Brasil fecha ano com 4 futures
Por José Nilton Dalcim
19 de outubro de 2016 às 19:49

Com o cancelamento dos torneios de US$ 10 mil previstos para outubro em Brasília, Santa Maria e Porto Alegre, o calendário de futures do tênis masculino brasileiro fechará com irrisórios quatro torneios realizados em 2016, todos aliás numa sequência entre junho e julho.

Num momento tão delicado para a renovação, isso beira à tragédia. A redução vem sendo abismal. O último ano de fartura foi 2012, em que colocamos 31 no calendário e 27 foram realizados. Daí em diante, só queda. Em 2013, tivemos 21 previstos e três cancelados; na temporada seguinte, 16 previstos e apenas 13 realizados; no ano passado, já foram parcos nove futures. Estamos no fundo do poço.

Uma rápida pesquisa no calendário masculino da ITF mostra que Hong Kong, Tailândia, Qatar, Indonésia, Grécia e Geórgia fizeram mais. Mais doloroso é ver países sem grande tradição dar enorme atenção à base. Egito e Tunísia promoveram 36 cada um, Turquia chegou ao absurdo de 51, mais do que os 39 dos EUA e da Espanha. Nas Américas, até Chile e Colômbia nos superaram por muito. A Argentina cravou 13.

Pelo menos, o calendário de ITFs femininos foi bem mais profícuo, com seis torneios de US$ 25 mil e cinco de US$ 10 mil. Ou seja, cresceu em relação aos sete de 2015 e aos oito de 2014. Ideal mesmo era voltar três anos atrás, quando houve 11 de US$ 10 mil, o degrau mais baixo e importante, e cinco de US$ 25 mil.

Por quê? Claro que temos de entender que comercialmente esses torneios pequenos são difíceis para se atrair patrocinadores e já começam num custo alto para um clube, academia ou federação bancar (R$ 50 mil, se conseguir economizar ao máximo). Sempre achei que cabem bem melhor em cidades menores, onde se possa criar um evento legal. Fica então por conta das empresas promotoras, e a estas infelizmente falta muitas vezes criatividade para vender suas cotas e fazer algo além de um torneio de tênis.

Com calendário juvenil reduzido, futures minguando, a renovação do tênis brasileiro terá de esperar mais um milagre.

Grande exemplo
Pedro Dumont Guimarães (o de barba à direita na foto abaixo) foi mais um juvenil que fez boa carreira até os 18 anos mas, com img_1402a dificuldade de achar patrocinador na entrada para o profissional, optou por ir para a universidade West Florida. Nas horas vagas, jogava futures. Até que no final de 2014, disputando um torneio lá mesmo em Pensacola, sentiu um caroço na altura do abdômen. Preocupado, voltou para Brasília.

O pai e treinador Santos Dumont contatou um médico, foi retirado o caroço e felizmente deu benignidade. Pedro voltou aos EUA em agosto, porém no final de 2015 o problema reapareceu. De volta a Brasília, teve de se submeteu então a uma cirurgia muito maior e mais delicada, identificando-se um câncer chamado Sacoma Sinovial. Retirado, submeteu-se por três meses a sessões de radio e quimioterapia. Finalmente, em maio, foi liberado. A universidade o aceitou de volta em julho e Pedro recomeçou a treinar.

Claro que havia engordado devido ao tratamento e foi outra batalha para entrar em forma, contando com a ajuda de Bruno Savi, curiosamente outro aluno de Santos Dumont. ‘Ele não perdeu o foco e a motivação, e me deu essa alegria. Ganhou o Regional em setembro e em seguida o Nacional de duplas da divisão 2. Essa é a história de superação, de quem ama o tênis, ama a vida. Como técnico já ficaria muito feliz com o resultado, mas como pai e técnico a felicidade é imensa’.

Parabéns aos dois!

Perda dolorosa
O jornalista Marcelo di Lallo, com quem tive o prazer de conviver nos tempos de Gazeta, sofreu um infarto fulminante na manhã desta quarta-feira e nos deixou. Segundo mídias sociais, ele teria feito esteira depois de jogar tênis na academia Paulistana, em São Paulo, atingindo o que se costuma chamar de sobre-esforço, o que é decididamente perigoso. Pêsames à família.


Comentários
  1. Sérgio Ribeiro

    Cravar que o Servio nao participaria de nenhum ATP 500, mesmo com o Britanico muito próximo, era Pule de dez. Prever a ascensão meteórica de Del Potro pós a Final Olimpica idem. Esse papo de nao valer pontos , nao bate com o que pensam os jogadores. O Servio saiu aos prantos ( vergonha nao e’ L.F ?) . E o Espanhol foi pro tudo ou nada em busca do inédito Bi. Nao demonstrou nenhuma lesão na Semi perdida no Tie-Breack para o Hermano. Mesmo assim levou o Ouro em Duplas, e viu a confiança de Murray ir as nuvens com o BI ( muito criticado por ter pulado inteligentemente Toronto). Largou a Temporada por absoluta falta de confiança depois de quedas precoces, a meu ver. Nada como um ATP 250 pra levar o Hermano de volta ao TOP 50. E Andy depende somente de si para atingir o TOPO. Dificil, mas longe de ser impossível. Abs!

  2. Luiz Fernando

    Comentário de Federer: Calma nas derrotas – “Mesmo quando estou perdendo, eu tento ficar relaxado. Em um jogo, um monte de coisas podem mudar muito rapidamente. Eu tento não dar pontos e apenas concentrar-me em meu plano de jogo. Ao longo dos anos, a minha única mudança mental tem sido a forma de lidar com a derrota. Eu costumava ficar muito chateado, mas agora percebo que não é o fim do mundo. Passa rapidamente.”. Só faltou falar sobre quantos lenços leva p a quadra kkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    1. beto

      Isso mesmo, LF. O importante é não chorar, todos os números e recordes de Federer (que Nadal jamais alcançará) não valem nada. O mundo do tênis resume-se a Roland Garros, de preferência só até 2014. O importante é sofrer calado como o Nadal, é levar sucessivas tundas (13 x 1 pro Djoko, por enquanto) e dizer que está no caminho certo, que só falta confiança, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Anti anti-jogo

    Quatro títulos para Robolito Kid em 2014, três em 2015 e dois em 2016…. claramente está melhorando, com certeza só falta confiança….. kkkkkkkkkkkkkkk

  4. Luiz Fernando

    Gostei da vitória do Delpo, esse rapaz teria muito mais conquistas do q teve se não se contundisse tanto. Q esse título de hj seja o primeiro de uma série nesse recomeço da carreira.

  5. Rodrigo S. Cruz

    Juan Martin Del Potro: “Tenho procurado arrumar meus problemas (com o punho) nos últimos dois anos e não esperava ganhar um título neste momento da minha carreira”.

    Esse argentino além de ser um TREMENDO jogador de tênis, é um cara modesto.

    Go Delpo!

    1. Pieter

      Delpo é realmente uma montanha de talento! Apesar de ser argentino (Argh!) merece demais uma retomada vitoriosa de sua carreira. Ele sempre foi uma unanimidade entre os experts de tênis, desde que era um juvenil. Todos já sabiam que ele seria um grande jogador…

  6. Luis

    Dalcim sobre Murray o que falta a ele e’ o numero 1? Acho que seria bom pro tenis um novo numero 1,ainda que sonho que Federer poderia ter mais uma semana de numero 1 rs mas parece dificil com mais de 30 anos

  7. José Eduardo Pessanha

    Dalcim, e o Goffin “McFly”? Esse não tem jeito. Perder pro “gigante” Schwartzmann em casa é o fim da picada. Rs. A última vaga pro Finals está chamando o cara, mas McFly mais uma vez decepcionou. Abs.

  8. Sônia

    Excelente post Dalcim, triste realidade. Mudando de assunto, parabéns para Monica e Petra. Tenistas agradabilíssimas, fãzooca delas. Beijos.

  9. Luiz Fernando

    Murray vs Klizan é algo similar a Palmeiras vs Asa de Arapiraca, ou seja, há um claro favorito, tudo aponta p uma vitória sem grandes problemas desse favorito, mas zebras sempre podem acontecer…

    1. Rodrigo S. Cruz

      Claro que o Murray é amplo favorito.

      Mas não dá pra desprezar o adversário…

      O Klisan tem um jogo de golpes sólidos e pode surpreender. Não é um pangaré qualquer do circuito.

      Contudo, o eslovaco peca pela irregularidade, e aí que precisa tomar cuidado para não ser “varrido” de quadra.

  10. Thiaguinho

    Future não adianta mada… quem sabe isso force os aspirantes a profissionais a jogarem fora da América dia Sul.

  11. José Eduardo

    Aquilo que técnicos e ex-jogadores falam não levo em conta, de jeito nenhum. Basta conhecer um pouco do esporte, do circuito no passado, para concluir que tudo isso faz parte de um jogo de cavalheiros. O Laver, quando esteve aqui em 1980, já criticava bastante a tendência de jovens jogadores, como Lendl, de terem pouca habilidade, improvisação e serem deficientes na rede e temia pelo futuro do esporte. O que ocorre é que existe uma ética, onde os ex-jogadores não tem e não terão, como prática, falar mal dos jogadores que lideram o circuito, os principais. Tem muita coisa envolvida, televisão, emprego de muita gente, dinheiro, etc. Jogadores como McEnroe, Laver, Sampras, que eram extremamente habilidosos ,versáteis e voleavam maravilhosamente bem, certamente detestam esse jogo chato, monótono, que se você colocar um capuz na cabeça dos tenistas, não saberá de quem se trata, já que todos jogam da mesma forma. Eles devem ter pesadelos ao assistir esses caras, de hoje, que pisam nos próprios pés ao correrem para frente.
    O circuito nunca esteve tão ruim, fato. As mudanças levaram o esporte a ficar muito pior, fato. A batalha de estilos , morta nos dias de hoje, era a ‘mina de ouro’ do tênis: Um Connors x Borg, Connors x McEnroe ou Edberg x Wilander. Ou, então, uma final de Wimbledon como Becker x Edberg, de saque – rede, nunca mais se verá.
    Se o McEnroe elogiar o Djokovic, o Nadal ou ,sei lá, Raonic, vou dar risada. É óbvio que o McEnroe, um dos maiores gênios do tênis, que era puro talento , exímio voleador, deve odiar esse jogo horrível dos dias atuais e suas intermináveis trocas de bola. A melhor parte, do jogo atual, para caras como ele, certamente é quando o jogo termina.

    1. Dramde

      Nobre colega, me permita discordar de sua opinião. O tênis, assim como os demais esportes, tem seus fundamentos básicos e seu repertório de golpes (ou jogadas). Da forma como você fala, parece que o tênis se resume a saque-voleio, quando sabemos que isso não é verdade. Imagine um jogo em que tenhamos apenas aces, duplas-faltas e saque-voleio. Isso é chato, limitado e sem emoção. Aliás, isso custou ao magnífico Sampras, uma carreira pobre nas quadras de saibro, onde seu saque-voleio não funcionava muito bem.
      E as super devoluções, os contra ataques e as super defesas, que levam a lobies, smashes, deixadinhas, cruzadas e outras belas jogadas, que empolgam e emocionam os torcedores e deixam a partida dramática ? É verdade que há jogadores que entram numa troca de bolas sem objetividade, sem criatividade e sem agressividade, mas isso definitivamente não é o caso de Djokovic, que joga com inteligência e técnica, chegando mesmo a anular as principais armas de seus principais adversários, e daí o motivo do seu grande sucesso.
      Acho que somos privilegiados, pois temos ao mesmo tempo Federer, Nadal e Djokovic, tenistas que possuem estilos completamente diferentes, mas que dão show quando estão em quadra, cada um a sua maneira.

    2. beto

      Discordo. Não se pode dizer que uma era em que podemos assistir a Federer, Djokovic e Murray seja horrível. O saque-voleio morreu por uma razão bem simples: a velocidade de jogo aumentou muito, as devoluções rápidas e bem colocadas dificultam a vida de qualquer jogador que se entregue à rede desmedidamente: quantos foram os títulos de Lodrá, Lopez, Stepanek ou Dustin Brown? Por que não aparece nenhum voleador de sucesso? Não é vocação ou falta de treinamento, é a velocidade de jogo que impede que esse estilo impere.
      Quanto aos voleios do passado, basta assistir a qualquer partida dos anos 1980 e reparar como tudo era mais lento: muito approach era feito de qualquer jeito (no meio, na mão boa do adversário, pouco profundo), o negócio era jogar pro outro lado e correr pra rede.
      É claro que poderíamos ter melhores voleadores, mesmo com a alta velocidade de hoje, mas é preciso convir que uma coisa é volear uma bola que vem a 80 km/h, outra coisa é volear com uma que vem a 130 km/h. Hoje, qualquer garoto de 16 anos trucida a bola (de direita ou de esquerda). Infelizmente, a obsessão pela pancadaria muitas vezes negligencia a versatilidade, a variação. Enfim, é preciso se conformar: o saque-voleio terá pouquíssimos adeptos.

      1. Luiz Fabriciano

        Seu comentário e o do Dramde, esses sim, perfeitos.
        Os agentes do esporte, seja ele qual for, sempre recorrem a vários meios de limitar os atletas. Quando, no volley inventaram o saque “viagem”, era inimaginável que ele se tornaria a banalidade que é hoje. Recorrem hoje, às vezes ao saque lento, sem peso e colocado para surpreender o adversário. No basquete, os caras voam nas enterradas. E na fórmula 1, quantas vezes mexem nas regras para limitar as velocidades? No tênis seria diferente? Quem sacava com raquete de madeira, pesada, conseguia chegar à rede ao mesmo tempo que a bola chegava ao adversário no fundo da quadra e como disse o colega acima, a devolução voltava no ponto de ser voleada. Hoje, saques bem mais rápidos e devoluções idem, saque-voleio já é algo a se pensar como plano B.

      2. José Eduardo

        O jogo era mais lento porque o material disponível (raquetes) era infinitamente pior que o de hoje. Era impossível ‘descer a marreta na bola’ com a segurança e precisão de hoje, e por muito tempo. O braço não suportava. Mesmo assim, isso não impedia os jogadores de terem golpes extremamente bem executados, mesmo com todo o peso da raquete e a amplitude quase igual a de uma raquete de tenis de mesa.
        A raquete, ao invés de ser uma arma, era quase um transtorno, um pesadelo. E, mesmo assim, os tenistas , em sua maioria, dominavam bem todos os golpes. O Vilas, por exemplo, que passava a maior parte do tempo no fundo ( assim como Connors), era muito bom nos voleios, principalmente de revés, que era brilhante. Era bom em todos os golpes. Esses jogadores eram quase heróis.
        Hoje, mesmo com toda a tecnologia, os tenistas fazem bizarrices quando precisam mostrar habilidade. Voleios medonhos, smashes de chorar. Muitos sequer sabem dar slice. Fato. Basta acompanhar o circuito. E estou falando de número um do mundo, top ten, não falo somente de jogadores não bem ranqueados.
        Ao considerarmos a versatilidade , a habilidade, o domínio completo dos golpes, recursos, como fatores primordiais, é fato que o circuito, hoje, é infinitamente pior que o antigo.

  12. André Borges

    Melhor notícia do ano, Dodig vai desfazer a parceria com o Melo para ter Marcel Granollers como parceiro. Enfim o Marcelo vai poder formar dupla com um duplista focado sem precisar ficar caçando parceiro metade das semanas do ano. Não entra na minha cabeça como alguém que foi numero 1 e é top 5 / 10 há anos se mantém em uma “parceria” onde o “parceiro” passa quase metade do ano jogando quali de simples em challengers.

    1. Thiaguinho

      Granollers???? Um dos jogos mais feios do circuito? Que vive tomano 0 e 1 nas simples? Bia sirte , Mala Dodig!!

  13. Pieter

    Dalcim, não sei se estou exagerando, mas a temporada do Thiago Monteiro que por ora chega quase ao seu final, tem sido sensacional!
    Sair, no início do ano, de 463º do ranking para terminar entre os 80 melhores do mundo, principalmente para um brasileiro, é admirável. Em que pese ele fazer a maioria do seu calendário no saibro, até porque ele ainda não adaptou o seu jogo para as quadras rápidas, atualmente a grande maioria no circuito, não deixa de ser uma ascensão e tanto.
    Se antes ele era uma promessa, agora já é uma boa realidade. Tomara que ano que vem, quando terá muitos pontos a defender e jogará obviamente mais pressionado, ele consiga lidar bem com a situação.
    E ele já está na sua sétima semifinal de Challenger do ano, mais uma vez no saibro, com boas chances de ir até a final. Como ainda haverá mais uns dois Challengers na região, se ele os jogar, terá ainda mais chances de subir no ranking.
    Agora falta a evolução definitiva para começar a jogar bem também nas quadras rápidas. Tomara que consiga…

  14. Luiz Fernando

    Quem sou eu p questionar as atitudes de Nadal, que agiu da forma q pareceu melhor a ele e a sua equipe. Agora atribuir esse péssimo momento ao punho ainda não recuperado só pode piada de mau gosto, pois além dos vários torneios disputados, ele tem jogado simples e duplas, algo q me parece bem improvável no caso de um tenista contundido. Que isso atrapalhou nas Olimpiadas e em Cincy não tenho dúvidas, mas atribuir as campanhas medíocres posteriores a isso não há como concordar. Tomara q esse descanso para treinos acarrete em melhor desempenho em 2017, mas pelo observado nos dois últimos anos fico com sérias dúvidas.

    1. Rodrigo S. Cruz

      (QUOTE) ” Quem sou para questionar as atitudes do Nadal”.

      Quem é você para questionar as decisões do Nadal? Cara, está uma ÓTIMA pergunta!

      Porém, as do Federer vc questiona todas! Kkkk

      É, galerinha do mal… Parcialidade tem nome, ou melhor tem INICIAIS:

      um L e um F…

      1. Luiz Fernando

        Engraçado, quando se posta barbaridades aqui acerca do Nadal vc nunca se manifesta, quando se fala qualquer coisa sobre o Federer vc fica todo ofendidinho, será q vc q rotula os outros de parciais age de forma imparcial? Se vc achar q sim, hummm, cara, vc precisa de assistência kkk. Nenhum de nós aqui é imparcial, pois torcemos p esse ou aquele, o que, em grau menor ou maior, direciona nossas postagens. Sempre torci pelo Nadal e sempre vou faze-lo, apenas postei q tenho opinião própria e não necessariamente devo concordar com qualquer coisa q ele diga, em especial com essa situação citada, que me parece absolutamente incoerente. Aliás, sempre agi assim, pois entendo q torcer não é sinônimo de cegueira e alienação, características q marcam o seu segmento aqui no blog, mas é claro, cada um age como quer.

    2. O LÓGICO

      KKKKKKKKKKKK L F SOFRÊNCIA KKKKKKKKKKKKKKKK VOCÊ ACHA QUE O ROBOZINHO ASSASSINO DO TÊNIS ARTE VAI SE APOSENTAR por invalidez? KKKKKKKKKKKKK
      EU ACHO TUAS AFIRMAÇÕES SOBRE O R-AFINA TÃO SINCERAS kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      SÓ FALTAM TRÊS SLAMS KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK CORRE ROBOZINHO QUE AINDA DÁ KKKKKKKKK

      1. Luiz Fernando

        Faltam só 3? Putz, obrigado pela lembrança, número expressivo não kkkkkkkkkkkkkkkk? Agora pro aposentado descontar a freguesia humilhante pro Nadal faltam bem mais kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Talvez se ele fizer o Nadal chorar em alguma derrota valha por dois kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

        1. O LÓGICO

          L Fanático pelo robozinho kkkkkkkkkkkkkkk Todo mundo sabe que a ultima impressão é a que fica kkkkkkkkkkkkkkkkk
          BASEL BASEL BASEL BASEL BASEL BASEL BASEL BASEL KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  15. Rafael

    Aliás, SE Federer fosse uma unanimidade, como algumas pessoas gostariam, não haveria discussões, nem tantas personalidades se posicionariam contrariamente a isso, quando provocadas.

    O pessoal fica literalmente doido quando alguém de nome no tênis fala, com outras palavras, que Federer não é o suprassumo do tênis.

    Reflexão do dia: Federer colocaria seus filhos para jogar na academia de um tenista que sempre se dopou? Seriam esses os valores que ele gostaria de passar como pai?

    Vcs se envergonham sozinhos, nem precisam de ajuda.

    1. Luiz Fernando

      Putz Rafael, até agora, sábado de manhã, nenhum dos dos educados torcedores do Federer respondeu sua postagem, acho q vestiram a carapuça. Aqui sempre foram postadas barbaridades contra os adversários do suíço sem quaisquer evidencias q as comprovassem, motivadas por sentimentos tais como: frustração, sofrimento, recalque. Depois do choro humilhante do AO 2009 então, aí a coisa desandou. Parabéns pelo texto. No outro comentário, no qual vc cita q o Bolletieri sempre assina com o mesmo nome, ele teve endereço certo, mas como o rapaz q deveria cair na real após perceber q era uma menção a ele é muito infantil, temo q seja inócuo.

      1. Sergio Ribeiro

        Quantas Finais de SLAM o Dono da Farmácia ( lembra ? ) , ja’ assistiu ? Desde quando o choro do AOPEN 2009 foi humilhante ? O rapazinho continuara’ o eterno passador de recibo do Blog. Fora o ICEBORG , muitas Feras do Esporte botaram pra fora suas emoções. Largue o Videogame e assista aos grandes jogos desse Esporte Maravilhoso. E ainda vem com papo de alienados e outras Babaquices. Se possivel um cursinho de interpretação de textos também cairia bem kkkkkkkkkkAbs!

        1. Mario Cesar Rodrigues

          Minha nossa em que comentário que disse que foi humilhante!pelo contrário!Cara já te pedi mil vezes me erra será que não percebeu estou no Blog tem 6 anos nunca meu sangue bateu com o seu faça como eu ignore!Você é o tal gosta de ser assim continue mas vai te lascar!

  16. Rafael

    Para quem andou perguntando, Nick Bolletieri é aquele que assina sempre com o mesmo nome e assume o que fala.

    Aliás, está no texto que o Jeremias disponibilizou (que ele disponibilizou o link, não editou, como insinuado) o que ele fala sobre Federer e sobre Nadal, também, pro outro analista que falou pra colocar.

    Como diria o Parreira, adaptando para esta situação, “ler é apenas um detalhe”.

    Affe

  17. Marcus

    Enquanto o tênis brasileiro afunda cada vez mais, os nobres hermanos argentinos têm mais um dos tantos motivos de orgulho que o tênis proporciona a eles: Juan Martin del Potro. Ontem passou por Isner em sets diretos, com direito a um tiebrake emocionante no final do jogo. Hoje foi a vez de Nicolas Almagro sentir o peso da bordoada do incrível forhand do argentino.

    Desde que voltou às quadras em reais condições de competir, del Potro, por necessidade da limitação que o seu corpo lhe impôs, utiliza uma estratégia simples, mas inteligentíssima: se o backhand não é mais nem perto do que fora no passado, e sabendo que os adversários irão martelar incansavelmente ali, o argentino abusa dos slices e mais, pra mim o pulo do gato, usa a sua esquerda com top spin alta, segura, lenta e funda, sem a menor intenção de agredir, acelerar ou angular. Vive e sobrevive de esperar o momento de poder jogar com o forehand, tentando não entregar pontos com erros não forçados na sua esquerda.

    Dalcim, pergunto ao amigo: não seria essa uma estratégia que poderia usar Roger Federer em jogos contra os melhores jogadores do circuito? Claro que, para economizar pernas, não valeria a pena adotar isso em jogos que pode vencer na base da agressividade total. Sua direita pode não ser tão potente quanto a do Del Potro, mas é mais versátil e bem mais venenosa. Lembro daquele jogo contra Djokovic no finals do ano passado, em que venceu o sérvio na primeira fase do torneio, utilizando muitas bolas fundas, altas e sem peso. Já que a sua esquerda também não é mais a mesma, poderia adotar a estratégia do argentino que tem dado certo?

    Um abraço.

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, na teoria pode, aliás muitas vezes até faz. Mas a questão é o instinto. Difícil você dizer ao Federer para jogar simplesmente no erro do adversário, esperando a bola mais curta.

  18. Rodrigo S. Cruz

    O Rafael tem razão…

    O Nadal faz tudo errado.

    Se mata nas olimpíadas, disputa torneios menores na Ásia, joga duplas junto com simples, e depois não mais que de repente, encerra a temporada de forma melancólica…

    O finals este ano tem tudo pra ser uma verdadeira BOSTA!

    Sem Nadal e sem Federer…

  19. Rafael Wuthrich

    Dalcim, dois pontos: sobre os futures, você sabe que já deixei clara a minha indignação sobre como a CBT administra essa questão. Não tem nenhum trabalho para sequer promover os torneios de base nem obter da ITF qualquer apoio, nem que seja de divulgação. Um desastre.

    O outro é sobre a (nem tão) surpreendente divulgação de encerramento da temporada por Rafa Nadal em razão do punho. Sei que você certamente fará um post comentando o impacto no circuito (sobretudo no Finals, que pela primeira vez em 13 anos não contará com Federer ou Nadal), mas ficam algumas questões que deixo para você e os companheiros do blog refletirem: 1) Não vou discutir a questão de Nadal ter vindo aos jogos. Ser porta-bandeira e ter ganho a medalha responde por si. Mas por que ele jogou simples sabendo não estar 100%? 2) Seguinte a esse esforço, foi aos EUA jogar um Masters e ainda o desgastante USOpen. Se sabia do desgaste e ainda se sacrificou excessivamente nos jogos, por que jogar esse Slam? 3) Se estava sofrendo com as lesões, por que foi à Ásia, e mais, por que se inscreveu para jogar duplas? 4) Será que Toni Nadal além de técnico é curandeiro? 5) Qual a hipótese mais crível para que Nadal resista em ter um técnico diferente e dosar seu corpo?

  20. jeremias

    kkkkk. Para azar do Marquinhos, eu tenho boa memória. Se Bolletieri merece um “quem?” tão desdenhoso ,será que esses dois aqui merecem o mesmo desdém?

    “You know what Roger’s record is. But the way that Djokovic has been playing over the last year or so, I would say that Djokovic and Federer are equals.

    “When you look at Djokovic’s performances and his results, you just have to say, ‘Hey, this guy’s unbelievable, and how can you look past him when discussing who is the best ever?'”
    Rod Laver.

    “He has been playing the BEST TENNIS OF ALL TIME for two or three years.”
    Pete Sampras.

    “Quem” sã esses dois caras, Marquinhos? rsrsrs

    http://www.tennis.com/pro-game/2016/05/laver-far-greatness-goes-djokovic-now-federers-equal/58371/
    http://www.tennisworldusa.org/news/news/Novak_Djokovic/33485/pete-sampras-novak-djokovic-is-playing-the-best-tennis-of-all-time-/

    1. Rodrigo S. Cruz

      Nem precisava citar o Sampras e o Laver…

      O Nick Bolletieri é uma opinião de peso também. E quem nunca ouviu falar de sua academia?

      Contudo, há um certo exagero em todo esse deslumbramento em favor do Novak Djokovic.

      O cara é bom, e enquanto teve as circunstâncias propícias, ganhou tudo que poderia e até além. Porém, não é nem nunca foi nenhum suprassumo do talento.

      Por isso, discordo em parte do que essas lendas acima falaram.

      E nem chegarei a usar os resultados mais recentes do sérvio como indicação disto. É uma coisa que eu já sabia há tempos.

    2. Marquinhos

      Meu caro, poderia citar inumeros especialistas, tenistas e ex tenistas que disseram que Federer jogou o melhor tenis da historia e e o maior e melhor da historia. Sampras disse que Roger e o mais completo de todos. Guga tambem. Tony Nadal, Nadal, Ferrer, Wawrinka e o proprio Novak ja se refiriram a Roger como o maior.

      O que acontece, mesmo com as lendas, e colocar a carroca na frente dos cavalos. A empolgacao com Novak aconteceu no ano passado, quando ele era praticamente invencivel. Agora, seus resultados estao comecando a ficar mais dentro da realidade do tenista que ele e. A mesma empolgacao com Novak ja aconteceu com Federer e Nadal. A diferenca e que Roger e o detentor dos numeros e recordes, do tenis mais bonito de se ver e o tenista mais popular de todos.

      Quem nao se lembra das baboseiras que Andre Agassi falou sobre Nadal ser melhor que Federer?

  21. Marquinhos

    Mais uma “retirada estrategica” de Rafael Nadal do circuito. E bom as agencias de controle anti dopping ficaem alertas.

    1. Luiz Fernando

      Vc poderia pedir pro Verdades q Doem chegar com essas autoridades se não há comprovação de doping kkk…

  22. Pieter

    Vergonhoso e profundamente lamentável para o futuro do tênis brasileiro essa escassez injustificável de torneios futures no país. Por mais que estejamos em recessão econômica e em profunda crise política, nada explica a realização de apenas quatro futures no Brasil. Se o nosso tênis já carece de jogadores e promessas, agora então a tendência é a situação só piorar…

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, recebi ontem à noite e me fez perder alguns minutos para checar outras fontes. Lamentável existir jornalismo tão irresponsável.

  23. Paulo

    Bom dia Dalcim, novamente o cabeção americano (dopado) abre a boca para falar asneiras. É óbvio que o espanhol necessita do físico, pois sem o mesmo, esse tenista é nível “top 30”. Por isso se dopa e infelizmente, com autorização. Causa ânsia de vômito a atenção da mídia para esses dopados. Vergonha. Abraço.

  24. RONALDO J J MENDONÇA

    Muito interessante esse levantamento MARQUINHOS, isso prova que realmente o FEDERER é o maior de todos.
    .
    Esse papo de entressafra é conversa de quem não tem argumentos.
    .
    Federer durante sua carreira jogou contra (Sampras 14 GS, Agassi 8 GS, Nadal 14 GS. Djokovic 12 GS,) são 48 só para ficar por aí.
    .
    E eu acho que o Federe está caminhando para sua terceira geração, provando realmente o fenômeno que é. Vida longa ao REI.
    .
    Abraço a todos!!!!!
    .

  25. Artur

    Dalcim, estou meio chocado, mas ao mesmo tempo feliz! Ja treinei com o Dumont no iate, e conheço muito o Pedro e o Bruno! Desde que foram para os EUA, perdi totalmente o contato. Nao sabia de nada disso! Última vez que eu vi o Dumont deve ter sido uns 10 anos atrás. O Pedro já era talentosissimo, ganhava todas contra mim! Kkkkkkkk. Vc conhece tb os outros da minha geração? Raony, Rodrigo starling, Leonardo Daher? Mas enfim, que nostalgia! Abraço

  26. Wallace Barros/RJ

    Prezado Dalcim

    Boa noite

    Ouvi dizer em algum lugar que a ITF ajuda nessas quantidades de torneios pelo continente africano (vide Tunísia e Egito). Essa informação procede? Mesmo o PIB sendo baixo, comparando om o EUA e a Europa, seria a organização o fator principal para o continente africano realizarem esses torneios?

    Grande abraço

    1. José Nilton Dalcim

      Acredito que a ITF dê alguma ajuda sim, como já fez aliás aqui no Brasil. É bem coerente, ajudar centros carentes.

  27. Marquinhos

    Caro Paulo, vou copiar seu comentario. Sensacional!

    Sempre vejo este argumento que Federer venceu os 17 GS porque só jogou contra jogadores ruins. Aí fiquei curioso para saber onde andavam os outros 3 do Big4 nestes torneios. Curioso que eles estavam presentes em 10 deles e em outros 3, pelo menos dois participaram. Mais curioso ainda é ver os grandes jogadores que conseguiram derrotar Nadal, Djoko e Murray, como Srichaphan, Muller, Grosjean, Clément, Blake, Verdasco, Goldstein (?), Chela, Baghdatis, Youzhny, Gonzalez, H-t Lee (??) e Rosol. A lista é longa, mas vale a pena conferir:

    WB 2003 – 3R – Srichaphan 3×0 Nadal
    AO 2004 – 3R – Hewitt (15) 3×0 Nadal
    WB 2004 – Nadal, Djokovic e Murray não disputaram
    US 2004 – 2R – Roddick (2) 3×0 Nadal
    WB 2005 – 2R – Muller 3×1 Nadal (4) / 3R – Grosjean 3×1 Djokovic / 3R – Nalbandian 3×2 Murray
    US 2005 – 2R – Clément 3×2 Murray / 3R – Blake 3×1 Nadal (2) / 3R – Verdasco 3×2 Djokovic
    AO 2006 – 1R – Goldstein (USA) 3×1 Djokovic / 1R – Chela 3×0 Murray
    WB 2006 – 3R – Baghdatis 3×0 Murray / 4R – Ancic (7) 3×2 Djokovic / F – Federer (1) 3×1 Nadal (2)
    US 2006 – 3R – Hewitt (15) 3×0 Djokovic (2) / 4R – Davydenko (7) 3×1 Murray (17) / QF – Youzhny 3×1 Nadal (2)
    AO 2007 – 4R – Federer (1) 3×1 Djokovic (14) / 4R – Ancic (9) 3×2 Murray (6) / QF – Gonzalez (10) 3×0 – Nadal (2)
    WB 2007 – SF – Nadal (2) 3×0 (des) Djokovic (4) / F – Federer (1) 3×2 Nadal (2)
    US 2007 – 3R – H-t Lee 3×1 Murray (19) / 4R – Ferrer (15) 3×1 Nadal (2) / F – Federer (1) 3×0 Djokovic (3)
    US 2008 – SF – Murray (6) 3×1 Nadal (1) / SF – Federer (2) 3×1 Djokovic (3) / F – Federer (2) 3×0 Murray (6)
    RG 2009 – 3R Kohlschreiber (29) 3×0 Djokovic (4) / 4R – Söderling (23) 3×1 Nadal (1) / QF – González (12) 3×1 Murray (3)
    WB 2009 – QF – Haas (24) 3×1 Djokovic (4) / SF – Roddick (6) 3×1 Murray (3)
    AO 2010 – QF – Murray 3×0 Nadal (2) / QF – Tsonga 3×2 Djokovic (3) / F – Federer (1) 3×0 Murray (5)
    WB 2012 – 2R – Rosol 3×2 Nadal (2) / SF – Federer (3) 3×1 Djokovic (1) / F – Federer (3) 3×1 Murray

    Outro ponto: Sem duvidas O MAIOR CLASSICO da historia recente e entre Federer x Nadal. Pois envolve dois jogadores com estilos diferente(um o supra sumo do tenis e o outro um tenis ridiculo de se ver) e envolve algo em tornno de 80% ou mais dos torcedores do esporte. Tambem e o confronto disparado que mais da midia.

    Quais sao os adversarios mais duros de Novak e Nadal? Facil de responder!

    Roddick 6 x 5 Novak

    Dustin Brown 2 x 0 Nadal

    Tambem poderiamos acrescentar o Wawrinka como um dos adversarios mais duros de Novak. Stan humilhou Djoko em duas finais de slam. Tem 100% de aproveitamento contra o cotonete em finais de major.

    Detalhe para a humilhante derrota de Novak para o alemao Kol….. em RG 2009. O servio ja era campeao de slam.

    1. Fernão Nagano

      Seu comentário é extremamente tendencioso e pouco embasado. O Federer reinou em uma época de entressafra, visto que até WB 2006 Nadal só brilhava em quadras de saibro. Murray e Djoko soh começaram a brigar por grandes títulos em 2007.
      O argumento da “entressafra” se refere ao pessoal da geração do começo dos anos 2000, que não vingou como esperado, caras como Guga,Hewitt, Safin, Ferrero, Haas, Coria etc não conseguiram se manter no top10, dando espaço pros tacados Davydenko, Blake, Robredo(!), Ancic etc..

      1. Sergio Ribeiro

        Sei nao, Fernão. O TOP 5 em 2005 que venceu DEZ torneios, com direito a 2 MASTERS 1000 na dura ( Montreal e Madri ) , se chama Rafael Nadal. Em 2006 se tornou TOP2 ( perdendo na Semi do Finals para o Suíço ) . Na boa, sem essa de entressafra. Abs!

        1. Fernão Nagano

          Olha, sou fã do Federer, mas pra quem acompanhou a carreira dele de 2004 pra frente é inegável o fato de que a competição no topo do ranking era fraca. Só tinha o Nadal.
          Lembro que o Guga comentou isso na época, e gerou polêmica, dizendo que, diferentemente desta, em outras gerações houveram diversos jogadores “dispostos” a brigar pelo número 1.
          Quando o Top 4 monstro se estabeleceu, aí as competições GS ficaram mais acirradas.

      1. bruno

        Coloca a reportagem completa e o que ele disse sobre o Federer e também o Nadal.nao adianta djokovetes se forçar muito fica feio.

        1. jeremias

          A burrice presunçosa do brasileiro já desbancou os níveis tragicômicos das melhores sátiras romanescas dos séculos passados. Diga-me um coisa, zezinho, o que quer que ele tenha dito dos outros dois, por pura lógica, anulará, segundo ele, a reputação de Djokovic como o “mais perfeito”? Você não percebe que a expressão “mais perfeito” é que é o ponto crítico da declaração? É evidente–ou deveria ser– que não estou dizendo que concordo com ele, pratico apenas o exercício de arremessar na mesa outras cartas que evidenciam o quão falaciosas são as insinuações de que Federer é uma espécie de “ponto focal” do tênis, para o qual toda a luz vinda do infinito converge.

          1. Alexandre Maciel

            “Perfeito” é um estado absoluto. Não existe mais ou menos perfeito. Como estamos falando de seres humanos, a perfeição propriamente dita não existe. Federer não é perfeito, Nadal não é perfeito tampouco Djoko ou Murray são. Então deixem desse fanatismo descabido e aproveitem o espetáculo. Estamos diante de uma geração com todos os tipos de talento e vcs nesse mimimi incansável e repetitivo.

Comentários fechados.