcio Souza

    Sobre o fato do Federer jogar ou não Dubai, eu acho que ele deveria jogar sim caso ele não tenha sentido as costas de fato.

    Dubai é um torneio que ele gosta de jogar e ja ganhou inclusive 7 vezes.

    Vamos aguardar a decisão do Mestre, enquanto isso o Craque tem descansar e comemorar muito esse 20° caneco de GS.

    Abs.

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  3. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    Caso Federer peça mesmo convite para Dubai e ganhe ou chegue a final, vc acredita que caso vá tbm bem em IW ele acabe por desistir de Miami? Seriam três torneios em sequencia, acredito que seja demais. O que acha mestre?

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  4. Ziggy Stardust

    Maria Anonieta

    muito bom saber que há pessoas como você que, embora raramente escrevam, leem o blog do Mestre Dalcim. É imperioso que gente assim se manifeste, mesmo que vez ou outra.
    Beijos.

    _____________

    Criativo Sérgio Gonçalves,

    atrapalhada ainda pelas risadas de admiração que seus textos provocam, apenas me vi impelida a lhe dizer que suas resenhas lembram demais o Nataniel Jebão, persona do saudoso Fausto Wolff. Que boa época do Pasquim!!! Já o leu, não é?

    ______________

    Bruno Souza,

    belo e instrutivo conselho.

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  5. gilvandro

    Se eu fosse o Federer jogava com tudo o torneio de Dubai pra recuperar o número 1 logo e bater o recorde do Agassi e pra compensar não jogaria um dos dois master 1000 que ele defende o título, já que isso pra Federer não importa em nada, depois recuperava a liderança jogando um ou dois torneios de saibro.

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  6. JANAINA M. DIAS

    MENSAGEM DE ZVEREV P/ FEDERER NO INSTAGRAM (português de Portugal):

    “O melhor jogador de todos os tempos. Alguém que admirei toda a minha vida e com quem já partilhei o court. Uma pessoa a quem posso chamar de colega de equipa. Uma pessoa que me deu apoio depois de derrotas difíceis. Uma das melhores pessoas do circuito ganhou outra vez. Ganhar apenas um Grand Slam é um sonho para qualquer pessoa. Fazê-lo por 20 vezes é algo que provavelmente não voltaremos a ver. Obrigado Roger Federer por nos mostrares a tua grandeza.”

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    1. Ziggy Stardust

      Janaína, querida participante que tanto engrandece este espaço: grata por ler TODOS seus comentários.

      Ah, pessoas de (do) bem sabem postar.

      O GOAT traz-nos POSITIVAS VIBES…

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      1. JANAINA DIAS

        Puxa, obrigada pelo carinho Ziggy! É um prazer papear com vocês sobre o REI ..kk
        E você tem razão, ele só nos dá alegrias! (pra nós fãs é claro, pro Chetnik e outros ele dá dor de barriga.. Kk)
        Beijos,

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  7. JANAINA M. DIAS

    Acho que o FEDERER vai jogar 1 ou 2 torneios no SAIBRO esse ano. Mais que 2 acho impossível
    porque ele não vai querer se desgastar muito antes da grama.
    Torcendo muiito pra que ele jogue em ROLAND GARROS 2018..

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    1. Ziggy Stardust

      Pôxa…já vi esse vídeo tantas vezes…. e não canso de me emocionar….

      Federer e a Lua (ou LuA): lembrei-me do monstro Mário Quintana -” Que haverá com a lua, que sempre que a gente a olha é com o súbito espanto da primeira vez?”

      Chorando ainda, FEDERER, muito obrigada por existir !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  8. Marcos Marinho

    Acredito que Federer deveria jogar Dubai. Ele jogou no ano passado e foi surpreendido na estreia. Neste ano o Australian Open não foi tão exigente: passeou até a final, e mesmo esta última etapa não foi tão desgastante física e mentalmente quanto foi a final com Rafa. 2017 Federer jogou muitos jogos duros no AusOpen.

    Vale a pena jogar um de seus torneios preferidos pra virar #1 e partir pra dobradinha IW/Miami com confiança lá no topo.

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  9. Nando

    http://tenisbrasil.uol.com.br/blogs/blogdotenis/index.php/2015/12/09/federer-faz-oitava-troca-e-talvez-a-pior/

    Mestre, eu estava pesquisando sobre o período q Tony Roche foi o técnico do Federer e me lembrei dessa aí.
    Td mundo reticente com a escolha do Federer né, q se mostrou acertada. Ainda bem.

    PS: Se aparecer um comentário igual com o nome “Renato Toniol”, fui eu ( q não vi o erro)…só vi aki o nome e endereço de email depois q eu publiquei o comentário.

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  10. Rodrigo S. Cruz

    FRASE DA SEMANA:

    Chileno escreveu:

    ” (…) E só pra complementar… pior final de Slam? Tá de brincadeira né? Logo você que torce pro Djokovic que participou de pelo menos umas 3 finais de Slam patéticas? Essa final foi melhor que pelo menos metade daquelas finais monótonas do Djoko vs Murray em que cada ponto tinha 15 trocas de bolinha sem objetivo de BH na cruzada, depois 1 golpe na paralela de um deles, depois mais 15 trocas de FH também na cruzada, e também sem objetivo, até que um enfim cometia um ENF. Prefiro ouvir um CD inteiro do Michel Teló que ver uma porcaria dessas (…) ”

    Kkkkkkk

    Essa do Michel Teló foi PRA-KA-BÁ!

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  11. Anderson Vieira

    Dalcim , o Federer não estava sacando muito bem e seu fh não estava pesado como em outros torneios, algum incomodo nas costas do Suíço? E como ele está inteligente na parte tática do jogo, muda o ritmo conforme a musica rsrsrsrs

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    1. José Nilton Dalcim

      É uma hipótese, Anderson, mas ninguém falou abertamente sobre isso. Desconfio que o saque dele estava sim com altos e baixos preocupantes.

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      1. José Eduardo Pessanha

        Dalcim

        Federer sacou a 207 km/h (velocidade máxima) e sacou diversos outros acima de 200 km/h. Acredito mais que tenha sido uma estratégia de variação. Inclusive aqueles segundos saques fraquinhos. Seu primeiro saque teve média de 188 km/h (Cilic teve 195 km/h) e o segundo teve média de 159 km/h (Cilic teve 150 km/h). Contabilizando todos os saques, Federer teve 173 e Cilic teve 172 km/h.
        Esses dados estão no site do AO: https://ausopen.com/match/Marin-Cilic-vs-Roger-Federer-MS701#landing-tab=view-3

        Dessa forma, acredito que o Craque está com as costas em dia e talvez tenha tido uma queda de intensidade durante a partida, pois os seus saques foram tão potentes quanto o do marreteiro Cilic.

        Abs

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      1. Rafael Wuthrich

        Alegou hoje esrar com depressão e pediu dispensa em um reality louco no meio da floresta…que bizarro. Ainda disse que joga por dinheiro. Completamente perdido.

        Responder
      2. José Eduardo Pessanha

        Dalcim,

        Uma pena o Tomic desperdiçar o seu talento, mas acho que há uma atenuante nesse caso. O pai do Tomic parece ser uma pessoa autoritária e intimidadora, que prejudicou a carreira do filho. Talvez o Tomic tivesse um outro conceito sobre sua carreira caso fosse orientado da forma correta.

        Abs

        Responder
  12. Fernando Pauli

    Para aqueles que ainda resistiam ou duvidavam ou não aceitavam.
    Agora está sacramentado.
    Segundo o grande Rod Laver:
    “Para mim, Roger Federer é certamente o maior jogador que já existiu. Sim, temos grandes nomes, como (Rafael) Nadal, que venceu ‘apenas’ 10 vezes em Roland Garros e isso é uma coisa que não dá para ignorar”
    “Mas eu acho que Roger joga o melhor tênis nas principais ocasiões e em todos os pisos. Ele ainda passou no teste do tempo, que o coloca na categoria de o melhor de todos os tempos. Ele ama o esporte e tudo o que já fez em sua vida está relacionado, de certa forma, a todas as coisas grandes que já fez”
    “É fora do comum ver um campeão maravilhoso como ele ser capaz de vencer aos 36 anos depois de sete duras partidas. É maravilhosa sua tenacidade e sua habilidade de voar em quadra, parece que ele está flutuando e não correndo”
    Federer GOAT, the King for ever.
    Mas disso eu já sabia.

    Responder
      1. Rafael

        Não há nada pra digerir, afora sua incoerência.

        Caso Rod Laver tivesse citado qualquer outro como melhor, seria o “velhinho” senil ou coisa que o valha, ou caso não fosse “velhinho”, seria aqui questionado porque a opinião de um tenista vale mais do que a de outra pessoa, como já exaustivamente feito contra qualquer um que não tivesse a opinião que vcs desejam ouvir. (vide Maria Esther).

        O que Rod Laver (sem questionar o mérito) emitiu foi uma opinião, e opinião, como traseira, até carro sedan tem a sua.

        Dura lex, sed lex.

        🙂

        Responder
        1. Ziggy Stardust

          KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

          Rafael, boa tarde.

          KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

          Queria te dizer, chê, que….

          KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK



          KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

          É… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          Valeu pelo esforço.

          KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

          Responder
      1. Rafael Wuthrich

        A entrevista dele ao Meligeni no Pelas Quadras foi reveladora: embora tenha acertado algumas coisas com João Zwetch, o tom da resposta foi de total ressentimento.

        Em dado momento, Rogerinho deixa absolutamente claro que ama a Copa Davis e que é um torneio especialíssimo pra ele, mas que agora não tem mais como prioridade que era em outros tempos. Desconfio que ele não volta a jogar enquanto Zwetch for o capitão.

        Agora, estranha mesmo foi a desistência de Bruno Soares. Sabe de algo coisa, Guru? Sei que ele pediu pra não jogar, mas me estranhou esse pedido.

        Responder
        1. João ando

          Rafael .uma vez ha mais de 25 anos atras eu tinha uns 16 e o zwestch tinha uns 13/14 anos…masters do sul América no country do Rio de janeiro. Os oito melhores do Brasil …Ok ele nao me conhecia. …fiz uma pergunta a ele …quem vc acha que ganha o masters …ele era muito marrento…tênis e um esporte onde o ego e muito grande….Ok tudo bem era desconhecido no tênis do Brasil …me respondeu acho que o fursuho ou José Heitor Moreira. …se não me engano ele ganhou esse masters da sulamerica….nao foi um grande tenista …resultados so aqui no brasil …mas virou tecnico da taca Davis. …..

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  13. Mário Fagundes

    Federer anunciou que pode jogar Dubai. No ano passado, chegou ainda de ressaca do AO e não foi bem. Nem lembro pra quem o suíço perdeu. Se a pretensão é o N1, então que faça a preparação adequada e lute pelo título.

    Responder
  14. Antonildo S Costa

    Bom dia todos, em especial ao mestre Dalcim. Não poderia deixar de comentar no melhor espaço noticiário de tenis do Brasil, principalmente depois desse feito. Como é emoncionante e gratificante torcer pra essa lenda viva. Ao presenciar o choro, do menino Roger, logo me veio a mente as centenas de jogadores brasileiros que recebem salários grandiosos, mas não se dedicam em campo. Jogadores sem raça, muitos “mascarados”. Felizardos somos nós por presenciar os feito do maior e melhor tenista da história. Logo que adquiri uma tv por assinatua, o primeiro jogo que pude presenciar foi simplesmente um Fedal, jogo que aconteceu pelo finals de 2010, eu ainda não conhecia quase nada de tenis, mas depois daquela performance excelente do suíço, foi paixão à primeira vista, de lá pra cá assisto sempre que possível. Vida longa ao rei ROGER FEDERER.

    Responder
  15. Chetnik

    A horda perde a linha, kkkk. Não adianta tentar me intimidar fazendo “bullying virtual”, eu tenho nervos de aço, kkkkk.

    Para desespero da turba descontrolada, vou continuar aqui falando as verdades inconvenientes.

    Em tempo, mais uma: o circuito da ATP está à beira do abismo!

    Responder
    1. Daniel

      Se vc quiser continuar aqui passando recibo de recalque, fique à vontade. Eu curto muito, e teria menos graça se vc fosse embora rs.

      Ah, e vc pode usar seu verdadeiro nome: Bruno Louzada, famoso ratinho de blogs de tênis e fã sofredor do abraçador de árvores kkkkk.

      Faltam 8 Slaminhos…kkkk

      Responder
    2. André Barbosa

      “Para desespero da turba descontrolada…”.

      Já ficou bem claro quem é o desesperado aqui, meu caro. Mas fique à vontade, o choro é livre.

      Responder
    3. Márcio Souza

      Chetnik é isso mesmo!

      Entre o início de 2013 inicio de 2017 em que pesaram o jejum de GS do Federer, a zueira em cima da gente foi muito grande.

      Então agora que as coisas mudaram, o negócio é aguentar o PAU!
      Tudo bem pra você aguentar o pau? Kkkkk

      Responder
    4. Nando

      Dá pra ver o seu nível de respeito pelos outros, se referindo ao pessoal como “horda”.
      É mto choro envolvido…o 20° Slam do Federer não lhe fez bem.

      Responder
  16. Rafael Wuthrich

    Dalcim, sobre o torneio do suíço em si, muitos destacaram que o BH esteve abaixo do apresentado em 2017, além de apontarem uma piora técnica. O que você acha?

    Particularmente, achei interessante a variação com slices cruzados e a excepcional forma do 2o serviço dele, pouco destacado: mesmo colocando poucos primeiros serviços em quadra Federer se virou bem jogando com o 2o saque. Além disso, não foram poucos os momentos de sufoco salvos com aces de 2o saque.

    E, quanto ao backhand, mesmo duramente atacado ali ele resistiu bem, aguentando bolas fundas e pesadas. Inclusive, olhando os ENF, não achei tanta diferença para o FH. Tambem gostei dele usar o bh para atacar o 2o saque adversário. Foi um bom torneio tecnicamente por parte dele, na minha opinião, embora ele não tenha brilhado.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que o principal destaque foi sua postura ofensiva nas devoluções. Isso custou mais erros do que o normal. Também vi os adversários buscarem mais as paralelas de backhand para pegar o suíço fora de posição, já que ele naturalmente defende mais o backhand (como Nadal também faz, aliás). Com isso, vimos sim mais erros de forehand.

      Responder
  17. Fernando Pauli

    Curioso que a Wikipédia coloca como mais importante a conquista dos 4 GS no mesmo ano como o mais importante, nessa lista em primeiro vem Rod Laver 2 GS com 11 títulos, em segundo Don Budge 1 GS com 6 títulos, em terceiro Federer 0 GS com 20 títulos, em 4º Nadal 0 GS com 16 títulos e por aí vai.

    Nº Grand Slams Títulos Tenistas
    1º 2 11 Rod Laver
    2º 1 6 Don Budge
    3º – 20 Roger Federer
    Concorda Dalcim?

    Responder
    1. André Barcellos

      A meu ver essas conquistas de GS no mesmo do Laver tem de ser relativizadas, pois três deles eram jogados na grama.
      Sempre acho isso superestimado mas vejo pouca gente falando desse enorme “detalhe”.

      Responder
  18. Sérgio Ribeiro

    Pois é , Caro Dalcim. Revendo tranquilo toda a Final do AOPEN 2018, entendo cada vez mais o porque da ridícula padronização da ATP. Numa quadra bem mais rápida, e com pontos bem mais curtos também por conta da agressividade de ambos os Tenistas, reparo que a turminha do Sofá estranha demais. Tivemos jogadas do mais alto nível técnico em todos os fundamentos tanto do fundo , quanto na rede ( menos que o normal ) , além de Serviços e devoluções espantosas. Cinco Sets jogados em apenas 3 horas. Aquelas maratonas de 5 h e meia ( com Zilhões de trocas do fundo ) , entre Novak e Murray , e Novak e Rafa Nadal , são considerados jogos épicos pela galera de hoje. Ou seja, consideraram uma Pelada Roger x Cilíc. Estou exagerando ou amigo acha que é mais ou menos por aí ? Abs!

    Responder
  19. DIEGO BEZERRA

    Oie Dalcim, boa noite.
    Federer foi lá mais uma vez e levantou o troféu, gênio!
    Cilic lutou como era o esperado, o croata tem gana, quer dá um salto ainda maoir!
    Go Roger, o pr´ximo passo é srer n1, aguardaremos!!!!

    Responder
  20. Gildokson

    Vixi… o Federer disse que não tem a menor idéia de quando pára kkkkkkk esse cara ta de brincadeira kkkk
    Até eu que sou fã agora só quero ver ele jogando, mas ganhar Majors ainda depois dos 20?! Aí não neh! O cara ta estragando a brincadeira.
    Chega Federer!!! deixa um pouquinho para os outros kkkkkkkkkkkkkk

    Responder
  21. Pedro

    Dalcim, para um jogador que estava mirando os Grand slams, e está conseguindo vencer, o que mais resta? Lutar para permanecer como número 1 é complicado devido ao calendário enxuto dele. Continuar ganhando masters é bom mas não acho que seria um grande diferencial. Continuar ganhando slams é um bom diferencial e acho que a maior aposta dele é essa, mas ao mesmo tempo qual foi o tenista mais velho a ser número 1? Porque se foi o Agassi com 33 anos, acho bem provável o suiço jogar Dubai para obter mais este recorde.

    Responder
  22. Flávio

    Saudações Dalcim,
    Parabéns pela cobertura e previsão antes do início do torneio onde você cravou que Roger era favorito disparado no AO. Cilic foi muito bem e deu um grande susto, penso que ele tem mais chances de vir a ser o número um no futuro, mais do que Zverev, Kyrgios, Thiem e Dimitrov que não possuem o “mental” igual ao Croata, mas isso só a partir de 2019, porque este ano será como 2017, com Federer e Nadal dominantes, acho que Dijokovic será a terceira força.
    Desde que voltou da contusão há um ano Federer disputou quatro Slans venceu 25 jogos e perdeu um contra Del Potro, quando estava contundido um aproveitamento de 98%. Dalcim é possível afirmar que esta geração é a melhor é mais competitiva na história do tênis? uma vez que eles estão pulverizando com os recordes de todos os outros tenistas na era moderna.
    Acredito que quando os três estiverem aposentados seus números serão quase inatingíveis

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sempre difícil comparar gerações. Veja que Borg jogou contra McEnroe e Connors, portanto muito competitivo. Assim como Becker teve Edberg, Sampras e Agassi… E por aí vai. Mas sem dúvida vivemos um momento único no tênis masculino, Flávio.

      Responder
      1. Luiz Totti

        Interressante essa análise, Dalcim. Se pegarmos os resultados combinados de cada uma dessas gerações, como ficariam os números de semanas como #1, Títulos em geral, Masters e Slams? Quais outras estatísticas seriam relevantes para comparar essas gerações?
        Parabéns pelo blog, pelo conhecimento, pela interação com seus leitores e principalmente por sua paciência Budista… Um abraço

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Acho que a melhor análise seria uma comparação dos duelos pelos grandes títulos. Provavelmente, veremos que nunca houve um domínio muito grande com períodos de grande competitividade. Mas paralelos são complicados, porque os circuitos eram bem diferentes.

          Responder
  23. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    Com essa conquista agora, já sabendo que o número 1, não interessa ao Federer, qual a principal meta do suíço para o resto da temporada? Nono Wimblendow ? RG? Finals? Atingir 100° títulos ATP?

    Responder
  24. Fernando Paixão

    Já faltam adjetivos pra descrever o que esse suíço faz e representa para o tênis. Esse cara transmite uma sensação única quando está em quadra. Parabéns ao ídolo, craque, gênio e herói Roger Federer, por escrever mais um capítulo na história do esporte.

    Responder
  25. Luciano Carvalho

    Dalcim, na sua opinião até que idade jogarão em alto nível os outros integrantes do Big Four?
    Alguma chance de igualar os feitos do GOAT?

    Responder
  26. Neto

    Mestre, muito se falou que federer quase nunca citava o lubichic nas entrevistas, creio que aqle agradecimento emocionado direcionado ao box e uma postagem dando um abraço nele encerra a questão, oq vc acha ?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O trabalho deles já rendeu todos os frutos que Federer poderia querer, Neto. E a emoção do Ljubicic ao final do jogo mostra claramente o quão bem eles estão.

      Responder
      1. Alexandre Maciel

        Falando nisso, esse tal de Ljubicic é um ice-berg. Eita cara gelado… todo mundo chorando no box do Federer e o cara lá, parecia uma rocha….

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      E digo mais se me permite , Neto. Edberg o convenceu definitivamente a encurtar os pontos e deixar todo o ” desgaste ” para seus jovens Sobrinhos Maratenistas. E foi taxativo ” Você ainda volta a vencer Wimbledon “. Durante a Temporada devido à sua intensa Agenda, quem o acompanhava o tempo todo era Severin Luthi. Quando o Sueco precisou largar, o Craque resolveu contratar seu velho amigo do Conselho dos Tenistas , Ivan Ljubicic. Este bateu com seu Back de uma mão, Federer, Nadal e Novak no Circuito e chegou a N 3 na época de GUGA. Luthi permaneceu e o Suíço evitou de falar de seu Staff em publico dai pra frente. Foi emocionante ao levar Wimbledon 2017, entregar nas mãos de Edberg o Caneco para alegria de Ivan e Luthi. As grandes melhorias apresentadas em seu Backhand , deve-se ao Croata Ivan Ljubicic que já faz parte da família. Abs!

      Responder
  27. Sônia

    Parabéns Roger Federer, parabéns, mais um grand slam na conta uau uau uau, clap clap clap clap… mas que entressafra que nunca acaba, incrível rsrs. Sabemos o quanto é difícil vencer um slam, ainda mais no masculino e em melhor de 5 sets, portanto, que feito maravilhoso. Roger Federer, meu Lindinho, pra mim não há dúvida de que voce é o maior atleta de todos os tempos. Talentoso, carismático, sensível, super profissional, amoroso, caridoso… e principalmente, um homem de família. Quer momento mais emocionante que o choro do Federer, da emoção da mãe, do pai e do olhar da esposa? Me fez lembrar… na alegria e na tristeza, SEMPRE JUNTOS. É muito fácil estar junto nas alegrias, mas a fidelidade dos que permanecem juntos na tristeza, realmente é o que “não tem preço” (minha opinião). Mirka, mãe e pai do Federer, equipe técnica, apoiadores, “nós, verdadeiros fãs” (não aqueles de modinha rsrs), clap clap clap… parabéns a nós todos (reminiscências desnecessárias, sabemos que não foi fácil, portanto, parabéns a toda “família Federer”).

    Mudando de assunto,

    1 – Ler Navratilova dizendo que ELE é o GOAT (sempre O criticou), “não tem preço”.

    2 – Ranking Unissex? Ridículo, nada a ver, consolo dos inconformados.

    3 – Ler blogs nadaléticos dizendo agora que Rod Laver é o melhor rsrs, “não tem preço” (uai… não era um outro?) rsrs.

    4 – Por onde anda o cabeção americano? rsrs.

    5 – McEnroe… ¿Por qué no te callas? rsrs.

    6 – Vai entender a ESPN com aquela dupla de “profissionais”.

    Beijos.

    Responder
    1. Mário Fagundes

      É, Sônia, aquela emoção toda de Federer sendo passada pra nós com tanta naturalidade foi muito comovente. E acredito que a conta não para nos 20 slans, hein? Se ele se mantiver saudável e motivado…
      E aquele ranking unissex… rsrsrsrs.

      Responder
      1. Sônia

        Mário, ranking unissex foi algo tão ridículo, tão sem noção… é como comparar Rivelino de ceroula com revirado de cebola, ou seja, nada a ver, cada um no seu quadrado. Torcida da Serena afirma que ela é a GOAT, melhor que o Federer rsrs, só rindo desses seres. Mudando de assunto, estaremos sempre na torcida por novos slams, se vier, maravilha, se não vier, maravilha rsrsrs, o importante é ver Roger Federer jogar. Beijos.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Que Torcida e’ essa Cara Sônia? Há anos que as Irmãs Willians se derretem com o Suíço. Já o fizeram prometer que joga até os 40. Serena apenas um mês mais jovem , afirma que o Craque e’ sua fonte de inspiração. Agora casada, com baby e também a mais velha a vencer SLAM superando os 34 de Navratilova, já está de volta ao Circuito. Acredito que se passar Margaret Court ( sempre a criticou ) para de estalo . Já o Craque Suíço … Abs!

          Responder
          1. Sônia

            Nobre Sérgio, as irmãs Williams amam o Federer, mas os torcedores da Serena bombardearam o twitter da Navratilova depois que ela exaltou o Federer. Beijos.

    2. JANAINA DIAS

      Parabéns pelo texto Sônia, impossível não se emocionar com o choro do FEDERER. Quando ele chora, seja de tristeza ou alegria, minha garganta dá um nó..

      Tão lindo quanto o choro dele foi o olhar da mãe, cheio de doçura e preocupação com seu filho querido, um olhar de amor puro..uma Madona perfeita, digna de pintura..

      1) Cheguei a ver algumas críticas da NAVRATILOVA nesses anos (nao todas) mas nada muito acintoso que eu me lembre. Agora, o PAT CASH e o WILLANDER sempre desprezaram o FEDERER abertamente; numa análise da TV australiana em 2017, depois que o Lindo ganhou, o PAT CASH ao vivo, não conseguiu elogiar a conquista dele de jeito nenhum, foi constrangedor ver a resistência dele em reconhecer o talento do suíço e elogiar sua campanha vitoriosa.. Foi patético.. É só ver o comentário dele sobre a vitória de ontem: “Está difícil passar/superar o FEDERER”, mais medíocre impossível…

      3) Não vai adiantar nada o “esforço” dos blogueiros..kk..o próprio ROD LAVER já sacramentou que o FEDERER é o GOAT (https://m.youtube.com/watch?v=JpjWfo7uCgE)..

      5) Você está se referindo exatamente ao que do MCENROE? Pelos vídeos e declarações dele na imprensa nos 3 últimos anos, ele mudou o tom e passou a elogiar muito o FEDERER..foi obrigado a se render à genialidade do campeão… Ele até declarou no final de 2017 : ” ..eu tenho acompanhado o tênis pelos últimos 40, 50 anos e nunca vi alguém fazer o que esse cara fez aqui no AO 2017, foi incrível.. “.

      FEDERER é luz pura..

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      1. Sônia

        Navratilova afirmou que Federer jamais venceria um novo slam e que jamais seria número 1 novamente. Agora manda twitter dizendo que ELE é o GOAT rsrs. Será por que Billy Jean colocou em seu twitter que Federer é o GOAT? rsrs. McEnroe (extremamente irônico) e aquele papinho de que a “vida não é justa” rsrs (inveja pura) e que o sérvio quando provocado… bla bla bla bla bla bla. Talvez a vida seja justa apenas para os que tem “sorte” rsrs. Pode observar Janaína, são seres que só comentam o momento, ou seja, fácil demais. Voce não lê comentários desse tipo de tenistas como Sampras, Borg, Laver, esses tem o meu respeito. Beijos.

        Responder
        1. JANAINA M. DIAS

          Eu tinha esquecido essas da Navratilova..mas você tem razão, alguns estão elogiando porque a volta e supremacia do FEDERER estão tão retumbantes que não há como essas pessoas criticarem o Lindinho e não passarem carão.. As lágrimas dele calaram todo mundo..

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      2. Sérgio Ribeiro

        Olha só, Janaina. Que tal perder duas Finais em Casa em 5 Sets, e ver o Craque vencer as Duas ultimas em 5 Sets exatamente lá. A dor de cotovelo de Pat Cash deve ser maior do que a de Novak kkkkkkkk O BigMc por não ter vencido o AOPEN , ficou atrás de Connors , Agassi e Lendl que levaram os seus. Finalmente parece que resolveu jogar a toalha. E Wilander adora Rafa Nadal pelo estilo de fundo. Sabe que se tivesse metade do talento do Craque junto à rede, teria ido muito mais longe. Dai…Abs!

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        1. JANAINA M. DIAS

          Com certeza é!!..kkk o PAT CASH só falta roer o cotovelo com os dentes quando fala do REI..
          É triste isso, mas a postura do Willander me chateia mais, porque era um jogador que eu
          gostava muito de ver quando jogava..mas paciência..
          E, concordo com você, o JOHNY MAC já jogou a toalha. Não tem jeito, o talento do FEDERER
          é gritante e brilhante demais, ofusca todo mundo..kk. Um abraço!

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    3. Rafael Wuthrich

      Vou aqui fazer uma defesa enfática de Nardini e Meligeni. Até meados de 2010 eram Airton Cunha e Paulo Cleto os pilotos das transmissões de tênis na ESPN. A diferença.na emoção, no cuidado de passar a sensação do momento e os comentários e dados passados são gritantes.

      Por coincidência, assisti de novo a final de RG 2009. Federer, depois de 3 vices seguidos e 4 derrotas consecutivas para Nadal, depois de um torneio heróico finalmente vence RG. E o que escutamos de Cunha e Cleto? Uma narração blasé, comentarios frios e pouca ou nenhuma emoção com a grandiosidade do momento.

      Muita gente aqui gostava de Dacio Campos, mas ele tinha seus momentos irritantes de veneração ao suíço. Eusébio Resende é o melhor narrador, mas tem traquejo zero com o entorno da partida, os dados e a interação com os internautas. Então entendo sim que os Fernandos trazem um bom espetáculo.

      Basta uma comparação singela: assistam a WB 2017 via Sportv e pela ESPN e comparem. E olha que nem coloco a péssima transmissão da Bandsports na discussão. É claro que sempre há quem discorde, mas não acho ruim não. A ESPN trata muito bem o produto que tem em mãos. E isso inclui quem faz a transmissão.

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      1. Alexandre

        O problema da trasmissão da ESPN, pra mim, são as lições de moral do Meligeni e aquela noção errada dele achando que tá transmitindo só para tenista e pai de tenista.

        Responder
        1. Rafael Wuthrich

          Olha, tendo a concordar com você, mas com reservas. A narração do AO 2017 fez bastante jus ao suíço e à importância do momento, mesmo tendo Nadal sido o perdedor.

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      2. Fernando Paixão

        Também acho que essas reclamações sobre as transmissões de tênis na ESPN com Nardini e Meligeni são injustas. Eu, particularmente, gosto muito. E outra, a maneira com que eles trataram o título do Federer engrandeceram ainda mais o momento. Não sei porque alguns do blog dizem que eles “perseguem” o suíço, visto que os dois estão sempre rasgando elogios a ele.

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      3. Eduardo

        Concordo com você. Não entendo muita gente aqui dizendo que eles não elogiam o Federer. Em todos os jogos que assisti, eles encheram a bola do Federer (com toda a razão, é claro). Também prefiro eles aos comentaristas dos outros canais. Os 2 comentaristas do Sportv são abertamente torcedores do Nadal…

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      4. Arnaldo José

        Concordo plenamente, embora sejam exageradas as constantes brincadeiras da dupla da espn eles são os melhores nas transmissões de tênis. Eusébio é o melhor narrador sem dúvida e como não sinto muita falta de interatividade prefiro as narrações dele, mas no conjunto a ESPN é melhor. Não assisto Roland Garros porque é na Band.

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  28. marcilio aguiar

    É fato que o feminino teve muitos jogos mais bem disputados e interessantes que o masculino. Essa é uma tendência recente, e as razões são mais que conhecidas. O que não tem sentido é depreciar a vitória do tenista que não é o seu favorito, como alguns tem tentado fazer como os títulos de Federer em WB 17 e AO 18 e de Nadal em RG e USO 17. Ganharam porque mereceram e são campeões sem contestação. O Nadal esteve em WB e em AO18, o Djoko esteve em AO18 e o Federer não tem culpa se eles caíram antes da final. Por sua vez o Nadal chegou à final do USO e, problema do Federer que não teve competência para chegar lá. Contusões atrapalham? É certo, mas todos são sujeitos a elas e alguns conseguem lidar melhor com o seu desgaste físico. Isso também é muito mérito.
    Para comemorar o vigésimo, peço permissão ao Dalcim e aos leitores para republicar um post que fiz em outubro/17:
    Caro Dalcim. Sigo há muito este blog e o acalorado debate sobre quem é o melhor tenista, entre esse três monstros que temos o privilégio de acompanhar dia a dia. Sem pretensão de ser definitivo, dou a visão de como encaro essa disputa. Todos têm argumentos válidos, utilizados convenientemente, para tentar convencer aos demais que o seu predileto é o melhor: semanas como numero 1, títulos em Slams, H2H, percentual de vitórias e relação títulos/torneios disputados, etc.
    Eu me tornei apaixonado por tênis há mais de 40 anos, devido a um sujeito que nasceu há mais de 10000km de distância daqui e que só tive o privilégio de ver uma vez na vida em uma exibição no Ibirapuera. Bjorn Borg. Desde os dois WCT que ele venceu em São Paulo nos meados dos anos 70, comecei a acompanhar sua carreira.
    Continuei vendo nas finais de WB e RG que passavam na TV e através das notícias do saudoso JT. Foi graças a ele, Borg, que pude seguir admirando a carreira de outros brilhantes tenistas, que me proporcionavam prazer em vê-los jogar: Big Mac, Connors, Edberg, Evert, Navratilova, Graf, Becker, Agassi, Sampras, Guga, Rafter, Hénin-Hardenne e as Williams, até surgir Roger Federer. Independentemente de todos os números que ele ostenta, mas também por isso, Federer é esportista (e artista) que mais prende a minha atenção diante da TV.
    Não há um jogo seu, por pior que esteja se apresentando, que não tenha uma jogada surpreendente, de improviso, que você se pergunta: como ele fez isso? Já tive essa sensação em outras ocasiões, vendo as seleções de futebol do Brasil de 1970 e 1982, da Holanda de 1974; quando acordava cedo aos domingos para ver Senna; diante do Chicago Bulls de M Jordan e do Dream Team de 1982 e até da seleção de volley do Brasil, comandada por Ricardinho entre 2002 e 2006. Só que nenhum desses times ou atletas tiveram a longevidade de um tenista que, por os 18 anos, tem nos brindado com performances de elevadíssimos níveis técnico, estético e de eficiência. Tenho acompanhado quase todos os seus jogos transmitidos e nunca me causam tédio ou desprazer, apesar de algumas derrotas doloridas. Este é o critério que basta para mim. Desculpe se me alonguei, mas acho que esse sentimento pode ser o de milhões de admiradores do suíço no planeta.

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    1. Márcio

      É fato?
      Aonde?
      Aqui no Brasil, pra uma pequena torcida modinha?
      O mundo reverencia as conquistas do Maior e Melhor de todos os tempos disparado, nunca se ganhou tanta grana com divulgação, bilheteria, propaganda; e vc vem dizer que é fato que o torneio feminino está tendo destaque?
      Análise ridícula.

      Responder
      1. marcilio aguiar

        Márcio, muito obrigado por ler e comentar o meu texto.
        Talvez não fui claro ao me expressar. Tento fazê-lo agora.

        1) Se voce leu até o final deveria ter percebido que esse texto é uma apologia a RF, o qual ambos admiramos. Eu já o achava o melhor que vi jogar desde 2006 e cada vez mais se torna o maior pelos numero que alcança. Nem por isso sou louco de não reconhecer o valor de Nadal, Djoko e tantos outros, embora não aprecie tanto o seus estilos.

        2) Eu não disse que o feminino teve mais destaque. Disse que teve jogos bem disputados e poderia ter mencionado mais emocionantes. Essa é uma tendência recente, porque era muito comum nas primeiras rodadas de Slams acontecer uma sucessão interminável de pneus e bicicletas que as favoritas aplicavam nas oponentes.

        3) Existem realmente alguns torcedores que acompanham o tennis há pouco tempo e outros que são apenas de ocasião, mas nem por isso devem ser desrespeitados e discriminados. Não é o meu caso, porque , como escrevi acima, acompanho e amo esse esporte desde o tempo de Borg, Villas, Connors e etc. Desde os tempos das precárias transmissões por TV a válvulas. Hoje o HD é uma festa para todos nós. Até me atrevo a dar umas raquetadas, como um típico “tenista de condomínio” com poucos recursos técnicos.

        4) Por fim, você tem todo o direito de discordar da minha análise, mas ela não é ridícula. Apenas citei uma percepção que tive e pode até estar equivocada, mas não é sem fundamento. Leio esse excelente Blog com assiduidade há, pelo menos. Pouco escrevo, mas quando o faço procuro me guiar por colocações positivas, sempre no sentido de enaltecer o esporte e quem o pratica. Não é do meu caráter ofender jogadores que não são meus favoritos ou torcedores que não comungam da minhas opiniões, mas que sou eu para impedir que outros façam? Só posso lamentar.

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    2. Sérgio Ribeiro

      Excelente , Marcílio. Só que o Ciruito feminino SEMPRE teve destaque . As Finais entre Chis Evert e Navratilova passavam em Canal Aberto ( Cultura, Band ) , assim como as do Pop Star desde a primeira conquista de Wimbledon. E continuou com Steffi , Becker até’ surgirem a partir de 90 , as Tvs a Cabo. Só veio a cair um pouco a partir do domínio absoluto de Serena e a fragilidade do TOP 10 atual. Mas com jogos do nível que apresentaram neste AOPEN , poucos resistem a assistir . Quanto ao Masculino , uma partida de 5 Sets disputada numa quadra rápida em apenas 3 horas, tal a agressividade dos Oponentes, e’ considerada uma ” Pelada” pela torcida modinha. Se fosse em 5 h e meia com Zilhões de trocas entre Novak e Murray ou Novak e Nadal, seria Épica para a turminha que estava “acordada” e sem olhar para a WhatsApp rsrsrs … Abs!

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        1. Rodrigo S. Cruz

          Errou de novo.

          O Aécio é um criminoso da pior espécie.

          Esta é a diferença de um patriota como eu, pra um lulista como você.

          Eu não cultivo bandidos de estimação…

          Responder
    1. Nando

      Eeeeeee Mário…não tem vergonha? Homem velho (não tô criticando os velhos hein, antes de mais nada ) e fazendo um papelão desses?
      Só pela falta de vírgulas e por citar seu nome, sabemos q é vc kkkkkkkkkkkkkk, e aí usa outro nome pra tentar se promover. Patético.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Escreve sem vírgulas, o que no caso dele é como esfaquear alguém e deixar mil digitais…

        (rs)

        E tenta promover a si mesmo, citando o próprio nome.

        Kkkk

        Responder
      2. Mario Cesar Rodrigues

        Dalcim,olha na boa agora que estou vendo …estes comentários poxa cara nada a ver comigo deveria ter um identificador para ver quem faz estas palhaçadas poxa!Nando vai para pqp vc e quem mais te acompanhar Federer comemore o que tenho a ver com isto.Gente que isto!

        Responder
  29. André Barcellos

    Um toque de crueldade:
    Tenho certeza que Novak pensava em repetir o feito do Federer ano passado, voltando de lesão pra ganhar tudo.
    O que o suíço fez ano passado ainda assombra mais que o vigésimo Slam, pra mim.
    Muita gente parou pensando que poderia voltar do mesmo jeito.
    É, não é todo mundo que pode….

    Responder
  30. Chetnik

    Jogo MEDONHO. A pior final de GS que eu já assisti. Espero nunca mais ver o Cilic numa final de GS. É incapaz de jogar bem e com inteligência nos momentos importantes. Realmente, os croatas são os Sérvios que não deram certo.

    Grande feito do Pederer. A história mostra que o ápice dele é bem inferior ao do Djokovic e ao do Nadal – sempre sendo surrado nos jogos mais importantes -, mas ele é bastante regular, se manteve em alto nível por toda a carreira, sabendo se aproveitar dos momentos em que jogadores superiores estavam mal. Os “sucos” certamente também contribuem com a longevidade.

    Responder
    1. André Barcellos

      O único que realmente surrou Federer no auge foi Nadal, no saibro.

      Djoko nunca ganhou nada importante do Federer quando este esteve no auge.

      Responder
      1. Bruno Souza

        A todos que responderam a mais um impropério do miliciano, entendam que esse é o ponto alto da vida do elemento. Proferir provocações reiteradas para conseguir um pouquinho de atenção que seja. É praticamente um grito por socorro. Entendo que por vezes a reação imediata seja tentar racionalizar com o sujeito. Mas isso é exatamente o que o alimenta. Tirem sua subsistência. Ignorem-no.

        Responder
    2. Daniel

      Agora me explica algo: por qual motivo esses outros jogadores não conseguem se manter no ápice por muito tempo? Se me permite, eu respondo pra vc, pois acho que vc não conhece o bastante pra saber a resposta: pois para acompanhar o nível do cara, precisam ir além do limite de seus corpos. Bem, a realidade é essa, aceite-a que dói menos.

      E não se esqueça de atualizar a conta: agora são 8 GS que o “todo-poderoso” Cotonete precisa, e não mais 5. Ainda dá, se ele voltar pra “dieta do gluten” e parar de abraçar árvores. Vai ver ele machucou o braço tentando abraçar uma árvore muito grande kkkkk.

      Responder
    3. Nando

      Grande “Paulo Coelho dos comentários”, sempre se superando…qnd achamos já lemos de td aki, vc solta esse “primoroso comentário”.
      Acho q é vc q anda “tomando mto suco” hein. Fora as noites sem dormir devido ao sérvio, q vc achava q ele voltaria “a lá Federer” né?
      Hahahahahahahahaha…engole o choro. 20 (8-6-5-1) e contando…

      Responder
    4. Jônatas L. de Paiva

      ” A história mostra que o ápice dele é bem inferior ao do Djokovic e ao do Nadal – sempre sendo surrado nos jogos mais importantes -”

      Você tem algum problema sério.
      Foi uma das PIORES análises que eu já vi. O maior vencedor da história do tênis falar que o ápice dele é BEM inferior ao do Nadal e do Djokovic e que depois foi sempre surrado nos jogos importantes foi para dar risada ou chorar de vergonha alheia por uma alma perdida.

      Responder
    5. Lincoln

      O ápice do cidadão é tão inferior ao de Nadal e Nole, que ele tem somente 237 semanas consecutivas como n1 e 302 no geral, e para o seu desespero este ultimo número está bem perto de aumentar. Se bem que você demonstra não saber matemática básica, então, não fará diferença alguma…

      Responder
    6. Rodrigo S. Cruz

      Bom, Chet.

      Eu tenho uma teoria interessante sobre o que você aventou.

      Gostaria de ouvi-la?

      Vamos lembrar que com o Federer no auge do seu físico, o sérvio não via nem a cor da bolinha. Primeiro ponto.

      Foi necessário para o sérvio (ele sim) investir em inúmeros “suquinhos” suspeitos para turbinar o “corpitchu”.

      Incluindo a tal câmara hiperbárica, que é um exemplo indisfarçável de doping High-Tech.

      O que transformou o Djoko num fundista de fazer inveja ao próprio PAUL TERGAT.

      Isto, somado á teimosia do Federer em trocar de raquete, e também de investir num backhand mais compacto, permitiu a ascensão do rapaz.

      E já que o sérvio é bem mais novo do que o suíço, ele tinha OBRIGAÇÃO de dominar o tênis por um certo momento…

      Porém, o suíço se reinventou com um novo backhand e um jogo econômico para o físico dele.

      Coisa esta aliás, impensável, para tenistas tecnicamente limitados como Djokovic e Nadal, por requerer o que os dois jamais tiveram: TALENTO.

      E uma vez que o próprio Nadal, com uma chave bem mais fácil, perdeu em 5 sets pro suíço no ano passado, a tua alegação de que o Federer se aproveitou da queda dele é simplesmente risível…

      A única QUEDA que o Nadal realmente teve, foi a CAPILAR.

      Pois, de lá pra cá o Robozinho ganhou mais trocentos títulos de saibro, e mais 2 Grand Slams!

      E o Djokovic simplesmente acabou…

      É o preço que se paga por jogar, sem talento, e judiando das articulações.

      Um dia o DIABO cobra.

      Abs.

      Responder
    7. Mário Fagundes

      Que pérola de comentário! Quero ver seu ídolo, aos 36 anos, jogar em alto nível pra ganhar um slam. Nem Djokovic acredita nisso. rsrs

      Responder
    8. Rafael Wuthrich

      Esse comentário foi de um recalque enorme. Mas desculpo o camarada. Ver seu ídolo abraçando árvores, relutando em tomar a decisão prudente de operar o cotovelo e ainda perder para um “clone” piorado no mesmo torneio não deve ser fácil. Pelo menos você não foi pago para escrever esse tipo de comentário, ao contrário de outros recalcados por aí…

      Responder
    9. André Luiz

      Perdeu ótima oportunidade de reconhecer o gênio do Federer, confrade.
      Para quem reclama do fanatismo e do caráter sectário de torcedores deste ou daquele tenista, essa sua postagem cheia de má vontade beirou o puro ressentimento.
      Só concordo com o trecho sobre os croatas.

      Responder
    10. Bartolomeu

      Raciocínio do Chetnick:

      Começa um grand slam: Federer, Nadal e Djokovic inscritos.

      Nadal/Djokovic vencem: prova irrefutável de que o ápice deles é definitivamente superior ao melhor Federer

      Federer vence: prova irrefutável de que ele se aproveitou de que se aproveitou de uma geração fraca (ignorando o fato de que Federer atravessou vencendo umas três gerações de tenistas, no mínimo) ou prova irrefutável de que ele só vence com o Djokovic e o Nadal no estaleiro (a diferença de idade nunca é levada em consideração, e tampouco o fato do Federer, hoje, ter idade de tenista aposentado).

      Djokovic, a rigor, dominou o circuito por três anos e meio (2011, 2014 até metade de 2016). Na época, Nadal estava, sim, no estaleiro, e a forma física (então na ponta dos cascos) de Djokovic foi determinante para os triunfos contra um rival acima dos 30.

      Em tempo: Federer, ano passado, derrotou seguidas vezes Nadal, e isso num dos grandes anos do Nadal. Não era o Nadal combalido de anos atrás, ao contrário, dominou o saibro e ganhou até o US Open. Mas esse é o tipo de coisa que Chetnick relativiza.

      Responder
    11. Márcio

      Ano passado teve uma campanha patética em que o campeão do us opem não enfrentou sequer um top 25, e ainda na final ficava 5 metros longe da linha, até a camera precisava mudar o foco para conseguir filmar.
      Aquilo sim foi coisa feia.
      Deixemos alguns números para sua reflexão.
      237.
      302.
      20!
      6.
      Curtamos.

      Responder
    12. Chileno

      Eu acho engraçado como os fãs do sérvio gostam de relativizar a idade a seu favor. Quando o Djokovic perdia pro Federer de 2006 a 2010, a idade era um argumento válido. Claro… Djokovic era muito novo e Federer estava no auge. Perfeitamenta plausível que o sérvio perca para o suíço. Já quando o sérvio passou a vencer mais o maestro suíço de 2014 a 2016, aí já não vale mais o argumento da idade e dos auges.

      Federer dominou amplamente o circuito enquanto esteve no auge. Ele vencia tudo nas duras e na grama, enquanto Nadal (que amadureceu muito cedo) vencia tudo no saibro. Não é à toa que ele tem os recordes de maior número de semanas na liderança, tanto consecutivas, quanto absolutas. O Djokovic perdia rotineiramente pro Federer (e pro Nadal) nessa época, embora ganhasse vez ou outra, da mesma forma que o sérvio dominou tanto o espanhol quanto o suíço, quando teve seu auge e ambos estavam em declínio físico e/ou técnico.

      E só pra complementar… pior final de Slam? Tá de brincadeira né? Logo você que torce pro Djokovic que participou de pelo menos umas 3 finais de Slam patéticas? Essa final foi melhor que pelo menos metade daquelas finais monótonas do Djoko vs Murray em que cada ponto tinha 15 trocas de bolinha sem objetivo de BH na cruzada, depois 1 golpe na paralela de um deles, depois mais 15 trocas de FH também na cruzada, e também sem objetivo, até que um enfim cometia um ENF. Prefiro ouvir um CD inteiro do Michel Teló que ver uma porcaria dessas…

      Quer que eu aponte um jogo em específico? Acho que você não assistiu então aquela final do AO 2015 eu acho… na qual o Djokovic e o Murray ficaram 2 sets trocando 50 bolinhas murchas no centro da quadra por umas 3h e depois o Djoko “sentiu uma lesão”, o Murray entrou em parafuso e deu 2 sets de bandeja pro sérvio. Ainda dá pra colocar muitos outros recentes na conta.

      Essa final do AO 2018 não foi uma grande final, de fato. Quanto a isso eu concordo. Já vi finais mais interessantes. Faltaram lances geniais, e tal… mas pior final de Grand Slam? Você só pode estar brincando… essa ao menos teve emoção, revira-voltas, entrega de ambos os jogadores, alternâncias táticas e momentos de tensão.

      Responder
      1. Rafael Wuthrich

        A pior que eu já assisti foi a do US Open 2012. Tenebrosa, tenebrosa. Djokovic e Murray se arrastavam e parecia que ninguém queria ganhar. ENF em profusão e medo total de atacar. E, pra coroar, a comemoração mais esquisita de título que já vi em uma final de Slam…

        Responder
  31. Carlos

    A diferença é tão gritante que Federer podia ter jogado com uma frigideira no lugar da raquete e teria ganho.

    Dalcim, vc vê qualquer outro jogador atual conseguindo chegar na idade de Federer jogando o que ele está jogando?

    Responder
  32. Luciano Carvalho

    Dalcim, ainda curtindo a 20a. taça do GOAT, mas a questão agora envolve a possível briga pela liderança do ranking.
    Vcacredita nesse papo de que ser o #1 não importa, principalmente vindo do Nadal?
    Pergunto isso porque, na minha visão, o que mais tem comprometido o seu físico é a insistência em jogar um grande número de torneios, mesmo sem estar em condições ideais. Parece que o faz só preocupado em manter-se como #1 a qualquer custo. Vide as campanhas em Xangai, Paris e Finals, em que claramente não estava inteiro, e mesmo assim participou chegando, a duras penas, nas fases necessárias para manter a ponta.
    Vc concorda? Isso pode ter reflexos na sua longevidade no circuito?
    Particularmente, acho difícil que ele se mantenha em alto nível por mais que dois anos.
    Também acho que Federer não investe nesse objetivo (de ser #1), tanto quanto poderia, por perceber a obstinação de Nadal em se manter lá a qualquer custo e prefere apostar no longo prazo, na longevidade e nos Grand Slams.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ah, sem dúvida o número 1 era uma meta para o Rafa em 2017 e ele perseguiu e mereceu. Acho também que Federer relegou o ranking a um segundo plano quando diminuiu ainda mais seu calendário. Fica muito difícil concorrer, a menos que vença quase tudo, como aconteceu em boa parte de 2017.

      Responder
    2. Jefe

      Acredito que entre os tenistas ser numero um do ranking é até mais importante que SLAMS.
      Então o Nadal está fazendo o certo.
      No caso do FEDERER, veja bem, são 5 anos a mais de idade, e o NADAL, mesmo ficando 2 anos inteiros como número um do ranking ininterruptamente, não chega nem perto de incomodar o ranking de FEDERER nesse sentido.
      FEDERER é um monstro.
      Então, para ele, por causa disso, é muito arriscado se colocar em uma briga pela ponta do ranking. Melhor é dosar bem os torneios e entrar com chances de mais algum título.

      Responder
      1. Jônatas L. de Paiva

        Tenistas encaram o ranking como uma consequência. Título é mais importante e sempre será. Se ganhar os títulos mais importantes não tem muito com o que se preocupar em ser nº1 pois vai ser muito mais natural conseguir esse feito. Se fosse assim então é mais fácil disputar vários torneios menores do que ter uma dedicação especial na época dos grandes campeonatos.

        Responder
      2. Rafael Wuthrich

        Na verdade, gamhar Slam é mais fácil que ser número 1, mas menos nobre e prestigioso dentro do tênis. Pergunte a Marcelo Rios se ele preferia ser número 1 ou ter ganho um Slam.

        É óbvio que ganhar Slam é mais importante – como aliás confessou Simona Halep ainda no sábado, na coletiva pós jogo. Mesmo Wozniacki admitiu isso. Os tenistas ficam mais marcados por um título de Slam que ser número 1, tanto que ser 1 sem ter ganho Slam é objeto constante de críticas pesadas na imprensa especializada.

        Responder
  33. Deiner.

    Se continuarem pondo a quadra rápida, ao contrário dos Austrália Open anterior a 2017; porem os maiores rivais pra jogarem de dia, sob o sol escaldante e colocarem o Federer sempre pra jogar à noite e fecharem o teto apenas na final, pra favorecê-lo, acho que o Federer ganha mais dois AUSOPEN.

    Responder
    1. Luciano Serafim

      Sério que você acha isso?
      2017 Federer não era favorito e jogou as duas primeiras rodadas no sol, mas não saiu nenhuma notícia que ele tenha reclamado.
      Ganhou a final do Nadal no 5º set de virada aos 35 anos, com o teto aberto, KKKKKKKKKKKKK
      Esse ano era, ao lado de Nadal, o principal nome do torneio, só isso. entendeu? KKKKKK

      Responder
    2. Klaus

      É verdade, se não fosse por tudo isso que você falou, Federer teria menos de 10 GS e Cilic, Tsonga, Berdych, Nishikori, teriam uns 5 cada um, Murray já teria chegado nos 10. Esse Federer é protegido demais.

      Responder
      1. Ziggy Stardust

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        adorando toda essa ironia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

        Senta a pua na molecagem dos ressentidos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

        Os pequenos ganhafotos morrerão!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

        Responder
    3. Jônatas L. de Paiva

      Ah, sim, caiu tudo do céu. Ele fica na quadra principal desde que tinha 18. Imagina se isso começou a acontecer depois que ele virou nº1 do mundo e ter título se M1000 e GS não é mesmo???

      Cada um que me aparece….

      Responder
  34. Marcos

    Não faz assim Federer! KKKKKKKKKKKKKKKK
    Você atingiu outro patamar kkkkkkkkk
    A final de poderia ter sido mais fácil com o placar de 3 a 0 se o Federer tivesse ganho o TB do segundo set, mas a vitória em 5 sets com emoção coroou o seu inacreditável 20 GS.
    O que dizer desse gênio das quadras, o cara faz tudo parecer fácil com uma raquete na mão….
    Obrigado RF pelo 20 GS!!
    20 GS e contando…. podendo fechar a sua carreira brilhante com uns 22 ou 23 GS.
    RF rumo ao 21 GS, vc é o MONSTRO SAGRADO mesmo!

    Responder
  35. André Luiz

    Parabéns pela cobertura e pelo post, Dalcim.
    Não sou tão assíduo nos comentários mas acompanho sempre o blog.
    Incrível testemunhar um tenista vencendo 20 Grand Slams. Só o Roger mesmo pra alcançar essa marca absurda, fantástica e surreal.
    Melhor ainda perceber a emoção do super-campeão desde o início do seu discurso de vitória. A voz embargada e, finalmente, as lágrimas que não conseguiu conter. O vigésimo parecia, de fato, o primeiro. Que paixão pelo esporte, pela competição e pela vitória!
    A Era Federer parece não ter fim. Ainda bem.

    Responder
  36. Luis

    Dalcim também emocionei como muitos do blog com choro do Federer talvez diz mais palavras e recorde 20 foi alcançado talvez de tamanho do Federer,final foi emocionante Cilic não se entregou e fez grande torneio vencendo Nadal parece que aprendeu jogar Slam,5 set lembrou final contra Nadal,quadra gritando Federer e’ incrível, número 1 e’ bem possível Suíço merece mesmo não sendo uma coisa tão importante nesse momento carreira

    Responder
  37. André Rinaldi

    Caro Dalcim, primeiramente meus parabéns por mais uma excelente cobertura de um Grand Slam. Confesso que assim como tantos outros, eu estava ansioso pelo post.
    Enfim, caso o Nadal não consiga defender os 300 pontos em Acapulco, o Rei Roger voltará para a liderança do ranking da ATP. Mesmo que seja por pouco tempo, tal fato já será necessário para quebrar a marca do Agassi,como o sendo o tenista mais velho (34 anos) a atingir a liderança do ranking. Seria maravilhoso! Vamos aguardar. Grande abraço!

    Responder
  38. Sérgio Ribeiro

    Incrível como a maioria da Galera só comenta em cima de resultados. Quem poderia imaginar que Federer e Nadal largariam juntos , a temporada de 2016 na metade ? Era óbvio que Andy e Novak se aproveitariam para dividir os Títulos. E o N 1 ficou para a decisão do FINALS. Em 2017 foi a vez de Andy, Novak e Stan irem juntos para o estaleiro. Foi a vez de Federer e Rafa tomarem conta da divisão de SLAM. Se Cilíc em Wimbledon, e Del Potro na Semi com Nadal no USOPEN ,não jogaram absolutamente nada, não é problema do Circuito ou da novíssima geração. Agora mesmo no AOPEN , Novak caiu em Sets diretos para o Sul-Coreano de 21 anos. E Cilíc bateu o N 1 com propriedade. Poderia ter conseguido uma Virada Histórica na grande Final. Mas o Craque Suíço abriu a caixa de ferramentas. Acho que é muito mimimi e bem de acordo com o horário dos jogos ( a maioria viu higlights…) , vale uma conferida hoje no TOP 20. Figurinhas carimbadas de anos no TOP 10 dançaram. E a meu ver, de maneira irreversível fora os do Big 4. Abs!

    Responder
  39. Julio Calleja

    É meu caro Dalcim..Imagina voce fazer o que mais gosta e ser o mais talentoso, um virtuose nisso, sendo também o maior vencedor e mais admirado. Um dos maiores esportistas da historia e ponto final!. Sou privilegiado em poder ter acompanhado toda carreira do suiço, assim como de seu rivais como Nadal e Djoko. Lembro quando li uma coluna do Paulo Cleto no Estadão sobre um certo suiço que tinha vencido meu idolo Sampras em Wimbledon. Nao tinha visto o jogo. Fiquei muito curioso em saber quem era aquele, a qual muitos ja chamavam de genio e que seria o sucessor do Sampras mesmo sem nao ter ganhando nada ainda..O esporte tem o poder demonstrar a olhos nus, as manifestações de muitas da maiores potencialidades humanas. Físico, emocional e técnico.Não é apenas um entretenimento qualquer como alguns pseudo intelectuais ou mau humorados tentam descrever. Por vezes percebemos que algo transcende o racional e material, tal como a arte. Nao ha discurso, fala, mas há linguagem e comunicação. O humano, que seja extraterrestre, o diferente em seu esporte, nos mostra o ápice da capacidade de concentração, da mecânica, da criatividade e alguns, como Federer simboliza (pelos seus movimentos e improvisos) o belo em estado puro. Pura arte! Só que com emoção também, ao seu modo, projetando seu espirito e consciência naquela atividade. Em tempos de “idolos” superficiais, perfeitas malas, egomaníacos, tipo Neymar da vida, ver um cara que respeita seu adversários, seu esporte e o publico que o tanto admira é reconfortante

    Responder
  40. Victor Martins

    O Federer tem mais títulos de grandslams do que muitos jogadores têm no geral. E isso inclui jogadores como Tsonga, Berdych, Del Potro, Nishikori, wawrinka, entre outros. É UM ABSURDO.
    Vida longa ao Rei!!!
    Rumo ao CENTÉSIMO título!!

    Responder
  41. Alexandre Maciel

    Não me espantaria com o 20º, caso ele viesse com um 6×2 6×1 6 x 3. Mas do jeito que foi tenho que admitir surpresa. Quando Federer deu aquela caída e tomou 5 games seguidos tive a certeza de que o título havia escapado para um bravo (e competente) Cilic.

    Mas não é que o danado foi lá e tirou, um não, mas logo uma ninhada inteira de coelhos da cartola para fechar na quinta parcial (de novo!) após a confirmação do ponto final através do desafio eletrônico (de novo!!). Esse suíço gosta de nos testar os nervos…

    Responder
    1. Márcio

      Isso, com a idade que o suíço tem, a tendência é de que se deixar escapar algum set, as probabilidades aumentam e muito para o adversário, pois é inevitável uma quedra física brusca ao longo do jogo. Ontem mesmo, ele sacou fraco em algumas ocasiões.
      Já não é normal alguem que joga num estilo tão bacana, conseguir vencer tanto . Um alento ainda em época de maratenis.

      Responder
    1. André Rinaldi

      Sônia, muito obrigado pelo link!
      Acabei de ler o post do Júlio Gomes, que aliás, é um excelente jornalista.
      Acredito também que o Federer seja o atleta mais completo de todos os tempos. É um gênio dentro e fora das quadras, vide os seus títulos e a lista de seus patrocinadores.
      Abraço!

      Responder
  42. Nando

    Mestre, lembra daquela ovação e aplausos efusivos ao Federer na final perdida em Basel 2013? Ele estava num momento difícil, temporada fraca (dores nas costas o ano inteiro), 32 anos e seus rivais voando…mtos ali diziam q era “o fim” pra ele, q deveria se aposentar (aliás, mtos aki o chamavam de aposentado, ex-tenista).
    Será q mtos quebraram a cara ao ver os anos seguintes dele?

    Responder
  43. lucas pratto

    Ola Dalcim, Parabens novamente pelo blog. Vem sendo muito mencionado pelos seguidores do blog que o ATP Dubai é um 250. No entanto, vendo no site da ATP, Dubai é um ATP 500, o que aumenta muito o numero de pontos no ranking. Considerando que Federer praticamente mora e treina em Dubai, voce não acha que ele ira participar, assim como fez ano passado.?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A lista de inscritos saiu e ele não consta, Lucas. Agora, só se ele pedir um convite. A princípio, a ideia dele é voltar apenas em Indian Wells.

      Responder
    2. Alexandre Maciel

      Federer tem que esquecer esse negócio de #1. Deixe que o maníaco espanhol e sua eterna gana de ostentar a primeira posição do ranking se atrapalhe sozinho. Provavelmente não vai conseguir defender os pontos em Acapulco e aí sim a coroa estará em boas mãos.

      Eu no lugar do suíço faria exatamente igual a 2017, pularia todo o saibro e partiria para a grama tentar o 9º em Winbledom. OK, ok, talvez incluísse um preparatório no saibro e Roland Garros para não passar a temporada inteira do barro em branco. Nada além disso !!

      Responder
  44. Daniel

    Gostaria de saber por onde anda aquele fake “Edson”?

    a) Chorando na cama
    b) Chorando e rezando em frente a um pôster do Cotonete
    c) Rasgando fotos do Federer de uma revista de Tênis
    d) No pronto socorro para examinar uma intensa dor de cabeça, de cotovelo e ânsia de vômito
    e) Todas as anteriores

    Mas eu desejo mesmo é que ele tenha percebido a importância do Ballet e tenha resolvido se matricular numa escola de dança pra virar um bailarino kkkk. Acredito nesta conversão, antes tarde do que nunca kkkk.

    Responder
  45. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    Estava vendo em outro site que o Federer já avisou que nos próximos dias anuncia se joga Dubai e como será a temporada de saibro. Quanto a Dubai acho que ele não vai jogar. Sobre o saibro, acredito que ele inclua somente Roma e depois RG, com pequena possibilidade de ir para Madri, mas não creio. O que acha mestre, concorda comigo?

    Responder
  46. Humberto Filho

    Dalcim, tens algum link (seja de notícia ou vídeo) no qual Federer afirma que irá jogar Roland Garros?

    Ademais, na sua opinião já se pode colocar o Suíço como o maior da história do tênis?

    Responder
  47. André

    Dalcim, como se explicam tantas trocas de bola num AO? Talvez esteja desatualizado, mas me lembro do campeonato ser um dos mais velozes do circuito, prato cheio para o extinto saque-voleio. Sei que reduzir a velocidade é uma tendência para agradar o público, mas tantas trocas longas e potentes é mérito da quadra ou dos atletas ultravelozes de hoje?

    Responder
      1. André Luiz

        O que, de certo modo, coloca fim àquela crítica dos adeptos da homogeneização do circuito em quadras lentas de que a maior velocidade acabaria com os ralis. As trocas continuariam existindo com quadras de média velocidade ou média pra rápida. Como, aliás, existiam antes também, ainda que em jogos no carpete. A diferença é que tenderiam a favorecer os jogadores mais agressivos e criativos.

        Responder
  48. Júlio Marinho

    Bom dia, Dalcim!
    Eu estou superfeliz com o fato do Federer ganhar o vigésimo título. Por mim, seria ótima que ganhasse mais 20. Contudo, ontem fiquei refletindo que isso mostra que entraremos em uma fase ruim. Isto porque o Federer precisou jogar muito pouco para levar esse Slam, algo que se repetiu com ele em Wimbledon e com o Nadal no USopen. E isso é, em termos diretos, ruim. Sofri demais nas 3 derrotas de GS que o Federer tinha perdido para o Djok mais recentes e tantas outras para o Nadal, mas o fato é que nesses casos, venceu o melhor jogador em quadra. Nas últimas derrotas para Nole, Federer jogou bem, mas Djok estava no nível mais elevado do esporte e o espetáculo foi dado. Me sinto melhor com o Federer vencendo, mas uma boa parte de mim, teme pelo fato que ele mesmo falou, não pode ser verdade um cara de 36 anos entrar como favorito em Slam, nem mesmo para o Federer, que é genial e tem um físico de fato invejável. Queria que ele vencesse, mas que os adversário tivessem sido melhores. Ele chega na final, praticamente com o esforço de virar um primeiro set com o Berdych e esse jogo na final foi ruim, porque ele sacou muito mal e sempre deu sobrevida ao Cilic (que começou muito aquém).
    O melhor Slam para mim nessa retomada do Federer foi mesmo o Australia Open do ano passado, com uma batalha épica não só na final, mas por todo o caminho (também Nadal e Dimitrov). De certa forma, vejo o Federer muito preocupado com isso, eu sinto às vezes que ele quer parar de ganhar, ele quer sentir que não consegue mais ganhar, mas isso não acontece. Você olha para Wmb, RG e USopen e os favoritos serão Federer e Nadal de novo. E enquanto o Federer sentir que dá para continuar ganhando (com certa tranquilidade!), qual o motivo de parar?? Tivemos uma geração perdida, Dimitrov e Goffin dão os primeiros passos de amadurecimento, mas ainda tem que evoluir muito. Nishikori e Raonic são apostas difíceis, subiram bem, mas sempre tiveram seus perrengues com físico. O que vejo realmente com condições é o Zverev, sobretudo porque apesar do amadurecimento enorme que falta (como parar de vibrar e gritar a todo ponto, drenando energia, e focar em vencer os pontos de forma pragmática), é muito novo. Dalcim, eu temo muito não por perder Federer, Nadal e Djokovic, pq serão um vazio, claro, mas do tênis masculino cair naquela toada que o tênis feminino vive quando a Serena não está na melhor forma, cada GS uma vence, sem qualquer domínio ou consistência, 5 números 1 em um ano. Dalcim, como pode não termos nenhum jogador hoje entre 24 a 28 anos para poder entrar como favorito em GS?? Isso não te preocupa também?
    Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que esta é uma geração muito, muito especial, Júlio. Enquanto estiverem em quadra e saudáveis, o Big 4 será sempre candidato a qualquer título porque se trata de jogadores excepcionais. Claro que sentimos falta da nova geração e tenho certeza de que brevemente ele terá maior visibilidade.

      Responder
      1. Victor Martins

        Continuando nesse assunto Dalcim, você falou que essa geração é especial, mas acho na minha opinião, que não é excepcional, como você mencionou o big 4.
        O que o Júlio falou realmente faz sentido. Dessa nova geração, temos jogadores habilidosos, como é o caso do Kirgios, Zverev, o Chung, mas será que eles vão ter consistência ao longo das temporadas? Por que o big 4 teve. Um exemplo maior é você contar nos dedos as semifinais e finais de grandslams e masters 1000 que não teve um dos 4. Outro exemplo é a quantidade de jogos entre eles do Big 4. Essa rivalidade é que nos alimenta e chama a atenção do mundo pro esporte TÊNIS. Se essa nova geração não tiver consistência, chegando sempre na reta final dos torneios, não vamos ter os grandes duelos futuramente. Como por exemplo Djokovic x Nadal quase 50 jogos entre eles, Djokovic x Federer 45 jogos, Federer x Nadal 38 jogos.
        Será que teremos isso com essa nova geração futuramente???

        Responder
        1. Júlio Marinho

          Exato, Victor.
          Nem espero que haja uma geração tão brilhante quanto a de hoje, seria esperar por um raio duas vezes no mesmo lugar, mas dá pra querer mais do que parece com o que está por aí. Faltam caras tão obstinados e também fisicamente fortes para romper com a hegemonia do Big4. Parece que esses garotos se machucam mais rápido e mais fácil. O físico forte fortalece o mental, é sempre algo muito atrelado. Se você olhar, Nishikori, Raonic e Dimitrov parecem ter o potencial técnico para ao menos incomodar, mas o mental e o físico nunca estão lá ao mesmo tempo (acho que o Raonic foi o que chegou mais próximo disso, mas por muito pouco tempo e aí o físico foi embora). Quando o jogador sente que administra bem o calendário e pode seguir competindo com consistência, sua confiança aumenta e ele segue em frente. Sem uns 2 ou 3 consistentes, podemos regredir muito no nível do esporte, com campeões absolutamente casuais, chaves abertas e semi-finais iguais Carreno-Busta e Anderson, e agora Edmund. Chega a apavorar, porque nesse hiato, parece que vai virar uma constante. Para mim, isso seria o pior. Já houve umas duas ou três vezes que o Federer comentou que a técnica não é tudo, que os jogadores novos têm que ficar livre de lesões (ao comentar do Zverev e agora sobre o Chung). Tenho a impressão que em alguma medida está associado aos treinamentos excessivos, mal planejados. Como pode o Chung, 21 anos, sofrer com bolhas no pé, no segundo torneio do ano? Como podemos não ter um jogador física e mentalmente estável entre 24 e 28 anos? Enfim, é torcer para que a consistência prevaleça sobre o casuísmo … Abç

          Responder
  49. DANIEL DE FIGUEIREDO TOLEDO

    Se não tivesse deixado escapar a semi do AOpen 2018, Fed teria 19 finais de GS seguidas! Se Nadal não fosse um extraterrestre no saibro é bem capaz de ter uns 4 RG e fechado o GS uns 3 anos seguidos pelos menos. Surreal!

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Se não houvesse o Nadal, Federer teria uns 30 Slams. Ou talvez não, pois já teria parado há algum tempo. Entretanto, certamente teria fechado os 4 GS em 2005, 2006 e 2007, pelo menos.

      Responder
  50. Erick Fioretti

    Caro Prof. Dalcim,

    Assim como alguns do blog, eu também estava ansioso por seu post logo depois da partida.

    Acompanhei seus comentários no “placar uol” e percebi que após o 4×1 você não o atualizou mais. Seria a emoção de assistir a um fenomenal triunfo de um gênio desses que NUNCA mais veremos enquanto estivermos vivos?

    Bom, se foi, é compreensível. Suas palavras no preciso texto escrito ressaltam a beleza da emoção do humano Federer durante o já histórico, inesquecível e comovente discurso por ele proferido.

    Sinceramente, achei o discurso mais emocionante do que a conquista em si, o que não tira em nada o brilho da mesma. Apenas a sinceridade nas palavras e a humildade de agradecer ao time, dizer “love you guys” na frente do mundo… Que declaração de amor ao tênis e às pessoas mais importantes durante o processo, inclusive os fãs! Fãs que são o motivo pelo qual ele se levanta e “go out to practice”, segundo ele mesmo disse em seu discurso.

    Tenho a certeza de que os amigos que apreciam esse esporte maravilhoso se emocionaram na manhã deste domingo.

    Diga aí, mestre Dalcim. E quanto a você? É possível cravar com convicção que o Roger é o maior de todos os tempos?

    Grande abraço.

    P.S.: O suíço não garantiu que irá a Roland Garros neste ano. Disse apenas que “Roland Garros será a decisão mais importante da temporada” (sic). O Greg Rusedski disse no Eurosport que acha que ele manterá o calendário do ano passado, ou seja, pulará toda a temporada do saibro.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Nada, travou mesmo o sistema do Placar, Erick. Mas obviamente fiquei emocionado com a cerimônia de premiação. Já digo há algum tempo que Federer é o melhor tenista de todos os tempos. A questão de maior é mais relativa, porém seus números estão ficando expressivos demais para contestações.

      Responder
      1. Aguinaldo

        Incrível a María Ester Bueno incluir o Agassi entre os 5 melhores de todos os tempos e deixar o Federer de fora.
        Dalcin o que você achou da opinião dela?

        Responder
  51. samuel

    Dalcim,

    Comparar épocas é inviável e serve somente para diversão e não deve ser levado a sério. Como exemplo cito uma pessoa que jogava e frequentava o mesmo clube que a Maria Esther Bueno. Certa vez ele disse que o nível na nossa gloriosa Estherzinha seria comparavél ao nível de uma garota que frequentava o nosso clube, a Maria Eduarda. Sobre a Maria Eduarda tenho a dizer que até os 13 anos jogou algumas etapas do estadual, sem muito destaque. Depois disso parou com as competições, tendo apenas meia hora de treino duas vezes por semana, em um clube humilde, com professor praticamente auto-ditada. Para o nosso nível ela jogava bem, mas estava muito distante com competir com garotas de centros maiores. Ou seja, dá para concluir que o nível da elite do tenis na época da Estherzinha era muito fraco. Aquelas conquistas devem ser respeitada, mas fica sem sentido dizer que a nossa Ertherzinha foi melhor que a Azarenka, Wozniacki, Bartoli, Grabriela Cé, Teliana e todas as outras que atuam na nossa época. Quantidade de títulos indica que jogou em uma época muitissimo mais fraca. É como comparar óleo com água. Não dá certo.

    Samuel

    Responder
  52. Lucas Quagliato Narcizo Ribeiro

    Parabéns pela excelente cobertura Dalcim, nos trouxe todas as emoções desse AO. Dalcim, ficou muito claro a grande emoção que o Federer sentiu na cerimônia de premiação, algo que eu não me lembro de ter visto em toda sua carreira, e a emoção teve o ápice no momento que ele vai agradecer o seu box, você acha que toda essa emoção é por causa dele saber o quanto esse pessoal faz e vive por ele por todos esses anos?
    Já o fato dele chegar ao vigésimo Grand Slam, ele nunca deixou claro, mas você acha que era um objetivo que ele queira muito alcançar?

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , Lucas. Onde o amigo estava após a FINAL de Wimbledon 2017 ? Chorava copiosamente olhando para seus filhos no box. Este sim era seu maior sonho. O YouTube está aí para dirimir quaisquer dúvidas. Inclusive os choros nas derrotas rsrsrs…Abs!

      Responder
    1. O JR7

      Hahaha!…
      esse blog é demais mesmo! Nem o mais humilde dos “pseudos comentaristas” escapam rsrs..

      Primeiramente Mário, bom dia e obrigado pela lembrança!

      O contraditório, as divergências, as opiniões antagônicas devem fazer parte. Uma alfinetada aqui e ali pode ser aceitável. Já discordei de muita gente também, não sou fácil, tenho que admitir. Já vou me desculpando com quem eu tenha ofendido.

      Bem, posso ter exagerado na minha avaliação psico, depois de anos acompanhando o “paciente suíço” venho revelar que o mesmo sofre apenas de uma eventual falta de foco, que ocorre “eventualmente”.. entenderam? rsrs
      Mas, convenhamos que no 4° set o maestro deu aquela viajada que todos conhecemos. Procede a informação, caríssimo Mário? rsrsrs. Eu o considero muito emotivo, mas também o admiro por esse motivo.

      Às vezes, quando não se sente confiante – por qual motivo eu nunca vou entender- fica somente jogando a bolinha para o outro lado, contando com o erro do adversário. O primeiro saque desaparece, a esquerda vira sinônimo de erro não forçado. Mas o homem sempre arruma uma maneira de retornar e jogar aquele tênis tão bonito de ver.

      Esclareço que, curto ver muitos jogadores, feminino e masculino, mas torço por Roger desde que me peguei gostando de tênis. Não sei se vão lembrar mas em muitas transmissões, no início de carreira, o chamavam de “RogÊr FederÊr”. Ainda me recordo muito bem quando ao final de uma conquista certo narrador assim comentou: “E ele tem tudo para colocar o seu nome na história do tênis”.
      Fico feliz que ele tenha ganho mais um Slam e queria que esse recorde de conquista ficasse com ele por um bom tempo. Acho que ele representa muito bem o tênis como pessoa e como jogador.

      Finalmente, sinto no dever de ratificar o que nobres colegas já registraram, agradecendo o administrador pela cobertura, por nos conceder oportunidade de nos divertir e compartilhar momentos por tantos anos nesse espaço.

      Abraços!

      Responder
      1. Mário Fagundes

        Hahaha!…
        esse blog é demais mesmo! Nem o mais humilde dos “pseudos comentaristas” escapam rsrs..

        Primeiramente Mário, bom dia e obrigado pela lembrança!

        O contraditório, as divergências, as opiniões antagônicas devem fazer parte. Uma alfinetada aqui e ali pode ser aceitável. Já discordei de muita gente também, não sou fácil, tenho que admitir. Já vou me desculpando com quem eu tenha ofendido.

        Bem, posso ter exagerado na minha avaliação psico, depois de anos acompanhando o “paciente suíço” venho revelar que o mesmo sofre apenas de uma eventual falta de foco, que ocorre “eventualmente”.. entenderam? rsrs
        Mas, convenhamos que no 4° set o maestro deu aquela viajada que todos conhecemos. Procede a informação, caríssimo Mário? rsrsrs. Eu o considero muito emotivo, mas também o admiro por esse motivo.

        Às vezes, quando não se sente confiante – por qual motivo eu nunca vou entender- fica somente jogando a bolinha para o outro lado, contando com o erro do adversário. O primeiro saque desaparece, a esquerda vira sinônimo de erro não forçado. Mas o homem sempre arruma uma maneira de retornar e jogar aquele tênis tão bonito de ver.

        Esclareço que, curto ver muitos jogadores, feminino e masculino, mas torço por Roger desde que me peguei gostando de tênis. Não sei se vão lembrar mas em muitas transmissões, no início de carreira, o chamavam de “RogÊr FederÊr”. Ainda me recordo muito bem quando ao final de uma conquista certo narrador assim comentou: “E ele tem tudo para colocar o seu nome na história do tênis”.
        Fico feliz que ele tenha ganho mais um Slam e queria que esse recorde de conquista ficasse com ele por um bom tempo. Acho que ele representa muito bem o tênis como pessoa e como jogador.

        Finalmente, sinto no dever de ratificar o que nobres colegas já registraram, agradecendo o administrador pela cobertura, por nos conceder oportunidade de nos divertir e compartilhar momentos por tantos anos nesse espaço.

        Fala O JR7!

        Muito bom saber que você reavaliou o “paciente suíço”, que “sofre apenas de uma eventual falta de foco, que ocorre “eventualmente”..”. rsrs. Nada mal para quem venceu 2/3 das finais de slans que disputou. Sobre o 4º set, acredito que tenha havido o excesso de confiança, pois ele “entregou” o game anterior de devolução, acreditando no seu saque, que estava muito bom até ali. Mas do outro lado da rede havia um Cilic muito forte, confiante, que “não largava o osso”. De fato, a gangorra mental desceu pro lado de Federer a partir dali. Foram “somente” 5 games de “viagem”. rsrsrs.

        No fim, o gênio voltou e levou mais um slam. E acredito em outros mais.

        Abs

        Responder
      2. Mário Fagundes

        Fala O JR7!

        Muito bom saber que você reavaliou o “paciente suíço”, que “sofre apenas de uma eventual falta de foco, que ocorre “eventualmente”..”. rsrs. Nada mal para quem venceu 2/3 das finais de slans que disputou. Sobre o 4º set, acredito que tenha havido o excesso de confiança, pois ele “entregou” o game anterior de devolução, acreditando no seu saque, que estava muito bom até ali. Mas do outro lado da rede havia um Cilic muito forte, confiante, que “não largava o osso”. De fato, a gangorra mental desceu pro lado de Federer a partir dali. Foram “somente” 5 games de “viagem”. rsrsrs.

        No fim, o gênio voltou e levou mais um slam. E acredito em outros mais.

        Abs

        Responder
  53. Alexandre

    Parabens pela cobertura do AO, Dalcim. Perfeita.
    Quanto ao Federer, sem comentários. O discurso ao final do jogo foi realmente emocionante e mostra bem o caráter desse incrível esportista.

    Responder
  54. Marcelo

    Que maravilha!
    Mais um GS na conta do gênio suiço, embora nem tenha precisado ser brilhante nesse AussieOpen.
    Parabéns ao Dalcin, por ter nos brindado com os posts, informações e curiosidades durante todo o torneio.
    Muito obrigado!

    Responder
  55. Lucio Bandeira

    O fechamento do teto pode não ter a ver com a troca de encordoamento do Cilic… O problema dele antes da troca eram as bolas que “escapavam” da raquete, muito profundas, o que indica que o encordoamento estava muito frouxo. Na quadra coberta a bola anda mais, o que demandaria uma libragem um pouco maior, mas com a cobertura da quadra a temperatura ficou mais baixa e as cordas mais duras, o que anularia o efeito da quadra coberta. Acho que ele estava mesmo é com muita vontade de espancar a bola kkkk

    Responder
    1. Sônia

      Obrigada Lucio, fiquei com essa curiosidade sobre as cordas num ambiente fechado. Iria perguntar, mas na certeza de que não obteria resposta eis a sua explicacão, valeu. Beijos.

      Responder
  56. Schuster

    Bom dia Dalcim e amigos !

    Realmente o jogo em seu final foi complicado, no começo do 5 set poderia ter ido para qualquer lado, mas me impressionei como mesmo meio acuado, e com o mental desfavorável naquele momento, o Roger ainda conseguiu forças para ganhar a partida.

    Dalcim, não sei se seria possível um pedido, acredito que quando Federer ganhou WB 17 você passou uma lista com os recordes do Federer, poderia atualizar aquém lista e nos brindar novamente com os dados ?

    Desde já agradeço !! Mais uma pergunta , já começa a acreditar que Federer possa passar Jimmy em títulos e vitórias ? E vcs blogueiros ? Eu acredito que possamos começar a pensar, pois se lutar pelos 100 faltaram apenas 9 .

    Abs a todos

    Responder
  57. Renato

    O medíocre não perde a mania de ofender os demais participantes. Claro, no anonimato é fácil! Federer é técnica, talento, habilidade. Não precisa de dopping. Ja os tenistas que são extremamente dependentes do físico…..Não dá para colocar Borravick, Dopadal e Federer na mesma sacola.

    Responder
  58. Eduardo

    Dalcim,

    Pela paixão q o Federer tem pelo tênis e quando fisicamente não der mais p correr o circuito de simples, vc não acha q ele migrará para as duplas?

    Vida longa ao Rei!

    Abraço.

    Responder
  59. Mário Fagundes

    E a “meta” revelada há uns 7 ou 8 anos numa entrevista do craque foi alcançada nesse AO 2018: 20 slans. Que coisa maravilhosa! O primeiro homem a conseguir tal façanha, agora tem recorde absoluto e difícil de ser alcançado. E contando…
    Melhor que o jogo, tão bem detalhado no post, foi ver a emoção tomar conta de Federer, levando-o às mais sinceras lágrimas. Quanta emoção! E ali também não consegui resistir. O esporte faz isso com a gente, de vez em quando. rsrsrs. É um privilégio testemunhar, de alguma forma, esses momentos.
    E agora, Federer? Vai fazer contas e buscar o Número 1? Acho que não. Melhor mesmo é repetir o calendário do ano passado, enxugar mais um ou outro torneio, disputar o slam francês também e vencer Nadal ali. Isso seria maravilhoso. Sim, claro, Wimbledon é sempre a prioridade, sabemos todos! Com o tênis que está jogando, estando saudável, de bem com a vida, por que não sonhar com mais conquistas?
    Uma coisa é certa: o 21º slam é um sonho possível e Federer sabe disso. Alguém duvida?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, que resposta difícil… rsrs… Mas acho que a sequência de semifinais de Grand Slam são inacreditáveis e obviamente as semanas como número 1, porque acho que permanecer na ponta é muito mais difícil do que chegar lá ou até mesmo do que ganhar um Slam.

      Responder
  60. Renato

    Eu não tenho dúvidas que Federer joga por amor, mas tenho certeza que ele também joga para aumentar seus números e não ser ultrapassado por ninguém. Acho que ele não vai encerrar a carreira enquanto existir uma ameaça aos seus recordes. Novak é carta fora do baralho. Se Roger vencer dois slam esse ano e Nadal so um, acabou!

    Responder
  61. Felipe

    Mestre bom dia!!!

    Nos conte!! Qual sua previsão para que Ele chegue no #1??

    Porque parece ser apenas uma questão de tempo, não?? Nadal defende pontos demais!!

    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, acho que Nadal não vai a Acapulco e permitirá esse retorno, que obviamente poderá ser breve porque Federer também defende muitos pontos em seguida. Tomara que haja um duelo constante pelo posto ao longo do saibro e da grama. Isso ajuda muito a divulgar o tênis, Felipe.

      Responder
      1. Leonardo lima

        Bom dia Dalcim
        Mesmo Federer defendendo 2000 pontos ( indian wells e Miami ) , quando começa a temporada de saibro Nadal defende 4580 pontos . E Federer nao defende nenhum.
        Grandes chances do Federer chegar em winbledon numero 1 .
        O que acha ?

        Responder
  62. Fernando/MG

    Prezado Dalcim, parabéns pela excelente cobertura, para nós mortais que precisamos trabalhar é sempre um alento acompanhar seus comentários game a game, parabéns mesmo.
    Dalcim, o Federer é o maior vencedor de Majors, por acaso ele também é o maior vice da história?

    Responder
  63. Miguel BsB

    Não participei do desafio da biografia por 2 motivos: primeiro, não sou bom em palpites rs, segundo, que com um cara desses ainda em atividade, ela vai ficando desatualizada constantemente… hehe. Vou esperar a biografia só depois dele se aposentar (espero que daqui a uns booons anos), pq vai ser maior e com vários capítulos novos… RS.
    Dalcim, aproveito para lhe dar os parabéns por mais uma ótima cobertura de Slams! Agradeço em nome dos fãs de tênis por vc ser o melhor e mais prolífico blogueiro nacional do esporte!

    Responder
  64. Ernesto

    Falar mais o quê de Roger Federer? Juca Kfouri 28/01/2018 – 09:39. Segue abaixo a opinião do maior jornalista esportivo do Brasil :
    Aos 36 anos, 20 vezes campeão em torneios de Grand Slam, único homem a consegui-lo. Hoje foi na Austrália. Maior tenista de todos os tempos. E ele ainda chorou de emoÇao ao discursar. O Pelé, o Michael Jordan, o Muhammad Ali, o Usain Bolt, o Roger Federer do tenis….

    Responder
    1. Ziggy Stardust

      Oi, Ernesto.

      Também li essa matéria do Juca, igualmente os comentários (teve um desditoso, fã do Nadal, que resolveu fazer pessoal terapia. Ah, esses pequenos gafanhotos…).

      No mais, nesse intervalo de 03 dias desde a conquista do GOAT, também o Mestre Dalcim (reiterando), o gigante Rod ‘tiete’ Laver (reconhecendo) e Billie Jean KIng (reafirmando) chancelaram a condição suprema do Perfeito Roger.

      Responder
  65. Chileno

    Nós seres humanos temos essa necessidade de criar e admirar ídolos. Fazemos isso o tempo todo, em todos os âmbitos possíveis das nossas vidas. Inclusive com personagens fictícios. Mas… é impossível gostar de tênis e não admirar o Federer.

    Quase 37 anos nas costas, concorrendo com monstros como Nadal, Djokovic, Murray e Wawrinka, milionário, tendo já todos os recordes mais relevantes do esporte, e vindo de duras derrotas, um período de baixa técnica, seguida por uma lesão grave nas costas… o caminho natural seria a aposentadoria. Mas o cara quis uma vez mais, reescrever sua história e a do tênis.

    Mudou de raquete, contratou novo técnico, adaptou seu jogo, adicionou armas ao seu já inigualável arsenal, e voltou às glórias, com um tênis clássico, agressivo, técnico, variado e envolvente. Mais um Grand Slam pra já inigualável conta. São 20 em 200 disputados até hoje, na história do esporte. O cara detém 10% de todos os Grand Slams disputados até hoje. É abissal.

    Muito bonito vê-lo comemorar como se fosse seu primeiro título, como se ele já não fosse o maior de todos, como se ele não tivesse outros 19 canecos desses na galeria.

    Vida longa ao Rei do tênis! Go Roger!

    Responder
  66. Jose Carlos

    Dalcim,fazendo uma análise das diversas declarações do Roger,creio que jogará mais 10 torneios no ano,sendo possível chegar a 14.Qual a sua opinião:

    Calendário creio que será:
    AO (já jogou)
    IW
    Miami
    Stuttgart (não confirmado,mas pelo mantenedor do torneio ser um dos seus principais patrocinadores)
    Halle
    WB
    Toronto (achei que não iria,mas depois q disse numa entrevista “torneios no verão americano” considero provavel
    Cincy
    USOpen
    Shanghai
    Basel
    Finals

    12 torneios,oq não é um calendário tão exaustivo e não tão enxuto que não o permita brigar pelo número 1 ao final da temporada

    Podendo acrescentar,talvez:

    Dubai
    Madrid
    RG

    Mestre,qual a sua opinião:mudaria algum torneio dos que considerei prováveis que ele jogue?Grande abraço e parabéns pelo “nosso” canal diário de tênis.Todos que amamos creio que passamos por aqui,diversas vezes ao dia,mesmo nas férias tenisticas rss

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Caso inclua Rolanga ( somente devido aos Franceses),tira outros. A meu ver, sabe que não chegou bem ao Final da Temporada 2017. O USOPEN e o FINALS, ainda são prioridades.Abs!

        Responder
  67. Luciano Serafim

    Bom dia Dalcim.
    Ontem, mais uma vez, ficou claro que a confiança faz toda diferença.
    Um game mal jogado por Federer e Cilic quase ganha.
    Ainda bem que deu tempo para Federer se recompor. e ai foi a vez do Cilic sentir o momento.
    Em 2017 o titulo do Australian Open deixou Federer sem pressão para jogar, o que o deixa mais perigoso ainda. Acho que ele não deve ir para Dubai disputar o numero 1, nessa fase da carreira o mais importante é estar saudável, espero que descanse duas ou 3 semanas e volte a treinar para os master de Indian w, Miami e quem sabe um pouco de saibro, acho que ai sim o numero 1 é possível.
    O que acha Dalcim? Abç

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Também acho que ele não vai a Dubai. Me parece muito determinado a seguir seu calendário de longas paradas entre os torneios de maior esforço.

      Responder
      1. Igor

        Mestre, se eu fosse o Federer, jogaria Dubai e não jogaria Miami. Isso daria mais tempo de descanso para uma questionável preparação para o saibro e consequentemente para RG. Acredito que RG seja um grande desafio interno nele, uma dúvida imensa: “com esse circuito com os grandes nomes fora e essa minha sequência de vitórias contra o Nadal, pq não arriscar ganhar dele no saibro?” Ao mesmo tempo, “jogar RG e comprometer o meu torneio preferido e onde sou o maior favorito?”. Essa deve ser a dúvida na cabeça do rei, enfim, o que ele decidir, com certeza, será a melhor decisão.

        Responder
  68. Miguel BsB

    Talvez seja uma heresia, mas já começo a achar que Mr. Roger Federer já pode ser considerado o maior atleta de tds os tempos… Do tênis, pra mim não restam mais dúvidas, e tenho certeza que não vai parar (se a saúde permitir, é claro), até buscar os poucos recordes que lhe faltam. Um super campeão como ele, de um esporte individual e tão competitivo e exigente como é o tênis, um esporte de alcance mundial, um dos mais populares, que envolve tantos fatores como técnica, físico, força mental, inteligência tática, já entra no debate sem sombra de dúvidas.

    Responder
    1. André Barcellos

      Não apenas vc, Miguel, começa a fazer essa conjectura.
      Há um artigo do uol em algum lugar falando disso.
      Por mais fã que eu seja do Fedex, acho temerário eleger um atleta em detrimento de outros.
      As modalidades são muitos diferentes.
      Talvez na somatória dos conjuntos Federer ocupe mesmo esse lugar.
      Mas, por exemplo…quem lembra do Edwin Moses (400 m com barreiras) que ficou mais de 100 (107) provas invicto, durante 9 anos?
      Esse feito é absurdo também.
      E o Phelps?
      Não vou falar de futebol porque é coletivo,e também detesto futebol. rs

      Responder
  69. Miguel BsB

    Fantástico, fenomenal, incrível… Não faltam adjetivos para atribuir à Roger Federer. Acho que agora ele, que já possui praticamente todos os recordes importantes da modalidade, busque os que ainda faltam e não deixe nada pra ninguém, o cara é fominha rs. Recordes que pareciam inalcansaveis, para ele nada é impossível… Na verdade, deixar Mr. Connors pra trás, e tirar-lhe o recorde de vitórias e títulos. Acho que o maestro, The King, vai chegar lá! Lenda viva do esporte mundial!

    Responder
  70. Márcio Souza

    Mestre Dalcim parabéns mais uma vez pela excelente cobertura do AO com as suas análises e posts, sempre muito bem escritos.

    Mesmo os jogos que não consegui assistir devido os horários da madrugada, acompanhando suas análises e vendo os melhores momentos depois, ja conseguia ficar por dentro do que tinha acontecido.

    Parabéns mais uma vez Mestre!

    E que o nosso craque Federer continue nos brindando com atuações cada vez mais exuberantes e de encher os olhos, como joga esse suíço, e pensar que alguns aqui chamavam ele de suíço número 2 quando o Wawrinka estava com melhor ranking que ele no período lesionado, sem comentários kkkkk

    Vai Federer continue nos dando cada vez mais alegrias e dores de cabeça pros antis sem noção que insistiam em te chamar de aposentado kkkkkk

    Abs.

    Responder
  71. Renan

    Olá Dalcim, bom dia,

    Uma curiosidade, li sobre Federer possuir 10% de todos os Slam na Era Aberta e pensei: Sampras ficou com números bem parecidos (um pouco melhor até, talvez). Porque venceu 14 em 2002 com uns 60 Slam a menos né? Na época isso era comentado também?

    Viu, quais são as biografias que tem do Federer? Eu possuo uma delas, há quantas no mercado? São oficiais?

    O blog sempre muito bom,

    Obrigado, até mais!!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      No caso de Federer, ele tem 10% de todos os 200 Slam da fase profissional, Renan. Infelizmente, Sampras ficou devendo Roland Garros. No Brasil, Federer tem duas biografias (não oficiais) publicadas. Abs!

      Responder
  72. Rafael Rezende

    Mestre,

    Fiquei feliz pelo Federer. E apesar de ser torcedor do suíço, estou sentindo falta do Murray e Djokovic no circuito. Poucos adversários conseguem fazer frente à Federer e Nadal, principalmente nos Slams. Por exemplo, acho IMPOSSÍVEL alguém fazer frente ao Nadal em Rolândia Garros. A não ser que tenha um problema físico, quem vai ganhar do espanhol em Roland Garros?

    Responder
    1. Jônatas L. de Paiva

      Olha, os jogadores que você poderia contar que conseguem bater o Nadal no saibro, estando em forma, seriam Djokovic, Wawrinka e Federer. Goffin e Thiem podem dar algum trabalho mas muito difícil.

      Dos que citei, o único realmente que encara o Nadal no mesmo nível no saibro, estando em forma, é o Djokovic.

      Depois que o Federer voltou em plena forma nunca disputou uma partida no saibro com o Nadal então não sei como seria. Acho que vamos ver o 11º RG e 17º GS do Nadal.

      Responder
  73. LuA Linhares

    Sou um velho supersticioso. Quando novo, balançar a cabeça para mim era apenas um bolero febril com o vento. Agora, tenho balançado a cabeça para concordar com todos, mesmo se discordo. Vocês já devem saber que velho hoje em dia não sabe de nada, ao contrário de antigamente, que velho sabia de tudo e emanava respeito por onde passava. Velho passava e dava a benção que o novo pedia. O jovem de hoje é ainda mais cruel que o jovem de ontem, pois tem tempo de sobra, acessa o Google e não a Barça, não sabe o que é um tanque para lavar meias sujas de saibro, tampouco um vasto campo para capinar e regar calos.

    Me deram como aposentado por invalidez. Motivo: alienação mental. Disseram que meu mental estava deteriorado, que teima não tinha jeito, nem com palmada de mãe ou arruda de benzedeira. Ou seja: eu não poderia exercer mais a minha função. Com dezenove bocas para criar – quatro filhos, esposa, sogra, dois pares de cunhada e três de afilhados, além das bocas compulsórias e rotatórias que me visitam, não poderia me dar por vencido. Aceitei a pecha de inválido, porém pedi uma boquinha no antigo emprego, sem carteira assinada mesmo, e assumi o cargo de caixeiro viajante. Resolvi vender de tudo que vocês possam imaginar – de pratos de prata a ilusões. Fiquei quatro anos neste bico até que resolveram me promover por falta de qualificação técnica dos novos funcionários contratados. Disseram que eu podia ficar lá dentro do meu antigo escritório, pelo tempo que eu quisesse, batendo umas bolinhas com a nova e a antiga moçada, para tentar ensinar algo. Logo eu, o aposentado. Não sei ao certo se queriam que eu atestasse a qualidade dos paredões ou se queriam mesmo me estuporar de vez física e mentalmente. Bufão que não sou, tratei de me aprumar. Resolvi mudar velhos hábitos, apesar de velho.

    Vez e outra, quando a temporada me inspira, me permito o vinho e tomo a taça. O cheiro, o gosto em erguê-la e beijá-la, mais uma vez, me inebriam e me devolvem o sentido da contenda. O segredo da minha resistência e do meu êxito com o passar doa anos está em um novo ritual, ritual que faço tim-tim por tim-tim, sem deixar escapar nada. Sempre que resolvo dar uma passadinha no escritório para atestar como a vida segue, me levanto às 5h17, como quatro ovos e meio cozidos, caminho na rua ao redor do posto de saúde por 49 minutos e vou para o jardim do centro da cidade jogar xadrez com os outros velhos da minha idade.

    Bem, e é lá no jardim, sentado de frente para o meu oponente que avisto ela. A minha primeira e eterna namorada. Linda, linda! De imediato, ela finge não me vê, tampouco faz menção de me querer. Insisto no profundo do flertar e desejo. E, eis, que ela se deixa. Suspira de um modo que o colo nina todas as minhas esperanças, me acalenta e me arrouba todo o corpo. Vagarosamente passa a mão direita nos cabelos compridos, liso e cheio, me devolve o olhar e sorri sutilmente, simples e arrebatadora na alma. Ah, Juliana! Que saudades dos seus braços que me afogam na vitória.

    “Se hoje és minha festa/ E o teu sereno é o que me leva/ Suas mãos, nas minhas mãos/ Se no fracasso de quem te ama/ Óh Vitória, Juliana/ Nunca me deixe o seu não”.

    Parabéns, Roger Federer por mais uma vitória que faz sempre emocionar, e emociona, como se fosse a primeira! É impossível não chorar junto com este tenista que é, até hoje, o que mais suscita poesia por onde pisa. Que coloca na balança deste esporte a bênção e a soberba técnica e física na mesma medida.
    Peço licença ao Dalcim por este texto em homenagem ao Mestre, aos amigos do Tênis Brasil que aqui me pediram presença e em especial ao Márcio, que inspirou esta analogia. Au revoir!

    Responder
    1. Alan

      Parabéns a ti também, LuA Linhares, que tal qual o Roger nas quadras, espalhas poesia por onde passas… Lembro dos seus textos igualmente inspirados no antigo blog do Cleto. Embora não costume tanto escrever seja lá ou mesmo aqui, leio e lia-os de modo religioso. Como dizia a inocente canção, “legal ter você aqui”… Parabéns também ao Dalcim pelo estupendo espaço dedicado ao tênis. Leitura obrigatória para os amantes da modalidade.

      Responder
    2. Willian Lopes

      Sensacional LuA…
      Parabéns pelo belo texto…
      Que seja o primeiro de muitos comentários seus por aqui…
      Vai enriquecer ainda mais o conteúdo do blog…

      Responder
    3. Márcio Souza

      LuA que texto belíssimo!

      Ja li e reli diversas vezes, mas em cada nova leitura me encanta a forma como você escreve com tanta leveza, clareza e conhecimento.

      Obrigados por nos brindar com o seu talento e simpatia.
      Foi incrível o modo como você inseriu a Juliana nesse texto, logo ela que tem “ajudado” tanto nas conquistas do Federer, quase que como um amuleto indispensável.

      Já te agradeci e a parabenizei la no grupo do WatsApp mas não poderia deixar de registrar aqui também o meu apreço.

      Obrigado!!!

      E sinta a vontade para escrever essas preciosidades sempre que quiser e puder.

      Responder
    4. LuA Linhares

      Obrigada a todos vocês rapazes! Principalmente, por terem relevado a petulância do meu corretor que, após eu clicar em enviar costuma mudar algumas palavras; não respeita nem a minha predileção pelo Real e me tasca um Braça, tirando o S e o trocando pelo Ç. Ele também detesta rimas e concordâncias – troca o ver pelo vê; dos por doas e por aí vai. Aproveitando, assisti a reprise da final agora há pouco e consegui me surpreender ainda mais com a qualidade técnica desta final. Peço a Deus que um dia eu possa dar um saque quique como aqueles do Mestre, sempre na “hora da onça beber água”.

      Responder
  74. Lucas

    Caro Dalcim, parabéns pelo trabalho! A minha pergunta é sobre os Pro-Slams – não seria mais justo considera-los como os verdadeiros Grand Slams na década de 60? Ou pelo menos equivalentes? Me corrija se eu estiver errado, mas a maior parte dos títulos de Grand Slam do Roy Emerson (antigo recordista) vieram justamente neste período em que os profissionais não podiam joga-los… Abraço!

    Responder
  75. Neto

    Bom dia mestre, passei o dia clicando na página para ler sua análise e como sempre ela sintetiza oq nós fãs desse gênio suíço temos vontade de expressar em palavras , coisa que vc faz brilhantemente, só uma simples pergunta mestre , qual o limite para Roger Federer?

    Responder
  76. Paulo F.

    Dalcim:
    Tu já respondeu que este ano Roger Federer irá disputar novamente Roland Garros.
    Queria uma opinião tua: não valeria (caso ele esteja fisicamente bem) dar mais uma tentada nos M1000 que lhe faltam – Monte Carlo e Roma?
    Abraço!

    Responder
  77. GUSTAVO DE ALMEIDA

    Dalcim, por que o RF não joga o ATP 500 anterior aos de Dubai e Acapulco?
    Acho que é na Holanda. Daqui 2semanas.

    Ele passaria o Nadal antes dos 300/45 pontos em questão é teria duas semanas de descanso antes dos ATPs 1000 Sunshine.

    Ninguém comentou essa possibilidade. Por quê?

    Responder
  78. Rubens Leme

    Faltou acrescentar um novo recorde: primeiro bicampeão no desafio eletrônico!

    Esse título praticamente encerra a luta de maiores vencedores de Slams. Nadal (16) e Djokovic (12) não têm como tirar essa diferença. Além disso, se tornou o maior vencedor em Wimbledon, US Open e Austrália na Era Profissional.

    Volto a dizer: quietinho, sem falar nisso, quer chegar na Margaret Court (24). Acho que ainda tem uns 3 ou 4 anos de circuito e também acho que Cilic ainda coquista mais um Slam na carreira.

    Não foi um grande jogo, mas valeu muito pro suíço.

    Responder
  79. André MÉXICO

    Boa noite Dalcim . Queria somente te agradecer pelo blog e pela cobertura de tênis que vc nos da , e pelo seu amplo conhecimento do esporte , além dos textos sempre atualizados , em tempo e didáticos – dia a dia aprendo mais do esporte com você, já que sou grande admirador do de tenis desde criança nos anos 80 , quando a Manchete fazia algumas transmissões . Você com certeza é a melhor fonte de informação no esporte no Brasil .

    Cómo vivo no México , sempre acompanho os jogos pela ESPN Latina , por onde também aprendo muito já que tem um cara que tb sabe tudo – Javier Frana.

    Enfim , tb muito feliz pelo Federer. Hoje fui dormir às 6 am para acompanhar o jogo (aqui são 4 hs menos que no Brasil ) e esperamos ir ao US Open em setembro para ver o Rei ao vivo outra vez !!!

    Grande abraço

    Responder
  80. Alisson Matos

    Imaginem daqui a 3 anos surgir alguém que com menos de meia dúzia de slams conquistados consiga entrar na discussão sobre ser o GOAT, só sendo muito, muito bom.

    Federer o fez por volta de 2004/2005, jogadores do circuito e lendas já discutiam se o arsenal de golpes do helvético era o melhor já visto, isso mostra a grandeza dele.

    Os resultados vieram, o tênis mudou (fisicamente muito rapidamente em função da nova exigência técnica colocada por ele) e as inovações continuam, o ataque da cobra por Roger, a esquerda mais agressiva, etc.

    O casamento entre a estética e o resultado, ficou sacramentado, o beijo apaixonado na vigésima taça eternizou a união.

    10% dos slams disputados na era aberta vencidos (meu Deus)
    23 semi finais nível grand slam seguidas
    36 quartas de finais nível grand slam consecutivas
    De WB 2005 até o AO 2010 fez 18 finais de 19 slams disputados (impressionante)
    Defendeu o título do AO aos 36 anos no quinto set (não parece real)

    Responder
  81. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    Sei que o Federer já confirmou q joga no saibro esse ano, não confirmando quais torneios jogará fora, lógico, RG. Vc acha que seria a decisão correta? Não seria mais prudente pular o saibro novamente e ir com tudo para o nono Wimbledon? O q pensa?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Bom, como admirador eu gostaria de vê-lo jogando no saibro novamente. Acho que um grande tenista não pode saltar um piso com tanta frequência. Sampras fez isso no final da carreira.

      Responder
  82. Luciano Carvalho

    Dalcim, parabéns pelo blog e pela fantástica cobertura de AO18.
    Mais um Grand Slam para o fenomenal RF.
    Qual o limite para essa lenda?
    Às vezes tento imaginar quantos GS teria o GOAT se não tivesse cruzado a mesma época de Nadal e Djokovic.
    Dá pra calcular?
    Um abraço!

    Responder
      1. Ricardo

        Apesar de possivelmente poder ter ganhado mais 5 slams, caso reinasse sozinho, esses dois (nadal e djoko) só engrandecem ainda mais os 20 conquistados.

        Responder
  83. JANAINA DIAS

    Li na Internet (não lembro o site):

    Um repórter pergunta ao senhor Robert FEDERER, pai do ROGER FEDERER:
    – De qual título ou recorde de seu filho o senhor tem mais orgulho?
    E o pai responde:
    – O que eu tenho mais orgulho do meu filho É QUE ELE É AMADO EM TODOS OS LUGARES A QUE ELE VAI…

    Responder
  84. André Barcellos

    Dalcim, vc viu o Roger falando algo como “remindo me”, don’t forget…sei lá. Já esqueci.
    Acho que foi no final do quarto ou começo do quinto set.
    Sabe com quem ele falava? Como ele mesmo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele pedia ao árbitro para lembrá-lo um game antes da troca de bolas. Como você sabe, os tenistas costumam trocar as raquetes no game anterior. E como o jogo já era muito extenso, difícil ficar fazendo contas para saber.

      Responder
  85. Dudu

    Olá, Dalcim. Obrigado por mais um texto, sempre preciso e com a sensibilidade necessária para nos deliciarmos com o que acontece no mundo do tênis hoje.
    E sempre fiz algumas comparações entre a relação Federer/Nadal e hoje vou arriscar publicá-las aqui.
    Sabemos que o jogo do Roger possui leveza, plasticidade e um estilo belíssimo, onde a agressividade constante é o que ele busca. Nadal possui como características principais a eficiência, regularidade e a aplicação tática incansável, onde o contra ataque é o que fundamenta seu jogo.
    Considerando isso, certo dia relacionei o jogo deles com a situação de algumas seleções brasileiras que disputaram copas – Nadal seria nossa seleção de 94, com certeza! E Federer? Bom, relacionava ele com a seleção de 70! Mas, com as oscilações que teve nos últimos anos, e a possibilidade de ser ultrapassado por Nadal no número de slams (que, como sabemos, é o que vale realmente para ser “campeão do mundo”) passei a considerar algo triste e familiar para nós brasileiros: se Rafa o ultrapassasse, Federer seria a seleção de 82! Jogou muito, encantou, mas não levou o caneco…
    Mas agora, depois do formidável 2017 e da conquista do vigésimo, acho que dá para cravar: Federer mistura o melhor dos mundos, a seleção de 70 e 82!!
    Longa vida ao Rei! Parabéns a todos os adversários que tornaram ainda maiores suas conquistas! E paz, galera! Vamos curtir que esporte é para isso!
    Obrigado a todos que leram meu pequeno devaneio e boa semana para nós!

    Responder
  86. Willian Lopes

    Feliz demais com a conquista do 20º caneco de Slam do Rei do Tennis. Simplesmente emocionante testemunhar toda a carreira de Federer e ver que o suíço já venceu tanto, superando situações complicadas, desconfiança absurda de alguns que até pouco tempo atrás o apontaram como aposentado, acabado, ou velho para o esporte, eita gente persistente. A cada título de Major conquistado ele mostra exatamente o contrário, mostra que ele ama o tennis, seus fans e por eles(nós) o suíço se mantém firme e forte se reinventando e superando os seus próprios limites, sempre transmitindo uma emoção pura com seus sentimentos, como vimos hoje ele chorando de emoção na cerimônia de premiação. E tudo isso como se ele tivesse acabado de vencer o 1º Slam da carreira. Isso é sensacional, fantástico para dizer o mínimo.
    Respeito muito o Nadal, Djokovic, Murray e seus verdadeiros fans que possuem a grandeza de enxergar o tennis sem fanatismo, mas Federer é Federer, um gênio dentro e fora das quadras, Federer é único, incomparável, Federer é o tennis, e agora 20 vezes mais. Vida longa ao Rei do Tennis, O maior e melhor tenista de todos os tempos.

    Responder
  87. Sergio Gonçalves

    Foi constrangedor: pela primeira vez uma das minhas conversas telefônicas com o Tagarela Craque Suíço foi flagrada pelas
    câmeras e transmitida para todo o planeta (quem assistiu pela ESPN viu o Craque parado num corredor falando no celular) Mais constrangedor ainda seria se o mundo soubesse que eu estava saindo do banho um tanto irritado com o que Rogério fez em quadra. O que me disse ele ao telefone? Não muito. Não lhe dei muita chance. Perguntei de cara: que diabos ocorreu no segundo e no quarto sets? Era um jogo sob controle e fadado a terminar em 3×0. Revelo agora: o Craque estava preocupado por achar que havia deixado a porta de sua suíte destrancada ao sair do hotel. Ele temia que sua nécessaire fosse subtraída por algum malaco australiano. “Isso não me saia da cabeça”, confessou ele. Eu não estava com tempo e avisei que nossa conversa estava sendo transmitida para todo o mundo pela TV. Pedi que ele dissesse que se tratava de uma ligação do presidente suíço. Funcionou.
    Enfim, no AO 2018 o Craque derrotou o tenista croata e, em 2017, derrotou o tenista cloaca. Não deixa de ser um progresso.
    O resultado era previsível, mas alguns temas devem ser abordados.
    Cilic reclamou do teto fechado. Segundo ele, do lado de fora estava 30 graus e dentro estava 23 graus. Se tivesse permanecido aberto, ele reclamaria que deixaram aberto, estava muito quente etc. Como sempre digo, para o mau beijador até a língua atrapalha.
    Mais uma vez tivemos que que ser torturados pela dupla Patatí-Patatá. Os dois Fernandos da ESPN estão convencidos: as pessoas sintonizam o canal para ver um pegar no pé do outro com piadinhas
    cuja graça só é sobrepujada por uma declaração de Gleisi Hoffman. É um festival de provocações e picuinhas que nada tem a ver com a peleja. Mais: Fininho (ex-tenista esforçado) valoriza apenas atletas que rolam no chão, dão cambalhotas ou deixam 8 litros de suor na quadra. O Fernando locutor (responsável por traduzir as declarações em inglês), demonstra um domínio do inglês ainda pior que o Siri Careca, traduzindo “facility” como “facilidade”. Saudades do Dácio Campos.
    Também digna de registro a forma com que os Fernandos resolveram se referir aos inéditos 20 GS do Craque (algo só comparável ao dia em que o Divino Craque caminhou sobre as águas de sua piscina para chegar mais rápido ao banheiro, o que provocou pânico entre presentes na ocasião): em vez de falarem do fato de Rogério ser o tenista com maior número de GS, preferiram dizer que ele era o quarto tenista a atingir a marca de 20 GS, num inexistente e insólito ranking unissex. Eles tentam, mas não conseguem.
    Finalizo, mantendo a tradição, enviando um abraço ao meu compadre Rafa Medeiros e um abraço e um beijo para a minha musa e conterrânea Caren Maria (sim, sou carioca, ninguém é perfeito). E parabenizando o Dalcim por mais uma cobertura exemplar.
    Fora isso, os cães ladram e a caravana do Sortudo Craque segue em frente. É muita sorte: já são 20 GS, sempre tirando proveito de uma entressafra que já dura 15 anos.
    E nunca é demais insistir: Nadal acabou (digo isso desde 2011, uma hora o Siri acredita em mim).

    Responder
    1. Márcio Souza

      Genial texto Sérgio Gonçalves!!!

      Crônica muito bem escrita mais uma vez, parabéns!

      A Caren Maria que você citou no texto faz parte do nosso grupo la no WatsApp e esses dias atrás a ela para lhe convidar, para que você viesse participar do nosso grupo também. Ela disse que fez o convite, mas que você nesse momento preferiu não participar.
      Sinta se sempre convidado e caso um dia queira e possa participar, sera muito bem vindo.

      Parabéns mais uma vez.

      Abs.

      Responder
    2. Mário Fagundes

      O que mais é preciso dizer depois de um texto como este? Sim, Sérgio Gonçalves, dá pra dizer que o 21º slam é um sonho possível. Abs!

      Responder
    3. Rafael Medeiros

      É ou não é pra isso que a gente paga internet? Um cronista tenístico – sei que o talento não se limita ao tema, mas inova no cenário, já que poucos são os bons escritos sobre o esporte.

      “Enfim, no AO 2018 o Craque derrotou o tenista croata e, em 2017, derrotou o tenista cloaca. Não deixa de ser um progresso.” – a citação do compadre, sem dúvida, sem houvesse justiça no mundo, já estaria entalhada em pedra para a eternidade, num lugar de destaque na Rod Laver Arena.

      “Nadal acabou” é nosso “que a força esteja com você”.

      Portanto, meu caro compadre, um grande abraço. E Nadal acabou.

      Responder
  88. Maria antonieta

    Caro Dalcim !
    Confesso que estava ansiosa aguardando a sua avaliação do menino chamado RF ,que eu chamo carinhosamente de Mestre . Na minha opinião de tenista aposentada o rapaz nasceu com a raquete nas mãos tal a sua habilidade. Sabia que chegaria hj ao 20 slam e também me emocionei ao vê lô chorar como um menino ! Pelo andar da carruagem ele vai longe ainda ,pois não vejo ninguém no circuito em condições de faturar em cima dele ! Como vc mesmo disse ele tem o irritante hábito de reescrever a história. Vamos apenas aguardar ! Não acredito q no momento ele queira apressar o retorno à ponta . Para que ? O q ele tem de semanas ninguém supera! Daqui uns anos ele estará fazendo dupla com as gêmeas ! Amo sua coluna ! ????????????????

    Responder
    1. Pedro Luis Rodrigues

      Oi Tia! Legal te ver postando por aqui também. Eu posto muito pouco, as sempre acompanho o blog, principalmente durante os slams. bjs

      Responder
      1. Felipe

        1. Phelps
        2. Bolt
        3. Senna
        4. Floyd Meyweather
        5. T. Woods, C. Lewis, Federer, M. Tyson, R. Scheidt, Mark Spitz, M. Schumacher, A. Silva, M. Ali, J. Jones, S. Bubka, entre outros

        Tem muita gente boa a partir do top 5, mas como o Dalcim falou e mto difícil.

        Responder
          1. Felipe

            Renato, Mayweather nunca perdeu e ainda lutou contra outro dos maiores M. Pacquiao, embora não tenha carisma nenhum, tb não gosto dele mas temos de reconhecer sua carreira.

          1. Felipe

            Jose R. Quantos anos vc tem.. Deculpe mas basta vc olhar qq pesquisa e escutar quem entende de automobilismo e vera que o Senna eh quase unanimidade no mundo todo ainda como o maior piloto de todos os tempos, concorda mestre?

          1. Felipe

            Doping, nem eu nem vc entendemos o que rola no esporte, alias acredito piamente que a maioria dos atletas usa.

            A carreira do Anderson eh espetacular, quase 10 anos sm perder num esporte muito difícil, era muito acima dos outros, chegava ate irritar de tao superior, subia de peso e ainda brincava.

            Brasileiro tem memoria curta e mania de não valorizar os nossos talentos.

        1. Márcio

          Sena gigante, mas aqui mesmo o Fitipaldi é maior.
          Procure, pesquise, é legal!
          Fitipaldi abriu a propria equipe cem por cento brasileira, e ainda sim competia em alto nível, ficando entre os dez primeiros sempre.
          Foi campeão duas vezes, abriu o caminho para piquet e sena, assim como talvez guga tenha feito para algum próximo que apareça, quem sabe, nos proximos 30 ou 40 anos.
          Sobre o anderson silva, sem comentarios.

          Responder
  89. Robério

    Foi um dia incrível para os amantes do esporte, especialmente para os do tênis. Poucas vezes, ou nenhuma, vi um gigante de proporções quase imensurável, demostrar tamanha sensibilidade o que faz., A emoção do Federer hoje tocou a todos aqueles que amam o que fazem, sejam no esporte, ou qualquer outra coisa importante na vida.
    Sobre o ranking, caso Nadal não defenda seus pontos em Acapulco, Federer alcançará o número 1 sem entrar em quadra?

    Responder
  90. Fernando Pauli

    Dalcim parabéns pela bela cobertura, você realmente é incrível.
    Uma pergunta: se Federer voltar a ser número um, oxalá no próximo mês, ele será o de maior idade da era profissional? Ou de todos os tempos? Ou já teve alguém mais velho a ser número um?
    Abs!

    Responder
  91. Tiago Castro

    Mestre Dalcin. Meus parabéns pelo texto e pela cobertura do AO e do tênis em geral. Estamos carentes de um campeão brasileiro, mas RF é internacional, todos gostamos.
    Queria saber sua opinião: vc achou o jogo bom ? Apesar de bem.disputado, não achei bom para assistir. Achei que teve poucas jogadas sensacionais.
    Parabéns

    Responder
  92. Rafael Wüthrich

    Meu bom Dalcim, que tenista inacreditável é Roger Federer. De tudo o que vi e li hoje sobre o suíço e sua incrível conquista, duas coisas me impressionaram: o choro e a determinação durante um jogo como se fosse o primeiro Slam, o primeiro título. De fato, Roger parecia uma criança, tão estampada a emoção em sua face.

    Sobre o jogo em si, entendo que Federer deveria ter levado em diretos. Dominou o primeiro set completamente, ao encontrar um adversário não ambientado e nervoso em quadra, jogou um tênis exuberante no 2º set, com slices, baclhands vencedores, voleios, e um percentual absurdo de pontos ganhos com o saque, em que deveria ter lhe dado vantagem ainda maior, mas acabou impedido por bons saques e arrojo de Cilic, além de uma bobeada no tie break, vantagem também revertida pelo croata com muito arrojo e risco. Mesmo assim, ainda dominou completamente o 3º set, em que jamais foi ameaçado no saque, até o fatídico 3×1 do 4º set.

    Ali, Federer, talvez pensando no título ou mesmo despreocupado diante de um adversário grogue em quadra, entregou um game de recepção e foi sacar, confiante que faria 4×2. Errou uma bola, cometeu dupla-falta e foi quebrado de zero. Daí, acuado como nunca, Cilic viu uma chance e se agarrou nela, jogando seu melhor tênis na partida – como você observava no placar comentado. Arriscava todas as bolas, o saque passou a funcionar e então vimos pela primeira vez Federer nas cordas. Sacando 36% de 1º saque, sofrendo com a pancadaria de Cilic e sendo empurrado pra trás com a força dos golpes do croata, Federer perdeu 5 games consecutivos de forma acachapante. Nem a virada de set mudou o panorama: suíço saiu atrás, num 15×40, e esteve muito perto de afundar de vez na partida.

    Então, Federer operou o milagre. Conseguiu voltar a sacar bem (no 4º set chegou a sacar 2º serviço a 128 km/h), usou capacidade de defesa e slices para se manter nos pontos e contou com certa afobação de Cilic para sair do buraco. Vibrou e, na virada de lado, contou com o lapso mental do adversário. Com 30×0, uma bola solta para fazer 40×0 e Cilic isolou o fh, enganado de novo pelo slice do suíço. Então, a chance apareceu, com boas devoluções e erros do croata, obrigado a bater em movimento com as mudanças de direção do suíço. Ainda assim, após a quebra, Cilic conseguiu levar Federer ao limite de dois 40 iguais, obrigando o suíço a jogar com o 1o saque. Ao confirmar o 3×0, a expressão irritada de Cilic era tudo. Na volta, após confirmar de zero em 1 minuto, o croata sequer teve chances de pressionar: Federer sacou absurdamente, algo que não fazia desde o início do 4º set, e ao irem sentar para a troca de lado, a expressão de desânimo do croata era evidente, o que se confirmou no game seguinte, com mais uma quebra. Daí,bastou sacar bem novamente e comemorar o título – não sem antes nova tensão em mais um desafio de um saque que caprichosamente beliscou a linha.

    Há mais algumas coisas a serem ditas. Se a campanha do suíço não foi das mais difíceis, também não se pode dizer fácil. Enfrentou o 6 e o 19 do mundo, além de um ex-top 10 (Gasquet) ainda na terceira rodada. Muitos comparam com o título de Nadal no US Open, mas não dá nem para pensar em comparação: em Nova York o espanhol sequer enfrentou um top 25 na campanha inteira e ainda enfrentou um debutante na final. Em comparação Federer enfrentou um top 10 (e atual 3 do mundo) e que já tem título de Slam.

    Muitos também reclamaram da postura do suíço, cujo backhand não esteve à altura do ano passado. Pelo contrário: acho que ele não precisou tanto. Mesmo constantemente atacado, seu backhand resistiu bem e foi fundamental para impor ângulos, paralelas e atacar principalmente os segundos saques, que sempre eram mandados ali, já que ninguém parece ousar mandar um 2o saque em seu forehand. Além disso, sua forma física exuberante lhe permitiu usar slices e top spins altos (balões) até em múltiplas defesas de smashes. Não há ninguém no circuito hoje que esteja jogando melhor que o suíço, o que é impressionante. Vale ressaltar a força mental do suíço: quantas vezes exaltamos Rafa Nadal e sua capacidade de sair de situações de extrema pressão? Acho que muitos críticos deveriam ver as duas últimas finais na Austrália para comprovar que, em termos de resiliência, o suíço não deve nada ao espanhol.

    Falando de Cilic, acho que o croata saiu satifeito, ao contrário de WB. Em que pese a frustração da derrota, era nítido no rosto do croata que ele se sentia mais satisfeito por, ao contrário de WB, ter tido chances de vencer. Sucumbiu ao volume e capacidade de sair da pressão do suíço, mas deve sair orgulhoso do que mostrou em quadra, sobretudo a partir do 2º set. Poucos teriam a capacidade de não tomar um 3×0 rápidos nessa final, e muito disso veio da evolução mental e capacidade técnica do croata de se manter na partida. Leva como prêmio sair 3 do mundo o que, a essa altura, não é pouca coisa.

    Por fim, antes que você me bloqueie o comentário extenso, vale destacar a situação da briga pelo número 1. Federer está a meros 155 pontos, e defende 45 de Dubai. Nadal defende 300 do vice em Acapulco. Ou seja: mesmo se o suíço for direto a Indian Wells, chegará como número 1 do mundo se o espanhol não fizer semi no México o que, convenhamos, não é nem um pouco improvável diante dos problemas físicos de Rafa. Mais: mesmo se o espanhol novamente contrariar o bom senso e se matar no México, ninguém sabe em que condições estará, correndo sérios riscos de acontecer o mesmo que no final da temporada passada, em que foi a Paris e ao Finals simplesmente para fazer os pontos necessários e sofrer um vexame em quadra, já que sem condições físicas. Fosse eu Federer nem iria a Dubai, acho que nem será necessário.

    Responder
    1. Márcio Souza

      Ótimo comentário Rafael!

      Durou quase um post do Dalcim, mas ta valendo, quando o texto for bem escrito não tem problema em ser grande.

      Grande viroria do Mestre e bora buscar esse número 1, não espero que o Federer faça loucuras de jogar torneios sem estar devidamente preparado e descansado, a participação em Montreal de última hora no ano passado mostrou a ele que não se deve mais pular etapas devido a sua idade e o problema nas costas.

      Mas vamos aguardar qual sera a decisão do time e torcer para que ele permaneça saudável e jogando bem durante toda a temporada, acredito que o número 1 é somente questão de tempo.

      Abs.

      Responder
  93. Gilvan

    Dalcum, acha que o problema do Cilic no 1o ser era apenas pela questão do fechamento da quadra? Achei que ele ficou inspirado com o 1o ser do Berdych e quis seguir a mesma linha, sufocando o suíço. Acontece que ele mirou no Berdych e acertou no Bellucci. Jogou de forma precipitada, sem trabalhar os pontos.
    Depois dali o jogo subiu muito de nível. Se o Federer não foi genial, podemos afirmar que ele foi MUITO consistente. Poucos momentos de baixa, muita variação.
    20 Grand Slams e contando…

    Responder
  94. valdriano

    mestre Dalcim agora com o 20 titulo de GS do Federer teria Rafael Nadal a beira de seus 32 anos condições de buscar esse recorde ?
    sendo que seu estilo traumático de jogar exige um esforço excessivo do seu corpo.
    então mestre será que da pro Nadal ainda sonhar com isso ?

    Responder
  95. Bruno

    Mestre,

    Parabéns pelo texto, sempre preciso e completo. Mudando um pouco de assunto, você viu uma reportagem do UOL com a Maria Esther Bueno em que ela elegeu os cinco maiores tenistas da história e simplesmente deixou o Federer de fora? Veja:
    https://esporte.uol.com.br/ultimas-noticias/esporte-ponto-final/2018/01/26/m-esther-bueno-elege-top-5-do-tenis-com-idolos-do-passado-e-sem-federer.htm

    Muita gente comentou que ela pode ter considerado apenas os tenistas aposentados, mas a reportagem não fez menção a isso. Talvez fosse bom esclarecer isso junto à equipe do UOL, porque a nossa melhor tenista da história foi bombardeada nos comentários, deixando uma impressão muito ruim.

    Enfim, pode ser apenas a opinião dela, que merece respeito, mas, se esse for o caso, acho que ela deveria ter, ao menos, explicado o motivo do Federer ter ficado de fora (o repórter deveria ter feito essa pergunta).

    Abraço!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Caro, Bruno. Vamos respeitar a idade da Senhora rs. Até os eleitos não concordariam com esta lista. A começar pelo próprio Laver rsrsrs Abs!

      Responder
    2. Fernando Pauli

      Bem espero que a nossa querida Esterzinha esteja se referindo aos jogadores que já pararam, que não tem como mais aumentar seus títulos. Não se referindo aos jogadores em atividades seja do masculino ou feminino. Quando Federer, Nadal e Serena pararem de jogar, não importa se ganharam mais títulos ou torneios estarão na lista de top 5 entre homens e mulheres.
      Concorda Dalcim?

      Responder
  96. Daniel

    Bem, sobre o Federer, não há mais o que dizer faz tempo, mesmo antes de 2017 o cara já era o melhor da história, afinal há reunião o melhor conjunto de marcas do tênis, obtidas com o tênis mais vistoso, agressivo, intuitivo e técnico que já existiu. Mas ainda existia alguns recalcados e invejosos que insistiam em tentar denegrir este ícone do esporte e seus feitos (mas só na cabecinha limitada deles). E a lenda resolveu engrandecer ainda mais o seu status de lenda do esporte (hoje em dia a comparação não é com os demais tenistas e sim com Pelé, Jordan, Senna, etc), para a imensa frustração e dor dessa turma. Imagino como deve estar sendo difícil para esse pessoal engolir a seco todas as suas profecias furadas. Meus sentimentos.

    Bem, eu estou feliz da vida de poder presenciar ao vivo esta lenda do esporte e sinto pena daqueles que não sabem apreciar a magia que este Suíço traz para as quadras. Juro que não consigo entender como alguém pode ter péssimo gosto de ter como ídolo outro tenista que não seja o Federer, durante a era desse cara. Mas, meus pais me ensinaram a respeitar o gosto alheio e segue a vida.

    Só sei de uma coisa. Pra mim o Federer não precisa mais ganhar nada, ele só precisa permanecer jogando, o máximo de tempo possível, produzindo os lances geniais que só ele sabe fazer, sem esforço (enquanto outros por ai se matam de esforço pra jogar, o corpo cobra a fatura, e acham que o mundo conspira contra eles). O recado sobre quem é o melhor já foi dado, e eu só quero continuar me inspirando e um dia contar para meus netos que presenciei ao vivo a história sendo escrita por essa lenda do esporte e torci por ele. E fico com pena de imaginar que os fãs da dupla de Maratenis precisarão mentir para seus netinhos, quando esses perguntarem: “Mas vovô, qual foi a sensação quando ele conquistou esse título?”

    Responder
    1. Márcio

      FEDERER já era imbatível em seus números antes ainda do 17 título de SLAM, em 2012.
      Insistiu em ficar no circuito, para alegria de todos os que curtem o tenis, participou dos melhores jogos, perdeu também partidas importantes, mas foi recompensado ainda mais.
      Inigualável! Monstro.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Perfeito comentário, Daniel.

      Em especial, pela menção ao Senna.

      Que na Fórmula 1, fazia coisas simplesmente impossíveis, e não era deste planeta.

      Responder
    3. André Rinaldi

      Boa tarde, Daniel!
      Parabéns pelo seu comentário! Concordo plenamente com tudo o que foi dito. Abraço!
      Vida longa ao Rei Roger Federer!

      Responder
  97. O LÓGICO

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Corre robozinho, lobinho da estepe KKKKK, corre que dá para passar o Fedex em slams kkkkkkkkkkkk. Mas só o L Faniquito e o M C das farmácias acreditam kkkkkkkk, pois até o tio Tony pulou fora do barco, depois de perceber que o físico do tourinho mixuruca não aguenta mais o tranco kkkkkkkKKKKKKK, nem entubando o sobrinho de açaí e malhação pesada kkkkkkkkkkkkkkkk.

    É difícil para as nadalzetes e djokovetes aceitarem que um jovem, de apenas 20 Slaninhos kkkkk, detenha os principais recordes do tênis, e sem consumir açaí espanhol kkkkkkkkkkk. Só na base da boa alimentação, treino e exercícios físicos saudáveis kkkkkkkkkkkk.

    Eu tenho pra mim que Federei só para depois que o robozinho e o Djokão pararem, nem que ele tenha que jogar até os 40 anos de idade. O que implica mais títulos para Roger e mais desespero para o Chetnik, que direcionou seus afetos para o robozinho em nome da paixonite que tem pelo Djokolouco. De fato, a coisa tá ficando interessante porque só vejo adversário para o Fedex em função de seus próprios vacilos, pois não há nenhum tenista que esteja ombreado ao Rei atualmente. E isso tá deixando os anti enfurecidos kkkkkkkkkkkk O cabritinho espanhol kkkkkkkk nem cócegas faz kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    CHUPA QUE É DE UVA, NADALZETES E DJOKOVETES RESSENTIDAS KKKKKKKKKKKK E MERGULHADAS NA SOFRÊNCIA KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    https://www.youtube.com/watch?v=M3_405oMg3s

    Responder
    1. Márcio Souza

      Hahahahahahaha!!!

      Ótimo comentário como sempre Lógico!

      Não sei se você leu os meus últimos comentários, mas ontem após a vitoria e titulo do Mestre, antes de colocar as carnes pra assar na churrasqueira, eu fiz 1 minuto de silêncio em homenagem e luto pelos nossos colegas sem noção aqui do Blog que insistiam em desmoralizar o craque suíço, acho que agora eles aprendem kkkkkk

      O domingo ontem foi excelente e assim como foi o começo do ano passado com título do Federer esse ano promete mais uma vez ser espetacular.

      Abs.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Kkkkkk

      Verdade, Lógico.

      Eu falei com o Chetnik na outra pasta. mas não custa repetir:

      ” Cheer up. O Djokovic só precisa ganhar mais 8 Grand Slams”.

      Moleza!

      Kkkkk

      Responder
  98. Carlos Lira

    Federer está tentado a ir para Dubai e ser o homem mais velho a liderar o ranking da ATP. Dalcim, um questionamento: você acha que Federer tá com algum problema nas costas novamente, por que chegou a sacar (segundo saque) a 128 KH? O que achas?

    Responder
  99. Marcelo

    Dalcim, gostaria de fazer uma pergunta sobre a temporada de saibro. Acha que o Chung pode se sair bem por lá? Ou algum outro jovem, fora as realidades Thiem e Goffin?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não acredito muito nele no saibro, Marcelo. Ele me parece bem talhado para a quadra dura. Mas tomara que ele surja como outra força!

      Responder
  100. Fernando Filho

    É incrível como mesmo depois de tantos títulos e vitórias o Roger continua se emocionando. Um exemplo de amor ao esporte para todos. Vai fazer muita falta quando parar, porque esse é um daqueles homens insubstituíveis na sua modalidade, como foram Pelé, Michael Jordan…

    E a vantagem aumenta…
    Federer: 20 GS
    Nadal: 16 GS
    Sampras: 14 GS

    Responder
  101. Marcelo

    Mais um título pro Federer! Agora faltam 4 para o centésimo. Mas é bom ser cauteloso. Importante para ele é comemorar bastante, descansar para voltar bem em Indian Wells. Só depois pensar na temporada de grama, visto que provavelmente pulará o saibro.

    Responder
  102. Miquelhi

    Messi, Federer, Bolt, Phelps, LeBron, Brady. Será que nossos filhos verão melhores? No Tênis ao menos, duvido.

    E pensar que já li uma matéria sobre o “inevitável adeus de Roger Federer”, no final de 2016…

    Responder
  103. Renatinho

    Dalcim, me veio uma reflexão. Se em 2015 estivesse com a esquerda de hoje era possível o Federer ter impedido um dos 2 grand slans do Djo em 2015? Lembro que foi justamente isso que evitou a vitória de Djo na final de RG 2015 ( a esquerda poderosa de Stan) Me parece que o Federer está jogando até melhor do que em 2015. O que você acha ?

    Responder
  104. Carlos

    Período entre o 1º e o último título de Grand Slam.
    Federer 2003/2018: 15 anos
    Nadal 2005/2017: 12 anos
    Sampras 1990/2002: 12 anos
    Becker 1985/1996: 11 anos
    Agassi 1992/2003: 11 anos
    Connors 1974/1983: 11 anos
    Djoko 2008/2016: 8 anos
    Borg 1974/1981: 7 anos
    Lendl 1984/1990: 6 anos

    Pensei que a longevidade tinha aumentado muito, mas até que não, o que vc acha, Dalcim?

    Responder
    1. Márcio Souza

      Ótimo comparativo Carlos.

      E alguns sem noção ainda chamam o Federer de “Rei da Entressafra”, mas que entressafra é essa que ja dura 15 anos? Kkkkk

      Será que vai ser a geração do Shapovalov, Alliassime, Rudd que vai desbancar o GOAT, porque nesses 15 anos NINGUÉM fez nem cócegas nos números do Rei kkkkkk

      Abs.

      Responder
  105. Michel Zonenschein Lafer

    “Ainda que ele ainda me pareça não pertencer a esta Terra.”

    Certamente não pertence, caro Dalcim.
    Mas está aqui entre nós para compartilhar seu brilho, talento, inteligência, doçura, elegância, enfim, sua peRFeição genuína – como tenista e como verdadeiro ser humano que Federer tem persistente, cuidadosa e transparentemente demonstrado que é.

    Forte abraço e obrigado pela cobertura!!
    Vida longa ao rei do tênis nesta Terra: Roger Federer.

    Responder
  106. valdriano

    se dizer que Federer é o GOAT é muito contraditório pois cada época teve características diferentes de como o tennis era jogado, uma coisa com certeza pode ser dito Federer é o maior gênio de todos os tempos que esse esporte produziu.

    Responder
  107. Marcos Marinho

    Mais um título e a derradeira reta final da carreira de Roger vai acompanhando o brilhantismo que o marcou desde a juventude. Em 2016 li a biografia de Federer escrita por Chris Bowers, brilhantemente prefaciada pelo Dalcim na edição brasileira. À época, julgava que Roger já havia cumprido sua missão no esporte e que apenas buscava uma última vitoria para provar a si mesmo que podia. Veio a lesão, o afastamento, o retorno sob desconfiança… e eis que 2017 por si só já tornava o livro desatualizado. Agora, diante do vigésimo título (o que tira Djokovic definitivamente da briga pelo número de slams), temos a certeza de que não devemos comprar outra biografia do suíço antes de ele parar de jogar. Ele teima em reescrever a própria história e a do esporte que pratica, como bem disse o Dalcim. As duas se confundem muitas vezes, afinal.

    O número 1 está a seu alcance. Seria magnífico voltar ao topo mesmo que por pouco tempo. Cada semana, cada título, cada vitória e cada derrota, tudo deve ser degustado por nós. Embora não pareça, como tbm disse Dalcim, Roger é humano e um hora seu corpo não resistirá à rotina de treinos e competições. Aproveitemos.

    Vida longa ao Rei Roger Federer!

    PS: a biografia da Évora sobre Roger, que será dada ao vencedor do desafio do AusOpen, é excelente, vale a leitura mesmo já estando “desatualizada”.

    Responder
  108. Miguel

    Dalcim..
    Sinceramente..vc acha q se o teto não tivesse sido fechado..Cilic teria sido beneficiado pelo calor q certamente afetaria mais o Federer pelos seus quase 37 anos ?
    Talvez o q ocorreu n final feminina onde a temperatura estava até menor possa ter influenciado os juízes..se sim..vc acha a decisão correta ou precipitada ?
    Parabéns pelo excelente blog..

    Responder
  109. Márcio Souza

    Post maravilhoso como sempre Mestre!!!

    E não é que o Federer esta sempre querendo reescrever a sua história nos brindando com mais títulos e com jogadas geniais dentro da quadra!

    Aqui no Blog sempre cutucamos e enchemos o saco dos que torcem contra ou minimizam os seus feitos, mas uma coisa é certa, o suíço joga muito e encanta muito.

    Chega até soar repetitivo isso mas, quando o Federer se aposentar (sim isso ira acontecer um dia) ira fazer MUITA falta no circuito.
    Que possamos continuar acompanhando o tempo que ele ainda ira nos brindar com a sua presença no circuito, porque com certeza irão aparecer outros tenistas também foras de série no futuro, mas um com a genialidade, plasticidade e talento igual ROGER FEDERER, eu acho que nunca haverá.

    Vida longa ao Rei!
    E que ele possa jogar ainda por mais 2 anos pelo menos.
    Obrigado GOAT por tudo e parabéns pela conquista do 20° caneco de GS.

    Parabéns também a todos os seus torcedores que assim como eu estamos felizes em poder ver esse excepcional tenista e atleta fazendo história bem diante dos nossos olhos.

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  110. Jose Alexandre

    Dalcim parabéns pelo ótimo texto mais uma vez, fiquei a tarde inteira atualizando a espera dele rs. Gostaria de sua observação sobre as novas regras, você achou que acelerou o jogo, mudou alguma coisa, os juízes realmente respeitaram, fizeram vista grossa, etc? Obrigado

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      1. Rafael Wüthrich

        Do jeito que o espanhol vai de forma atabalhoada a Acapulco, meio baleado certamente, creio que nem será necessário esforço para virar número 1…

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  111. Jefe

    Fico preocupado com aqueles que disseram odiar o federer.
    Espero que deixem de bobeira, e passe a torcer pelo maior e melhor, ou somente a curtir, porque não, é o mais inteligente a se fazer.
    Sem necessidades de citar nomes, mas mujitos aqui aos poucos tem se rendido e aceitado. Dói menos.

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  112. Jefe

    Mestre.

    No bate papo do post anterior lhe perguntaram se achavas que o jogo contra o sul coreano poderia ser ruim para o FEDERER por ficar sem ritmo de jogo, ou bom já que estaria poupado, tratando-se principalmente de uma final em 5 sets.
    Respondeu que de qualquer forma, foi bom para FEDERER pois pode se poupar. Isso mostrou ser determinante para esse jogaço de 5 sets com tantas reviravoltas, e um CILIC tão inteiro fisicamente.
    Excelente.
    FEDERER é demais.

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  113. Humberto Filho

    Mestre, hoje vivenciamos uma celebração do tênis.

    Federer é a personificação do tênis. Oxalá fosse eterno.

    Achas que quanto mais tempo veremos o Suíço no circuito? Talvez 2 anos?

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  114. Nando

    20 Slams (8-6-5-1) e contando…
    Aos 36/37 anos, o velhinho segue fazendo história…lembro q chamavam ele de aposentado, ex-tenista, q estava fazendo hora extra no circuito. Tá aí, pra calar a boca de tds q duvidavam dele.
    O jogo foi complicado, afinal era um embate entre 2 vencedores de Slam, N2 e N3 (a partir de amanhã)…mas no fim, Federer venceu (apesar das tradicionais viajadas) mesmo estando abaixo daquele do AO 2017.
    Vida longa ao melhor de tds, Roger Federer!

    Já ia me esquecendo: Kd os fanfarrões Lomeu Lima, Paulo Rossi e Mário César? Não diziam q cotonete e balão seriam os campeões? (Um ou outro)
    Chupem q é de uva.

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  115. Luiz Fernando

    Não vi o jogo, mas creio q deu a lógica, embora de uma forma mais apertado do q eu imaginava. Fico apenas conjecturando o q certos alienados diriam se fosse Nadal q aos 36 anos vencesse um GS no quinto set, qual seria a chance de se aventar doping? 1000 ou 2000%? Eu não penso tal disparate, pois como já expus, atletas como Rafa, Federer e Djoko não precisam lançar mão desse tipo de expediente, melhor deixar esse tipo de explicação para os medíocres q parasitam esse espaço. Federer na atualidade esta acima dos demais, não há como negar, e por isso parabenizo o segmento sadio de sua torcida, cujo expoente mor é o Brack. Quanto a Cilic, também deve ter tido bons momentos, mas fiquei sem entender uma colocação no mínimo estranha do cara: preferir os 35 graus do solão australiano do os 23 do ar condicionado…

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    1. Nando

      Engole o choro LF, td vez fala a mesma ladainha…não consegue fazer 1 comentario sequer, sem citar “alienados, zumbis e blá blá blá”.
      20 Slams e contando…

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    2. Rafael Wüthrich

      Ele reclamou mais da preparação inadequada, mas concordo com você com a afirmação bizarra. Sobretudo se pensarmos como Halep ficou desidratada: circularam fotos dela tomando soro depois da final de ontem…

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    3. carlos

      Doping, claro que não. Seria o caso de usar raio-x, para ver se ele não trocou as pernas por próteses mecânicas.
      E no seu caso para ver se vc tem os dois hemisférios do cérebro.

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    4. beto

      LF, LF… É impressionante… O tempo passa e você continua comentando jogos a que não assistiu. Quando você vai aprender que não se comenta jogo a que não assistiu (highlights também não contam, a propósito)? Fica parecendo o Silvio Santos; “Eu não assisti ao filme, mas a minha mulher disse que é muito bom”. Não queira comparar a maneira como o Federer joga 5 sets com a do Nadal, principalmente se você não assistiu à final de ontem. Se tivesse visto, não cogitaria essa estapafúrdia comparação. Desculpe-me, mas fica difícil engolir toda semana comentários que começam por “Não vi o jogo, mas… Não existe crítica por olheirada! Quer criticar o Federer? Assista ao jogo primeiro.

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  116. Márcio

    FEDERER MAGISTRAL!!!
    Os números agora foram aumentados, ainda mais, parece que estamos diante do maior esportista de todos os tempos, que felicidade a nossa de podermos acompanhar essa trajetória.
    Vamos aos números:
    237.
    302.
    20.
    6.
    O que mais impressiona é que FEDERER sempre está perto de aumentar esses números que já são tão absolutos,
    Curtamos o tênis, e torçamos ainda por Ele, mais pela sua presença ainda no circuito do que pelos resultados, que teimam em continuar sendo alcançados.

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  117. José Carlos

    E o vigésimo Grand Slam veio na Austrália.O terceiro dos últimos quatro GS que disputou.O terceiro depois de um hiato de quase 5 anos.O 6º título do AO em 7 finais.Aos 36 anos e meio o maior de todos se emocionou como poucas vezes vi:lembro da vitória em Roland Garros 2009.Da final contra o Roddick em Wimbledon 2009,naquele 16/14 no último set e o consequentemente empate com o Sampras em números de GS:14 a época.Da vitória no ano passado contra o Nadal,neste mesmo AO,depois de voltar de uma parada de seis meses,lesão difícil nas costas,quando pensou seriamente em se aposentar.Roger está no panteão dos esportes,não só o maior tenista de todos os tempos,mas um dos maiores atletas em todos os esportes.Gênio.Beleza plástica no jogo.Um ativista contra a fome e guerras na África,filho de sul-africana que é.Admiro com fervor pouca gente fora da filosofia e da literatura,das artes:entre elas, ele:Roger Federer.

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  118. Juninho Fonseca

    Não eh possível que ela não vai pedir um convite p Dubai p enfim chegar a essa bendita liderança no ranking!!msm q ele diga q não liga o isso….mas com uma chance REAL dessas…..eh claro q liga!!seria a chance de mais um recorde!!!um senhor recorde diga-se de passagem!!!vamos lá Federer!!vamos trabalhar!!!até pq ficar um mês sem jogos oficiais tb,e esperar até Indian Wells seria uma péssima preparação….lembra q ele perdeu em Stuttgart ano passado…na GRAMA!!! depois de ficar um tempão sem jogar???…então eh isso!!!bora buscar esse número 1 aí q eh seu por direito!!!kkkk…. abraço Dalcim!!

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    1. Jefe

      Problema é que ele foi pro Canadá ano passado para isso, e tendo mudado o planejamento, machucou de novo e quase poe em risco suas condições de jogo.
      Muita calma.
      O foco não é o numero 1.
      Dá-FEDERER!

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  119. Joel Dalmazio

    O que dizer a mais sobre Federer? Simplesmente o melhor de todos os tempos. O genio das quadras. Aos 36 anos, ainda com uma impressionante sede de vitorias como se ainda tivesse que provar porque e considerado o melhor. Nao precisa, Federer. Nos ja sabemos. E obrigado por nos brindar com todo seu talento, sua determinacao e sua vontade de vencer. Vida longa ao Rei.

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  120. Márcio

    Puxa vida o dia inteiro esperando pelo post do Mestre Dalcim!!!

    Mestre, gostaria de parabenizá-lo, humildemente, pelo excelente trabalho que desenvolve há anos, cada detalhe do circuito e todo conhecimento tecnico que é repassado aos leitores nos posts ou conversas, fazem com que curtamos ainda mais as emoções do circuito.

    Meus parabéns e OBrigado!

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