Tragédia
Por José Nilton Dalcim
26 de julho de 2016 às 16:18

Roger Federer não irá mais jogar em 2016. Em comunicado pessoal, o recordista de Grand Slam anunciou que, por recomendação médica, terá de encerrar precocemente a temporada para tratar de melhor forma o problema que sentiu no joelho logo após o Australian Open e que já vinha lhe custando desistências, desculpas, derrotas e atuações muito abaixo da média.

Ficar sem competir por cinco meses – e perder a temporada norte-americana justamente no seu melhor piso – é quase uma tragédia. Todo mundo já viu como é difícil recuperar o ritmo de competição, o que passa necessariamente pela queda total de confiança. E piora muito para um atleta que vai completar 35 anos dentro de poucos dias e já está em sua 17ª temporada como profissional.

A única esperança de que ainda haja sucesso ou um tênis de qualidade é que Federer já quebrou outros paradigmas antes, como trocar de raquete, voltar ao saque-voleio e criar um golpe inusitado, tudo já bem depois dos 30.

O efeito imediato dessa desistência será a saída do top 10. Neste momento, considerados apenas os pontos somados na temporada, Federer já aparece apenas no 10º lugar, com 2.130 pontos desde janeiro, e portanto corre risco de terminar o ano fora até mesmo do top 15, já que o atual 15º colocado soma pouco mais de 2.300.

O suíço teria até o recurso do chamado ‘ranking protegido’, aquele sistema que um tenista pode utilizar desde que fique ao menos seis meses fora do circuito. Nesses casos, a ATP calcula a média de ranking dos três primeiros meses e ‘congela’ para efeito de inscrição no retorno do tenista. Mas isso seria de pouca utilidade a Roger, já que seu ranking não irá cair a ponto de prejudicar sua participação no Australian Open ou no Masters de março.

Federer é claro diz adeus à última tentativa do ouro olímpico de simples e provavelmente nunca irá disputar um torneio oficial no Brasil. Para os fãs do suíço, uma tragédia completa.


Comentários
  1. Paulo

    Boa noite Dalcim, realmente é uma tragédia a ausência do Mestre nesse segundo semestre. Mudando de assunto, Boris Becker em seu twitter escreveu: “I wish a full and speedy recovery to the GOAT of tennis ! @rogerfederer”. Isso seria uma ironia ou é a opinião dele Dalcim? Abraço.

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    1. José Nilton Dalcim

      Teremos de perguntar a ele, Paulo. Mas recordo que, antes de treinar Djokovic, Becker disse que Federer é quem salvava a monotonia do circuito.

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  2. Pedro

    Dalcim, sei que este blog nao é a razao de ser do teu dia, mas por que nos ultimos dias vc ta atualizando os comentários apenas uma vez por dia, sendo que usualmente vc faz isso com mais frequencia?

    obrigado.

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  3. Luis

    Dalcim como vc ja disse nao se pode duvidar de um tenista como o Federer,Nadal ou Djokovic,Federer pode voltar e ganhar um grand slam mas fica mais dificil com o tempo,o mais importante talvez seja vontade de continuar no tenis que o Federer ainda tem,o que acha? E esse tempo vamos notar a falta que ele faz no circuito

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  4. Luiz Fernando

    Dalcim me esclareça uma dúvida: como é feito o chaveamento do tenis nas Olimpíadas? Como é uma disputa entre países não deve seguir o ranking da ATP, seque?

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    1. José Nilton Dalcim

      Ah, você podia ter visto o Bate Bola desta semana… Mas enfim, segue praticamente o mesmo modelo de definição de cabeças e de sorteio da chave. A única diferença é que jogadores de um mesmo país terão de ficar obrigatoriamente em lados opostos da chave. Se houver três ou quatro, cada um ficar num quadrante diferente. O mesmo vale para as duplas.

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  5. José Eduardo Pessanha

    Dalcim, você saberia dizer quais são os planos da CBT para o complexo olímpico de tênis após o término dos jogos? Seria um ótimo local para nossos jogadores treinarem para os pisos duros.
    E ainda tem a vantagem de ser muito perto do aeroporto de Jacarepagua. Os tenistas poderiam vir de SP ou de outros locais bem rápido. São bem comuns os vôos entre o aeroporto do Campo de Marte e o de Jacarepagua. Abs.

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    1. José Nilton Dalcim

      Comuns, mas caros. Não, ainda não sei quais são todos os planos. A CBT sempre desejou fixar sede lá e transformar o local num Centro Nacional de treinamento. Também acredito que quer diversificar e ter quadras de vários tipos.

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    2. Geraldo Carvalho

      Aproveitando a pergunta que considerei fundamental, vc acha que o complexo poderia ser usadotm tb por iniciantes, Dalcim? Como seria um eventual uso pleno do equipamento?

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      1. José Nilton Dalcim

        Sim, deveria ser aberto a todo mundo, como acontece em Flushing Meadows, administrado pela USTA. Lá você paga e hoje como qualquer outro lugar.

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  6. Lais

    Tanto é verdade que um torneio só com o Djoko e os outros é ruim que um masters 1000 tá rolando e nem o dalcim faz posts diários sobre os jogos e nem nós comentamos aqui as partidas.

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  7. Rodrigo S. Cruz

    Quotes do Jeremias:

    “Sempre achei teus comentários interessantes, mas aí resolveu–raios!– defender a honra dos feitos de Roger Federer”

    Eu continuo achando os teus posts bem interessantes também, o que não me impede de apontar as salientes falácias, em alguns deles…

    “1)Tu também , cara. Critica tanto a trupe morfética que nos governou por 14 anos, mas parece que já foi vítima das dificuldades de interpretação que são um dos legados dessa gente”.

    O PT e a esquerda em geral, não interpreta nada errado. O que eles fazem é mentir, distorcer, desviar o foco, jogar minorias contra maiorias, e principalmente usar de desonestidade intelectual. Eu não estou fazendo nenhuma dessas coisas, as quais eu abomino, e que nada mais são do que promover o jogo sujo.

    “ou então resolveu se inspirar nas respostas “abestadas” do Ribeiro”.

    Vixe. passou longe! O besteirol deste cidadão foi uma das coisas que mais me irritou, nas últimas semanas…

    “O engraçado é tua pergunta: “quem disse que ele era o tênis”? Resposta: isto está implícito na ovação kitch e anti-testosterônica de uma parte CONSIDERÁVEL dos fãs dele; não se faça de desentendido.

    Aí é apelação, né fera? Vc se acha no direito de presumir o que julgar implícito na fala alheia, mas quando outro se vale do mesmo expediente, aí não pode? Eu visito bastante este site pra saber que há tanta idolatria pró-Federer, como pró- Djoko. Vc vai viver do passado até quando?

    “querendo negar os famosos elogios hiperbólicos e sentimentaloides direcionados a ele se utilizando de pré-julgamentos rasteiros –” gosta de bater em bêbado”, “gosta de carniça”– para esconder o patrulhamento implícito dessas intervenções . Já te respondi antes: isso não vai colar.”

    Exatamente esta mesma frase eu já usei em resposta a você, numa discussão pretérita. Empatamos, então. Não vai colar, pra nenhum dos dois…

    “Quem cumpre o papel de iconoclasta aqui sou eu( e outros), e não você/vocês.”

    Isso é de uma pretensão que não tem limites. Eu cumpro o papel que eu quiser e bem entender aqui, e o mesmo vale pra você. Fique isto bem claro. Se vc acha que só os nolistas podem esculhambar o Federer, por uma espécie de DIREITO ADQUIRIDO que vocês julgam ter, saiba que eu não comungo dessa mentalidade.

    “Quem recebeu as prerrogativas de intocabilidade sempre foi Federer, e não a dupla RF/ND”.

    Cara, não importa o que os outros falam. O Federer não é intocável. Nem ele, nem o Djoko, nem ninguém. Eu mesmo já sacaneei o sérvio algumas vezes. Faz parte. Só acho que o momento que vc escolheu agora é o pior possível. É calcar os pés em quem está por baixo. O Djoko ganhando tudo, o Federer mais idoso, lesionado, fora do restante da temporada e fora da sua última olimpíada. Claramente, vc poderia ter feito um comentário menos mesquinho…

    “Não queira inverter esse fato, e não queira esconder isso com ironias para inglês ver”.

    Praticamente todos os teus posts são impregnados de ironias.. Pro mal dos teus pecados, as minhas velem o mesmo tanto.

    “Agora: se você conseguir convencer 3 crianças de 5 anos de idade a ver no meu comentário a afirmação segundo a qual Federer SERÁ ESQUECIDO, então blá, blá, blá”

    Vc próprio asseverou acima que uma certa fala minha deixava uma intenção implícita, concorda? Então eu te pergunto isto: o que de fato estaria implícito na tua fala, quando vc afirma por exemplo que o Federer faria apenas uma ” faltinha” no começo e que as federetes inconformadas, tão somente dariam lugar as intermináveis não-federetes que lotariam as filas do guichês?

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  8. Leonardo Freitas

    Muito precoce o que os colegas de blog falam sobre o Nadal de ele estar totalmente aposentado.Ele e um gênio do tênis que reinou absoluto em um piso particular e colocou seu estilo único nas quadras de maior velocidade.Jogo dele pode não ser o mais encantador mas e de admirar a força mental,o preparo físico ímpar e o seu top spin que inegavelmente foi o que mais machucou no circuito e ainda o fato de um tenista destro que fez acostumar sua mão esquerda para a prática do jogo.Detalhes de um tenista além do seu tempo que treinou uma forma e estilo para vingar no circuito e isso tudo muito jovem o que destaca a sua visão de observação do esporte.Todos esses quesitos fizeram ele chagar ao topo como tenista usando não apenas o jogo em quadra mas também planejamento e visão que para alguém jovem e algo de se respeitar e por fim seu comprometimento,sua raça e força são fatores admiráveis alem do aspecto técnico.E ainda um tenista humilde a ponto de dizer após um 6×2,6×1 que nunca viu ninguém jogar um tênis daquela forma que Djokovic estava a praticar e sendo ele o multi-campeão que ele é.Com currículo desse não se pode duvidar de um gênio do tênis como o Nadal e sim no mínimo respeitar e admirar seus feitos independente de estilo de jogo ou torcida.Abraço a todos.

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      1. Rubens Leme

        Eu joguei só até os 15 anos, porque não ia a lugar algum. Era da geração do Roberto Jabali, em Ribeirão.

        So tive duas raquetes: uma Procópio azul, que ganhei de aniversário de um amigo do meu pai e uma Head XRC. Adorava a Donnay do Borg, minha prima tinha uma. Mas, como eu era ruim demais, deixei as quadras livres da minha mediocridade.

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  9. Maurício Jr

    Dalcim, outro encerramento precoce e surpreendente de temporada foi da Azarenka, não? Acho que você não comentou nada… Num ano que ela vinha bem, parecendo poder enfrentar com sucesso a Serena, ela anuncia que está grávida? Ela informou se a gravidez foi planejada ou não? Se foi, como entender essa mulher? Será que ela quer ter filho agora pra tentar voltar à liderança daqui a uns dois anos, quando Serena já tiver aposentada ou então bem menos competitiva?

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    1. José Nilton Dalcim

      Não, não houve explicação ou especulação sobre isso. Eu arriscaria dizer que foi um tanto acidental. O fato é que vai tirá-la do circuito por praticamente um ano. Talvez aproveite bem o tempo para se recuperar totalmente das lesões.

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  10. Luiz Fernando

    Dalcim, não sei se vc tem a mesma opinião, mas o backhand, que era a principal limitação do jg do Raonic, evoluiu muito, atualmente está bem mais consistente. Observei isso no primeiro jogo em Toronto e no início da partida de hj. Certamente tem a mão do Moya nisso.

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    1. José Nilton Dalcim

      Com certeza. Isso vem desde a temporada de saibro, aliás. Com um backhand mais consistente, ele poupa o físico e para de fugir tanto do backhand para usar o forehand, algo que o desgastava demais.

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  11. JR

    Ao ler as declarações de Djokovic sobre as olimpíadas, tive a certeza de que ele não tem a menor ideia daquilo em que está se metendo. Se um atleta desses pegar Chikungunya, por exemplo, irá comprometer gravemente a sua carreira profissional, isso se não tiver que abandoná-la. As sequelas para as articulações são terríveis. Sensatos aqueles que optaram por não vir e sorte daqueles que não virão por outros motivos.

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  12. Fernando C.

    Dalcim.

    O que achou da estreia do Djoko? A mim pareceu bem pouco convincente e mesmo após o descanso o saque não ‘tá passando confiança. Claro que ele está voltando de uma parada de 1 mês, mas …

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  13. Luis

    Dalcim saindo pouco do assunto apesar de ser admirador do Federer eu que gostava do Hewitt quando comecei acompanhar o tenis,mas depois Federer virou uma pessoa que passou do tenis pra talvez o atleta com maior carinho pelas pessoas em todos esportes,sua simplicidade com as pessoas e outros tenistas so’ tem fora de series,fora o talento rs,sobre Djokovic nao sou um fa do servio mas e’ de admirar que joga todos torneios se conseguir e se supera pra vencer,acha um dos maiores da historia nessa parte mental o Djokovic Dalcim? Nadal tambem tem essa caracteristica

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  14. Lunard

    Prezado Dalcim,
    vi a noticia do Ferrer falando sobre a situação delicada do Nadal e me chamou a atenção que Nadal e Murray estão se preparando para as olimpíadas juntos novamente como aconteceu algum tempo atrás para o inicio da temporada/outro torneio que não lembro.

    Enfim não me parece comum que tenistas do TOP 4, ao longo da minha memória, façam seus treinamentos juntos com rivais diretos pelo titulo…
    a que você credita esses treinamentos recorrente de ambos? a pouca rivalidade existente entre os 2? estilo de jogo? amizade?

    http://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/43939/Ferrer-afirma-que-situacao-de-Nadal-e-delicada/

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que todos esses elementos juntos. Um deve considerar o outro como ótimo elemento de preparação para um grande torneio.

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      1. Rubens Leme

        Bjorn Borg contou, para o documentário da BBC sobre seus títulos em Wimbledon, que após vencer o norte-americano Vitas Gerulaitis, na semifinal de 1977, em cinco sets, não tinha com quem treinar, no dia seguinte.

        Vitas então se ofereceu e foram bater bola. Segundo Borg, neste dia nasceu uma grande amizade e ele o considerava como a um irmão e que o conhecia melhor do que ninguém e que sua morte o deixou arrasado como se tivesse perdido um membro da família.

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  15. Marcos Ribeiro

    Nunca terei certeza, mas tenho a impressão de que o início e a recaída desta lesão do Federer têm no stress uma causa importante. O rompimento inicial ocorreu não durante ao AO, mas alguns dias após a estressante derrota para o Djoko. E a recaída, agora, alguns dias após a estressante perda de um Wimblendom que parecia estar mais ao alcance do que era previsto. Apenas impressões, que quis compartilhar.

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  16. José Eduardo Pessanha

    Boa noite, Mestre Dalcim. Esse Shalopalov vai dar caldo. O curioso é que o cara é israelense, joga pelo Canadá e tem sobrenome russo. Não é nem um pouquinho globalizado o sujeito…..kkkk..Com relação a FedEx, meu desconfiômetro segue a mesma linha de outros colegas aqui do Blog. Também acho que aquela queda no jogo contra Raonic teve alguma consequência….e também acho que as dores nas costas continuam. Agora é esperar a volta do homem em 2017.

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  17. Rafael Wüthrich

    Dalcim, li do Mario Sergio no Twitter que Toronto estava vazio mesmo com um bom jogo de Djokovic e com o tenista da casa atuando. As ausências de Federer e Nadal – sim, porque será outro que deverá abreviar a temporada se for cuidadoso com o punho e prudente – podem tornar o segundo semestre um desastre em termos de público, ainda que tenhamos Djokovic e Murray? Pergunto porque as devoluções em massa dos ingressos nas Olimpíadas e esse fato de Toronto me deixaram intrigado.

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    1. José Nilton Dalcim

      Hipoteticamente, sim. Ele tem pouco mais de 2.100 pontos e, se perder os 700 da semi, cai para perto dos 1.400. Com essa pontuação, estaria ali pelo 27º lugar.

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  18. Augusto Montenegro

    Nossa, como é contraditório ver as pessoas pedirem ” nível “, ” tênis não é futebol ” e no momento seguinte xingarem outras pessoas como verdadeiros ” torcedores de futebol ” – sobrou até um ” acéfalo ” para o Luis Fernando.

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      1. Professor

        Não acompanhei essa briguinha particularmente, mas é desnecessário.

        No Brasil vê-se o nível baixar em toda atividade em que o brasileiro toca ou sobre a qual fala (política, empresarial, religiosa, acadêmica, esportiva, virtual).

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    1. Chetnik

      Isso é verdade…já cansei de discutir aqui por isso. Tem cara aqui que se me mandar dar uma maneirada eu vou repensar minha atitude, porque eu tô provavelmente exagerando.

      Mas tem uns aí que não agregam NADA, só fazem provocar, ofender, achincalhar os tenistas que não são os seus favoritos, fazer acusações levianas – dopado, finge lesão, etc -, entra artigo sai artigo do Dalcim e copiam o mesmo texto de sempre – se o Dalcim fizer um texto sobre física quântica vai ter gente falando do carisma do Djoko, chamando o Federer de GOAT, etc. Aí quando um desses vem com mimimi sobre um post meu, só posso rir e reafirmar que eu estou certo de escrever o que eu escrevo.

      Muita incoerência.

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  19. jeremias

    O problema do Federer é que a “configuração estelar” necessária a uma vitória sua num Grand S vai se tornando cada vez mais intrincada com o passar do tempo. A quantidade de coisas pouco prováveis de acontecer vai só aumentando, e quem entende só um pouquinho de probabilidades sabe que a medida que novas condições vão aparecendo as chances de realização do objetivo desejado diminuem drasticamente. Como já disse anteriormente, ano passado ele jogou um tênis surpreendente, mas com a entrada dos anos a chance de um belo canto revelar-se como o fatídico Canto dos Cisnes é enorme. No início de 2016 achei que ele poderia se assanhar para os lados de Wimb e do USO, mas a partir de 2017 parece-me que a coisa vai ter de ser na base da fé mesmo.

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    1. Sergio Ribeiro

      Pete Sampras calou um monte que pensava o mesmo. Ano e meio sem um único ATP, perdendo duas Finais em casa para Safin e Hewitt em Sets diretos. Pistol Pete estava com sérios problemas nas costas. Contratou Annacone de novo, treinou direitinho e reforçou a tese de que nao se pode duvidar de Gênios. Ainda mais de um APARENTEMENTE mais saudável. Abs!

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      1. Fernando Brack

        Aparentemente mais saudável é o que melhor se aplica ao Federer hoje.
        Infelizmente. Aquela aura de atleta que pouco se contunde quebrou-se.

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  20. Eduardo

    Dalcim , ainda acredita que o Kyrgios possa vir a ser número 1 ? Com a atitude que o cara tem, entendo que sem chance. A despeito do meu inegável talento, acho que ele precisaria querer de verdade, e parece que isso está longe de ser verdade . Eu não apostaria nele nem para ser um top 5.

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  21. Gabi

    Ia ficar brava com a opção do sportv3 de transmitir shapovalov x dimitrov em vt e não ao vivo quando entrou no ar a merecida (e tardia) homenagem aos atletas israelenses brutal, absurda e barbaramente assassinados por terroristas palestinos durante as olimpíadas em Munique em 1936! Isso sim uma tragédia!!!

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  22. Luiz Evandro Foggetti

    A fantástica carreira de Roger Federer terá duas manchas: Perder no confronto direto para seus dois maiores rivais, e a falta da medalha de ouro olímpica em simples. Ao término da carreira de Nadal e Djokovic, veremos quem foi o melhor. Muitos se esqueceram que Federer é muito mais velho, Djokovic e Nadal ainda continuarão jogando um bom tempo e poderão ultrapassar o suíço em Grand Slam. Se ele for ultrapassado em GS por Djokovic e Nadal, perdendo ainda por cima no confronto direto e sem ouro olímpico em simples, será ele mesmo o melhor de todos os tempos? Eu acho que não. Eterna discussão.

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    1. Fernando Brack

      Caso Djoko e Nadal ultrapassem Federer em títulos de Slam, não haverá discussão.
      Penso que Nadal nem precisaria apagar a mancha de nunca ter ganho um Finals.

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      1. Luiz Evandro Foggetti

        Esqueci de mencionar que Federer terá menos Master 1000 que Djokovic e Nadal, outro ponto importantíssimo de comparação. Porcentagem de vitórias na carreira e semanas como número um fecha os mais importantes quesitos de comparação.

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      2. André Barcellos

        Acredito que Nadal não vá ultrapassar o Federer em número de GS. O auge do espanhol passou e ele sempre foi um tenista muito precoce. Deve-se esperar que ele não vá ser muito competitivo de agora em deiante, principalmente, pela perda da velocidade. Outro fator é o número de lesões que o espanhol tem em razão do seu estilo de jogo. Não há corpo que aguente…
        Sobre o Djokovic ultrapasssar o Federer, aí sim, é mais provável. Mas acredito que o H2H com o sérvio não seja tão significativo, pois Djoko está apenas uma vitória à frente, em mais de 40 partidas. Significa, sobretudo, que Federer foi ficando velho à medida em que o sérvio alcançava seu auge.
        Já o mesmo não pode ser dito de Nadal, pois o espanhol competiu com o suíço em condições de igualdade durante toda a carreira, saindo-se melhor. Ganhou do Federer no auge, e em todos os pisos.

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    2. Gildokson

      Esse recorde de 17 Grand Slans ai é fácil de quebrar… Rafael Nadal que o diga, quando ganhou o décimo segundo 50% dos que comentam aqui no blog ja diziam que era questão de tempo pra ele chegar, e de la pra cá o rendimento em Slam do espanhol infelizmente caiu.

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    3. Luis Victor

      Cara, há diferença entre melhor e maior. Quem é melhor? Melhor em quê? Melhor em golpes? Backhand, forehand, deixadas, voleios, saque? Melhor recordista de títulos? Slams, masters, finals? Melhor ex fora das quadras e para o tênis? Estatística entre eles? Quantos masters na grama? Saibro? Qual a idade entre eles? Diferença conta? Domínio? Quem dominou mais? Por mais tempo? Estatísticas, estatísticas….não é tudo. E, assim, há diferença entre maior e melhor. Como Paulo Cleto disse uma vez, em seu blog, a um cidadão que por lá comentou sobre essa comparação, numa crítica a Federer: “há certas coisas para eu achar Federer o maior, que você não entenderia,e que, um dia, irei compartilhar”. Imagino que seja a mesma comparação entre Tiger e Nicklaus, Jordan -> Kobe, Karin, Jhonson, Bill ( dentre outros) e vários esportes por aí à fora. Não é só recordes, estatísticas. Você pode ser o melhor em muitas coisas, mas isso não leva a dizer que você é o maior. Tiger foi e é (tem lenha pra queimar) um exímio jogador, quebrou muitos recordes, apesar de faltar o número de majors (faltam 4), mas mesmo que ele quebre, muitos consideram Nicklaus o maior da história, por N motivos, dentro e fora de campo, do mesmo modo que Jordan é mito por N motivos, dentro e fora de campo. Creio que no final das contas, podem achar Nadal e Djoko melhores que Federer por números e estatísticas, mas, fora isso, duvido muito que irão falar deles igual de Federer, do que ele fez, foi e o que representa para o tênis.

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    4. jose yoh

      Essa eterna discussão vai continuar uma eterna discussão mesmo se quebrados os recordes do Federer.
      Porque a resposta só depende de duas coisas: do estilo que o avaliador gosta e para quem ele torce.
      Os que realmente avaliam com imparcialidade, preferem ficar em cima do muro e não emitir opinião alguma.

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  23. Sandra

    Mas sobrou ainda muita gente interessante, meu ingresso será do dia 6 , consegui ir para o dia 7 , ,se tiver a sorte de ver serena Willians, Djokovic, Nadal, e até o Murry vou achar o máximo, até porque comprei o ingresso mais caro

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    1. Sergio Ribeiro

      O meu Caro Samuka. Becker e Lendl ficaram os últimos TRES anos sem vencer nada de expressão. Pistol Pete terminou no dia do seu ultimo SLAM. Se dando ao luxo de Surrar a Garotada e na Final bater seu maior Rival. Este 2015 de Federer ainda nao da’ para comparar. Perder Semis e Finais para Novak esta’ longe de ser vergonha ( TODOS perdem). Aguardemos 2017 tanto para ele , quanto para Rafa Nadal ( 5 anos mais jovem) . Abs!

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  24. Sergio Ribeiro

    A maioria das opiniões , sao inversamente proporcionais a brilhante carreira do Suíço. Agassi ( 36 ) e Connors ( 38) , grandes competidores e exemplos de longevidade jogando em alto nivel, mas jamais se cuidaram a nivel de Federer ( nunca esquecendo do Gigante Karlovic aos 37 ) em suas brilhantes carreiras. Ao contrario de Jimbo ( e seus milhares ATPs) , o Suíço vem numa grande seqüência de 18 Torneios/Temporada. Nos acostumou mal com rarissimas lesões, e jogo de alto nivel ( 2 Semis de SLAM este ano). Pulou a gira de Saibro , pós Monte Carlo, e precisou apenas de Stuttgart e Halle, para ter ritmo em Wimbledon. Reconheceu que nao pode jogar como vinha fazendo com Edberg. Sampras era Cabeca 17 , quando venceu seu ultimo SLAM. Como Dalcim ja’ repetiu em seus POSTS varias vezes, ” Nunca duvide de Roger Federer” . Abs!

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  25. Fernando C.

    Acho que isso tudo complica a permanência de Federer no circuito, sobretudo a conquista do 18º título de Slam. Contudo, jamais apostaria minhas fichas no fim de RF. Ainda acredito que ele pode sim voltar ano que vem em nível competitivo. E como torcedor do Djokovic espero que isso aconteça, pois R.Federer e R.Nadal foram os jogadores que mais valorizaram cada vitória e conquista de Novak Djokovic, contribuindo sobremaneira para levar esse ao patamar em que se encontra hoje.
    Sortudos somos todos nós que testemunhamos o Big4. Cada uma das 4 peças que forem parando será muito triste.

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  26. Luiz Fernando

    Parece q além de talento. esse Shapovalov tem estrela: primeiro jogou com o altamente compromissado Kyrgios, hj encara o igualmente compromissado Dimitrov.

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  27. Rafael

    Nick Kyrgios:

    Esse rapaz não ama o que faz. Até aí, não é pecado nenhum (tampouco é uma virtude, por óbvio), mas considerando que o trabalho dele envolve patrocinadores, uma entidade que regula o esporte que ele pratica, promove torneios, faz campanhas de marketing, distribui premiações e, principalmente, cobra ingresso dos interessados em vê-lo, é inadmissível seu comportamento. Acredito que, infelizmente, a menos que o próprio desista da carreira, a ATP não vai fazer nada a respeito, até porque o povo é muito condescendente (pra não usar outra palavra).

    ___________________

    Roger Federer:

    Acredito que a adoração que existe em torno de Federer vai se multiplicar conforme forem passando os anos. Toda vez que Federer entrar (se entrar) em quadra daqui para a frente, vai ser uma festa. E acredito que ele ainda vá ganhar alguns torneios ATP, e quando isso acontecer, cada vez que acontecer, será um acontecimento. Já não se trata mais de vencer ou perder – para Federer, nem de sair por cima. Ele atingiu o status de ícone de mais do que uma geração, e sua presença, seja em quadra ou nas arquibancadas, será sempre motivo de alvoroço e reverências. Não é tragédia nenhuma. É a fase final da carreira do maior expoente do tênis em sua era. Imaginem os comentaristas de TV que, quando foca um ex-jogador, lançam aquelas: “Esse aí jogava muito, foi vice nesse torneio em 1983.” “Esse outro foi bicampeão.” “Esse aí conquistou 5 slams.”

    Agora pensem:

    “Vejam quem está prestigiando esse torneio, Roger Federer, dono de 17 Grand Slams e considerado por muitos o maior jogador de tênis que já pisou em uma quadra”.

    É só ele mesmo.

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    1. Marcão

      Sabe, Rafael, quando durmo pouco, costumo ter pesadelos. Sempre foi assim. A diferença é que, quando jovem, os pesadelos eram tão absurdos, tão irreais que eu nem acreditava. No entanto, agora que sou velho, não sei por que razão, os pesadelos são tão factíveis, tão verdadeiros que muitas vezes eu acordo debaixo da cama. O pior é que de uns tempos para cá, veja você, dei para sonhar com Roger Federer entregando o troféu de Wimbledon para Nick Kyrgios. Minha diarista, que entende tanto de tênis quanto de natureza humana, disse para eu não me preocupar, pois esse pesadelo era ainda mais inverossimil do que aqueles da minha juventude: nem Federer iria aposentar tão cedo nem Kyrgios iria abandonar o pokémon go. Mas assim que eu li o seu post, com Federer e Kyrgios na mesma fotografia, me bateu uma angústia de rilhar os dentes. Não sei, por cautela, esta noite não vou pra cama sem tomar pelo menos dois rivotril.

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    2. André Barcellos

      Perfeito, Rafael. Apenas uma ressalva. O Federer já provoca esse efeito.
      Eu o vi jogar ao vivo no USO 2014 (a virada contra o Monfils) e no Finals de 2015 (partida na fase de grupos contra o Djoko).
      Acho que muitos aqui já tiveram essa oportunidade. A energia, a torcida e o frenesi que ele provoca é surreal. Parece um astro do rock…
      Não há outro tenista que provoque a mesma coisa.
      Isso é só uma constatação.

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  28. Rafael Medeiros

    A Olimpíada está zicada mesmo – com o perdão do trocadilho infame.

    Tô com o Brack: ô coisa estranha essa de joelho, depois de ter feito o que fez em WB. Deve ter mais coisa aí, mas pouco importa também. Se ele resolveu aliar a necessidade com a utilidade de se dar férias depois de jogar tanto tempo ininterruptamente (vale lembrar que atravessou a carreira sem qualquer séria intercorrência desse naipe), tá no direito, amigo.

    Agora é aturar os histéricos que, no melhor estilo baba-ovo de Nadal, vão postar em cada comentário: “ele vai voltar com tudo!”, “voltará mais forte do que nunca”, “rumo ao 18 slam”, “o leão rugirá novamente”. Sério, gente: o que ele menos precisa nesse momento é desse tipinho CAFONA de comentário. Agora é tempo de serenidade, compreensão e cuidado. Não seja cafona.

    Me compadeço dos amigos que fizeram mil e um planos pra ver o suíço. Como bem apontado pelo mestre Dalcim, isso sim é a verdadeira tragédia. O suíço, como é seu costume e como vimos nas entrelinhas do seu anúncio, vê a questão com naturalidade e sem fazer qualquer drama. Fica claro quando diz que neste momento pensa como foi afortunado em não ter sofrido paradas sérias ao longo da carreira. Sujeito sereno, lúcido e que não dramatiza nada.

    Sigamos o exemplo do próprio Federer que assim dói menos.

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  29. Luiz Fernando

    É o fim de uma era do esporte mundial, Nadal e Federer, dois dos maiores expoentes do esporte mundial estão em claro declínio físico, com chances bem reduzidas de grandes conquistas na atualidade, e me refiro a GS como meta, pois acho que ambos podem perfeitamente ainda vencer um M1000. Creio q foi talvez a maior rivalidade da história do tenis e a que mais gerou disputas apaixonadas, concorda Dalcim?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, porque os dois vivem uma fase muito diferente do esporte, que são as transmissões ao vivo (TV ou internet), a total globalização via mídias sociais.

      Responder
  30. Arthur

    Dalcim,

    Muita gente falando que a queda no ranking pode ser um fator de desmotivação para a volta do Federer, porque ele poderia enfrentar Tops 4 já nas oitavas.
    Sinceramente, não vejo dessa maneira.
    Se realmente o que ele afirmou no post do Facebook for verdade – “and that’s a big IF” -, não acredito que enfrentar os tops mais cedo vai desmotivá-lo a seguir a carreira. Convenhamos: fora Djoko e Murray, pouquíssimos jogadores no circuito podem fazer frente ao Federer. Wawrinka e Raonic, por exemplo, são excelentes jogadores e podem assumir a posição do suíço no ranking. No entanto, são dois fregueses históricos do Federer. Não acho que ele temeria jogar contra qualquer deles.
    Fora isso, do pessoal da nova geração, ainda não vimos Thiem explodindo, Zverev ainda parece muito inseguro e Kyrgios parece já ter se encaminhado para uma carreira “À la Fognini”. Se qualquer deles chegar no Top 4, não acho que possa significar grande obstáculo para o suíço.
    Enfim, tudo ainda são especulações, porque, no fundo, ninguém sabe ainda o que está acontecendo.
    Só o futuro dirá o que realmente se passou com o suíço.

    Um abraço.

    Responder
  31. Ferreira

    Péssima notícia, Dalcim! Aquela queda dele no jogo contra o Raonic foi realmente estranha, parecia que ele não tinha firmeza com a perna e “desmoronou”. A situação deve ser muito crítica, realmente, pois há anos Roger tem falado da importância das Olimpíadas no RJ para ele… Torçamos para que ele consiga se recuperar este ano e que volte ano que vem para a alegria de todos, e ainda em alto nível. Federer não merece um fim de carreira dessa maneira. Abraços!

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    1. Márcia de Oliveira

      Muito estranho, essa lesão estar tao grave assim. Como médicos o liberaram para Wimbledon? Falei com um especialista que cuida de uma lesão parecida, que sofri, e ele diz que se ele teve liberação por especialistas, é porque ele tinha e deveria ter condições. Senão, seria uma irresponsabilidade. Acredito, que Federer está realmente sentindo a idade e não gostaria de estar no Brasil, pelo zica. Mas…para não dizer a realidade , vai desistindo cada vez mais. Até revelar que vai parar. Além disso tem grandes patrocinadores e compromissos. Pena que revela a desistência em cima da hora, depois de vendas de ingressos. Acho que fez muito o pelo tênis e não precisaria de engodo para se justificar.Basta ser verdadeiro: quer jogar mais? Joga o que pode e se sente confortável. É suficiente! Sempre será um grande jogador a ser lembrado
      Agora é vez de Djokovic, Murray
      Nadal também será lembrado por seus feitos, mas seu histórico de lesões mostra ser mais difícil de superar. Nishikori , Wawrinka, dificilmente chegarão lá. Infelismente!

      Responder
  32. thiago

    Dalcim embora não seja fã de Federer mais sei o que ele representa para o esporte por isso fiquei triste, e também de ver que a carreira de um gênio está perto do fim talvez mais do que se imagina, acredito que ele volte mais como disse aqui meses atrás provavelmente 2017 será seu último ano, não vejo ele jogando em 2018 Federer não vai ficar jogando se não tiver condições de disputar grandes títulos, outra noticia ruim é essa que o Nadal ainda não se recuperou e vem ao Rio somente para ser porta bandeira da Espanha, deve jogar 1 partida de duplas e abandonar as olimpíadas uma pena pois logo quando o Espanhol estava melhorando seu nível de jogo e parecia que voltaria a brigar por Grand Slam acontece essa lesão talvez nem jogue o US OPEN, parece que realmente essas lendas estão chegando ao fim, o problema é que essa nova geração está muito longe de ocupar um lugar nessa galeria isso não é bom para o tênis, a verdade Dalcim é que esses caras vão fazer muita falta ao nosso esporte.

    Responder
  33. jeremias

    Federer foi espetacular para o tênis. Ponto. O resto é tudo conversa comprida; tudo parte dessa mania atual de tecer comentários tão sentimentalistas sobre personagens do mundo, mas tão sentimentalistas que nos faz pensar se isso não é um dispositivo de descarrego emocional carente de canalização, ou da eterna procura por um “encantamento” terrestre, já que o encantamento divino não mais consta na nossa agenda. Vale destacar:

    1- Federer não “é o tênis”.
    2- As 9 derrotas em 12 finais de Slams para as duas “descontinuidades” contra quem jogou relativizam, E MUITO, a fantasiosa magia que querem anexar à sua figura.
    3- Fará aquela faltinha no início,inegavelmente, mas não haverá prejuízo financeiro NENHUM, pois as pessoas estão interessadas mesmo é numa programação diferente do normal para se divertirem, e por isso continuarão, sim, obviamente, a comprar ingressos em massiva quantidade. O “federete” muito acabrunhado pela ausência do seu, literalmente, ídolo, apenas dará vez aos intermináveis não-federetes que estarão atrás dele nas filas dos guichês.( É claro que os tais federetes farão um enorme lobby sensacionalista pela aceitação mundial de que o tênis, oh céus, “acabou”.)
    4- Até a popularidade estrondosa e onipresente dele é uma farsa de torcedores sentimentaloides, como bem demonstrou pesquisa recente sobre quantidade de seguidores nas redes sociais. Neymar, que ainda não é nenhuma lenda esportiva, tem mais seguidores, muito mais seguidores, do que Federer, Djokovic, Nadal e Murray juntos!!!

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    1. Gildokson

      Você sabe que o Neymar é jogador de Futebol? Esporte extremamente mais popular que o Tênis na maioria dos países, e além disso expõe nas redes sociais uma vida para pop star nenhum botar defeito.
      Comparação sem cabimento.

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    2. Sergio Ribeiro

      Na boa, parceiro. Procure outro Esporte. Esse papo de Federetes , Nadalzetes , Neymarzetes , num momento como esse e’ dose pra Mamute. A devolução de ingressos do Tenis OlIMPICO, diz bem a dimensão do acontecimento. Se liga ! Abs!

      Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      Os fãs do Djokovic as vezes agem como urubus, ávidos para voar sobre a carniça.

      Ou então, como chutadores de ébrios caídos.

      É uma coisa impressionante.

      Primeiro, seria muito difícil, muito impreciso definir se Neymar é mais popular do que o Federer. Pode até ser…

      Há pouco tempo a ESPN fez uma lista, onde Federer figura como 5° atleta mais popular do mundo, e Neymar o 4° maior.

      Mas e daí?

      A imprecisão vem de se considerar quantas pessoas acompanham tênis, e quantas acompanham futebol.

      Portanto, o Federer é hoje, indiscutivelmente a figura mais popular do tênis.

      Muito além do Djokovic e do Nadal em número de fãs contabilizados no mundo.

      Ridículo, portanto, vc disparar que logo, logo, ele será esquecido…

      Não será. isso eu posso te garantir.

      Assim, como o Schumacher que mesmo com 7 títulos e trocentas vitórias, não preencheu a lacuna deixada por Senna. Falhou.

      E não estou falando apenas do Brasil. A audiencia da F-1 caiu bastante na era de domínio do alemão, no mundo todo.

      De toda besteirada que vc escreveu, pra mim, só se salva o seguinte:

      O Federer, de fato, não é o tênis.

      Mas, vem cá: quem aqui afirma que ele seja?

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Rodrigo, essa pode colocar na minha conta. Eu sempre disse que Federer é o tênis. Claro que há um pouco de exagero, mas FedEx tem esse alcance, não só por ele ser o jogador que é, mas principalmente pelo fato de que ele é o ídolo de todos os novos jogadores, ídolo das jogadoras (algo DIFICÍLIMO de acontecer, principalmente num esporte que é meio que uma” guerra dos sexos”, como é o caso do tênis), e também por ele representar o tênis “old school”, o tênis clássico. Podemos esperar uma debandada de amantes do tênis quando ele se aposentar. Será uma “senhora porrada” no esporte. Abs.

        Responder
        1. jeremias

          Pronto!! Fui derrotado com “conceitos ” de uma profunda psicologia inspirada nos bate papos matinais de Ana Maria Braga( ou da revista Capricho, talvez). Acabou. “Despeito”, e “Recalque”. Cara, se vocês estivessem numa festa e pudessem escolher para dançar entre a Ana Paula Arósio, a Brigitte Bardot, a Scarlett Johansson, ou a Senhora dos Ridículos, tenho certeza de que as três primeiras moças passariam a noite chupando o dedo!!! rsrsrrs.

          Responder
      2. jeremias

        Sempre achei teus comentários interessantes, mas aí resolveu–raios!– “defender a honra dos feitos de Roger Federer”…

        Tu também , cara. Critica tanto a trupe morfética que nos governou por 14 anos, mas parece que já foi vítima das dificuldades de interpretação que são um dos legados dessa gente, ou então resolveu se inspirar nas respostas “abestadas” do Ribeiro. O engraçado é tua pergunta: “quem disse que ele era o tênis”? Resposta: isto está implícito na ovação kitch e anti-testosterônica de uma parte CONSIDERÁVEL dos fãs dele; não se faça de desentendido querendo negar os famosos elogios hiperbólicos e sentimentaloides direcionados a ele se utilizando de pré-julgamentos rasteiros –” gosta de bater em bêbado”, “gosta de carniça”– para esconder o patrulhamento implícito dessas intervenções . Já te respondi antes: isso não vai colar. Quem cumpre o papel de iconoclasta aqui sou eu( e outros), e não você/vocês. Quem recebeu as prerrogativas de intocabilidade sempre foi Federer, e não a dupla RF/ND. Não queira inverter esse fato, e não queira esconder isso com “ironias” para inglês ver. Agora: se você conseguir convencer 3 crianças de 5 anos de idade a ver no meu comentário a afirmação segundo a qual Federer SERÁ ESQUECIDO, então me passe suas informações bancárias e legais que eu prometo repassar todos os meus bens e deposito mensalmente todos os meus salários na tua conta.

        Responder
      3. Ferreira

        Amigo, o Federer ganhou como preferido dos fãs por uns 13 anos consecutivos no prêmio da ATP. E dos últimos 13 anos, ganhou 12 vezes o prêmio entre os próprios jogadores de respeito e fair play. Se isso não é popularidade…

        Responder
      4. Rafael Wuthrich

        Acho que o tamanho de um atleta para um esporte deve ser medido da seguinte forma: o quanto sua ausência ou presença provoca em termos de público e o quanto ele será lembrado quando ele parar. Obviamente, só podemos ter certeza quando o jogador para. Em esportes coletivos, geralmente há a questão da aposentadoria da seleção nacional e depois do clube, então da para se ter uma certa idéia antes da aposentadoria propriamente dita. Mas no caso do tênis, isso não tem parâmetros. Penso que o que torna Roger Federer tão diferente é ter se tornado a síntese do que significa o tênis como esporte: Seja no comportamento com os fãs, seja na forma de lidar com o esporte, seja com o tipo de tênis executado – esse último o mais fundamental, porque aliou um estilo suave e fluido de jogar com as conquistas alcançadas. Você, se amante do esporte em si, não assiste apenas porque torce pelo atleta Federer, mas porque seu estilo de tênis é agradável para assistir. Minha esposa, que não curte tênis, viu alguns games de Federer comigo nesse último Wimbledon. Até ela ficou impressionada com algumas jogadas inacreditavelmente habilidosas. Esse é o tipo de coisa que um atleta comum, mesmo que acima da média, não consegue captar no espectador. Acho que de fato Nadal, Murray e Djokovic são tenistas fora de série. Mas eles não transcendem tênis como Roger Federer, é um pouco diferente. É difícil explicar. O suíço não é mais que o esporte que representa, mas considero que o tênis se tornou ainda maior justamente por ter como um de seus maiores expoentes um atleta de tamanha magnitude. É como tentar posicionar Michael Jordan na história do basquete ou Ayrton Senna no automobilismo. O ícone não é maior que o esporte, mas o esporte não encontrou representante tão próximo à sua essência quanto estes atletas.

        Responder
    4. Fernando Brack

      Comentário desnecessariamente impertinente e provocativo, Jeremias. Puro despeito seu.
      E você quer comparar o nº de seguidores de um ídolo do futebol com o de ídolos do tênis?
      Você tá falando sério? O futebol tem uma escala imensamente maior de apreciadores.

      Responder
      1. jeremias

        E outra, não me venha com essa de “escala” de esportes diferentes; as “groupies ” do Federer sempre se referem a popularidade dele como se ela ultrapassasse as fronteiras do próprio tênis. ISSO É ÓVIO!!!!! Por isso usei a expressão “popularidade onipresente”, justamente para enfatizar essa pretensão. Vão aprender a ler, cambada!!! Santo Deus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

        Responder
        1. Fernando Brack

          A gente leu direitinho, Jeremias. Você chamou a popularidade do Federer de farsa
          dando o exemplo do Neymar, que teria mais seguidores do que o suíço, o Djoko, o
          Nadal e o Murray juntos. Não há nenhum mal entendido da nossa parte.
          Você é bom comentarista e torcedor, mas é muito antipático. Dá desgosto debater.

          Responder
    1. Márcia de Oliveira

      Tentei comprar mais ingressos, mas sempre que consigo acessar, já tem blocos fechados. Hoje tentei três vezes, nao consegui. Depois que Djokovic confirmou nesta quarta, sua vinda,o pessoal quer mesmo é fazer trocas. Difícil conseguir. Afinal, apesar de haver os grandes torcedores de Federer Ninguém quer perder o n.1 jogar.

      Responder
      1. Lola

        Marcia,
        O pessoal tava fazendo terra arrasada, depois da desistência do Federer, que eu pensei que ia ser moleza conseguir ingressos, afinal, as devoluções foram significativas, segundo noticiam. Mas parece que não é bem assim
        No jogo do Djokovic contra Stepanek estava cheio, apesar de dizerem que o torneio estava às moscas.

        Responder
  34. evaldo moreira

    Boa noite,
    Triste noticia esta, não vou me estender muito, concordo com muitos, sobre algumas colocações, mas um imbecil, desculpa o termo Dalcim, chamar o cara de fujão, poxa vida, o cara chega na final em Brisbane, claro, perder para aquele fresco engomado, depois nos torneios mais importantes, mesmo com essa idade, chega semi-final em WB, perdeu no detalhe, e com a jogada errada, e deu chances de novo para o cara(Raonic), e ai, o resto todos sabem.
    Dalcim, você não acha que, claro, você já respondeu, mas eu tive problemas no joelho esquerdo, sei o quanto me limitava, quando eu jogava futebol, e participei de muitos campeonatos, e claro que isso atrapalha, mobilidade, elasticidade, desenvoltura e tal, e foi nisso que vi no Roger, acho que foi uma burrada de jó, ele ter voltado, mas paciência, concorda que isso seja uns dos fatores? Concorda, que assim penso eu, que: tem mais coisa ai, porque ficar a temporada inteira!?, sendo que, foi uma artrocospia?, pois muito que já opreraram e voltaram bem…….ou realmente, a lesão nas costas ter voltado, dai o saque estar bem abaixo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      São todas especulações válidas, Evaldo. Realmente, uma artroscopia não podia ter dado tantos problemas. Mas pode ter havido alguma complicação, como a torção que ele sofreu contra o Raonic. Teremos de aguardar um pouco mais para saber o que realmente aconteceu.

      Responder
  35. Marcus

    Taí uma tragédia amplamente anunciada.

    Quem curtiu ver os últimos anos do melhor jogador de tênis que a humanidade já viu até o momento – chegando a vices campeonatos incríveis aos 34, 35 anos, fazendo uma das semanas mais sensacionais de todos os tempos em cincinatti 2015 ao, entre outras peripécias, receber saques do melhor jogador do momento na linha do T -, parabéns, estamos tranquilos.

    Quem ficou enchendo o saco e perdeu os últimos suspiros do grande campeão fazendo chuver para cima, ainda há uma última saída: aproveitar Rafael Nadal nos seus últimos lampejos de genialidade.

    Como ambos são criaturas anormais, não é de se duvidar que ainda possam queimar a nossa língua, ou não.

    O duro vai ser ter que depender de Nick Kyrgios pra se ver um tênis um pouco diferente do padrão atual, executado com primor por Andy Murray e Novak Djokovic.

    Responder
  36. Renato Vieira

    Eu tava só na expectativa de ver Roger e Hingis jogando duplas mistas. Ia ser lindo. Mas se ela jogar com o Wawrinka vai ser legal também.

    Responder
  37. Rubens Leme

    Dalcim, tenistas acima dos 30 anos não são obrigados a jogar todos os Masters, certo? Digo isso, porque acho que Federer deveria fazer um calendário pequeno para o biênio 17/18, com 8 ou 10 torneios, abandonando completamente o saibro e jogar apenas onde sempre foi bem.

    Confesso que fiquei sem entender quando anunciou que iria tentar ouro nas simples, duplas e duplas mistas, e depois jogar Cincy e o US Open.

    Federer acabou Wimbledon se arrastando, mal fisicamente e tecnicamente. Como achou que aguentaria cinco semanas em um piso duro, no calor brasileiro e depois ir para a quadra veloz de Cincinatti e mais duas semanas no calor de NY em cinco sets? É um calendário danado de puxado até mesmo para Djokovic ou Murray.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Leme, bem provável estar mais quente em Nova York do que no Rio. Sim, o regulamento permite que não se jogue os Masters mas apenas na penalização do bônus de fim de temporada. O ‘zero ponto’ continua valendo.

      Responder
  38. Luis Nascimento

    Federer poupou sua fanática torcida de vê-lo sendo humilhado nesses jogos Olímpicos para jogadores de quinta categoria. O aposentado fujão a muito tempo não é um jogador que mete medo em seus adversários.

    Não ser campeão olímpico de simples mostra que o “GOAT” não terá o maior título do esporte mundial, ser campeão olímpico. Passou da hora da aposentadoria, se voltar, a única chance é fazer o que tem feito nessas últimas temporadas, tentar ganhar torneios ATP 250, ATP 500. E basta.

    A final olímpica tá com cara mais uma vez de Djokovic x Murray, privilégio para nós brasileiros de assistir a final. Djoker é óbvio é o grande favorito.

    Quem sabe não coloquem um torneio Senior, para o aposentado fujão finalmente ganhar um ouro olímpico no individual??? Ainda há esperança.

    Tchau Federer!!!! pra mim você não fará a menor falta nesses jogos, até porque de coadjuvantes esses jogos estão cheios.

    Responder
      1. Vitor

        Parabéns Dalcim. Finalmente vejo uma manifestação sua com relação a esse tipo de comentário vindo de pessoas que nada entendem deste ou de qualquer outro esporte e que certamente, pelo desrespeito que demonstram pelos atletas, nunca o foram.

        Responder
      2. Nando

        Dalcim, esse rapaz é assim pq Federer recusou tirar uma foto com ele, após o mesmo já ter feito isso…por isso esse rancor, tente entender o lado desse cara que após isso adotou Djokovic com o maior ídolo da sua vida. Abs

        Responder
      3. Arthur

        “Tente elevar o nível da discussão”.
        Agora sou eu que digo na boa, Dalcim: pedir isso para um cara que posta esse tipo de comentário é como pedir a um macaco pra usar bem uma calculadora financeira. 😉

        Um abraço.

        Responder
      4. André Borges

        Po Dalcim, agora você me sacaneou… Eu tenho um filtro aqui no no seu blog, só leio comentários que você tenha respondido, assim sei que algo útil foi perguntado e algo útil foi respondido. Olha o que você fez comigo…..

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Desculpe, André, mas me sinto na obrigação de orientar o pessoal a usar este espaço para discussões saudáveis, com menor fanatismo e maior bom senso.

          Responder
    1. Renato Vieira

      Putz…. poderia até discorrer aqui sobre a falta de bom senso de um comentário desse. Aliás, qualquer um poderia.

      Mas não é nem necessário, já que fica óbvio que o autor em questão não tem qualquer noção de tênis e não assistiu a praticamente jogo nenhum nos últimos 2 anos.

      E ainda obriga o Dalcim a dar-lhe um puxão de orelhas.

      Lamentável.

      Responder
    2. Antônio

      Qualquer tenista top que se ausente num momento tão importante como as olimpíadas faz falta. Confesso que não consigo entender o porquê desse deboche com relação ao Federer. Parece que pelo fato do cara ser adorado em todo o mundo faz com que algumas pessoas o odeiem de forma gratuita. Tudo bem que você torça pra outro tenista, Luis, faz parte do jogo, mas daí a usar de ironia com o gênio Roger realmente é de se lamentar.

      Responder
    3. Fabio

      Cara, Federer é respeitado por todos as lendas, venceu Safin, que venceu Sampras em uma final de US Open, venceu Sampras, venceu Nadal, venceu Djokovic, Murray, Agassi, Roddick, todos em Grand Slams. Reconheço que Nadal e Djokovic são grandes mas perder seu tempo odiando alguém deveria ser só um desperdício do seu tempo, quem está aqui está ou deveria estar por amar o esporte e não por antipatia ou implicância com uma lenda do esporte, a qual nunca teve a chance de conhecer pessoalmente. Julgar as pessoas já é uma atitude pequena por si só, mostrar desprezo e desrespeito independente de quem seja é uma prova de imaturidade e outros problemas de caráter.

      Responder
    4. claudio

      Poxa ser fã do sérvio também sou, agora na boa desmerecer Federer aí é muito pouco pros amantes do tênis
      vamos ser superior a isto, sem desmerecer ninguém,.

      Responder
    5. Rafael Medeiros

      Luis, na boa, tomar uma advertência dessas do dono do blog…É pra repensar a vida, amigo.

      Talvez pegar o banquinho e sair de fininho mesmo, a gente finge que nem viu, tá?

      Responder
    6. Gildokson

      Ser campeão olímpico é o maior título do esporte mundial?
      Coitado do Pelé, parou com suas míseras 3 Copas Do Mundo, pobre dos tenistas que nem disputaram olimpíadas pelo fato do tênis não fazer parte da competição, e mais triste ainda para Roger Federer coitado, que vai ter que se contentar só com seu 17 GRAND SLANS kkkkkkkkkkkkkkkkk

      Que comentariozinho sem noção hein…

      Responder
    7. Carlos

      Federer tem 17 slams e quase cem títulos. É um exemplo de esportista, em um nível que poucos conseguem (Pelé, Ali, Jordan, James, Kiraly, entre outros). Exemplo para a atual e para as futuras gerações. Conduta irrepreensível. Não merece tanto ódio, nem mesmo de quem prefira Nadal, Djokovic ou mesmo Murray (que são também grandes jogadores e esportistas). Merece aplausos. E torço por sua recuperação.

      Responder
  39. O LÓGICO

    “Queridos Fãs,

    Estou extremamente desapontado de anunciar que não estou apto a representar a Suíça nos Jogos Olímpicos do Rio e que eu também perderei o resto da temporada. Considerando todas as opções depois consultando meus médicos e time, tive que tomar uma decisão muito difícil de colocar fim a minha temporada 2016 como eu preciso de uma reabilitação mais extensa após minha cirurgia no joelho no inicio deste ano (março) . Os médicos me alertaram que se eu quisesse competir no circuito por alguns anos livre da lesão no joelho, como quero, tenho que dar aos dois joelhos e ao meu corpo o tempo apropriado para se recuperar completamente. É difícil perder o resto do ano. . No entanto, esta experiência me fez perceber o quão sortudo sou por ter tido em toda a minha carreira poucas lesões. O amor que tenho pelo tênis, a competição, torneios e claro, vocês, os fãs, permanece intacto. Estou mais motivado que nunca e planejo colocar toda minha energia em voltar mais forte, saudável e em forma para jogar em 2017.

    Obrigada pelo contínuo apoio.

    Roger”

    ISSO É TRANSPARÊNCIA kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Ele fez cirurgia, e não magia como fez o robozinho no caso do joelhinho kkkkkkkkk Essa do punho vai na mesma toada kkkkkkkkkkk embuste claro kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Renato Vieira

      Caso o Nadal tivesse soltado a mesma nota em 2012 ou outra vez que se afastou do circuito, você teria vindo aqui falar suas bobagens de sempre. Isso é inegável.
      Aliás, mais uma pra coleção.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Pois é Lógico!

      No entanto, teve gente aqui dizendo:

      ” esquisito, conversa fiada”.

      Gostaria apenas de perguntar a essas pessoas que colocam a fala do suíço, em dúvida:

      O Federer estaria mentido por qual razão?

      Se não foi por estar lesionado, ele vai perder o resto do ano para quê. É pra fazer charminho?

      Responder
    3. eduardo

      É impressionante como os fãs do Federer conseguem ser seletivos nas avaliações e comentários! Será mesmo que RF está sendo transparente? E se fosse
      o Nadal nessa condição seria na verdade um artifício para fugir do dopping? Será que ele ficará mesmo afastado no segundo semestre inteiro ou está com nojinho do
      Brasil? Outra questão: Porque o Dalcim se incomodou tanto com o comentário do Luiz Nascimento e não se incomodou com o seu, que desqualifica totalmente um tenista que prevaleceu de forma absoluta diante do GOAT? Realmente não consigo entender……….

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Não me incomodei, apenas sugeri que se aproveite este espaço de forma mais sensata. E quanto ao Lógico, já cansei de discutir com ele e censurar trechos de seus comentários. Mas, como já disse antes, sou democrático e autorizo qualquer comentário desde que não se exagere nas ofensas.

        Responder
      2. André Barbosa

        “É impressionante como os fãs do Federer conseguem ser seletivos nas avaliações e comentários!”

        Amigo, não generalize por favor. Quando você faz isso, está se colocando no mesmo balaio das pessoas que você está criticando.

        O texto do Luis é pior, mas concordo 100% com você que nenhum deles deveria ter espaço neste blog. Esse tipo de gente deveria ao menos respeitar o ótimo trabalho feito pelo Dalcim.

        Responder
      3. Lola

        Já li um comentário depreciando Djokovic, dizendo que depois da proibição do remedinho da Sharapova, ele não ganharia mais nada.
        Será que era ele que precisava do remedinho??

        Responder
        1. Renato Vieira

          Lola, desencane desse tipo de comentário. Todo mundo que fala esse tipo de bobagens é que não sabe a diferença entre um aminoácido e um copo de vidro.

          Nunca entenderei seu amor pelo Djokovic. Mas se tem gente que gosta de Maria Gadú, tenho que admitir que você está mais coerente.

          Responder
    4. Cesar Ricardo Costa Dias

      Amigo,
      O que as pessoas precisam aprender é que cada um tem seu tempo, e Federer fez o que ninguém vai fazer.
      Pois na era Federer até o TOP 50 era só fera, o que vemos hoje é um circuito dominado por Novak sem nenhuma resistência.
      O que não é culpa dele, mais para quem já teve o previlegio de ver Roger Jogar esses comentários são cretinos.

      Acho que seu comentário foi bem coerente e sincero.

      Abraço

      Responder
  40. Chico

    E que ao voltar, troque de técnico. A pior besteira que ele fez nos últimos tempos foi contratar o Ljubicic, que não acrescentou nada ao seu jogo. Parece-me que o Edberg foi quem decidiu encerrar a parceria, confere Dalcim? Independentemente disso, Federer deveria ter trazido outro treinador do mesmo quilate que Stefan. Com exceção de Nadal, todos os outros tops trouxeram grandes nomes. Djoko continua com Becker, Murray retomou com Lendl, até Raonic trouxe McEnroe para seu time e o Federer regrediu com Ljubicic. Okay que o joelho foi uma grande fatalidade, mas a escolha do técnico foi um erro capital para esta fatídica temporada do Maestro. Quem você traria para o time de Federer em 2017, Dalcim? E poderia comentar um pouco mais sobre o que pode ter motivado Federer a contratar Ljubicic?
    Grande abraço

    P.S: o leão da montanha ainda voltará a rugir. #EuAcredito!

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    1. Rafael Wuthrich

      Acho que é equivocado analisarmos essa temporada dele com Ljubicic se ele não esteve bem fisicamente em nenhum torneio de 2016. Em que pese concordar que não foi uma boa contratação, não pudemos avaliar se a escolha tática de voltar à linha de base teve como pano de fundo alguma limitação física, e nem mesmo se funcionou, eis que os resultados foram prejudicados pelas lesões.

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  41. Diego Rodrigues

    Dalcim

    Acho que na cabeça dele a chance é Wimbledon. no qual o seu retrospecto recente é o melhor com duas finais e uma semi. Se ele não for bem lá. Acredito que seja sim o início do fim. Acredito que seja planejado, mas com riscos é claro.

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  42. Mario cesar Rodrigues

    Realmente,triste que nunca simpatizei com o jogo do Federer,e com sua torcida fanática..mesmo assim é um jogador que irá deixar saudades..Rafa Nadal,este sim como citaram Federer encerrar em WB 2017..quem sabe?Mas Rafael Nadal eu gostaria de ver jogar o Ultimo RG e quem sabe ser campeão em 2017 e encerrar a carreira!

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  43. Chetnik

    Federer tá acabado, esqueçam. Nunca mais vai brigar por nada. E não tô falando isso para tripudiar não, mas apenas constatar, antes que os chorões de sempre venham com o velho mimimi.

    Ele vai começar o ano que vem com 2.130 pontos, e vai defender a semi logo no AUSO. Depois de tanto tempo parado, a chance de perder cedo e despencar no ranking vai ser enorme. E aí, lá atrás no ranking, com 35 anos, vindo de lesão, enfrentando os tops já nas oitavas, quartas…não vai conseguir subir no ranking e vai entrar numa espiral de queda sem fim.

    Mesmo que se prepare para alguns torneios específicos – WB, USO -, deve pegar chaves dificílimas.

    No final das contas isso é normal, não é nenhuma tragédia. Ele vai fazer 35 anos e já ganhou o que tinha que ganhar. Os outros que têm que correr atrás.

    Não sei o que o move, e isso também é problema dele, mas com a idade dele, com o que já conquistou, um “pouquinho” de dinheiro e uma família, não sei pra que ainda vai querer voltar. As chances de conseguir algo são baixíssimas, e vai ser um sofrimento de corpo e alma.

    Enfim, ele é quem sabe. Melhoras.

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    1. Gildokson

      Se ele conseguir alcançar algo próximo do nível de 2015 depois da recuperação, as chaves não vão ser problema, pois tirando Nole e Murray, Federer pode ganhar de qualquer um mesmo com a idade avançada, e no circuito do momento só esses dois estão acima da média, o resto joga um bom tênis mas nada de excepcional a ponto de bater sempre em Federer.
      Agora se aquele nível de tênis não for de novo alcançado, ai você tem razão.

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    2. Rodrigo S. Cruz

      Chetnik , este teu post foi visivelmente mendaz.

      Admita a tua antipatia pelo cara, vai… É menos feio.

      Pois baseado no que o Federer está acabado e não vai ganhar mais nada?

      No único torneio que ele levou a sério a preparação (Wimbledon), ele atingiu a semi.

      Vc acha pouco, considerando a contusão?

      Portanto, tirando o fato de estar ausente todo o ano, por causa de uma lesão,diga-se.

      Em que mais vc se baseia?

      Vc não viu nem um desempenho dele que sirva de arrimo pra um futuro tão pessimista.

      Seria mais honesto vc dizer: ” espero que ele se esteja acabado mesmo, já que eu sempre torci por isto”.

      Responder
      1. Chetnik

        Vocês são muito fanáticos, tá louco…baseado nas considerações que eu já fiz no post.

        Não teve nenhuma mendacidade no meu post. Pelo contrário, só fiz elogiar a carreira dele. Mas babar ovo eu não babo de ninguém, nem do Djoko – só se for para tirar sarro rs.

        Responder
          1. Rafael Wuthrich

            Amigo, leia os arquivos do blog que você perceberá que está redondamente enganado. Xará Medeiros e camarada Brack são testemunhas…

  44. Luis

    É uma péssima, péssima notícia, sem dúvidas!!. Gostaria da opinião do mestre Dalcin sobre um aspecto que eu sempre critiquei nas crises do Nadal é que se aplica agora ao Federer. A verdade é que nessas situações não dá pra se aproveitar nada dessas declarações. Os bastidores das estrelas do tênis são, de fato, blindados. Essa semana o cara anunciou participação na Hopman Cup. E depois desiste de um slam que começa daqui a um mês, além de Xangai, Paris e Basiléia??. Me parece óbvio que tem coisa mais séria rolando. Não acho que seja possível cravar o retorno como sua declaração oficial sugere. Tentando, mais com muita boa vontade, tirar algo de bom dessa história, me ocorrem dois aspectos: o primeiro é que, talvez para o circuito isso seja bom. Talvez permita consolidar a ascenção de alguns caras que vão ter que segurar a bronca quando Federer e Nadal pararem ( Djokovic e Murray ainda tem lenha pra queimar). O segundo é que eu imagino que deva rolar uma turnê de despedida. Um cara desse tamanho com certeza não vai sair de cena desse jeito. Não deixa de ser um consolo!!. Mas sua ausência no Rio me parece mais dramática que a de Nadal em Londres!! Uma pena mesmo!!!

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    1. José Nilton Dalcim

      É, concordo que a explicação seja um pouco simplória, mas é bem típica do marketing esportivo. Ninguém vai expor 100% de seus problemas, alguns usaram até o vírus para não ir aos Jogos, o que era perfeitamente compreensível.

      Responder
    2. Rafael Wuthrich

      Li um post do Cossenza há pouco e concordo com um ponto: será o grande teste da ATP lidar com um circuito sem sua grande estrela.

      Responder
  45. Arthur

    Dalcim,

    Em vários sites, as notícias são de que, após o anúncio do Federer, houve uma explosão na devolução de ingressos para o tênis nas Olimpíadas.
    Todos nós sabemos da importância dele para o esporte. Mas, como acontece em todos os casos, poucos são os que conseguem avaliar os grandes fenômenos no período em que eles acontecem. Com tudo isso que está acontecendo, acho que seremos vítimas do mesmo mal. Federer provavelmente passará para a História como um ícone muito maior do que já é e do que a gente enxerga hoje.
    É esperar pra ver.

    Um abraço.

    Responder
  46. Maurício Luís *

    Concordo com as palavras sensatas do L. Fernando. Eu também não sou torcedor do Federer, mas não sou cego. É uma carreira vitoriosa, e ganhar dele nunca é fácil. Por isso faz falta em qualquer torneio.
    Por enquanto, a histórica rivalidade Federer x Nadal apresenta o seguinte resultado: contusão 6/0

    Responder
  47. Arthur

    “Tragédia”, Dalcim. Não tem outra palavra. É a melhor definição para o que aconteceu hoje.
    Só consigo enxergar esse encerramento prematuro da temporada do Federer sob duas óticas:
    Na primeira, Federer pensa em jogar até os 40 anos de idade e, considerando o nível atual do Djokovic e do Murray, resolveu “jogar a toalha” de 2016 pra tentar a sorte em 2017 e em 2018, mais descansado e mais preparado.
    Na segunda, os problemas físicos são muito mais sérios do que a gente imaginava e esse anúncio de que ainda vai tentar jogar nos próximos anos é apenas uma evasiva para não assumir que não tem mais condições de jogar.
    O tênis não vai se acabar, é óbvio. Mas só Deus sabe o tamanho do buraco que o suíço vai deixar no jogo.

    Um abraço.

    Responder
    1. Rafael Wuthrich

      Federer tem tênis de sobra pra ser top 5, se estiver saudável, não importa a idade. Vontade ele tem. O problema é físico – e não sabemos exatamente o que ele tem. Desconfio que sejam as costas. O saque esteve irregular, e a relutância em ir à rede volear me fazem crer que ele não se sentia suficientemente saudável para se agachar e voltar com frequência, sobretudo com o impacto já dos saques. Torço por uma temporada competitiva, mas não tenho esperança alguma que títulos ou glórias. O tênis, depois de dar tanto a ele, está sendo cruel demais, com os vices recentes e agora as lesões.

      Responder
      1. Arthur

        É bem possível, Rafael. E eu rezo muito para que você esteja certo.
        Que o Federer é o maior talento que o tênis já viu, nem o Djokovic nem o Nadal discordam.
        A questão, como você apontou, é o físico, que hoje é uma incógnita.
        Como coloquei em outro comentário do Brack, essa história do joelho não convence. Tem caroço nesse angu.
        Podem ser as costas, como você disse. Ou pode ser qualquer outra coisa. A única “quase” certeza que a gente tem é que é mais sério do que se imaginava.
        Agora, só nos resta esperar. E torcer…

        Um abraço.

        Responder
  48. Nando

    Senhores, até a temporada 2017 então, pois sem o mago, o rei, esse resto de temporada não terá a mínima graça…. Mas torço para que Kyrgios, Thiem, Zverev “”desabrochem de vez”” nesse resto de ano, que Tsonga e Wawrinka melhorem seus níveis, que o Thiago Monteiro siga crescendo, e que Murray siga melhorando para que no ano que vem ele entre de vez na briga pelo N1.

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  49. Leandro Passos

    Dalcim, você não acha que já está na hora de despedir o Ljubicic e chamar um outro técnico com características mais agressivas? Quando ele me falou que vai estar mais agressivo, eu percebi que está querendo voltar aquela época que treinava junto com o Edberg e voltar a ser mais agressivo. Eu acho que o Ljubicic vai dançar, não acha?

    Responder
  50. Sergio Ribeiro

    Dalcim me corrija se estiver equivocado. Nalbandian e Del Potro , sao os exemplos. O segundo voltou como Cabeca 7 em Rolanga 2015, devido ao Ranking protegido. Este da direito ao Tenista escolher OITO Torneios no período de 9 meses ( ou o que acontecer primeiro ), para entrar com seu Ranking antes da lesão. O Suíço falou em retorno na Copa Hopmam com estilo agressivo. Da maneira que estava o seu Serviço , impossível. As costas nao podem ser descartadas. So se fala no joelho. Para quem foi jogar um Atp 250 em Istambul no Saibro, nao se pode descartar a hipótese de um ATP 500 no Rio para o Craque Suíço. Abs!

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    1. José Nilton Dalcim

      Não é possível ser cabeça 7 com ranking protegido, Sérgio, porque o RP só vale para inscrição e não para indicação de cabeça, que segue estritamente o ranking do momento.

      Responder
  51. Marcelo-Jacacity

    Lamentável notícia e o anúncio foi um pouco estranho.
    Dalcim, não foi citado, porém, creio que o problema no joelho tenha ressurgido naquela queda/torção na semi de Wimbledon contra o Raonic. O próprio Federer disse na coletiva pós derrota que não sabia da gravidade da suposta lesão.

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  52. Erick Fioretti

    Mestre Dalcim,
    O torneio, apesar de olímpico, se apequenou.
    Olhando para o Federer, o “estou extremamente desapontado” no início de seu anúncio foi lido por muitos, inclusive eu, da mesma maneira. Muito triste essa notícia.
    Mas, enquanto há vida, há esperança.
    Acredito muito numa volta triunfal. E você?
    Grande abraço.

    Responder
  53. jeremias

    É esperar que o Federer saiba encaminhar sabiamente o crepúsculo da sua carreira e não ceda às infantis badalações midiáticas( “ainda vai jogar muito!”, “vai voltar arrebentando!”, ” vai jogar “ofensivo” “, “o 18 está perto”, e etc…) em detrimento do bom rendimento tenístico…

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  54. Thiago

    Dalcim, apenas mudando um pouco de assunto, a Copa Davis parece mesmo ter dado um upgrade na carreira do equatoriano Emilio Gomez, que furou quali dificil em Toronto e fez uma grande partida contra o top 20 Pouille hoje. Com o mesmo saque afiado e golpes de fundos potentes ele anda surpreendendo.

    Dar pra apostar num top 100 se continuar neste nível?

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  55. Rafael Wuthrich

    Dalcim, pode preparar outra bomba: já corre solto nas redes de notícias que Rafael Nadal não jogará simples no Rio – o que deixa evidente que não tem condições físicas e que vem apenas por ser porta-bandeira.

    Responder
      1. Rafael Wuthrich

        Efeito imediato dessa ausência e da possível falta de Rafa Nadal nas simples: um monte de gente devolvendo ingressos. Já começo a temer pela lotação máxima no torneio Olímpico. Se tiverem vários buracos será um vexame…

        Responder
  56. Guilherme

    O tempo é implacável. Só mesmo a condição física excepcional o fez ficar tantos anos sem lesões graves, jogando em alto nível e dando show. Mas a idade pesa a todos, e chegou a hora do grande Federer tirar o pé. Que pena, mas é a vida. O Nadal já passou por isso e está semi-aposentado, sabe bem como é.

    Responder
  57. Maurício Jr

    Pena Federer não vir ao Rio, achava que ele seria favorito nas duplas mistas ao lado da Hingis. E a final dos sonhos nas duplas mistas seria Federer/Hingis x Nadal/Muguruza, já que esperar os dois em outras finais não era muito sensato.

    Responder
  58. Leonardo Freitas

    Uma pena enorme ele ter que abandonar as Olimpíadas logo agora aqui no Brasil e seria ultima chance de vermos ele jogar aqui no Brasil e também a última de ele tentar um inesperado ouro olímpico nas simples.Enfim estamos vendo pela primeira sinais verdadeiros que pode ano que vem ser a última temporada do gênio do tênis e o que aliou melhor um ótimo físico,finesa técnica e o virtuosismo do jogo em tempos de tenistas maratonistas.Era de ouro do tênis esta se findando e não vemos uma nova geração que encante tanto como Federer e seus rivais que adaptaram seus jogos para derrotá-lo vide Nadal e Djokovic que compilou os dois da melhor maneira possível.

    Responder
  59. Dramde

    Dalcim, não quero parecer antipático, já que não sou torcedor do Federer, mas essa tragédia parece que já estava anunciada. Sempre achei extremamente precipitado o retorno do Federer (em Monte Carlo) após sua cirurgia e postei isso aqui. Agora, parece bem claro que houve mesmo uma grande forçada de barra do Federer, e que não houve nenhuma voz coerente vinda do staff dele para impedir essa grande burrada. Depois de Monte Carlo, ele tentou compensar o erro voltando apenas na gira da grama, mas parece que o estrago já estava feito. Agora é torcer para uma boa recuperação, e ele que possa ter um final de carreira digno, como todos sabemos que ele merece.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu também havia dito que suspeita da desculpa de virose em Miami… Me parecia mesmo que o joelho não estava recuperado. Ai ele tentou Monte Carlo, talvez porque o saibro agride menos as articulações, mas o resultado foi ruim e ele corretamente pulou Roland Garros. Mas mesmo na grama ele não embalou.

      Responder
      1. Fernando Brack

        Chegou à semi de WB fazendo 2 partidas seguidas em 5 sets, saindo de 0-2 na primeira
        com extraordinário empenho, e por pouco não venceu a segunda para ir à final.
        Além disso, não o vimos em nenhum momento se queixar de algum problema no joelho.
        Não acho também que ele teria voltado a jogar após a cirurgia sem estar recuperado,
        ainda mais em Monte Carlo. Porque ele faria isso, Dalcim?
        Continuo achando esse abandono da Rio-16 e do resto da temporada muito esquisito.
        Sei não, tenho um leve cutuque que ele voltou a sentir as costas, daí a queda do saque.

        Responder
        1. Arthur

          De fato, Brack, esse abandono do resto da temporada está esquisito.
          Não descarto nada essa sua teoria. Pelo contrário. Acho até que é a mais provável.
          Não há artroscopia no joelho que justifique seis meses de estaleiro. Só se ele tivesse rompido algum ligamento.
          Mas, se realmente isso tivesse acontecido, não havia a menor possibilidade de ele voltar em Wimbledon, muito menos em Monte Carlo.
          Pode ser as costas ou alguma outra coisa qualquer. Mas tá com toda pinta de ser algo bem sério, que não permite um prognóstico seguro. Daí terem chutado o resto da temporada de 2016 pra ninguém ficar perguntando “quando é que ele volta?”

          Um abraço.

          Responder
  60. Luis

    Dalcim que noticia ruim Federer fora esse ano o US open e a quadra dura dava expectativa para fans do suico de titulo em Cincinnati quem sabe US open ate mais que a Olimpiada que tenista joga mais relaxado,o que achou se pode ser camparado ao ano de 2013 pro Federer?

    Responder
  61. Marcos Marinho

    Que notícia triste e inesperada. Federer agora não tem nada que lhe prenda ao circuito. Sempre achei que a possibilidade de disputar os jogos do Rio era algo talvez o mantivesse motivado para buscar um título inédito. Essa chance não existe mais. Dalcim, achei curioso que no final de seu comunicado Federer destacou que pretende retornar jogando um tênis agressivo. A palavra “agressivo” me chamou atencao. Daí lhe faço duas perguntas: 1) acredita na possibilidade de Wimbledon ter sido o ultimo campeonato profissional disputado pelo suíço? 2) o jogo pouco agressivo de 2016, excessivamente preso ao fundo e menos contundente teria uma relação com esta lesão mal curada?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Bom, espero que não. Federer provavelmente iria fazer algo diferente para uma despedida digna, embora certamente Wimbledon seja o local perfeito para isso. Acho que ele jogou mesmo no sacrifício. Lembro de sua frase após o Cilic de que estava ‘muito melhor fisicamente’ do que ele mesmo achava.

      Responder
  62. Gustavo M.

    Dalcim, como vc vinha reclamando, Federer não vinha subindo muito à rede. Seria esse conservadorismo um possível reflexo das dores no joelho que, na realidade, não o deixaram desde janeiro?
    Além disso, será que ele não está tentando evitar repetir a trágica temporada de 2013, em que lutou para se manter em quadra, apesar das dores nas costas, atingindo poucos resultados expressivos?
    Assim que aquela temporada acabou, ele se focou na preparação para 2014, que acabou sendo um bom ano para ele, assim com o ano seguinte. Obviamente, a conjuntura é outra, afinal, ele vai começar a temporada 2017 com menos ritmo e com 35 anos, mas talvez seja um sinal de que ele quer voltar a ser competitivo, até porque isso não parece tão impossível, tendo em vista o sucesso recente de veteranos como Karlovic, Feliciano, Victor Estrella, Venus, entre outros, e por que não, Lorenzi! Federer mostrou ótima forma física – e técnica – nas últimas duas temporadas, por isso não duvido que seja capaz de voltar a surpreender e nos brindar com seu tênis vistoso e virtuoso. E eu sei que vc também, no fundo, acredita nisso. É o que nos resta.
    Abraço!

    Responder
  63. dos Anjos

    Só mais passo em direção ao fim. Todos sabíamos que estava próximo, mas eu ainda torcia para ser adiado. A aposentadoria agora seria o mais sensato. Não imagino ver o Federer se arrastando em 2017 só pra concluir uma turnê de despedida, meio patética. Não faz sentido. Melhor parar agora com dignidade. Sempre lembraremos dele no seu mais alto nível. Até o fim.

    Responder
  64. Fernando Brack

    Com isso, acho que podemos descartar de vez um 18º Slam dele e, talvez, qualquer outro grande título.
    Não se trata mais apenas da idade e da natural perda de condição física, mas do esforço extraordinário
    para voltar a jogar em alto nível após uma longa parada. Logo ele que nunca teve que fazer isso.

    Responder
  65. Rafael Wuthrich

    Uma questão que fica clara com essa decisão: a campanha dele em Wimbledon fica próxima de um quase milagre, noves fora a chave. Jogou nitidamente no sacrifício, como muita gente suspeitou, e é incrível que tenha ficado a 1 game da final e aguentado dois jogos durissimos de 5 sets.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      E depois ainda tem imbecil que chama o cara de “fujão”.

      Jogou em Wimbledon, no risco absoluto.

      Poderia muito bem ter se machucado de forma mais grave, e dado adeus ao tênis.

      Responder
  66. Sérgio Brasil

    Uma perda indiscritível não só para o Tênis, mas para as Olimpiadas como um todo. Lembrando que Roger afirmou há um bom tempo (uns dois anos ou mais) que o seu principal objetivo seria a disputa do ouro olimpico, que sondou Martina para as duplas mistas. Uma lesão desse nível em um tenista que praticamente nunca se machucou e já com 35 anos deixa um (triste) cheiro de aposentadoria no ar. Tomara que não, Roger tem a alma desse esporte.

    Responder
  67. Pieter

    Essa notícia foi um pesadelo para os amantes do tênis de qualidade! Para mim é o início do fim da carreira dele. Tomara que eu esteja completamente errado mas, penso que Federer não retorna mais ao circuito. Infelizmente…

    Responder
  68. Carlos Lira

    Claro que Federer perde muito, mas a grande perda é para o tênis que não terá durante seis meses uma das maiores estrelas do tênis, talvez a maior das duas últimas décadas.

    Responder
  69. Gildokson

    Triste pela Olimpíada e pelo Us Open, mas tenho certeza que pro seu jogo vai ser melhor, mesmo perdendo ritmo e confiança, como você mesmo disse Dalcim esses paradigmas Federer ja está acostumado a quebrar, e quem sabe la por IW ele ja está jogando um tênis melhor do que vem jogando esse ano, pois pior que falta de ritmo, deve ser jogar sem confiança no seu corpo.

    Responder
  70. Jônatas

    O lado negativo o Dalcim já falou e tentar ver algo positivo é complicado mas a atitude que ele tomou é para que consiga jogar em um nível adequado, chuto eu, por no mínimo mais 2 anos.

    Responder
  71. Leonardo Cabral

    Sera que não vem mesmo?Pode mudar de ideia na ultima hora.Porém,as chances de ouro eram pequenas,mas de medalha muito grande.De qualquer forma,acredito que ele volte essa temporada ainda.Talvez até em Cinccinatti.

    Responder
    1. jeremias

      Fenômeno linguístico na Terra de Santa Cruz dos mais pitorescos: aqui, de repente, os verbos “acreditar” e “querer” se tornaram sinônimos…
      O homem disse que foi aconselhado a não voltar mais pelos próximos cinco, seis meses, e aí um torcedor “acredita” que ele estará de volta daqui a menos de um mês…

      Responder
  72. Fernando Brack

    Putz, tragédia mesmo! E também muito estranho esse anúncio, assim, de uma hora pra outra, sem que ele tivesse
    se queixado do problema no joelho nos torneios que disputou desde o retorno às quadras. Não me cheira bem.
    Que ele desistisse da Rio-16 ainda se entende. Torneio fora do circuito, sem pontuação, isolado geograficamente e
    com todos os riscos inerentes ao local. Mas largar o resto da temporada foi muito pesado.
    Afinal, tudo isso por conta de uma lesãozinha sofrida num passeio no parque? Que diabo aconteceu nesse passeio?
    De todo jeito, será menos ruim se isso lhe garantir mais alguns anos jogando, como parece que ele deseja fazer.

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      “e com todos os riscos inerentes ao local”. Pegou pesado, hein, Brack. rs. Esses caras são tratados a pão de ló aqui no Brasil. Em qualquer lugar do país. Pode pegar qualquer grande evento aqui que você percebe isso..até mesmo jogos de futebol. Fui contra a realização da Copa e das Olimpíadas, mas agora é hora de curtir o evento. Já estou preparando o estoque de cerveja pra ficar em frente da telinha. Abs.

      Responder
    2. Renato Vieira

      Pelamordedeus! Vai ficar desconfiando da lesão do Federer também agora?

      O que aconteceu no parque? Qual a gravidade da lesão? Por que de uma hora pra outra?

      Quem resolve o que fazer com a carreira dele é ele. Parece até que faz alguma diferença pra você.

      Responder
      1. Fernando Brack

        Se não faz diferença pra você é uma opção sua. Pra mim faz. Eu não gostei nada de
        saber que ele não jogará mais este ano. Não é o fim da vida, mas fiquei chateado.

        Responder
        1. Renato Vieira

          Eu não sei se você entendeu que eu não fiquei chateado. Eu não escrevi nada nem perto disso. Fica até difícil de entender por que você tirou essa conclusão.
          Até por que, eu escrevi antes que, como o Dalcim, eu considero isso uma tragédia. E o mundo do tênis também. É só ver o estardalhaço que foi quando Roger desistiu de Rolanga. Steve Tignor, se não me engano, escreveu um termo ótimo sobre isso: chamou de “post-Fed World”.
          Eu considero uma tragédia ele ter que abandonar o resto da temporada. Para o esporte, certamente não há nada pior. Apenas se ele se aposentasse de fato. Faz diferença pra todo o mundo do esporte que ele não jogue mais.

          O que eu disse – e estava bem claro – era que você fica esperando que o jogador publique os exames de sangue, as ressonâncias, ultrassom, raios x, traga 6 médicos em entrevista coletiva para mostrar o que houve. E ainda descreva exatamente o que aconteceu num acidente doméstico que nada tem a ver com você e com mais ninguém além dele. Ele não deve satisfação sobre isso. Não faz diferença – e não é pra fazer – se ele esta com as costas, com o joelho, com o calcanhar, com o dedo mínimo machucado ou com a orelha inflamada. Se ele acha que deve não jogar o resto da temporada, anuncia isso ao público e pronto. Se ele faz isso por que sua mulher ficou grávida de novo, por que sua mãe está doente ou por que ele quer morar em Aruba por uns meses, é problema dele. Você tem apenas que aceitar isso, já que não lhe diz respeito.

          Mas se você estiver tão curioso ou furioso, pode pegar um avião até Dubai e ir perguntar a ele pessoalmente e mostrar toda sua desconfiança com a resposta fornecida.

          Responder
          1. Fernando Brack

            Agora entendi o que você quis dizer, mas discordo bastante do que você escreveu.
            É muito comum e natural desejarmos saber detalhes do motivo que fez um ídolo tomar
            uma decisão difícil, tipo deixar de disputar uma competição ou, como no caso do suíço,
            abandonar metade de uma temporada. O nível de interesse do torcedor varia, mas não
            é nenhum absurdo querer saber de maiores detalhes de um problema físico ou mesmo
            pessoal, e sua ironia nesse ponto foi um tanto impertinente.

  73. Bernardo

    Muito triste.
    Vale mencionar que o ranking protegido nao conta para a definicao de cabecas de chave, por isso, alem de nao ter efeito sobre a participacao ou nao de Federer nos principais torneios, tambem nao ira colaborar para evitar que os sorteios possam colocar Roger diante de um top 4 ja nas oitavas de final na Australia, ou Indian Wells.

    Responder
    1. Wescley

      Que tragédia. Dia 24 embarco para NYC. Iria realizar um dos meus sonhos que era ver Feder jogar um Grand Slam. Sinceramente não sei o que vou fazer. Por mais que Nadal, Djokovic e Murray sejam excepcionais jogadores não é a mesma coisa. Nem juntando os três na mesma quadra daria a mesma emoção.

      Responder
      1. Leonardo Cabral

        Com certeza você não vai deixar de ir a NY por causa do Federer.rsrsrsrs
        Ele pode não ir,mas a cidade é sensacional.Já fui uma vez,e espero ter uma nova oportunidade no futuro.Sem contar que o complexo do US OPEN é fantastico.Boa viagem!

        Responder
        1. Wescley Sousa

          Já estive em NYC 3 vezes é essa é exclusiva para ver o torneio. Nas outras oportunidades fiz questão de não passar perto de Flushing para ter a experiência completa quando tivesse a oportunidade. Planejei tudo e comprei tickets nos planos oferecidos pela Usta. Sei que o UsOpen é muito mais que apenas ver uma grande estrela, mas para quem realmente admira Federer não ficou muito para se ver.

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      2. Erick Fioretti

        Wescley, já passei por isso duas vezes, amigo. Sei o quanto deve estar frustrado. Mas, palavra de quem teve de superar: vá lá e aproveite! É muito legal poder ver todos treinando, especialmente os de tênis mais vistoso (Thiem, Dimitrov, Wawrinka, Gasquet, etc.). Não desista, pense que isso o fará marcar uma outra viagem. 😉
        Grande abraço

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        1. Wescley Sousa

          Obrigado Erick. Perdi a oportunidade no Master de Roma e em Roland Garros do ano passado, mas foi coincidência da viagem bater com os torneios. Como já estava com a agenda lotada deixei passar, mas agora… Tudo foi planejado para essas duas semanas de UsOpen e é uma verdadeira tragédia para mim. O Usopen é o Slam mais acessível para nós brasileiros. O AO é muito longe e RG e WB são mais caros e cobram em Euro.

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        1. Wescley Sousa

          Boa Lígia. Já tenho os ingresso. Vou aproveitar o máximo que der, mas certeza que alguns tickets ficarão perdidos. Talvez possamos negociar se você estiver indo também.

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