La Ensaladera em mãos dignas
Por José Nilton Dalcim
27 de novembro de 2017 às 20:46

Apesar de todas as críticas que sofre, muitas delas justas, a Copa Davis continua a ser um grande espetáculo, especialmente nas rodadas finais. Nos últimos oito anos, o torneio por países viveu decisões eletrizantes em estádio hiperlotados, com muitas lágrimas de alegria e frustração. Como esquecer a conquista histórica da Sérvia em 2010, da Suíça em 2014 e das especulares e tensas partidas que deram títulos a britânicos e argentinos nas mais recentes edições?

David Goffin se encarregou de dar o tom de dramacidade que enriqueceu a conquista da favorita França no piso sintético e coberto de Lille, que recebeu uma considerável invasão da torcida belga. Vindo do vice em Londres, Goffin jogou muito nas duas simples e fez seu papel, mas a fragilidade da dupla, ainda que diante de um dueto francês improvisado, se provou novamente crucial.

Algumas coisas valem ser destacadas. Antes de tudo, o merecimento da França como força do tênis internacional. Um país que investe pesado na base, tem um vasto calendário amador e profissional, leva a sério a questão do doping, possui diversidade de pisos e portanto de estilos. O time de Yannick Noah pode jogar na grama, no saibro, quem sabe até no gelo sem perder muito de sua força. Tem duplistas excelentes, grandes sacadores, trocadores de bola. O capitão tem geralmente um delicioso problema: quem escalar.

Em segundo lugar, a geração de Jo-Wilfried Tsonga e Richard Gasquet levanta com justiça um troféu desse porte, já que os dois nunca conseguiram fazê-lo em nível Grand Slam. Pena que Gael Monfils não tenha participado de qualquer rodada em 2017 e assim não pôde também comemorar, distinção que coube a Gilles Simon, Jeremy Chardy e Julien Benneteau.

Por fim, os jogos deste fim de semana reafirmaram o momento de evolução técnica e amadurecimento por que passa Goffin e devem aumentar ainda mais sua confiança para 2018, assim como serviu para colocar à prova os nervos de Lucas Pouille, um jogador de grandes recursos ainda de 23 anos, que pode usar essa experiência para dar o salto que não conseguiu neste ano.

A França encerrou assim um jejum de 16 anos sem conquistar La Ensaladera, após três finais perdidas, e ocupa agora o terceiro lugar entre os países com maior quantidade de triunfos, igualando os 10 dos britânicos. A Bélgica, ainda grupo de um tenista só, amargou o terceiro vice, mas pode se espelhar na resiliência argentina e se manter motivada.

overgripDesafio do Ranking
Seis internautas conseguiram excelente pontuação na brincadeira do Blog que desafiou os internautas a cravar como terminaria o top 10 desta temporada. Todos eles fizeram 110 pontos, o que significa que acertaram nove dos 10 nomes. Um tremendo feito, especialmente porque a ascensão de Jack Sock era mesmo totalmente inesperada.

Como critério de desempate, chequei quem entre esses seis mais acertou em cheio as posições e aí Norbert Goldberg saiu vencedor porque colocou Nadal, Federer, Thiem, Cilic e Goffin em suas exatas colocações. Ele irá receber o kit com 12 unidades do Overgrip Pro Sensation da Wilson. Presentão!


Comentários
  1. AKC

    Alguém viu o documentário sobre o Becker no Netflix? Tem umas coisas interessantes lá, ele sugere, por ex, que o guru do Djoko realmente tem muita influência, entre outras curiosidades. Mas o documentário foi feito não pra falar de tênis ou da trajetória de Becker (embora trate isso), e sim para responder às especulações sobre a sua falência. Porém, o documentário não esclarece muita coisa e, no fim, parece ser uma tentativa de resgatar o potencial de marketing do alemão, o que acaba por confirmar as especulações sobre sua situação financeira… Gosto do Becker, espero que dê tudo certo com ele.

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  2. alessandro sartori

    Legal essa chinesa de 16 anos conseguir essa vaga nese quali asiatico pro AO, aliás a China que se no masculino não tem ngm, no feminino tem algumas aí perto do top 30, tem “Wangs, Zhangs´´kkkkk…pra mim com certeza a de maior potencial e deve consolidar isso em 2018 é a Shuai Zhang, com o nível embaralhado que está o circuito ela deve chegar no top10…

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  3. Sandra

    Dalcim, o que você achou do Stepanek e o Agassi para treinar Djokovic??? Particularmente eu acho que tem tudo para dar certo, mas não será uma carga muito grande para os dois??? Você não acha que depende muito mais do Djokovic?? Abs Sandra

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  4. Sérgio Ribeiro

    Devido ao físico ( nunca foi seu forte ) , STANIMAL parecia o mais preocupante para voltar em alto nível . Também pela idade. Mas convenhamos que a saída traumática de Norman , e a estranha de Lendl ( voltou e o Britânico além do Ouro, levou WIMBLEDON , o FINALS, o N 1 ) , demonstra que realmente Novak com a permanência de Agassi e com o reforço de Stepanek , parece mesmo o que volta em melhores condições. O Samurai e Raonic somente com bola de Cristal rs Abs!

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  5. Rodrigues

    Essa é para o Hugo

    Tentei durante 4 anos conseguir tickets para Wimbledon pela via Oficial e só consegui em 2015. Mas consegui ver o nadal , o Federer e, de quebra, o Belluci (que tomou um pau do nadal).
    Para tanto entrava no site oficial de Wimbledon e, quando abria as inscrições, normalmente em 01 de dezembro, era um dos primeiros a me inscrever. Eles chamam esse processo de “ballot” (eleíção”).
    Se voce for sorteado, deve seguir os passos que eles te mandam por email e voce paga o preço oficial (paguei 20 ou 30 libras por dia, quadra central e teve pessoas, na fila de entrada, me oferecendo 1500 libras pelo ingresso.
    Corra! o processo de ballot está aberto até 15 de dezembro.
    Qeum sabe voce tem sorte….

    Ou então voce pode enfrentar a fila (queue, como eles chamam). Para conseguir ingressos deve entrar no local da fila na manhã do dia anterior. Mas lembre-se..leve colchão de dormir, pois vai passar a noite lá.

    Boa sorte!
    Um abraço.

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  6. Luiz Fernando

    Os suíços, ao contrário da fama de caras sérios, parecem ser muito bem humorados e descontraídos. Basta ver a disputa apertadíssima p escolher qual o melhor atleta suíço de 2017: Roger vs Federer kkkk!!!!!

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    1. Sérgio Ribeiro

      A Vitória de Federer desta vez seria na mão grande rs Deixou os Suíços quase caírem pra segunda divisão na Copa Davis. Ele e Stan não jogaram uma só partida em 2017 ( o Sérvio jogou ) . E já avisou que não jogará em 2018. Era pra escolherem entre outras Feras que existem por lá … Abs!

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  7. Luis

    Dalcim vi que Federer pode ser esportIsta do ano na Suíça, mas acho tem chances naquele “Óscar do esporte” o Laureus esportista ano o que acha?

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  8. Joaquim Saraiva

    Olá, Dalcim, tranquilo? Espero que sim! Essa semana está acontecendo em Teresina, minha cidade, o 2º Desafio Internacional de Tênis do Piauí (torneio de grana). O evento conta com participações de Ricardo Hocevar, Caio Zampieri, André Ghem e Julio Silva (além de atletas do exterior). Apesar de não serem mais garotos, essa turma ainda desfila um bom tênis. Como estou tendo a oportunidade de conversar com essas feras, falamos sobre vários assuntos, dentre os quais a entrevista que o Hocevar concedeu a você há alguns anos (https://www.youtube.com/watch?v=9RmwaMTpCZU). Todos o conhecem e lhe guardam muito respeito, Dalcim. Fiquei feliz em saber disso, já que admiro o seu trabalho. Pois bem. Trocando uma ideia com o André Ghem, perguntei ao gaúcho se ele tinha conhecimento de como andava nossa ex-promessa Orlando Luz, também gaúcho. O porto-alegrense contou, de acordo com a última informação por si obtida, que o tenista de Carazinho havia retornado a sua cidade natal, onde estaria treinando com o pai (mas sem uma equipe realmente profissional), embora não pudesse dar certeza da informação. Se isso for verdade, é uma pena, não? Porque o jovem perdeu o rumo, professor? Você acha que o garoto tomou decisões erradas? Tens alguma notícia do Orlando Luz? Abraço.

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    1. José Nilton Dalcim

      Oi, Joaquim. Que bom! Nunca fui a Teresina, mas conheço muita gente daí e que leva o tênis muito a sério. Orlandinho teve uma temporada complicada, com duas cirurgias que o fizeram perder tempo e certamente confiança. Mudou de equipe, foi treinar com o Bocão e acho que temos de dar um tempo ao tempo para ver se ele se recupera.

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  9. Sônia

    Dalcim, achei muito interessante o encordoamento spaghetti. Pergunto… é possível este tipo de encordoamento nas raquetes de hoje em dia? Se sim, qual a melhor pressão para um bom controle com boa potência? E quem faria? Beijos.

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  10. Marcos RJ

    Muito interessante o artigo sobre as 10 invenções mais desastradas no tenis, especialmente a história do encordoamento duplo ser banido, por facilitar a vida dos tenistas com pouca categoria. Essa história continua bastante atual ; )

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  11. Luiz Fernando

    Parece q o Djoko está na berlinda, tudo quanto é especulação se faz com ele, qualquer detalhe referente a ele vira manchete. Com certeza se os resultados na volta as quadras não vierem rápido haverá um festival de especulações e críticas, coerentes ou não…

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  12. Chetnik

    Dalcim, estamos esperando um post sobre o retorno do BOAT – best of all times. Não aguentamos mais conversa furada sobre esses tenistas irrelevantes – se aproveitando da ausência do senhor de todos eles – do circuito rs.

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  13. Norbert Goldberg

    Ola Dalcim, bom dia!

    Eu fui o feliz premiado com o kit de overgrip. Você precisa de informações minha para envio do presente?

    obrigado,
    Norbert

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  14. Alexandre Maciel

    Dalcim, desculpe mudar de assunto, mas é que estou enfrentando uma crise pessoal (quanto drama !!!), rsrs… Me diga, é normal que ampliemos nosso “swing” ao longo dos anos em que praticamos o tênis? Digo isso pois meu backhand era o meu melhor golpe até alguns meses atrás, e ultimamente reparei que tenho errado muito mais com a esquerda, batendo atrasado na maioria das vezes.

    Comecei então a reparar mais na minha própria movimentação e cheguei a conclusão de que estou fazendo um movimento mais amplo antes do contato com a bolinha. E o pior de tudo é que isso aconteceu naturalmente, não tentei mudar o golpe por vontade própria, aconteceu sem que eu percebesse. Não consigo voltar ao movimento de antes, e não consigo golpes tão contundentes quanto do ano passado por exemplo. Socorro…

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    1. José Nilton Dalcim

      Só um bom professor poderá avaliar isso, Alexandre. Sim, é possível que você tenha mudado algo na preparação do golpe ao longo do tempo, mas se é o seu golpe de confiança… Só uma análise, principalmente com vídeo, poderá ver o que mudou. Abraço e boa sorte!

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  15. Mario Cesar Rodrigues

    O belga ele é de lua,mas uma coisa que faz e com maestria é mudar a direção da bola isto que me lembre não vi em outro jogador tamanha precisão,estava me lembrando ele depois de várias trocas de bolas alternando o back e o forehand ele dá uma levantada na bola ai tira o ritmo do oponente e ele vem para cima e mata o ponto.Mas digo é de lua!

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    1. Groff

      Cara de feto Davydenko. Trocava a direção da bola com uma facilidade absurda. Djokovic pré 2011 também fazia isso com mais intensidade do que hoje, além de arriscar muito proximamente às linhas.

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  16. Hugo

    Dalcim,

    Perdão pela mudança de tópico.É que vou passar o mês de julho em Londres e gostaria de aproveitar e assistir alguns jogos.Qual a via mais barata pra adquirir os ingressos?
    Desde já ,obrigado.

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      1. Hugo

        Eita,desculpa

        Sim,Wimbledon.Já fui no site e vi que tem maneiras diferentes de adquirir o ticket.Qual seria a mais barata?
        Eu gostaria de ir na central pelo menos dois dias pra aumentar a chance de ver o Federer.
        Imagino que comprar por algum site aqui no Br seria necessariamente mais caro,não ?

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        1. José Nilton Dalcim

          É caro em qualquer lugar, Hugo, porque os ingressos para Wimbledon são raros e para a Central, ainda mais. As duas empresas que operam no Brasil são muito sérias e podem lhe dar ótimo atendimento.

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    1. Luiz

      Wimbledon:Ou vc encara uma fila de acampar… ou vc compra no mercado paralelo. Estive em Londres qdo da final djoko x federer. 4500 libras a final…Entao para minha familia assistir ( 4 pessoas) ficaria 100 mil reais…
      Tem um jeito de se inscrever via carta e aguardar um sorteio…, mas teria que mandar esse ano ( eu acho)

      Responder
    2. Luiz arantes

      Hugo, vou contar minha experiência que tive em 2017. Cheguei no domingo as 19:30 e peguei senha 450 na fila, como meu objetivo era assistir o Federer e ele só iria jogar na terça eu permaneci na fila na segunda de manhã e peguei senha 100 e pouco e consegui então ingressos para a quadra central na terça. Sacrifiquei um dia para poder asssitir um jogo na quadra central já q acredito q só conseguiria no máximo 2 dias da quadra 2

      Qualquer dúvida estou a disposição

      Responder
  17. Luis

    Dalcim mudando assunto texto sobre Safin disse sobre Djokovic seria muito bom um duelo dos atuais contra alguns tenistas como Safin,Agassi,Sampras Federer ainda enfrentou americano,o que acha? Jovens tenistas atuais são fortes nas trocas bola mas parece falta mais tecnica

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  18. Patrick Conforte Simão

    Dalcim, entrando em outro assunto que vinha sendo bastante lembrado durante esse ano, o calendario da ATP pra 2019 não estava planejado pra ser discutido durante o Finals? Até agora não vi nenhum tipo de atualização.

    Sabe quando devem divulgar o novo calendário? E você imagina que terá alguma mudança significativa?

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  19. João ando

    Dalcim. Não quero ser preconceituoso com as cidades pequenas ….mas vc não acha que os futures e challenger deveriam ser em cidades turísticas tipo rio São Paulo Curitiba Porto Alegre …para divulgar mais o tênis no Brasil? Sei que em sao Carlos Lins jogam tenis mas convenhamos. ..

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    1. José Nilton Dalcim

      Ao contrário, acho que tem mesmo de ir para as cidades do Interior, onde os eventos são verdadeiros acontecimentos para o clube/cidade.

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      1. João ando

        Entendi. Mas é que essas cidades nunca lançaram um grande tenista…Bauru sim teve vários como celso sacomandi Roger Guedes Renato Joaquim jose Heitor Moreira Edvaldo Oliveira e outros que eu esqueci….

        Responder
  20. Edgar Lobato

    Rafael,

    Sugiro que você peça a opinião de algum instrutor de tênis para a questão do back de uma mão. As pessoas que opinaram, provavelmente, são apenas peladeiros de final de semana. Alguns conseguem, com muito sacrifício, apenas passar a bola para o outro lado e se acham o Gustavo Kuerten.

    Vai saber se os caras não estão com o ombro ferrado de tanto bater errado na bola e terminação incorreta?

    Arrivederci!

    Responder
    1. João ando

      Edgar. Professor de tenis que tenha cref e que tenha jogado como juvenil e talvez tenha tentado o circuito.para mim instrutor e ex boleiro que talvez até jogue muito bem …mas não tenha entendimento de biomecânica e aquecimento e etc…

      Responder
    2. Chileno

      Bom Edgar… como eu expliquei no post anterior, eu não sou um grande jogador. Tenho um saque ruim, um forehand aceitável, um slice mediano, voleio horrível, etc. Mas tenho um backhand muito bom pro meu nível. Melhor inclusive do que de caras melhores que eu contra quem eu já joguei. As dicas que eu escrevi pra ele, eu aprendi com meus professores e com minha prática. E pro meu nível de jogo, que deve ser algo entre intermediário e avançado, elas funcionam muito bem.

      Eu realmente não sei o nível que o Rafael joga. Talvez seja melhor que eu, talvez seja até muito melhor, é claro, mas suponho que ele não pretenda tomar a liderança do ranking do Nadal ou buscar uma vaga no ATP Finals 2018. E como ele aparentemente joga com um backhand de duas mãos e pretende testar uma mudança para o backhand de uma mão, suponho que ele domine menos a técnica que eu que sempre joguei com ela, desde que comecei a jogar 6 anos atrás. Realmente não sou professor, nem profissional, mas suponho que ele também não, do contrário não estaria fazendo a pergunta aqui no blog. Sendo assim, acho coerente supor que ele também é amador, e provavelmente esteja até num nível relativamente próximo ao meu, e, sendo assim, suponho que minhas dicas podem ser úteis pra ele. Se ele não quiser testar, obviamente fica a critério dele. Agora… se ele na verdade é um jogador profissional que inexplicavelmente, optou por pedir dicas num blog na internet ao invés de conversar com o técnico dele, aí realmente eu acho que meu pequeno conhecimento não lhe será útil.

      Eu assisto muitos vídeos desse canal aqui, btw: https://www.youtube.com/user/DailyTennisLesson

      Acho muito bons os vídeos desse cara. É tudo em inglês, então pode ser meio complicado pra quem não for familiarizado com o idioma. Mas de qualquer forma, ele explica com detalhes e demonstra os golpes e as táticas. Recomendo muito.

      Responder
  21. Lucas

    Alguém sabe em que pé estão as investigações a respeito dos tenistas que se envolveram com a máfia das apostas? Novak continua sendo investigado? É muito ruim saber que o circuito pode estrar entregue a tenistas meliantes, se forem……

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  22. Zezão

    Interessante que essa talentosa geração francesa só conseguiu chegar ao título quando seus quatro ex-top 10 (Tsonga, Simon, Monfils e Gasquet) já estão em decadência.
    Essa geração merecia um título.
    E o Goffin, que final de temporada fantástica!
    .
    Só agora parei para pensar que todos os Big Four já ganharam a Davis.

    Responder
      1. Andre C

        Quem ganhou sozinho foi o Wrawrinka. Ganhou as 2 de simples e a dupla com Federer. Contra a França fora de casa.

        Federer perdeu do Monfils no 1o dia.

        Confere mestre?

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      2. Sérgio Ribeiro

        O amigo estava aonde na FINAL de 2014 ? Assim como Goffin , o Suíço chegou à Final de um dos Torneios que mais gosta . É o maior vencedor da Era Profissional. Não entrou em quadra contra Novak que levou o Tetra. A conhecida Turminha veio com o famoso papo de fujao ( já jogaram 45 vezes ). Entrou e foi varrido na França por Monfils em Sets diretos. E aí STANIMAL bateu o N 1 deles, Tsonga. Nas duplas, outra grande exibição de STAN. A decisão ficou para o Craque contra Gasquet. Como Roger venceu sozinho ? Ao contrário dos Belgas, a Suíça tem um verdadeiro Time. Azar da França. Abs!

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        1. Daniel

          Sérgio Ribeiro, me desculpe, mas quem fez a diferença no jogo de duplas foi o Federer. Eu diria que dos 3 pontos, o Federer conquistou 1,8 e o Wawrinka 1,2 kkkk. Abs

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          1. Sérgio Ribeiro

            Ironia e’ somente para “gênios” . O mesmo que Postou que os Franceses fizeram o mesmo que os Belgas. Mas não deu certo com Roger Federer… Abs!

      3. Marcelo F

        Kkkk. Só pode ser provocação. Federer ganhou sozinho… E Wawrinka? Antes do amadurecimento e afirmação deste, o que Federer fez? Alguma vez carregou a Suíça sozinho? Pelo contrário, muitas vezes sequer jogava, pois sabia que sozinho não conseguiria. O que ia fazer? Ganhar as duas simples e ainda tentar jogar as duplas? Ainda mais que em um certo momento da carreira, priorizou o circuito em detrimento da Davis. Não lembro de alguém que tenha levado sozinho um time nas costas e sido campeão. É muito difícil.

        Responder
      4. Chileno

        Djokovic mais ou menos né? Era basicamente ele, o Troicky que não era nada além de um bom jogador e o Tipsarevic que na época era bom. Era um time bom, mas nem perto da Espanha ou da França.

        Responder
      5. Carlos

        Wawrinka é um jogador bastante considerável. Wawrinka ganhou de Tsonga por 3 sets a 1 e, junto com Federer, ganhou nas duplas. Suíça 3×1 França.

        Responder
      6. Chetnik

        Olha o nível das fanatiquetes. A Suíça com o Wawrinka é um time qualquer. A Sérvia era toda poderosa porque tinha o Troicki e o Tipsarevic, kkkkk.

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        1. Athos Henckel Lourenço

          O único jogador que vi ganhar uma Davis sozinho foi o Murray em 2015. Esse sim levou o time da Grã-Bretanha nas costas a competição inteira.

          Responder
          1. Marcão

            Corretíssimo, prezado mosqueteiro Athos. Murray foi, até hoje, o único tenista a ganhar sozinho uma Copa Davis. Em 2015, como vc bem lembrou, conduzindo o lendário exército de um homem só, após vitórias absolutamente improváveis, o duplo desembarcou no barro lento que os belgas cuidadosamente lhe cultivaram em Gent, e o que então sucedeu a história literalmente assim registrou: Murray 3×0 Bemelmans 0; Murray-Murray 3×1 Goffin-Darcis; Murray 3×0 Goffin. Ou seja, até nas duplas, Murray foi parceiro e adversário de si mesmo, o que não é supresa para quem conhece a singular natureza do escocês.

    1. José Nilton Dalcim

      Olha, ele foi muito bem em Indian Wells e Miami, que são pisos bem lentos. Também fez final em Montréal, que não é nada rápido. Então acho que ele sabe sim se virar nesses pisos. Quanto ao saibro, exige uma movimentação diferente e por isso a adaptação precisa ser mais precisa. Se ele jogar Miami, não deveria jogar Monte Carlo e talvez só tenta Madri, Roma e Paris.

      Responder
  23. Nando

    Mestre, fazendo uma retrospectiva do ano, quais foram o melhored torneios do ano pra vc?
    Meu top 5 seria:
    AO, IW, Miami, WB e Laver Cup (torneio-exibição q foi uma grata surpresa)
    Qual seria o seu?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É, teria de ficar restrito ao primeiro semestre, quando ao menos todos os grandes participaram. Acho que Australian Open foi o melhor de todos, sem dúvida.

      Responder
  24. Rafael

    Obrigado a todos que responderam minha pergunta sobre o back de 1 mão, tentarei!

    Agora tenho interesse em ler uma resposta à pergunta da Sonia, que não identifiquei no post em que ela a fez. Reproduzo a parte q me interessa abaixo:

    Mudando de assunto Dalcim, ontem joguei duplas com colegas e por duas vezes o adversário parou a jogada e gritou “dois toques” na raquete de meu parceiro. Nas duas vezes, não observei isso (tudo muuuuuito rápido), aliás, desde que acompanho tênis (1990), nunca vi um árbitro detectar dois toques numa raquete, presenciei vários “not up”, mas nunca dois toques. A velocidade é tão rápida, como o adversário pode ter tanta certeza disso? Perguntei para um árbitro da federação paulista (professor aqui) e ele disse que esse tipo de marcação não ocorre. Dalcim, há algo documentado sobre isso?

    Responder
    1. Marcos Castillo

      Rafael e Sônia, no curso de capacitação para árbitros da FPT (pelo menos na minha época), a orientação era para marcar a infração somente no caso dos “dois toques” mudarem a trajetória inicial da bola, ou seja, somente se o segundo toque mudasse a direção que o primeiro deu à bola. Abs!

      Responder
    2. Mr marco

      Amigo, dificilmente há dois toques no tenis. Pq se considera q, dentro de um mesmo movimento, se houver dois toques, nao há problema. O que nao pode é o tenista fazer um movimento completo (swing), bater na bola, e depois outro pra bater na bola novamente .

      Responder
    3. Gilvan

      Como o colega salientou antes, essa regra já não é aplicada há muito tempo, salvo em situações em que o tenista efetivamente executa dois golpes em sequência.
      Mesmo nos casos em que o tenista executa o golpe e a bola pega nas cordas e no aro da raquete em sequência (o que tem tese implicaria em 2 toques) os árbitros não marcam a irregularidade.
      Vale a pena dar um toque no seu amigo da próxima vez que ele chamar essas marcações.

      Responder
  25. Raul Patti

    Dalcim

    Com força máxima, quem seria o seu top três atual na Davis?
    Se todos estivessem em perfeita forma e fossem pro jogo.

    Os meus seriam Suíça , Espanha e teria dificuldade no terceiro.

    Apenas no Saibro colocaria a Espanha em primeiro e a Suíça fora do top 3

    Responder
  26. Sérgio Ribeiro

    Pouca coisa a se acrescentar neste ótimo Post sobre os mistérios da Saladeira , Dalcim. Triste apenas o fato da FINAL ser literalmente grudada no FINALS. Ninguém do Timaco da França estava em Londres. E David Goffin teve que passar o sufoco de Federer, STANIMAL, Murray , Novak e Tsonga. Este último foi Campeão coincidentemente ( assim como Del Potro ) , quando não compareceu ao FINALS. Os Belgas pagaram o preço da “maldade” com os Britânicos . Meteram um Saibro para enrolar Andy. E o Cara marcou os 3 Pontos jogando duplas com o Irmão. Dito isto, não vejo como não mexer no modo de disputa da Copa Davis. Abs!

    Responder
    1. Paulo F.

      Faz parte da estratégia né, prezado Sérgio?
      A França fez a mesma coisa em 2014 para “atrapalhar” Roger Federer e não deu nem um pouco certo.

      Responder
  27. Jeferson

    O posicionamento das câmeras nesta final de Copa Davis, apesar das quadras adaptadas no Stade Pierre Mauroy, em Lille, me parecem bem mais interessantes para o público em relação, por exemplo, ao Finals, em Londres. A consequência dos efeitos colocados na bola, assim como a angulação nos golpes ficam bem mais perceptíveis pra quem assiste pela televisão. O que você acha, Dalcin?

    Responder
  28. Andre Borges

    Eita Dalcim…. não entendi nada da apuração do desafio.
    Na minha conta o Norbert acertou 60 pontos só.
    Zverev 20
    Cilic errou
    Dimitrov 20

    Thiem errou
    Anderson errou
    Querrey errou
    Carreno 10
    Wawrinka 10

    Até eu fiz mais pontos que ele, pus
    Zverev 20
    Thiem 20
    Cilic errei

    Dimitrov errei
    Wawrinka 10
    Querrey errei
    Carreno 10
    Goffin 10
    Total 70

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Observe que ele corrigiu a postagem inicial dele e postou outra no dia 9 de outubro, esta com: 1. Quem será o número 1 ao final de 2017?
      Alexander Zverev, Grigor Dmitrov, Dominic Thiem
      Marin Cilic, Davi Goffin, Stan Wawrinka, Pablo Carreño, Sam Querrey

      Responder
  29. Gustavo Pereira

    Boa noite Dalcim.
    No post do desafio do ranking dizia o seguinte:

    Em caso de empate na pontuação geral, leva aquele que fizer mais pontos na pergunta 3. Se persistir o empate, vence quem postou primeiro entre os empatados.

    Me parece que o Norbert não foi, entre os que empataram, aquele que postou primeiro.

    Abraço e parabéns pelo blog que acompanho sempre.

    Responder
      1. Gustavo Pereira

        Boa tarde Dalcim.

        Como disse no meu comentário, acompanho sempre seu blog e admiro muito seu trabalho. Porém, não me pareceu razoável a definição do ganhador do desafio do ranking. Entendo que o critério de olhar os palpites na ordem certa era mais justo que a data de postagem. Porém, se isso não foi divulgado no post do desafio, ele deixa de ser justo, pois com as regras divulgadas na época do post original do desafio o ganhador seria outro.

        Responder
  30. Ramon Mota

    Vejo o Goffin em uma evolução muito forte. Todo lugar leio chamam ele de “saibrista…” mas todos principais resultados vieram na sintética, todavia vejo como uma questão de momento. Se, a quebra de serviço de montecarlo fosse confirmada, acho que teriamos um outro Goffin na temporada de saibro em 2017. Gosto muito do jogo dele, ele é muito inteligente em quadra. Isso me agrada bastante. E quando joga agressivo é um tenista muito forte! Sem dúvida a maior surpresa de 2017 para mim.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Onde assino , Caro Ramon. E teve gente que disse que o UP do Cara foi somente agora. No Jogo anterior ao mencionado pelo amigo , ele tirou Novak Djokovic em 3 Sets. Eu boto esse tal ” Saibrista” exatamente por obter melhores resultados nas duras e poucos perceberem. Tem percentual de Vitórias maior no AOPEN que em Rolanga. Infelizmente o forte da galera é ler somente o que convém. Abs!

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      1. Luiz Fabriciano

        “Teve gente…”. Um fui eu.
        Em momento algum disse que o Goffin não brigará por títulos importantes no próximo ano (acredito que não), disse e repito que o up dele foi do Finals prá cá. E não foi?
        Ganhou de Djokovic em Monte Carlo e perdeu para Nadal. Talvez, talvez, talvez se o juiz não tivesse colaborado, venceria Nadal. Mas quem não ganhou de Djokovic esse ano? O fato é que o belga só se tornou o centro das atenções agora mesmo, mas há quem o ache excelente, versátil etc. OK. Isso é outra coisa.
        O colega acima afirmou que o vê em evolução forte e que foi uma grande surpresa, para ele. Nada diferente do que eu disse.
        Grande abraço.

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