O fator Agassi
Por José Nilton Dalcim
24 de maio de 2017 às 19:24

Novak Djokovic está de novo no centro das atenções. Evoluiu em Roma com boas exibições e anunciou um treinador estelar mas inexperiente às vésperas de defender seu título em Roland Garros. Qual a chance de a opção por Andre Agassi dar certo? Avaliemos prós e contras.

Antes de qualquer coisa, precisamos nos fixar nas próprias palavras de Djokovic quando anunciou o acerto com Agassi. Ele deixou claro que o encontro em Paris será muito mais para melhorar o conhecimento entre eles e que Agassi sequer planeja ficar o tempo inteiro em Roland Garros.

Outro ponto essencial é quando Nole diz que não existe ainda um acordo de longa duração, o que combina com informações que foram veiculadas anteriormente dizendo que o norte-americano só iria acompanhar o sérvio em um pequeno número de semanas, talvez limitado aos principais torneios. Certamente a presença de Agassi em toda a temporada de quadra dura pós-Wimbledon e até o US Open é mais do que garantida.

Djokovic diz que a opção pelo dono de oito Grand Slam tem muito a ver com seu respeito pelo norte-americano como tenista e como pessoa, o que inclui o valor que Agassi dá à família.  “Ele poderá contribuir tanto na quadra como na minha vida”, afirma. Aí automaticamente vem outra dúvida: se o guru Pepe Imaz está no time justamente para cuidar do espírito, não há um certo risco de conflito com o novo treinador? Nunca é demais lembrar que Agassi teve sérios conflitos familiares e excluiu o pai de seu convívio, enquanto Djokovic preserva a família acima de tudo.

Ao mesmo tempo, a trajetória de Agassi no circuito é um ponto favorável, uma autêntica inspiração. O norte-americano deixou os problemas pessoais interferirem gravemente em sua carreira, desabou para perto do 150 posto e era dado como acabado quando remontou de forma espetacular e atingiu novamente o número 1 do mundo aos 33 anos, um recorde que permanece até hoje.

Irá pesar o fato de Agassi jamais ter treinado qualquer tenista? Bom, Boris Becker também não tinha e fez um belo trabalho com Djokovic, não apenas desenvolvendo elementos cruciais, como o saque e o jogo de rede, mas também dando aquele implemento emocional que levou Djoko ao status de imbatível, bem ao estilo Becker. Todo mundo sabe que Agassi também possuía uma personalidade forte e foi um ganhador nas quadras.

Exceção feita a algumas exibições e entrega de troféus, Agassi tem estado fora do circuito do tênis desde sua retirada, em 2006. São dez anos. Mas é bem possível que tenha acompanhado partidas e torneios. Ao menos nunca se refutou em dar entrevistas, comparar jogadores ou eleger seus favoritos. Entre os quais, aliás, sempre destacou Djokovic.

Tecnica e taticamente, todos sabemos que há uma certa semelhança entre eles. Gostam de jogar plantados perto da linha, tentando pegar a bola sempre na subida. Buscam assim ditar o ritmo e trocar de direção antes do adversário. A devolução sempre foi o ponto forte de ambos, mas o pupilo saca, se mexe, dá slice e voleia melhor do que o mestre fez.

Então parece que a missão primordial de Agassi será fazer Djokovic acreditar novamente no seu potencial. Se fizer isso, o salário merecerá ser dobrado.


Comentários
  1. O JR7

    Essa comparação tendo como parâmetro “idade”, como foi colocado em “algum twitter”, de “algum usuário”, é simplesmente coisa de fã. O próprio nome do arquivo já o denuncia.
    Não se pode retroagir carreira. Federer tem seus números hoje e o agora é o que vale. O mesmo podemos relacionar a Borg. Se ele parou com 26 anos, com os números que teve, foi isso e pronto.

    E Federer ter mais títulos de Atp 250, significa que ele consquistou “mais títulos”…só isso. Algum demérito nisso? Os outros, se assim desejarem que corram atrás.

    São sofismas. Coisas que são colocadas que tem uma boa aparência e parecem ter sentido. Só serviu pra registrar que, se existe algum GOAT, ele em algum momento de sua vida possuiu 30 anos….

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    1. O JR7

      Eu ia colocar os números atuais… mas lembrei que existe um colega que sempre o faz para esclarecer as coisas. Vou deixar ele postar o #segue o líder…. rsrs

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    2. Alice

      JR, é só mais uma comparação, isso é bem interessante…
      Só tenho uma ressalva a fazer, talvez tenha interpretado errado a questão dos ATP 250 do Federer, pois todos os destaques foram ao meu ver positivo, ele se sobressaiu em relação a Djokovic e Nadal, porque junto com Murray tinha aos 30, um número bem maior de títulos ganhos em torneios ATP 250.

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  2. Luis

    Dalcim se eu tivesse 1 milhao apostaria Federer campeao de Wimbledon ,perderia dinheiro? Rs,e Alice Nadal e’ favorito maior em Paris mas pode ter surpresas rs,beijao Alice e Nunca Serao So’ ele kkkkkkkkkkkkk

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  3. Rodrigo S. Cruz

    Putz…

    Esse Novak Djokovic tem mesmo uma sorte schumaqueana!

    Mais uma chave RIDÍCULA que o encosto pega.

    Primeira rodada> Marcel Granollers

    Segunda rodada> Nome mais forte: João Souza

    Terceira rodada> Nomes mais fortes: Micha Zverev e Diego Schartzman.

    Oitavas-de-final> Nomes mais fortes: Poiulle, Bellucci ou VITROLAS.

    Ah, vai se ferrar!

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, tem chance porque tem muito pouco a defender e, se conseguir jogar torneios grandes, poderá somar pontos altos. A missão está dura para o Marcelo, porque dos top 5 atuais ele é o que mais defende pontos (720 pela semi) enquanto os outros sequer chegaram nas quartas.

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  4. Alice

    Mischa Zverev venceu Nishikori na semifinal do ATP 250 de Genebra, agora está na final. Maravilhoso, estava e estou na torcida por ele (hehe). Detalhe, o alemão pode enfrentar o “estupendo” Wawrinka na final, aliás o suíço tem 11 finais no saibro…rsrs

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  5. Rafael Brasiliense

    Dalcim, como um jogador com a técnica e o incrível voleio de Dustin Brown nunca sequer chegou ao top 60? Tudo bem que o estilo de jogo saque-voleio já não é tão eficiente hoje, mas com um voleio tão espetacular (provavelmente o melhor do circuito) e nunca ter figurado nem entre 60 melhores com 32 anos é estranho. Até Mischa Zeverev, com um estilo de jogo semelhante mas com menos qualidade, tem um ranking melhor. Nem em Wimbledon, onde esse estilo de jogo é mais beneficiado, ele faz campanhas razoáveis.

    Será que se o alemão tivesse jogado há uns 20 ou 30 anos seus resultados seriam ao menos dignos de um top 10?

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  6. Fabio F

    Biiiaaaa em Rolanga!!!!!!
    Não assisti ao jogo, mas a Bia precisa analisar porque foi tão pouco consistente no seu serviço no segundo set.
    Para Roland Garros, precisará subir o nível.
    Tênis ela parace ter de sobra!

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  7. Luiz Fabriciano

    Dalcim, acabei de ver o final do Jogo da Bia e, finalmente vamos à um GS.

    Teve um lance, no break, no final do segundo set, que a adversária soltou uma bola tão curta, que quicou alta dentro da área de saque. Bia bateu forte, de cima para baixo e, imediatamente voltou correndo para o fundo da quadra, pode isso? Não deveria montar na rede, uma vez que sua envergadura ajuda? Essa não é uma falta de visão generalizada dos brasileiros?

    Mesmo assim ainda conseguiu a quebra, (aliás, foram 12 quebras ao todo no jogo),mas na hora de fechar, deve ter tremido um pouco. Avaliei como passível de evolução, seu backhand. Achei muito sem confiança e frágil. Exagerei?

    A depender de quem for a adversária da primeira rodada, será um desafio duro, mas já estou torcendo muito.

    Grande abraço.

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  8. Oswaldo E Aranha

    Temos de aguentar! A BAND, para fazer propaganda da transmissão de Roland Garros colocou uma cena, para mim deprimente. O Saretta que tinha sido designado para entrevistas com o público durante o torneio, péssima escolha porque ele não sabe falar francês, na terra onde os habitantes são ciosos de sua língua, ainda por cima pegou duas brasileiras e perguntou qual tenista que elas preferiam e quando uma delas disse que era o Federer ele perguntou se ela sabia que ele era mal cheiroso porque não tomava banho. Quis ser engraçado e foi ridículo. Imagino as besteiras que teremos de suportar durante a transmissão do torneio.

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  9. Rafael Brasiliense

    Em 12 anos, de 2005 a 2017, tivemos apenas uma decisão de Grand Slam duelada entre dois jogadores não integrantes do Big 4 (US Open 2014). Com Federer fora e Djokovic e Murray irreconhecíveis, alguém aposta num cenário diferente nesse Roland Garros? Que comecem as apostas.

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  10. Rafael Medeiros

    Uma coisa é certa: se realmente o problema do Djoko for mental e falta de inspiração, e nada melhorar com Agassi, o problema deve ser outro.

    Agassi é pura inspiração. Tanto que transcende o tênis. Lemos o livro dele e mesmo quem nunca pegou numa raquete vai se sentir inspirado.

    Não é comum uma biografia de esportista ser tão bem escrita. De fato, “Mr. Agassi’s book is also an uncommonly well-written sports memoir, and part of the credit for that belongs to J. R. Moehringer”. Esse colaborador ganhou nada mais nada menos que o prêmio Pulitzer, e quem manja do riscado literário sabe o prestígio.

    Tô mesmo contente em ver essa estrela de novo no circuito. Jogadores com títulos tivemos muito (ex: Nadal), mas jogadores que realmente mudaram o jeito de pensar e jogar o esporte são pouquíssimos (Sampras, Agassi, Guga, Federer).

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  11. Luiz Fernando

    Rafa pegou uma chave pior no início e Djoko uma pior no meio do torneio, na medida q ambos vençam seus compromissos iniciais. Grande chance do vencedor desse lado vencer, ou morder, a taça.

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  12. Rafael Wuthrich

    Estamos chegando à metade da temporada. E o que temos às vésperas do 2o Grand Slam do ano?

    Federer está fora, mas pra ele isso acabou não importando muito. Será provavelmente cabeça de chave 4 em Wimbledon (Nadal tem resultados piores que os dele no cálculo da grama x ranking, mesmo que Nadal vire o número 2 se vencer o torneio e Djokovic cair na primeira semana), e vai disputar 3 torneios na temporada de grama, quintal da casa dele. Resta saber o que o tenista do ano apresentará depois de quase 3 meses parado.

    Nadal, se confirmar o favoritismo e vencer RG, briga pra ser número 1 de novo. Seu adversário é Federer, mas o suíço parece ter foco em determinados torneios, não o ranking. De todo modo, o velho espanhol está de volta. Com seu jogo irritante a maioria do tempo, mas sempre eficiente. Não fosse Federer, seria o tenista do ano até aqui.

    Djokovic é uma incógnita. Agassi deve trazer uma renovação de ares e objetivos, mas se o Guru voltar a dar as caras a coisa vai desandar rápido – até porque o norte-americano não costuma medir palavras. Não vejo o que Agassi possa agregar – disso Dalcim explicou todos os detalhes – mas vejo com bons olhos a tentativa de sair da draga atual. Djokovic é meramente o 7º da temporada, sem qualquer brilho, mesmo em Roma. Uma campanha decente (pelo menos semi-final) é essencial pra ele. Se cair cedo, improvável mas possível dependendo da chave, a confiança que já não anda essas coisas pode desabar ainda mais, o que seria um desastre.

    Murray está ainda pior. Alguém lembra que ele é o atual nº 1 do mundo? Murray não joga dois jogos seguidos decentemente desde de Doha e, um torneio decente desde o Finals passado. É apenas o 13º da corrida e corre sérios riscos de nem ir ao Finals. Tem trocentos pontos a defender no 2º semestre e acumula uma pressão gigante a cada semana que passa. É outro que não pode sequer pensar em cair na primeira semana de RG. Mas o risco é alto. Não se sabe se é mental ou físico, mas é fato que o escocês tem feito uma temporada ridícula. E, ao contrário de Djokovic, parece incapaz de tentar algo diferente. Por onde anda Ivan Lendl, meu bom Dalcim?

    Wawrinka é o eterno preguiçoso. Parece se conformar com o que tem, mas de uma forma ruim. Desinteressado totalmente do circuito, acumula campanhas ruins desde Indian Wells. Nunca se sabe o que dele se esperar. O pior é que se tivesse feito uma temporada de saibro decente poderia estar brigando pelo nº 1 do mundo. Incrível como parece se importar com um ou outro torneio. Tenho muita pena do Magnus Norman.

    Dos garotos, Thiem toma definitivamente o lugar de Raonic, Nishikori e Dimitrov como realidade dentro do ranking. É “só” o 3º melhor tenista do ano. Tenho fé que ainda nos dará muitas alegrias tenísticas em qualidade de jogos. O austríaco é muito acima da média. Mas Zverev impressiona ainda mais: num piso que não é sua especialidade, mostra evolução, desenvoltura e frieza, mesmo diante dos duros adversários. Se tudo caminhar certo, esse garoto é um dos futuros ganhadores de Slam. Kyrgios evoluiu mentalmente a olhos vistos: a namorada tenista parece ter corrigido a cabeça do australiano, que anda aproveitando mais o esporte que noutros tempos. Preocupam suas lesões, que tem atrapalhado sua subida. Mas é outro que tem tudo para fazer um excelente segundo semestre. Aposto que também termina o ano no top 10.

    Olhando para nomes como CIlic, Berdych, Tsonga e Nishikori, dá pra apostar que teremos um top 10 bem diferente no fim do ano. Se é certeza que Federer, Nadal e muito provavelmente Thiem e Zverev estarão lá, não se sabe quem virá com eles. Nem mesmo aposto em Djokovic. É surpreendente.

    Dalcim, apostaria que o ranking da temporada seria Nadal, Federer, Thiem, Zverev, Goffin, Wawrinka, Djokovic, Dimitrov no top 8 a essa altura? Que loucura.

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    1. Rafael Medeiros

      Xará, que beleza de arrazoado. O pessoal da velha guarda deste blog continua sendo sua melhor parte mesmo.

      Concordo com todo o exposto.

      CIlic, Berdych, Tsonga e Nishikori…Pra mim sempre foram um entulho no top 10. Oxalá desmoronem mesmo.

      Abraço!

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    2. Alice

      Realmente, esse é um ótimo ‘Top8″ para o final da temporada. Só discordo do Dimitrov, pra mim, ele não entra nesses oito, mais provável Murray entrar do que ele… rsrs

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  13. Rodrigo S. Cruz

    Dalcim,

    Vc tinha comentado em outro post que a desistência do Federer havia beneficiado o letão Ernests Gulbis.

    Vc sabe se ele vai disputar o quali de Roland Garros, ou receber algum wild-card?

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  14. Renato

    Não é so porque fulano foi um dos maiores da história que será um grande técnico. É preciso aguardar. Se ele vai poder aparecer de vez em quando, Novak precisa sim de uma equipe por trás. Eu não estou com um bom pressentimento com a parceria com Agassi.

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  15. José Eduardo Pessanha

    Chegou a hora da verdade. Em aproximadamente vinte dias saberemos se o Trio Maratênis aproveitará a ÚLTIMA chance de ganhar Grand Slams. Arrisco dizer que, a partir de Wimbledon, os três só alcançarão uma ou outra quarta ou semifinal de GS. Isso se chegarem. Acho difícil. E cravo sem medo de errar: FedEx será campeão do maior torneio do mundo perdendo menos de 3 sets em todo o torneio. Abs.

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    1. Alice

      É bom não ter medo mesmo, Pessanha. Porque, acredito eu, que você vai “errar” e outra, se duvidar vai errar bem feio.. rsrs
      Agora eu acho que se o Federer não ganhar Wimbledon será uma surpresa maior do que Nadal não conquistar seu décimo título em RG. O suíço ganhou o A.O, está se preparando e “descansando” já faz, três meses. Se Rafa conquistar RG, torcerei para uma final entre Djokovic e Federer na final de Wimbledon..e que vença o melhor….

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      1. José Eduardo Pessanha

        Paulo Henrique “Roger Fedeiros” MIL HOMENS, kkk. Bem vindo de volta. Profecias sendo cumpridas à risca. A decadência, não só de Nadal, como de Djokovic e Murray, foi prevista há muito tempo atrás. E quem sobrará jogando depois da aposentadoria desses 3 colossos do tênis clássico (SQN)?….quem, quem, quem…..Federer Nonato. Kkk. ABS.

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    1. Alice

      Renato, você interpretou errado. Aqueles números eram conquistas alcançadas até o aniversário de 30 anos de cada membros do Big Four, quando Federer completou 30 em 2011, ele possuía​ 5 Finals, tanto que ele conquistou o sexto, no final daquele ano, depois de já ter completado 30 anos, entendeu? 😉

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  16. Paulo F.

    – Dalcim, com a parceria Djokovic-Agassi estamos vendo juntos os dois melhores devolvedores de saque da história?
    Atenciosamente.

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  17. O LÓGICO

    Impressionante como as coisas mudam da noite para o dia, ou na calada da noite kkkkkkkkkk
    TIA ALICE, quase promovida à VOVÓ ALICE, kkkkkk, num piscar de olhos virou a LULUZINHA desprotegida kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    ANDRÉ AGASSI, inveterado consumidor de açaí kkkkkkkk passou a ser vítima das circunstâncias kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    SÓ FALTA QUEREREM TRANSFORMAR O REPRESENTANTE DO TÊNIS DE LATRINA EM GOAT KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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    1. Sônia

      Sensacional Lógico, disse tudo. Que “mundo atual” é este? Caramba, que valores estranhos. Bandido é mocinho, corrupto é herói, música ruim é ótima, atletas que se dopam são “vítimas” (inacreditável), consumir drogas é da horinha, … e se voce critica é ironizado de “$&@#€¥%&$”, affffffffffff.

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    2. Mário Fagundes

      Hahahahahahaha!! Entre um dia e outro, Alice se tornou um patrimônio do blog, ler a biografia do novo treinador de Djokovic, quase uma obrigação e “Nadal Goat”, mais uma piada, né? Hahahahahaha!

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    1. Alice

      KKKKKK, é de matar ver o Guru no box do Djoko, enquanto Rafa mordendo o décimo título de RG é impar, glamouroso, extraordinário… é pra se viver e reviver…rsrs

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  18. Carlos Reis

    Eu quero apenas UMA coisa nesse RG, que Rafael Nadal não vença o torneio. E um segundo pedido seria que o DjokoVICE de Roma não vença RG pela 2a vez, rsrsrs. É pedir demais!?

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  19. Chileno

    Sobre o Djokovic, bem… não sei até que ponto um motivador pode fazer tanta diferença assim. Eu suspeito que o problema do Djoko seja mesmo mental, mas acho bem limitada a contribuição que um tenista pode oferecer. Enfim… tomara que dê certo e o sérvio volte a ser um dos protagonistas do circuito.

    O Murray tá me fazendo passar tanta raiva que eu tô desistindo de torcer pra ele apresentar um tênis digno de número 1. Tô começando a achar que é mais fácil torcer pra ele perder logo o posto e deixar com alguém que o honre.

    Responder
    1. Chileno

      A propósito… imagino que o sérvio não leia o blog, mas fica aqui o apelo (muito mais um desabafo)…

      Volta a jogar como em 2011 Djoko! Enfia a mão na bola, dá winner nos caras e para com esse joguinho insosso de empurrar bolinha pro coleguinha errar! Saudades daquele backhand fulminante na paralela…

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      1. Mário Fagundes

        Poxa, Chileno! Isto sim é pedir demais. Aquela máquina de jogar tênis do período de 2011 a 2015 chegou aos 30 anos. Jamais o veremos novamente. Djokovic terá de se reinventar, assim como fez Federer, assim como vem tentando fazer Nadal.

        Responder
  20. Chileno

    Gostaria de responder aqui ao comentário da Alice no outro post que acabou ficando pra trás. Bom… eu entendi seu ponto de vista. Não concordo, mas respeito. E desculpa se pareci áspero ou ignorante em algum momento.

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  21. Nando

    Que os deuses do tênis (kkkkkkkkkkk) “manipulem esse sorteio das chaves, para quem caiam do mesmo lado: Zverev, Thiem, Simon, espanhol dos balões, cotonete, Tsonga, Goffin, Cuevas, Nishikori e Fognini…desde q isso seja possível (tomara!)

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    1. Luiz Fernando

      Os únicos que não podem estar juntos desse pessoal acho q são Goffin e Zverev, acho q os demais podem, fica na torcida kkk!!!

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  22. Robson

    Torcendo demais pra essa dupla dar certo, Agassi & Novak,dois dos tenista que mais senti alegria, satisfação e prazer em ver atuar,aliás vou colocar aqui uma lista dos tenista que mais tive vontade, satisfação​ e prazer de ver atuar:
    1 – Novak
    2 – Sampras
    3 – Agassi
    4 – Guga
    5 – Federer
    .
    Penso que Agassi trará de volta a Novak a confiança,mas tb o comprometimento,ou seja,com certeza houve uma conversa franca entre os dois olho a olho,e Agassi deve ter perguntado a Novak: E aí,a parceria é pra ser CAMPEÃ? Bora sermos CAMPEÕES? E Novak obviamente respondeu,TAMO JUNTO,BORA SERMOS CAMPEÕES SIM.

    Responder
      1. Robson

        Kkkkk,acho que irá funcionar já a partir de RG, até por ser o primeiro torneio dos dois juntos.
        Mas acho que continuará funcionando depois de Rolanga tb,inclusive Wimbledon.

        Responder
  23. Márcio Souza

    De tudo o que visto e lido nos últimos dias sobre essa nova parceria técnica entre o Agassi e o Djokovic, o que fica é que as ultimas apostas do Big Four em técnicos que ja foram tenistas, até aqueles que contestamos como o Ljubicic e o Moya só para citar os dois ultimos, é de que por serem tão geniais os 4 tenistas do Big Four, qualquer incremento ou auxílio dado por esses técnicos a esses excepcionais tenistas vemos uma melhora considerável em seu jogo.

    Isso tudo é claro se o tenista também se esforçar para corresponder ao que esta sendo passado.
    Não acredito que o Cotonete trouxe o Agassi somente para ajuda lo com motivação e superação, e sim como uma busca por algo novo num âmbito maior, como eu acho que o Federer trouxe no Ljubicic somente para ajuda lo a melhorar o seu BH, como também o Moya foi contratado porque somente “seria um capacho e sem voz” para confrontar o Tio Toni nessa passagem de bastão, ou como o Murray trazer o Lendl de novo porque a Mauresmo precisou sair e não tinha outro e volta Lendl voce mesmo.

    Eu acredito que tem muito mais coisa envolvida nessas escolhas e que dificilmente uma parceira dessas não de certo, devido também como ja disse, os “pupilos” serem foras de série.

    Por isso acredito que essa parceria do Agassi e o Cotonete vai dar certo e veremos muitos outros pontos positivos nessa melhora considerável que o sérvio vem tendo, e como temos visto também no jogo do Federer e do Nadal.

    Só o Murray que anda penando um pouco, mas não acredito que a zica que ele esta passando dure muito mais tempo não.

    Responder
    1. Márcio Souza

      Esse corretor automático quebra a gente kkkk

      No começo do comentário a frase correta é:
      De tudo o que eu tenho lido e visto até agora sobre a parceria de Agassi e Djokovic…

      E outro ponto que ficou faltando palavras foi no meio do texto, aonde quis expressar que, a escolha desses técnicos não se dão por apenas um motivo como eu citei por exemplo o Federer ter escolhido o Ljubicic somente para melhorar o seu BH, mas por um conjunto de fatores que irão deixa los ainda melhores e com reais chances de brigar por grandes titulos.

      O Róbson postou algo acima que eu concordo, antes de fechar a parcerira o principal ponto a ser discutido é: essa parceria é somente para diversão ou vamos brigar la em cima pelos grandes títulos?
      E somente depois da resposta ser SIM, é que eles começam a discutir outras coisas e assinam.

      O Cotonete pelo jeito tem planos ambiciosos e vem forte por ai, Nadal também ajustou bem o seu jogo com as dicas do Moya, mas a melhor noticia é que o FEDERER esta bem preparado pra entubar os dois e quem vier, Ljubicic corrigiu alguns erros cruciais que ele vinha cometendo e deixou o GOAT em ponto de bala…então sai da frente!!! Kkkkkk

      Responder
  24. Gildokson

    Sobre essas coisas que falam do Agassi, alguns o chamando de esperto, outro defendendo…
    Qual a sua opinião sobre o americano Dalcim? Tanto no lado tênis quanto extra quadra.

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    1. José Nilton Dalcim

      Não há como negar que Agassi foi um tenista extremamente importante para o tênis. Seu título em Wimbledon em cima dos grandes sacadores, a criação do swing-volley, a longevidade da carreira se destacam. Claro que teve uma vida conturbada nos bastidores. Mas Agassi foi um produto criado pelo marketing esportivo e usado ao máximo por seus patrocinadores.

      Responder
      1. Rafael Wüthrich

        Mais até que Borg (que voleava muito bem e sabia como poucos jogar na grama), Agassi foi, na minha opinião, o primeiro jogador que realmente ganhou Wimbledon jogando do fundo de quadra. Ia pouquíssimo volear e baseava seu jogo nas devoluções incríveis de saque. Não era defensivo, o que Hewitt e Nadal fizeram para ganhar em Londres jogando da base, mas de contraataque e poderosos golpes de backhand. Aquele título foi monstruoso. Sobretudo contra um dos 3 maiores sacadores de todos os tempos: Goran Ivanisevic.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Borg era um gênio. Sua capacidade de adaptação e mudanças técnicas e táticas, assombrosas. Sim, o feito de Agassi foi incrível, uma das maiores surpresas do tênis profissional.

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  25. Luis Coelho

    A crise do Djokovic para mim teve origem já algum tempo, apesar de no ano passado ele ter ganho muitos torneios, ele já vinha falhando e ganhando alguns jogos decisivos por vários vacilos de seus principais rivais. O abandono de Rafael Nadal em Roland Garros abriu a sua chance de ganhar o Slam que faltava e assim ele conseguiu fechar um ciclo que era de certa maneira se igualar ou mesmo, na sua cabeça se sobrepor a Nadal e rumar para alcançar Federer, era o que muitos previam no início do ano passado, isto é, que ele poderia ganhar todos os torneios de Grand Slam do ano. Isto não aconteceu porque principalmente Murray estava em grande ascensão e ele começou pelo que disse Becker a treinar menos. Acho que não imaginava que Murray não chegaria ao posto de nº 1 do ranking. Agora ele enfrenta cinco fantasmas, o primeiro a volta triunfante do Federer, que aumentou a distância em números de torneios de Grand Slanm, a volta do Nadal, por enquanto de forma mais efetiva no saibro, ameaçando ganhar novamente Roland Garros e talvez possa jogar bem o resto do ano como fez no final de 2013, quando ganhou o US Open e voltou a ser número 1 e que possa conseguir isto de novo, já que defende poucos pontos no resto do ano. Em terceiro, por enquanto, apesar de tudo, Murray é o atual número 1. Em quarto a ascensão de novos jogadores que podem exigir mais dedicação de sua parte para enfrentá-los. Por último, mas não menos importante, como administrar a carreira e sua vida pessoal, incluindo esposa, fãs sérvios, equipe técnica e sua própria cobrança. Acho que parte da solução passa por ele voltar a ter prazer em jogar tênis de forma competitiva no nível que ele atingiu sim em 2011. Neste ponto, quem leu a biografia do Agassi, sabe que este durante muito tempo não jogou tênis com prazer, será que isto foi o que ele achou em comum com Agassi?

    Responder
  26. Alice

    Foi publicado em um site de tênis, uma tabela, que uma “conta do Twitter” postou, enfim, ela (tabela) mostra os números do Big Four ao chegarem aos trinta anos. Eu iria postar algo parecido, mas como encontrei a tabela, vou logo repassar. Só uma observação, não liguem para o “Djokovic = GOAT” que está na ‘descrição’!. Acho que ele disse Isso, em relação ao fato do sérvio ter mais “amarelos”, que representa o maior número em determinado quesito! Abaixo o ‘tweet’ contendo a tabela:
    https://mobile.twitter.com/UltimateTennis_/status/867113732366839808
    Coisas que eu acho que merecem destaque:
    – o fato de Nadal e Djokovic terem uma quantidade considerável de maters em relação ao Federer e Murray;
    – o fato de Federer e Murray ter muito mais títulos (ATP 250) do que o sérvio e o espanhol.
    – Federer e Djokovic possuírem 5 Finals.
    – o suíço possuir 285 semanas como número #1.
    – o fato de nessa altura (30 anos), Novak possuir já 47 grandes títulos!
    – e por último, o que pra mim foi o mais ‘abismal’, o fato de Novak ter 41 vitorias sobre Top10 a + que Nadal, que é o segundo. Nesse item, o sérvio possui 181 vitórias, o espanhol possuía 140, Federer tinha 138 vitórias e Murray contabiliza “apenas” 100.

    🙂 – Depois de ver esses números e ver Agassi e Djoko treinando, estou com medo! KKKKKKKKK

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    1. Luiz Fabriciano

      Pois é Alice, ainda assim, ainda tem gente que coloca Djokovic com restrições no Top 10 histórico. Só por esses números ai que escreveste, sem ver a tal tabela, já é Top 5 inconteste.

      Responder
      1. Eduardo Nery

        Só não coloca Djokovic no TOP 10 da história quem não conhece tênis. Ele está no meu TOP 5:

        1- Federer
        2- Laver
        3- Sampras
        4- Nadal
        5- Djokovc

        Responder
    2. Marcelo-Jacacity

      Alice,
      Interessantíssimo, até que o Djoko não está mal.
      Vamos ver como serão os derradeiros anos do Big 3 + 1.
      Certeza absoluta que daqui a cinco/seis anos só saudades restará dessa era.

      Responder
    3. Fabio F

      Interessante essa lista. Você verificou os dados antes de postá-la, Alice?
      Além dos pontos que você destacou, fica evidente que Federer sempre priorizou as grandes conquistas (Slams e Finals), embora tenha muitos títulos de ATP 250 (era outra época do circuito, lembremos). Roger foi também dominante por muito mais tempo, o que pesa bastante em qualquer comparação, não importa com quem ele tenha disputado – são sempre os melhores que estão no top ten, quem já jogou tênis sabe bem como é duro chegar lá. E seu estilo “fácil” de jogar é mais sedutor para muitos, por que dá a impressão de que ele poderia ter ido ainda mais longe caso fosse tão disciplinado taticamente como Nadal ou Djoko.
      Os números do Nole são realmente impressionantes, e deixam claro que ele está entre os maiores de todos os tempos. Quando foi dominante, o foi com maior contundência (até por seu estilo autoconfiante) que todos os demais. Não fosse o retorno espetacular de Nadal em 2013, quem pode dizer até onde o sérvio teria chegado?
      Nadal foi muito prejudicado pelas lesões, e por isso mesmo é espantoso como ainda consiga jogar em altíssimo nível com toda a “quilometragem” que já acumulou. Ficou em terceiro nessa comparação específica, mas é tão dominante no saibro, evoluiu tanto nas rápidas, é tão aguerrido e tão temido pelos adversários que seus números nesse panorama (ainda assim assombrosos, ressalte-se) passam a segundo plano.
      Murray é um sujeito muito azarado. Enfrentou a melhor geração da história do tênis em seu auge. Mesmo assim, chegou a número 1, com todos eles ainda em atividade, ainda que mais “idosos”. E sempre foi um rival muito competitivo e respeitado por todos eles.
      Com respeito aos feitos dos tenistas, gosto muito da lista abaixo por sua abrangência:
      https://en.wikipedia.org/wiki/Open_Era_tennis_records_%E2%80%93_men%27s_singles

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      1. Alice

        Adorei seu comentário, muito bom. Sobre a tabela, eu pensei em verificar, mas acabei não verificando, porque já sabia da maioria daqueles números, pois tinha feito minha pesquisa (em relação aos números em cada idade do Big Four), uma semana antes. 🙂

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      2. Eduardo Nery

        Pessoal, entrem nesse link da Wikipedia e dêem uma olhada em todas estatísticas de Grand Slams ( e são muitas! ). Acho que aí ficará límpido e cristalino quem é o verdadeiro Goat…

        Responder
      1. Alice

        Não entrou no meu “destaque”, porque é em relação ao Big Four, não aos outros campeões, senão seria mega destaque (hehe). Nadal, Djokovic e Federer ficam bem “próximos” em GS aos 30, deixei como destaque só aqueles números/fatos que conseguiram sobressair os números da maioria (Big Four)…

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    4. Gildokson

      Quantidade de Masters considerável a mais que Federer e Murray? Você quer dizer só em relação ao Murray neh?
      Federer tem 26, não tão longe dos 30 que Djoko e Nadal passuem atualmente. Sem contar que se houvessem Masters 1000 na grama os números do gênio poderiam ser maiores. Nem vou falar dos Finals.

      Responder
      1. Alice

        É uma questão de interpretação da tabela, quando Federer completou 30 anos, ele possuía 17 masters, ou seja, consideravelmente abaixo de Djokovic e Nadal…

        Responder
      2. Luiz Fabriciano

        A diferença de Masters entre Djokovic e Nadal para Federer é muito grande, quer você queira ou não.
        Veja que Guga, em sua vitoriosa carreira teve “apenas” cinco, número esse maior que a maioria de grandes jogadores não tiveram.
        E essa história de Masters na grama é a maior conversa para justificar o injustificável.

        Responder
    5. Rafael Brasiliense

      Interessante esses números. O que mais me chamou a atenção é os números do Federer após os 30 anos. Ao chegar nessa idade, o que se espera é que o tenista vá caindo de produção. No entanto, a seguir destaque para três números contrários a essa lógica.

      1- De acordo com os números da postagem, com 30 anos, o suíço possuia 223 vitórias em Slams; hoje, com 35, ele possui 314, o que corresponde a um aumento de 41%.

      2- No seu trigésimo aniversário, ele tinha 138 vitórias sobre top 10; hoje, após 5 anos, ele tem 205 – um aumento de quase 50%.

      3- O tenista da Basileia chegou nas 3 décadas de vida com 17 Masters; hoje, possui 26, um crescimento de 53% em títulos nesse tipo de torneio.

      Falando em Masters, aliás, outra dado curioso: entre 25 e 30 anos, o que geralmente corresponde à época em que o tenista vive seu auge, Federer conquistou 5 Masters. Já entre os 30 e 35 anos, período em que o tenista normalmente decai, ele conquistou 9. Quase o dobro.

      Isso ao menos nos dá esperanças de que Djokovic, Nadal e Murray podem, sim, jogar um tênis de auto nível por muito mais tempo. O tempo dirá.

      Responder
      1. Alice

        Belíssima análise, Rafael. Federer “quebrou” aquilo que era considerado como normal no tênis, após os 30. Como você disse, isso é como uma possibilidade que se abre para o restante do Big Four. Mas, Federer é Federer né…rsrs

        Responder
  27. Alice

    O Finals continuará sendo sediado em Londres, até 2020. Só que com um “novo nome”, se chamará: Nitto ATP Finals…
    Esse nome se deve ao patrocinador. Sinceramente, eu achei “brega” esse nome do patrocinador incluído, mas fazer o que, alguns torneios são assim também, esse é o tênis, quase igual a Fórmula 1 (hehe), um mar de dinheiro patrocinados… rsrs

    Responder
  28. David Pereira

    Caramba o Djoko vem se recuperando aos poucos, esse ano por exemplo as derrotas que teve foi para adversários que vem jogando muito bem, com exceção no Austrália Open. É impossível manter o nível que ele teve entre 2011 a 2016 (até Roland Garros) após Roland Garros teve uma queda principalmente mentalmente, mas seu jogo continua firme. Talvez o Agassi demore a emplacar como treinador e não da certo, acho difícil pela vasta experiencia não só no tênis como na vida pessoal, já li sua biografia e é fantástica. Em Roland Garros engane se que os favoritos são o Djoko e o Nadal, os jovens estão chegando e não seria uma surpresa algum deles levantar o titulo na França.

    Responder
  29. Renato

    Agassi tem a melhor devolução de todos os tempos, Novak a segunda melhor. Nada a acrescentar. Agassi ja experimentou drogas melhores

    Responder
  30. Paulo F.

    Agassi, não irá consegui fazer nada, afinal trata-se de um medíocre.
    rsrsrsrsrsrs
    Um medíocre com 12 GS, 5 Finals, 30 M1000 e um total de 67 títulos.
    Um tanto quanto paradoxal essa mediocridade, não?
    E antes que me definam mediocridade, não, não é – esse cartel todo é MUITO ACIMA DA MÉDIA.

    Responder
  31. Rafael Medeiros

    Sei lá se vai dar certo, mas que vai ser demais ver Agassi no box, envolvido com o circuito, ah vai sim!

    Jogador fenomenal. Viveu a era de ouro do tênis, onde realmente havia uma competitividade enorme (não esse top 10 mamão com açúcar de hoje), onde os pisos realmente faziam toda a diferença do mundo (havia de fato os especialistas em cada superfície) e mesmo assim conseguiu arrancar 8 Slams (que valem mais, por exemplo, dos que os 14 de Nadal de hoje).

    Aliás, ele venceu Wimbledon quando a grama ainda era grama, e no tempo dos sacadores monstruosos. Tudo jogando na base. Foi o primeiro e único a vencer nessas condições – desde que Hewitt venceu WB, qualquer jogador pode fazê-lo, já que o saque nem o voleio fazem tanta diferença lá. Prova disso é que até Nadal já venceu, e Nalbandian já fez final por ali.

    Foi o jogador mais carismático que já vi jogar. Sua carreira daria filme: a infância com um pai maluco, o internato na academia de elite, a fase “punk rebelde sem causa”, o casamento fracassado, a queda, e a magnífica redenção.

    Definiu coisas importantes no esporte: o esquema de pegar a bola exageradamente na subida e a devolução de saque como golpe mortal mudaram o tênis moderno.

    Tem a melhor biografia de esportista já escrita. Não perca, compre hoje, leia. É mesmo extraordinária. A de Sampras, de Guga, do Fino e de Federer (as que li) ficam absolutamente no chinelo perto da qualidade literária de Open. Leiam.

    Sucesso ao estadunidense.

    Responder
    1. Alice

      “mesmo assim conseguiu arrancar 8 Slams (que valem mais, por exemplo, dos que os 14 de Nadal de hoje)”

      Entendo o ponto de vista, que é a maior dificuldade de ganhar GS em pisos “mais diferentes” do que os se hoje em dia (padronização), tendo ainda mais concorrência por existirem naquela época, “especialistas” no piso. Porém, eu discordo, acho muito mais difícil você ganhar 9 GS em um mesmo Major, do que 8 GS em diferentes Majors. Minha opinião, como eu sou “seca” em elação aos números, 8 pra 14, não fecha a conta…rsrs
      Contudo, eu respeito a sua visão, só comentei pra você ver que alguém pensa diferente! 🙂

      Responder
      1. Fernando Filho

        Ganhar 9 títulos em um mesmo torneio de saibro, sendo você o único grande saibrista há anos, não é tão difícil assim. Tanto que o Nadal coleciona “decas” em Monte Carlo, em Barcelona, e talvez consiga agora em Roland Garros. O espanhol na verdade é o rei da entressafra do saibro.
        Na verdade se tivesse algum saibrista razoável para competir com ele, teria bem menos títulos na carreira.

        Responder
    2. Alice

      AH, esqueci de te perguntar, só por curiosidade…
      Sampras jogou na mesma época que Agassi, certo?
      Sendo assim, Sampras conquistou 14 Majors, sabemos que Federer não jogou naquela época e tem hoje, 18 GS. Agora pergunto, os 14 do americano valem mais do que os 18 do suíço?

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Cuidado com essas perguntas, coerência passa longe desse pessoal, ele acabou de sair da clinica de Camboriú, tenha respeito kkkk!!!

        Responder
      2. José Eduardo Pessanha

        Não tem como comparar. Se as quadras fossem rápidas até hoje, Federer já teria passado dos 30 GS. Ou seja, Federer foi, é e sempre será mais jogador do que foi Pete Sampras. Com todo o respeito ao Pistol Pete, que era super ofensivo, tinha todos os golpes, sacava muito, mas comparar com o Craque não dá.. Sampras tinha um tênis muito mais mecanizado do que Federer Express. Abs.

        Responder
        1. Alice

          Você saiu do ponto de vista, Pessanha. Agora, 30 GS para o Federer? Atah, nem a maior atleta de tênis não conseguiu chegar a “crise dos 30”, e isso em uma época que ganhar um A.O pra ela era muito mais fácil, segundo o Dalcim, tanto que ela (Margaret Court) venceu 11 vezes o A.O. Ela foi extraordinária, muitos dizem que ela foi única no tênis, que ninguém chegou ao seu patamar, acho que isso é em relação ao seus números assombrosos. Ah, e antes que me venha com uma deixa, que eu deixei (hehe), as mulheres sempre conseguiram números maiores no tênis do que os homens, então é um bom parâmetro pra você começar a analisar…

          Responder
        1. Alice

          Aí que bacana, que você considera Sampras o maior. Interessante, aqui no blog tem opiniões diversas a respeito. Djokovic, Federer, Sampras, Borg, Laver…
          Mas, “esconde” bem essa sua opinião aí, porque se não, você poderá sofrer alguns “atentados”…rsrs

          Responder
    3. Mangostin

      É, o Borg tb ganhou Wilmbledon pq tinha um top 10 mamão com açucar e provavelmente colocaram saibro embaixo da grama para favorece-lo.
      Quanta subjetividade Medeiros!

      Responder
  32. Luis

    Dalcim pena Federer nao jogar Paris mas e’ bom nao ter aguentar o bandsports kkkkkkkkkkk,que a Grama chegue e a volta do Deus do Tenis rs,Dalcim aposta em algum jovem americano com talento parecido com Zverev e Thiem talvez Fritz? E Alice um grande beijo o blog ta legal com vc e a Sonia e o Logico Nunca Serao kkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Alice

      Aguenta firme aí, Luis….porque eu tô achando que o Rafa vai “papar” tudo, hein? Roland Garros, Wimbledon, Us Open! KKKKKKK, isso sim é otimismo….hehe

      Responder
  33. eduardo salgado

    Caro Dalcim, parabéns pelo site e pelos comentários. Se não me engano, o Agassi comenta em sua biografia que ele (Agassi) odiava o Becker. Só coincidência ou merece algum comentário. Abraços.

    Responder
  34. Julio Sc

    Acho que qualquer técnico que fosse, já vai ajudar Djoko a melhor a sua performance. Sabemos que o mental hoje o atrapalha, mas tendo alguém de gabarito ao seu lado para ter como apoio, já ajuda demais!

    Quando Federer contratou Llubicic todos torceram o nariz. “Quem era Llubicic para ajudar Federer?” O resultado dessa parceria todos já sabem.

    Mesma coisa Moya com Nadal.

    Não tenho dúvidas que Djoko vai atingir um nível melhor de tênis com o Agassi. Se vai ser igual ou superior ao nível de 2015 eu não sei, porque era absurdo o que ele jogava, mas será melhor do que essa primeira versão Djokovic 2017.

    Responder
  35. Mário Fagundes

    Esse Djokovic… Bem, não podemos negar que ele está buscando soluções. Se o tal de Agassi foi contratado para atuar no aspecto motivacional do sérvio, acho que pode haver conflito com o tal de Pepe “Paz e Amor”. Resta-nos aguardar.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Tal de Agassi?

      Estude mais pra não ser um ignorante, amigo.

      O Agassi é uma das lendas do tênis. Várias vezes campeão de Grand Slam.

      Aliás, campeão dos 4 slams, e contemporâneo de Guga.

      Só falta vc falar: “tal de Sampras” também, né.

      Responder
  36. Fabio F

    Não faço mais prognósticos sobre o impacto da chegada de novos treinadores no caso desses grandes atletas. Eles já tem o essencial: muito talento, excepcional condição física aprimorada ao longo de anos, experiência de sobra, influência política no circuito e muitos milhões na conta bancária. Esse papo de “falta de motivação” não me convence, esses caras sempre foram automotivados. E o “efeito Agassi” dificilmente pode ser mensurado com precisão, uma vez que Nole acaba de disputar uma final e parece ter evoluído bastante desde seu péssimo (para seus padrões) começo de temporada. Portanto, se ele continuar evoluindo e retornar eventualmente ao topo, quem poderá dimensionar a real importância do novo membro do time?
    De todo modo, desejo êxito ao Andrezinho. Seus (muitos) erros do passado não podem condená-lo à eterna danação, ele jogou muito tênis e fez muito pela popularização do nosso esporte.

    Responder
  37. Alexandre

    Dalcim saindo do tópico a Bia arrasou mais uma adversária . até onde vc acha que ela pode chegar na carreira?e em RG até onde pode ir? Estou mt esperançoso com ela .

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Em Roland Garros, dependerá do sorteio. Se der sorte, pode pegar uma cabeça só na terceira rodada. Acho que seu potencial no momento é o top 50.

      Responder
      1. Pieter

        Dalcim, te pergunto: Top 50 para a Bia já nesta temporada?
        É fato que o jogo dela amadureceu demais desde o fim do ano passado quando ela jogou – e venceu! – muito bem em quadras rápidas norte-americanas. Penso que ali foi um turning point na carreira dela, a despeito do tempo que ela perdeu com contusões e cirurgias…

        Responder
  38. Rafael

    Olá, Marquinhos, tudo bem?

    Tenho achado vc meio nervoso ultimamente, mas você deve ter seus motivos. Eu sei bem quando tenho os meus. Mas enfim, se estiver certo, espero que vc resolva logo, porque gosto muito de suas intervenções quando vc se dispõe a comentar tênis.

    Vamos lá. No post anterior, vc afirma que “Federer não tem desvios de caráter, como Rafa e Nole”, algo mais ou menos assim. e complementa, “num mundo cada vez mais sem valores”, com o que concordo plenamente.

    Minha pergunta a vc é: Quais os desvios de caráter que Rafa e Nole possuem?

    Abraços!

    Responder
    1. Fernando Paixão

      Desculpe me intrometer, meu caro Rafael. Acredito que o verdadeiro problema dessas pessoas que nutrem um amor incondicional pelos seus ídolos é a incapacidade de admitir que eles são imperfeitos. Parece que Roger Federer, um homem que, ao meu ver, precisou evoluir muito como ser humano para atingir a referência que é hoje, nunca cometeu um erro na vida e sempre será intocável para sua legião de fãs. Vivia quebrando raquetes e era extremamente irritado em quadra na época do juvenil, segundo vários relatos. Na última postagem, apenas quis dar uma descontraída ao me referir aos mais experientes do circuito como “aventureiros da terceira idade”, no entanto, choveram críticas por parte de vários usuários daqui, inclusive do Marquinhos. Essa questão do “desvio de caráter” me parece mais uma alternativa carregada de fanatismo para desconsiderar a grandeza que Nadal e Djokovic representam para a história do tênis.

      Responder
      1. Alice

        “Essa questão do “desvio de caráter” me parece mais uma alternativa carregada de fanatismo para desconsiderar a grandeza que Nadal e Djokovic representam para a história do tênis.”

        OMG! Eu não tenho coragem de dizer isso…rsrs
        Mas concordo totalmente…hehe

        Responder
      2. Paulo F.

        Excelente post.
        É realmente ridícula a tentativa de diminuir Djokovic e a excessiva divinização de Federer – mesmo sendo o maior de todos.

        Responder
  39. Rafael

    “Impressionante como o Bellucci e o Monteiro perdem de virada. Se as partidas fossem jogadas num único set eles seriam top ten.”

    No post anterior, acho que foi um colega chamado Rodrigo quem fez esse comentário e eu havia esquecido de fazer uma observação: quando li, foi tão inesperado que rachei de rir, de doer a barriga.

    Em algumas poucas palavras, ele introduz os personagens, cria o cenário e dá o final inesperado. É a receita perfeita.

    Muito bom mesmo, parabéns.

    Responder
  40. Rodrigo Campos

    Concordo com a Sandra e, complementando-a, o Djokovic parece saturado de tênis primeiro pq já completou o Grand Slam + Davis, segundo pq já tem muito dinheiro e terceiro por causa da família. Normalmente ele já teria parado, mas, diferentemente do Nadal e do Federer que são apenas esportistas, ele se coloca como uma espécie de herói nacional, pq é assim q ele é tratado na Sérvia, parecido com o que foi com o Senna por aqui. Então ele se força a continuar no mundo do tênis, tentando tirar motivação de onde não tem. Por isso procura ajuda espiritual, e agora ajuda “técnica” com o Agassi. Acho q ele não volta a ser o jogador de 2011/2015/2016 primeiro semestre não pq desaprendeu, mas simplesmente pq o “fogo” diminuiu ao ponto de quase apagar…

    Responder
  41. Alice - A regra dos 20/25 segundos!

    Vejamos, eu acho que como torcedora e telespectadora, sempre fui tolerante a regra dos 25 segundos pra sacar no tênis, até porque a maioria dos tenistas, sempre extrapolam uma vez ou outra o tempo, seja por estarem “cansados”, terem sido “atrapalhados” por algum fator natural, como o sol ou o vento, ou ainda por interferência do público. Só que acontece uma coisa, se eu fosse uma “árbitra” e trabalhasse para alguma associação de tênis, seja ela WTA ou ATP, eu seria, com certeza muito rígida, eu levaria a sério ao maxilo essa regra. Passou duas ou três vezes dos 25 segundos, ou dos 20 segundos nos GS, na virada, já avisava legal o tenista, se depois disso passasse mais uma vez, advertência, passou se novo, perdeu o serviço, passou outra vez (rsrs), perdeu o ponto! Se o tenista viesse discutir comigo, diria: “a regra é clara (hehe)! Por acaso, você sofreu alguma interferência?, Não sofreu?, Então pronto!”. Com certeza, eu seria “odiada”, mas faria meu “trabalho” bem feito!. Pra mim é isso, como árbitra é claro, se está na regra, tem que cumprir, você é um profissional, não um amador (PÁH), logo tem que saber lidar com isso. Só que eu penso, suspeito de uma coisa, se eu fosse tão rígida assim, cumprisse as regras ao pé da letra, não acham que eu seria posta contra a parede, acuada pelos tenistas e pela organização? Iria receber avisos pra ser menos “rígida”, poderia até receber uns dias de férias, porque com certeza com as “discussões afloradas” com o Nadal, iriam pensar que eu estaria de TPM, ou mesmo, na menopausa! (¬¬)…acho que me mandaria cuidar de “jogos menores”, tipo, challengers. Enfim, não sei!.

    Obs: Só acho que nos torneios de Grand Slam, a regra deveria ser os mesmos “25 segundos” dos torneios ATP. Aliás, acho esse tempo perfeito!.

    Então, Dalcim. Acredita que minha arbitragem sofreria alguma pressão pra eu ser mais flexível com as regras??

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Não sou o Dalcim (óbvio), mas acho que sua atuação receberia, digamos assim, um aviso.
      Desde que essa regra foi implantada, nenhum tenista, principalmente dentro dos tops, foi severamente punido. A regra diz que o tenista deve colocar a bola em jogo em até 25 seg, mas o que vemos é muita conversa e, toda vez, que a TV mostra a média de tempo, vemos que, muitas vezes, até mesmo os dois que estão jogando, têm média superior ao tempo estipulado. Então, acho que há um consenso para aliviar um pouco nisso.
      Mas minha opinião é que se deveria cumprir, na íntegra, a regra, pois, se durante o ponto, um torcedor pode atrapalhar o jogador, fazendo-o perder o ponto, e não há regra que o faça voltar, por que a influência de fatores externos deveriam ser considerados nesse quesito?

      Responder
      1. Alice

        Complicado, Luiz. Concordo com a questão das interferências externas, mas eu acho que influência sim. Contudo, a verdade é que deviam estar preparados pra isso, são profissionais, certo? + isso é realmente ser “barra pesada”…rsrs

        Responder
    2. Valmir

      Na NFL, o tempo entre o fim de uma… “jogada”… e o começo da outra (snap) é de 25 segundos.
      Tem um relógio grande numa parte do campo mostrando, a todos, a contagem regressiva.
      Estourou o tempo… tem penalidade (delay of game).

      Se as ATP/WTA quisessem que a regra dos 20 segundos fosse realmente cumprida, era só fazer algo parecido.
      O juiz de cadeira que acionaria o início da contagem, considerando os fatores de quadra (barulho, boleiros, torcida, etc)
      e a sua interrupção, se necessário.

      Responder
      1. Alice

        Maravilhoso isso, Valmir. Olha aí uma solução, ainda mais a questão do próprio árbitro manipular o tempo com base nas interferências externas. Sou a favor, leve essa proposta para as associações, sua opinião precisa ser ouvida e discutida, assim eu não vou ter que passar por “pressões”… rsrs

        Responder
    3. Gabi

      Alice!
      Muito muito bom!
      Se eu fosse árbitra, seguiria a mesma linha que vc. Mas como sou só juíza hehe…a gente vê o que vê nas partidas de tênis.
      Ao expor tua ideia, vc demonstrou que a regra dos 20-25 segundas e suas escalonadas punições nada mais é do que a flexibilização da justiça idealizada (na qual todas as leis devem ter aplicação literal) e a justiça real (isto é, como ela é aplicada no dia a dia).

      Responder
      1. Alice

        Obrigada, é com essa “dualidade” que os árbitros tem que conviver. É bem complicado, a balança da regra ou da justiça, por assim dizer, parece que não ficará equilibrada em tão pouco tempo. Se pegarmos o conceito do que pode ser feito do Valmir (acima), a balança cairá para o lado dos tenistas, que teriam que lidar com isso…

        Responder
    4. Mário Fagundes

      Hum hum… Aqui há mais uma contradição sua. Seu ídolo supremo Rafael Nadal é campeão negativo dessa regra. Certamente ele pediria seu afastamento dos jogos dele.

      Responder
  42. Alice

    Fabio F, em relação ao que seria mais difícil realizar no tênis, entre os itens citados, acredito eu, que seria o item “i”, ou seja, as 237 semanas consecutivas no topo do ranking da ATP, de Roger Federer! 😉

    Responder
      1. Alice

        Faça ela de novo em outra hora e claro em um post “fresco” né? Quem sabe não estará constado lá: “os 10 títulos de Rafael Nadal em Roland Garros”… hehehe

        Responder
  43. Rodrigo S. Cruz

    Realmente, não me lembro nunca de ter visto o Agassi usar o “slice” sequer uma vez.

    Não era a praia dele.

    Ele gostava de pegar tudo do fundo da quadra NA SUBIDA.

    Responder
  44. Alice

    Agora, Novak Djokovic tem 30 anos, logo eu acho, que querendo ou não, ele terá de começar a mudar um pouco a forma de jogar, vide Rafa, ao procurar jogar pontos mais curtos ou o que Federer vem fazendo há um bom tempo, encurta-los indo para a rede. E justamente agora com Agassi, que ele poderá fazer esse “ajuste” pra que consiga aumentar sua longevidade no circuito. Porém, antes do jogo, o servio precisa cuidar daquilo que o faz jogar no mais alto nível, sua confiança aliada ao seu mental, principalmente com sua postura durante os jogos que se complicam. Como eu disse antes e L.F ressaltou nesse post, está tudo ali, não falta técnica, se ele tiver paciência, acreditar e se esforçar, acho que não tem pra ninguém. Pois, vejo que nesse momento (“altura do campeonato”) ele é o tenista com maiores chances de ser algo perto de “invencível”, claro isso tudo se recuperar a mente confiante, paciente e lutadora, em uma palavra, motivação. Voltando assim a jogar no mínimo como estava jogando no primeiro semestre de 2016.

    Responder
  45. Alice

    Rafael Brasiliense, sobre a questão da minha opinião, eu disse em relação as pessoas que estavam comentando, meio que atacando minha ela, não conseguiam respeitar (aceitar o fato que tenho uma opinião diferente) e nem entende-la, chegou se achar que eu estava “afrontando’, que era “recalque” por eu torcer pelo Rafa, o que não é verdade. Ao contrário do que você pensa, eu adoro debates, eu respondo a praticamente todos os comentários, eu explico exaustivamente quando alguém não me compreende direito, eu gosto de quando as pessoas vem com opiniões diferentes da minha, desde que sejam construtivas e com de educação!

    Sobre a velha discussão, eu já disse várias vezes, eu tenho os meus motivos pra achar Rod Laver o ‘Goat’, pelo menos pra mim. Se você acha que não são motivos, que eu não tive ‘argumentos’, que tudo o que eu disse soa “contraditório” e não faz sentido, então tudo bem. É uma opinião minha, não espero que funcione ou que outros a entenda, se não serve pra você, okay! Porém, pra mim serve, tanto é que eu tenho ela né…rsrs
    AH, temos que parar de julgar A pessoa, por ela pensar de determinada forma, somos diferentes. Estou um pouco cansada de ficar discutindo isso, porque nunca basta pra quem tem opinião contrária a mim, foi isso que eu conclui. É “como’ se eu tivesse discutindo se ‘Deus existe ou não?’ com alguém, complicado.

    Responder
  46. Nando

    Mestre, se formos falar em JOGO, pra mim o Agassi não teria nada pra agregar ao sérvio…pois como vc disse, ele tinha o estilo de jogo bem parecido.
    E na parte mental, o q vc acha q ele pode agregar?

    Responder
  47. Sérgio Ribeiro

    Moya e’ muito amigo de Rafa. O que teria a acrescentar ? Era o que diziam. Esqueceram do início de carreira de Nadal em que o compatriota era seu grande ídolo. Além disso era o que jogava o tênis mais moderno de Toda a Armada junto com Ferrero. Um salto de qualidade na medida que vem aos poucos fazendo o Pupilo encurtar os Pontos e ser mais agressivo. E Ljubicic ? Para muitos uma piada de mau gosto de Federer. Falar sobre os ajustes em seu Backhand e’ chover no molhado. Já Agassi e sua Agenda mais do que sobrecarregada deve ser algo parecido com Lendl e Murray. O Carismático Carequinha tem tudo para botar a confiança do Servio em dia. Sempre foi um excepcional competidor. Abs!

    Responder
  48. Chetnik

    Segundo alguns entendidos do blog, o Djoko tem os piores slices e voleios do circuito…imagina os do Agassi, então rs.

    Isso aí para mim é placebo. O problema do Djoko não é o técnico. Mas vou torcer para dar certo.

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  49. Sônia

    Dalcim, realmente nesse mundo tenístico o que importa é $$$$$$$. Como pode um ser que confessou usar substâncias ilícitas (malandro esperto), que detesta esse esporte, convidado para ser “treinador”, afffffffff. Esse ser deveria ter sido banido desse esporte se honra houvesse nessas “instituições”. Na torcida para que esse americano não obtenha êxito. Beijos.

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    1. Farina

      Poxa Sônia, discordo muito dessa visao que voce (e muitos outros) tem do Agassi. Nao sei se chegou a ler sua biografia, na qual ele expoe de forma muito franca seus problemas pessoais e como ele acabou buscando “ajuda” com drogas ilicitas. Sim, Agassi caiu no doping, mas nao por tomar nada que pudesse ajudar seu jogo, e sim para de alguma forma acalmar seus muito demonios. Ele caiu no doping com metanfetanima, que ele usava em suas noites solitarias em Vegas. Que os puristas (e hipocritas bebedores de cerveja) o condenem por ser um “drogado”, mas jamais por ser um trapaceiro. Eu sempre pensarei em Agassi como um dos tenistas mais espetaculares que vi jogar e um dos caras que mais mexeram com o circuito (ou jogar de bermuda jeans e cabelo comprido nao chacoalhou o mundo do tenis?).

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      1. Alexandre Maciel

        Concordo. Ele deixa claro em sua autobiografia que vivia muitos conflitos internos na época em que utilizou drogas. Acredito que o uso o beneficiou de alguma forma dentro de quadra. Ele gostava de uma bebibinha também e chegou a entrar em quadra completamente ressacado.

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      2. Rafael

        Rapaz, tá tanto zumzumzum em cima da biografia do Agassi que vou ter q comprar o livro. Confesso que, desde que foi lançada, nunca tinha me interessado.

        Estou com a do Guga aqui em casa, mas já li por aqui que é meio sem graça, nem tô me animando a ler.

        A do Nadal, apesar de precoce – a publicação – por motivos pessoais e por sua nacionalidade, li. E achei bem interessante.

        A do Djoko nunca li, também. Alguém (imparcial) sabe dizer se vale a pena?

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        1. Luiz Fabriciano

          Estou no meio dela.
          Não empolga tanto como a do Agassi (até agora), porque ainda estou na fase que fala muito da infância e dificuldades do início de carreira – que todos têm.
          Acho que o grande problema dessas biografias são o fato de seus protagonistas ainda serem completamente ativos no que fazem. Existem fatos relatados por eles nos livros que ao compararmos com o momento atual, vemos que não combinam mais. Por exemplo, a longevidade de Federer. Não acredito que ele mesmo pensaria em ir tão longe quando iniciou sua biografia, e se não me engano, existem duas. Talvez agora seja uma nova tendência, grandes estrelas escreverem biografias para fases distintas de suas vidas.
          Grande abraço.

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    2. Mário Fagundes

      Pois é… Mas há quem goste do tal de Agassi, apesar de suas contradições. Como dizia minha vó: “Tem gente pra tudo, tem gente que gosta de jiló”. rsrsrs

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  50. Anderson Vieira

    Dalcim , esse mundo é muito demagogo , como respeitar jogador que ROUBOU na sua profissão ? Agassi é um dopado , descarado, que confirmou o uso de substâncias proibidas . Na minha opinião , esse rapaz era pra ser banido do mundo do tênis .

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    1. Alexandre Maciel

      A droga que ele usou não ajudava em nada no desempenho atlético, aliás, muito pelo contrário. Pilantragem foi o que fez a Maria, se fez de desentendida e ainda inventou doença para justificar o uso de substância proibida.

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    2. Gilvan

      O caso do Agassi, de envolvimento com drogas, só deixa claro uma coisa: a ATP joga SIM para debaixo do tapete casos de doping que envolvam as grandes estrelas do circuito.

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  51. Sergio Landiosi

    Frequento o blog a aproximadamente 10 anos e apesar de participar pouco, acompanho diariamente as brilhantes postagens do nosso guru Dalcim e leio, aprendo e aprecio todos os comentários dos nobres colegas, com algumas exceções, claro. Sou fã do mestre suiço, mas respeito as conquistas e os feitos do Nadal, Djoko e também do Murray. Particularmente, gosto muito da participação das mulheres aqui no blog (Alice, Sônia, Gabi, Lola, entre outras) e acho que elas elevam e abrilhantam o nível do blog com seus comentários. Um abraço a todos os participantes do blog, principalmente a grande nação Federista!! Go Roger!!

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  52. Luis

    Dalcim sobre o Djokovic como disse o Luiz Fernando queda depois da conquista em Paris,parece que perdeu vontade em quadra ate talvez pelo esforco de ganhar e com os 30 anos chegando,deve ser dificil repetir aquele dominio do Servio mas tem tenis pra ganhar alguns grandes titulos,que Federer continue com recorde de Slams so’ ele kkkkkkkkkk,nao faltando beijo pra Tia Alice rs

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  53. Felipe Velasquez

    Boa noite Dalcim!
    Acredito que o Djokovic fez uma excelente escolha ao anunciar Agassi como seu novo técnico. O americano é um dos tenistas mais amados do circuito. Eu também torci muito por ele.
    Pensando um pouco, os dois tenistas tem muito em comum: a devolução como ponto forte do jogo, ganharam muitos AO, tiveram problemas pessoais que interferiram em suas carreiras e souberam dar a volta por cima.
    O Agassi também foi um tremendo “porra loka”!rs.
    Não sei se você vai concordar comigo, mas o Agassi consegue ser mais amado do que Djokovic.
    Vou torcer para que essa dupla dê certo!

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  54. Eduardo

    Acho que qualquer parceria que o Big 4 fizer com ex tenistas campeões renderá bons frutos. Esses caras são outliers. Quando conseguem incorporar qualquer coisa ao seus jogos, a melhora é significativa. Basta ver a evolução de Murray com Lendl ou mesmo a Mauresmo, Federer com Edberg e Ljubicic (que muitos desconfiavam), Djokovic com Becker e Nadal com Moya (que tantos outros tb desconfiavam). Com Djokovic e Agassi será a mesma história. Acho que em RG ele alcançará a final ou semi, porque Nadal está mais na ponta dos cascos e com a faca nos dentes. Em uma semi ou final, na Chatrier, com a motivação de ganhar a décima taça, imagino que ninguém segura.

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  55. Foguetinha

    Não acredito que o problema do Djokovic seja menos treino ou falta de empenho, longe disso. O psicologico, estado mental durante a partida é que está em baixa. Acredito que seja o mesmo “problema” do Nadal. Ambos precisam melhorar muito para chegarem aos seus altos níveis. Muuito!

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  56. Sandra

    Me parece que o Djokovic está saturado de tênis, ele passou por guerras , então as vezes me parece que o que ele quer mesmo é descanso dessa vida.

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  57. Luiz Fernando

    Acho q tudo esta nas maos do Djoko, pois tudo vai depender do seu empenho e de sua vontade de voltar ao topo. Não nos esqueçamos q Becker expos claramente q ele relaxou depois de alcançar o objetivo de vencer em todos os pisos e a coisa desandou. Resumo: não ha técnico q de jeito se o jogador não se sacrificar nos treinos e focar nos jogos, exatamente o q o servio não tem feito. Se o Agassi, a quem eu sempre admirei e torci muito, colaborar conseguindo trazer de volta a gana de vencer, Djoko tem tenis de sobra para voltar ao topo, mas sem o comprometimento de quem e treinado não existem milagres. Lembro q me entusiasmei e voltei a acreditar em recuperação do Rafa quando Moya expos q so aceitou fazer parte do time do espanhol depois q ouviu do próprio Nadal o comprometimento em tentar voltar a ser muito competitivo e se aconteceu com Rafa pq não com Djoko?

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    1. Chetnik

      Pois é, no esporte de alto nível de hoje em dia, ninguém chega a lugar nenhum sem comprometimento. O Federer, que tem mais facilidade para jogar, é um dos mais dedicados ao circuito.

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