Dolorosa, mas sábia decisão
Por José Nilton Dalcim
26 de julho de 2017 às 22:46

Não chegou a ser uma surpresa, mas ainda assim é uma decepção enorme sabermos que o restante da temporada 2017 não terá Novak Djokovic. Algo idêntico ao que aconteceu a Roger Federer no ano passado.

Fica mais doloroso isso ocorrer justamente no período em que o sérvio habitualmente se dá tão bem. A partir de Montréal e até Londres, será a maior e mais importante sequência do circuito sobre quadras sintéticas.

Nessa fase do calendário, Djoko tem quatro troféus no Canadá, dois no US Open, nove na China, quatro em Paris e cinco no Finals. Tremendo currículo, sem contar as finais disputadas.

Parece consenso que o cotovelo não é seu único problema, mas tudo indica que possa ser um dos mais relevantes. Há aquela boataria interminável sobre crise conjugal, que culminou na contratação do polêmico guru Pepe Imaz.

O que afinal acontece com o cotovelo direito de Djokovic? Segundo suas próprias palavras, é uma dor que o acompanha por 18 meses. Os especialistas já apontavam que a mudança no movimento do saque, introduzida por Boris Becker, seria a grande responsável.

Quem observar atentamente, vai ver que Nole inicia o movimento que vai dar a laçada e acelerar o saque com a cabeça da raquete muito baixa e próxima ao lado direito do corpo. Isso exigiria mais trabalho do cotovelo no intuito de se acelerar a cabeça da raquete e assim obter um golpe potente.

Claro que o cotovelo avariado afetará diversos outros golpes, especialmente forehand e voleios. Imagino o sofrimento de Djokovic nessa curta temporada de grama, um piso que leva qualquer tenista a errar com frequência o centro das cordas e dar as famosas ‘madeiradas’. Se dói com o braço bom, o que dirá com o cotovelo ruim.

Diante desse quadro, a parada é mesmo a saída recomendada. Porque nesse tipo de lesão não basta apenas tratar e curar, mas é essencial identificar a origem do problema e sanar. Se for mesmo o saque, isso exigirá nova mudança no movimento. Portanto, serão dois processos: o tratamento clínico e a correção do erro. Caso contrário, a contusão voltará na certa, e cada vez pior.

Então, o que Djokovic precisa no momento é de tempo e de paciência. Seis meses de afastamento são uma tortura para um atleta profissional, mas Roger Federer, Rafael Nadal e Serena Williams mostraram que é possível para um tenista tão diferenciado como Nole retomar a carreira no mais alto nível.

Em tempo: muitos já me perguntaram se Djokovic pode pedir ‘ranking protegido’. Mas isso é totalmente desnecessário, como foi no caso de Federer. O pior que pode acontecer é o sérvio cair para o 15º lugar e isso garantirá com tranquilidade sua entrada em qualquer grande torneio até março. Vale lembrar que o ‘ranking protegido’ – quando se calcula a média do ranking do requerente nos três primeiros meses após a parada – serve apenas para o tenista contundido garantir a inscrição na sua volta (por 9 torneios ou 9 meses). O ‘RP’ não pode ser usado para determinar cabeças de chave.


Comentários
  1. José Carlos Santana

    Dalcim, o que faz um sujeito inteligente acreditar em gurus? Há alguma explicação plausível? Será que Novak não encontra motivação suficiente em si mesmo e na sua família para ter mais garra? Nesse ponto, o mestre Federer dá uma lição importante, além de gostar muito de jogar tenis, o apoio da família é um esteio fundamental para a condição mental dele. Guru…francamente! O que você acha? Abraço.

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    1. José Nilton Dalcim

      O fato é que o Pepe teve muito sucesso com o irmão mais novo de Djokovic nas questões pessoais e aí o Marko parece ter influenciado Nole a adotar a filosofia. Daí eu acreditar que isso possa ter feito a diferença. Também temos de avaliar outra questão, mais complexa: pode ser que o guru tenha tirado algo do Djokovic tenista, mas pode ter acrescentado muito ao Djokovic pessoa.

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  2. Nando

    Mestre, esse ATP 500 de Washington costuma ter boas chaves…pq ao longo dos tempos o Big 3 + Murray nunca se interessou em disputá-lo? Devido ao calendário mesmo?

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    1. José Nilton Dalcim

      Ele é muito próximo dos dois Masters consecutivos e ainda por cima só teremos uma semana depois até o US Open. É difícil um top jogar cinco semanas praticamente seguidas.

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    2. Sérgio Ribeiro

      So’ que esse ano teremos 5 TOP 10 presentes. E o mais incrível foi Thiem e Zverev abrirem mão de jogar em Casa ( sendo Hamburgo tambem ATP500 ). Se não caírem de cara, Zverev ( ja’ aparece TOP 8 amanhã) enfrenta Kyrgios a seguir.Abs!

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  3. João ando

    Dalcim
    O que dizer da Gabriela ce e da Natali kurata …ja tem mais de 24 anos… acho que o momento delas ja passou ne…teliana sumiu…

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, difícil imaginar que possam dar um salto tão grande de qualidade, mas são tenistas muito esforçadas. Teliana tentou mas foi mal nos ITFs europeus de junho.

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  4. Luis

    Dalcim o nosso Tricolor parece ta reagindo rs,Palmeiras do Dalcim com esse grande 2017 de Federer 3 Slams e’ possivel voltariamos aos anos 2000 que era normal pro suico rs,a volta da quadra dura e do Slam que acho o mais legal o US Open mas pela tradicao e importancia Wimbledon rs volta Alice

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  5. Rafael Brasiliense

    E o Fognini com seus formidáveis winners e deixadinhas venceu o Bautista de virada no saibro e está na final de um ATP 250 na Suíça. Seu adversário será um tal de Hanfmann, 170º do ranking, que na semifinal despachou o Haas – pode aposentar, amigo Haas. Não dá pra perder. Vou assistir e torcer, até porque, além de eu ser fã, ele só tem 4 títulos na carreira, o que não condiz com tanto talento; porém não dá pra duvidar do cara que tem um aproveitamento de 30% em finais e é desprovido de alguns parafusos na cabeça. Vamos ver o que acontece.

    E ah, vou ter que assistir na internet porque como já sabemos entre mais de 300 canais na TV por assinatura não existe um mísero canal no Brasil que televisiona esses torneios pequenos. Essas emissoras de esporte daqui (ESPN, Fox Sports, Sportv) passam cada coisa – basquete, beisebol, ski no gelo (!), golfe, League of Legends (!!!) -; podiam passar mais tênis. Capaz que iria dar mais audiência que esses esportes que ninguém assiste. Na verdade mesmo, num mundo onde existe até canal de boi e de pesca, alguma dessas emissoras de esporte deveria fazer com o tênis algo tipo a Globo fez com o futebol criando o Premiere. Seria bom.

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    1. Marcos Castillo

      Rafael, já existe esse “première”: baixar o app do Tennis tv e espelhar na Apple TV. Se comparado com o canal pago do futebol, é um investimento de menor valor e o resultado é fantástico. Abs!

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  6. JANAINA M DIAS

    Com certeza uma sábia decisão, faz tempo que a cabeça e o físico do DJOKO não estão se entendendo… Esse guru e a troca de técnicos também o prejudicaram bastante. Espero que ele faça uma faxina geral na vida dele pra voltar a jogar em alto nível..só não sei se 6 meses serão suficientes pra isso..
    Quanto ao MURRAY acho que ele vai disputar o US OPEN e depois talvez se afastar. Alguns jornais ingleses dizem que a lesão dele é leve e o que está pegando mesmo pra ele é a necessidade de mais preparo físico e mais motivação.. Veremos..

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  7. Jose Carlos

    Dalcim,lembro-me de ter lido uma notícia aqui no Tenisbrasil que a Bia jogaria em Washington.Vc tem alguns informação do por que ela não está chave?Torcdnxo muito para não ter se machucado.

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, isso foi publicado e destacado no TenisBrasil, José Carlos. Ela mudou o calendário e decidiu não disputar Washington. Vai começar na outra semana em Toronto.

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  8. Nando

    Dalcim, gostaria q vcs excluíssem o link de acesso ao grupo do whats…tem uns caras q entram no grupo (principalmente durante a madrugada), mudam nome e imagem do grupo, mandam convites pra entrar em outro grupo, e depois saem.
    Esses moleques ficam com essa palhaçada td hora, e achamos q a única forma de acabar com isso é a exclusão do link de acesso ao grupo, voltando a ser igual ao início ( pedir a entrada no grupo).
    Poderia solicitar a exclusão do link de acesso ao grupo?

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  9. Luis

    Dalcim quando comeca o Masters 1000 do Canada? Montreal esse ano acho troca com Toronto rs, se Federer e Nadal ja eram o destaque de 2017 sem Djokovic ficam ainda mais rs e a sonhada final do US open entre os dois repetindo o grande jogo do ano final do Aberto da Australia e’ a final que todos esperam e fecharia com chave de ouro os Slams de 2017 ainda tem o Finals que deve ter Zverev entre os 8 muito legal e Kyrgios se conseguir bom comeco de 2017

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  10. Renato Vieira

    Eu preferiria que Novak continuasse jogando. Quando os 4 estão jogando o seu melhor, quem aproveita é a gente. Mas nem ele nem Murray estão jogando bem. Normal também.
    Mas eu acho sinceramente que Djoko percebeu a diferença que deu em Rafa e Roger ficar 6 meses parados. Sem jogar, sem viajar. Sem ficar dando entrevistas protocolares. E ainda com vontade de jogar. E com vontade de melhorar. Djokovic deve ter percebido isso e juntou o útil ao agradável e resolveu tentar encarar os problemas pessoais. Seja físico, seja mental. E por isso eu acho que ele vai chegar muito perigoso ano que vem. Se fizer tudo direitinho, já começa na Australia que é seu ganha pão.
    Tomara que Murray melhore também.

    Mudando de assunto… Dalcim, você acredita que esses problemas do Tomic e Kyrgios são parecidos com o que Agassi sofria quando jogava. De não ver sentido naquilo. De não gostar daquilo. E de ser algo fundamentalmente ambíguo a sensação que tem? Óbvio que são momentos, vidas e especialmente talentos diferentes, mas me parece que há algo de semelhante.

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    1. José Nilton Dalcim

      Não, não vejo semelhança. Agassi sempre levou a carreira a sério, apesar dos problemas familiares, e sofreu sim pressão até ganhar seu primeiro Grand Slam. Os australianos tiveram vida fácil, aparentemente paparicados por seus pais e mães, e nunca sentiram de fato uma cobrança no circuito.

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      1. Mario Cesar Rodrigues

        Dalcim Boa noite olha entendo sua posição e respeito mas ai é para mim problema de personalidade.um exemplo o Simon o Francês é o cara que coloca letão e todos outros no chinelo rico mesmo de berço e tem amor pelo tênis é um cara simples conversa com todos enfim cada caso é um caso!E quando falou da premiação em GS que as mulheres deveriam ganhar menos concordei com ele é um cara de visão!Po cara veja estes torneios até mesmo GS jogos de pessoas top arquibancadas vazias,não é desmerecendo é a realidade!Nos GS eles sempre antes de um jogo do masculino que tem um top colocam elas antes porque depois bau bau o povo vai embora a maioria e isto mostrou ser provado mais de mil vezes!PS depois eles perceberam vejam que antes de um jogo masculino que tem top colocam as meninas!

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        1. Pedro Rodrigues

          Esse é um assunto polêmico, mas o fato é que tênis feminino não atrai nem metade do interesse do tênis masculino. não é uma questão de opinião, mas de números. A segunda semana de Wimbledon é a maior prova disso, pois os torneios masculino e feminino são disputados em dias alternados a partir de terça – quartas fem na terça, quartas masc. na quarta, semi fem na quinta, semi fem na sexta, final fem no sábado, e final masc no domingo- A diferença de preços é da ordem de três vezes!, a mais para os dias masculinos, isso que no sábado ainda há uma série de outros jogos a serem disputados. O ponto é que o publico do feminino não é uma fração do masculino. mas não é politicamente correto mencionar essa obviedade, e quem o faz é taxado pela patrulha, de misógino e etc..

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  11. Luciano Serafim

    Dalcim,
    Murray disse que sentiu um vazio(falta de motivação) ao ganhar Wimbledon 2013 e em 2016 ao conquistar o Nº1.
    Ivanovic disse o mesmo por ganhar Rolan Garros aos 20 anos.
    Acabo de ler uma entrevista dela falando que entende o que aconteceu com Djokovic(são amigos) ao ganhar Rolan Garros, que era o objetivo e sendo assim baixou a motivação.
    Borg parou as 26 anos, parece ser comum tops do tenis perderem a motivção, ainda que tenham muita lenha para queimar.
    O que não acontece com Federer, Nadal, Venus e Serena.
    Ai acho que a grande diferença e o amor por jogar tenis, não que os outros não que os outros não tenham.
    O que acha Dalcim?, talves ambição maior tambem?, abç

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    1. José Nilton Dalcim

      Com certeza, é uma questão antes de tudo de personalidade e de ter ou não outros objetivos fora do mundo do tênis, Luciano.

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  12. Lincoln

    Nole, só não voltará a brigar pelos GS se sua lesão se torne crônica ou se ele não conseguir realmente identificar a causa (o provável movimento de saque) e mudá-lo.
    Batendo na madeira! ! !
    Daí, pra ter um retorno arrebatador como o Federer este ano e o do Nadal de 13, é outra história.

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  13. Marquinhos

    Rodrigo Cruz.

    Gulbis x Fognini poderia ser final de slam. Kyrgios, o italiano e o letão são maiores talentos desperdiçados dos últimos anos. Os três tem muito mais talento que Murray, Nadal e Novak, por exemplo. Aí a gente vê como a parte mental faz realmente diferença.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Concordo, Marquinhos.

      Gostaria demais de ver um deles, ou todos eles ganhando um Grand Slam.

      Seria excelente pro tênis.

      Gosto muito do jogo desses três citados.

      Gulbis tem um grande saque e um ótimo backhand.

      Apenas a direita dele é uma porcaria…

      Mas sempre acompanho o letão porque é um tenista carismático… Diferente do Djokovic que tem pouco carisma.

      O australiano joga muito fácil, saca demais e faz de tudo um pouco.

      E o Fognini também joga com aquela facilidade que sabemos, além de ter muito pulso. Apenas o seu saque deixa a desejar…

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    2. Arthur

      Concordo em relação ao Fognini e ao Kyrgios, Marquinhos. Quanto ao Gulbis, tenho lá minhas dúvidas.
      Pra mim, a única diferença entre eles é a idade: enquanto um está ainda no começo da carreira, o outro já se encaminha para o seu final.
      Talento absurdo associado a uma cabeça de mosquito em ambos os casos.
      É uma pena, realmente.

      Um abraço.

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  14. Fernando Brack

    Cada caso é um caso, portanto é impossível prever como Djoko voltará em 2018. Se lembrarmos bem, o que dizíamos sobre Federer e Nadal quando eles resolveram parar para se tratar nada tinha a ver com o que acabou acontecendo. Só podemos torcer para que o sérvio retorne bem.

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    1. Rafael Wüthrich

      Onde você estava que não li nenhum comentário seu durante WB, meu camarada? Estou te aguardando no grupo do zap! Grande abraço!

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      1. Fernando Brack

        Fala, meu prezado Wuthrich! Ando ocupado cuidando da vida. Vi só a final de WB esse ano, que acabou sendo meio sem graça, apesar da vitória do Mestre. Aquele abraço.

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  15. Adriano Miura

    A real é que o Cotonete e o Murray tavam só fazendo figuração nessa temporada, demorou pro primeiro cair na real, agora só falta o outro.

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  16. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    vc sabe dizer se já houve confirmação oficial que Federer jogará Montreal? Depois de Wimbledon ele garantiu 100% de certeza estar em Cinci e depois US OPEN. Quanto ao Canadá disse que viria com a equipe na próxima semana, mas já se foram duas semanas e apesar de saber que continua inscrito, não se manifestou mais, pelo menos que eu saiba. Vc sabe dizer se tem alguma confirmação que jogará os dois eventos antes do US OPEN?

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  17. Sérgio Ribeiro

    A ATP deve estar feliz com as lesões de suas estrelas , muito por conta dos ralis de 500 bolinhas em seus maravilhosos Pisos padronizados. Basiliners como Connors e Agassi se aproveitaram dos pisos rápidos para serem tão longevos. O Craque consegue em função de um estilo único. Esses caras jogando até os 36 cada vez parece mais difícil. Lembrando que mesmo assim o Suíço com as terríveis dores nas Costas em 2013 , somente venceu UM Torneio. E ano passado na parada, Zero. Isso vai fazer falta numa tentativa de chegar em Connors coisa praticamente impossível. Como Rafa Nadal voltou a falar dos joelhos em Wimbledon , estou achando um otimismo exagerado para sua performance nas duras do segundo semestre. A conferir. Abs!

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    1. Anderson

      Pra chegar nos 109 do Connors, teria que estar disposto a jogar os 250 da vida, coisa que ele já deixou bem claro que não lhe interessa, Federer só quer saber dos torneios tops… Tirando é claro os petrodólares de Doha e a cidade natal Basiléia.

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  18. Márcio Souza

    Decisão acertada do Cotonete em encerrar a temporada para se tratar e finalmente curar essa lesão que segundo ele ja o incomoda a 18 meses.

    Engraçado que se formos olhar pra trás, 18 meses são um ano e seis meses e nesse periodo contando o começo do ano passado ele ganhou AO, Indian Wells, Miami, RG, Toronto enfim só pra citar alguns torneios e a dor que ja estava lá, não o impedia de jogar, é claro estava ganhando…e pra não ser injusto ele realmente de fato falava que sentia algumas dores, mas nada muito específico.

    Começou a levar umas piabas no circuito, amargar eliminações nas fases iniciais dos torneios e depois de sair do top 3 e vendo que seria presa de Federer, Nadal e Murray, resolveu pegar a viola botar no saco e dar no pé kkkkk

    Zueiras a parte galera, como falei no começo, decisão acertadissima, se de fato ele ainda pensa em jogar mais alguns anos de forma competitiva no circuito.

    A soma desses últimos anos em que ele utilizou o físico ao extremo, só poderia chegar como de fato chegou cobrando uma conta muita cara do corpo, então é natural tirar um tempo para cuidar bem das lesões, aprimorar a técnica e voltar forte, com a mente limpa e pronto para novos desafios.

    Sem falar que vai ter tempo de cuidar da familia, estar mais próximo e resolver de uma vez por todas as pendências domésticas que podem ter lhe tirada a concentração do circuito em algum momento.

    Fica aquele buraco nos torneios como ficou no ano passado com Federer e Nadal, mas o circuito segue e tomara que ele volte forte no ano que vem.

    E fica a dica, aconteça o que acontecer nesses seis meses afastado do circuito, que ele NÃO DEMITA o guru, isso não.
    Pode mandar todo mundo embora, menos o guru kkkkk

    Não nos tire a nossa melhor piada quando o Cotonete perde um jogo por favor hein kkkkk

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  19. Leo Gavio

    Concordo com o nosso amigo que escreveu ai embaixo:

    Tenis agora só em 2018, o circuito sem Novak é como futebol sem Pelé e acrescentaria: sem Romário, também.

    Graça zero. Vamos apenas assistir Federer bater em tenistas medianos, iniciantes ou em fim de carreira e depois dizer: Definitivamente é o GOAT!!

    Assim é fácil. Sem querer desmerecer o Suiço, mas Novak em forma é outro papo e ele sabe disso. Assim como Nadal no saibro é outro papo.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Humm, resolveu aparecer?

      Vc não tinha jurado que o Novak Farsovic venceria Wimbledon e humilharia Federer?

      Ué, o que será que houve com a tua bola de cristal de araque ?

      Kkkkk

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          1. Ziggy Stardust

            Mesmerizante vídeo.

            Obrigada por postá-lo.

            Mais talento, criatividade, punho, pulso, munheca, improvisação e menos passação de bola.

  20. Marcos Marinho

    Uma coisa é certa, haverá certa pressão e ansiedade de Novak para ter um retorno tão triunfal quanto de Federer (nem falo de Nadal, que só brilhou na temporada de saibro, embora tenha feito três finais na quadra dura antes). Isso já o torna mais difícil.

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  21. Carlos Lira

    Dalcim, pergunta maldosa… rs…
    Se tivesses que investir teus poucos dólares em uma aposta, você apostaria em quem para terminar na primeira colocação do ranking ao final do ano?

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  22. Luis

    Dalcim o tenis por ser um esporte individual uma parada ou ferias forcada no exenplo do Federer e Djokovic em 2017 fazem bem ao tenista que volta mais tranquilo parece que tira um peso quando esta’ jogando de ganhar grandes titulos Slams principalmente,Dalcim o que acha se o tenis e’ um dos esportes que uma cabeca boa e tranquila e corpo em forma e’ quase 50% pro sucesso os outros 50% o talento rs,Vai ser US open e Finais mais abertos sem o especialista no sintetico o servio,Go Federer 20 Slam em 2017 e mais umas semanas de Numero 1 desde 2012 o Suico nao chega no N1 rs

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  23. Alison Cordeiro

    A fase de Djoko não vinha boa e seu desempenho estava aquém do seu potencial. A decisão é ótima e lhe permite tratar deste problema e programar seu retorno, e voltar a ser competitivo será consequência de estar bem fisicamente. Segue preocupando as demais questões que parecem também o estar afetando, das quais pouco sabemos de fato. Torço para ele encontre uma solução para estes problemas também e possa estar em plena forma em 2018, disputando títulos e confrontando Federer e Nadal em grandes jogos. Apesar da má vontade de alguns, Nole fará bastante falta ao circuito. Quanto mais concorrentes aos títulos, mas emocionantes as disputas.

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  24. João ando

    Dalcim. E incrível como tem tenistas de mais de 35 anos jogando em alto nível…haas. Ferrer.Roger.Paty Schneider. Kimiko date. ..esqueci algum…alguma explicação?

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      1. Pieter

        E não é só no tênis. Esta semana um nadador brasileiro de 37 anos, foi medalha de prata no Mundial de natação, tornando-se o mais velho atleta de natação no mundo a conquistar uma medalha em Mundiais!
        O que me espanta ainda é a reação de surpresa das pessoas com esses feitos. Vivemos na melhor época da medicina e da preparação física na humanidade. Nada mais natural, portanto, que os resultados apareçam…

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  25. Paulo F.

    Eu não entendo do por quê não poderá dar certo essa parada pro Djokovic, conforme muitos já estão premeditando/torcendo.
    Acho que é apenas o espírito de secação, ser anti mesmo.
    Tá mais do que na cara que era necessário – do jeito que seu estilo de jogo é fisicamente exigente – é até admirável que seja a primeira vez em sua carreira um afastamento mais prolongado.

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    1. Bruno

      Pat Cash ,campeão de Wimbledon, E que deve entender um pouco de tênis, explica direitinho o porquê de Djokovic talvez não conseguir na sua volta o que Federer conseguiu.
      Resumindo o que ele disse:
      Jogadores iguais a ele tem vários da nova geração, sua diferença era o físico e o mental.

      Responder
  26. Rodrigues

    Dalcim

    A dor no cotovelo pode ser em baixo ou em cima.
    Segundo os especialistas, quando a dor é embaixo, a causa é o forehand e quando é em cima , a culpa é do backhand.
    A tempos atrás, tentei mudar a minha direita mudando a empunhadura para bater com mais top spin. Houve realmente uma melhora no jogo mas, depois de algum tempo veio a dor. E por não cuidar a tempo, fui obrigado a ficar sem jogar tênis por um ano e meio, só fazendo fisioterapia e reforço físico.
    Recentemente a dor apareceu na parte superior do cotovelo , tentei, por um mês , a fisioterapia convencional, mas não consegui resultado.
    Por indicação de um amigo, procurei um médico especialista em TOC, Tratamento por ondas de choque e, depois de 5 aplicações no prazo de dois meses, tive meu problema totalmente resolvido.
    O tratamento é feito com uma máquina semelhante a usada para quebrar pedras nos rins, que, por uns 10 minutos, fica dando choque na região afetada. É um pouco caro, mas resolve.
    Como aqui nesse espaço há muitos admiradores do Djocko, quem sabe alguem pode enviar a sugestão de tratamento…..
    Para conseguir maiores informações, entre no google e digite TOC. Vai conhecer os médicos que usam esse tratamento.

    Responder
  27. VALDIR BITTENCOURT JUNIOR

    Dalcim, tenho tido dificuldade em acreditar na sinceridade de certas declarações dos tenistas…

    Djokovic falou que já tem a contusão a 18 meses, que não podia desistir num ano de olimpíada. Pq então, ele jogou Canadá ano passado? Ninguém jogou lá, mas ele foi. Você comentou que a grama piora a contusão dele. Então por que raios ele jogou um ATP250 antes de Wimbledon? Ele ganhou 2 anos seguidos indo direto de RG pra Wimbledon, não faz sentido.

    Murray também, falam que o saibro piora muito a condição do quadril dele, porém, por que raios ele jogou em Monte Carlo e Barcelona então?

    Ou as afirmações sobre contusão são falsas, ou então os dois são PÉSSIMOS em montar calendários…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que as contusões são reais, Valdir. Entendo a ideia de Djokovic jogar em Nottingham, já que ele ficou três semanas inativo e precisava de algum ritmo. Murray também precisava a todo custo tentar somar pontos no saibro e acho que ele sinceramente acreditava que poderia ganhar Roland Garros. Enfim, foi o preço a se pagar. Bem alto, aliás.

      Responder
  28. Luciano Serafim

    Ariovaldo escreveu:
    “Bem pessoal, tênis só o ano que vem agora! SEm Djoker, é como futebol sem Pelé!”.
    vamos fazer a correção:
    Bem pessoal, tênis de força só o ano que vem agora! SEm Djoker, é como futebol sem Dunga!
    Bs : acho Djokovic um excelente jogador, suas conquistas falam por si, mas………… Federer é indiscutível .

    Responder
    1. Joncio Souza

      Luciano, sua analogia está correta. É por aí mesmo. Dunga, Gattuso, Gravesen, Zé Elias. Foi como outro disse mais abaixo. Pelé e Djokovic na mesma frase é blasfêmia!

      Responder
  29. Bruno Macedo

    Comentario que não tem relação com o post:

    Estava vendo o instagram de alguns tenistas de ponta, tipo Kyrgios, Thiem , Tsonga, nenhum desses chega a ter 500 mil seguidores. Murray tem 1, 3 milhões. Federer, Djokovic e Nadal 3,5 milhões. Ai fui ver o Rodrigo Simas, um global tipo ator de Malhação, e o cara tem 4,6 milhões.

    Incrível como o tenis é um esporte pouco popular. Nós, admiradores do esporte, somos poucos! Uma pena.

    Responder
    1. JOSE EDUARDO PESSANHA

      Bruno, por isso é que não têm nem pé nem cabeça aquelas pesquisas que dizem que o Federer é o quarto ou quinto esportista mais conhecido do mundo. Só de jogadores de futebol deve ter uns 100 mais populares do que o Federer. Isso por baixo. Fora a galera famosa do basquete e da fórmula 1, que são bem mais populares. Infelizmente Abs

      Responder
      1. Bruno Macedo

        José Eduardo, o Cristiano Ronaldo tem mais de 100 milhões de seguidores! E surreal a diferença de popularidade!
        Cara, um ator comum da globo tem mais seguidores que o FEDERER, o jogador de tenis mais popular.

        Obs.: A Serena tem mais seguidores que o Federer, 6,2 milhões!

        Responder
  30. Oswaldo E Aranha

    Depois de um longo e tenebroso inverno estou retornando ao blog. Estava cansado, depois de Wimbledon, das conversas que só se repetiam em louvor a um tenista. Volto meio órfão com a ausência do Djokovic, mas vejo que os comentários estão mais racionais e espero que agora, que o sérvio estará ausente, que aqueles que se especializaram em tentar diminuí-lo, tanto como atleta e como pessoa, que o deixem em paz. Um abraço ao afetos e também aos desafetos

    Responder
  31. Robson Couto

    Dalcim, gostei muito de sua explicação sobre o saque do Djokovic, daí me veio uma dúvida: o Raonic é 8 cm mais alto e tem um saque sempre potente. Onde está a principal diferença? É mesmo a altura, ou força física, parte da raquete que atinge a bola, técnica do movimento ou existe outro fator que faça o canadense tão bom no saque? Outra questão, seis meses é um tempo hábil para curar uma lesão no cotovelo e ainda aprimorar uma nova técnica de saque? Obrigado

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Bom, a altura ajuda muito a se bater na bola de cima para baixo. Outro ponto essencial é a velocidade de braço. Não tenho informação exata sobre a gravidade da contusão do cotovelo do Djokovic, mas teoricamente seis meses são sim suficientes.

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    2. André Barcellos

      O interessante aqui é que tanto Del Potro quanto Querrey são mais altos que o Raonic, mas mesmo tendo bons saques (especialmente o americano), nenhum é tão eficiente do que o do Raonic. Acredito que ele saque muito rente à rede, quase sem spin. É um saque naturalmente mais agressivo e rápido.

      Responder
  32. Gilvan

    Muita gente colocando o Nadal como favorito para os proximos torneios, inclusive US Open(!) e Finals (!!!). Ha quantos anos nao vemos o Nadal fazer um bom segundo semestre? Alias, ha quanto tempo nao vemos o Nadal ganhar um titulo relevante fora do saibro?
    Se esquecem que entramos no momento do circuito em que nao temos `especialistas`, eh a epoca de ganha pao de 90% do circuito, em que jogadores chatos como Cilic, Wawrinka, Berdych, Raonic, Nishikori, Zverev, Kyrgios, Tsonga jogam o seu melhor. Isso sem contar o grande favorito, Roger Federer, vindo na ponta dos cascos e babando para alcancar o topo e faturar mais um GS e mais um Finals.
    Quem abusou da temporada de saibro e da temporada de grama vai comecar a sentir os efeitos agora. Por isso mesmo, nao levo muita fe no Nadal e nem no Thiem.

    Responder
  33. Marcos Eloi

    Como funciona o antidoping nessas paradas? Por quanto tempo? Por exemplo, em paradas mais longas, como foram Guga ou Delpo, continua coletando todo mes? Para tratamento, ha medicamentos q podem ser liberados temporariamente, apesar de proibidos? Tipo assim: pode usar meldonium, mas so pode voltar a jogar daqui 12 meses (exemplo ficticio kkk)

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Os testes fora de competição continuam a ser feitos. Claro que o tenista pode usar um determinado medicamento que depois será eliminado pelo organismo, o que não constitui doping.

      Responder
  34. Bruno Macedo

    Eu acho q 6 meses de férias são sempre bem vindos! Vai fazer bem pro corpo e pra cabeça! Não sei se voltará tão bem quanto Federer e Nadal voltaram, talvez Djokovic precise de mais tempo. Espero que ele se permita esperar o quanto for necessário para poder voltar 100% bem fisicamente.

    Responder
  35. Marquinhos

    Irônico, não? O maior simulador de contusões de todos os tempos agora foi pego por uma “contusão real”. Real?! Por que demorar 18 meses para parar? Muito estranho. O tênis perde em competitividade, mas em termos de mídia e torcida, nada! Pelo menos seremos poupados da arrogância e o dos chiliques do farsa.

    De qualquer forma Novak tem suas qualidades. Provou que mesmo com alguns fundamentos medíocres(drop, slice, smash), um tenista com grande jogo de base e excelente físico pode se tornar um grande campeão. É preciso exaltar também que Novak fez a terceira melhor temporada de todos os tempos, perdendo apenas para Federer e Laver. Um grande feito!

    Deve voltar bem, vencer mais um ou dois slam e terminar a carreira entre os 7 maiores de todos os tempos. E sua pequena torcida ganhou de presente 18 meses de desculpas. Claro, eu não engulo.

    Responder
      1. Renato Vieira

        Relaxa cara. O Marquinhos é sempre assim. Mas o drop shot do Djoko não é dos melhores mesmo. Tem uns 10 caras que executam isso melhor que ele. Nadal inclusive.

        Responder
  36. sandroMG

    boa noite, Dalcim. Primeiro, gostaria de parabenizá-lo por seu profissionalismo! sempre fazendo posts inteligentes e, acima de tudo, imparciais!!!! Em relação ao Djokovic, gostaria de perguntar se você acha que ele trabalhará – forte – tecnicamente também nesse tempo que ficará fora (e o que você, Dalcim, acha que ele precisaria melhorar imediatamente para voltar ao topo do ranking.
    Outra pergunta, é: quando um jogador está voando, jogando muito bem (como o federer este ano) e, a princípio, não se vê pontos fracos (seu backhand era, mas agora, está implacável), o que passa na cabeça dou outro jogador top? treinar mais, mudar o estilo de jogo, etc…
    grande abraço,

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho Djokovic tecnicamente muito completo, Sandro. Ele no entanto poderia sim adotar um estilo mais agressivo com o objetivo de diminuir os ralis e conquistar mais pontos com as primeiras bolas. Isso economizaria no físico, com certeza. Quando existe um domínio grande – Federer, Nadal, Djokovic e mais recentemente o Murray -, o natural é o adversário tentar deixar seu tênis mais versátil e completo. O próprio Djokovic diz que essa concorrência o tornou um tenista melhor, assim como Federer afirmou que a disputa com Nadal o fez evoluir. E obrigado pela palavras!

      Responder
  37. Carlos Alberto Alves

    Dalcim, você comentou que a contusão se dá em função de dois movimentos errados o backhand de uma mão só e o saque…., aqui fiquei com uma dúvida o Bh do Djoko não é executado com as duas mãos? Agora veja você o Federer não tem o backhand de uma mão só? Por ele executar este golpe a tantos anos e nunca ter tido esse tipo de lesão, podemos dizer que é pura técnica do gênio? Mais uma dúvida, você acredita que o próprio Djoko se cobrará por um retorno triunfal a exemplo de Nadal e Federer, por ser um dos membros do big four? Dá-lhe Federer rumo ao 20, segura o leão que eu quero ver…

    Abs mestre.

    PS: Espero que você esteja amadurecendo a ideia que um colega deu no blog de criar um canal no YouTube, seria fantástico.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Como eu disse no texto, Carlos Alberto, o problema se dá pelo backhand simples ou pelo saque. E explico o tipo de movimento que pode causar o problema no saque. Federer tem um movimento perfeito de backhand, ainda que dê algumas ‘madeiradas’. Sim, acredito que Djoko se cobrará.

      Responder
  38. Arthur

    É, Dalcim, quem diria?
    Estamos oficialmente em 2017, mas parece na prática que voltamos a 2007.
    Com Djoko oficialmente fora do restante da temporada e Murray provavelmente seguindo o mesmo caminho, teremos Federer e Nadal disputando as atenções daqui até o final do ano.
    Diante disso, temos duas conclusões:
    1 – Salvo uma hecatombe de proporções bíblicas, o suíço terminará o ano mais uma vez como nº. 1. Quase todos os pisos lhe favorecerem daqui pra frente e os dois campeonatos que mais oferecem pontos (US Open e Finals) são justamente aqueles em que Federer costuma ir bem mais longe do que o Nadal;
    2 – A menos que algum membro da novíssima geração resolva desabrochar de vez, veremos o Fedal dominando amplamente o circuito, como há dez anos (com clara vantagem para o suíço, diga-se de passagem).
    Mesmo torcendo pelo Federer, encaro essa perspectiva com muitas reservas. Tenho sérias dúvidas se essa volta ao passado é boa para o circuito.
    Dominância demais acaba matando o interesse pelo esporte.

    Um abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O único ponto que me parece ajudar o esporte, Arthur, é o fato de Federer e Nadal serem, de longe, os expoentes mais populares provavelmente da história do tênis (estou falando em termos de repercussão, mídias sociais, tv ao vivo e por aí vai). Isso manterá os holofotes sobre o tênis, o que é importantíssimo.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Você tá reclamando de barriga cheia…

      E quando a dominância era apenas do Djokovic, e de mais ninguém?

      Pelo menos polarizada entre Federer e Nadal, o ano está sendo bem mais interessante do que em 2015…

      Responder
      1. Arthur

        Mas eu era um dos que mais reclamava naquela época, Rodrigo.
        Até dizia que era uma pasmaceira completa o “circuito- de um homem só”.
        Do mesmo modo que não gostava do domínio absoluto do sérvio em 2015, tampouco me agrada esse retorno a 2007, no qual Nadal ganha tudo no saibro e o Federer, tudo no resto.

        Um abraço.

        Responder
    1. Nando

      Piada! Hahahaha….o sérvio e o Pelé JAMAIS deveriam estar na mesma frase e JAMAIS se compara o Rei do futebol com um cara q nem de longe é o maior da história do tênis, no máximo top 10.
      Tá de brincation with me cara? Comparar Pelé com djokovic kkkkkkkkkkk

      Responder
  39. Jorge FS

    Sou fã do Djoko. Sem ele ou Federer ou Nadal o tênis perde muito como atrativo. Espero que ele volte bem, para as disputas memoráveis com os já citados.
    Trabalhar com dor quando já tem dinheiro é burrice.

    Responder
  40. Mário Fagundes

    Teria sido uma decisão inteligente se esta tivesse sido tomada ainda no fim do ano passado, quando era evidente que o Djokovic não estava bem fisicamente, além de ter outros problemas ao redor. O pit-stop de meio ano funcionou para Federer e Nadal, mas não significa que funcionará para Djokovic. Até porque o sérvio insistiu em jogar, por 18 meses, e não tratou adequadamente a lesão. É aí que está a diferença para Federer e Nadal. Estes preferiram não prolongar o sofrimento. Contudo, espero que Djjokovic se recupere e que a lesão não se torne um problema crônico.

    Responder
  41. wilson

    Acontece com todos os tenistas.Fico na torcida pelo retorno do Djoko.O Tênis perde,como perdeu com as ausências de Federer e Nadal.Mas a medicina esportiva fará que o Nole retorne bem.O Tênis ficará orfão por alguns meses,vida que segue.

    Responder
  42. Maurício Neves

    Boa tarde Dalcim.

    Você acha que Novak Djokovic está parando pelo motivo de Fecerer?

    Ele tem muitos problemas de vida pessoal.

    Está completamente perdido.

    Responder
  43. Luciano Serafim

    Boa tarde.
    Acabo de ler seu post de 26/07/2016: Tragedia.
    Dia em que Federer anunciava sua parada.
    Nele você colocava todas as dificuldades que haveria para Federer retornar a jogar seu melhor, mas lembrava que Federer ja tinha quebrado varios paradigmas.
    Lendo as noticias e comentários da parada de Djokovic, vejo uma grande diferença, esta mais facil acreditar que ele retorne (não logo de cara, mas quem sabe?) ao seu melhor nivel.
    Dalcim, o que Federer fez no seu retorno e os quase 6 anos a menos de Djokovic são os responsaveis por essa “certeza”?
    Abç

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a idade é o primeiro e principal fator. São cinco anos de diferença. Além disso, apesar de espetacular, o currículo de Djokovic ainda pode ser aumentado. Federer poderia estar bem mais satisfeito (felizmente, não estava… rsrs). Por último, vemos hoje um circuito muito mais lento do que antes e isso claramente prejudica o estilo do suíço e é bem mais favorável ao sérvio, Luciano.

      Responder
  44. ANTONIO GABRIEL

    Que volte destruindo recordes. Torcendo para que em 2018 tenhamos Djoko, Nadal e Federer em plena forma, com Murray também e quem sabe os novatos vindo pra cima. Dalcim, neste período de recuperação, sabe se o Agassi o acompanhará, mais propriamente já no final do ano para treinamentos ?

    Responder
  45. Rafael Wuthrich

    Sobre Djokovic, acho que foi a decisão mais acertada possível. No entanto há 2 detalhes: o primeiro, e óbvio, é que sua recuperação não necessariamente o trará de novo ao topo. Federer é exceção, e a falta de ritmo pode ser problemática – vejam Azarenka, Kvitova e a própria Sharapova. Some-se isso ao fato de que o sérvio será entre 15 e 20 do mundo quando começar a próxima temporada, e temos Nole diante de prováveis chaves duras e partidas contra tops já nas rodadas iniciais, o que pode desgastá-lo cedo nos torneios. Não dá pra usar Rafa Nadal como exemplo – o espanhol a rigor só não jogou nas últimas 3 semanas do ano (de um ATP 250, Paris e o Finals), então nem dá pra considerar grande ausência; já Federer é completamente fora da curva. Não dá pra crer que um tenista sem ritmo consiga sucesso logo nos seus primeiros torneios pós retorno – essa é a regra. Por isso, há de se ter precaução nas expectativas.

    O outro ponto fundamental será os problemas extra quadra. Não adiantará nada Djokovic resolver suas lesões mas ficar preso aos seus diversos problemas internos. Precisa acertar sua vida pessoal de vez, se livrar urgentemente do guru picareta e contratar um técnico oficial – não dá pra contar com Agassi sabendo que o norte-americano 1) odeia o circuito em geral, assim como sua esposa Graf; 2) Tem família e reside nos EUA; 3) Não tem muita paciência pra lidar com o “pacote Djokovic”. Hoje, qualquer técnico terá que lidar, além do sérvio, com o irmão dele, a esposa e um guru maluco picareta – não é pouca coisa. Pior é não saber quem trabalha com Djokovic na parte de preparação, já que todo o estafe técnico também foi dispensado em abril. Ou seja: um caminhão de problemas a serem administrados e que afetam certamente o desempenho. Sem isso, Nole poderá até estar curado, mas dificilmente voltará aos grandes títulos.

    Dalcim, sem qualquer maldade, que técnico hoje aceitaria ser o treinador de Nole tendo que lidar com o “pacote Djokovic”? Por mais que o sérvio tenha dito que Agassi se comprometeu a acompanhá-lo, acho improvável que o norte-americano deseje segurar esse pepino por muito tempo…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É uma boa pergunta, Wuthrich. Como acho que o papel de Agassi ainda é muito mais espiritual do que técnico, talvez o americano retome o trabalho em outubro ou novembro, quando provavelmente Djokovic estará de volta aos treinos. Mas é também uma boa hora para o sérvio rever tudo.

      Responder
  46. Marcelo-Jacacity

    Realmente a única alternativa era essa. Que Djokovic volte em 2018 ao seu nível máximo para o bem do tênis.
    Fato importante é ele ter dito que pretende jogar mais cinco anos em alto nível.

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Amigo Marcelo, digamos que Djokovic é um bom comediante. Em cinco anos certamente ele já estará aposentado. Não só ele como os outros três. Caso ele esteja no circuito em 2022, certamente estará fora do top 20. Abs.

      Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Pessanha,

        Depois que Federer e Nadal ganharam Slam após longos anos, até o título mundial do time do Dalcim é possível.
        Cubs, Leceister mostram que nada é impossível.

        Responder
    2. Mário Fagundes

      Rapaz, faz algum tempo que Djokovic diz coisas sem sustentação alguma. Agora disse que pretende jogar em alto nível por cinco anos. E você acredita nessa balela?

      Responder
      1. Rafael Wüthrich

        Depende do que você considera “alto nível”. Ficar no top 10 e chegar longe nos torneios é sim alto nível. Uma final de Slam e até um título são bônus. Claro que, quem acompanha Djokovic espera domínio, mas se manter em 3, 4 do mundo, ser campeão aqui e ali, rivalizar com os tops do momento e ganhar 1 Slam que seja em 3 anos pra mim seria se manter em alto nível.

        Responder
      2. Marcelo-Jacacity

        Renato e Mário,
        Vocês estão muito descrentes. rs
        Não duvido de mais nada.
        Cinco anos em alto nível é totalmente factível. Obviamente, isso não significa predominância semelhante a 2011 e 2015. Significa?

        Responder
  47. Fabio F

    Não sou torcedor de qualquer tenista, como já postei aqui. Gosto especialmente de alguns, mas consigo admirar vários por diferentes motivos e em diferentes contextos.
    Por isso tenho tranquilidade e isenção para vaticinar que Nole retornará em grande estilo, e será o predador do circuito novamente em 2018. Motivos?
    1) É um grande campeão, conhece os atalhos para o topo
    2) Ainda é jovem (30 anos recém completados)
    3) Ainda tem o melhor preparo físico do circuito
    4) Terá tempo de sobra para resolver seus dilemas pessoais, que transcendem a questão física
    5) A tal “nextgen” é boazinha, mas não terá ainda em 2018 nível suficiente para encarar caras como ele
    6) Federer e Nadal dificilmente sustentarão o patamar de 2017, em função das idades e de um compreensível relaxamento após vencerem tudo
    7) Murray, a incógnita, pode ser o único obstáculo, desde que seus problemas de corpo e cabeça sejam sanados em tempo. Mas tradicionalmente perde do sérvio, estando os dois em bom nível
    8) Certamente escolherá um calendário menos desgastante
    9) Vai aproveitar a parada para aprimorar fundamentos como saque, voleio e smash
    10) Embora tenha ficado mais difícil, ainda almeja alcançar alguns dos recordes de Nadal e Federer. E tem tempo para isso, ao menos para superar Nadal em Slams e Federer em Finals.

    Responder
    1. Renato Vieira

      “6) Federer e Nadal dificilmente sustentarão o patamar de 2017, em função das idades e de um compreensível relaxamento após vencerem tudo”

      Cara, esses caras já ganharam tudo faz tempo. E continuam dando tudo de si. Pelamordedeus não fale isso após esse ano. Se fosse assim ambos teriam parado lá por 2012, 2013 quando tiveram suas baixas mais graves.

      Responder
  48. Luis

    Dalcim foi uma surpesa Djokovic abrir mao da quadra dura onde tem mais chance de Slam pelo problema que sentiu,a confianca mais ou menos deve ter pensado que nao tinha grandes chances principalmente no Us Open ,Dalcim essa desistencia do Servio da temporada faz Federer e Nadal mais Favoritos no US Open ou acha que os jovens Zverev e Kyrgios podem aproveitar um bom sorteio sem o Djokovic? rs, Go Federer 20

    Responder
  49. Gilvan

    Sei lá, vejo no Djokovic uma necessidade muito grande de ter ritmo de jogo para alcançar o seu melhor, já que o seu jogo se baseia na regularidade e no preparo físico.
    Os 6 meses que ele vai ficar fora do circuito pode virar 1 ano sem disputar torneio de maior relevância até que pegue no embalo. Quem não se lembra do retorno do Nadal há poucos anos, levando calor de todo mundo nos torneios de saibro?

    Responder
  50. Wilson

    Mestre, duas questões: 1) Você acha que o Andy Murray pode seguir o mesmo rumo do Nole? 2) Você acha que está pintando uma final no US Open Federer x Nadal?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que Murray pode seguir o mesmo caminho. Quadril é uma contusão bem complicada. Federer e Nadal entram como favoritos naturais, mas o atual campeão é o Wawrinka e temos vários tenistas com potencial na quadra dura, Wilson.

      Responder
  51. Gabi

    Rafael Wuthrich

    Conforme destaquei no início do meu comentário no post anterior, o texto saiu no jornal New York Times, não fui eu quem escrevi.

    Responder
    1. Rafael Wuthrich

      Mas endossou o que estava escrito, ou ao menos não apresentou críticas de forma expressa. De qualquer forma, minha crítica está no outro post, não vou repetó-la aqui.

      Responder
  52. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    pela sua experiência e análise no momento acredita ser crível que o Nole volte em 2018 arrebentando, como o Federe, ganhando AO18, IW, Miami e por aí vai. Ou mudando a pergunta, não ganhando, mas fazendo boas campanhas como semi, final? Ou particularmente não acredito de maneira nenhuma. Olhe que acho o Djoko superior tecnicamente ao Nadal, mas tenho uma impressão que nunca mais vermos o Nole de 2011/2014/2015. Repito, nunca mais. O que vc pensa Dalcim sobre o assunto.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Difícil avaliar com tanto tempo pela frente. Mas sem dúvida o Djokovic precisa de mais ritmo de competição dentro do seu estilo. Federer fez muito bem em disputar exibição no seu retorno, acho que seria um caminho bem interessante para Nole também.

      Responder
  53. André

    É, Dalcim, triste ver o preço do esporte de alto nível no corpo dos atletas. Essa está parecendo ser a tendência do tênis, se os atletas quiserem ter uma vida longa devem limitar grandemente o calendário, se restringindo a sua especialidade. Federer pensou nisso antes dos outros e jogou muito pouco no saibro e se dedicou aos torneios que mais lhe interessam. Murray estava numa sequência grande de conquista que resultaram no topo do ranking, esforço pode ter lhe custado longevidade no esporte, confirmando-se a lesão no quadril. Junto com esse calendário doido, fico pensando na Davis, disputada todo ano e em melhor de 5 sets. Está na hora de pensarem numa alternativa, caso contrário os trintões terão vida cada vez mais curta no tênis.

    Responder
  54. Felipe

    Pois é Dalcim,

    Essa lesão no cotovelo é incapacitante !! Djoko fez certo ao parar pois só mesmo o descanso parece ser a solução para isso…
    Deixo o alerta para os domingueiros de plantão: no clube que eu frequento, vários amigos tiveram / estão com lesão no cotovelo. Eu inclusive sofri por uns 6 meses e nenhum tratamento parecia dar resultado. O que me chamou a atenção é que TODOS os meus amigos e EU inclusive trocamos de raquete antes de nos machucarmos… estou convencido que a troca da raquete foi o grande responsável por isso.
    Obs: não digo trocar de raquete por um modelo mais novo do que vc já joga… todos que se machucaram trocaram marcas ou modelos de raquetes. E a dor vem muito rápido !! Com pouco tempo de jogo com a nova raquete a lesão já estava estabelecida.
    Outra coisa que não se pode fazer jamais (de acordo com os vários especialistas que consultei) é diminuir o grip da raquete que você usa… aumentar até pode… diminuir jamais !
    Bola pra frente Djoko…. ainda dá tempo de tomar umas surras do fedex !! rsrsrsr

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Na verdade, Felipe, a contusão no cotovelo está intimamente ligada à execução errada de dois golpes: o backhand de uma mão e o saque. Isso é bem mais relevante do que a raquete em si. Muito mais ainda é baixar a tensão das cordas, deixá-las na casa dos 50, no máxima 52. E trocar as cordas com frequência, porque elas perdem muito após três meses de uso. Abs!

      Responder
      1. Bolas&grips

        Dalcin, não entendi muito sobre a baixa da tensão das cordas: há dois anos só uso cordas com 48,47 de tensão, isso traria algum problema fisico??? sabe alguma coisa sobre o que foi colocado sobre o grip(empunhadura): não voltar para L2 se joga com L3 e poder jogar com L3 ou L4 se jogava com L2?? Obrigado

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          A baixa da tensão sempre será benéfica. Claro que exige adaptação, porque quanto menor a tensão, menor o controle. No entanto, economiza muito o braço, já que a corda mais mole ‘despacha’ mais a bola. Quanto à empunhadura, nunca vi alguém mudar de empunhadura, sair de uma e ir para outra. A menos que jogasse com a empunhadura errada, claro.

          Responder
      1. luis moniz

        dalcim nao achas que o wawrinka depois de uma metade de epoca mediocre o wawrinka pode fazer nesta ultima metade uma bom final de epoca e lutar pelo numero 1.o resto da temporado vai ser jogada no piso favorito do wawrinka e ele como teve uma mau temporada ate agora ele deve estar bem fisicamente para atacar o resto da temporada.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Acho que o saibro é o piso favorito do Stan, Luís, ou um piso sintético mais lento. De qualquer forma, ele tem tudo para se dar bem sim. Só precisa se motivar para isso. Lutar pelo núemro 1 é bem mais difícil, mas não impossível.

          Responder
  55. Samuel Tiago

    Estranho do Djokovic é anunciar a parada no mesmo dia de Federer no ano passado. Porque será ? Seria admiração pelo suíço ou apenas querer aparecer na história também com grande retorno ? Veremos como voltará ano que vem. ?

    Responder
  56. Luiz Fernando

    Djoko voltará bem e para as vitórias, o cara é um vencedor nato, não há como isso não acontecer, é apenas uma questão de tempo.

    Responder
    1. João Luiz

      modo “mãe dinah” ON
      kkkkkkkk

      “não há como isso não acontecer”
      kkkkkkkk
      brother, se alguém falasse após RG que Djoko teria um ano igual esse de 2017, vc acreditaria?
      Menos fanatismo

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Meu caro se esse comentário fosse amparado em fanatismo eu diria que voltando bem ou não ele não poderia mais com Rafa. Se o espanhol e o suíço voltaram tão bem de contusões, pq não aconteceria o mesmo com o sérvio? Fanatismo é negar esse possibilidade, q na minha visão é uma certeza…

        Responder
  57. Rubens Leme

    Uma coisa que as essoas não comentam são as diferenças nas cirurgias.

    Hoje, as de joelho são mais banais e simples na recuperação. Além disso, Federer operou porque teve um acidente doméstico, e não uma necrose ou algo que poderia se tornar crônico, como parece ser o caso do do cotovelo do Djokovic ou mesmo o quadril do Murray.

    Além disso, há a questão do estilo de jogo do suíço, bem mais leve e fluido. Não acho que ele voltará em seis meses como o suíço.

    Foi muito interessante a declaração do Berdych após as semi de Wimbledon, quando disse que se ele parasse por seis meses, com 30 anos, dificilmente voltaria à antiga forma.

    Responder
  58. Fernando Pauli

    Bom até que enfim Djokovic entendeu que esse é o melhor caminho, talvez até encorajado pelas decisões de Federer e Nadal no ano anterior. O qual surtiu para ambos um resultado excepcional nesta temporada de 2017, onde agora brigam pela liderança do ranking até o final do ano. Tomara que volte bem para a temporada de 2018. Mas só voltar bem fisicamente, para mim não será o suficiente, se ele não resolver outros problemas que o cercam. Tomara que o britânico vá pela mesmo caminho do Djokovic.

    Responder
  59. Marcos RJ

    Agora só falta o Murray mala também anunciar ausência dele. Incrível que mais uma vez o velho leão da montanha continua revolucionando e ensinando o circuito a planejar o calendario
    E por falar no GOAT, fica cada vez mais próximo o número 1 do ranking (apesar de não ser prioridade), o 6o US e o 7o finals.

    Responder
  60. Nando

    Só esperamos q o sérvio mantenha a espinha dorsal do seu staff: O guru zen e o irmão pé-quente.
    E acho q 2018 será mais difícil pro sérvio do q 2017 foi/está sendo pro Federer, pq a tendência ( e o q mta gente espera) é q a molecada “nextgen” estejam mais maduros e dificultarão a vida dele e de qlqr um…e assim o sérvio deverá ter uma chave duríssima no AO do ano q vem (fazendo uma projeção)

    Responder
  61. Raul Patti

    Rodrigo,
    Acho o Federer o maior da história é nutro grande admiração pelo Nadal, que inclusive conseguiu ganhar do GOAT em Winbledom em um jogo memorável..

    Mas no auge do Djokovic cheguei a pensar que ele poderia ameaçar a soberania de Nadal e Federer nos Slams… Fazia todo sentido a especulação

    Responder
  62. Marcelo Reis

    Djoko vai seguir a receita “do Federer” e vamos ver no que vai dar. Estou aqui me perguntando se não seria mais inteligente que os tenistas planejassem melhor seus calendários, evitando assim uma montanha de torneios e menor desgaste no corpo, prologando suas carreiras.

    Nem todos possuem um físico prodigioso, a ponto de se lesionar poucas vezes na carreira, menos ainda de forma séria.

    Quem não ia gostar nada disso é a ATP. Mas aí o problema é deles.

    Responder
  63. André G.

    Dalcim, que negócio é esse da Bia deixar de jogar Washington? Ela tinha entrado direto na chave…Vai completar 1 mês de sua última partida de simples…não acha um tempo muito elevado, principalmente com tantos torneios acessíveis nesse período? De repente pega uma chave ruim nos próximos torneios e chega sem ritmo nenhum pro US open…queria saber quem faz esse calendário. Bia ainda não é top 10 pra ficar jogando apenas torneios grandes.

    Responder
      1. Victor H.

        Muito bem colocado. É só ver o exemplo da Halep: Podia muito bem esperar pelos grandes torneios, mas não. Vai jogar em Washington como convidada. A escolha do calendário dos brasileiros é preocupante. Alguém deu explicação?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          A explicação oficial é que Bia precisa de mais uma semana de treinamento no piso sintético para ficar plenamente em forma.

          Responder
          1. André G.

            E aí, Dalcim? Qual a explicação do argentino agora? Estão escondendo alguma lesão da Bia? Algo não está cheirando bem…Daqui a pouco ela só volta no US Open. A verdade é que se for por opção realmente, a Bia tem que abrir o olho e se mandar pra Europa. É um talento muito grande pra ficar na mão de amadores…

  64. Renato

    Uma pena a contusão de Novak frangovice, justo agora que o suíço está tão bem. Federer venceria o sérvio em qualquer piso, sem apuros. Mas é melhor se retirar do que ser “pano de chão ” de Federer, Kyrgios e Nadal. Há, os pegadores de bola agradecem!

    Responder
  65. Rodrigo S. Cruz

    A ÚNICA coisa boa sobre esta decisão do Djokovic é a de não termos de aturar por 6 meses aquela “frescuragem” de:

    Faltam 7, faltam 5…

    Responder
    1. Marcos RJ

      Verdade, Rodrigo .
      Mas acredito que Djokovic ainda vai voltar recuperado e vai obter um certo sucesso, mas nada como a temporada de redenção de Federer e Nadal. Digo mais, a única coisa que não tem cura é a dor de cotovelo de certos torcedores, como esses que você cutucou.
      Abraço

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