Djokovic continua incógnita
Por José Nilton Dalcim
9 de fevereiro de 2017 às 23:28

É problema físico ou desmotivação? Existe mesmo uma crise pessoal ou a influência do ‘guru espanhol’ mais atrapalha do que ajuda?

Há todo tipo de especulação solta por aí e não é apenas entre fãs ou participantes de fóruns. Até mesmo especialistas e experientes jogadores encontram dificuldade para entender o que aconteceu com Novak Djokovic desde junho do ano passado.

Em um momento, ele entrou para o exclusivo rol dos que detinham todos os títulos de Grand Slam simultaneamente. O rei do tênis. Hoje, oito meses depois, só mantém um deles, que terá de defender justamente no saibro de Roland Garros.

Falta de preparação adequada e desleixo na parte física foram apontados pelo ex-treinador Boris Becker como a causa da queda acentuada de produtividade de Nole a partir de Wimbledon. Não se sabe o quanto isso pode ter influenciado seus sucessivos problemas físicos, ora com o punho, ora com as costas.

Depois de cair precocemente no Australian Open, portanto com tempo de sobra para estar voando na Copa Davis e no que viesse a seguir, as dúvidas só aumentaram quando ele pediu ajuda do fisioterapeuta ainda no primeiro set e fez uma atuação sem brilho diante do modesto Daniil Medvedev. Mesmo com tão pouca atividade, não se motivou a mudar o calendário e só reaparecerá em Indian Wells.

A opinião mais comum nos bastidores é que, apesar de ele estar perto dos 30 anos, algo que sempre pesa mais no tênis, o motivo principal de sua queda é o mental. O foco e a determinação que lhe deram tantos feitos espetaculares claramente não está mais lá. Ao contrário, temos visto um Nole reclamão ao melhor estilo Murray, lastimando a bola que tocou na corda, os pontos em cima da linha que o adversário jogou, a marcação do juiz e várias vezes se dirigindo muito irritado para seu próprio box, como se quisesse mais apoio.

Essa ‘linguagem corporal’ é um estímulo para o adversário. E ao somar tantas exibições irregulares e derrotas inesperadas, Djokovic começa a ser visto não mais como o homem a ser batido, mas como um tenista cheio de vulnerabilidades. A pergunta que mais corre solta é: ele vai conseguir reverter rapidamente o quadro?

‘A preocupação é grande na Sérvia’, garante o jornalista Vojin Velickovic à CNN. ‘Novak é uma espécie de Super-Homem aqui e Super-Homem não perde. As pessoas mudam até sua rotina para acompanhar as partidas na TV’. Também entrevistado, o ex-treinador de Roger Federer e Peter Sampras, o norte-americano Paul Annacone, acha que Djokovic teve apenas uma pequena queda e acredita na reação, porém em outro nível. “Seus erros acontecem por milímetros, há uma perda de intensidade. Porém ele ainda é capaz de jogar um grande tênis. No entanto, não imagino que ele voltará a dominar o circuito como fez em 2015 e 2016”.

Becker voltou a dar seu pitaco. ‘A questão é o quanto ele ainda deseja fazer o grande esforço necessário para se manter no topo. As perguntas que devem ser feitas é o quão importante o tênis ainda é para ele e se está disposto aos sacrifícios. Obviamente, ele tem o talento e a competência, mas terá de passar por cima de tudo se quiser ganhar mais um Slam’. Andre Agassi rasgou elogios e se diz esperançoso: ‘Ele é um dos maiores tenistas de todos os tempos e por isso eu lhe dou uma grande chance de se recuperar rapidamente’.

Concordo com Agassi e acho que essa reação precisa começar em Indian Wells e Miami. Nem precisa ganhar novamente os dois Masters, porém ter atuações fortes, convincentes. Menos teatro e mais eficiência. Quedas precoces ou jogos fracos podem lhe causar problemas ainda mais sérios, porque há as quartas de final da Copa Davis justamente antes da temporada de saibro. Pressão e mais pressão. Nole necessita voltar a ser a fortaleza de antes.


Comentários
  1. Luis

    Dalcim qual vc acha mais bonita Sharapova ou Bouchard ou outra tenista? rs,confesso acho muito bonita a canadense rs,sobre Djokovic com a queda do servio e depois desse aberto Australia de surpresas deu uma mexida no circulo parece que vai ser mais emocionante e imprevisivel Dalcim?

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  2. Marcos RJ

    Djokovic nao tem o talento nato do Federer e nem foi um fenomeno precoce como Nadal, entao o servio trabalhou duro para evoluir tecnica, fisico e mental a ponto de liderar o H2H. Mas o grande diferencial do servio sempre foi o grande coracao, que fez a diferenca nos momentos mais encardidos e nas vitorias mais dificeis. Parece que o coracao nao esta mais la, sabe-se la o que aconteceu, e a magica subitamente desapareceu. Vamos aguardar o que acontece em RG2017, quando o Djoko pode deixar de defender o 4o GS consecutivo.

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  3. Luis

    Dalcim pelos comentários parece que Zverev ganhou o ato na Franca,vc escreveu acho o alemão quando estava surgindo alem da aparência com Guga cabelo rs,tem golpes de base muito bons,e uma cabeça legal não sei se vai bem na rede,o que acha do Zverev promessa virando realidade? rs,também acho que já ta merecendo um top10 e Go Federer rs

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  4. Alfred S. Azevedo

    Dalcim, primeiramente parabéns pelo blog! Considero o melhor que tem especializado em tênis. Nunca comento mas acompanho seu site desde 2005 rs..leitura obrigatória para quem gosta de análises inteligentes e bem fundamentadas. Agora, dúvida cruel, sabemos das limitações mentais do Bellucci, mas como explicar 03 derrotas seguidas para o dominicano que soh passa a bola com slice no backhand? E o pior, ele soh joga bem em Quito, o resto da temporada costuma ter resultados bem fracos…Como o bellucci gosta de saibro e altitude, não me conformo que ele não tenha ganho esse torneio que normalmente tem vários jogadores de nível challenger. Prova disso eh que ele chegaria na final (se tivesse ganhado do estrela) sem enfrentar UM top 100..Melhor oportunidade impossível…

    Enfim, não me conformo que o bellucci perdeu 3 jogos para esse cara, e muito menos que ele não consegue ganhar um atp tão favorável para o jogo dele..

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    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, Alfred. Também achei que desta vez Bellucci venceria. Mas a altitude de Quito é bem maior do que o normal (mais de 2.800 metros) e o controle da bola não é nada fácil. Como ele gosta mais de atacar, acaba caindo no risco dos erros não forçados. Estrella trabalha muito bem com o peso da bola do adversário. Veja que ele conseguiu ganhar dois dos três tiebreaks contra um sacador como Karlovic nessa altitude toda. Por fim, todo mundo sabe que é justamente o slice a bola que mais incomoda Bellucci, ainda mais no backhand, e Estrella usa isso com maestria.

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  5. Renato Toniol

    Dalcim, qu façanha do Estrella Burgos, não?
    Você saberia dizer se algum outro tenista já faturou as três primeiras edições de um torneio ATP?

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  6. José Eduardo Pessanha

    Mestre, desculpe o pitaco, mas seria legal um post exclusivo sobre o Zverev. Na minha modesta opinião, já era pra ele estar no top 10, mas o garoto tem tido o azar de pegar chaves fortíssimas em todos os torneios. Está jogando mais do que jogadores que estão à sua frente, tais como Thiem, Cilic, Goffin, Berdych, Tsonga, Kyrgios, Bautista, Monfils e Pouille. Abs.

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  7. Rodrigo S. Cruz

    Dalcim,

    Me responde uma coisa:

    Por que o Tsonga abandonou COMPLETAMENTE o jogo de saque e rede que ele fazia tão bem?

    Já vi ele surrando e irritando até o Nadal , no auge do espanhol, jogando assim!

    Ok. Todos sabemos que este estilo de jogo é quase morto no circuito atual, com as quadras tendo ficado mais lentas.

    Porém, ficar só no fundo o tempo todo e não jogar nunca do outro jeito?

    Vc não acha que ele poderia usar muito mais isso, como recurso?

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    1. José Nilton Dalcim

      Talvez não saque-voleio genuíno, o tempo inteiro, mas subir bem mais à rede com certeza. Quanto mais forem faltando pernas, mais isso seria essencial para ele.

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  8. Bruno Macedo

    E o Alexander Zverev, hein? Moleque danadinho!!! Eu aposto muito nele (zverev) , mas não aposto no Kyrgios, muito menos no Thiem.
    Acho q falta bem pouco para o Zverev começar a complicar a vida do big 4. Acho q daqui a pouco caras como Nishikori, Tsonga, Goffin, raonic etc não serão nem notados pelo menino Zverev, vai passar batido pelos medianos. No mais tardar ano que vem o bicho vai começar a pegar. Não sei quanto tempo ele vai demorar para chegar ao nº 1, mas acho q ele logo começará a beliscar uns torneios bem legais.
    Gosto muito dele, do jogo ao comportamento, parece centrado, tranquilo. Aguardemos cenas dos próximos capitulos.

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  9. Robson

    Putz,vou ter que esperar mais 1 mês pra ver Novak Djokovic em ação,que dureza.
    Espero que este período de 40 dias sem competir seja o suficiente pra Novak se recuperar física e mentalmente e com isso sua confiança voltar com tudo.

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      1. Sergio Ribeiro

        Mas ja’ interessou muito, não e’ mesmo Robson ? E’ não e’ que o 18 * , veio em cima do cara que fez voce para de torcer pelo Craque ? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkAbs!

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    1. FRANCISCO

      OLHA QUEM APARECEU?

      ESTAVA NO SITIO, FICOU APENAS LENDO, E AGORA COMENTOU.

      18X12.

      302 SEMANAS COMO NÚMERO 1.

      237 SEMANAS SEGUIDAS COMO NÚMERO 1.

      SEGUE O LÍDER…..

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  10. Márcio Souza

    Entrei hoje no blog para comentar e parabenizar as djokozetes pelos mais de 200 comentários o que demonstra a enorme grandeza de um tenista que tem 12 Slam, porém agora que passou dos 160 kkkkk

    Como disse uma recalcada djokozete aqui, que tentou ironizar o fato do Dalcim ja ter postado um novo post e mesmo assim os torcedores do Federer ainda comentavam no post anterior para romper a carreira dos 1.000 comentários (eu disse mil, limpe as orelhas com o Cotonete, ja utilizando o trocadilho).

    Daqui a pouco o Dalcim também ira postar outro post e terá uma djokozetes desvairadas comentando também no post anterior pra ver se chega nos 200 kkkkkkkk

    Diante de todos os fatos que mostra o abismo que existe entre FEDERER e o sérvio em todos os quesitos tenisticos, esse aqui do blog é somente mais um que evidencia isso, enquanto um post do mestre e craque passa dos 1.000 comentários, um post do sérvio não chega a nem 200 kkkkkk

    Esta ai a disparidade e a visão correta dos fatos, chupa que é de uva djokozetes!

    Ps: daqui a pouco vai começar o muro das lamentações e os mimimis dizendo que o sérvio ganhou 3 finais de Slam em cima do suiço, que passou no H2H e que o Cotonete Playmobil só esta numa fase ruim e blá,bla, blá

    O importante é o estrago que o Istomin fez kkkkk

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  11. Rodrigo S. Cruz

    Sem dúvida que esse Alexander Zverev é a melhor aposta para ser o futuro número 1 do mundo, após a aposentadoria do Big 4.

    Ele com tão pouca idade já tem no currículo vitórias contra jogadores como Federer, Gasquet, Dimitrov, Wawrinka dentre outros…

    A maturidade desse rapaz impressiona.

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  12. Nando

    Dalcim, estava vendo os highlights do jogo do Zverev x Tsonga…….Jo merecia ter ganho mais coisas na sua carreira, merecia ter ganho alguns Slams (mesmo se na final enfrentasse o Rei rs) pois dá gosto de vê-lo jogar, é sempre mto bom ver ele jogar, tenista q joga de forma agressiva e q tem um leque de jogadas sempre é bom ver jogar.

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  13. evaldo moreira

    Rapaz,
    Se for verdade, SE, hein, o cotonete da Servia, não brinca não hein, também, com uma gata daquela, com aquele olhar que me deixa paralisado, sendo verdade ou não, Maria deixa qualquer um fora do prumo, veja o exemplo do dimitrov, levou uma rasteirada no traseiro, e desceu ladeira abaixo, despencou no ranking, enfim, parece de volta nos trilhos, e amanhã, enfrenta o goffin em casa, promessa de bom jogo com certeza.
    Na minha concepção de ver as coisas, sendo eu, que gosto da companhia de minha familia, sendo tenista, levaria com certeza, a esposa e a minha filha, isso claro, dependendo do evento, pois com certeza, as viagens são cansativas demais, rotinas, treinos e por ai vai.

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  14. Antonio Gabriel

    Realmente é estranho e preocupante, mas não anormal, a que de rendimento do Djoko, ele se tornou um cara tao grande no tenis ao ponto do mestre Dalcim estar falando da queda de rendimento de uma cara que ganhou um Master 1000, foi a final do USOPEN (contra um Stan inspirado ) e ainda a final do Finals nos ultimos 7 meses. Isso talvez demonstre o quanto Djockovic dominou o circuito nos ultimos 2,5 anos, um sujeito que talvez, proporcionalmemte (trabalho para o mestre Dalcim), tenha ganhado tanto quanto Federer ou Nadal. Sou fã da sua obstinação e seu jogo, espero que seja apenas uma fase ruim e logo ele volte contudo. Imagina os duelos entre ele Nadal e Federer (onde ele leva vantagem em quase tudo contra os dois, o que ele sobremaneira sua grandeza na minha opinião ). Espero ver estes confrontos novamente, nós fãs e os Deuses do tenis agradeceremos!

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  15. Sergio Ribeiro

    Depois de literalmente tomar conta de Circuito apartir de 2004, o Suíço depois de perder o N1 para Nadal, ainda perdeu 3 FINAILS consecutivas para o Rei do saibro em Rolanga. Faturou 2009 , em sequencia WIMBLEDON e retomou o Posto de N 1. O Servio dominou o Circuito em 2011, perdeu uma Semi e duas FINAIS em Rolanga para o próprio ( somente venceu UMA vez em 7 , em Paris para Rafa ) . Vence o AOPEN e Finalmente Rolanga 2016 ( em cima de Murray). A meu ver, pensou que Fecharia o GOLDEN. Sam Querrey e Del Potro acabaram com sua confiança e sonhos. Andy esperto, completou o Serviço lhe tirando a possibilidade no Numero consecutivo de Semanas e de quebra lhe roubou o N 1. Novak Dojokovic esta’ tonto ate’ agora. E’ obvio que vai se recuperar. Mas jamais sera’ o mesmo , ao menos na minha opiniao. Se Rafa largar, não me espantaria se tambem o fizesse. Abs!

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  16. Leonardo Freitas

    Djokovic para mim o considero o segundo melhor tenista que vi jogar e ele fez façanhas de desbancar o Federer e o Nadal no auge e de liderar a turma nas últimas seis temporadas e por tanto o considero melhor tecnicamente que o Nadal o que falta apenas e confirmar no currículo o que em breve vai acontecer,desde que,ele volte a se dedicar a 150% no tênis.Acho que a queda física e mental e normal e nas Olimpíadas ate considero acidente porque ele pegou Del Potro que e perigoso no jogo de 2 sets e ele queria vencer por ser um título especial e para de vez encher currículo de campeão de tudo.Todavia após isso foi a mistura de queda física,metal e da dedicação extrema e com um circuito com fome de ganhar se você não se dedicar 150% de quase imbatível,você passa a ser um alvo suscetível a derrotas inesperadas para tenistas médios.Agora esperar saber o que Djokovic quer no tênis,se estiver a 150% ele vai passar o Nadal na questão de currículo e quem sabe tem oportunidade de incomodar o Federer no futuro e eu acho isso uma meta e uma motivação ímpar para continuar jogar.Abraço a todos.

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  17. Luis

    Dalcim pra vc quem ganha os próximos Slam Paris,Wimbledon e Us open se fosse por hoje acho que seria Nadal em Paris ( uma das ultimas chances ganhar no saibro de Paris seria 10 titulo Nadal pareceu o Nadal de antes) o Wimbledon Federer( uma das ultimas chances do Federer na grama e confiante após Australia seria 8 em Wimbledon) no US open ficaria aberto Murray,Djokovic e Wawrinka rs ( Murray seria 2 no US open não sei se ainda seria numero 1,Djokovic por gostar quadra dura apesar ter muitos vices no Us open rs,3 titulo seria acho,Wawrinka seria mais uma surpresa rs e’ o atual campeão ) concorda Dalcim? Uma conquista de outro tenista seria legal como Zverev,Thiem mas parece que nos Slam ainda falta e estão abaixo do big 5 rs

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  18. Arthur

    E essa bomba do Tio Toni, Dalcim?
    Dor de cotovelo ou será que aconteceu algum entrevero entre ele e o sobrinho?
    Não deixa de ser estranho, considerando o parentesco e o desenvolvimento da carreira do Nadal.

    Um abraço.

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  19. Marquinhos

    Três pontos importantes para o tênis no fds:

    1- Muito bom ver Zverev vencendo Tsonga e indo pra final. Muito bom ver Grigor indo pra final também!
    2- Bellucci mais uma vez apanhando do veterano Victor Estella. Fregues do dominicano. Um porre!
    3- Tony Nadal vai deixar Rafa. Na minha opinião, o Tio de Nadal é um fenômeno, pois conseguiu, com a ajuda de algumas coisinhas que não sabemos, fazer de Rafa, um tenista limitado, ser um dos maiores vencedores de todos os tempo. Parabéns Tony!

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    1. José Nilton Dalcim

      Não parece haver grande surpresa na imprensa espanhola. Moyá pode ter sido sua ideia de passar o bastão. Curioso é que ainda há muita gente apostando que Nadal para no final do ano, e essa do Toni dá armas a essas teorias.

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      1. Rafael Wuthrich

        Não descarto essa hipótese. A desistência de Roterdã é a segunda vez em menos de 1 ano que Rafa anuncia desistência de torneio por ordem dos médicos. A depender de como se desenrole a temporada, se surgirem mais lesões graves Nadal poderá optar por se afastar de vez. É bom lembrar o extenuante calendário de saibro mais uma vez, ainda que seja seu ganha pão, e essa repentina saída de Toni.

        Sobre isso, meu bom Dalcim, achei estranho que a saída tenha sido de certo modo antecipada. Ainda que Moya seja velho conhecido de ambos e com bastante conhecimento do estafe, é no mínimo estranho que Toni saia logo após o primeiro torneio, sem uma transição mais longa.

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      1. evaldo moreira

        Uaaaaaaaaaaaaaaai, demorou mestre, tamo nessa, hehehehe.
        e com certeza um evento dessa magnitude, nossa, ia top demais, ainda sendo do blog mais comentado do Brasil?????
        E sendo Dalcim Open?, hahaha, mestre, uma curiosidade peculiar, quantas sugestões você tem?, ou seja, daquelas que foram sugeridas pela familia do blog aqui!?
        Eu aposto que há mais de trocentas sugestões, rsrsrsrs.

        Responder
  20. TADEU MATSUNAGA

    Caro Dalcim, como de praxe – e sempre, parabéns pelo serviço prestado aos fãs de tênis. Conto as horas, ou dias, para suas publicações aqui pelo blog.
    Já o vi, anteriormente, defender a tese da falta de foco do sérvio, da perda de motivação. Mantém essa opinião ou, como alguns, arrisca que o extra-quadra está pesando para a queda de rendimento? De tudo o que foi citado acima, a posição do Becker me parece muito clara e sincera. Foi quem esteve ao lado de Djokovic, presenciou seu firmamento como um dos grandes da história.

    PS: Os boatos sobre a Sharapova, o que passa? Uma suposta escapada fora do casamento?

    Abraços!

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    1. José Nilton Dalcim

      É muito difícil opinar, porque não existem lá muitos fatos, Tadeu. Se ele diminuiu o ritmo de treino, como diz o Becker, qual seria o motivo? Estafa, desinteresse ou problemas pessoais? Sempre há margem para diferentes possibilidades. Eu pessoalmente acho que ele resolveu dar um tempo para si mesmo, perdeu o foco e ainda sofreu contusões que tiraram sua confiança.

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  21. Luis

    Sete anos depois do primeiro título de slam o que Federer ganhou?. Wimbledon 2012 e Australian Open 2017. Sete anos depois do primeiro Slam Nadal ganhou US Open 2013 e RG 2013 e 2014!!!!. A trajetória é essa mesmo!! O ritmo de conquistas do Djoko vais diminuir mesmo!. E tem outro fator que eu acho relevante!!!! Por muito tempo o resto do top ten sempre afinava na hora H. Nishikori, Tsonga, Berdych, Ferrer… esse pessoal joga muito mas sempre apanha no final. Raonic está querendo ser diferente desse grupo. Dimitrov e Zverev são incógnitas mas sobre quem ainda se tem alguma expectativa. E essa talvez seja a primeira temporada em que Delpo e Stan jogam bem ao mesmo tempo. Acho que será um ano mais competitivo. Acho difícil Djoko estabeelecer a dominância de outros tempos

    Responder
    1. Sergio Ribeiro

      Seu primeiro SLAM foi em 2003, Luiz. Sete anos depois , tivemos AOPEN 2010, WiMBLEDON 2012 , e AOPEN 2017. Nada que mude muito o seu comentário realista. Abs!

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      1. Nando

        Os sites piratas são bons hein kkkkkkkk, assisto a maioria dos jogos por eles (os q não são transmitidos na tv fechada) o problema são as propagandas…

        Responder
  22. Pieter

    Dalcim, com todo o respeito às meninas brasileiras, que são umas batalhadoras mas não deixou de ter sido bem decepcionante a atuação do time brasileiro na FedCup lá no México. Infelizmente parece que a Teliana ainda não reencontrou o seu jogo, sofrendo derrotas bisonhas diante de adversárias que ela venceria facilmente em outros tempos… Sem a Bia Haddad e a Paula Gonçalves fica quase impossível o Brasil ganhar de algum time, mesmo na América Latrina…

    Responder
  23. Luis

    Dalcim vc sabe de algo como uma traição do Djokovic com a mulher? era uma explicação boa pra queda do sérvio Dimitrov sofreu com a separação da Sharapova,acho nessa parte Federer ta muito bem com a mulher que sempre o apoia pode parecer não muito mas tenista fica bem pra jogar tênis com esse apoio,Nadal parece bem nessa parte com sua namorada que namorada rs

    Responder
  24. André Pires

    Dalcim, o que você acha dessa campanha:
    Martin Klizan
    Ranking ao final de 2016: #35
    Torneios disputados e respectivos resultados:
    Campeão: Roterdã (5V), Hamburgo (5V);
    SF: Sofia (3V 1D), Challenger de Poprad (3V 1D);
    QF: Challenger de Praga (2V, 1D) ;
    2R Umag (1V 1D).
    1R: Doha, Sydney, AO, Dubai, iW, RG, Wimbledon, US Open, Metz, Tokyo, Shangai, Vienna, Paris (Os últimos 6, seguidamente)
    V-D:1 9-17
    Você já viu uma campanha tão irregular assim? Um jogador obter suas vitórias (e com títulos) em tão poucos torneios (4 ATPs e 2 Challengers) e ainda manter um ranking decente?

    Responder
  25. Marquinhos

    Luiz Fabriciano,

    Em 2012, Novak perdeu a liderança do ranking para Federer. Em 2O13, perdeu para Nadal. Ou seja, seu domínio mesmo foi em 2011, 2014 e 2015, só!

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      O domínio sim, é desde 2011. Invencibilidade não.
      Esperemos finalizar 2017 para saber se o domínio realmente já acabou. Se continuar na toada atual, poderemos fechar a conta em 2016.

      Responder
  26. O LÓGICO

    KKKKKKKKKKKKKKK DJOKODJOKO LADEIRA ABAIXO.
    Essa foi minha profecia para Djokinho kkkkkkkkkkkkk não esqueçam kkkkkkk
    Agora uma coisa é certa: ele meia-boca entuba o robozinho do Bin Laden kkkkkkkkkkkkk
    Esse cara merece uma estátua na Rod Laver por ter detonado o Tênis da LAJE praticado pelo
    tenista da intimidação, da ombrada kkkkkkkkkkk, da burla, do migué e da falta de ética e etiqueta
    no esporte. Considero a jornada do robozinho o holocausto da era aberta do tênis.
    O bom é sabermos que ele tá queimando no inferno do mundo do tênis, e o AÇAÍ FARPAN derretendo com ele kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Anti anti-jogo

      “Esse cara merece uma estátua na Rod Laver por ter detonado o Tênis da LAJE”.

      Concordo. Agradeço todo dia a papai do céu por ter nascido esses sérvio para impedir (mais) o estrago feito por Robolito Kid.

      Responder
  27. Bruno Macedo

    Queridões, Djokovic é gente com a gente. Ele ta meio aéreo, meio desligado, com dores nas costas, problemas com a esposa ou ta so de saco cheio mesmo, saturado, sabe?
    Ele pode nunca mais voltar a ser o era, mas, ao mesmo tempo, ele pode voltar a ser o que era amanhã.
    Vcs duvidaram do Federer e agora estão duvidando do Djokovic. Será que ainda não aprenderam que não se duvida de caras assim?

    Responder
    1. Paulo F.

      Sempre os Federistas precisam vir afirmar que Federer é um gênio.
      Ora, quem não sabe?
      Mas precisam sempre afirmar, afinal as patéticas derrotas para Nadal abalam até o Federista mais ferrenho – tipo Wimbledon 2008.

      Responder
      1. Carlos Reis

        Patéticas!? Nadal é um dos grandes do tênis certo? Perdeu Wimbledon/08, AO/09 e mais quatro RG, e mesmo assim é o recordista… E ainda teve 3 vices para o Djoko e 1 para o Delpo, jogou 28 finais de GS, um número ABSURDO!!!

        Responder
  28. Carlos Alberto Alves

    Lendo a maioria dos posts, acredito que a tal desmotivação ou queda inesperada são problemas extra quadra. Tem ainda o lance com a Sharapova que muitas pessoas comentaram, porém não podemos afirmar o quanto que tem de verdade nisso, mas enfim eu gostaria de estar desmotivado como ele e com mais de cem milhões de dólares na conta…rsrsrs
    Agora Dalcim, você que conhece e sabe muito sobre tênis o que aconteceu com o Dominic Thiem, que parecia ser uma jovem promessa, mas que nos últimos torneios têm sido eliminado precocemente. E o Nishikori o que acontece com esse jogador? No auge da forma consegue enfrentar qualquer um, mas o que vemos é que o japa está sempre podre!

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    1. José Nilton Dalcim

      Thiem já estava com o ombro ruim no Australian Open. E continua jogando torneio atrás de torneio. Acho que ele está exigindo demais do físico, sem falar que pisos mais velozes ainda não são o seu forte. Nishikori é exatamente isso: grande tenista com problemas físicos múltiplos e recorrentes.

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  29. Carlos Lira

    Dalcim, sendo o tênis um esporte individual e de alto rendimento, tal oscilação é até normal.

    Diferentemente de esportes individuais e também de alto rendimento, como atletismo, que tem sua culminância de dois em dois anos (mundial e olimpíadas), o tênis tem quatro pontos altos no ano… É dificílimo segurar a barra por mais de dois anos.

    Dito isso, acredito que Nole, caso não tenha nenhum problema físico, voltará bem… mas não tão dominante.

    Responder
  30. Luis

    Eu acho que a trajetória de Djoko será semelhante à de Federer e Nadal!. E todos dois superaram fase ruins e períodos de menos conquistas. Tenho certeza que isso vai acontecer com Djoko e eu ainda o coloco como o principal favorito a fechar o ano como número 1!!. Na minha opinião Dalcin o ano de 2015 deixou uma impressão errada no circuito!!. Parecia que ele tinha acabado de chegar no auge e o céu seria o limite. Em 2015 o cara já era top 10 há sete temporadas. Acho ilusão acreditar que ele tenha o seu apogeu por atingir!. Isso já aconteceu!! Mas certamente ainda virão conquistas de peso por ai

    Responder
  31. Mauro Amoedo

    Dalcim, tudo bem?

    Ano passado Austrália e EUA se enfrentaram na Austrália na 1ª rodada da Copa Davis.

    Esse ano, o confronto será pela 2ª rodada, e novamente na Austrália… Não deveria ser invertido ???

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A história é curiosa. Em 1999, os EUA não seriam a sede contra a Austrália (haviam sido em 1997) mas, como era para comemorar os 100 anos da Davis, pediram e os australianos aceitaram jogar duas vezes fora, desde que os dois seguintes fossem na Austrália. Demorou muito até que os dois voltassem a jogar no ano passado e por isso será novamente na Austrália (mas a ITF determinou que o piso terá de ser sintético).

      Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Se ele não jogar na semana de Dubai, não será fuga. Será pra preservar o ombro…

      Agora se jogar outro torneio nesta mesa semana, aí sim será fuga mesmo!

      Responder
  32. Eric Magalhães

    Desculpe Dalcim, mas não concordo. Djokovic, assim como Federer e Nadal, ganhou muitos dos seus títulos aos trancos e barrancos, simplesmente porque ele é fora de série. Essa história sobre perda de foco, contusões e tal não teria nenhuma ressonância se ele tivesse dado um 3 a 0 em Wawrinka no US Open, o poderia muito ocorrer. O ano de 2017 tem tudo pra ser de Djokovic novamente e a final entre ele e Murray em Doha foi uma amostra disso. O que aconteceu no AO foi um acidente de percurso, muito bem vindo, diga-se.

    Responder
  33. Márcio Souza

    Gala galera salve, salve!!!

    Engrossando aqui a quantidade de comentários para que o post sobre o sérvio chegue nos 200 (o cotonete ganhou 12 Slams e por isso merece que um post seu chegue em honrosos 200 e poucos comentários kkkkkk).

    Se bem que não há muito o que falar do Cotonete, Playmobil, abraçador de árvores, paz e amor e do acariaciador de plantas, muitos comentários aqui ja descreveram o que pode estar acontecendo com o sérvio e sinceramente não sabemos a real causa dessa queda de rendimento tão notável do sérvio.

    Muito se fala da parte física e da motivação, mas o que eu acho é que ainda precisaremos ver um pouco mais do sérvio em ação esse ano para termos mais respostas, sobretudo se ele for mal em Indian Wells e Miami, até porque tem a Davis antes da temporada no saibro e acreditar que no saibro ele vai retomar as vitórias e chegar forte em RG eu acho um pouco insensato.

    Eu acredito que esse tempo fora do circuito ira fazer muito bem ao servio, como fez para o Federer e o Nadal, porém não acredito que veremos um domínio como em 2015 novamente, pelo tenis que ele joga ele entrara sempre como um dos favoritos nos principais torneios, mas terá que colocar a faca nos dentes e voltar a jogar muito se de fato quiser conquistar mais alguma coisa.

    Esse ano sera fantástico porque teremos mais disputa entre os tenistas, podemos listar o Federer, Nadal, Murray, Djokovic, Wawrinka e Delpo como possíveis caras a serem batidos e com uma chance muito grande de Raonic, Nishikori, Dimitrov, Thiem, Zverev e até mesmo Cilic aprontarem, não vejo nenhum tenista totalmente dominante a ponto de tornar o circuito previsível, mesmo com uma torcida gigantesca pelo GOAT conquistar varios torneios e como ele defende muito poucos pontos até o final do ano dele subir no ranking e brigar pelo numero 1, mais isso é só mais torcida do que palpite.

    E que esse ano seja realmente um ano maravilhoso do tênis em todos os sentidos.

    Ps: E que o que Istomin fez com o sérvio no AO, se repita em mais algum torneio esse ano, porque adorei escrever aqui e tirar um sarro das djokozetes com essa derrota pro tenista com nome de remédio, nessa a piada ja vem até pronta kkkkkkkk

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    1. Marcelo-Jacacity

      Esse Márcio Federete é de rir…hahahahaha
      Está tendo algum Grand Slam no momento? Djokovic venceu algum Slam contra outra lenda do tênis ontem? kkk é cada uma. Raciocínio lógico passou longe…

      Responder
  34. Arthur

    Ao contrário de muitos, não sou muito pessimista em relação ao Djoko, Dalcim.
    É evidente que aquele domínio de 2015-2016 (até RG) foi surreal e não poderia durar para sempre. Nesse sentido, qualquer queda – e por “queda” entenda-se não vencer os maiores torneios – seria vista como declínio.
    Mas eu não descartaria o sérvio logo, não. Veja o caso do Nadal.
    No final do ano passado, era dado como semi-aposentado. Em janeiro, foi finalista do AO e, neste momento, é o principal candidato a RG.
    Ao contrário do espanhol, o jogo do Djokovic, embora dependa muito do físico, não causa o mesmo nível de desgaste.
    Por isso, acho que ele ainda tem muita lenha pra queimar.

    Um abraço.

    Responder
  35. Luis

    Dalcim tinha impressão que ser numero 1 da Atp da muito confiança ao tenista mas ao mesmo tempo o tenista no exemplo do Djokovic acaba achando que seu tênis e’ o suficiente pra continuar ganhando e quando cai pra segundo ou terceiro acaba ficando difícil dar volta por cima,acho que vc disse no blog que se manter como numero 1 e’ muito difícil,Djokovic que era elogiado pelo mental parece caiu nessa parte e o servio olhando de fora parece muito emotivo o que acha? Federer pela tranquilidade seja mais fácil voltar a confiança,ano passado Nadal parecia que tava sem vibração que voltou nesse aberto Australia,sobre recordes vc escreveu que Djokovic jogasse sem essa pressão,concordo que Djokovic pode começar a ganhar Slam mas como Federer e Nadal vai diminuindo as chances com os anos

    Responder
  36. Julio Calleja

    Dalcim , diante de tudo que você expôs, qual sua opinião sobre o sérvio ter ido esquiar ainda no domingo, logo apos o confronto da Copa Davis? Achei um tanto estranho, até por alegado problemas no ombro no jogo contra o Daniil Medvedev.

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    1. José Nilton Dalcim

      Nada demais. Ele provavelmente recebeu recomendação médica de repouso nos treinos e foi aproveitar o tempo livre de outra forma. Me preocupa mais o fato de ele só voltar às quadras em Indian Wells. O hiato será muito grande.

      Responder
  37. TARCISIO COLARES NOGUEIRA JUNIOR

    Dalcim,

    Djokovic parece ser um cara família e o desgaste mental e físico cobraram a conta. Só penso que, vendo Federer e Nadal voltando a jogar, pode influenciá-lo a focar no jogo e disputar Slams.

    Acho que voltar a ser o número 1 pra ele, como para Federer e Nadal, é bom, mas treinar e jogar mesmo é pelos Slams.

    Responder
  38. Carlos Souza

    Bem eu leio todos os posts fui fazer um apanhado nos ultimos 2 anos nos comentários.e pude ver que este internauta Mário César ele sabe muita coisa de tênis e de bastidores!Dalcim é possível saber sobre os bastidores?

    Responder
  39. Luis

    Dalcim pensando no que disse o Marcos sobre Djokovic os adversários melhoraram e desafiam o Servio,Federer,Nadal e Murray lembro que tenistas do big 4 jogavam 50% e venciam esse ano parece e já ano passado Raonic e’ favorito contra Nadal impensável alguns anos rs,venceu Federer numa final Brisbane,Djokovic teve muito trabalho contra o Simon jogador mais chato da ATP rs,e com outros perdendo top100 Istomin que seria atropelado pelo Djokovic antes o que acha adversários tão mais difíceis pro Big 4 e se Djokovic pode ta voltando ser o de antes 2011 que perdia jogos e raquetes rs,por perder concentração nas partidas?

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  40. SÉRGIO ADRIANO

    Alguém já percebeu que a Jelena não aparece mais com a mesma frequência no Box do marido????
    Bem como em algum comentário do ano passado Djokovic se referiu a Andy Muray e sua esposa sobre a importância dessa harmonia familiar?
    Tem alguma coisa por aí também. Mas com certeza tudo será superado e o Djoko volta para o quarteto e decide Roland Garros com Nadal. Se ganha é outra estória kkkkk

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  41. Nando

    Dalcim, acredita q Federer está na lista dos 5 melhores voleadores de tds os tempos? Revendo alguns vídeos aqui…ele voleia de qlqr jeito, voleia com a bola no pé e td mais.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Teria de pensar com calma, Nando, mas acho difícil. Porque em outros tempos havia tenistas que viviam exclusivamente disso, como McEnroe, Sampras, Edberg, Becker, Rafter, Cash… Hoje em dia o tênis dá muito menos voleios.

      Responder
      1. Buzinas

        Acho que o Federer não tem nenhum golpe que pode ser considerado “o melhor da história”. Mas em compensação, o saque dele está com certeza entre os melhores, assim como o voleio também, o forehand então, nem se fala, o slice talvez seja o melhor da história, senão for, tá no top 3 com certeza. Ele ainda é fantástico no smash, no jogo de pernas, e realmente o único golpe dele que com certeza não estão entre os melhores da história é o backhand (e mesmo sendo o seu “ponto fraco”, sofreu mesmo foi com os spins inigualáveis do Nadal).

        Responder
    1. Carlos Reis

      Sim, claro, só depende dele, o circuito profissional é um bando de bundões com medinho do sérvio “comedor de fígado”, ele é TUDO, os outros não são NADA…

      Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Sr. Carlos Reis,
        É isso mesmo que escrevi. Ah e apesar de seus comentários desrazoados, o post está aberto pra todos aqui…diferentemente de um clube maçônico suíço que se clareou há posts atrás, com o expresso aviso que o não eudeusamento era proibido

        Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Ladainha e comentários enfadonhos, Bieberescos vimos no fake de mil comentários.
        Foi a primeira vez que vi um post com alguns querendo comentar no post antigo desesperados com a “marca”, com um já novo post no ar. Kkkkkk
        E não menos hilário foi dizer que o post era do suíço, um desavisado acharia que a audiência de baseou em um só jogador, e não em duas lendas do tênis.

        Responder
        1. FRANCISCO

          Não acredito que li isso. MEU DEUS.

          COMO ESTÃO SOFRENDO.

          18X12, SEGUE O LÍDER…

          302 SEMANAS, SEGUE O LIDER.

          237 SEMANAS CONSECUTIVAS, SEGUE O LIDER.

          Responder
    2. Henrique

      Também não. Claro que é Ótimo jogador mas você está baseando em apenas dois anos 2015 e 2016 . Não é só Nole dominou todos os jogadores nesse tempo e é o melhor e pronto. Federer perdeu finais pro Djoko mas não por isso é menos que ele , vice versa. O jogo muda muito durante os anos. Citação: raquete , forma física, parte mental e mais.

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    3. Rodrigo S. Cruz

      Djokovic não é nem jamais foi invencível. Esta ilusão só existe na sua cabeça. Nem a maioria dos nolistas sonham tanto. Rs.

      E com Federer, Wawrinka, Murray e Nadal em boa fase, ele não vai dominar mais nada…

      Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Rodrigo,
        Domínio é diferente de invencibilidade.
        Todos os tenistas que tiveram seus períodos de dominância como Connors, Borg, McEnroe, Lendl, Wilander, Sampras, Federer, Nadal, Djokovic, entre outros, foram derrotados em algumas partidas.

        Responder
  42. Rubens Leme

    Se o número 1 fosse ou Federer ou o Nadal dos velhos tempos, então o sérvio teria um pepinaço nas mãos. Mas, é o Murray, sempre irregular e que ainda precisa provar muita coisa.

    A questão é que chega uma hora em que todos colocam o tênis um pouco de lado. Lembra como John McEnroe fez isso ao se casar com a Tatum O’Neal, no auge de sua forma? Até banda de rock ele formou e gravou com o Eddie Van Halen.

    Tanto Federer como Nadal, por exemplo, estão apostando todas suas fichas em 2017, porque não sabem mais como ficarão em 2018 se tiverem um ano ruim. Murray, Wawrinka, Raonic podem vencê-lo, mas a tendência é que mais percam do que saiam vitoriosos. Então, 12 meses ruins podem ser revertidos, desde que resolvam os problemas extra-quadras que parecem ser o que realmente o incomoda.

    Responder
  43. Eduardo

    O Djoko vinha num nível altíssimo, muito difícil de manter. Some-se a isso família, filho e troca de treinadores… No nível que esses caras jogam, qualquer perda de rendimento é fatal. Acho que Nole ainda belisca um ou outro Slam, mas não alcançará o Federer, como muitos aqui apontaram. E como eu disse há algum tempo, não vejo o Murray sendo tão dominante e por muito tempo como os outros Top3 (apesar da facilidade monstruosa com que ele faz tudo em quadra).
    Dalcim, da nova geração, em quem você apostaria como próximo npumero 1 do mundo? Fico com Zverev!

    Responder
  44. Sônia

    Dalcim, entrando aqui para contribuir também com o número de coments. Gosto muito do Nole, espero que ele volte com toda a garra e força nessa temporada, mas pra mim está tudo muito claro, é aquele guru acatingado ESPANHOL que está atrapalhando. Ele está infiltrado, a mando do lado negro da força (são perigosos “por demais”), para desestabilizar o Nole. Tudo planejado, infelizmente. Abraçar árvores com certeza faz um bem danado, gostar de animais idem (meu cachorrinho se chama “João Federer”), mas “amor e paz” nesse meio tenístico é surreal… acoooorda Nole, por favor, escolha um guru SÉRVIO. Superman, AJDE NOLE! Beijos.

    Responder
  45. Rodrigo Galdino

    Caro um pouco fora do tópico mas com relação ao próprio sérvio e futuro do circuito.
    Djoko cansado de apanhar do mestre e do animal em 2011 resolveu dar “o salto” na sua carreira e destronar os Big Dogs,Wawrinka (em uma escala menor)
    decidiu que também queria seu lugar ao sol.
    Você acha que mais alguém no circuito esta prestes a dar esse passo ? E em quem você apostaria ?
    Claro que é muito complicado Djoko e Murray vão se manter no topo um bom tempo e ainda temos Federer e Nadal na espreita esperando qualquer deslize dos dois.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que muitos estão tentando, mas a qualidade é inferior. Como Raonic, que busca de um novo padrão. Acho que Wawrinka e Delpo teriam essa capacidade.

      Responder
  46. ULISSES GUTIERREZ

    Dalcim,

    vejo como um dos fatores para queda de intensidade do Nole, além do fator motivação, o fato de ele estar muito próximo dos 30 anos, ou seja, ele sabe que terá dois ou três anos no máximo jogando em alto nível. Acredito haver uma queda natural de intensidade. Ao meu ver continuara sendo favorito nos majors por pelo menos mais duas temporadas, no entanto nunca mais como antes (2015 e 2016). Não estou dizendo com isso que irá se aposentar daqui a 3 anos, mas depois de tantas vitórias, terá de se acostumar com derrotas mais constantes, e em muitos casos precoces, como ocorreu no AO2017. Chegar aos números do Federer, acredito que já tenha caído a ficha, deve ter percebido que são quase impossíveis de se alcançar. Qual sua opinião mestre?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu acho que ele pode fazer muita coisa ainda, Ulisses, mas nenhum tenista, nem mesmo ele, pode se dar ao luxo de estancar na parte física ou técnica no circuito de hoje. É preciso trabalhar para evoluir sempre.

      Responder
  47. Dramde

    Bom dia, Dalcim. Muito interessante o post e os comentários dos especialistas. Depois de todas as informações que vieram à tona sonre Novak, também estou acreditando na tese da “falta de motivação”, embora pareça um tanto estranha, e até mesmo arrogante, como citou o o colega Marcos Marinho.
    Mas a verdade é que isso é muito comum nos esportes de alto nível. Já vimos Jordan, Prost, Schumacher, e outros gênios até mesmo se aposentarem depois de uma grande conquista ou sem uma conquista mas estando ainda em grande fase. Depois retornaram. Alguns com sucesso, outros nem tanto.
    Temos também situações mais pitorescas como a de Nico Rosberg, Marion Bartoli e Flavia Penneta, que se aposentaram de forma precoce e surpreendente, logo após sua única conquista importante.
    Mas voltando ao tênis, que é um esporte individual, onde o tenista joga sozinho, sem apoio do técnico, e sem a possibilidade de pedir tempo, o foco é uma arma necessária ao sucesso. E sabemos que qualquer problema motivacional afeta o foco do tenista, por isso acredito nessa tese. A questão agora é: Djokovic vai dar a volta por cima ? Bom, se ele gosta de Einstein, existe uma chance, afinal:

    “É urgente eliminarmos da mente humana a ingênua suposição de que seja possível sairmos da grave crise em que estamos mergulhados, usando o mesmo pensamento que a produziu”
    Albert Einstein

    Responder
  48. Paulo F.

    É, com a conquista de Roland Garros, a sensação de “missão cumprida” desmobilizou muito Nole.
    Talvez com Rafael Nadal e Roger Federer novamente debaixo dos holofotes após o último AO, traga-lhe de novo aquela motivação e intensidade que tanto lhe é peculiar.

    Responder
  49. Tiago

    Prezado Dalcim!
    Vou chover no molhado. Nole cansou. Quer curtir a familia e tal. E mais ou menos como o lema dos concurseiros: “estude até passar”. Todavia, ele está milionário, com familia e as vezes quer se dedicar tambem a outras coisas.
    É normal a queda. Em 2014 e 2015 o Federer era o único tenista (salvo engano) que levava o jogo ao 5 set com Nole (GS).
    E uma cobrança fisica absurda jogar neste nível. Lembro que em Winbledon que Nadal venceu o Federer pela primeira vez, enquanto o Nadal descansava o Federer saia para jantar com os amigos.
    Ou seja, chega uma hora que o tenista percebe que o esporte e maravilhoso, mas não é a única fonte de felicidade na vida.
    Acho que e este momento que NOLE esta vivendo.

    Responder
  50. Marquinhos

    Acho que não é tão absurda assim a tese de Novak ter feito um pacto com o capeta pra ter tantos títulos na carreira. Agora o DEMO veio buscar sua alma em forma de “guru espiritual’.

    Responder
  51. Marquinhos

    Dalcim. Eu vi hoje um ponto que Federer fez contra Andy Roddi. Roger fez um tipo de smash de costas, perto das placas de publicidade. Pra mim foi o ponto mais extraordinário que vi o suíço fazer. Não sei bem qual era o torneio, parecia o finals. Depois do ponto, o americano joga a raquete em direção a Roger e atravessa para o outro lado para abraçar e cumprimentar o suíço. Sensacional! Está nas dez melhores de Roger no youtube

    Responder
  52. Rafael Medeiros

    Acredito que a questão seja mesmo de fundo mental/confiança.

    As supostas “lesões” também decorrem daí. Quando se está sem confiança as dores comuns tornam-se mais pesadas, os erros tornam-se imperdoáveis imperfeições, tudo fica denso, pesado. O físico reage mal ao emocional comprometido.

    Ser n. 01 é sempre retratado como uma penúria pela maioria dos tenistas que lá chegaram. Preocupação constante de cair, ser vergado, perder o posto. Uma pressão dos infernos. Nole assimilou bem com seu natural bom humor e com os resultados positivos, assombrou o mundo com um tremendo domínio, mas bastou uma má sequência para tirá-lo dos eixos. Já vimos ele assim antes, com nervos aflorados e sem sorrisos.

    Fase. Acontece. Ele não será tão dominante quando se recuperar porque o circuito está mais duro agora, com Nadal e Federer recuperados e a nova geração emparelhando.

    De qualquer forma, ainda vejo Novak muitíssimo superior a Murray. Este sim, técnica e mentalmente não se aguentará na ponta. Não tem condição de dominar o circuito e alguém irá chegar ao n. 01. Vai ser curioso ver a briga pelo topo este ano. Está bem aberto.

    Dalcim, muito cedo ainda, mas vamos especular: quem você acha que será o próximo n. 01? Eu voto em Raonic.

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      1. Rafael Wuthrich

        Isso seria surpreendente. Os masters americanos nos dirão muita coisa. Murray segura o posto até Wimbledon se meramente fizer campanha média em RG; daí já teremos um panorama claro.

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      2. Anderson Castro

        Tomara, Dalcim! Entretanto acho muito difícil isso acontecer, infelizmente. O suíço apresenta uma regularidade impressionante nos majors desde 2013, contudo, no restante da temporada ele é muito instável (pecado capital para quem almeja liderar o ranking). Mas pelo grande talento que possui seria fantástico vê-lo ser número 1 do mundo.

        Responder
  53. Alison Cordeiro

    Bem, Dalcim, acho que o ritmo avassalador que Djoko imprimiu teve a combinação necessária do grande campeão: determinação e persistência além do limite para treinar, o que fez muita diferença em todos os jogos, pois mesmo naqueles que não começou bem tinha sempre pique para correr atrás; o mental fortissimo, uma certeza sobrenatural que o adversário iria fraquejar em algum momento e ele iria rumar para a vitória; a meta de superar as duas lendas que estavam acima dele no circuito (e quando digo superar, falo em vencê-los, não em em bater seus recordes), o que lhe rendeu grandes vitórias contra ambos e superação no H2H; alcançar o título de todos os Grand Slams, igualando-se a seus geniais contemporaneos adversarios; e a sorte que acompanha aqueles que se dedicam e fazem o dever de casa bem feito. Quando ele obteve estas conquistas, seus rivais estavam aparentemente mortos. Imagino que o combustível para manter o nível foi completamente consumido. Murray não representa uma rivalidade de mesmo porte a ponto de motivar uma retomada do esforço e nem Wawrinka embora ambos tenham obtido algumas grandes vitórias sobre Dkojo. Enfim, se o espírito de competição arrefeceu, se o ânimo caiu, a irregularidade começa a pesar, as derrotas virão e o mental vai pesar. Tendo feito o que fez até agora, jamais se duvida que ele possa se recuperar e voltar ao topo. A dúvida que assola seus fgãs, incluindo eu, é se ele vai ter disposição para fazer isso, e se tiver disposição, se conseguirá reunir outra vez todos os elementos para os feitos gloriosos. Na torcida!

    Responder
  54. Mário Fagundes

    Às vezes esquecemos que atletas extraordinários também são humanos. Portanto, acho perfeitamente normal o que acontece com Djokovic. Seja qual for o motivo, este momento vai passar e ele voltará forte, candidato aos grandes títulos. O que duvido é que imponha o domínio dos últimos anos. A chegada aos 30 anos, estilo de jogo que exige demais do físico, lesões e cansaço mental são fatores que irão pesar em muito no desempenho do sérvio. Vejo situação semelhante a de Nadal, embora Djoko tenha administrado muito melhor o calendário ao longo da carreira. Falando nisso, Nadal também desistiu de Roterdã. Enfim, o espanhol começa a enxugar os torneios e demonstra, claramente, que quer chegar forte em Rolanga. Esta temporada promete.

    Responder
  55. Pieter

    Dalcim, porque a Bia decidiu iniciar a temporada lá na Austrália, lugar onde tradicionalmente os brasileiros não jogam bem e com o problema do fuso para atrapalhar, ignorando os dois bons Challengers femininos que se realizarão aqui no Brasil e no saibro, onde ela joga melhor?
    De todo modo, estou torcendo por ela. Merece, depois de toda a zika que a tem perseguido…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Segundo me disseram, a ideia foi jogar na quadra dura, onde ela está se sentindo cada vez mais à vontade, como mostrou nas boas campanhas nos EUA. E eu particularmente acho que ela também tentou evitar jogar aqui, onde a cobrança seria naturalmente maior.

      Responder
  56. rafael

    Eu concordo que é um mix de coisas, e com a conquista de RG ele relaxou. E em um esporte de altíssimo nível, qualquer relaxada pode ser crucial. Todavia, eu ainda acho que se ele voltar a ter “sangue nos óio” ele voltará a dominar o circuito. Ninguém tem o conjunto de habilidades que ele tem para atacar, defender e ainda permanecer forte mentalmente. GO NOLE!!

    Responder
  57. Marcos Marinho

    Esse argumento da falta de motivação chega a ser arrogante até. É como se ele estivesse dizendo: “sou muito melhor que vocês, então eu posso dominar o circuito quando eu quiser. No momento eu não quero muito, por isso estou perdendo.” Era equivocado quando se alegava isso pra Federer a partir de 2010. É equivocado ao atribuir as derrotas de Novak a isso tbm.

    O circuito hoje talvez seja mais difícil do que em 2015. Desde então Raonic, Zverev, Kyrgios, Thiem e etc evoluíram. Agora parece que Dimitrov está buscando retomar o caminho perdido em 2014. O próprio Andy Murray não é mais o saco de pancadas que costumava ser de Nole. Rafael Nadal parece estar retomando o alto nível (apesar de ter pego uma chave BEM FÁCIL em Melbourne). Federer ainda está competitivo.

    Enfim, há outros fatores que não o próprio Djokovic que explicam sua queda de rendimento. Atribuir apenas a ele (não foi isso que Dalcim deixou transparecer no texto, só pra constar), me parece de uma tremenda arrogância.

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Marcos, quando alguém diz “falta de motivação” não quer dizer que a motivação fará com que ele vença tudo. Seria realmente arrogância, mas a falta de motivação faz sim a pessoa/atleta ser extremamente passiva em tudo que faz, trazendo esses resultados que estamos vendo.

      Responder
  58. Thiago

    Dalcim até acredito que Djokovic vai voltar a jogar bem, mais não voltará mais dominar o circuito e como disse aqui em post anteriores os adversários já começam a não respeitar tanto e passam acreditar que podem ganhar dele e pra mim ele está com algum problema pessoal você não ver mais aquela alegria dele em quadra, como vc mesmo disse agora vive reclamando de tudo. vamos aguardar os próximos torneios pra ver em que nível vai jogar em caso de derrotas precoces a pressão vai aumentar ainda mais.

    Responder
  59. Calson Pinheiros Rodovalho

    Não creio que seja uma falta de motivação, apenas uma tirada do pé do acelerador, como fez Federer em 2010, e fez uns 6 ou 7 torneios horríveis em seguida, pós título na Austrália.
    Mas creio que essa tirada de pé aconteceu justamente porque o físico já começa a incomodar, depois de muitos jogos e com esforço tremendo pra ganhar a maioria deles creio que já começa a aparecer incômodos, como na final do US Open do ano passado.
    Agora como as coisas são engraçadas, hein Dalcim, depois que Djokovic ganhou o AO ano passado ninguém achava nem que ele iria perder um GS, e davam ainda anos de liderança ininterrupta no ranking pra ele, e hoje ele nem é mais n1, e dos últimos 3 GS que jogou em 2 não chegou nem nas oitavas.
    No mundos do tênis um mês pode ser substancial para uma mudança de projeção.

    Responder
  60. Luiz Fernando

    Creio q o Toni Nadal resumiu a opinião da maioria: Murray e Djoko continuam os principais favoritos a vencer os grandes torneios. Rafa e Federer permanecem incognitas, pois não sei se conseguirão manter o nível apresentado no AO. Agora Dalcim, vc havia comentado acerca da falta de bom senso cronica de Nadal de fazer seu calendário, mas parece q a ficha finalmente caiu, não acha?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Felizmente, Luiz! Ele pulou a Davis, agora evitou Roterdã. Será que é efeito Moyá? De qualquer forma, foi a atitude correta: pensar nos torneios que realmente interessam.

      Responder
  61. Luis

    Dalcim 4 manha rs,sobre Djokovic a queda na motivação de ficar na forma incrível que estava mas deve ser chato e ter ficar meio fora das coisas que gosta pra ser superatleta e conseguiu os objetivos carreira slams,numero 1,se for físico e’ o resultado de muitas finais e o seu tênis como do Nadal um pouco menos mas depende ta muito bem no físico não vi o borg acho tem maior aproveitamento do tenis e parece que teve problemas fora da quadra,vc vê alguma semelhança com Djokovic? Exemplo do Federer nesse aberto Austrália conseguiu motivação pra vencer Slam novamente,Nadal também depois de um ano ruim

    Responder
  62. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,nao sei se concorda,mas acho que Djokovic pode estar entrando num caminho que Federer e Nadal estao.Federer desde 2010 e Nadal desde 2014 nao sao mais aqueles tenistas dominantes,que brigariam para ganhar 2,3 grand slams por ano e que poderiam ganhar a maioria dos torneios e ter uma aura de invencibilidade,POREM eles ainda chegariam a finais de grand slam,Federer ganhou duas e foi numero 1 e tal…Vejo mais ou menos isso no Djokovic:chegando aos 30 anos e sendo um jogador que sempre dependeu muito do fisico e mental(por nao definir os pontos em 1 ou 2 bolas como o Federer seu jogo desgasta bastante) acho improvavel ele ganhar 3 grand slams no ano ou mesmo ter um semestre assustador como do ano passado(australia+roland garros+miami+indian wells+madrid+final roma).Acredito que ainda vencera alguns grand slams e ate pode voltar ao numero 1,mas como antigamente acho dificil…Oq voce acha mais provavel de acontecer?..Parabens pelo excelente blog.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Dominar o circuito, manter-se no número 1, ter a obrigação de vencer sempre são coisas muito difíceis de administrar e que exigem demais do tenista, Lucas. Então concordo com você que o longo domínio custa muito ao jogador. Quando outros elementos entram em sua vida, como a família, é natural o foco diminuir. Também acho difícil o Nole voltar a ter o domínio de antes mas sempre será candidato aos Slam em qualquer piso desde que mantenha a condição física e a determinação.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A notícia foi dada 24 horas antes pelo TenisBrasil, Wuthrich… rsrs… Acho que ele fez bem em se poupar, já que fará depois três torneios seguidos na quadra dura, sem falar na possibilidade de jogar as quartas da Copa Davis.

      Responder
      1. Rafael Wuthrich

        Puxa, vi na home do Uol, por isso linkei aqui. Certeza qur vocês sempre são mais rápidos.

        Verdade. Se poupar ok, mas tinha que abdicar de um dos Masters no saibro.

        Responder
          1. Luiz Fernando

            Em Barcelona tentara o decimo titulo, algo inédito; em Madri jogara p os espanhóis, não vejo como não jogue ambos.

  63. Helena

    Parece um conjunto de fatores. Para chegar ao topo, como o Djoko fez, é necessário muito esforço e muito sacrifício. Talvez depois de vencer Roland Garros tenha dado aquela estafa mental e ele precisa de tempo para a cabeça se recuperar. Com esse ritmo intenso, a pessoa vê menos os amigos, a família, tem que manter o foco 100% no esporte e isso um dia cobra o preço.
    Falando agora especificamente de alguns pontos, passar um tempo com a família parece um dos fatores. Hoje em dia ele parece estar bem focado em passar mais tempo útil com a esposa e o filho (e os cachorros), ao menos tem demonstrado mais nas redes sociais. Outro ponto é que é que ele parece ainda mais magro, inclusive me lembro dele ter dito que parou de comer carne (antes ele ao menos comia peixe e frango). Não sou especialista, então não posso opinar sobre o quanto isso influencia, mas ele parece magro demais.

    Dalcim,
    Falando sobre o Agassi, sabe se ele tem alguma intenção de ser treinador? Se tem alguém que conhece os altos e baixos do mundo do tênis, esse cara é o André. Gostaria de ver ele no box de Nole um dia, mas não creio que vá acontecer, ainda mais por conta da rivalidade Becker x Agassi.

    Responder
  64. Rafael Wuthrich

    Ou seja: após Doha, Nole terá tido apenas meros 2 jogos e meio no ano, e ficado parado um mês inteiro. Algo está errado. Se perder cedo na Califórnia, a coisa pode complicar.

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  65. Diego

    Acho que o que aconteceu foi o seguinte….
    Cansado de bater na trave e e nunca conquistar o Aberto da França, ele vendeu sua alma para uma entidade maligna, que lhe daria o título em troca de uma parte de sua saúde. Agora com a saúde um pouco menos forte, ele tem dificuldades pra repetir as ótimas atuações. hahahahaha Só acho.

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  66. Leonardo T.

    Dalcim, a esta altura da carreira, para um cara vaidoso como Djokovic, o fato de estar sempre a sombra de Federer e Nadal por mais feitos que atinja, não é um golpe mortal para continuar seguindo em frente?

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      1. Victor Martins

        Dalcim,
        Deixa eu tentar explicar, você não acha que o fato dele(Djoko), ter dominado o circuito nesses últimos 2 anos e meio, teve lógico, uma repercussão muito grande, e agora com essa volta por cima de Federer e Nadal, e esse jogo épico, em todos os sentidos, recordes de audiência, a dimensão, e a proporção que esse jogo chegou, transcendendo o esporte, não vai fazer com que o Djoko pense, “caramba, eu fiz o que fiz nesses últimos anos, mas bastou voltar esses dois, que eu fiquei de lado.”
        Um exemplo foi o Federer jogar a primeira rodada do Australian OPEN, sendo cabeça 17, jogando no horário nobre.
        Você acha que tem alguma coisa a vê com isso, ou estou falando muita bobagem?
        Um abraço!!!

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  67. Victor Martins

    Eu tenho certeza que essa desmotivação do Djoko tem haver com o Post histórico, e o recorde dos mais de 1.000 comentários. E o assunto principal foi Federer e Nadal. Aí ele não aguentou. O coitado está passando por uma depressão profunda. Tomara que se recupere. Até por que, o Federer precisa se vingar dele em Wimbledon.
    Vamooo Djokinho. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  68. Fábio

    Acho que já disse aqui antes.
    O problema do Nole está fora das quadras. Alguns problemas conjugais levaram-no a adotar uma mudança de postura. Isso envolve religião, dieta, rotina, ideais e prioridades.

    Não é demais lembrar que ele passou MUITAS DIFICULDADES para se tornar um tenista profissional. Pouço dinheiro, país em guerra, preconceito, barreiras e mais barreiras. Até mesmo visto ele não conseguia. Tudo isso parece pesar um pouco sobre ele agora…

    Tenis e talento, todos sabem, ele tem de sobra! O problema é exatamente o que o Boris disse: o quanto o próprio Djoko quer. O quanto ele quer!

    Se não houver uma mudança radical em sua postura, creio que ele nunca mais será o mesmo. E falo isso com muito pesar. Pois sou seu fã. Sou fã de tênis. Especialmente de um bom tênis.

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  69. Marquinhos

    O post é importante, pois fala da queda do tenista que mais dominou o circuto nos últimos anos. Vou ajudar com meus comentários pra ver se pelo menos chegamos nos 200. kkkkkkkkkkk

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  70. Sergio Ribeiro

    Estou mais com Annacone. Não ve o ” Comedor de Fígado ” tao dominante ( perto dos 30 ) como foi nos últimos anos. Pelo Estilo de jogo, era previsto uma queda tanto do Touro ( não vence SLAM desde os 28 ) , como do Servio. O longevo Agassi ( mesmo com a retirada de Sampras, aos 32 ) , somente venceu dois AOPEN , e seis MASTERS 1000 acima dos 30. Ou seja, em SEIS anos. Novak provavelmente superara’ estes números do Carequinha com folga. Mas o Big Four, a meu ver, tende a dividir mais entre si , e abrir algumas portas para outros das novas gerações. Mas tenho um palpite que o Multi-Milionário Servio não terá uma longevidade próxima a Agassi e Federer. A conferir. Abs!

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  71. Marquinhos

    Como sempre foi dito por boa parte dos comentárista daqui, o sérvio é um grande tenista, mas não está no grupo dos mais talentosos da história, então, é natural que com o passar dos anos e com a queda física, suas limitações fiquem mais evidentes. Também é muito fácil de concluir que ele dominou o circuto nos últimos anos devido ao fato de Federer e Nadal estarem longe do auge, a bipolaridade de Murray e a fraqueza da nova geração. Mesmo assim levou duas cacetadas de Wawrinka em finais de slam e perdeu pra pangarés como Istomin e Querry(não me lembro de Federer perdendo para pangarés deste quilate em slam quando tinha 29). Somado a isto o fato de Novak forçar a barra com dancinhas e imitações rídiculas e forçadas, pra tentar arrancar aplausos e risadas de crianças de 6 a 10 anos(acho que a maiorianão cai nessa) pra tentar aumentar a popularidade. Pra Mim, Novak pode ficar o quanto tempo quiser abraçando árvores e tendo orgasmos com plantas, pois não sinto prazer nenhuma em ve-lo jogando.

    Não é apenas menos teatro, é menos teatro e circo!

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    1. Marquinhos

      Assim como Anacone, penso que ele ainda vai voltar a jogar em um ótimo nível, mas longe do nível surreal de 2016. Talvez vença mais dois slam e só!

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      1. Luiz Fabriciano

        Não sei quantos jogadores hoje estão no ranking da ATP, mas acredito passar facilmente dos 1000. 99% deles jamais sequer disputaram ou disputarão uma final de Slam e você diz que Novak ainda ganhará mais dois. É realmente um ser muito limitado esse sérvio.

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        1. FRANCISCO

          A conversa já é essa?

          E NÃO MAIS, ELE QUEBRARÁ O RECORD DE SLANS DE ROGER, ULTRAPASSARÁ O NÚMERO DE SEMANA COMO NÚMERO 1 DE ROGER.

          SERÁ O MAIOR E MELHOR JOGADOR DE TODOS OS TEMPOS.

          Agora a conversa é essa?

          Acame-se, vai dar certo.

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Leia meu comentário novamente e atente-se ao escrito. Não fui eu quem começou essa “conversa”.
            Acamemo-nos.

  72. Valmir

    Dalcim,
    Tem uma coisa a mais a ser crescentada nessa lista aí do Djoko. A sorte fugindo.
    Ele cansou de vencer partidas nas quais deveria ter perdido.
    Em algum momento a sorte vira e aí muitas partidas serão perdidas até para adversários não tão bem ranqueados.

    Djoko sempre foi reconhecido por salvar uma quantidade enorme de break points… e de … match points
    Muitos foram salvos por erros dos adversários… bolas que saíam por pouco… ou até erros bobos dos adversários.
    Quando os adversários passam a não errar tanto… e ele aumentando a quantidade de seus próprios erros… as derrotas aparecem.
    Quantas partidas ele venceu demorando para entrar no jogo… levando até pneu de Bellucci em Roma 2016… e por aí vai.

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    1. Jose Yoh

      Mas o que diferencia ser um dos maiores de todos os tempos é justamente errar menos que seus adversários e ganhar a maioria dos pontos decisivos. Não acho que isso seja sorte. No momento, creio que o que pesa seja o físico – do qual ele tanto depende – e com isso acaba abalando o mental também.

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    2. Luiz Fabriciano

      No mais elástico resultado que uma partida de tênis pode ter, o vencedor terá que fazer no mínimo 48 pontos. Isso se o adversário não fizer nenhum. Ganhar um ou outro por sorte, vá lá, mas dai a dizer que o sucesso de um grande jogador é baseado nisso, sei não. E quantos têm a sorte de ter um adversário desses?

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  73. Mario Cesar Rodrigues

    Caro Dalcim..ficou claro e notório que depois que venceu RG..ele entrou em uma forte decadência digo pelo que estava jogando sangue nos olhos…determinado…Mas eu tenho para mim…que pode ter problemas extras quadras mas ao meu ver é mesmo uma acomodação que ele está tentando sair dela e não está conseguindo..e por isto vem a frustação…não diria que é normal..mas sim digo que vai ser difícil para ele engrenar como o grande jogador que foi.Claro é um grande jogador mas sabe aquele negócio que o cara quer ficar firme voltar a ser o que já foi ou que jogou e não consegue.!enfim é o q vejo…parte mental!abs

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  74. João Antunes

    Boa noite Dalcim!
    Em ordem de favoritismo, quais seriam p voce, os favoritos a ganhar Wimbledon esse ano?
    A minha seria: Federer, Murray, Djokovic e Raonic.
    Abraço

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