Mais que perfeito
Por José Nilton Dalcim
18 de outubro de 2015 às 13:11

Sem qualquer susto, Novak Djokovic aperfeiçoou seu mandarim e enriqueceu seu currículo na rápida e incrivelmente eficiente passagem pela China. Neste domingo, faturou o segundo título seguido sem perder sets, numa lista de 10 jogos e 20 sets em que estiveram do outro lado da rede nada menos do que sete dos top 20.

Não houve estratégia a incomodá-lo, fossem serviços poderosos como de John Isner e Jo-Wilfried Tsonga, consistentes jogos de base como David Ferrer ou Bernard Tomic, canhotos tal qual Rafael Nadal e Feliciano López ou jogadores versáteis como Andy Murray. Para cada ameaça, o sérvio encontrou a solução mais que perfeita.

O exemplo mais claro foram as rodadas finais de Xangai. Se Murray precisava ser superagressivo, foi Nole quem desfilou nos voleios; se Tsonga tinha de sacar muito bem, coube a Nole abusar do primeiro serviço. E tudo sem abrir mão de excepcionais devoluções, alternância enlouquecedora de direções para os golpes de base e capacidade interminável de defesa e contra-ataque. Poucas vezes se sentiu uma distância técnica tão grande entre dois jogadores desse quilate.

Para desespero dos adversários, Djokovic se dará ao luxo agora de descansar por duas semanas. Ele só retornará ao circuito em Paris, torneio que venceu nas duas mais recentes edições. Terá mais uma semana de preparação e por fim buscará o quarto Finals consecutivo em Londres. Não dá para ser mais favorito.

Vamos então atualizar duas listas das façanhas mais importantes de Djokovic no momento.

Na temporada
– Com a vitória sobre Murray na semi, Djokovi atinge 23 triunfos sobre adversários de nível top 10 neste ano e iguala seu próprio recorde, obtido em 2012 e 2013, além de Rafael Nadal, que o fez também em 2013. Portanto, com Paris à frente e os duelos inevitáveis contra os melhores do mundo no Finals de Londres, a marca deve ser facilmente ultrapassada.

– Esta foi a 13ª final consecutiva de Djokovic na temporada, igualando o feito de Guillermo Vilas, em 1977. A maior sequência pertence a Ivan Lendl, com 18, entre o fim de 1981 e o começo de 1982.

– Em torneios de nível Masters, Djokovic bateu o recorde de finais numa só temporada, com sete, e ainda pode superar a marca geral de títulos. Está com 5, igualado seu feito de 2011 e os de Nadal em 2013, e ainda tem Paris. Está ainda um pouco atrás de Nadal no percentual de triunfos no geral: Nadal:tem 82,6% contra 81,8%.

– Ao atingir 73 vitórias em 78 possíveis, o sérvio tem seu melhor desempenho percentual num só ano, com 93,69%. É o quinto melhor da Era Profissional, atrás de McEnroe (96,4%), Connors (95,8%) e Federer (95,2% e 94,8%).

Na carreira
– Na Era Profissional, Djokovic se mantém no top 10 quanto ao número de títulos (57, apenas três atrás de Agassi), finais (83, faltando cinco para Borg e Sampras) e semifinais (118, a nove de Nadal).

– A quadra dura continua sendo seu piso mais importante, com 43 troféus erguidos. É a quarta marca, a três de Agassi. No entanto, é o primeiro colocado em termos percentuais de vitórias em relação a partidas disputadas, com 83,8%, ficando à frente de Federer, que tem 83,1%.

– Djokovic está cada vez mais perto de superar Borg no aproveitamento geral da carreira. Ele ganhou 677 jogos e perdeu 145, o que lhe confere 82,3% de vitórias. O sueco, com 609-127, chegou a 82,7%. Nadal lidera mas está próximo: 758-157, ou seja, 82,8%.

– Para comprovar a qualidade de seus resultados, Djokovic tem percentual praticamente idêntico a Nadal e Federer quanto a vitórias sobre adversários top 10. O espanhol está com 65,8%, apenas 0,2% acima do sérvio, que tem 0,3% sobre Federer. Em números absolutos, Nole já passou Nadal (151 a 133) e mira Federer (192).

– Outros dois dados extraordinários de Djokovic são a liderança em vitórias após ganhar o primeiro set (95,6%) e nos sets decisivos (74,4%). Isso quer dizer que o sérvio sofreu apenas 27 viradas em sua carreira.

Nosso número 2
O segundo título de Marcelo Melo de nível Masters, ambos conquistados em Xangai, já garante o mineiro pelo menos no segundo lugar do ranking a ser divulgado pela ATP no dia 2 de novembro. Nem é preciso dizer, mas será a mais alta classificação já obtida por um brasileiro desde que Guga Kuerten deixou a vice-liderança em maio de 2002.

Nesta segunda-feira, Marcelo aparecerá pouco mais de 500 pontos atrás dos irmãos Bob e Mike Bryan. À espera do nascimento de mais um filho, Bob não jogará em Viena nesta semana e é dúvida para Basileia, devendo voltar apenas em Paris. Por isso, ele fatalmente perderá os 1.000 pontos de Paris do ano passado, que cairão antecipadamente no ranking do dia 2 de novembro.

Mike tem uma pequena chance de se manter no número 1, já que jogará Viena ao lado de Steve Johnson e pode entrar também na Basileia. Ainda assim, a conta será justa, porque dos possíveis 1.000 pontos a somar, ele terá de descartar 500. Melo jogará Viena nesta semana ao lado de Lukasz Kubot, ótimo duplista, mas só começará a somar pontos a partir de uma final. Será uma emocionante contagem regressiva. Ótimo momento para o tênis brasileiro.


Comentários
  1. Alexandre Maciel

    Rapaz, que coisa chata esse pessoal travando batalhas cibernéticas defendendo com unhas e dentes seus ídolos no tênis. Ora, se temos jogadores tão diferentes um do outro, com características tão distintas, só podemos agradecer. Federer teve seu período de pleno domínio e teve temporadas absurdas. Djoko vem fazendo algo muito parecido nos últimos anos. Nadal dominou os grandes torneios no saibro por pelo menos uma década, algo impensável tempos atrás. Cabe a nós, meros mortais, sentar a bunda no sofá e apreciar os mais variados estilos que esses monstros exibem entre um torneio e outro.

    Agora parem com essa chatice de que “Federer não teve adversários fortes em seu auge”, ou que “Djoko é um robô” e “Nadal é um bombado que só corre de um lado pro outro e acabou com sua carreira por exigir demais do corpo” Que coisa chata, tudo bem que é legal ter uma torcida, uma provocação aqui e ali, mas desmerecer essa rapazeada aí que entra fácil no Top 10 de todos os tempos (e olha que todos praticamente na mesma época) é ridículo. Bora apreciar os artistas das quadras…

    1. Alison Cordeiro

      Onde eu assino? rs. Perfeito comentário. É sadio nutrir admiração por um determinado tenista (eu gosto do Djoko desde seus tempos de número 3 e “freguesia” de Nadal e Federer), mas começar a desmerecer os demais em função do seu preferido é desmerecer suas próprias conquistas. São três monstros, tão acima dos demais que ficou comum vê-los se enfrentando nas semi-finais e finais de praticamente todos os torneios. Cada um teve suas grandes vitórias e suas doloridas derrotas. Torneio sem eles não tem a mesma graça. Vamos apreciar esses gigantes enquanto é possível. Quem ganha com os grandes confrontos, independentemente da torcida, somos nós que gostamos desse esporte tão fascinante.

  2. Ronildo

    Fantasticamente inteligente a atitude de Tomic de rejeitar a IPTL para priorizar a pré-temporada. É o que Federer devia fazer. Quem tirará o n. 1 de Djokovic em 2016 ? Federer? Murray? Stan? Tomic? Estava apostando em Federer, mas depois desta notícia de Tomic fiquei na dúvida. No que resultará a parceria Kyrgios-Hiewty ? (Nunca consigo escrever o nome deste australiano corretamente, mas acredito que isto é melhor do que o Djocovich de um tal de Aranha). 2016 será o ano da caça ao n. 1 já que qualquer campeão de um torneio, que não seja Djokovic, praticamente pontuará em dobro na corrida ao topo do ranking, contando com os seus pontos conquistados e os que Djokovic perderá por não conseguir defender seus pontos.

  3. Rodrigo S. Cruz

    Numa das melhores atuações dele na fraca temporada de 2015, Ernests Gulbis bateu o americano John Isner em Viena: 6/4 4/6 6/4.

    O letão cravou 24 aces, 8 a mais do que Isner.

  4. Luis

    Oi Dalcim, o Marcelo Melo pode chegar ao 1 mesmo que perca o jogo dessa quinta-feira, dependendo de outros resultados?
    Ou a única chance é se vencer o próximo jogo, contra os campeões de Wimbledon?
    Obrigado,
    Luis

    1. José Nilton Dalcim

      Para garantir agora em Viena (no ranking do dia 2 de novembro), terá de ganhar mais uma. Se perder, terá nova chance semana que vem na Basileia.

  5. Renato Toniol

    A verdade é uma só. Djokovic evoluir monstruosamente o seu preparo físico, a sua parte técnica e a postura tática, enquanto que a maioria do circuito, se acomodou com a mesmice de sempre. Federer buscou evolução e conseguiu, mas pela idade, fica difícil competir com o sérvio em melhor de 5 sets. Nadal é um tremendo trabalhador, mas atualmente se desconhece o motivo de ele estar atuando tão abaixo de seu nível habitual, já que ele não confessou ter qualquer lesão, e é apenas um ano mais velho do que Nole. Por outro lado, nunca descarto esse rapaz. Ele já nos surpreendeu outras vezes, e duvido que o Touro ficará de braços cruzados, aceitando o domínio sérvio. Se ele irá conseguir evolução, saberemos somente no ano que vem, mas ele irá tentar algo novo, disso eu tenho convicção.
    Murray, na minha opinião é um talento desperdiçado, já que poderia ter vencido muito mais Slams, mas lhe falta aquele espírito “matador” que Federer, Nadal e Djokovic possuem. O britânico tem de vencer sempre na marra, e isso provavelmente lhe afeta a confiança para competir com os seus grandes rivais.
    Wawrinka, em dia iluminado como esteve na final de Roland Garros, pode derrotar qualquer um, mas lhe falta justamente a consistência.

  6. implicante

    Chatonik, sobre uma réplica sua sobre um comentário meu abaixo, segue a tréplica:
    Cara você ainda acredita nesse papo de que o Federer é dependente do primeiro serviço???
    TODO JOGADOR depende do primeiro serviço, sem exceção. Sei que você só acompanha Djokovic e o Nadal da sua noiva(esposo?), mas procure acompanhar de tenis para não passar vergonha.
    Alias o Djokovic, teve uma grande evolução de saque nesse período de 2010 para cá. O próprio Nadal tem um primeiro saque excelente, pois além de canhoto, tem uma das maiores médias de 1° serviço em quadra, mesmo ocorre com o Djoko.
    Abra seu mente! : )

    1. Chetnik

      Você que veio com essa de que o Murray dependia demais do 1a saque. Depois que eu repliquei citando o Federer, você vem com essa que TODOS dependem dele.

      Você pensa antes de escrever?

      Não é possível.

  7. El loco

    Até que enfim o Bruno Soares se livrou daquela naba.
    O irmão do Murray joga demais.
    Será uma dupla muito técnica. Vai dar certo.

  8. Rubens

    Vamos relembrar algumas façanhas de Federer:

    Chorou como uma criança mimada após ser masacrado novamente por Nadal na final do AO.
    Fugiu covardemente do confronto com Djokovic no Finals de 2014 quando estava empatado H2H e viu que iria perder fatalmente selando assim o terceiro tenista a passa-lo: Guga, Nadal e djoko.
    Perdeu vergonhosamente para guga(que voltava de lesão e sem ritmo de jogo) no Roland Garros de 2005…a partida foi um massacre de Guga quando federer já era o number one.
    Ficou com cara de poucos amigos e biquinho na recente derrota para Djokovic na final do us open.
    No último ano em que foi numero 1, quando todos os outros tenistas estavam reclamando do calendario da ATP, ele era o presidente da associação dos tenistas e se omitiu, ficando caladinho e causando desconforto em todos os outros tenistas.
    ESTE É RODER FEDERER!!!

    1. Sergio Ribeiro

      O Triplo 6 x 4 de GUGA ( considerado pelo próprio uma de suas 2 melhores vitorias ) esteve longe de ser vergonhosa. Federer em N Vitorias e Derrotas ja’ se emocionou em quadra sim, e dai Mane’ ? Em relação a ATP, esta sempre foi rigida com o Calendario. O constrangimento a outros Tenistas deve ter sido no Bolso. Como se aumentou premiações em sua gestão , testemunho de André’ Sá que além de presente , conhece muito mais do trabalho que você. O mesmo que nao sabe que o Serviço e’ um dos fundamentos mais importantes do Esporte. E’ mole ou quer mais ? Abs?

    2. Rodrigo S. Cruz

      E eu vou falar o que?

      Esse teu comentário é a coisa de fanático. Simples assim. Vc não tá nem aí pra discutir tênis, só pra atacar o suíço feito um xiita intolerante, por amor religioso ao Djoko.

      Este é RUBENS…

    3. lEvI sIlvA

      Olha só, meu caro, deixa eu fazer algumas observações sobre o que tu escreveu. 1º. Desmerecer Guga pra falar mal de Federer não ajuda em nada teus argumentos. Ainda mais se referindo a RG onde o brasileiro já era tricampeão. Ou seja, não importa quão grande era RF em 2004, Guga sempre foi mais jogador que o suiço no GS francês. 2º. Ao menos 90% dos títulos do brasileiro vieram do saibro, seu ganha-pão no circuito. Diferente de Federer que tem seus melhores resultados em grama e quadra dura. 3º Diferente de outros jogadores que Federer tenha batido quando no topo, Guga já tinha chegado e permanecido em 1º no ranking por quase 1 ano. Logo… bem, basta completar o raciocínio, né? Só pra lembrar. Não sou torcedor de Federer, mas de Djokovic. Contudo, sempre fui torcedor do Guga e grande entusiasta de seu estilo de jogo e personalidade. Desculpe discordar, mas antes de mais nada, acho sem nexo desmerecer o brasileiro pra argumentar ou algo assim. Abraço!

  9. Fabrício goiano

    Olá Dalcim!!!

    Por gentileza, me esclareça uma dúvida: O ranking que é levado em consideração quando o assunto é liderança é o dos últimos 12 meses, correto? Ou seja, hipoteticamente no final de 2016, depois do finals, poderíamos ver o Novak ainda líder do ranking mesmo tendo um aproveitamento no ano de 2016 inferior à outro tenista. É por aí mesmo? Um abraço, orbrigado e parabéns pelo blog!

    1. José Nilton Dalcim

      Na teoria, não, Fabrício. Porque no dia 1 de dezembro de 2016 só estarão computados os pontos de 2016, a partir de 1 de janeiro. Não haverá mais nada de 2015. Portanto, valerá a campanha do tenista ao longo da própria temporada.

    1. Rodrigo S. Cruz

      Ahh, nem…

      O Federer já cansou de ser campeão em Basel. Chega, né.

      Melhor recarregar as pilhas e mergulhar de cabeça nas competições mais relevantes: Paris e Londres.

  10. Luiz Fernando

    Meu caro Chetnik, não perca seu tempo esperando sensatez e lucidez de quem nunca teve isso kkk. Me perdoe a petulancia de corrigi-lo, mas esperar qualquer tipo de dialogo sério ou sensato dessa turma é como pregar no deserto. Estou há mais tempo do q vc aqui e nesses anos de rusgas c as aposentadoretes, sempre me deliciei em provoca-las, por uma unica e simples razão: elas de fato são completamente alienados quando falam do aposentado, não enxergam a realidade, apenas criam a “sua ” (deles claro) realidade.
    No ano de 2013, quando o cara venceu o ridículo torneio de Halle e nada mais, os comentarios eram sempre q o “mestre” venceria o torneio seguinte, mesmo c Rafa e Djocko em grande forma. Compare essa conduta com a q a maioria absoluta dos torcedores do Nadal tiveram esse ano, comentários realistas e baseados no q os jogos demonstravam, não no q a alienação absoluta sugeria q ia acontecer.
    Não se esqueça q nesse segmento há pessoas tão caras de pau, tão desprovidas de bom senso, q inventaram a figura da “palavra seletiva”, ou seja, o cara empenha a palavra, não cumpre e depois argumentava q palavra empenhada só valia p quem merece kkkkkkkkkk. E o numero de fakes covardes q eles sempre criaram, algo exposto pelo próprio Dalcim.
    Assim meu amigo, curta esse momento incrivel do seu preferido, provoque essa turma de todas as formas possíveis, sem baixarias,mas seja realista, não espere pelo papai noel no natal pq ele não existe…

    1. Chetnik

      Luiz, essa da palavra é muito engraçada. É tipo assim: “eu sou um sujeito ‘homem’ sem palavra, mas a culpa por eu não ter palavra é sua”. Kkkkk. Mas tá no nível de argumentação padrão, então não me espanto.

      As dezenas de fakes não tem nem o que comentar. É muita loucura. Dá até pena.

      Mas falando sério: eu admito que me divirto MUITO provocando os caras, mas, de verdade, às vezes me sinto mal por escrever algumas coisas em respeito aos colegas civilizados e gente boa do blog. Sem hipocrisia. Tem um pessoal muito bacana entre os torcedores do Federer, mas é muito difícil não tirar sarro da torcida deles, NUM GERAL -pelas razões que você elencou.

      Então, para referência futura, deixo claro aqui que não é nada contra ou pessoal contra os colegas torcedores do Federer que eu me dou bem aqui – inclusive àqueles que eu já troquei “gentilezas” e depois nos entendemos -, mas a tiração de sarro não pode parar rs.

    2. Renato Vieira

      Cara, tirando esse blablabla todo, do qual eu concordo plenamente (quando você cita os comentários sobre Roger em 2013 e Rafa esse ano), lhe pergunto:

      Por que você insiste em chamar o Djoko de Djocko? Vc não percebeu que não tem esse c aí? Seria a mesma coisa que chamar Rafa de Raffha.

  11. Nando

    Dalcim, qual a sua opinião sobre a troca de parceiro do Bruno Soares pro ano q vem? Ele acertou ou errou? E o Marcelo acertou ao declinar do convite feito pelo Bruno?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a troca é uma boa alternativa. Há um desgaste natural entre parceiros, como acontece também entre treinador e tenista. Muitas vezes, o ideal é trocar mesmo e acho que o Jamie é uma ótima alternativa. Melo e Bruno já tentaram antes e não deu certo. Além disso, a parceria com o Dodig nunca esteve tão afiada.

      1. Marcelo-Jacacity

        Dalcim,
        Acho que é bom dar uma arejada mesmo e o Soares fez o certo. Somente não entendi o porquê de convidar o Melo. Já não deu certo no passado em virtude dos estilos. Porquê de novo agora?
        De fato não me lembro bem do estilo do irmão do Murray. Tecnicamente eles se complementariam?

        1. José Nilton Dalcim

          Acho que Bruno pensou no preparativo para o Rio. Jamie é canhoto, joga na direita para cobrir o centro da quadra. Talvez seu ponto mais fraco seja a devolução de saque.

  12. Marcelo-Jacacity

    O 3. Saque!
    Interessante a análise do especialista da ATP sobre o poder da devolução do Djokovic como um hipotético terceiro serviço.
    O que achas Dalcim?

  13. lEvI sIlvA

    Dalcim, por sua experiência e vivência com o tênis qual devolução de saque exigiu ou exige mais pra fazer winner? Antigamente, com a bola mais rápida e leve com pisos mais velozes, ou hoje, com a bola mais pesada, raquetes tecnologicamente mais avançadas e maior preparo físico dos tenistas?

    1. José Nilton Dalcim

      Talvez hoje esteja menos difícil, porque o oponente pega o atacante muitas vezes fora da zona ideal do primeiro voleio.

      1. Sergio Ribeiro

        O fato de estar menos dificil e’ real para aqueles , como Dalcim e eu, acompanharam uma Época que dificilmente retornara’. Novak Djokovic , em 2015, consegue reunir com seu Back de duas mãos , praticamente a perfeição . Ataque e defesa, de um jeito , que ate’ BJORN BORG assinaria em baixo. Nao esta’ dando margem a ninguém discutir o seu Talento. Ate’ mesmo o maior de de Todos( por idade), reconhece. Mesmo com tada a sua plasticidade, ROGER FEDERER admite que o Servio , dominara’ o Circuito pelos próximos TRES Anos. ABS!

  14. evaldo moreira

    Boa tarde,
    Como disse o nobre Dalcim, essas discussões não terá fim, e cada qual vem um proposto diferente, como disse outro colega ali, que disse que estava falando sério, sobre alguns aqui falrem que o tênis tá sem graça, e tal, inclusive EU A MINHA PESSOA ME REFERI A ISSO, não fujo das minhas palavras. Pois bem, sem graça na opinião, é não ter um jogador no atual momento e que faça frente ao sérvio, simples assim, como postei abaixo e citei o Federer, Murray, Stan, Dimitrov, ahhhhhh rapaz, esqueci do japinha rsrsrs, esses por algum motivo e momento não estão a altura do Nole, como seria espetacular se o Nadal, outro que mencionei, também não está no momento bom, é disso que eu estou falando, de termos um decisão igual, com lances espetaculares e de grandes jogadas, que encante o público e tal.
    Fica registrado aqui a minha opinião, e ah sou torcedor do Federer, mas nem assim sou fanático não, pedeu perdeu, ganhou ganhou, coisas do esporte, mas mesmo assim viu o jogo do Nadal x Tsonga, Djoko x Murray, tá vendo vejo tênis kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

  15. Marquinhos

    Luis Pilon,

    Vc falou dos break points perdidos por Novak na final de wimbledon, mas o que dizer dos 23 perdidos por Federer na final do u.s open? E se puxar as estatisticas do jogo vera que Federer e Novak venceram quase o mesmo numero de pontos. O servio venceu porque foi melhor nos pontos decisivos e foi beneficiado pelo jogo ter sido adiado para a noite, deixando a quadra mais lenta.

    Boa Rodrigo Cruz!

    1. Rodrigo S. Cruz

      O Federer foi superior ao Djoko tanto em colocação como aproveitamento de primeiro e segundo saques, pontos obtidos com devoluções de saque, número de winners e aces.

      O Djoko foi MUITO superior ao Federer em aproveitamento de break-points,e claro, (como sempre) menos erros.

      Só a título de curiosidade, se vc pegar o SALDO do quesito: Winners barra Unforced-errors, fica assim: Federer 56/54, Djoko 35/37. Ou seja Saldo de -2 pro sérvio e de +2 pro suíço.

      Pra mim foi a melhor chance em anos do Federer vencer mais um GS. Ao menos os números indicam isto. Então acredito que a frustração pra ele foi ainda maior…

      A estatística que mais me chamou atenção, no entanto, foi a de pontos obtidos com a devolução: 38% Djoko / 39% Federer, sendo que o sérvio é um dos, se não o melhor devolvedor de saques do circuito.

      Enfim, o Federer fez o que dava. O que mais PESOU foi o desperdício de tantos break-points. Fica a lição…

  16. Marquinhos

    Sobre 2006:

    Davydenko: Venceu masters 1000 e foi um dos ‘unicos tenistas a ter h2h positivo contra Nadal.

    Hewitt: Jogador mais precoce a conquistar a lideran’ca do ranking.

    Goncales: Melhor forehand da hist’oria.

    Lubicj: Venceu masters e tinha um grande saque.

    Nadal: Era muito mais perigoso em 2006 do que ‘e hoje. Chegava em todas as finais e vencia todos os torneios no saibro. Hoje male ma vence um masters 100 no barro. Seu f’isico anos atras era muito melhor que hoje. Chegou a final de wimbledon em 2006. Ou algum vai me dizer que preferer enfrentar o Nadal/2015 do que o Nadal/2006?

    Tambem tem as questao das quadras lentas, que em 2006 tinhamos uma diversidade muito maior. Hoje elas favorecem o estilo de Novak. Quando o servio encarou a quadras um pouco mais rapidas(Dubai e Cincci), foi atropelado por Roger.

  17. Pieter

    Dalcim, penso que a Teliana se superou este ano. Terminar a temporada dela entre as 50 melhores do mundo, jogando majoritariamente torneios no saibro não deixa de ser um feito e tanto, ainda mais para uma brasileira com algumas limitações técnicas, sem sequer um grande golpe em seu arsenal e com problemas físicos crônicos no joelho, como é o caso dela. Confesso que não acreditava que ela conseguisse tal feito tão cedo…
    E aí, pergunto: você acha que ela consegue se manter nesse patamar ano que vem, tendo em vista que ela tem um caminhão de pontos para defender (inclusive com dois títulos de WTA) ou a queda será inevitável? Só para constar: torço por ela e espero que o exemplo dela sirva de inspiração para outras brasileiras!

    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, uma temporada incrível dela. Que jogou bem até na quadra dura. Acho que ela ainda está crescendo na questão emocional e acredito que vá ter ainda grandes resultados. Um top 30 cabe bem para ela.

  18. Marco A.

    Interessante notar que pela primeira vez na história temos metade do TOP 10 com 30 anos ou mais. Isso com certeza era algo impensável anos atrás, imagina décadas atrás.

    A vida útil do tenista está esticando cada vez mais. Isso é uma boa notícia para todos os fãs de Federer, Nadal, Murray e principalmente Djokovic, que pode estender seu reinado por um tempo ainda.

    Veremos o que o futuro nos reserva. Espero que continue com domínio do sérvio.

  19. Luis Nascimento

    A realidade tem que ser dita, Djokovic joga em um nível muito superior, enquanto seus adversários jogam muito abaixo do nível do sérvio.

    Parece que Djokovic joga outro esporte, é impressionante a sua capacidade de dominar os adversários em qualquer pisos, esse fim de semana deu novamente uma aula de tênis.

    Não tenho dúvida que se conseguir manter-se bem fisicamente, irá reinar por muitos anos no circuito…para desespero nas Federetes que irão ver o sérvio quebrando TODOS OS RECORDES do aposentado fujão.

    Sobre o Master 1000 de Paris e o Finals, o grande favorito é o Djoker obviamente, só perde pra ele mesmo esses títulos….como ocorreu esse ano em RG.

  20. Chetnik

    O que eu acho engraçado, e agora sem sacanagem ou provocação, falando sério mesmo, é que a torcida do Federer sempre teve esse ar de “superioridade aristocrática”.

    Se você não torce para o Federer, além de não entender nada de tênis, você não gosta de tênis. Era uma petulância e uma arrogância inigualáveis.

    Pois bem, agora como esse domínio absoluto e sem precedentes do robô 2.0, olha a quantidade de torcedores dos “verdadeiros e únicos amantes do tênis” estão falando que estão abandonando ou vão abandonar o tênis.

    “Nem vejo mais jogos.” “Tênis perdeu a graça”. “O tênis tá morto, tô cada vez mais desanimado”.

    Mas quando o Federer ganhava TUDO o tênis tinha graça e vocês adoravam né?

    Ué, cadê o amor que vocês tem pelo TÊNIS. Ou vocês falam realmente sério quando afirmam que o “tênis é o Federer”? Nunca levei isso a sério, aceitava como uma brincadeira para tirar sarro do estereótipo de “fanáticos”. Mas talvez estivesse enganado.

    Então vamos parar de hipocrisia. Não é o tênis que perdeu a graça para vocês. O que não tem graça é ver alguém que não seja o “Deus” vencendo tudo. É ver a “essência do tênis” sendo amplamente dominada por um “robô”. O que não tem graça, e isso é o que deve doer mais, é ver a confiança inabalável que vocês tinham na verdade absoluta chamada “Roger Federer” ruir diante dos seus olhos, de ver uma máquina de jogar tênis colocar em dúvida a religião de vocês.

    O que vocês estão tendo não é uma crise de tênis, é uma crise de fé, por que, não se enganem, o Roger Federer não lidera torcedores, lidera um culto.

    Então, colegas de blog, vamos dar o papo reto né? Ninguém é obrigado a assistir tênis até o final da vida, mas pelo menos tenham a decência e a hombridade de não acusar mais ninguém de “não gostar verdadeiramente de tênis”, por que vocês, pelo o que tô vendo, nunca gostaram muito.

    1. Chetnik

      Ah, e mais uma coisa. Sabe o que me traz mais convicção sobre o o que eu escrevi? Eu não vejo os torcedores do Nadal com essas lamentações ridículas. “O tênis acabou meu Deus do céu eu quero morrer mimimi”.

      Eles estão lamentando a fase do Nadal, mas estão ai curtindo o tênis, reconhecendo o domínio do “Sérvio Sapiens”, comentando sobre os torneios, fazendo as brincadeiras de sempre, torcendo pelo Nadal, mas sem esse fatalismo melancólico como se o mundo estivesse acabando.

      Engraçado, é muito engraçado mesmo. Os torcedores do Federer trataram o Nadal e os seus torcedores como “ralé”. “Se gostassem de tênis torceriam pelo MESTRÃO”. “Quando o Nadal se aposentar antes do Federer essa turma nunca mais vai ver tênis na vida”

      Pelo visto os torcedores do Nadal gostam mais de tênis do que os torcedores do Roger Federer, que só gostam do Roger Federer.

      É muito irônico mesmo. O mundo dá muitas voltas.

      PS: Repito aqui, não tô falando para ofender nem para provocar. Tô falando seriamente.

      1. Cargolux

        KKKKKKKKK perfeito Chetnik! A verdade é que Federer lidera um verdadeiro rebanho movido a la efeito manada. Não enxergam nada além de seu guru espiritual. Por mim, podem se aposentar junto com o ex jogador. Federer teve seu auge, e era difícil acreditar que alguém o colocaria como segundo maior da história. Pois bem, Djokiller está a passos largos para fazer isto, e, acredito que depois será mais difícil ainda alguém desbancar seus novos recordes.

        1. Sergio Ribeiro

          E os dois Mane’s , vão terminar abraçados . Federer se Aposenta, e sobra : Novak, Nadal e Andy. Com uma diferença minima de IDADE. Quero ver tanto respeito a partir dai. Abs!

    2. Fernando C.

      Cara, tu mandou perfeito! Não tem porque eu não sou um verdadeiro apreciador do esporte só porque não torço para “DEUS”. Tampouco, isso significa que não entendo nada de TÊNIS.

  21. José Eduardo Pessanha

    Metendo a colher na discussão Murray x Djokovic, o que pesa muito contra o Murray é o fato dele não ganhar de ninguém facilmente. E isso em qualquer lugar e em qualquer tipo de piso. Se ele enfrentar Tsonga, vai tomar sufoco. Se jogar contra Nishikori, Raonic, Ferrer, Berdych, etc, será a mesma coisa. Sem contar a diferença de conquistas entre os dois, claro.
    Quanto a Djokovic, o maior mérito dele (a meu ver) não é nem essa fase soberba de agora, mas o fato dele ter saído de uma situação complicada em RG 2014, perdendo novamente pro Nadal e com “somente” 6 GS, para, em menos de 1 ano e meio depois, pular pra 10 GS. Ele conseguiu lidar com essa frustração e dar a volta por cima.
    E quanto a Dimitrov, esse aí é um desperdício de talento. Tem jogo pra ser top 3, mas a cabeça não ajuda. Com relação ao Kyrgios, se esse cara melhorar a cabeça, tem tudo para incomodar…..veremos se isso vai acontecer.

  22. Luis

    Novak tá barbarizando, jogando muito, aparentemente invencível!!. Isso é indiscutível. Estamos todos agora tentando prognosticar 2016,2017 etc. Isso já é bem discutível. Em 2011 Nole estabeleceu hegemonia semelhante, mas desacelerou no final da temporada. Diferente de agora, naquele ano todos acreditavam que Federer é Nadal se recuperariam. Federer não está jogando mal e me parece que é o adversário mais problemático pra Nole NESTE MOMENTO. Mas está longe dos áureos tempos e não tem a consistência necessária pra bater Nole com maior frequência. Nadal é uma incógnita, Murray e Wawrinka um pouco inconstantes. Pronto!! Novak vai ser dominante sem sombra de dúvidas!!!. Não acho que seja assim tão simples. Novak parece estar vivendo uma temporada de sonhos, sem problemas físicos, em incrível forma técnica e também beneficiado pela circustância do circuito atual. Não acredito que sua derrota em Roland Garros tenha ocorrido por que ele sucumbiu à pressão. Pode ter ajudado, lógico. Mas para mim, ele perdeu na bola, depois de ter enfrentado uma chave mais difícil do que aquela que encontrou no us open e em Wimbledon. Sim, isso conta!!. Novak foi preciso por que conseguiu vencer três terceiros sets fundamentais em finais extremamente equilibradas até aquele momento, contra Murray no Australian open e Federer em Wimbledom e us open. Vai ser sempre assim??. Difícil dizer!!. Federer recuperou o posto de número um após um 2012 em uma fase que se iniciou com o título no Finals e continuou com vitórias em Indian Wells, Madri, Winbledom, Cincinatti. E teve um 2013 pífio!!!. Nadal jogou o fino da bola em 2013!!. Levou Indian Wells, Madri, Roma, RG, Canadá, Cincinatti e US Open. Estendeu a boa fase até o Australian Open de 2014 e desde então luta pra recuperar o nível de tênis. A temporada já acabou, Novak a dominou por completo, independente do que aconteça até o fim do ano. Mas o que aconteceu na China foi a resultante de uma série de fatores que mudam a todo momento. Eu sou um pouco mais prudente pra prognosticar até onde Nole pode chegar. 2016 pode ser diferente. A conferir!!!!!

    1. Fernando C.

      Luis, concordo integralmente.
      Claro que discutir o futuro rende conversa e atiça paixões, mas o fato é que qualquer opinião para os anos que vêm não tem qualquer base. O que aconteceu até o momento não significa nada nesse sentido. O exercício da futurologia é delicioso (rs), mas é totalmente irrelevante. Concordo inclusive quando você menciona a final de RG. Faltou bola mesmo. Acho que Djoko já sofreu pressões equivalentes e superou. O caminho foi difícil, diferentemente de Wimbledon e o USOpen. Provavelmente – se não houver contusões – Djoko deve ser ao menos um dos protagonistas de 2016, mas até isso é especulação. Os exemplos que você utilizou para as temporadas 2012/13 de Federer 2013/14 de Nadal são perfeitos.

      1. Alison Cordeiro

        Concordo que Djoko perdeu RG na bola, Stan estava muito sólido naquele dia e com uma precisão incrível. O tenista, mesmo quando é um grande campeão, está sujeito a sucumbir em um jogo quando não encontra alternativas para parar o adversário. E Nole tentou naquele dia, mas a frieza do suiço número dois foi impressionante. A temporada de 2016 do sérvio terá um grande objetivo: ganhar no saibro francês. Nós brasileiros que gostamos de tênis temos um carinho especial por este torneio e entendemos que Paris faz grande diferença na carreira do tenista. Se vencer RG, o que sobrará a ser conquistado? rs.

  23. Alexandre

    Dalcim porque sera que nenhum canal vai transmitir o atp 500 de viena? semana passada também nao transmitiram o atp 500 de toquio, nao é estranho?

    1. José Nilton Dalcim

      Os direitos dos ATP 500 são da Sky, que tinha no Brasil o canal Sports+ mas que foi fechado. Portanto, não há como mostrar.

      1. Mario Cesar Rodrigues

        Dalcim reparei em Shangay que a média de pùblico foi pouca mas lá sempre foi assim mesmo vc reparou ou estou enganado..então vejo um duro ano para torneios grandes pois a falta de grana está muito acentuada.O kei está inscrito em Bassel Dalcim?

        1. José Nilton Dalcim

          O público na China sempre foi fraco. Na verdade, sempre tive a impressão de uma certa artificialidade nisso. Aquela história de bandeira de vários países na mão de meninas chinesas… Me parece irreal, forçado. Sim, Nishikori programado para Basileia e Finals.

  24. Valmir

    Dalcin,
    Sei que você não gosta de comparar eras diferentes, mas veja a diferença abaixo entre os dois anos miraculosos:

    Federer 2006:
    Adversários Top10 do ano:
    Nadal, Davydenko, Blake, Ljubicic, Roddick, Robredo, Nalbandian, Ancic, Gonzalez
    Eles somavam, na época, somente 3 GS… com Nadal ainda novinho em somente 2GS em RG.
    Somente Nadal (6), Roddick (4) e Davydenko (1) tinham ganho Masters – total de 11.

    Djokovic 2015:
    Adversários Top10 do ano (até 19/out):
    Murray, Federer, Wawrinka, Berdych, Nishikori, Nadal, Ferrer, Raonic, Tsonga
    Eles somam 35 GS e 62 Masters (somando apenas os Masters de Federer, Nadal e Murray).

    Vê-se a BRUTAL diferença de adversários que o Djoko pegou em 2015, comparando com os de Federer 2006.

    Você ainda acha que não tem como se comparar ??

    1. José Nilton Dalcim

      Não resta dúvida de que os adversários do Djokovic parecem mais difíceis e ele tem enormes méritos. Considere apenas que o circuito em 2006 tinha quadras mais velozes, onde tenistas como Roddick, Ancic, Ljubicic e Blake eram muito bons jogadores. Será que Berdych ou Raonic seriam tão melhores do que Ancic, González ou Davydenko? Como se vê, sempre haverá margem para discussões.

      1. Fernando C.

        Concordo, Dalcim.
        Isso de comparar épocas é bobagem. Não existe “se”. Em 2006 o cenário era aquele e pronto. Nada tira o mérito das conquistas de Federer. Cada SLAM vencido por ele tem o mesmo valor dos SLAMS de Djokovic. Acho que esse tipo de análise mais confunde do que ajuda. Tentar levar esse tipo de perspectiva adiante – no meu entendimento – é como criar poucas equações com infinitas incógnitas. Nunca se chega a lugar algum. É a mesma coisa quando se fala em chaves de Slam. Claro que se a chave é mais fácil o caminho é mais tranquilo, mas tudo isso é teoria e a chave foi montada por sorteio. Venceu está vencido.

      2. José Eduardo Pessanha

        González ganhou 3 medalhas olímpicas, sendo duas de simples (prata e bronze), tinha um excelente forehand e muita raça.
        Davydenko ganhou um Finals em cima do Nadal.
        Roddick, somente em Wimbledon, perdeu 3 finais e uma semi para Federer. Perdeu também duas semi no AO e uma final no US Open. Poderia ter 8 GS se tivesse enfrentado qualquer outro jogador no lugar do Federer.
        Os caras tentam desmerecer o Craque, mas está difícil. rs

        1. Marquinhos

          Sem contar Pessanha, que o americano é um dos” maiores sacadores da história”, imagine nas quadras rápidas de 2006? Será que o cotonete aguentaria? E o que falar de Hewitt, tenista mais jovem a assumir a lideran’ca do ranking? deve ser um pangare na canbe’ca dos torcedores ‘modinha” .

        2. Valmir

          Difícil ??
          Você deve viver em outro planeta com esses seus argumentos… o que uma paixão louca não faz…

          Veja as bobagens comparativas que você fez…
          Federer de 2006 …ganhou de Gonzales o qual ganhou… prata e bronze olímpicos.
          Djoko de 2015… ganhou de Nadal e Murray (simples) e Federer (duplas) OUROS olímpicos.

          Federer de 2006 ganhou de Roddick (ganhou 1 GS e foi 4 VICEs)
          Djoko de 2015 ganhou de 33 GS somando Federer, Nadal e Murray… se fosse contar os vices.. que você gosta… então…

          Davydenko de 2006 ganhou 1 ATP Finals.. FOI em 2009 …. kkkkk… olhe as datas rapaz.
          E mesmo se fosse em 2006… que currículo fantástico o dele.

          O fato é… Federer ganhou muito numa época em que não havia concorrência.
          Sampras, Agassi, Guga… já não jogavam ou estavam em fim de carreira.
          A vitória dele sobre Agassi foi quando este tinha 35 anos… e no finalzinho da carreira.

          Olhe os resultados e veja que quando a concorrência apareceu a partir de 2008 (perdendo Wimbledon para o Nadal),
          as vitórias escassearam… nunca mais ganhou do Nadal em GS.. e do Djoko também.

          Teve a sorte de ter Soderling em RG e Roddick em Wimbledon para passar o Sampras.

          E CHOROU na Australia ao perder pro Nadal em 2009…. Veja o link
          https://www.youtube.com/watch?v=mZZ6QK52aic

          E em 2012, na final olímpica, no seu piso predileto (Wimbledon) perdeu para Murray que nem GS ainda tinha ganho.

          Como digo…. o…. O do goat que vocês tanto falam… quer dizer… OWNED… by NADAL.

          1. Chetnik

            Kkkkkk. Esse vídeo do AUSO/2009 é o momento mais épico e engraçado da história do tênis. Eu sempre morro de rir. E a cara da Mirka porpeta? kkkkkk.

            Nessas horas a gente vê como o Nadal é um jogador e um ser humano GRANDIOSO. O bebê chorão fez de tudo para roubar a festa do touro, mas esse se manteve impassível.

            Nós, amantes do tênis, devemos agradecer todos os dias pelos gladiadores do tênis terem salvado esse esporte maravilhoso das mãos do almofadinha leite com pera.

      3. Valmir

        Dakcin,
        Você pode até ter dúvidas de qual time de coadjuvantes top10 é melhor… Berdych/Raonic contra Ancic/González/Davydenko.
        Agora, o curriculum em títulos de GS e Masters dos top10 de 2015 é enormemente maior que os de 2016.
        É um fato real, não uma questão de opinião.
        Os top10 de 2006 que o Federer enfrentou em 2006 eram muito fraquinhos em títulos de GS e Masters, na época.
        (a bem da verdade, daqueles top10, somente o Nadal progrediu de fato).

        1. José Eduardo Pessanha

          Último comentário meu sobre esse assunto. É lógico que esse top 10 de hoje tem muito mais GS do que o de 2006, pois os integrantes são muito mais velhos. E. você ainda insere na contagem os GS de Federer e Nadal dez anos depois. Prudência não faz mal a ninguém. Uma hora o Cotonete vai parar de ganhar com a camisa, como foi no AO 2015 (migué de contusão pra cima do Murray, quando estava sendo dominado) e em Wimbledon (super amarelada). E essa data está próxima para a Lapiseira Faber Castel. E quando isso acontecer, adeus GS pro Vassourito.

    2. Chetnik

      Perfeito, Valmir. E o que me assusta é os caras terem a cara de pau de dizer que o Djoko reina numa era “fraca”.

      Mas na verdade isso é estratégia. Como eles ouviram sobre a “entressafra” por anos, eles querem inverter esse argumento de adversários fracos contra o Djoko. A mim não enganam.

      Veja que o próprio Dalcim, em que pese a ressalva sobre a velocidade das quadras, concordou que o nível era inferior.

      Não adianta, pode tentar torcer e distorcer de todas as maneiras possíveis, mas 2004-2006 foram anos negros para o tênis.

      Sorte nossa que o Touro e o Lobo vieram para salvar o tênis.

    3. Chileno

      Então cara… mas esse argumento de usar os títulos dos caras para comparar não prova absolutamente nada. É tudo uma questão de ponto de vista. Você pode pegar qualquer dado e argumentar encima dele para X ou para Y. Porque da mesma forma que você pode argumentar dizendo que: “Como os adversários do Djoko têm mais títulos, eles são melhores do que os que Federer enfrentava”, alguém poderia dizer: “O Federer dominava ainda mais o circuito que o Djokovic, porque os adversários dele tinham muito menos títulos.” ou ainda “Se o Djoko dominasse tanto o circuito quanto o Federer fazia, os adversários dele teriam menos títulos.”.

      Pra constar… torço muito pelos dois. Tanto Djokovic quanto Federer. Só não gosto muito do Nadal, porque acho muito chato o estilo de jogo dele.

  25. Luiz Fernando

    Djocko parece estar em uma galaxia distinta dos demais jogadores. Digo isso com um misto de alegria (menor claro), pois sempre o admirei, e tristeza (maior, obvio) pois isso significa bem menos chances para o jogador q eu torço. Mas essa tournée asiática me trouxe esperanças de melhores resultados no futuro próximo kkk, qualquer um pode enxergar o mesmo, a não ser os cegos de plantão e viuvas do tenista q o servio mais gosta de ver no outro lado da quadra nas grandes finais. Hj li esse artigo, e diria q concordo com 70% do q esta escrito, mas algo é inegavel: Nadal está voltando ao bom ritmo de jg: http://www.elespanol.com/deportes/20151017/72242799_0.html. O q isto significa:? No momento pouco, duvido q alcance grandes resultados ainda este ano, mas creio q em 2016 haverá finalmente chances do Djocko olhar do outro lado da quadra e finalmente ver alguém com potencial real de vence-lo. Vamos aguardar.

  26. dos Anjos

    Djoko caminha a passos largos pra adentrar o olimpo do tênis. Encontrará os maiores nomes que esse esporte já viu. E dividirá as glórias com outras duas lendas que lá já residem, seus contemporâneos Federer e Nadal.

    Djoko é daqueles que usaremos como referência pra medir a performance das futuras gerações. Sempre nos lembraremos desse e daquele momento fantástico que só o sérvio conseguiu produzir. Ele já cruzou o caminho sem volta.

    1. Fonseca

      Nadal é mesmo lenda. Conseguir o que conseguiu com o ganchão bizarro e correndo feito o coelhinho Duracell é lendário mesmo.

  27. Miguel BSB

    O pessoal discutindo quem consegue, de vez em muito quando, diga-se de passagem, fazer frente ao Djokovic nesses últimos anos, se Murray ou Federer, digo que, no mano a mano, o Wawrinka é ainda, em dias inspirados e com aquele backhand fenomenal disparando winners de tudo quanto é lado , quem consegue fazer frente ao Sérvio, complicando seus jogos e ganhando dele, principalmente nos jogos em Slams, vide as 3 últimas edições do AO e RG 2015.

    1. Fernando C.

      Agora sim! Disse tudo, Miguel! Já cheguei a achar o Murray o cara certo para fazer frente ao sérvio, mas o fato é que Stan deu um sarrafo em RG e pode com a “patada” de esquerda atordoar um pouco o sérvio. Foi o único a vencer um jogo em melhor de 5, contra o Djoko.

    2. Rodrigo S. Cruz

      Com todo respeito que tenho pelo Stan, ele é um freguês de CADERNETA do compatriota, tendo perdido para ele nada menos do que 17 das vinte partidas.

      É um aproveitamento de vitórias ainda pior do que o clássico FEDAL: apenas 15% de ganho.

    3. Eduardo

      Hoje o Wawrinka nos seus melhores dias não ganha do sérvio. Outra coisa, o Wawrinka tem mais chances de ganhar do Djoko em uma quadra mais lenta, onde ele tem mais tempo para preparar o seu backhand de uma mão.

      1. Miguel BSB

        Ele sempre sentiu muito a “sombra” do Federer. Wawrinka ganhou confiança e começou a ganhar dos fab 4 à uns quatro anos, tardiamente…Ele também, infelizmente, é meio inconstante. Mas, posso apostar com vocês, o jogador que o Djoko nesse momento não gostaria de cruzar no Finals é o Stan…

  28. Rubens

    Caros amigos e Dalcim, vou deixar uma pequena colocação sobre 2016:
    utilizarei de outros esportes para se entender como funcionam as coisas neste mundo:
    quando mike Tyson dominou todos os outros lutadores ele produziram Evander Hlifield em laboratório…antes disso quando Muhamed Ally parecia não ter mais com quem lutar, ele vieram com George Foreman.
    Quando Airton Senna parecia ser imbatível, ele montaram aquele circo dando a Prost sempre um carro superior para desafia-lo.
    Na motovelocidade, Michael Doohan parecia ser imbatível quando a yamaha apresentou sua pequena cria na qual bancava o moleqque desde os 11 anos: Valentino Rossi se apresentou para por um fim ao seu reinado…o mesmo aconteceu com ele ao despontar Marc Marques e Jorge Lourenzo…
    Federer quando não Havia mais competidores no circuito, eles trouxeram direto dos laboratórios de anabolizantes desconhecido Nadal, com seu jogo fabricado justamente para bater as falhas de Federer.
    E agora? eis que surge uma nova ameaça ao esporte de competição: Novak Djokovic…e já esta na hora de ser combatido nos bastidores do tênis, sim, agora é Novack contra a FIT(Federação Internacional do Tênis). podem apostar que ele não vão deixar isso ocorrer em 2017, portanto é bom que Novak aproveite o proximo ano de dominio, depois disso com certeza aparecerá alguém fabricado para combate-lo.
    Abraços!

    1. Renato Vieira

      Antes de mais nada, uma pergunta que talvez outras pessoas queiram fazer:

      Quem são eles? Os mesmos que “fabricaram” Alain Prost são os que fabricaram Evander Hollifield e Rafa Nadal?

      Estou curiosíssimo pra saber.

      Quem sabe não é o Orlandinho Luz o próximo tenista de laboratório.

      1. Rubens

        eles são os mesmos que manipulam a sua vida, a minha e a de todos…eles estão presentes em tudo que você imaginar…e quando alguém decide enfrenta-los se dá muito mal…veja a trajetória de Mike Tyson? não se rendeu facilmente e decidiu enfrenta-los, perdeu sua primeira luta porque foi drogado(visivelmente se via que fiseram algo a ele naquela derrota pra um lutador pouco expressivo) contrataram uma prostituta que foi ate a sua casa, o dopou, e depois ainda o acusou de estrupo…que piada foi aquela? uma prostituta decide sair de uma boate pra ir a casa de alguém e ainda acusa a pessoa de estrupo…e pior, o cara ainda é preso, tem que pagar indenização a prosti, gastar toda sua fortuna com advogados e ficar 2 anos em cana? e ainda foi preso novamente mais tarde em outra ocasião nem sei porque…acabaram com a carreira e a vida desse sujeito.

        Quem são eles?

    2. Mário Fagundes

      Rubens, que sempre alguém vai surgir pra desafiar o melhor da modalidade de um esporte, com certeza. Desses nomes que você citou, APENAS Evander Holyfield, que era peso-cruzador, foi o atleta “fabricado” para um determinado fim: vencer Mike Tyson. E tenho minhas dúvidas se teria conseguido vencê-lo, pois o “iron man” foi condenado e preso no início dos anos 90, adiando a tão esperada luta. Após três anos de prisão, Tyson com mais de 30 anos, muito longe do auge, a tarefa de Holyfield ficou menos difícil.

  29. Maurício Di Pauli

    Para tudo há uma crítica. Então segue lá; – Ler “torneio” em lugar de “tornei”……rsrsrsrs

  30. Artur

    Djokovic não é o maior tenista de todos os tempos. Pelo menos ainda. Mas com certeza, é o tenista nais difícil de ser batido de todos os tempos. Isso na sua fase atual, claro. A maioria dos tenistas sabem o que devem fazer para bater Roger ou rafa,mesmo sabendo da dificuldade para executar. Claro, o auge dos dois já passou, e está muito longe. Mas é impressionante a facilidade pra ganhar dos top 10 que o sérvio está tendo. Este ano, podemos dizer que seu único adversário foi Federer, aos 34 anos. Se ele manter esse nível, só mesmo um murray em um dia totalmente perfeito para bate-lo em 5 sets. Em grand slam, nao acredito em federer, nadal ou wawrinka. Em 2 sets, claro que haverão oscilações. Mas enfim, parabéns ao sérvio. Sinceramente acho difícil bater a marca dos 17 majors, mas acredito MUITO que chegue a 15.

  31. Maurício Di Pauli

    Boa tarde Dalcim,

    O herói, o grande vencedor mesmo é você!!! Haja paciência em receber e ler tanta “asneira”……rsrsrsrsrs

    Gente, é vergonhoso o posicionamento de vocês, mais parece uma competição para receber um prêmio “milionário” para quem escrever a “besteira” maior…….

    Dalcim, só posso concluir que:

    – Mesmo havendo perdido no início do tornei, Federer é citado diariamente pela maioria que frequenta seu blog, o que só demonstra o quanto “é grande o suiço”! Lembrado sempre por seus admiradores, e lembrado na mesma intensidade pelos que querem desprezá-lo, mas…. não conseguem…….. Fato a ser “estudado”…….

    Roger Federer, maior campeão, milionário, ama o tênis, mas sua entrega maior é em relação a família, hoje ele tem 34 anos, o que é muito relevante, e ainda vence o atual nº 1 do mundo e com propriedade.

    Novak Djokovic, atual campeão, milionário, 28 anos, parece viver para o tênis com o objetivo maior de ultrapassar todos os recordes, doe a quem doer. O resto que aguarde….. (minha opinião mediante ao quadro que se apresenta). A escolha é dele e ninguém pode julgá-lo.

    Será que todos são cegos?????

    Desta vez, não me foi possível calar!!!

    1. Luiz Pilon

      É verdade, amigo.

      Federer tem perdido pois a única diferença dele pro Djokovic é a dedicação à família. O suíço gasta tempo com isso, enquanto o sérvio apenas vive para quebrar recordes. Aliás, não é a toa que o Djokovic este ano jogou o dobro de torneios que o suíço, rs.

      Aiai, federetes…

  32. JEFERSON SOARES

    Djoko Serial Killer,não tem pra ninguém,que nivel absurdo de Tênis,já esta na história como um dos maiores atletas,não só do tenis mas dos esportes em geral,que venha Paris e Londres,ganhando em Paris se torna maior vencedor de masters 1000 em uma temporada 6,ganhando em Londres se tornar o segundo maior vencedor de Finals e o PRIMEIRO a vencer o finals 4 vezes consecutivas!!57 e contando…………..

    1. Rubens

      Seria Novak um psicopata???
      Características de um psicopata: não possuem sentimentos, costumam não esboçar sentimentos e teem uma grande facilidade de convencer outras pessoas que são boas praças.
      Fazem de tudo para alcançarem seus objetivos, mesmo que tenha que passar por cima de qualquer um que atravesse a sua frente.
      Os psicopatas não possuem muito discernimento das consequências de seus atos(vide as imitações de djoko ridicularizando outros colegas de trabalho).
      Taí…mais uma característica do sérvio, é bem provável.

      1. SRMARTINS

        Rubens…. o que é isso? “psicopata: não possuem sentimentos, costumam não esboçar sentimentos”……
        Rapaz… era só o que faltava, você viajou bastante aqui e que criatividade meu amigo. Exagerou na análise da personalidade alheia onde é imprescindível um pouco mais de conhecimento científico e convivência. Esse tipo de declaração e julgamento requer equilíbrio, qualidade de poucos, e o mínimo de bom senso.
        Quando Novak “esboçava” sentimentos e emoções na quadra ele não tinha “classe”, não respeitava o adversário, muito menos o elitizado público do esporte que reclamava e ficava “chocado” (público, aliás, que sempre o tratou de forma amigável e respeitosa, e demonstrava o comportamento civilizado como é costume nesse ambiente cortês e cheio de etiqueta do Tênis, não é mesmo?). A imprensa sempre o tratou de maneira pejorativa, minimizando suas conquistas e colocando os eternos “poréns”, e cheia de críticas destrutivas ao seu caráter e comportamento..
        Quando se comporta de maneira moderada, ao invés de reconhecer que ele está amadurecendo e melhorando como formador de opinião e exemplo a ser seguido, digno do legítimo Nº1 que é, você vem de maneira inconsequente e o taxa de psicopata…
        Haja imaginação e haja paciência para aguentar esse tipo de argumento incoerente.

  33. Gabi

    Para a perfeição, precisa parar de se enrolar para sacar (não chega a ter o toc do Nadal, mas fica ali batendo dez vezes a bolinha no chão) e se vestir melhor.

    1. Eduardo

      Gabi, a regra determina que o sacador tem 25 segundos nos masters e 20 segundos nos slams entre um ponto e outro para sacar. Então ele pode quicar a bola quantas vezes quiser, respeitando o tempo entre um ponto e outro antes de sacar. Cada tenista tem o seu ritual e seu tempo.

      1. Gabi

        Obrigada pela explicação! Então normalmente ele está dentro desse intervalo? Se sim, registro desde já a errata :). Do contrário, ratifico o comentário anterior.

        1. Eduardo

          Digamos que 95% das vezes, sim! Nos pontos mais longos é comum os jogadores extrapolarem esse tempo, a fim de ganharam um pouco de fôlego para iniciar o próximo ponto. Se extrapolarem sistematicamente o tempo limite podem ser advertidos e até perderem o primeiro serviço em caso de reincidência.

  34. Marquinhos

    Se eu não me engano Bellucci, antes de começar a jogar atps, venceu 4 chellengers seguidos, e…….. Muita calma com Fritz!

  35. Marquinhos

    Claro. Federer com 17 slam é jogador de torneio pequeno, além de ter menos talento que Raonic. kkkkkkkkk

    Pérola insuperável! Tá faltando tarja preta no mercado.

    1. Rodrigo S. Cruz

      É… tem uns comentários que são de fato patéticos.

      Como se chegar em final de Grand Slam e perder só pro melhor da atualidade fosse besteirinha .

    1. José Nilton Dalcim

      Melo na verdade tem se dado bem com vários parceiros, o que mostra sua maturidade. Pelo jeito, os dois se deram muito bem na China e seria uma possibilidade caso o Ivan Dodig desistisse.

  36. Renato Vieira

    Eu vou fazer o coro com alguns aqui no blog.

    Perdi um pouco do interesse nesses últimos meses no tênis devido ao assombroso domínio de Nole. Sou um dos que torce por ele vencer em Rolanga, pois é mais do que merecido um Career slam pra ele (na minha opinião, Federer e Nadal são superiores a ele, e mereciam um Grand Slam da temporada, ele não. Mas não duvido nem um pouco que ele não conquiste).

    Nunca fui o maior fã do jogo do sérvio. É inegavelmente bom, e está num nível inigualável hoje. Mas acho que minha preferência por FEDAL fez que eu me mantivesse meio alheio a ele. E eu também prefiro o Murray e o Stan em vários aspectos.

    Como disse Dalcim no ATP de Pequim, o que Novak está fazendo beira o chocante. Nenhum cara conseguiu sequer ameaçar ele direito. Curiosamente quem chegou mais perto foi o mais inexperiente Tomic. Talvez esse tenha sido o segredo.

    Muito se discute aqui se Novak manterá o nível por quanto tempo. Se Federer vai reagir. Se Nadal vai voltar. Etc.

    Eu já to começando a desejar que o ciclo desses caras se encerre logo. O que eles proporcionaram a nós já é uma coisa de louco.
    Ao mesmo tempo é óbvio que ficarei triste sempre que um desses caras parar de jogar. Fará uma falta enorme. E o fato de Federer ser “o primeiro da lista” me deixa realmente muito chateado, embora eu ache que ele tem uma boa lenha pra queimar ainda.

    Voltando: Eu acredito que Novak vá ganhar os dois torneios no final do ano agora. E eu tenho pena de quem cair na sua chave no Finals. Com exceção de Roger ou Stan num dia Stanimal, ninguém pode vencê-lo.

    Novak parece ter encontrado a sequência perfeita de torneios para jogar e descansar o ano todo e sair com sorriso no rosto. O ano que vem é o único que pode mexer um pouco com isso, devido às olimpíadas (mais do que outro Major, eu queria que Roger levasse o ouro no RJ).

    No começo do ano, é provável que Djoko se consagre campeão do AusOpen pela 45ª vez e mostre como será o resto do ano.

    Tá ficando meio chato. Precisa de pelo menos um pra fazer frente a ele nas finais. Roger tem o que precisa, mas obviamente não tem mais como jogar todos os torneios como antigamente. Rafa tem o que precisa, mas acho que mais tinha do que tem. Ainda acho que ele vai voltar melhor ano que vem. Murray tá sendo segundo escalão hoje. Tem o que precisa, menos o principal.

    Cade o resto?

      1. evaldo moreira

        Bom dia Dalcim,

        Haja asneira por aqui hein, affffffff, pelo amor de Deus, é cada pérola, e aonde eu assino mesmo, falou tudo e um pouco, e CADÊ O RESTO?.
        Não tirando o mérito do Nole, mas tá chato o tênis atual, Roger, em fase final de carreira, mas mesmo assim dá banho em muito tenista por ai, Rafa, coitado, é outro que precisa rever o seu jogo ou ver o que de fato atormenta esse coitado, Murray, é outro fanfarrão, sobre sabe falar em quadra, parace doido, o Stan, esse vou te falar, se tiver inspirado, vai longe, e eu gosto do Dimitrov, pela qualidade técnica do seu tênis, mas desde que a russa deu o chute no traseiro dele, mas que cara fanfarrão, como pode perder uma loira daquelas, rsrsrsrs, e o do momento agora é o Taylor Fritz, nome forte e de personalidade, hein Dalcim, o garoto é bom, mas com calma né gente. O Orlando Luz, eu boto fé, e me parece Dalcim, que ele mesmo em sua entrevista, pede paciência nessa transição em que ele tá passando, o que achas, ele vinga ou não vinga Dalcim?

        1. José Nilton Dalcim

          Puxa, Evaldo, se deus quiser vai vingar. Coisas positivas: é humilde, o pai é muito empenhado, está bem orientado e num bom grupo. Então acho que temos mesmo de ter paciência.

    1. Jean

      Se fosse o Roger ou Nadal que estivessem nessa fase absurda você não quereria que acabasse logo não é (dado sua preferência dita no começo). Não tem problema preferir os outros dois, pois a maioria prefere. Agora falar que está chato, que perdeu o interesse? Pra mim toda fase no tênis é interessante, pois eu gosto do esporte, não sou anti-alguém ou super cego por quem quer que seja. Nole hoje está escrevendo sua marca na história de forma contundente, assim como em 2011, e, acho que ele deve sim aproveitar esse momento e continuar dominando. Seus concorrentes que dêem seus pulos para superá-lo, assim como Roger era dominante e Rafa foi durante períodos picados. Obviamente os jogadores mais novos estão vendo isso e, alguns com a real vontade e determinação de ser grande colocarão como meta talvez se aproximar ao máximo desse nível e então ultrapassá-lo. Não é só a questão da dominação em si, mas o que os outros jogadores terão que tirar da cartola para superá-lo que faz desse esporte SEMPRE interessante.

      1. Renato Vieira

        Cara, como eu disse: EU acho que perdi um pouco do interesse. Da mesma forma que muita gente perdeu o interesse em Roland Garros durante um tempo, pela superioridade do Rafa lá. Agora voltou a ser mais competitivo. Eu não acho errado em ninguém torcer pro Djokovic e muito menos acho errado ele aproveitar essa fase e destruir tudo. Pelo contrário, essa é a vida dele.
        Mas nos tempos de FEDAL, eram dois pelo menos. A rivalidade era enorme. Certamente tinha gente que achava chato essa dominancia dos dois. Cada um acha o que quiser. Depois ainda veio Djoko X Rafa. E agora um pouco de Djoko X Roger. Mas parece que cada torneio que passa Djoko aumenta sua margem de superioridade com relação aos outros. Está sendo impressionante. Junte a isso o fato de que alguns nomes fortes como Raonic e Nishikori vivem se machucando e se ausentando dos torneios, então os adversários são um pouco mais fracos.

        Se fosse só Roger ou só Rafa dominando dessa forma, eu também acharia meio enfadonho. Mas são as minhas preferências.
        Eu apostava minhas fichas no Nishikori desde 2011. Mas até agora não vingou. Dimitrov idem. To esperando aparecer alguém pra mexer nas coisas.

  37. Julio

    É um dos melhores jogadores de todos os tempos no auge, sem adversário a altura.
    Simples assim. Dizer que hoje não existe jogador no mesmo nível não desmerece o trabalho do sérvio.
    A distância do Djoko para os outros jogadores é fruto do trabalho dele e não demérito de quem vem logo atrás no ranking.

  38. Luiz Fabriciano

    Então caro Brack, vamos fazer uma campanha para alguém derrubar Novak, na quadra é claro.
    Isso é natural, vai chegar a hora de Novak deixar a ponta do ranking. Já aconteceu antes. Lembro-me certa vez que houve uma imensa corrente contra o Sampras, por este fazer um excelente uso do saque-voleio, por alegarem que ele ganhava tudo e estava chato. Hoje, certamente os mesmos, ficam maravilhados quando um tenista esboça esse prática.
    Eu particularmente, prefiro que Novak continue dominando o máximo que ele conseguir.
    Grande abraço. Sou seu admirador também.

  39. Renato Vieira

    Se alguém aqui é torcedor do Federer (como eu) e sente vergonha alheia (eu não sinto), é bem provável que esteja sentindo isso com relação às coisas que o Marquinhos vem escrevendo.

    Essa da “entrevista mais recente é a que vale” foi sensacional.

    1. Marquinhos

      Sabe o que é estranho, vc não fala das besteiras que alguns escrevem sobre Federer e se diz torcedor de Federer. Cara, vc é um sujeito totalmente controverso e esquisito. Criticas as besteiras que eu escrevo mas se cala quando os outros escrevem

      1. Renato Vieira

        Marquinhos, eu falo sim e já falei bastante aqui quando falam idiotices como aposentado em atividade, cansadão, esquerda pífia, fujão, vencedor de geração fraca. Todas essas cretinices escritas por pessoas que, na verdade, não acreditam realmente nisso, e escrevem apenas por prazer de irritar os outros. Assim como as idiotices de dopalito, tenista de laje, robozinho, e coisas assim que provam que a educação brasileira nunca foi boa.

        Mas o que você tenta fazer é manipular qualquer coisa pra provar seus argumentos prévios. Não dá pra levar a sério alguém que acha que o tenista ser o mais popular ou o mais rentável a sei lá quantos anos lhe vale algum crédito para ser o maior de todos os tempos. Isso é importante para ele e apenas ele. Maria Sharapova é a mais rentável atualmente e provavelmente da história, mas seu jogo é ridículo se comparado às grandes.
        Eu sei que você vai dizer que esse é apenas um dos vários argumentos, mas eu digo, aposto, e ganho, que isso não é nem um pouco relevante para os grandes conhecedores do esporte. Para as pessoas que de fato vivem disso. Esse tipo de número é perfumaria.
        Tanto é que se Roger não fosse o mais rentável e popular (e ele é tão popular que seu nome é maior que o esporte), você não usaria esse argumento e falaria que isso não vale de nada. Da mesma forma que uns torcedores do Nadal se agarram no H2H para “provar” a superioridade do Rafa sobre Roger. É um dado importante, mas sozinho não quer dizer nada. Todos os outros números são a favor de Roger, e esses torcedores escolhem ignorá-los.
        Falam que Rafa e Djoko vencem mais por que as quadras e bolas ficaram mais lentas. Mas se tivessem ficado mais rápidas eu duvido que falariam que isso foi um diferencial a favor do Fedex. Aliás, o fato de ele poder ser considerado o maior de todos os tempos é justamente o quanto ele se deu bem em todos os pisos e se adaptou e se transformou com o tempo e com o surgimento dos adversários.

        Esse caso da entrevista do Sampras é emblemático. Certamente ele não mudou de ideia e passou a achar que Federer é o maior de uma hora pra outra. Na prática, todo mundo sabe que é muito difícil comparar eras diferentes.
        Muitos, como eu, acham que Federer é o jogador mais absurdamente talentoso que já viu jogar. Sua plasticidade e especialmente variação de jogo que fazem de um jogo sempre algo diferente. Mas eu não me arrisco a falar “Se Djoko jogasse com Federer no auge, jamais ganharia” ou coisa assim. Não vejo necessidade desse futuro do pretérito. Não melhora em nada uma conversa. É a mesma coisa que falar que Serena não ganharia de Cris Evert no seu auge. Vai saber?!

        Você fica tentando converter e convencer outras pessoas dos seus próprios ideais e ninguém sabe por que.

  40. Marcos Marinho

    Em relação a Novak, tudo de acordo com o protocolo. Murray fez uma partida digna de pena e jamais teve chances. Tsonga tb não teria qualquer chance de vencê-lo. É outro nível, quase outro esporte. Não há muito o que comentar sobre Djokovic, o ano é dele e ponto. Temos que aceitar e já pensar em como derrotá-lo em 2016.

    Por isso queria falar mais do Marcelo. Que fase do mineiro, Dalcim! Queria ter escrito isso há algumas rodadas, mas ele sempre vencia mais uma e aí resolvi esperar pelo título pra postar. Ele está em uma temporada espetacular e histórica para o tênis brasileiro. Grand Slam, dois 500 e um atp 1000, com chances reais de papar outros títulos e o Finals. Isso sem jogar com seu parceiro ideal. Incrível. A sensação que dá é que o Bruno está ficando muito para trás na sadia disputa entre os dois e suas duplas.

    Com um dos irmãos Brian fora do circuito pelo nascimento do filho, o outro se torna mais derrotável, certo? Favorece o Marcelo pra fechar o ano como #1. Vamos lá que eu acredito!!

  41. Spencer Santos

    Djokovic está infinitamente superior ao resto. Desde da década de 80, nunca vi nada parecido. Mesmo no auge do Federer havia a esperança Nadal. O Nadal sempre “sofreu”, mesmo no auge, tipo Rock Balboa, o que justifica a maioria dos seus torcedores, especialmente os xiitas como eu. Djokovic está entre os melhores de todos os principais golpes do circuito – drive, revés, saque, devolução – e fisicamente e mentalmente é o mais perfeito atleta que já existiu nesse esporte. Mesmo nos pouquíssimos (menos de 5% por jogo para ele) necessários voleios, smash e similares, ele continua evoluindo. Bicho, já era. Abraça o capeta e chora. O instinto do povo dele não é aliviar, muito pelo contrário. Esses próximos dois anos, no mínimo, infelizmente, dará cada vez mais pena dos adversários, até do meu menino Nadal. É a vida! Eu já aceitei e você?

    1. Carlos Reis

      Eu também aceitei Spencer, tanto que parei de assistir tênis pela TV, agora prefiro só jogar mesmo… O homem é máquina de rebater bolas com qualidade…

    2. O LÓGICO

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK OLHA A NADALZETE SPENCER ACUSANDO O GOLPE kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk viu que o C.E.O desabou, kkkkkk, agora tá se rendendo ao algoz do robozinho satânico kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Não, nadalzete, o que não falta na torcida do FEDEX é uma convicção RACIONAL, LÓGICA kkkkkkkkk de que ELE é inigualável kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk não importa onde o DJOKOVIC chegue em termos de números, mas existe alguma coisa que ele nunca vai conquistar do craque suiço, seu bailado, seu ar de burguês kkkkkkk sua elegância. Comparo Roger Federer a um Deus encarnado, ou um CRISTO DO TÊNIS kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  42. Mário Fagundes

    Não assisti à final de Shangai, porque o previsível não me encanta. Mas acho que isso tende a mudar, porque o tal Djokovic está evoluindo tanto, em todos os aspectos, que até mais plástico está ficando seu jogo. Mas esse reinado não será tão absoluto em 2016, não mesmo. Os adversários irão reagir. E Murray é o que mais armas tem para desafiá-lo, não tenho dúvidas disso. É só lembrarmos o incrível ano de Djoko em 2011. Alguém imaginava que o sérvio faria todo aquele estrago naquela temporada? Por isso, aposto em Murray.

  43. AURÉLIO NR.

    Prezado Dalcim e amigos.
    Se o Djokovic continuar jogando nesse nível, ou próximo dele, e se Federer, Nadal, Murray, etc não se reinventarem ou fizerem algo novo, o Djokovic vai pulverizar a maioria dos records existentes. A pergunta é: quem vai parar esse cara?
    Abraços.
    AURÉLIO NR.

  44. Marcelo F

    Dalcim, ouso dizer que Djoko não perde mais até o final do ano. Se isso realmente acontecer, acho que supera a melhor temporada de Federer. Por causa da qualidade dos títulos. Concorda?

    1. José Nilton Dalcim

      Por enquanto, que é uma promessa. Mas ao longo de 35 anos de tênis, vi tantas e tantas promessas que prefiro aguardar cautelosamente. Mas na torcida para que vingue. Acho importante o tênis norte-americano ter nomes na ponta do ranking.

  45. Eduardo

    Boa noite Dalcim, o ano de 2016 …djoko vai ter muitos mais muitos pontos a defender, não sei quantos pontos a defender ele tem mas é muito, na sua opinião com essa quantidade de pontos a defender vc acredita q ele consiga manter o posto de número um do mundo? Parabéns pelo posto um abraço

    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, terá cerca de 15 mil pontos a defender, Eduardo. Mas seus concorrentes terão também de marcar pontos a mais para diminuir a distância. Acho que o interessante é ver se Djokovic conseguirá manter esse altíssimo padrão. Eu acredito – e na verdade espero – muito mais que os outros precisem elevar seu nível para competir com ele. Isso será ótimo para o tênis.

  46. Marcos Castillo

    Putz, e não é que o Djokovic está se tornando o cara mais difícil de se vencer em todos os tempos? Não consigo imaginar alguém ganhando 3 sets dele em uma melhor de 5… Não tem estratégia pra derrotar o sérvio se ele estiver 80%. Até concordo com alguns que dizem que ele não é perfeito por causa de seus voleios, smashes e lobs( o que ele vem melhorando),mas e daí? Quantos voleios, smashes ou lobs ele precisa dar por jogo? É a mesma coisa que dizer que ele não é tão bom em gran willy e ziguezira. Tenis hoje, infelizmente, é saque, devolução, forehand, backhand,correria e “sangue nos zóio”. Méritos para ele que enxergou isso e se especializou no que é fundamental para ser um vencedor neste esporte.

  47. Luisinho

    Prezado Robson, quer dizer que quem pensa que Murray e melhor que Movak na questão técnica não entende nada de tênis? Quer dizer que eu, seu colega Rafael, Brack e o Dalcim não sabemos nada por ter uma opinião diferente da sua? E ainda chama os outros de fanáticos?

    1. Robson

      Meu caro Luisinho,
      Quando vc se sentir atacado, ou mesmo ofendido, ainda que graças a Deus eu ñ tenha atacado, muito menos ofendido ninguém, vc se defenda por vc, pra vc, sem citar terceiros, até pq eu ñ citei nome de ninguém, muito menos do Mestre, responsável pelo blog, que tem só de tênis exatamente o que eu tenho de vida, 35 anos.
      Eu nunca se quer pensei em comparar Murray com Novak, ñ tem comparação, Novak é muito, mas muito melhor e maior que Murray em tudo do tênis.
      Dacio Campos da SporTV já disse dezenas de vezes, Novak é completo, único tenista completo, sem mais.

  48. Oswaldo E Aranha

    Marquinhos estou notando que tomaste um banho de civilidade, parabéns. Quero que continues torcendo pelo Federer, um grande tenista, mas permita que outros tenham suas preferências. Abraços.

  49. Anti anti-jogo

    Rapá, fiz aqui a pesquisa de quantos títulos Robolito Kid venceu “pós-US Open” (ou seja, qualquer torneio começando após o US Open terminar no meio de setembro).

    Três (Beijing e Madri em 2005 e Tóquio 2010). Não que ele se preocupe, porque dinheiro entra a rodo de qualquer forma nessa fase.

    Não é no momento atual que Robolito e seu fiel treinador Joel Santana Nadal vencerão Paris Indoor ou o Finals… enfim….

    1. Sérgio Cipriani

      Você tem que levar em consideração também que por ele dar extrema preferência às quadras do primeiro semestre, joga muito mais partidas, nesse período, que seus rivais. E isso, obviamente, tem um preço! Chega abaixo de sua capacidade máxima nos últimos torneios do ano. Cara, ele sai de Miami e emenda em semanas praticamente seguidas: Monte Carlo, Barcelona, Madri, Roma e Roland Garros. E, na maioria das vezes, jogava o máximo de jogos possíveis em todos esses torneios. Cruel. Mas tudo é uma questão de escolha. E isso é preferência dele priorizar o saibro. Se ele quiser ser competitivo no final do ano, tem que excluir Barcelona (é um mísero 500) e alternar Madri e Roma a cada ano. O problema, é que ele se vê refém de competir no próprio país. Não é que ele não possa vencer o Finals. Já levou Cincinnati, que é bem mais veloz. É questão de selecionar melhor seu calendário e chegar inteiro ao final do ano.

    2. Renato Vieira

      Cara, eu dificilmente concordo com você em alguma coisa, e não entendi muito bem o motivo da pesquisa (imagino que alguém deve ter questionado isso antes).

      Mas esse “Joel Santana Nadal” me fez rir demais aqui. Sensacional!

  50. Ronildo

    Djokovic tem um físico fantástico, uma incrível elasticidade parecida com a de bailarinos e um formidável controle de movimentos, embora leve alguns tombos quando joga com o Federer. Mas por vários motivos acho que ano que vem ele perde o n° 1 e recupera em 2017. Um dos motivos é que Federer certamente vai fazer um esforço maior para abandonar a carreira por cima e assim coroar esta áurea de “maior de todos os tempos”, tanto é que não cogita, por exemplo dispensar os serviços de Edberg. Ano que vem vocês vão ver o que é pressão em defender títulos. Mas não se preocupem, embora perda temporariamente o primeiro lugar no ranking no final de 2016, é franco favorito para levar RG e acho que desta vez leva, pelo simples fato que não há nada mais que possa impedir, tudo de ruim que podia acontecer já aconteceu. Ano que vem ele vai entrar vacinado contra todo tipo de pressão, já desenvolveu anticorpos para tudo que é tipo de desgraça que poderiam fazê-lo perder RG. Mas Federer lhe tomará o n° 1.

  51. Carlos Umberto.

    Que chatura essa discussão que este ou aquele é melhor. Devemos ver o espetáculo! Se X ou Y ganhar, minha conta bancária continurá a mesma. Olha que comecei a gostar de tênis vendo Borg X McEnroe em longíquos tempos que existia transmissão por TV aberta.
    Essa discussão sobre jogo bonito x resultados é interminável. Prefiro ver um bom jogo, repleto de jogadas espetaculares. Nem sempre o vencedor é o que me encanta mais.
    Dalcim, acompanho seu blog há muito tempo. Acho-o muito bom. Parabéns.
    O que mais me identificou com vc, porém, foi a sua declaração de ser sempre anti-Corinthians. Esta é uma prova cabal da sua inteligência.

    1. Marcelo Monteiro

      Mandou muito bem !! É isso aí. Vamos curtir e enaltecer os jogos , o tênis e os jogadores. O fato de gostar de tenista A ou B não exclui a admiração por C ou por D.

    1. Renato Vieira

      Murray é sim, sob qualquer aspecto, um jogador versátil. Infelizmente, para nós e para os fãs do esporte, ele jogou aquém de sua habilidade em toda sua carreira, excluindo obviamente os anos 2012-2013, onde ele mostrou quem era de fato. Hoje ele demonstra as mesmas fraquezas de antes, porém sem a desculpa de ter dores nas costas e nos ombros como tinha antes. Ou seja, na prática, está jogando pior do que antes de 2012.

      Mas é um jogador versátil sim. Tem bom saque e ótima devolução. Potência nos dois lados da base, ainda que não arrisque tanto (quando arriscava, ganhava mais). Depois do Djoko, tem a melhor transição defesa-ataque de todos os top 10.

      Eu acho que você vai dizer que quem tem isso é o Federer, mas Federer é outro nível. E quando o suíço está acuado, muitas vezes não consegue transpor isso e dominar o ponto. Enfim, Murray é especialista nisso e ficou ainda melhor na época do Lendl (não é coincidência).

      Murray voleia muito bem, é rápido pra cobrir a quadra em qualquer ponto e tem uma capacidade defensiva excelente.
      Seu problema é mental, de enfrentar os grandes jogadores, de quem vem apanhando constantemente.

      Se isso não é ser versátil.

      1. implicante

        Ser versátil nesse tenis de velocidade padrão o ano inteiro se tornou algo raro. Jogam do mesmo jeito o ano inteiro, sem improvisações e ajustes mínimos.
        Só vejo alguns jogadores mais velhos como realmente versáteis.
        Sobre o Murray, ele é altamente dependente do primeiro saque, falta versatilidade para trabalhar a bola melhor quando joga com o segundo.
        Aliás, seu jogo é apenas bater e rebater bolas de fundo, buscando o erro ou contra-ataque. Ir para rede , só para cumprimentar o adversário, e quando vai volear é um deus nos acuda.
        Mesmo quando treinado pelo Lendl, seu jogo ainda era bem burocrático.
        Mas acho o Murray mais versátil que o Simon e o Karlovic.

        1. Robson

          Grande Implicante,
          Sua opinião sobre o jogo de Murray é uma opinião baseada em fatos, em realidade, opinião de quem assiste jogos do Murray.
          É isso, Murray é exatamente isso, jamais se comparou, ou se compara a Novak, mas nem perto.

        2. Chetnik

          E o Federer não é, por acaso, dependente do primeiro saque? Aliás, BEM mais do que o Murray.

          A diferença é que o 2a saque do Federer é ótimo e do Murray uma porcaria.

          Ainda sim, o jogo do Federer se baseia todo em dominar o ponto a partir de um grande saque. O Murray precisa bem menos do saque para entrar no ponto.

          Sinceramente, você gosta de posar de entendido “old school” do tênis, mas não fala coisa com coisa.

        3. Renato Vieira

          Po, mas aí você forçou a barra. Simon e Karlovic são provavelmente os jogadores menos versáteis de todos. Ainda que Simon tenha melhorado esse ano, versátil passa longe ali. Karlovic é saque e acabou. Um verdadeiro embuste.

          De fato, o segundo saque de Murray é uma tristeza. Mas é o que tem pra hoje.

  52. Renato

    Vou ser ousado. Podem escrever taylor fritz será o novo fenômeno do tênis mundial. Não sei o que o futuro planeja, mas é minha aposta. Estou sendo ousado demais na minha aposta Dalcim?

  53. Marco Alegre

    Dalcim,

    Essa supremacia do sérvio esta cada dia mais nítida, concordo que precisava melhorar alguns fundamentos (slices, voleios, smashs e um aproveitamento maior de 1 serviço), a presença do Boris em sua equipe deixa claro a procura da perfeição nesses fundamentos e a humildade do tenista em assumir essa evolução, lembrando que estamos falando se um tenista com 10 slans. Deixando claro que houve uma melhora muito boa esse ano, provavelmente ano que vem deve evoluir mais. Lembrando que esses fundamentos bem treinados são muito mais fácil a melhora do que um golpe falho da base. Podemos pegar o exemplo do Nadal que evoluiu de força absurda os seus voleios e não consegue essa evolução em seu backhand, djokovic tem abusado ali.

    Sou fã de Nole assim como de Federer. Vejo hoje Federer aos 34 anos jogando o seu melhor tênis da carreira, muitos dizem não estar no auge de sua forma física (o que descordo), vejo apenas que antes da chegada do Nadal e posteriormente do Djokovic não era exigido nem perto do que é hoje, o que fez uma melhora absurda em seu jogo no quesito de regularidade e principalmente em sua esquerda,que não vejo ela como ruim, pelo contrario, djokovic tem atacado com grande frequência sua direita onde tem cometidos até mais erros do que na esquerda.

    Djokovic está com a carreira muito bem conduzida, jogando apenas os principais torneios e não se desgastando muito em seus jogos, poucos jogos nessas 2 últimos torneios passaram de 1 hora, assim podemos dizer que sua forma física está no auge e não vejo essa queda apenas se tiver lesões por pelo menos uns 3 anos. Caso o sérvio mantenha esse nível por mais 3 temporadas e posteriormente uma queda natural mais jogando em alto nível, vejo uma grande chances dele passar Federer em Slan e Masters 1000 já pode passar o Nadal ano que vem, pode vir a se tornar o maior tenista de todos os tempos em números?

    E essa nova geração não vejo ninguém pronto e nem com um potencial absurdo para tira-lo do topo, achei que o nishikori poderia chegar incomodar mas não aconteceu, coric e zverev são os 2 mais talentos mas estão muito longe de jogar em nível com os top. Pode acontecer em 2 anos com a possível queda de Roger por causa da idade-aposentadoria, Nadal infelizmente não consegue voltar e acho que não voltara como antes, poderá acontecer uma lacuna de tenistas de alto nível e o sérvio dominar o circuito de como a Serena faz no tênis feminino e como o Federer nas temporadas de 2004 a 2007 onde na minha opinião o tênis teve essa lacuna onde não tinha adversário, assim chegando a uma enorme numero de slan?

    Obrigado

  54. O LÓGICO

    Sempre admirei o Djokobauer, o assassino e torturador de siris, kkkkkkkkkk, de robozinhos kkkkkkkk. Nunca vi esse cara jogando com embromação como faz o robozinho satânico kkkkkk. Ele foi o único que desceu ao nível de jogo mais brega do circuito, o da LAJE kkkkkk, e massacrou o adversário nos seus próprios termos.

    Uma coisa que para mim é inquestionável, é o fato de Djoko ser o cara que mais se adapta às condições atuais do circuito. Cobra-se de Fedex uma maneira de ter barrado o robozinho, mas isso só seria possível para um matador como o Djokovic. Aquele 2011 foi absurdo: ele entubou o robozinho em 7 finais seguidas, se submetendo ao joguinho físico do ANIMAL kkkkkkkkkkkkkkkk Se ele conseguir quebrar os recordes do Fedex, estará em boas mãos.

    A grande marca do campeão é sua capacidade de chegar lá, e permanecer lá por muito tempo. E isso só poucos da história do tênis conseguiram. VIVA DJOKOVIC, o príncipe do tênis mundial.

  55. Leonardo Carvalho

    Muito bom ver o Marcelo Melo a caminho do topo, será fantástico se ele conseguir chegar lá! Tomara que Bruno Soares volte a jogar bem consiga novamente obter bons resultados. Esses mineiros dão muito orgulho!

  56. Luiz Pilon

    Acho que o pessoal, pra achar um jeito de enaltecer o Federer (como sempre), gostam de falar que ele é o único que dá trabalho pro Novak, algo que discordo.

    Como torcedor do Novak, respeito e temo muito mais confrontos contra Wawrinka, Murray do que contra o Federer.

    Wawrinka num dia inspirado é o que mais dá trabalho. Independente das condições da quadra.
    Murray é o que tem o jogo mais chato, se ele não viajar mentalmente, sempre é um jogo tenso, amarrado.
    Federer precisa de tudo conspirando a favor pra arrumar algo. Fora isso, normalmente é facilmente batido.

    Indian Wells: Djokovic estava com o jogo na mão, deu uma viajada e o Federer venceu o set. Terceiro set foi atropelo.
    Roma: Atropelo.
    Wimbledon: Moral 3×0.
    US Open: 3×1 sem sustos.

    As derrotas foram num Master 500, no comecinho da temporada, e em Cincinnati onde tudo conspirava a favor.

    A maneira que as pessoas falam, da a entender que o Novak tem até certo medo do Federer, pois ele venceu Cicinnati e Dubai, rsrs.

    Hoje, na hora da premiação, nada a ver com o que tava passando e o Dácio Campos mandando: “vale lembrar que só o Federer dá calor no Djokovic” kkkkkkkkkkkkkkkk

    Sempre tem que ter um motivo pra exaltar o grande mago ó Roger Federer. Muito mimimimi.

    Nego se incomoda tanto com o domínio do Djokovic e as recentes 3 vitórias e final de slam que precisam criar meios pros telespectadores novos não esquecerem do Federer. Parece algo assim: “Olha, esse Djokovic tá ganhando tudo, mas o bom da boca é o Federer, ele sim é o fodão, GOAT, gênio, mágico, boa praça”

    1. Chetnik

      É verdade. Como torcedor do Djoko, eu digo que, num GS, um confronto com o Murray me preocupa bem mais do que contra o Federer.

      Digo mais, se o Nadal voltar a fazer uma final de GS contra o Djoko, idem.

      Federer é jogador de torneios menores. Lá ele pode incomodar o Djoko, nos outros, não. Nos grandes confrontos, é quase rodada bônus.

      1. Rodrigo S. Cruz

        Hehehe, mas nem por DECRETO PONTIFÍCIO!

        Murray oscila infinitamente mais do que o suíço, mentalmente. E ninguém no circuito tem o dom de explorar esta fraqueza no adversário tão bem quanto o Novak.

        Aposto um saco de balas “Juquinha”que se perguntarem quem ele prefere dos dois numa final de GL, ele responderá Murray!

        Federer HUMILHOU Murray na semifinal de Wimbledon. E fez duas finais seguidas de GL contra o sérvio este ano. E detalhe: nenhuma das vitórias do sérvio foi fácil.

    2. Rodrigo S. Cruz

      O Federer é sim o mais próximo do Djoko hoje em dia. Ele incomoda mais do que o Murray. É um fato!

      Cite alguma partida deste ano em que Djoko tenha atropelado o suíço… Garanto que vc não vai achar.

      Porém, até o Murray eu acho que já foi atropelado por ele este ano. Contra fatos não há argumentos.

      E este teu “odiozinho” do Federer é REPUGNANTE, cara.

      1. Luiz Pilon

        Qual partida recente contra o Federer foi sofrida pro Djokovic? Cinco sets? 2×1 apertado?

        [b]Indian Wells[/b] era pra ser 2×0, mas Djokovic perdeu acho que 2 ou 3 match points, porém no último set foi 6×2.
        [b]Roma[/b] foi 6×3, 6×4 sem sustos.
        [b]Wimbledon[/b] foi 3×1, mas vale recordar que o Djokovic perdeu 7 set points no set vencido pelo Federer.
        [b]US Open[/b] foi 3×1 tranquilo também, não teve ameaça de derrota em nenhum instante.

        Eu tenho vários amigos federistas, e eles sabem que principalmente em finais, eu prefiro enfrentar o Federer que qualquer outro jogador (dos grandes), exatamente pq eu acho que ele oferece menos perigo em momentos pesados do que outros caras.

        Basta olhar o retrospecto recente entre os dois, desde Cincinnati 2012, em finais de Masters 1000, Finals ou Slam (10 jogos) o placar está:

        Djokovic 8×2 Federer

        [b]Vitórias do Djokovic:[/b] Finals 2012 e 2014 (wo), Indian Wells 2014 e 2015, Wimbledon 2014 e 2015, Roma 2015, US Open 2015)

        [b]Vitórias do Federer:[/b] Cincinnati 2012 e 2015.

        E no histórico geral de Masters 1000, Finals ou Slam,

        Djokovic 9×4 Federer

        Agora me diga, pq eu temeria o Federer mais do que o Murray que é 6×6 em finais e até pouco tempo atrás o britânico tinha vantagem? E sobre o Wawrinka, todo mundo sabe que ele é o que tem dado mais trabalho nos grandes jogos.

        Não tem torcida aqui não, amigo, e sim fatos. Em qualquer esporte você teme o adversário que te põe mais perto da derrota, não o que é mais querido ou mais amado pela mídia. E historicamente, o Federer não é o que coloca o Djokovic nas cordas nas principais finais. É um fato, apenas aceite.

        1. Rodrigo S. Cruz

          Aceite você que o Murray foi entubado pelo Federer nos 5 últimos confrontos entre eles. Um dos quais, em exibição de gala do suíço na grama. Casa do britânico.

          E não sei como vc poderia reclamar do Novak ter perdido set points contra Roger em Wimbledon , sem sequer considerar as chances que este também teve no jogo. E muitíssimo mais grave: ignorar os 23 break-points perdidos pelo suíço no US Open e tantas outras estatísticas favoráveis a ele (praticamente todas) pra vir me dizer com esta cara MAIS LIMPA do mundo que o Novak não correu perigo em tempo nenhum.

          Mas como o Djokovic EM PESSOA te desmente, e confirma que a final poderia ter ido pra qualquer lado até a metade do segundo set, nunca tendo sido tranquila. E mais importante: eu ter visto o jogo, não me limitando a pegar resultados secos e fora de contexto feito você, acho que está de bom tamanho…

          1. Luiz Pilon

            Cara, perigo de derrota ele não sofreu em momento algum. Quantos jogos de melhor de 5 sets o Federer ganhou do Djokovic após perder o primeiro?
            Vamos supor que o suíço tivesse feito 2×1, que garantia de perigo isso lhe daria?

            Kevin Anderson abriu 2×0 no Djokovic, deu susto, mas em que momento ele sacou pro jogo? Em que momento ele teve match point? Se não me engano, isso foi citado pelo Dalcim, no post sobre o jogo e sobre o campeonato em si.

            Todo mundo sabe e comenta que, vencendo o primeiro set, a chances do Djokovic sair vencedor num confronto de 5 sets contra o Federer aumenta exponencialmente.

            Vale lembrar que perder 7 SET POINTS é bem diferente de perder break points. Ele poderia quebrar o Djoko e ser quebrado logo em seguida, como por exemplo aconteceu no primeiro set em Wimbledon.

            E continuo reafirmando, que minha perspectiva, como torcedor, é sempre favorável a enfrentar o Federer, fico mais confiante do que contra Wawrinka e Murray.

            Murray venceu o Djokovic em duas finais de Slam.
            Sem falar que em finais de Masters 1000 é 4×3 pro britânico.

            E o Wawrinka, não precisa nem falar o pq do respeito.

            Federer bater o Murray não tem nada a ver com ser mais perigo pro Djokovic. Federer já venceu o Djokovic mais de 20x, Djokovic é o jogador que mais venceu Nadal, então, por sua ótica, era de se imaginar que o Federer ganhasse muito do Nadal, afinal, ele venceu várias vezes o cara que venceu o Nadal mais vezes na história.

            Finalizando, sobre as declarações do Djoko, o que você queria que ele dissesse? “Nossa, eu atropelei o Federer, tirei ele pra nada hoje, ele não pode me vencer”? O discurso político é feito por todos os vencedores, mesmo quando surram os adversários.

  57. Marcão

    Órfãos da bolinha. Após não sei quantos anos, perdi uma final de Master. Poderia botar a culpa no esdrúxulo fuso horário da China ou no início do horário de verão ou, não encontrando culpados evidentes, culpar a Dilma. Mas não. Velhinhos da minha idade jamais devem culpar o relógio. Somos cúmplices do tempo. Para qualquer velhinho, um minuto vale uma hora, um mês, ou mais. Por isso, velhinhos acordam cedo, velhinhos não perdem a hora. O fato é que quando o Nestor (Nestor é o galo da minha vizinha) ainda fazia gargarejo com limão e mel para não desafinar no solene anúncio de mais um dia, eu já inaugurava o terceiro remédio. E foi justamente ali, no lusco-fusco da manhã de domingo, entre uma drágea e outra, que compreendi o óbvio. Eu não havia perdido a final. Simplesmente não havia me interessado pela final, o que é bem diferente. E, de cara, me absolvo de qualquer culpa (aproveito e absolvo também a presidenta). O culpado foi Djokovic. Sim, Djokovic e sua elegância de mordomo de filme policial, Djokovic e seu jogo mais que perfeito. Djokovic é inapelavelmente culpado por abolir o drama, por banir o suspense, por esvaziar a surpresa feito balão de festa infantil. Quando ele está em quadra ou no vestiário ou antes mesmo do sorteio, todos sabem de antemão quem vai ganhar o campeonato. O adversário, coitado, certo da derrota, nem se aborrece. Se entrega por bem, o que torna Djokovic culpado também pelo fim do apoteótico momento da frustração, da fúria das raquetes quebradas, da ferocidade do jogo perdido nos detalhes. E como se isso tudo não bastasse, há ainda a cruel parcialidade da bolinha. Se atirada por Djokovic, lambe as linhas com a subserviência de uma gatinha amestrada; se arremessada pelos outros, sai por milímetro ou, se por descuido entra, entra escarlate de vergonha, penitente feito Madalena arrependida. A objetiva verdade é que no instantâneo atual do tênis há, de um lado, puxando a longa fila, o indiscutível número um, e de outro, uma antologia de órfãos da bolinha. Ou ainda: uma multidão tentando jogar tênis e Djokovic jogando qualquer outra coisa.

    1. José Eduardo Pessanha

      Excelente texto, como sempre, Marcão. E excelente o post do Craque Dalcim, como sempre também.rs. Abs.

    2. SRMARTINS

      Rapaz… é uma crônica parecida com as de Luís Fernando Veríssimo (um dos maiores) disfarçada de comentário. Você escreveu com graça e perspicácia, com conteúdo verdadeiro e não apenas uma sátira bem feita.
      Em uma época em que todos tem pressa e priorizam o “internetês”, é um prazer ler um texto tão bem escrito em Português. Parabéns Marcão!

      1. lEvI sIlvA

        Olha só, eu ia comentar e justamente citar LFV, já que no estilo e humor lembram mesmo, em muito o “melhor escritor” brasileiro na minha humilde opinião. Digo isso, pois ele é um dos poucos, senão o único que, escrevendo pouco diz muito aqui neste país. Veríssimo usa de hipérboles, metáforas, comparações e figuras de linguagem como ninguém. Mais que isso, o faz de forma coloquial, cria expressões e coisas assim a todo momento, nos deleita com bom e rico português, algo raro de se ver e mais ainda de se ler, não é minha gente? (uma pena, infelizmente!) Bom, pra não me alongar em excesso, basta dizer: Marcão, poderia ser o “filho do Veríssimo”, o que acham? Tal qual o mestre, tem os textos leves. Mas muito, muito astutos. Parabéns, Marcão, de coração. Enquanto muitos insistem e persistem em escrever muito, sem nada acrescentar, e pior, muitas vezes não dizendo coisa alguma, você é rápido, sucinto e muito feliz nas poucas linhas que escreve! Enfim, como disse nosso nobre colega, é sim, um verdadeiro cronista! Grande abraço!

        1. jeremias

          Sou capaz de traçar uma linha reta entre fato de LFV ser o “melhor” dos nossos escritores e a atual draga na nossa situação nacional. LFV é,no máximo, um escrevinhador sofrível. O Marcão aqui é muito mais estilista do que ele…

    3. Carlos Reis

      Parabéns Marcão! Excelente Post… É a dura realidade, Eu parei de assistir por já saber quem será o campeão… Murray e Federer nos M1000 da América do Norte jogaram pau a pau com o cara e o venceram, mas depois disso só deu ele, DjokoVICE de RG, rsrsrs, ainda bem que o Wawrinka ganhou aquela partida… rsrsrs

  58. Leonardo Carvalho

    Djokovic foi à China a passeio. Será que irá a Paris e a Londres a trabalho? Nenhum set perdido e apenas um tiebreak disputado. Não vi os jogos dessa gira asiática, mas os números deixam claros o domínio absoluto do “lobo”. O circuito masculino está ficando um pouco monótono, mas o mérito é todo dele por estar atualmente um nível acima dos demais. Alguém conseguirá parar a “máquina” sérvia neste final de temporada?

  59. Bruno Garcia

    Ano fantástico do Djokovic, não em termos qualitativos, pois 2011 foi o melhor ano dele, principalmente por ter batido o Nadal 6 vezes aind em seu auge, mas em termos quantitativos essa será a melhor dele e se cacificar Paris e Finals sem dúvidas será a melhor temporada da história de um tenista na era moderna e os números não vão mentir sobre isso, e ele mantendo um calendário bem feito de jogar poucos torneios para priorizar o físico e aumentar a longevidade de sua carreira, com certeza ele vai começar a sonhar em chegar nos grandes recordes do Federer, e ele já tem motivos pra isso, logicamente ele ainda depende do físico, mas ao contrário do Nadal nunca teve lesões sérias e nunca jogou bastante torneios como o espanhol, e mesmo hoje, vemos caras com 30 e poucos anos com o físico em dia e em um nível altíssimo de tênis, tenho certeza que o sérvio pelo menos tem 3 anos em um nível muito alto de tênis e com o físico em dia, brigando por Slams e por n°1, visto que seu calendário é muito bem montado, os federetes com certeza vão torcer pra ele sentir o físico, mas lamento a todos vocês que isso não irá acontecer, pois Djokovic é muito diferente de Nadal e respeita os limites de seu corpo, o resto é só sofrência dos rivais e dos torcedores xitas nos próximos anos.

  60. Alessandro Siqueira

    Na melhor temporada de sua vida, 2006, Federer teria amealhado 14.495 pontos de acordo com os parâmetros atuais: 2000 para Slam, 1000 para os Masters etc, etc. Esse ano Djokovic já somou 14.285 e ainda vai disputar 2.500, sendo 1.000 em Paris e 1.500 no Finals. Parece bem provável, então, que a temporada do sérvio irá se tornar o novo paradigma, né?

  61. Chetnik

    Entrevista posterior revoga entrevista anterior? É isso produção? Ordenamento jurídico do jornalismo. Kkkkkk.

    Em 2016 vem a repristinação. Kkkkk.

      1. Rodrigo S. Cruz

        As melhores e mais empolgantes partidas que o sérvio fez este ano, salvo algumas poucas exceções, foram justamente contra o Federer que alguns daqui insistem tanto, por todos os modos menosprezar.

        O melhor clássico do tênis atualmente é este: Federer x Djokovic. Não existe a menor dúvida.

        Não acredito mais que o Nadal volte a fazer frente a ele.

  62. Robson

    O duro é vc ler de um cara que se diz fã de tênis que se Federer tem um buraco em seu jogo por causa da esquerda, Novak teria três buracos em seu jogo por causa dos voleios,smashes, slices, rsrsrsrs
    Pra se falar em buraco em jogo de alguém, vc tem que analisar os FUNDAMENTOS do tênis, FUNDAMENTOS, e não RECURSOS.
    Federer tem sim um BURACO em seu jogo que é a BH dele, onde Nadal por exemplo ganhou muitos dólares e muitas taças por ali, naquela avenida.
    Já Novak não tem, nunca teve, e nunca terá buraco nenhum em seu tênis, pois o mesmo é perfeito em todos os FUNDAMENTOS do tênis, absolutamente TODOS.
    Quanto aos RECURSOS do tênis, que engloba smaches, slices e voleios, só mesmo quem ñ assiste jogos de Novak pra ficar menosprezando estes recursos, Novak melhorou e muito em cada um deles e melhorará ainda mais.
    Já os recursos restantes, Novak tb é muito, muito bom, deixadinhas, lobs, etc….

    1. Chetnik

      Pois é, buraco é algo que pode ser EXPLORADO pelo adversário. Como é que o cara vai obrigar o Djoko a ficar dando slice o jogo todo? E se o Djoko não quiser volear, você vai explorar como os voleios “fracos” dele?

      Mas talvez a estratégia seja ficar jogando balão São João no meio da quadra para o Djoko smashar o jogo todo…boa sorte para quem adotar essa brilhante estratégia.

      Realmente, a gente lê cada coisa aqui que dá pena.

    2. Rodrigo S. Cruz

      Djokovic também não é perfeito em “todos os fundamentos do tênis”. Quem foi que te “iludiu” com isso?

      Tenta pelo menos disfarçar o fanatismo explícito, cara.

  63. Marcelo-Jacacity

    Sou torcedor do Djokovic, e admito que o futuro é muito promissor para o sérvio.
    Mas pessoal, vamos devagar.
    Paris e o Finals são importantes, claro. Mas ele tem que mostrar a supremacia principalmente nos Slams no ano que vem. Tem que ganhar ao menos três Slams.
    O foco é alcançar Nadal e Sampras nos Slams. Quando atingir esse feito, aí sim mirar nos 17 do Federer.
    Os outros recordes cairão naturalmente. Mas o número de Slams é o mais difícil.

    1. Chetnik

      Concordo, temos que ir com calma. Particularmente, só acredito no recorde de GS se ele fechar 2016 com 13 pelo menos.

      Semanas como número 1, e eu sempre disso isso aqui, ele vai chegar bem pertinho…

      MS vai ser dele. 100%.

      Finals, se ele ganhar esse ano, vai ter chances enormes de, no mínimo, empatar.

      H2H é favas contadas rs.

    2. Augusto Montenegro

      Eu mesmo nem esquento muito com isso, Marcelo. Acredito que pelo menos, pelo menos… mais 2 slams virão. Nole é um jogador muito focado e determinado, que se importa com seu físico, além de ser extremamente inteligente ao separar bons intervalos em seu calendário. Tudo isso vai colaborar 100% nos Majors.

      Além disso, diferente do que querem imputar a No1vak, sobre ele depender muito do seu desempenho físico, diferente de R. Nadal, quando está em desvantagem, busca diversas soluções na partida. Porque Nadal, a única coisa que se utiliza é : da correria, da passada, e abrir o jogo na direita para explorar seu forehand na esquerda. Djoko é outro nível agora.

  64. Marquinhos

    Concordo que ;é muito difícil manter o argumento que Murray é melhor tecnicamente que Nole, pois a diferença de títulos e resultados é muito grande.

    Porém, o britanico é superior ao sérvio no slice, voleio, smash e lobby, com folgas.

    1. Fernando Brack

      Marquinhos, difícil porquê? Por acaso alguém que é melhor apenas tecnicamente tem
      que vencer mais? Então porque Federer, que é muito melhor tecnicamente que Nadal,
      perdeu tantas vezes pro espanhol? Não compro a desculpa do encaixe de jogo porque
      se o cara é tecnicamente superior, tinha que ter dado um jeito de desencaixar.
      Eu sei que as opiniões divergem. Isso é normal. A minha é a que Murray é um jogador
      mais habilidoso, com mais ferramentas do que Djoko. Este por sua vez supera Murray
      em outros aspectos, que o fazem no todo ser um tenista melhor.
      Além disso, o britânico peca no seguinte aspecto: às vezes ganha um jogo praticando
      um jogo ofensivo e até vistoso, para, na partida seguinte, voltar ao estilo defensivo, por
      vezes demonstrando uma irritante passividade e apatia. Não dá pra entender isso.

      1. Chetnik

        Fernando, essa não é uma comparação boa. O Nadal é superior em muitos aspectos RELEVANTES ao Federer. Por outro lado, ter um lob melhor te qualifica para vencer alguém superior em quase tudo?

        Pessoal tem que acordar e se dar conta de que ter smashes ruins/medianos é diferente de ter uma esquerda caridosa com os adversários.

        Ou ainda que ter uma direita superior conta MUITO mais do que ter lobs melhores, etc.

        O Djoko é superior nos fundamentos mais importantes, naqueles que vencer jogos.

    2. Marcelo-Jacacity

      “Porém, o britanico é superior ao sérvio no slice, voleio, smash e lobby, com folgas.”

      Não! Não pode ser…

      1. Robson

        Eduardo,
        Puxa vida, vc em apenas uma frase em uma linha disse absolutamente tudo, é exatamente isso, chega a ser mesmo ignorância qualquer tipo de comparação entre Murray e Novak na PRÁTICA.

  65. Renato

    Novak cada vez mais dominante. Acho que com o tempo ganhará mais torcida. Todo jogador acostumado a conquistar grandes títulos e jogar em altíssimo nível em algum momento vai sentir que deveria ganhar em algum momento ou não. Não acho ele convencido e muito menos bad boy. Pelo contrário, demonstra respeito com seus adversários e não canta vitória antes da hora. Reconhece que só ganha se jogar seriamente e que não existe ninguém bobo e sempre tenta enxergar algum fator positivo do adversário ( mesmo quando claramente fraco). Esses”chiliques” durante jogo todo tenista já passou por isso em algum momento. É bem normal. Outra característica bacana dele. Ele aceita perder. Quando ficou com o vice no grand slam no saibro ele em momento algum ficou desmerecendo o adversário dele. Pelo contrário, enalteceu o grande jogo de seu adversário. Além disso, tem um jeito brincalhão ás vezes tb. Dalcim vc acha que com o tempo djo conquistará um grande número de fãs ?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que esse é o processo natural, Renato. As pessoas tendem naturalmente a se apegar aos grandes vencedores e o tênis de Djokovic está muito mais vistoso do que antes, o que também atrai mais quem gosta de espetáculo.

  66. Luiz Fernando

    Djocko venceu, nada demais, afinal foi o q mais fez na temporada; Rafa perdeu, nada demais, o q importa é q voltou a jogar melhor, 2016 está aí. Além disso, atingiu 300 vitorias em M1000, tendo mais titulos e 5 aninhos menos de idade do q quem tem mais vitórias. Será q é pouco? Na minha nova fase, diria: nada demais…

  67. Marquinhos

    Robson

    Sou torcedor de Roger e falarei dele a hora que quiser e quando quiser, desde que não ofenda ninguem e o blogueiro libere meus comentários.

    Não falei apenas de Roger, falei de Novak também. Principalmente para rebater, com SUCESSO, os fanáticos anti-Federer e torcedores do seu preferido.

    Abs!

  68. Marquinhos

    Marcelo,

    A entrevista que Sampras deu dizendo que Federer é o maior e mais completo da história foi em 2015, este ano. A que ele deu dizendo que não existe um maior, foi no ano passado. Então, o que vale é a mais recente.

    Acredito que ele disse isso pois viu Roger, 34, 3 do mundo(estava 2), longe do auge, botando pra correr o atual 2 do mundo(Murray) e 99% do circuito, além de ainda nos proporcionar atuações de gala, como a surra em Andy nas semis de Wimbledon/2015 e o passeio que aplicou sobre o número 1 em Cincinnatti, com direito a devoluções na linha do T e aplausos acalorados do público.

    Federer deveria ter chamado Edberg há 8 anos atrás. Pois com seu estilo agressivo, acrescido ao físico de outrora dominaria o ranking sem sombras de dividas, pois quase tomou no final do ano passado, mesmo sem vencer slam.

    Abs!

    1. Victor Martins

      Pode crê Marquinhos, também concordo. E ainda digo mais, se Federer tivesse chegado a final, o Djoko não estaria com esse sorriso no rosto, a história seria outra.E agora estão dizendo que o Federer está acabado e tudo mais, soh por que perdeu na primeira rodada, e daí, isso acontece, o Djoko já perdeu pro Dimitrov na primeira rodada no Masters de Madrid 2013. O Federer soh irá se motivar mais.
      O Djoko quebrar todos os recordes? Calma, muita calma nessa hora. Veremos se com 32, 33 anos ele estará num nível que faça ele ganhar da 99% dos jogadores, como faz o Federer.

    2. Marcelo-Jacacity

      Marquinhos,
      Sinceramente, desisto.
      Você é vidrado no Federer e não consegue se abster em nenhum momento desse fanatismo para analisar os fatos friamente.
      Federer é Deus, Goat e o tênis.
      O resto é o resto.
      Não tem como dialogar.
      Torço para o sérvio, mas sei reconhecer que Djokovic, Nadal e Federer são foras de série.

  69. Robson

    Aos que acham, consideram Murray mais técnico que Novak, por favor me digam em que?
    Murray ñ é mais técnico, ñ tem mais talento, ñ tem mais habilidades, nem tem mais recursos do que Novak em nada, absolutamente e rigorosamente NADA.
    Jogo de rede dos dois é igual, ñ são ruins de rede e nem são mestres na rede.
    Lobs, deixadinhas de fundo de quadra, leitura de jogo, capacidade de mudar a direção da bolinha, do jogo, e do nada, primeiro e principalmente segundo saque, direita e esquerda, devolução, movimentação, bolas anuladas e tb na paralela, bolas fundas la nas linhas, físico e mental, todos estes fundamentos e recursos citados Novak é melhor que Murray, e em alguns destes ñ é só melhor ñ, é muito melhor.
    A única arma do tênis que nem é fundamento e sim um recurso que ñ citei, mas que neste o Murray talvez seja melhor que Novak, é o slice, mesmo assim talvez, pq Novak melhorou um absurdo tb neste recurso.
    Qualquer coisa fora disso é querer forçar a Barra, querer provar que 2+ 2 Da 5.

    1. Marcelo-Jacacity

      Robson,
      Já disse anteriormente:
      Djokovic é muito mais técnico que Murray. Não tem comparação.
      Plástica de jogo: Djokovic está melhorando, mais desenvolto e natural.

    2. Chetnik

      Róbson, nos lobs o Murray é melhor. Slice é discutível, por que o Djoko melhorou muito e o Murray não tem usado esse recurso com tanta maestria assim, mas se alguém quiser colocar este acima neste fundamento não acho nenhum absurdo.

      No resto o Djoko sobra em tudo ou empata, pelo menos. O problema é que tem gente que se apega aos velhos estereótipos – é só você ver que até hoje que fica repetindo as mesmas besteiras sobre os smashes, os slices e os voleios do Djoko, como se ele não tivesse evoluído nesses fundamentos – e não percebem que os jogadores mudam – para melhor e para piorar. De fato, historicamente o Murray tinha um saque e um jogo de rede superiores, mas isso ficou lá no passado – principalmente o saque.

      1. Robson

        Chetnik,meu caro,
        Respeito tua opinião, mas ñ concordo, definitivamente Novak é E sempre foi melhor que Murray tb neste recurso, lobs.
        No jogo contra Isner a poucos dias mesmo, Novak aplicou lobs no americano de 2, 08 de altura, deixando o americano sem nada o que fazer a ñ ser torcer pra bolinha sair.
        Ñ meu caro, é um insulto a inteligência alheia se quer pensar em se fazer comparação entre Murray e Novak em qualquer coisa relacionada ao esporte tênis.

        1. Chetnik

          Eu perdi esse show contra o Isner. Uma pena, foi o jogo mais fácil entre os dois, e eu li que o “Sérvio Sapiens” só não fez chover.

  70. Orlando Santos

    GRANDE DJOKO!
    Parabens ao maior e melhor tenista da atualidade>>>disparado!
    Sua simpatia,seu alto astral,sua simplicidade NA QUADRA o faz o mais admirado pelos novos torcedores que como eu a 4 anos acompanho mais de perto o tenis profissional mundial.
    Quando ao futuro se Djoko continuar com este fantastico desempenho principalmente se comparando desde ano de 2015, é certo que muitas vitórias e títulos virão,bate todos os recordes que ainda vigoram,se torna o MAIOR DE TODOS!
    PRA CIMA DELES DJOKO!!!

  71. Arthur

    Dalcim,

    O que aconteceu nestas últimas duas semanas só comprova aquilo que digo já há algum tempo: hoje, a ATP tornou-se um circuito de um homem só. Repito: o único jogador atualmente capaz de fazer frente ao Djoko de forma consistente é o Federer. E, infelizmente, isso tende a ficar cada vez mais difícil com o passar do tempo. Nadal, Murray, Tsonga e todo o resto são apenas sparrings de luxo; não têm a menor capacidade de ganhar hoje do sérvio. Wawrinka só ganha em “beast mode”, e isso também tende a rarear com o tempo (o suíço já passou dos 30).
    Salvo o surgimento de algum fenômeno nos próximos dois anos, isto é, se caras como Thiem ou Tomic descobrirem um gênio dentro de si, ficaremos “condenados” a ver apenas Djokovic levantar os principais troféus do circuito.

    Um abraço.

    1. Chetnik

      Não acho que o Federer faça frente de maneira CONSISTENTE. É algo esporádico e, geralmente, nos torneios menores.

      O Nadal em forma é o único com essa capacidade de fazer frente ao Djoko de maneira consistente.

      1. Marcos RJ

        Federer ainda joga com vantagem toda vez que a condiçao é uma quadra rapida e baixa humidade, como em Dubai e Indian Wells. Nao tem nada a ver com pequeno ou grande torneio. Esteve muito proximo em Wimbledon (ultimas duas edicoes) e US open mas em todas as finais teve chuva e frio que sao condiçoes que favorecem o jogo de Djokovic que é superior com superficies lentas. Ja Nadal foi desfavorecido em todas as quadras e condiçoes e se nao continuar melhorando bastante vai continuar na desvantagem tecnica, fisica e psicologica.

        1. Chetnik

          Isso é lenda. O Djoko já venceu o Federer em Dubai. WB, Finals são quadras lentas, por acaso? Ah, mas Cincinnati. Bem, o Djoko não consegue vencer lá. Não é só do Federer. Já perdeu duas finais para o Murray também.

          Federer tem mais chances em quadras rápidas do que lentas, mas em quadras rápidas o favorito ainda é o Djoko, SEMPRE.

          PS: Antes da final vocês passaram o USO inteirinho falando “nossa, como a quadra tá rápida. O Federer vai atropelar o robô”.

          Agora eu imagino que o USO é lento, né?

        2. Luiz Fabriciano

          Como esteve muito próximo em Wimbledon e US Open? Se em nenhum momento do jogo Federer figurou na ponta.

      2. Fernando Brack

        Era, né. E concordo em relação a Federer. Ele vence o Djoko aqui e ali, e sempre
        num mesmo tipo de piso: os ultra rápidos. Isso é qualquer coisa, menos vencer
        de forma consistente.

        1. Arthur

          Eu realmente não vou me envolver no “comentarismo-bullying” de alguns aqui. Já passei da idade e, francamente, já não tenho mais saco pra isso.
          Pergunto apenas uma coisa: nos últimos dois anos, quem pôde fazer frente ao Djokovic com mais frequência?
          De cabeça, lembro-me do Federer ganhando em Dubai (semi em 2014 e final em 2015), Monte Carlo (semi em 2014), Shanghai (semi em 2014) e Cincinatti (final em 2015). Nos últimos 10 jogos, a contagem geral está em 6×4.
          Nadal ganhou apenas uma (RG 2014), naquele que foi provavelmente seu canto do cisne. Nos últimos 10 jogos, está 7×3. Mas duas dessas vitórias são de um longínquo 2013 (USO e Canadá), quando o espanhol teve um de seus melhores anos.
          Murray também só ganhou uma (Canadá, final de 2015). Os últimos 10 jogos mostram um vexaminoso 9×1 em favor do sérvio.
          E ainda tem neguinho que diz que fica com “mais medo” de enfrentar o Murray do que o Federer.
          Dai-me sais…

  72. Enoque

    Boa comparação Carlos,

    Em 2006 o Federer fez uma temporada espetacular, ganhando quase tudo, considerada o melhor de todos os tempos com 15.495 pontos (atualizados).
    Este ano o Djoko pode superar esta marca, mas, para isto vai ter que ganhar o Master 1000 de Paris e todos os jogos do Finals, acrescentando assim 2.500 pontos aos 13.285 já conquistados nesta temporada, chegando então aos incríveis 15.785 pontos.
    Apesar de ser torcedor do Djoko acho que é pedir demais para um jogador, não dá para ganhar tudo o tempo todo.

    1. Chetnik

      Vamos lembrar que em 2006 o top 5 – não lembro a ordem exata rs – tinha o Ljubicic, o Roddick, o Nadal adolescente e o poderoso JAMES BLAKE Kkkkk.

      Ainda, em 2006 o genial Baghdatis fez uma final de GS, mostrando toda a competitividade daquela era kkkk.

      O Nadal adolescente que, à época, não fazia a mínima ideia do que era um jogo de tênis em quadra dura, era o grande adversário do Federer kkkkk.

      Esse mesmo Nadal de um piso só – à época, deixar claro -fez final de WB, o que mostra que a concorrência que o Federer tinha na grama era ABISMAL – e os caras ainda falam que o touro pegou uma entressafra na lama. É muita cara de pau kkkkk.

      Federer encerrou o ano sem nenhum título no saibro e com menos vitórias contra o top 10 do que o Djoko. E vale lembrar que estamos falando de um top 10 que contou com os fora de série Ancic e Robredo Kkkkk. Dois dos piores top 10 da história do tênis.

      Finalmente, o Federer encerrou aquele ano com o H2H de 2-4 contra o ÚNICO adversário que tinha no circuito kkkk. Sim, tô falando do Nadal recém desmamado kkkkk.

      E os caras falam que o nível atual é “fraco” kkkkk.

  73. Valmir

    Dalcin,
    Você sempre disse que o Djoko ainda precisava melhorar em vários fundamentos … vôleios, jogo de rede, smashs, slices… etc
    O seu comentário de hoje já o colocou em outro nível nesses fundamentos.
    Você acha que foi apenas bons momentos na Ásia, ou que realmente já uma evolução sólida ?

    1. José Nilton Dalcim

      Não, essa evolução é bem clara em toda a temporada. Ele melhorou muito o saque e está decidamente ibdo à rede e fazendo voleios firmes.

  74. Marquinhos

    Rubens,

    Se Nole superar o sérvio em títulos e recordes será considerado pela MAIORIA o maior de todos os tempos. Pra mim e MUITOS, outras coisas estão em jogo e Nole nunca terá uma importância maior para a história do que o suiço.

    A esquerda de Roger é pífia? A esuqerda dele é muito melhor que os voleios, smashes e slices do sérvio. Se Federer tem um buraco em seu jogo, Novak tem três. Alias, Federer tem 2 buracos em seus jogo, pois o físico não á mais o mesmo.

    Os torcedores do sérvio repetem o mesmo erro dos torcedores de Nadal. Querem que Novak seja o CARA mesmo ainda estando LONGE de ser. Ele ainda tem que buscar Sampras e Nadal.

    Pra 17 slam e 302 semanas na liderança tem uma distância enome. E DÚVIDO que os outros vão ficar chupando o dedo e ver Nole vencendo tudo. Tem muitos que tem a mesma capacidade, ou mais, de evoluir que o número um do mundo. Basta ter disciplina, acesso a tecnologia, um grande técnico e muita vontade de crescer, é claro, não é pra qualquer um.

    Mas a história do esporte está ai pra nos mostrar que sempre tem alguém que aparece pra desafiar quem domina o esporte. Difícil que seja Federer ou Nadal, devido a idade ou ao histórico de contusões. Mas por que não Raonic, Nishikori, Dimitrov, Janowicz(para a alegria do Aurélio)………….? Lembrando que há dois anos atrás, ninguem dava nada por Wawrinka e………………. Com 28/29 anos descobriu o caminho das vitórias, venceu dois slam passando por cima de Novak e Nadal. Os que citei são mais novos que Stan e tem potencial parecido.

    Também tem Rublev, Chong, Zverev, Coric, Fitz……… Vamos aguardar.

  75. Alemão

    Obrigado pelas estatísticas Dalcim!!! Acompanho direto o blog 🙂 Parabéns pelo trabalho!!!
    O que fazer para parar o Djoko? É a pergunta que todos fazem e ninguém tem a resposta ainda hahaha.
    Espero que essa supremacia faça os adversários elevarem seu nível de jogo, se reinventarem e sermos brindados com jogos espetaculares!!! Gde abs!

  76. Felipe castanheira

    Dalcim a conta do marcelo esta errada. Mike pode somar mais pontos.
    Se ganhar os dois 500 ele faz 1000 pontos.
    Descarte:
    – 90 pontos
    – 250 pontos
    Soma maxima do mike é 660 pontos.
    Porem se o Mike tiver pelo menos 2 resultados acima de 250 (ou seja finalista ou campeao) ele ainda somara 250 pontos quando os 1000 pts de paris cairem para compor os 18 melhores resultados.

    Abc

  77. Natanael Lobato

    Caro Dalcim, parabéns pelo excelente e bem elaborado texto. Agora me responda, se possível é claro, o que mudou no Nole de 2011 pra cá? O cara evoluiu muito, a alimentação foi só um detalhe é claro. Abs

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele está mais agressivo e usando melhor o jogo de rede para complementar a construção das jogadas. Não apenas fica mais ofensivo, como também encurta seu esforço e o tempo de reação do adversário. Daí que a contratação do Becker foi um lance realmente perfeito.

      1. Marcelo-Jacacity

        Dalcim,
        Conciso e perfeito.
        A temporada de 2011 foi espetacular. O sérvio estava on fire, porém, sempre do fundo de quadra com epopéias de quatro, cinco e seis horas de duração. Não tinha variação de jogadas.
        Já em 2015 ele se mostra com um jogo muito mais completo, diversificado e objetivo.

  78. bruno

    Geração fraquíssima, LOGICO que não se pode contestar o talento do cara,mas logo logo,a ATP vai construir um robô para acabar com esse domínio. Construir um robô, quem sabe ler,vai entender o que estou dizendo.

    1. Luiz Pilon

      Se a geração atual, que contempla, pela primeira vez na história 3 tenistas com mais de 10 slams na carreira, além de outro forte concorrentes como Murray e Wawrinka, é uma geração fraca…

      O que será que o amigo federista acha de 2006? rs.

      1. JR

        É por isso que há tempos deixei de levar os comentários dos torcedores do Federer a sério e entrei na brincadeira deles.

      2. bruno

        Uma pena que a maioria de vocês não assistiam tênis em 2006.pq se estão assim empolgadinhas com um jogador de muito talento,mas que se favorece muito do fisico e do declínio dos outros dois muito mais completos.e TB da falta de jogadores vencedores no circuito.

      3. Fernando Brack

        Peraí, Luiz. Ter títulos de Slam na bagagem é história. Isso não faz seu detentor por
        si só ser um fortalecedor da geração que está jogando. Federer é o maior vencedor
        de Slams, mas há 3 anos não ganha um. E o Nadal deu uma decaída que o deixou
        longe daquele de 2013. Geração forte é quando temos vários jogadores no melhor
        nível simultaneamente. Grandes jogadores em fim de carreira não dão ao grupo de
        jogadores em ação ao qual pertencem naquele momento o caráter de geração forte.

        1. Luiz Pilon

          O fim de carreira é decretado por qual motivo?
          Se não existisse o Djokovic, Federer teria vencido 3 slams num espaço de pouco mais de um ano. E aí, tenho certeza que não seria “fim de carreira” e vários diriam que ele ainda teria mais alguns aninhos pra jogar.

          Nadal em fim de carreira com 29 anos? Wawrinka em fim de carreira tendo o ano mais vencedor da carreira?

          Existe dificuldade pra assumir que o Djokovic vence, principalmente o Federer, não pela idade, e sim pela bola jogada. Precisam se apegar nisso de “era fraca”, “Federer velhinho” pra conseguir algum argumento.

          Federer não vive seu auge, mas está muito bem, MUITO BEM, ele mesmo reconhece isso. E perdeu, não pq faltou pernas/fôlego, e sim pq o adversário foi melhor.

  79. Cargolux

    Estou aguardando torcedores fanáticos e anacrônicos do aposentado inventarem coisas do tipo “Mas Sampras falou que Federer é melhor”. Pelo amor de Deus, está claro que Nole, a não ser que sofra algum mal súbito, será o maior da história em todos os aspectos e não vejo qual recorde ele não poderá quebrar do aposentado fujão. Sugiro às Federetes que vivem no Ostracismo (as Nadalzetes nem opinam mais), que façam cirurgia de catarata, e passem a ver e aceitar que tudo na vida evolui, e Djokiller é a evolução e perfeição no tênis. Tenho dúvidas se, após seu longo reinado (mais uns 6 anos, pelo menos), haverá alguém para quebrar seus recordes, pois serão de proporções inimagináveis.

  80. flavio

    Tsonga nao pode fazer nada coitado kkkkkkk. NOLE hj esta muito acima dele e dos demais jogadores do circuito. Se jogar o seu normal nao perde pra ninguem. Agora em se tratando de melhor ou mais completo de todos tempos, acho que falta percorrer um longo caminho. Mesmo eu sendo torcedor de Novak, nao posso deixar de reconhecer todos os feitos de Federer e Nadal, caras fora de serie. Porem, vejo novak com um jogo cada vez mais perfeito, se continuar a evoluir pode sem duvida se tornar o melhor de todos os tempos. Pena mesmo foi ele ter perdido aquela decisao de Roland Garros 2015, tinha tudo pra fechar os 4 Grand Slam em um mesmo ano. Agora vamos em busca do Masters 1000 de Paris e o Atp Finals, assim vai ficar mais proximo do recorde do nadal de 27 e tambem do recorde de 6 Atp Finals de Feder.

  81. abner

    Como o publico asiatico chama o nole de Mister Novak , conserteza eu estou cada vez mais fã desse cara. Como pessoas ele parece ser um cara humilde . Desejo ao Mister Novak tudo de bom pra sua carreira , e dalcim parabens ao blog muito bom . Eu não sou muito de comentar , mas acompanho seu blog ja uns 5 anos, sempre tem debates bom sobre o tennis e dados interessantes , e ao marcelo e um orgulho ao tennis brasileiro parabens pra ele , e um forte abraço Dalcim .

  82. Henrique Farinha

    Dalcim, Djoko fez mais do mesmo, ou seja, ele é o melhor jogador do mundo atualmente. E com um bom desnível para os demais. Se Federer tivesse mais físico, poderia incomodá-lo mais em jogos de 5 sets, todavia a realidade é que, aos 34 anos, faz mais do que seria de se esperar. Os outros atualmente nem passam perto de incomodá-lo, são inapelavelmente “atropelados”. Vamos ver quanto tempo durará essa supremacia acentuada do sérvio, já que, além do físico, é preciso manter a motivação em dia.
    Mas o mais bacana é ver a evolução de Marcelo Melo. Tomara que chegue ao posto de #1! Seria um ótimo recado para os nossos tenistas ver um cara que tinha uma grande limitação na movimentação, no saque (mesmo com a alta estatura) e no backhand superar tudo com foco, atitude e imenso trabalho, perseguindo os resultados com uma obsessão pouco vista por estes lados. E que a carreira de tenista hoje não é apenas jogar simples. Abs!

    1. José Nilton Dalcim

      E nós que acompanhamos o Marcelo desde juvenil, Farinha, ficamos ainda mais orgulhosos de vê-lo chegar tão perto de seus grandes sonhos. Muito empenho, dedicação. Isso é um exemplo e tanto.

  83. Alan Guimarães

    Dalcim, fantástica publicação!!!!

    Sempre achei o Marcelo melhor que o Bruno nas duplas e este ano, os resultados finalmente mostram isso!!! Concorda Dalcim?

    Outra pergunta, Djokovic estaria no seu ” Finals ” da história do tênis??

    Grande abraço!

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que os dois mineiros se equivalem, Alan. O legal é que ambos continuam evoluindo tecnicamente. Quanto ao Finals, sem dúvida seria a coroação absoluta de uma temporada totalmente incrível.

      1. julio cesar

        Dalcim, acho que ele queria saber se Djokovic estaria no finals, ou seja, no top 10 de todos os tempos da história do Tênis. Saudações.

        1. Alessandro Siqueira

          Se estaria no top 8, não? No finals só vão 8.

          No fim de 2014 Dalcim já colocava Djoko no top 10. Com a temporada de 2015, bastante provável que o sérvio tenha galgado posições. Um ano inteiro de liderança, 3 slams, 5 masters e um ATP 500. Fora isso, mais finais importantes.

  84. Marcelo-Jacacity

    Sensacional Djokovic!
    E Melo não menos! Parabéns!

    Depois de tantos números fantásticos exacerbados pelo grande Dalcim, não me resta dizer mais nada.

  85. Petros

    Gostaria de fazer 4 considerações: 1- Dalcim, na minha humilde opinião vc é disparado o melhor comentarista de tênis do Brasil, o mais imparcial de todos, sem qualquer sombra de dúvidas. Só lamento o fato de alguns questionarem sua imparcialidade. Todos aqui estão aptos a emitir opiniões, e vc faz a gentileza de publicá-las, democraticamente, desde que venham emitidas com um mínimo de razoabilidade e sensatez! Muitos aqui discordam de suas opiniões, eu mesmo já discordei de algumas delas, mas jamais o desrespeitei e, sobretudo, duvidei de sua imparcialidade e lisura de seus comentários! O post de hoje mostra isso com perfeição e uma quantidade enriquecedora de informações que me faz te nomear o PVC do tênis (espero que goste kkkkk)! Meus parabéns, sou seu fã! 2- Marcelo Mello está nos enchendo de orgulho, o nosso girafa vai se tornar número 1 do mundo! Cara, eu disse número 1 do mundo! Num país que se valoriza tão pouco as conquistas individuais de nossos esportistas, peço encarecidamente a todos leitores do blog: vamos fazer nossa parte, divulgar nas mídias sociais, parabenizar este grande feito! Esse cara merece demais! Exemplo de atleta, humildade e profissionalismo! Viva nosso girafa! 3- Novak Djokovic e disparado o melhor tenista dos últimos 5 anos! Isto é fato! Como está virando fato também que o sérvio caminha a passos largos para se tornar o tenista mais completo da história! O Nole de hoje não tem buracos em seu jogo! Os pontos fracos tem evoluído gigantescamente: voleio já está bom e ainda pode ficar ótimo, smash já está regular e ainda pode ficar bom e o Slice tb já é bom, podendo ficar ótimo! Novak buscou e continua buscando interminavelmente trabalhar seus pontos fracos, o que só o faz melhor a cada dia! Hj não tem adversários à altura (só vejo Federer atualmente num dia de grande inspiração e em jogo de 3 sets)! 4- Por fim, deixo esta pra vc e pra todos participantes do blog me esclarecer: Há tempos tinha a curiosidade de ver um dia alguém, ao atacar o forehand de Rafa Nadal e em seguida efetuar a subida rede, optar por fechar a paralela ao invés de esperar a definição do espanhol no T! Cansei de ver Rafa efetuar passadas magníficas de forehand na paralela, muitas com um efeito de fora pra dentro sensacional, belíssimas! Mas me perguntava pq ninguém nunca arriscou em fechar a paralela, uma vez que 90% das vezes o espanhol opta por este golpe na passada de forehand, ao invés da cruzada! Eis que sábado Tsonga fez o que eu sempre esperei! Atacou o forehand de Rafa e, nas vezes que subiu a rede ( acho que fez pelo menos umas cinco vezes esse golpe), optou por fechar a paralela na passada! Sabe quantas vezes ele perdeu o ponto? Nenhuma! Ganhou todos, sempre com volteios precisos! Dalcim, se todos sabem que na maioria das vezes Rafa vai passar na paralela no forehand e na cruzada no backhand, pq não optam em decidir a jogada antes da definição do espanhol, ao invés de esperar a execução na linha do T? Rafa teria tempo hábil de visualizar o deslocamento do oponente e mudar o golpe, antes da execução?

    1. José Nilton Dalcim

      Rafa é muito rápido. Observe que Tsonga cometeu às vezes o erro de subir no forehand na cruzada, o que aí sim abre toda a paralela, no qual Nadal é mestre. Quando ele fez o approach na paralela, aí forçou a cruzada e muitas vezes se deu bem. Mas acho que acima de tudo o mérito é muito mais do espanhol, com muita rapidez e uma visão incrível do que fazer com a bola. No mais, grato pelo elogio e pela comparação!

  86. Roger

    EIta domínio que não acaba esse do Djoko. Como disse o amigo Brack, não sou de maneira nenhuma anti-Djoko e também o considero um dos grandes, mas, me parece que, pelo menos no momento, o sérvio tem conseguido vitórias antes mesmo de entrar em quadra. Por exemplo, cito o jogo contra o Murray. Foi um atropelamento? Claro que foi. Mas o que foi o desempenho do Murray?? Ridículo o aproveitamento de primeiro serviço. Claro que Djoko mostrou porque é o número um quando foi exigido (o que aconteceu pouquíssimas vezes, diga-se de passagem). Mesmo nas trocas de bola, Andy cometia falhas horrorosas jogando bolas fáceis no meio da rede. Hoje só pude acompanhar o primeiro set da decisão, e o mesmo parecia acontecer com Tsonga. Claro que, quando um do jogadores é muito superior ao outro, parece que esse outro está jogando abaixo, mas… Enfim. Pelos menos por esses jogos que eu vi, fica uma sensação de que não foi o Djoko que arrasou, como aconteceu, por exemplo, na final do USOPEN. Ali sim o Federer tentou de tudo e encontrou um Djoko avassalador.
    Agora, essa facilidade que Novak vem encontrando nos leva ao seguinte ponto: a não ser que algo totalmente inesperado aconteça, os 17 slams de Federer estão seriamente ameaçados. Quem da geração do próprio sérvio ou mais velho que ele pode batê-lo? Wawrinka, num dia muito iluminado. Pro Federer fica muuuuuito difícil vencer o Djoko em melhor de cinco com a velocidade atual das quadras. Quem da geração emergente pode vencê-lo? Pelo que sabemos até agora, ninguém. E essa supremacia, em tempos de ausência de prodígios, que são os que, geralmente, não respeitam tanto os grandes, só gera mais supremacia, pq os adversários já entram em quadra tremendo e pressionados contra ele. Talvez tenha sido o que aconteceu com o Murray, que sabia que precisava de qualquer jeito jogar com o primeiro saque e errou a dar com pau. Aliando-se a isso o físico de Novak (magro, não touro como Nadal, o que poupa seus joelhos e pernas) e seu calendário inteligente, acho que, se ele não ultrapassar Federer, pelo menos o Nadal ele ultrapassa em termos de Grand Slam. Mas ressalto que, dadas as atuais conjunturas, os números de Federer estão seriamente ameaçados. Concorda, Dalcim? Ou é exagero da minha parte?
    Grande abraço a todos.

  87. Marquinhos

    Parabéns para a parte civilizada da torcida de Novak, o sérvio é realmente incrível!

    Bruno Louzada, cuidado, pois a arrogância está mudando de lado. E outra, estamos vendo aparecer alguns fakes e torcedores do sérvio tão fanáticos ou mais que alguns de Federer. Alguns partindo até para o lado pessoal.

    O % de Nole é incrível, mas tende a cair com o passar dos anos, natural.

    Vou deixar aqui uma questão para os torcedores de Novak refletirem:

    E se Federer tivesse se aposentado, em 2012, após o título em wimbledon? Seria bem prudente, não? Terminaria com 10×18 de desvantagem para Nadal, mas 1×0 em finais de slam contra Novak, além de vantagem no h2h contra o sérvio.

    Vejo alguns escreverem 3×1 para Novak em finais de slam, mas não levam em conta que as três vitórias de Novak foram conquistadas com Roger 33/34 anos, longe do auge e da juventude que dá vantagem contra qualquer adversário.

    Não se esqueçam que Roger atropelou Nole em Wimbledon/2012 e RG/2011 com o sérvio no auge.

    De qualquer forma, o que valem são os slam e as semanas na liderança. Se Nole alcançar os 17, tiver vantagem no h2h poderemos discutir. Por enquanto está 17 x 10 e 21 x 21, pois do jeito que alguns escrevem, parece que Djoko tem 40×11 contra o suiço no h2h. E esquecem que foi Roger impos a Novak as suas duas piores derrotas este ano.

    Também espero que os mesmoS que gritam como hienas hj, estejam aqui se Nole não alcançar os números do GOAT ou começar a ter um declínio na carreira e não alcançar nem Nadal ou Sampras.

    1. julio cesar

      “Vejo alguns escreverem 3×1 para Novak em finais de slam, mas não levam em conta que as três vitórias de Novak foram conquistadas com Roger 33/34 anos, longe do auge e da juventude que dá vantagem contra qualquer adversário.”

      Esse argumento seria válido se Federer não estivesse ganhando de todos os demais jogadores do circuito. Como ele fez em Wimb e USO este ano.

    2. Valmir

      Federer GOAT… quer dizer…
      Greatest OWNED All Time.
      OWNED by Nadal.
      Ele está mais para…. FREGUESDERER.

      Se for levar para o lado do SE… antes do 2012… que você mencionou, o Nadal teria 3GS a mais das finais consecutivas que ele perdeu em 2011 e 2012.

      Se agora ele apanha de Djoko e Nadal porque tem mais de 30 anos,
      Ele só ganhou finais de GS deles quando ainda eram bem jovens (20 anos) e inexperientes.
      Depois que Nadal e Djoko chegaram aos 24 anos… Federer passou a apanhar uma atrás da outra.

      Nadal e Djoko são MUITO diferentes de Roddyck e Lewitt.

    3. Luiz Pilon

      Acho muito engraçado esse chororô de idade.

      A idade do Federer não conta enquanto ele vence com facilidade os adversários. Aí quando ele perde pro Novak, os federetes dizem “perdeu por causa da idade” hahahahahahahaha. Idade do Federer só é ponto negativo quando comvém. ILUDIDOS.

      Novak venceu pq atualmente é melhor e com sobras!

    4. Robson

      Primeiro que o suíço foi ELIMINADO na primeira rodada pra um panga, segundo que vc teimosamente ficou aqui a senana toda falando do suíço, como se o tênis fosse o suíço, terceiro que vc sempre escreve como se Novak tivesse vencido oo suíço somente quando este fez 33, 34 anos de idade.
      Tá na hora de vc acordar rapaz.

    5. Bruno Gouvêa

      Cara ver o fator idade como uma vantagem do Djoko contra o Federer no h2h é ver somente um lado da moeda. Ok hj a idade é uma vantagem para o Djokovic, mas e quando começaram a se enfrentar?O Djoko tinha seus 19 anos era imaturo e estava longe do seu auge. Federer por outro lado era número 1 do mundo em seu auge. Em 2006 e 2007 por exemplo quando o Djoko tinha 19 e 20 anos respectivamente eles jogaram 6 vezes com 5 vitórias do suíço e claramente a idade foi um fator que deu vantagem ao Federer.

      “De qualquer forma, o que valem são os slam e as semanas na liderança.” também discordo, ok concordo que o número de Slams é sim o que tem mais peso, mas as outras coisas também contam, Masters, Finals, número de títulos, h2h contra os melhores etc Em relação ao Djoko quebrar os recordes de Federer acho q somente o número de Slams, faltam 7, e de títulos, faltam 30, serão difíceis, mas do jeito que ele está jogando e o momento atual do circuito vejo uma boa chance dele chegar ou até ultrapassar esses números. Masters ele já tem mais, h2h ta fácil tb, Finals faltam 2 esse ano ele provavelmente diminui pra 1. Vejo muita gente falando que semanas como número 1 do mundo será difícil, eu acho que não, vejamos Federer tem 302 semanas, Djokovic 169, faltam 133, 1 ano tem 52 semanas, ou seja Djoko tem ficar aproximadamente mais 2 anos e meio como número 1. Com a pontuação que ele ja tem no mínimo mais uns 6 meses acho q ele já ta garantido e acho dificil alguém tirar esse posto dele nos próximos 3 anos. Quem tiraria? Nadal infelizmente parece q nunca mais será o mesmo, Federer já ta nos seus 34 anos, Murray e Wawrinka não tem consistência pra isso, as jovens promessas Kygios, Coric, Kokkinakis… estão muito longe ainda do nível do sérvio. Acho que somente uma lesão grave, ou uma queda inexplicável de rendimento e/ou motivação o tirariam desse posto nos próximos anos.

    6. Jean

      Muitos devaneios de “se Novak bla bla bla”, “se Roger bla bla bla”…
      Cara, procure trabalhar com fatos que realmente aconteceram, no passado não existe “se”, isso só é desculpa pra tentar diminuir conquistas de um e enaltecer as do outro, típico de torcedor iludido e imaturo, o que deixa o comentário sem credibilidade. Roger é o maior da sua época? Por enquanto sim, pois nem ele nem seus principais adversários se aposentaram ainda. Como o próprio Dalcim e Sampras disseram, é muito difícil comparar épocas. Não dá pra comparar Laver com Federer, estilos de jogo e condições de jogo completamente diferentes. Todos podem sim e devem postar comentários elogiando o seu jogador preferido, porém, ficar desmerecendo outro pois o mesmo “ameaça” os recordes do um, isso parece discussão de torcedor de futebol fanático. Uma vez você disse que se não gostam do que você escreve, por quê continuam lendo? Simples: eu leio sempre que possível todas as respostas aqui, pois sempre há algo interessante e que contribua, por isso, leio sim seus comentários, por achar que você pode vir a postar algo relevante. Infelizmente, faz um tempo que isso não acontece.

    7. Luiz Fabriciano

      Marquinhos, dizem que toda a unanimidade é burra. Eu particularmente tenho minhas dúvidas acerca disso.
      Mas veja que sempre que posta algo, repetitivo diga-se de passagem, recebes uma enxurrada de comentários contradizendo-o. Há algo estranho ai, percebes?

  88. Maurício

    Dalcim,
    Confirme esses números dos percentuais de vitórias do Big 3 contra Top 10. Creio que você aumentou 20% em todos, seria 65,8%, 65,6% e 65,3%, não? Não tem sentido eles terem percentual maior de vitórias contra Top 10 do que contra todos os demais.

    1. José Nilton Dalcim

      Opa, Maurício. Claro, erro de digitação meu. São 65,8% mesmo. Impossível seriam os 85% até porque os três se cruzaram muitas vezes. Grato pela oportuna correção!

  89. Rubens

    Belo comentário, Dalcim…agora, será que daqui a 5 anos Djocko será considerado o melhor de todos os tempos, após bater todos os recordes possíveis? ou continuarão a achar que Roger Federer com sua esquerda pífia e um grande buraco a ser explorado no seu jogo ainda será o maior?

    1. José Nilton Dalcim

      Só o tempo dirá, Rubens. E discordo do backhand pífio. Se assim fosse, estaríamos desmoralizando todos os que foram derrotados por ele, incluindo o Djokovic por duas vezes nesta temporada. Não é o melhor golpe dele, nem do circuito. Mas daí a ser pífio é um tanto exagerado.

      1. Paulo

        Comentários de momento Dalcim, comentários sem noção, apenas para provocar, infelizmente. Eu particularmente, adoraria ter uma esquerda como a do Federer. Gosto do Djokão, feliz com mais um troféu, mas as comparações com o Federer são ridículas. Federer é incomparável. Abraço.

  90. Carlos

    Olá Dalcim.

    Este é meu primeiro post aqui, mas acompanho seu blog há muito tempo. Parabéns pelo Blog.

    Gosto muito de estatísticas, porque ajuda a deixar a subjetividade de lado e eu gostaria de tirar uma dúvida contigo. Estava olhando o link https://en.wikipedia.org/wiki/2006_Roger_Federer_tennis_season, que foi considerada a melhor temporada de um tenista na era profissional, tem uma parte que atualiza os pontos dos torneios antigos com os pontos atuais, ou seja, um comparativo mais justo de pontos. Neste site, vi que RF atingiu ao final da temporada 15495 e o ND atualmente tem 14285. Talvez este seria o melhor critério para analisar a melhor temporada de um tenista em todos os tempos?

    Abraço

    1. José Nilton Dalcim

      Tudo legal, Carlos. Sim, pode ser mais um dos critérios. Mas muito acima de pontos, vê-se a qualidade dos títulos e finais do Djokovic, praticamente todas em torneios de máxima importância.

      1. Danillo Barbosa

        Vale lembrar que não é simplesmente o fato de ter 7 finais de M1000 no ano, mas sim o fato de ser todas as finais de M1000 do ano, com exceção de Madri que ele não jogou.

      2. Paulo

        Mas Dalcim, volto a insistir, comparar uma temporada de M1000 disputados em melhor de 5 sets com uma temporada de M1000 disputados em melhor de 3 sets… seria SENSATO? Na minha opinião… incomparável. Abraço.

  91. Rodrigues

    Dalcim

    depois de assistir o ano perfeito do Djocko, só me resta um comentário…

    O cara está tão perfeito que até irrita…

  92. lEvI sIlvA

    Dalcim, meu caro, que negócio é esse de “puxar sardinha” pra Djokovic? Vai pôr a torcida em dúvida sobre pra quem você torce, afinal… Bom, só posso dizer que, a Kombi agora, tá mais pra micro-ônibus, viu? rsrsrs Seja bem vindo, JND! 🙂

    1. José Nilton Dalcim

      Eu admiro o tênis competente, bem jogado. Admiro os que se empenham para evoluir e lutam contra as dificuldades. Cansei de dizer aqui e poucos me escutam: Djoko, Roger e Rafa são fora de série. Cada um no seu estilo, mas todos espetaculares, gigantes. Abs!

  93. Robson

    Grande Novak, grande Marcelo meu conterrâneo, falta pouco pro number one.
    Depois de tantos números colocados pelo Mestre Dalcim, só posso continuar dizendo categoricamente, Novak baterá TODOS os recordes do tênis, todas as marcas, todas, considerando que Novak ainda terá 5 anos de Alto nível pela frente.
    Ou seja, até 2020 veremos Novak levantar dezenas de taças, bater vários recordes.
    E entrando no assunto de técnica, golpes, recursos,eu estou com a realidade e com Dacio Campos, ñ é que Novak seja o mais completo do mundo, ñ existe mais completo ou menos completo,ou é completo ou ñ é completo, posto isso é o seguinte, Novak é o UNICO, eu disse ÚNICO tenista completo da atualidade, quissa da história, fato.

  94. Marco A.

    Grande Djokovic!

    Desfilou sua supremacia perante o público chinês e vai cada vez mais cravando seu nome na história do tênis.

    Faltam dois Masters para ultrapassar o espanhol, acredito que até o meio do ano o sérvio já será o recordista de Masters 1000 na história do tênis. Cabe mais, que continue melhorando saque, rede e outras coisas mais para seguir dominando o tênis.

    Ajde Nole!

  95. Tarcisio Colares

    Falar da perfeição do Djokovic nestes últimos tempos é cair numa redundância tão implacável quanto ele tem sido nos seus jogos. Ver o que ele fez com o Murray ontem era como ver uma partida entre eu e meu professor. Um atropelamento!
    Sensacional é ver esta possibilidade do Marcelo “Girafa” Melo se tornar número 1 do mundo das duplas. Este será um feito absurdo diante de toda a superação que tenistas brasileiros precisam ter no circuito, ainda mais quando se trata de um duplista que tem menos visibilidade ainda. Parabéns, espero que realmente d~e certo.

  96. Fernando Brack

    Tô longe de ser um anti-Djokovic. Pelo contrário, gosto muito do cara, do jeitão dele, de sua
    desenvoltura tanto em quadra como fora dela. Acho ele um figuraça, importantíssimo para o
    tênis, sua divulgação e popularização. E me parece ser um sujeito super do bem.
    Agora, convenhamos, esse domínio exacerbado dele tá ficando meio enjoadinho. Claro que
    a torcida dele faz a festa, mas, tanto quanto aconteceu na era Federer, isso não é bom para o
    esporte. Federer em seu auge ainda teve o Nadal para lhe azucrinar. Djoko tá sozinho.

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