Para Nadal, ‘geração de ouro’ está acabando
Por José Nilton Dalcim
10 de junho de 2014 às 11:51

Wimbledon virá dentro de 13 dias e é praticamente impossível não listar, entre os quatro maiores candidatos ao título, qualquer que seja a ordem, o número 1 do mundo Rafael Nadal, o atual finalista Novak Djokovic, o campeão defensor Andy Murray e o maior vencedor sobre a grama da década Roger Federer. Mas o que eu chamo de ‘Quarteto Fantástico’, responsável por 39 dos últimos 44 títulos de Grand Slam desde que Federer faturou seu primeiro Wimbledon, em 2003, está com dias contados. A opinião é de Nadal.

“Nossa geração está terminando, temos estado no topo por muitos anos, então é normal”, afirmou o canhoto espanhol à agência France Presse, domingo, em Paris. “Existe uma nova leva de tenistas chegando e alguns vão nos superar. Não vai acontecer de um dia para outro, mas irá”, profetiza ele, que encarou no saibro francês uma das sensações, o  austríaco Dominic Thiem. O espanhol aponta a idade como fator a ser considerado. “Estou com 28 anos, sei que não estarei no melhor da forma para sempre. Por isso preciso comemorar muito este momento, porque não sei se ele irá se repetir”.

Nadal acabou de completar 28 anos, é cerca de 12 meses mais velho do que Novak Djokovic e Andy Murray, mas essecialmente está entre os top 5 do ranking e ganhado torneios de grande relevância desde 2005, o que demorou muito mais para acontecer com os outros dois. Federer, por sua vez, completará 33 anos em agosto e poucos acreditam que ele ainda terá fòlego para competir contra os mais jovens em 2015. Isso sem falar no fantasma das contusões, que já levaram Murray à mesa de cirurgia e preocuparam Djokovic nesta temporada de saibro.

O técnico e tio Toni coloca mais lenha no assunto, ao admitir que um 10º troféu do pupilo em Roland Garros será algo “quase impossível”. Em suas palavras, “tudo que eu mais desejaria para ele era ganhar Roland Garros novamente em 2015, mas isso está ficando cada vez mais difícil, para não dizer quase impossível. A cada ano, as chances de conquista reduzem. Acredito que chegaremos aqui no próximo ano sabendo que a derrota será uma possibilidade grande, que teremos de estar preparados para isso”.

Problemas no joelho, que se somaram agora a uma incômoda contusão nas costas, já impediram Nadal de disputar três Grand Slam: Wimbledon de 2009, US Open de 2012 e o Australian Open do ano passado. Jogador e treinador assinalaram no domingo que dificilmente Rafa teria vencido Novak Djokovic se o jogo fosse a um quinto set. “Se eu não tivesse vencido o segundo, não sei se teria agora o troféu”, afirmou Rafa. “Felizmente, o jogo acabou em quatro sets, porque ele já sentia cãibras na panturrilha. Rafa estava realmente cansado”.

Vencedor do Desafio – O internauta Vitor Guedes foi o vencedor do desafio proposta para a final de Roland Garros. Seu palpite chegou bem perto do que aconteceu, apontando vitória de Nole no primeiro set e errando apenas a quantidade de games do primeiro e quarto sets. Ele postou 4/6, 7/5, 6/2 e 6/2, enquanto o placar real foi de 3/6, 7/5, 6/2 e 6/4. Ele receberá assim a mochila Babolat Roland Garros, presenteada pela loja Pro Spin. Parabéns! Em Wimbledon, teremos mais.


Comentários
  1. Jonatas Tosta

    Dalcim, a esquerda do Federer ainda vem falhando bastante, mesmo após a troca de raquete, e de algumas boas apresentações no AO Open. Essa dificuldade se deve à falta de treinamento, empenhadura? Acredito que tendo o Edberg como conselheiro (umas das melhores esquerdas que vi) deveria ter melhorado algo.

    Abraços.

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    1. José Nilton Dalcim

      Na grama é bem normal se errar com maior frequência o ‘sweet spot’, o ponto ideal de contato da bola com a raquete. Para quem joga com uma mão, mais ainda. Não acho que seja um caso tão preocupante, ao menos por enquanto.

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  2. Luiz Fernando

    Parece q grama não é mais mesmo c Rafa. Esse Brown é tão mané quanto Zé Bala, Zé Darci e outros mais. Creio q o maior feito dessse mané deve ter sido derrotar o decadente aposentado ano passado, pós W. Rafa alcançar a segunda semana de W tornou-se uma verdadeira zebra, não dá pra não pensar assim.

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    1. José Nilton Dalcim

      Perder para o 85 do mundo em uma quadra favorável está longe de ser humilhação, ainda mais para quem acabou de fazer uma longa temporada de saibro. Nadal jogou por força do contrato que assinou.

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      1. Samuel

        Talvez um dia Nadal tome jeito, fazendo uma temporada mais sensata. Em 2014 parece ter chegado ao cúmulo do absurdo, fazendo jogos de exibição na América do Sul e indo jogar em Doha pouco tempo depois. Problemática a pré-temporada do espanhol. Ao menos ganhou torneios de todas as categorias e também tem um vice-campeonato de Slam.

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  3. Carlos Reis

    Nadal – Federer – Djokovic
    RG = 9 – 1 – 0
    Os outros 3 GS = 5 – 16 – 6
    ATP Finals = 0 – 6 – 3
    M1000 saibro = 20 – 6 – 5
    M1000 outros = 7 – 15 – 14
    O saibro deixou R.Nadal como um gigante do tênis, mas não para mim…
    Valew D.Brown por ter chutado el boizito espanhol lá em Halle!

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      1. André Pires

        O Federer ganhou do Nadal no saibro e o Nadal ganhou do Federer no piso duro e na grama. Mas o que eu quero focalizar, é que o Federer sempre deu a cara pra bater e sempre chegou nas decisões dos torneios em que o Nadal era melhor, enquanto o Nadal só depois de algum tempo começou a emparelhar com o Federer nas outras superfícies. Antes disso, ele não chegava nas decisões dos torneios em que o Federer dominava. por isso o fato do H2H entre Nadal e Federer ser tão discrepante sendo que ao mesmo tempo o Federer liderou semanas e mais semanas o ranking, e venceu mais RG’s. O Nadal dominou o saibro, Federer, o circuito.

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        1. Samuel

          É preciso parar com bobagens. Nadal e Federer passaram a ocupar o posto de número um exatamente com a mesma idade. A diferença é que o suíço desbancou sabe-se lá quem para chegar a essa colocação. De sua parte, o espanhol atingiu o primeiro posto logo após desbancar o próprio suíço em Wimbledon, disputado no piso favorito de Federer, e retomou a ponta da classificação um pouco depois de vencer Djokovic no Aberto dos EUA, disputado no piso favorito do sérvio.

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  4. Eduardo Martins

    Rivalidade NADAL vs FEDERER:
    • Total de partidas (33): Nadal (23 a 10)
    • Total de finais (20): Nadal (14 a 6)

    Distribuição dos jogos:
    • Partidas de Grand Slam (11): Nadal (9 a 2)
    • Finais de Grand Slam (8): Nadal (6 a 2)
    • Partidas de ATP Finals (5): Federer (4 a 1)
    • Finais de ATP Finals (1): Federer (1 a 0)
    • Partidas de Masters 1000 (16): Nadal (12 a 4)
    • Finais de Masters 1000 (10): Nadal (7 a 3)

    Números por superfície:
    • Saibro (15): Nadal (13 a 2)
    • Grama (3): Federer (2 a 1)
    • Hard (15): Nadal (9 a 6), dos quais:
    − Outdoor (10): Nadal (8 a 2)
    − Indoor (5): Federer (4 a 1)

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  5. Eduardo Martins

    Rivalidade NADAL vs DJOKOVIC:
    • Total de partidas (42): Nadal (23 a 19)
    • Total de finais (22): Djokovic (12 a 10)

    Distribuição dos jogos:
    • Partidas de Grand Slam (12): Nadal (9 a 3)
    • Finais de Grand Slam (7): Nadal (4 a 3)
    • Partidas de ATP Finals (4): Empatado (2 a 2)
    • Finais de ATP Finals (1): Djokovic (1 a 0)
    • Partidas de Masters 1000 (22): Djokovic (13 a 9)
    • Finais de Masters 1000 (12): Djokovic (7 a 5)
    • Partidas de Copa Davis (1): Nadal (1 a 0)
    • Partidas de Jogos Olímpicos (1): Nadal (1 a 0)

    Números por superfície:
    • Saibro (18): Nadal (14 a 4)
    • Grama (3): Nadal (2 a 1)
    • Hard (21): Djokovic (14 a 7), das quais:
    − Outdoor (16): Djokovic (11 a 5)
    − Indoor (5): Djokovic (3 a 2)

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  6. Leonardo

    Dalcim , a grama e consequentemente Wimbledon tem uma maior tendencia a zebras. Por que?Aliás,o que você achou do jogo do Nadal?Confesso que para mim a derrota não é surpreendente,mas e o placar do segundo set?O espanhol escapou por pouco de levar um pneu.

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  7. Marquinhos

    Dalcim. Nadal perdeu 4 dos últimos 5 jogos que fez sobre a grama e você ainda o coloca como um dos favoritos em Wimbledon? Rafael perdeu para Kohlschereiber, Rosol, Darcis e Bown e ganhou apenas de Bellucci na 1 rodada de Wimbledon/2012.

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  8. Hugo

    Pode parecer comentário de “engenheiro de obra pronta”,mas quão interessante ainda é o saque-voleio.Hj o Dustin Brown deu uma aula contra Nadal.Corajoso no 2º saque e nas devoluções(por vezes até exagerando),drops dificílimos de executar,voleios angulados,enfim.Obviamente,jogando contra um dos melhores passadores do circuito,não deixou de tomar uma aqui e outra alí.
    Sou daqueles que prefere assistir um “LlodraXMahut” a assistir um “FerrerXNadal”.Mas cada um com seu cada qual…
    Prefiro achar que o Dustin jogou muito bem.Rafa não apresentou uma de suas melhores performances,mas muito por conta do alemão.Sufocando o tempo todo,sem dar qualquer ritmo.
    Sr, Dalcim,em sua memória,quando foi a última grande vitória de um “saque-voleio” contra um grande baseliner ou no1 do mundo?
    Grato.

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    1. José Nilton Dalcim

      Difícil realmente termos um caso genuíno, mas acredito que Stakhovsky jogou um autêntico saque-voleio contra Federer na vitória do ano passado em Wimbledon.

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  9. Ulisses Gutierrez

    Nadal, hein! Perdeu para o numero 85 do mundo em 1h de jogo. Acho quase impossível o Nadal voltar a ganhar Wimblendom, ou mesmo um torneio menor como esse que esta sendo disputado.

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    1. Samuel

      Você não está sozinho. Praticamente toda a crítica pensa isso nos últimos dez anos. Mas agora é sério: Nadal jamais voltará a vencer um torneio ATP 250, como Halle.

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  10. Lucas Pinheiro

    Miúra já perdeu na grama, escapando de levar um pneu. Agora vai ter tempo para se preparar pro GS britânico.

    Dalcim, isso é bom ou ruim pro espanhol?

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele foi a Halle só para cumprir com a palavra dada em contrato. Acredito que vai tentar se preparar bem, mas precisa ter uma boa chave.

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  11. Luis Henrique

    Caro Samuel,

    Nadal é limitado no voleio, saque e backhand, além de não variar muito seu jogo. Male má faz um saque-voleio. Seu jogo é na correria e baseado em uma força que ninguém sabe de onde tira. É lógico que a comparação é com o MAIOR DE TODOS: Roger Federer. O Suiço só tem no backhand uma limitação, além da decadência física evidente e irreversível.

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    1. Samuel

      Nadal é um tenista incontestavelmente limitado. Os voleios e os overheads do espanhol apresentam aproveitamento inferior a 90%. Os saques do número um são confusos para quem está do outro lado da quadra, especialmente quanto à colocação e ao efeito. A tática, a concentração e o preparo físico do canhoto de Mallorca, então… sem comentários. Além disso, ninguém entende por que – nas simples – Nadal até hoje venceu 64 torneios, obteve 14 Slams e ocupa o posto de número um há cerca de 3 anos. Ainda bem que o espanhol não se dedica com mais afinco ao circuito de duplas.
      É incompreensível que alguns tentem colocar Nadal entre os melhores tenistas da história.

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  12. Evandro

    Esse papo de que os adversarios do Federer eram mais fracos que os do Nadal nao cola…o cara jogou o suficiente pra ganhar o que ganhou, e se tivesse que aumentar o nivel, quem duvidaria de Federer?É o mesmo que falar que o zagueiro que marcou o Pelé era pior que o que marca Messi, sendo que a funçao do cara é parar o craque….e a genialidade do craque?

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  13. Rogério

    Sensacional Dustin Brown, provou que em Halle “NÃO HÁ MUTRETA”. Colocou o espanhol no devido lugar. Grama é campo sagrado. Dá-lhe, dá-lhe Dustin, vulgo “THE DUSTMAN”.

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  14. Marquinhos

    Bela adaptação do baloeiro sobre a grama. kkkkkkkkkkk Dustin Brown, Darcis e Rosol estão aguardando Rafael Nadal na 1 rodada de Wimbledon. kkkkkkkk E se Bellucci quiser passar da 1 rodada, precisa ter sorte no sorteio e enfrentar Nadal na estréia do slam sobre a grama.

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  15. Fernando Brack

    A primeira participação da Mauresmo como técnica do Murray não foi bem sucedida.
    O molengão perdeu do veteranaço Stepanek, com um vexaminoso 6/2 no 2º.
    Vi uma parte do jogo. Murray jogou empurradinho como em seus piores dias.
    Mau sinal para o campeão de WB.

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  16. Fernando Brack

    Raonic, depois de ótima campanha no saibro, perde em sets diretos, num piso que deveria lhe
    favorecer, para um convidado alemão que deve estar jogando um ATP pela 1ª vez.
    Será que essa turminha nova um dia vai mostrar a que veio? Vida longa aos cachorrões!

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    1. Sergio Ribeiro

      Murray caiu quando defendia o Tri, por isso contratou mauresmo que nao teve tempo para nada. Rafa Nadal mais uma vez atropelado de maneira ridícula na Grama. Novak pulou outra vez a preparação. E vida longa aos Cachorroes ? Da- lhe Paulo Cleto! A vida segue meu caro Brack. Nishikori deve fazer a Semi com Federer. A conferir. ABS!

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    1. José Nilton Dalcim

      Eu não acho que a Serena não leve o circuito a sério hoje em dia. Ela já fez isso alguns anos atrás, ao se preparar mal fisicamente e jogar muito vez acima do peso ideal. Então, nesse caso, acredito que teria sim vencido bem mais.

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  17. Stephanie Santos

    Na entrevista, essa “bomba de energia” dá o sentido comparativo no qual o entrevistador confronta juventude (2005) com experiência (2014) e o Nadal responde que ainda continua se sentindo muito bem com o seu físico (exceto seus joelhos e as costas, é claro), mas que a sensação de poder correr por 10 horas seguidas que ele tinha na juventude já não existe mais. É uma entrevista realmente madura, mas também conota aliviar o peso em suas costas. É prudente agir assim porque o futuro, para ele, é muito incerto considerando seus problemas físicos recorrentes.

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  18. Luiz Fernando

    Ao contrario de alguns blogueiros q só dizem amem p as bobagens q seus tenistas preferidos dizem ou fazem, eu não gosto de determinadas atitudes de Nadal e seu staff. Li na entrevista recente q ele está em excelente condição fisica, daí a opção de ir a este torneio de fundo de quintal em Halle. E onde está a contusão nas costas? E as dores no joelho? Se houvesse qualquer contusão preocupante em um passado recente ele certamente não estaria lá. Sinceramente, é dificil saber onde acaba a realidade e começa a enrolação quando o assunto são as contusões do Rafa. Começo a me perguntar se a tal tira nas costas vista num dos jogos não foi em realidade um engodo. Me parece q estava armada uma desculpa p o caso de derrota em RG. Se foi, tratou-se de uma atitude simplesmente lamentavel, Rafa é um dos maiores vencedores da historia do esporte e não precisa disso!

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    1. José Nilton Dalcim

      Um jogo oum tanto estranho, não? O João Sousa gosta de pisos duros, mas Federer voltou a mostrar dificuldade em confirmar os break-points, o que na grama é algo extremamente valioso.

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  19. Ricardo Campinas

    Alguém que chama Nadal de baloeiro realmente não merce nenhum crédito, avisa o Djoko então acho que ele ainda não sabe, ou não conseguiu ver pois o balão passou a 200 por hora….

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  20. Renato Vieira

    Na boa, Federer tomar um coça do João Souza, na grama de Halle, na primeira partida do torneio de melhor de 3 sets… é muito pra minha cabeça. Ainda bem que não to vendo o jogo, senão já tava chutando a TV.

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    1. Renato Vieira

      Retiro o que eu disse. Nadal está prestes a perder o jogo para o Dustin Brown.

      Ou ele não teve tempo de se adaptar (não acredito)
      Ou ele ta com o joelho ferrado (não acretido)
      Ou o cara é muito bom (não acredito)
      Ou ele ta escondendo o jogo pra WB (não acredito)

      Mas acredito em todas as anteriores somadas! hehehehe

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  21. Gildokson

    Engraçado como vem sempre alguém querendo bater na tecla de que os primeiros adversários do Federer eram mais fracos que os de hoje no circuito atual. Esses esquecem que de 2005 pra ca Federer continuou chegando e ganhando muitos títulos e chegando em várias semi e finais consecutivas de Slans. Ahh e ja ganhou alguns em cima dos próprios Nadal, Nole e Murray.

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    1. ISAQUE

      Essas pessoas que falam isso,simplesmente não são fãs de tênis,simplesmente são pessoas que acham legal entrar nos blogs e fazer umas discussões,porque,definitivamente, uma pessoa que não aprecia as qualidades de Federer como jogador,realmente não gosta e nem conhece o esporte,é pior do que os argentinos que falam que Maradona é melhor que Pelé,pelo menos eles reconhecem que Pelé foi grande.
      Pegando o exemplo ainda no futebol do Messi,somos brasileiros e todos sabemos que ele é um super craque,melhor que Neymar,e o Neymar não deixa de ser um excelente jogador por não ser melhor que o Messi,isso vale para Jordam e Bryant,Tyson e Ali,Senna e Prost e até saindo do esporte e indo para o cinema,Robert de Niro e AL pacino,ou seja,a grandeza de um nunca irá diminuir talento do outro.
      São coisas que não tem como ter discussão,portanto,temos que ignorar tamanha insanidade vinda dessas pessoas.

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    2. Sergio Ribeiro

      Os que os bem informados chamam de fracos: Safin( 2 SLAMS ) , Hewitt ( 2 ) , Roddick ( 1) , Agassi ( 8 ) ou seja venceram 13 SLAMS . Federer venceu 7 SLAMS em cima deles. Novak ( 6) , Murray ( 2) , Nadal( 14 ) ou seja venceram 22 SLAMS ( sendo 9 no Saibro) , Federer um ” pouquinho” mais velho, venceu 6 SLANS em cima deles. Ou seja, nao venceu mais porque foram eliminados antes. Verdasco, Roddick, Soderling que o digam. rsrsrs..Abs!

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      1. Luiz Fernando

        Agassi é da geração de Federer? Será q vc não esqueceu de acrescentar Sampras, Borg, Laver etc kkk???? Meu caro metido a sabichão, não apele, assuma q a geração foi fraquinha mesmo. Tirando Agassi, q não tem nada a ver c a geração fraca, tanto q abandonou o tenis em grande estilo no USO de 2006, tendo perdido o do ano precedente justamente p Federer fruto da grande diferença de idade ( salvo engano 26 vs 35 anos), teremos a geração fraca com 5 GS enquanto os adversários de Rafa, somando apenas os 3 principais q ele enfrentou no seu auge, somam 25… Apenas Nole, isoladamente, q não é nenhum portento em matéria de numero de titulos, tem mais do a geração fraca junta. Grande abraço.

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  22. Maurício Luís

    Preocupo-me com o provável pouco tempo que a mídia vai reservar a Wimbledon neste ano, devido à Copa.
    Mas também, ficam perdendo tempo com bobagens. Hoje, no programa da Ana Maria Braga, lá estava o repórter diante de um fogão – não deu pra escutar direito, mas deveria ser do hotel da seleção. Em seguida, abriu um armário, onde dava pra se ver um monte de rolos de papel higiênico.
    Perda de tempo. O que me interessa ver o papel que vai deixar limpas as b… digo, os traseiros dos atletas ??
    Não duvido que entrevistem também a faxineira que trabalha no quarteirão ao lado do hotel da seleção da Nova Zelândia. NÃO PERCAM, no Globo Repórter…
    Desse jeito, só vai sobrar tempo pra passar, quando muito, uns “flashs” dos principais jogos de Wimbledon. Isto é BRASSSIIIILLL, ZIIILLLL, ZIIIILLLL !!!

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    1. André Pires

      Dalcim, você que é do meio televisivo-jornalístico teria mais informações sobre como vai ser a cobertura de Wimbledon? Entrei agora pouco na página do tênis do sportv e não tem muita coisa lá, além do que nãos tenho tv por assinatura pra acompanhar se nos comerciais do canal estão anunciando o torneio.

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      1. José Nilton Dalcim

        Sim, estão anunciando. A princípio, nada muda. Afinal, jogos ao vivo da Copa passam no canal 39 e são sequenciais, a partir das 13h. Acredito que apenas as rodadas finais da fase eliminatória da Copa, em que as partidas precisam acontecer ao mesmo tempo, possam interferir.

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        1. André Pires

          Obrigado Dalcim, e pra completar, dei uma pesquisada, e as oitavas e quartas continuarão com jogos sequenciais (serão dois jogos por dia na fase eliminatória, e depois um por dia até a final), já as SF serão depois de Wimbledon ter acabado. Então não deveremos ter problemas com competição de horários dos eventos também na segunda fase. De qualquer forma, não haverá jogo algum da copa em uma das quartas-de-final e nem na final masculina e nem na semi-final feminina.

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  23. Ronildo

    Roger Federer está jogando até mesmo duplas em Halle. Este cara tá curtindo muito o circuito, acho que vai parar somente em 2020. Em 2015 vai ganhar RG, podem escrever, pois ao final de RG 2014 o maior maratonista de todos os tempos dentro de uma quadra de tênis disse que estava cansando. Federer é Tenista.

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    1. Samuel

      Você acredita nas palavras de Nadal? Pura cautela e humildade, como sempre.

      Você acredita no desempenho de Federer daqui a um ano em Roland Garros?

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    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, Matheus. Sem pensar muito, os maiores que eu vi foram McEnroe, Becker, Edberg, Sampras e Rafter. Eram jogadores que dependiam essencialmente do voleio para jogar, o que praticamente não existe há uns 5 anos pelo menos. Dos atuais, Federer, Tsonga, Stepanek. Pena que o Llodra parou, talvez fosse o melhor de todos eles. Abs!

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    1. José Nilton Dalcim

      Achei uma escolha ousada. Mauresmo não tem grande experiência como treinadora, muito menos do circuito masculino. Não imagino o quanto ela poderá acrescentar no quesito técnico ou tático, mas isso só veremos com o tempo. Quem sabe, dá certo. Eu torço para que Murray volte logo a seu melhor tênis.

      Responder
  24. Henrique Farinha

    Dalcim, Nadal disse o que todos já vêm dizendo. Ele foi extraordinário no domingo, mesmo considerando o evidente problema físico de Djokovic. E as coisas tendem a piorar para ele mais rapidamente do que se deterioram para Federer, pois Nadal depende bem mais do físico para fazer seu jogo. Quanto à aproximação do fim da geração, o que mais me preocupa nem é isso, e sim o fato de que não há substitutos à altura no horizonte. Mas nem de longe! Não há perspectiva clara de sucessão. Vemos jogadores com 23, 24 e até 25 anos que já prometeram muito no passado, que até chegaram ao Top 10, porém não se estabeleceram. Nessas idades, Federer e depois Nadal já eram o que são. Talvez seja a mudança do esporte, com a maior exigência física que leva ao amadurecimento mais tardio como jogador, ou uma crise efetiva de talentos, quem sabe? Eu, sinceramente, não sei definir bem. E vc, Dalcim, o que acha? Abs!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu acho que estamos vendo mesmo essa mudança clara no circuito masculino, a do amadurecimento tardio. Claro que estamos vivendo uma geração incrivelmente boa, a melhor que já vi ou já soube, e isso deixa uma certa imagem de vazio. Mas acredito que antes de Federer e Nadal abandonarem, teremos novas estrelas. Abs!

      Responder
  25. Luis Nascimento

    Essa declaração do STAFF do Nadal de que ele fatalmente perderia RG se houvesse um quinto set, só mostra que se o Nole estivesse fisicamente inteiro, sairia campeão do torneio.

    Tecnicamente o Nole é MUITO superior ao Nadal, o grande problema foi o fator físico, aliás a falta dele em RG…o vômito no terceiro set mostrou isso…..caiu fisicamente, mentalmente, e a falta de precisão nos golpes mostraram isso.

    Resta ao Djoko voltar a focar na parte física, sem ela é impossível jogar tênis atualmente….já Nadal, dá mostras que seu físico tá indo para o espaço, justamente o seu grande diferencial diante dos adversários.

    Na minha opinião o título de R.G 2014 foi o último Slam do baloeiro, fisicamente ele não aguenta mais, e concordo com o seu tio, visivelmente ele não aguenta um jogo de 5 sets…..já vimos o Djoko destruí-lo nessas condições várias vezes.

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    1. Marcos Vieira

      Sabe de nada, inocente !!!! Foi a sexta vitória de Nadal sobre Djokovic em RG … Este é o fato histórico. E no saibro, os resultados apontam uma lavada de Nadal sobre Djokovic !!!! O futuro ainda não chegou e qualquer coisa que se digue, é especulação.

      Responder
    2. Renato Vieira

      E já vimos ele destruir Federer várias vezes. E já vimos Federer destruir Nadal várias vezes. Já vimos Nadal destruir Djoko várias vezes.

      Falta-lhe memória ou é apenas chatice mesmo?

      Responder
  26. Luigi

    Esse é um post sobre previsões sombrias, não é muito o meu estilo, mas vamos participar:

    O Rafa infelizmente é quem esta dando sinais mais claros de problemas e não é de hoje. Começou a muito cedo, acho que aos 21 anos, quando apareceu o problema no pé (o tendão do pé esquerdo dele é curto) e ele foi forçado a parar até o pé desinchar. Para concertar fizeram ele usar uma palmilha no tênis, mas todos sabiam que no longo prazo isso ia causar dores no joelho. Não deu outra e ele teve que ficar parado por mais 8 meses em 2012 / 2013. O espanhol “concertou” o joelho e mostrou o seu melhor tenis, até que no começo desse ano veio a dor nas costas… O que acho que esta acontecendo com o touro é também muito fruto do seu estilo de jogo, super dependente do físico. Se ele não tivesse a força que tem já teria parado, assim como o Guga.
    O Nadal tem sempre encontrado as melhores soluções para contornar esses grandes desafios, mas realmente uma hora a conta vai chegar. Espero que seja daqui a muitos anos, pois o estilo dele é único (ou melhor, aparece de 20 em 20 anos).

    Já o Djokovic parece que vai mais longe, eu chutaria uns 2 anos a menos do que o Federer durar, já que ele é o rei do alongamento mas ao mesmo tempo depende muito da correria para ganhar os jogos.

    E o que dizer do Federer que tem 4 filhos e 33 anos? Só o fato dele estar no top 4 nessas condições já mereceria um prêmio ou uma menção de record! Espero estar errado, mas no caso dele estou com o Dalcim: acho que essa é uma das últimas oportunidades de ganhar um GS.

    Quanto ao Murray, apesar de ser um fantástico jogador, não acredito que possa ser comparado com os outros três.

    Responder
    1. Samuel

      Em Slams, o escocês está mais para bom perdedor do que para bom vencedor, obviamente porque sofreu derrota em 5 das 7 finais alcançadas em torneios desse porte. Ao lado disso, nos cálculos feitos no blog – que relembra que Federer, Nadal, Djokovic e Murray têm 39 dos últimos 44 Majors -, a participação do escocês é insignificante, com apenas 2 títulos.

      Quem sabe Murray ganhe mais um ou dois Slams nos próximos tempos. Seria interessante que conseguisse até mais do que isso, porém não daquele modo sem graça como na final de Wimbledon em 2013. Mas, para isso, o britânico dificilmente escapará de um confronto com Nadal, Djokovic e jogadores em amadurecimento (na ordem: Dimítrov, Gulbis, Raonic e – talvez – Nishikori).

      Responder
  27. Luiz Fernando

    Incrivel como essa nova geração não engrena. Dimitrov só perde (sua unica vitoria expressiva foi namorar Maria), Nishikori venceu hj mas é mais fragil fisicamente do q eu, Janowicz nem vale a pena comentar e Raonic, q vinha de uma excelente temporada no saibro, c uma otima perspectiva de bons resultados nas quadras rapidas, já caiu hj em ão Tão Distante, p um alemão q nunca ouvi falar. O q será do tenis q não houver mais geração de ouro??????????????

    Responder
      1. Edson

        Rapaz, penso a mesmissima coisa sobre o Federer. Como já disse antes, vai ser ótimo quando algumas pessoas saírem de cena. Refiro-me às pessoas que definem o tênis em função do que Federer faz ou deixa de fazer ou que transformam em “Lei” certas desculpas que o suíço inventa.
        obs: Gostei da tua frase “idiota nesse país é mato”.

        Responder
  28. Luigi

    Boa LÓGICO, segundo o seu raciocínio Vulcaneano o Nadal é um jogador mais ou menos, tipo 2ª divisão. Aliás nem sei porque você perde tanto tempo escrevendo sobre esse espanhol, melhor gastar o tempo batendo no Ferrer, ou no Robredo.

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  29. Ulisses Gutierrez

    Dalcim. olha essa noticia do tenis news:

    Wimbledon leva em conta, além do ranking, 100% dos pontos do ano anterior somados na superfície mais 75% dos pontos de duas temporadas anteriores. Semifinalista em 2012 e vice-campeão no ano passado, Djokovic soma ao todo 14070 pontos contra 13543,75 de Nadal. O sérvio tem 1740 no piso contra apenas 43,75 do espanhol que perdeu na estreia de Wimbledon em 2013, na segunda em 2012 e fez quartas em Halle, na Alemanha, em 2012, não jogando nenhum evento preparatório anterior.

    A pontuação somada esta semana nos torneios na Alemanha e Londres não terá impacto na briga pelo cabeça 1.

    Andy Murray, número 5 do ranking de entradas, ganharia dois postos na luta pelo troféu de Wimbledon ano passado e aparece como cabeça 3 seguido por Roger Federer. Quem perde é Stan Wawrinka, atual 3º, que ficaria na posição 5. Tomas Berdych, David Ferrer e Milos Raonic completam nesta ordem a relação dos oito principais pré-classificados, lembrando que Juan Del Potro não disputará o torneio.

    Relação de Cabeças para Wimbledon e pontuaçã:o
    1. Novak Djokovic: 14,070 (1740 pontos na grama)
    2. Rafael Nadal: 13,543.75 (43.75)
    3. Andy Murray: 7,990 (3,150)
    4. Roger Federer: 6,740 (1795)
    5. Stan Wawrinka: 5,647.5 (167.5)
    6. Tomas Berdych 5,088.75 (408.75)
    7. David Ferrer: 4,820 (630)
    8. Milos Raonic 3,323.75 (78.75)

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  30. Alexandre Maciel

    Ótimo Post, Dalcim. Com relação aos números dos atuais cachorrões do circuito, são realmente indiscutíveis e certamente deixarão saudades. Acredito que o Cachorrão-master-do-universo tente ao menos disputar as Olimpíadas aqui no Brasil em 2016, ou seja, veremos o suíço desfilando seus belos golpes por pelo menos mais duas temporadas. Não acredito que ele consiga adicionar mais um Slam à sua vasta galeria de troféus. Torço muito, mas não acredito.

    Já Nadal, apesar de ser relativamente jovem, vem há muito tempo jogando em altíssimo nível. O físico, naturalmente desgastado pelo esforço sobrenatural ao qual o espanhol se submete, não deve lhe permitir muita longevidade, mas ainda terá fôlego para perseguir o recorde que seu arquirrival estabeleceu. Não falta muito, e eu não ouso a duvidar do touro. Quando determinado, nem o joelho nem as costas lhe tiram o foco.

    Murray e Djoko ainda vão longe e devem dominar o circuito por mais uns 3 anos, somente neste ponto (lá por 2017) veremos caras novas brigando pelo posto mais alto do ranking. É possível, claro, que alguns dos jovens talentos que despontaram recentemente venham a reclamar seu lugar ao sol, mas dificilmente veremos o domínio quase absoluto (e absurdo) do quarteto atual.

    Dalcim, em 2004 Federer tornava-se o #1 do mundo, desde então, apenas dois jogadores conseguiram o feito. Ou seja, na última década, apenas o trio “Fedalovic” chegou no topo, onde revezaram-se entre eles . Você sabe se no passado houve tamanho domínio de tão poucos atletas durante tanto tempo?

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  31. Leonardo

    Dalcim estava vendo em outro site de especializado em tênis que o Djokovic será o cabeça de chave número 1 em Wimbledon e o Nadal o cabeça 2.A confirmação ainda não veio,mas se for realmente confirmado,o quanto isso muda o sorteio?

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  32. Fonseca

    E a grande “Nova geração” vai desapontando como sempre… Gulbis em Queens e Raonic em Halle, tudo na primeira rodada (segunda rodada para eles). Nole e Rafael Nadal só vão parar de papar quase todos os títulos importantes quando enjoarem, pelo visto….

    Responder
    1. ISAQUE

      Eu não vejo grande potencial em nenhum desses “novos jogadores” com mais de 23 anos,podem até ganharem uma master mil,fazer semi de Slam,mas se fizerem mais do que isso, pra min será uma grande surpresa.

      Responder
    2. André Pires

      Calma cara, todo mundo que chegou na segunda semana de RG tá tendo dificuldades, Federer levou sufoco, Monfils caiu, Murray caiu, Nadal tá caindo…

      Responder
  33. Tiago Cabeça

    Dalcim, leio seu blog toda a semana. Sou fã de seus comentários e só não comento com frequência pois a rivalidade por aqui é mais acirrada que na quadra. Não fico em cima do muro. Troço incondicionalmente para o Roger. Reconheço a capacidade física e mental de Nadal, mas no aspecto qualidade é até desumano fazer tal comparação. Mas tenho uma pergunta a fazer: Será que só eu e uma pequena minoria enxerga que Federer não tem mais nada a provar pra ninguém a não ser pra ele mesmo? Do contrário ele já teria parado. Ele não encerrará a carreira sem mais um Slam ao menos e isso não é tão difícil de acontecer exceto em Roland Garros que qualquer um pode vencê-lo e no ano passado em qualquer piso já que teve uma má preparação e jogou lesionado. Com 27,28 anos, Nole e Nadal vivem fadigando devido o esforço físico que ambos utilizam para beneficiar o seu próprio jogo. É tão absurdo achar que ele tem chances de vencer Wimbledon 2014 e até mesmo 2015 por possuir um estilo de jogo que o beneficia neste tipo de piso? Será que na dura( AO, US) com um dos top 2 com poucas condições ele também não tem chances? Pergunto porque este ano ele perdeu em jogos duríssimos decididos nos detalhes exceto na Austrália.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Concordo com você, Tiago. Eu disse em algum outro post que, em forma, Federer jamais pode ser descartado. Pode ter menores chances do que no seu auge e reconhecidamente Nadal e Djokovic são poderosos adversários, mas ignorá-lo não me parece correto.

      Responder
  34. Stephanie Santos

    Ótima entrevista que o Nadal concedeu para El País:

    brasil. elpais. com/ brasil/ 2014/ 06/ 09/ deportes/ 1402330404_ 612708. html

    Responder
    1. Fernando Brack

      El País dá uma ligeira escorregada chamando Nadal de ‘bomba de energia’. Bomba? Hmm!
      Em espanhol pode não ser nada, mas a versão em português também usou ‘bomba’.

      Responder
  35. Hélio Samary

    Temo pelo dia em que não tivermos Rafa, Roger… porém guardando as devidas proporções, perdemos Agassi, Safin e o tênis seguiu em frente, até porque sempre haverá um Gulbis, um fábio, um Monfils e um Tomic para apimentar este mundo fantástico que é o jogo de tênis. Até breve Dalcim.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Uai, por que haveria mudança? O máximo que pode acontecer é colocaram o Murray no lugar do Stan (o que eu acho até muito válido). Abs!

      Responder
      1. Ygor Fonseca

        Digo isso pois Wimbledon , não conta somente o ranking , e infelizmente nos ultimos 2 anos nadal não fez campanha boas em Wimbledon

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          É verdade, mas acho que Wimbledon nesse caso compraria uma briga inútil. Não há diferença prática em ser cabeça 1 ou cabeça 2.

          Responder
          1. José

            Dalcim, em Wimbledon não tem diferença para o n1 e o n2 quanto ao dia dos jogos das semifinais? Ou as duas semifinais são no mesmo dia? Porque se são dias diferentes(igual no Australian Open), talvez seja mais interessante um posto do ranking do que o outro.

          2. José Nilton Dalcim

            Não há diferença, mas ainda que houvesse, isso não tem relação com o fato de ser cabeça 1 ou cabeça 2, mas qual setor da chave jogará primeiro na segunda rodada. Isso é algo que cabe à direção do torneio decidir.

  36. Pole Rafael

    Dalcim. gostaria de saber. Se a grama é um piso tão tradicional, porque não existe pelo menos um torneio Masters 1000 nessa superfície?
    Abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Porque o calendário fica muito apertado, tendo tantos Masters e Slam próximos uns aos outros. Como o Masters obriga todos os tops a jogar, seria uma forçada de barra no calendário de todo mundo.

      Responder
      1. Fernando Brack

        O problema se resume à proximidade de RG e WB, nada mais do que isso.
        Ter um M1000 entre os dois, obrigaria a uma sequência pesada de torneios.
        Se houvesse 1 mês e meio de intervalo entre os 2 Slams, daria pra encaixar.

        Responder
  37. Casseano

    Dalcin, boa tarde

    Tem algum site que conseguimos acompanhar a quantidades de semanas que cada tenista lidera/liderou o ranking?

    abraços
    Casseano

    Responder
  38. Fernando Brack

    Vendo agora um pouco do jogo do Raonic em Halle, ele parece ter adotado aquela proteção no braço
    como parte de seu uniforme. Será que ele tem algum problema ou só quer evitar que apareça um?

    Responder
    1. Carlos Henrique

      Brack
      Antes achava que aquela luva seria pra evitar a piora de alguma lesão no braço, mas começo a achar que é apenas aquilo é apenas estético.

      Responder
      1. Frederico Schnack

        Legal Dalcim. Faz-me lembrar de um outro sul-americano, mas acredito que esteja aposentado, forehand incrível, sei que não está mais jogando, mas se estivesse com seu forehand afiado… qual teria melhor forehand na sua opinião: Fernando Gonzalez ou Del Potro??

        Responder
          1. ISAQUE

            Robin Soderling tinha um forhand espantoso,pena que parou,mas li esses dias que ele voltou a treinar com a intenção de voltar,seria excelente.

  39. NIlton Capuano

    Xará, boa tarde. Uma pergunta que levou uma séria discussão entre eu, peão, e minha esposa estrelinha que já morou em Londres. O narrador da final falava Roland GarroSSSSSSSSSSSSSSS, rasgando no SSSSS e ela disse que tinha que pronunciar “ROLANG GARRÔ” – Eu disse, tem S e ela insistiu que não se pronuncia em Francês. Quem está certo Dalcim?
    abraço
    Nilton

    Responder
      1. Fernando Brack

        Epa! Não mesmo, Dalcim. Não importa se é nome próprio ou palavra comum.
        Francês é francês e o ‘s’ final não é pronunciado onde quer que ele apareça.
        O certo, em francês, é ‘Garrô’ sim. Agora, o cara é brasileiro narrando pra nós.
        Do mesmo jeito, não chamamos Paris de ‘Parrí’, ou Londres de London.

        Responder
          1. Samuel

            Na língua francesa, em regra a letra esse (s) final das sílabas não é pronunciada, quer em substantivo próprio, quer em substantivo comum. No entanto, o sobrenome Garros é uma exceção. Assim, sua pronúncia é “garrôs”.

          2. Fernando Brack

            Curioso, Dalcim. Parece ser coisa deste nome em particular.
            Eu domino bem francês, apenas não falo com frequência, e tenho
            colegas franceses de quem sempre ouvi Roland Garros sem o ‘s’.
            Vale para Paris, Nantes, Calais, Le Mans, Saint-Denis ou Versailles.
            Ou para nomes pessoais como Jacques, Georges ou François.
            Quem não sabe a pronúncia correta de Bois de Boulogne?

          3. José Nilton Dalcim

            Pois é, talvez o sobrenome Garros não seja de origem francesa. Eu tinha a mesma curiosidade na primeira vez que fui ao torneio, e posso te garantir que o S é muito bem pronunciado.

    1. Samuel

      Nilton, você certo. Embora, como regra, não se pronuncie a letra esse (s) final de palavras na língua francesa – então normalmente a pronúncia de Garros seria “garrô”. Ocorre, porém, que esse sobrenome francês é, por mero acaso, uma exceção à regra de pronúncia, de modo que dever ser pronunciado “garrôs”. Essa quebra de regra ocorre em outras palavras, como Antônio, México, Sydney e Dimítrov – cada uma no seu idioma.

      Responder
  40. Fernando

    Dalcim, você acha que se o Nole tivesse nascido 5 anos antes no lugar do Federer ele teria tantos ou mais Slans do que os 17 do Federer? Faço essa pergunta, pois o Federer ganhou de adversários bons, mas não nos níveis de Nadal/Djokovic/Murray como temos hoje. Não acredito que Hewitt, Roddick, Fernando Gonzales e Baghdatis estejam nos níveis dos atuais descritos. Por essa análise, acredito que caso o Nadal conquiste os mesmos 17 Slans ou ultrapasse, seria por mérito ser considerado sim o melhor do mundo, dado os adversários que enfrentou em sua época. O Federer pegou umas babas entre 2003 e 2007 com exceção do Nadal em Paris. E nesta época o espanhol ainda era jovem e estava maturando seu jogo para as quadras rápidas.
    Meus parabéns pelo melhor blog de tenis.

    Responder
  41. André Pires

    Dalcim,
    tenho umas perguntas técnicas sobre a evolução da bola e da quadra de tênis…
    O que mais contribuiu para a queda de velocidade no jogo de tênis, foi a mudança da bola ou dos materiais da quadra?
    A mudança de velocidade da bola (que ficou mais lenta) se deu gradativamente ou foi algo mais brusco (como no regulamento)?
    E com respeito às quadras do GS e do ATP Finals, qual seria a ordem de velocidade da mais rápida a mais lenta entre as cinco?

    Responder
    1. André Pires

      Respondendo à minha terceira pergunta, encontrei algo na internet:
      1.Cincinatti
      2.Canada
      3.Wimbledon (Mais rápido na primeira semana e mais lento na segunda)*
      4.Shanghai
      5.ATP Finals*
      6.Paris
      7.USO*
      8.Madrid
      9.IW
      10.RG*
      11.AO*
      12.Miami
      13.Rome
      14.Monte Carlo
      É mais ou menos isso mesmo?

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        A maioria dessas listas foram feitas por internautas e não pelos tenistas, a quem deveria caber maior peso. Mas acho que é consenso que Cincy tem a quadra mais veloz de hoje. No Canadá, parece haver diferença entre Toronto e Montréal.

        Responder
    2. José Nilton Dalcim

      Foi tudo gradativo, mas hoje chegamos a um estágio em que temos quadras mais lentas e bolas mais lentas em determinados lugadres, o que constrasta muito com 10 anos atrás.

      Responder
  42. Luis

    Dalcim sobre o texto e o Nadal e’ difícil um tenista jovem com grande talento surgir do nível de Federer,Nadal,Djokovic talvez o ultimo foi Murray,o que acha Dalcim parece que os grande slams vão ter finais entre os top 4 por alguns anos?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Raonic e Gulbis deram um primeiro salto, Dimitrov se aproxima do top 10, Nishikori tem nível para isso também. Acho que mais um ano de experiência e esses caras podem estar preparados para brigar pelos Slam.

      Responder
  43. Antonio

    Claramente pra min o Djok cansou em RG, Nadal foi Nadal e não ao contrário, errou demais o nosso Djok, alias, não me lembro de ver uma derrota do Djokvic onde ele mais acerta que erra, ta certo que a qualidade do adversário provoca o erro, mas no segundo set em diante em RG ele abusou dos erros contra o sempre constante Nadal.

    Responder
  44. Luis Henrique

    Se Novak estivesse 100% venceria Nadal com tranquilidade. Apesar do título, ainda falta muito para Rafael entrar no top-5 dos maiores e melhores da História. Só Roger é unanime no grupo, segundo as opiniões de Laver, Mcenroe, Connors e Sampras, que consideram Roger o maior da história. Um tenista com muitas limitação como Nadal, não pode entrar para o grupo.

    Responder
    1. Fonseca

      Ele não é limitado. Ele é ilimitado na capacidade de dar a cruzada no backhand do oponente (ou mesmo no forehand de outro canhoto), tirando-o da quadra, esperando a bola encurtar e enfiando a mãoo depois na paralela. Ele não precisa de aces ou voleios mirabolantes. Ele quer é jogar o ponto. No próprio site da ATP, antes da final, o jornalista fez uma análise (onde tinha previsto 3×1 para Nole), quando dizia “Rafa é especialista em “grind” (desgastar, algo assim) o oponente, sufocando-o lentamente”.

      Ele pegou o tênis, retirou tudo de supérfluo (ou belo, de acordo com o ponto de vista), aplicou um pragmatismo jamais visto na abordagem ao jogo, e desenvolveu uma tática “imparável” (que não significa que não perca, como perde às vezes). O cara sabe o que ele vai fazer, mas não consegue impedir, quando o jogo começa o pesadelo do gancho é muito pior do que imaginava.

      Responder
    2. Mario Cesar Rodrigues

      Tem cara que imagina bobeiras parem com isto Rafa é um jogador normal o mundo sabe o que ele significa para o Tênis…que palhaçada!estes caras ficarem perguntando ao Dalcim Nadal vai superar Federer????entre outras baboseiras com coisa que Dalcim apesar de respeitar e ele entender muito mas ele é Federer não gosta do estilo do Nadal como muita gente e e mesmo que Rafa ganhe mais 3 o 4 slams vai pensar da mesma forma..cada um é cada um!Rafa imagino que nem liga para isto mas que imagino que no fundo ele quer passar o Federer em GS ele quer se vai conseguir ai é outra coisa!

      Responder
  45. DANIEL

    NADAL EVOLUIU NESSE ÚLTIMO JOGO COM O DJOKOVIC, PRINCIPALMENTE USANDO O FOREHAND NA PARALELA SENDO MAIS AGRESSIVO. MAS ACREDITO QUE ELE POSSA EVOLUIR AINDA MAIS, UM EXEMPLO É A DEVOLUÇÃO DE SAQUE, NÃO ENTENDO AQUELE POSICIONAMENTO RECUADO, ELE PODERIA AVANÇAR MAIS, PRINCIPALMENTE NO 2° SAQUE E ATACAR A DEVOLUÇÃO.. ENFIM ELE SE SENTE MELHOR FICANDO 3 À 4 METROS DA LINHA DE BASE.
    OUTRA ATITUTE SERIA USAR MAIS O BACKHAND NA PARALELA , E POR ULTIMO QND ELE BATE O FOREHAND DELE PRO BACKHAND DO DJOKOVIC ELE DEVERIA ACELERAR MAIS , COM MENOS SPIM E UMA BOLA MAIS PLANA…
    ENFIM, SERIA UMA MUDANÇA DE ESTILO , MAIS ACHO Q ELE MUDARIA O RUMO COM O DJOKOVIC…
    O QUE VOCÊ ACHA DALCIM?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Nadal já devolveu mais perto da linha. Veja Canadá e Cincinnati do ano passado. Quanto a bater backhand na paralela, não funcionaria com o Djokovic, que tem como melhor bola o ângulo no forehand do Nadal (Murray também faz isso muito bem).

      Responder
      1. Alexandre Maciel

        Verdade, estou atento a este torneio e torcendo por um Fedal no domingo. Felizmente a ESPN vai abrir espaço pro tênis (mesmo sendo um ATP 250) em plena Copa do Mundo.

        Abraço a todos…

        Responder
  46. Samuel

    E foi excelente ver como Nadal aniquilou os ataques de Djokovic na final de domingo: saques certeiros e firmes (vários deles contra o corpo do sérvio); bolas incrivelmente profundas, altas e cheias de efeito contra o backhand do número dois (talvez o diferencial na última vitória); e ele próprio, Nadal, sendo mais agressivo do que o adversário, em particular usando o forehand, que, até o momento, não pode ser adjetivado com uma palavra apenas no português senão “inominável”.

    Um jogador de xadrez deslizando no saibro.

    (Afora, é óbvio, a movimentação do número um, que estava bizarra, eficiente e covardemente rápida, superior àquela que o espanhol tinha aos 22 anos de idade. “Tudo, claro, doping!”)

    É assim que, realmente, nenhum estômago resiste: nem o de Ferrer, nem o de Murray, nem o de Djokovic. A diferença é que o jogador da Sérvia sempre foi mais expressivo em quadra. rsss

    Responder
    1. Fernando Brack

      Por estar meio avariado, os ataques do Djoko estavam um tanto mais lentos que o normal.
      O mal estar também o deixou impreciso, fazendo-o errar mais do que o normal.
      Daí o maior nº de winners do Nadal, o que não é nada normal. Aliás, é muito anormal.
      Esse jogo foi qualquer coisa menos uma disputa entre 2 grandes em sua melhor condição.

      Responder
  47. Samuel

    No Aberto dos EUA de 2002, Sampras conquistou, poucos dias após seu aniversário, o 14º título de Slam da carreira – em um feito emocionante para o jogador e para a torcida de então, que o apoiou maciçamente. Aquele foi o único torneio obtido na última temporada da carreira do norte-americano, que, ao ser premiado, tinha 31 anos, totalizava 64 troféus de campeão e subia para o 13º posto da classificação da ATP.

    Nadal fez por merecer um histórico razoavelmente melhor. Doze anos depois, no Aberto da França de 2014, o espanhol, também como presente de aniversário, conseguiu somar a mesma quantidade de 14 troféus de Slam. E, ressalvados os maus presságios daqueles que supunham ou desejavam a derrota do espanhol, os demais dados foram todos superiores em relação ao norte-americano: 3 anos de mais juventude; exatamente um título adicional (65); um ranking insuperavelmente melhor e… a expectativa de voltar nos anos que vêm.

    O espanhol terá, na certa, a oportunidade de desempatar com a marca de Sampras nas três próximas edições do Aberto da Austrália e de Roland Garros. De toda forma, ainda que seja improvável, especialmente devido ao cansaço, seria muito útil ao espanhol vencer o torneio de Wimbledon que começará dentro de poucos dias.

    Resta imaginar o quão sedento por vitória Nadal está neste momento. rsss A conferir

    Responder
    1. Alexandre Maciel

      Não creio que o Nadal conseguirá ir longe em Wimbledon. A grama machuca muito o joelho do espanhol e ele não consegue jogar solto como nos demais pisos.

      Espero estar errado, mas acho que ele cai prematuramente, tal como no ano passado.

      Responder
  48. Chetnik

    Pô, minha impressão de que o Djokovic teria uma boa chance num eventual quinto set parece se confirmar. Uma pena aquela amarelada no último game depois de estar sacando com 30×0. Mas enfim…

    Dalcim, uma pergunta sobre WB, já que a temporada – mini – de grama está começando. O Djoko não costuma jogar torneios preparatórios. Ano passado passou fácil pelos adversários até a semi, embora tenha tido um adversário perigoso nas primeiras rodadas – Hass.

    A falta de um torneio preparatório pode ser perigosa para alguém que não é especialista na grama se, ainda sem ritmo, pegar um adversário com jogo talhado para a grama logo nas primeiras rodadas.

    Minha pergunta é a seguinte, já estando numa quartas ou semi de WB, para um jogador da qualidade do Djokovic, mas que não é especialista na grama, você acha que não ter jogado um torneio preparatório ainda pode fazer falta, ou a partir dessas fases mais agudas já deu tempo de se adaptar à grama, de modo que a ausência de um torneio preparatório não mais faz falta?

    Responder
  49. Clóvis Grelak

    Parabéns pelo conjunto da obra neste post, Dalcim. Não recordo de outro recente tão bem comentado pelos leitores internautas, a imensa maioria com conhecimento e entendimento para dissertação sobre o tema proposto. Uma discussão sobre o tênis atual e perspectiva da próxima geração em nível elevado. Há que se respeitar. Um ou outro abobado utilizando termos depreciativos e preconceituosos como ‘aposentado’, neste contexto, se referindo ao Federer ou lançando dúvidas de doping sobre o físico de Nadal são exceções de pobreza neste quadro. Parabéns mais uma vez pela qualidade do texto e nível dos seus leitores.

    Responder
  50. Marcelo F

    Dalcim, olhando as chaves de Queens e Halle, percebe-se sempre um nível técnico maior no torneio inglês.
    Embora pareça ter melhores condições (quadra coberta) para ter um futuro M1000, Halle sempre está um pouco abaixo, tendo como maior atrativo (e que atrativo) o Federer. Aliás, o suiço já jogou alguma vez em Queens?
    Se fosse para ter um M1000 na grama, onde você acha que seria mais adequado? Eu acho Halle, pela quadra coberta, e, principalmente, por Wimbledon já ser em Londres.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Queen´s atrai mais porque a chave é maior e fica em Londres, o que facilita o deslocamento. A chave de Halle é para 28 jogadores apenas. Eu acho que Queen´s mereceria mais essa distinção, porque é um torneio muito tradicional, ainda que lhe falta a estrutura de uma quadra coberta pelo menos.

      Responder
  51. Rubens Leme

    Embora Nadal sempre conceda boas entrevistas e mostre muita inteligência, o tema é óbvio, afinal, o tempo chega para todos nós. Mas como ele mesmo disse “Não vai acontecer de um dia para outro, mas irá”.

    Mais bacana seria ele dizer quanto tempo irá durar isso. O “desmanche” deve começar em 2015, pois não acho que Federer adentre 2016, sabendo que terá pouquíssimas chances nos Slams e Masters 1000.

    Nadal ainda resiste uns 3, 4 anos, com chances de bater o recorde de 17 GS do suíço.

    Responder
  52. O LÓGICO

    Respondam às questões LÓGICAS, kkkkk, do último post kkkkk. Os grandes como Sampras, Laver, Borg e Fedex marcaram um Xzinho, kkkk, no itens das minhas questões, mas o robozinho, NÃO, kkkkkkk E por quê?

    Tudo que se possa falar de louvável como recorde para o zezinho dos balões é função do saibro. 1) recorde de 10 anos ganhando slans: Saibro kkkkkkkk
    2) Recordes de masters: saibro kkkkkkk
    3) índice de vitória em finais e slans: saibro
    4) recorde de títulos consecutivos em um torneio: adivinhem? kkkkkkkkkk

    Mas por que o robozim na hora do finals afina kkkkkkkkk inclusive para o seu freguês kkkkkk?
    Resposta: porque não é no saibro kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Por que o robozinho dos tocs, kkkkkk, não consegue se manter como número 1 em duas temporadas seguidas? Por que isso não é só função exclusiva do saibro kkkkkkkkk
    Por que o zezin dos balões não consegue defender título fora do saibro? por que não é no saibro kkkkkkkkkkk

    Ah, nadalzetes, se ele passar o Fedex em slans é devido ao saibro kkkkkkkkkkk, e nunca será um universal, nunca, kkkkkkkk
    Respondam Nadalzetes, kkkkkk, respondam, kkkkkk: o robozinho conseguirá defender títulos e pontos sobre seus adversários e pelos menos uma vezinha repetir consecutivamente a condição de n1? NÃOOOOOO e por quê? Por que ele é da safra da 25 de Março kkkkkk, não é originário kkkkkkkkkk Só conseguiu ganhar W, AO E USO devido à padronização das quadras kkkkkkkkkkkkkk, vou esquecer a questão polêmica da porçãozinha mágica kkkkkkkk. Se a bolinha quicasse um pouquinho menos, babau, kkkkkkkk, passaria o resto da vida no lodo de RG kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    A grande verdade é que esse ano, até no saibro, ganhou dois títulos por pura sorte e apoio de forças demoníacas que cerceiam o mundo do tênis, kkkkkkkkkkkkkkk, que fizeram dois adversários muito mais técnicos e completos se contundirem kkkkkkkkkkkk

    17 slans, 302 semaninhas seguidas, 6 atp finals, coisa só para macho, kkkkkkk, 2 pentas em dois torneios de slans diferentes, três anos seguidos ganhando 3 slams e chegando à final do quarto, etc., etc, e etc., kkkkkkk De quem falo? Não falo do C.E.O, kkkkkkkk, falo da partícula de DEUS, falo do REI ROGER FEDERER kkkkkkkkkkkkkkkk Entubem essa verdade nadalzetes kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    1. Kevin

      Cara, que comentário mais idiota! e tudo com kkkk parece uma criança!!
      e só falou M.
      O federer tb ganhou a maioria na grama! como o nadal ganhou mais na frança! Os dois já venceram todos os GS
      Iinclusive o nadal venceu o federer na grama e o federer não fez isso Roland Garros… A maioria dos tenistas tem um tipo de piso preferido isso ao longo dos tempos! todo ano o nadal chega nas finais de todos os slams nao so na frança! O federer tb !!
      o fato é que o federer perde pro nadal em qualquer piso, ja o suiço nao o vence no saibro! como vc kkkkkkkkkkkk

      Responder
      1. Fonseca

        Inveja? Quer dizer que qualquer que não gosta ou aprecia determinado jogador (ou personalidade) em qualquer atividade, significa que tem inveja daquela pessoa?

        Quer dizer que se, por exemplo, a pessoa comenta que não gosta do prefeito ou do presidente, esta pessoa tem inveja porque queria ser prefeito ou presidente e não conseguiu? Aiai…

        Responder
    2. Carlos Reis

      Parabéns Lógico! EXCELENTE comentário!!! kkk Não Kevin, a maioria dos títulos do craque suiço são no sintético e não na grama. Concordo com o Fonseca, nada a ver dizer que temos inveja do Nadal, posso ter inveja da sua conta bancária, mas até a conta bancária do suiço craque de bola é maior que a do Nadal… Então, se for para ter inveja, que seja do suiço…

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  53. Fernando Brack

    Na boa entrevista com Nadal, trazida pelo colega Fábio Lombardi no post passado, ele revela
    o quanto vem amargando com os problemas em seus joelhos e, mais recentemente, nas costas.
    Diz ter atravessado 2013 todo, isto é, após aquela longa parada, sob antiinflamatórios.
    Acho que ele cuida bem de esconder um problema que a qualquer hora poderá tirá-lo de cena.

    Responder
    1. Renato Vieira

      Cara, concordo com você.

      Se a gente for analisar bem, olhando as entrevistas, vemos que quem insiste nas perguntas sobre dores e problemas físicos são os jornalistas. Em 2013 foi realmente patético ter que ver alguém perguntar do joelho dele no US Open.

      Em um esporte tão exigente como esse. Jogando em tão alto nível, é normal os caras terem lesão atrás de lesão. E fazer os tratamentos do jeito que dá. Se o jogador for ficar falando sobre isso o tempo todo, vai ser insuportável.

      Roger mesmo ano passado só revelou suas dores nas costas já no segundo semestre.

      Responder
      1. Fernando Brack

        Mas, Renato, tem uma coisa que sempre encucou demais a gente, imagine os jornalistas.
        Veja: Nadal pára por 7 meses alegando lesão nos joelhos. Em nenhuma entrevista disse
        o que fez para se tratar e aí volta ao circuito ganhando tudo. Ficou muito estranho.

        Então no USO, quadra sintética, é mais que normal os caras perguntarem sobre a lesão.
        Nesta recente entrevista ao El País, ele dá uma pista. Ele se encheu de medicação para
        suportar as dores em 2013. E isso é um perigo. O cara arrebenta o corpo sem sentir.

        Responder
        1. Renato Vieira

          Mas Brack, eu sou um defensor ferrenho de que tanto ele, quanto qualquer outro atleta, não deve um pingo de explicações a jornalistas ou fãs ou detratores. Deve apenas cumprir as medidas necessárias impostas pelos orgãos que regem sua categoria. Atender as requisições da ATP, ITF, WADA ou o que mais seja. Simples assim.
          Além do que, ele saiu do circuito falando “vou parar por um tempo pra tratar do meu joelho. Não sei quanto tempo levará.” Pra mim é mais do que suficiente. Eu não vejo ninguém enchendo o saco do Soderling por que ele ta parado há anos tratando de uma mononucleose infinita. Se é só por que ele não tem os títulos e a fama de Nadal, então estamos tratando as coisas como “dois pesos e duas medidas”. Eu acho isso muito injusto.

          Responder
  54. Luiz Fernando

    Falando agora realmente de futuro, meu primeiro grande idolo no tenis foi Connors, depois Agassi e agora Rafa. Incrivel como um para e surge o outro, embora as vezes demore muito. O detalhe é q, sabe deus pq, torci mais pra Agassi do q pra Connors e mais pra Rafa do q para os outros dois juntos. Como eu ainda espero ver o espanhol competindo pra vencer mais uns 3 ou 4 anos, ainda nem me passa pela cabeça assistir ao Spotv ou ESPN ou Band sem ver o cara correndo pra tudo quanto é lado como um insano, devolvendo tudo, dando essas paralelas incriveis etc. Será muito duro quando ele parar, pois ao contrário dos outros dois, será a parada de um mito, tal como aconteceu com Eder Jofre, Cassius Clay, Jackie Stewart, Schumi e muitos mais. Agora de uma coisa eu estou certo: ele não ficará em quadra pra dar os vexames q outros ex-campeões deram recentemente. Isso não combina com ele e nem com o seu legado, q é o de lutar até o ultimo ponto, da forma q for possivel, sempre em busca da vitória. Nadal, quer os inimigos recalcados queiram ou não, é um exemplo p a juventude, pois acima de tudo provou q não é necessário ser o melhor pra se tornar o melhor. Simples assim…

    Responder
    1. geraldo de carvalho

      concordo com td, mas ESPECIALMENTE COM ESSA PARTE: “Agora de uma coisa eu estou certo: ele não ficará em quadra pra dar os vexames q outros ex-campeões deram recentemente. Isso não combina com ele e nem com o seu legado, q é o de lutar até o ultimo ponto, da forma q for possível, sempre em busca da vitória. Nadal, quer os inimigos recalcados queiram ou não, é um exemplo p a juventude, pois acima de tudo provou q não é necessário ser o melhor pra se tornar o melhor. Simples assim…”(2)

      Responder
    2. Ricardo - DF

      Realmente, ele é orgulhoso demais para continuar jogando com poucas chances de vencer, ao contrário de outros, que encontram prazer não apenas na vitória.

      Responder
      1. Fonseca

        É verdade.

        Assim que Rafael Nadal sentiu-se um pouco mais ameaçado pelas contusões, veio com aquela história infame, sinistra, de ranking de dois anos…

        Responder
  55. Leonardo

    Acho que os torcedores do Federer estão fazendo um drama descenessário,e não é só aqui não,vários blogs de fãs do suíço pelo mundo estão com medo do Nadal superar os Slams do Federer.Isso é um absurdo,subestimar a capacidade do Federer,e realmente acreditar que ele não vá ganhar mais Slams até o fim da carreira.Vocês acham que Nadal vai ganhar tudo que é Slam apartir de agora?Que o espanhol nunca mais vai perder para o Djokovic?Que ele vai estar 100% em todos os torneios?Que o Federer nunca mais vai ganhar do Nadal em uma quadra de tênis?Que ele não tem chances de vencer Wimbledon?Que ele não pode vencer o Australian Open do ano que vem,sendo que vai estar bem mais descansado e preparado do que Nadal e Djokovic que tem obrigação de jogar um torneio na Malásia no fim do ano?
    Torcedores do Federer do blog,por favor,vamos acreditar mais.Pensamento negativo não vai fazer o Federer vencer. Ironicamente quem nos prova isso é o Nadal,que sempre mantém o pensamento positivo e não é atoa que tem todos as sua glórias.Enfim pensamento positivo e acreditar sempre,que novas glórias do suíço estão por vir.Quem viver,verá.

    Responder
    1. Chetnik

      Concordo. Se por um lado não dá mais para subestimar o Nadal, por outro, não dá para achar que ele vai vencer tudo daqui para frente.

      Acho que na mesma proporção que ele pode vencer 3-4 GS até se aposentar, também pode acontecer de não vencer mais nenhum, ou quem sabe apenas 1.

      Quanto ao Federer, quem sabe WB/14… mas se eu fosse você não espera por muita coisa vindo do Federer não rs.

      Responder
    2. Samuel

      É lamentável afirmar, porém é preciso ter muita credulidade para nutrir expectativas de que Federer será campeão de mais alguma coisa relevante em dias normais. Considerando que serão completados dois anos sem que ele vença um Master 1000 ou vá a uma final de Grand Slam, é melhor que no próximo Wimbledon o suíço pegue uma chave cheia de Andies Murray – de preferência com aquela fleuma que o escocês mostra nas finais de torneios da série Slam, ressalvada a final do Aberto dos EUA de 2012, quando realmente jogou.

      Responder
    3. Mário Fagundes

      Leonardo, sou fã do suíço como muitos por aqui. A questão é que há um tempo atrás era bem mais fácil torcer para Federer, mas o tempo é um adversário implacável. Não se trata de pessimismo. Penso que parte da torcida seja realista quanto às possibilidades de Federer vencer mais um slam. Depois de tudo o que já conquistou, agora joga com menos pressão e ainda acredita que pode vencer. E isso basta!

      Responder
      1. Fonseca

        Não é só idade e eventual bloqueio mental que tem contra Nadal. São quatro (repito, QUATRO!) filhos pequenos… Deve ser umas das únicas três pessoas na Suíça que tem mais de dois filhos, hehe…

        Pode ter suporte ilimitado, três babás para cada um, vídeo-conexão integral, levar as crianças para os torneios, o que for.. Deve mudar o foco um bocado…

        Responder
    4. Pedro

      A diferença entre os dois é que o Nadal vive de esforço sobre-humano, superação e aplicação tática rigorosa enquanto o Federer, bem mais habilidoso e talentoso, recusa-se em adaptar seu vasto repertório de habilidade e talento ao jogo dos adversários. O resultado é o que todos sabemos. Não tenho a menor dúvida de que o espanhol pode, sim, ultrapassar o suíço em número de títulos de Grand Slam, desde que permaneça saudável.

      Responder
  56. Sérgio H.

    Olá, Dalcim, em primeniro lugar, parabéns pelo blog, sempre acompanho e quase sempre concordo com suas opiniões. Gostaria de te perguntar duas coisas, 1- Uns dias atrás, você disse num programa da Bandsports que ” a final de Wimbledon 2008 foi o único jogo que a decisão do arbitro afetou o resultado da partida”, referindo-se ao não adiamento da partida, por falta de luz. A pergunta é: você acha que o adiamento beneficiaria mais ao Roger? Ou mais diretamente, Você acha que o resultado seria diferente? 2- Na sua opinião, o Nadal ultrapassa o Federer em numero de GS? Abraços e continue com o excelente trabalho.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não dá obviamente para prever qual seria o resultado, mas a falta de luz incomodou muito Federer, já que ele precisava buscar a rede para economizar forças, o que uma iluminação deficitária prejudica demais. Acho que Nadal tem chance sim, embora eu arrisque a dizer que terá de ganhar esses quatro que faltam entre 2014 e 2015, o que consderemos não é lá muito tempo, já que teria de ganhar quatro dos seis possíveis. Abs!

      Responder
  57. Nilson Reis

    Primeiramente, e’ um prazer participar de seu Blog Dalcim, muito enriquecedor para o amante do tênis. Falando de tênis, li uma entrevista que o Nadal disse ter ficado emocionado quando o Federer ganhou Rolland Garros e quando perguntado se o djokovic ganhar algum dia, se ele se emocionaria também, ele disse que não saberia responder. Você acha Dalcim que o relacionamento entre eles já não e’ dos melhores? Ou não? Já ouviu falar alguma coisa sobre isso?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O pai do Djokovic fez insinuações, mas não acredito que exista qualquer problema entre os tenistas. Talvez o que Rafa tenha tentado dizer é que Roland Garros pesava muito mais para o Federer, como desafio, e por ele ter perdido tantas finais. Abs!

      Responder
      1. Renato Vieira

        Também acho isso. Além do que, acho que Nadal era mais “fã” do Federer do que é do Djokovic.

        Mas achei que a resposta ficou bem clara. Ele disse não poder prever o que irá sentir. Se ele estiver do outro lado da quadra, certamente não vai chorar de felicidade. E ele mesmo falou que não é mais a mesma pessoa, não dá pra prever essas coisas.

        Responder
  58. paulo

    Dalcim, eu acho que o Toni sabe que nos proximos 4 ou 5 anos o Nadal continuará sendo o favorito para ganhar Roland Garros. Se a idade vai pesar para ele, o mesmo ocorrera com o Djoko, e acho que não vem ninguem para brigar com esses 2. Quanto ao recorde, acho que o Nadal encosta ou ultrapassa, pelo seguinte motivo: Dificilmente ele não ganha mais 2 RG nos proximos 4 anos. Alguem aqui acha que ele vai encerrar a carreira se estiver a 1 slam do Federer?? Duvido, vai prolongar a carreira até os 40, mas não vai querer ficar atras. A melhor chance para o Federer manter o recorde é vencer Wimbledon e torcer para o Nadal não ter mais nenhuma grande fase. Eu acho ele o segundo favorito, atras do Murray.

    Responder
  59. Phillipi Fio

    Rafael Nadal é o único tetra-penta (enea) campeão do planeta. Ninguém nunca imaginou que ele pudesse vencer 5 vezes seguidas um mesmo torneio de Grand Slam. Não, não para ele e seus fãs! E de quebra é o único octacampeão do planeta também. Parabéns! Mas agora a temporada do barro terminou. E vem a temporada de grama onde a exigência de saque e de ajoelhar é muito maior. Mas ainda assim, deverá somar alguns pontos, espero estar errado! rs

    Responder
  60. implicante

    A era Federer já acabou há alguns anos. Esse foi o último capítulo da era Rafa e ele sabem muito bem que a acabou também para ele e foi agraciado mais uma vez com a sorte em encerrar com mais um troféu, devido aos problemas estomacais do Djokovic. Eu apostava que o Rafa encerraria com 13 slams. Quase acertei! Não havia como prever que ele voltaria a ter esses mesmos problemas do passado com sol, respiração e estomago.
    Os próximos slams devem ficar mesmo com Nole, Murray, Federer(chance apenas em Wimbledon) e algum novato. Talvez o Rafa consiga mais um Roland Garros a depender de mais um problema do Djokovic. Mas o ideal é que o Sampras não seja ultrapassado, devido a ele ser um jogador que vejo com mais importância que o o rafa na história do Tenis.
    Abraços

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Hummmm, quer dizer q o aposentando ainda tem chance de GS e o Rafa não? KKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!!!!! Por comentarios como esse q eu sempre posto q diversão é o menos falta por aqui kkkkkkkkkkkkkk…

      Responder
    2. Fernando Brack

      Não sou chegado em prognósticos, mas meu palpite é que Nadal conquiste mais 1 RG.
      E será seu último Slam. Assim, ele ficaria acima de Sampras, o que eu acho muito justo.

      Responder
    3. Chetnik

      Pô, ainda tem gente dizendo “este foi o último GS do Nadal”?

      Sabe o que é pior, já quebraram a cara umas 4-5 vezes, mas vai haver um dia que, de fato, o Nadal vencerá seu último GS – pode até ser que seja esse RG/14, quem sabe, espero que sim – e daí os caras vão vir todos cheios de si “não falei que o Nadal tava acabado, que não ganhava mais nenhum?”.

      É muita cara de pau rs.

      Responder
  61. Luiz Fernando

    A atual nova geração é similar a geração fraca q auxiliou a obtenção dos numeros extraordinários do aposentado, ou seja, fraca, pelo menos até o momento. Como alguem muito bem comentou abaixo, até o momento não despontou ninguem da nova geração q tenha de fato atormentado os tops; talvez Raonic seja o q está mais proximo disso, a temporada de quadras rapidas q agora se inicia trará a resposta de forma mais precisa. No mais, não vejo como nos proximos 2 anos ninguem no horizonte q possa desafiar a dupla Rafa? nole na luta pelos principais titulos. Quanto a declaração do Tio Toni sobre as dificuldades de Rafa no ano q vem, só pode ser pura milonga, acho q nem ele cre nisso. Talvez espelhado numa sandice dita por um ex-campeão, q disse q se sentia imbativel e hj perde de quase todo mundo, as vezes de forma vexatória, ele simplesmente tentou bancar o humilde. Por falar em humildade e bom senso, Rafa já está em Tão Tão Distante p disputar esse torneio de fundo de quintal q não significa nada, burrice imensuravel, ou melhor, ambição imensuravel.

    Responder
      1. Luiz Fernando

        Lá no fundo vc sabe q é a mais pura realidade. Basta contar os GS vencido pelos principais adversários de Rafa em sua carreira (aposentado, Nole, Murray) e compare com os vencidos pelos membros da geração fraca (Hewitt, Roddick, Safin, é até acrescentei este ultimo na lista feita pelo Agassi), será existe a menor comparação kkkk? Vcs vivem alienados, contra fatos e numeros concretos não existem argumentos, apenas teimosia…

        Responder
        1. Fernando Brack

          Dureza dizermos coisas aqui e vocês se fazerem de surdos.
          Desde quando um campeão de Slam vence apenas o vice?
          Federer venceu vários Slams com Nadal e Djoko na chave.
          Caramba, meu, parece disco quebrado.

          Responder
        2. Renato Vieira

          O cara tá aqui com todas as respostas e você insiste em ser teimoso. Aprende um pouco com ele, que manja tudo e mais um pouco. Federer ganhou 17 GS em 2004, por que em 2005 entrou Rafa e ninguém nunca mais venceu. Essa é a mais pura verdade. O resto é teimosia.

          Responder
      2. geraldo de carvalho

        me parece claro q os torcedores do nadal (n posso falar por todos, mas acho q boa parte) consideram o federer sozinho como sendo uma geração forte, ele mesmo, sozinho. o argumento de q nadal enfrentou uma geração forte tem como pressuposto a existência de um cara chamado roger federer e depois o djoko , óbvio. é meio esquisito ter q dizer isso dessa forma, mas o federer é um grande jogador de tênis. hj, ele é o maior da história, na minha humilde opinião. qqer atleta q tenha se batido contra ele e nadal foi o principal, enfrentou na maior parte do tempo , o maior jogador da história do tênis até então. o fato do federer estar hj em decadência, é uma opinião minha, não altera a constatação de q ele foi o maior até agora. é o q eu acho. possivelmente mts de nós ficamos orgulhosos dos feitos do nadal contra o federer, inclusive pq nadal é amplamente dominante diante do federer em vários aspetos. o problema não é nosso. são vcs q n aceitam nadal e q vivem as turras com a situação de nadal diante do suiço. e como o tempo, em princípio, conta a nosso favor e contra vcs, o desapontamento aumenta, da parte de vcs. nós estamos especulando. por enqto temos O BENEFÍCIO DA DÚVIDA. os torcedores do federer tb têm, mas em uma escala cada vez menor dado q ele já está com praticamente 33 anos. é como eu vejo isso tudo. abs.

        Responder
        1. Fernando Brack

          Não aceitamos o Nadal, é? Pois sim, e vocês aceitam bem o Federer. É isso?
          Se vocês acham que estamos desapontados, qual a razão da insistência em
          menosprezar o Federer?
          Acho que é pura inveja da maioria dos nadalzetes que, ao contrário de você,
          não conseguem digerir o fato de muitos o considerarem o maior de todos.

          Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A rigor, Djokovic só embalou mesmo em 2011. Entre seu primeiro Slam, em 2008, e o auge em 2011 houve muitas lacunas, a ponto de ter vencido apenas um grande torneio em 2009 e 2010.

      Responder
  62. Pedro

    Caro Dalcim, ouço e leio muito comentarem da idade “avançada” do Federer, 33 anos incompletos ainda, como se este fato o impossibilitasse de voltar a ter grandes conquistas no tênis, até mesmo um Grand Slam.
    Não estarão superestimando um número e subestimando o fato de que ele é um atleta de elite, um jogador superdotado e fora de série, muito mais talentoso que a imensa maioria dos tenistas do circuito, incluindo aí os da elite? Além do mais, a grande maioria dos torneios importantes, à exceção dos Grand Slam, é jogada em melhor de três sets tornando-se, portanto, menos desgastantes.
    Entendo que ele não está mais em seu auge, o que é perfeitamente compreensível, se levarmos em conta o tempo que ele joga profissionalmente mas não me parece sensato, ainda, considerá-lo “idoso” ou ultrapassado tecnicamente. Na verdade, acho que o Nadal e o Djokovic é que evoluíram bem mais, principalmente no quesito tático, que nunca foi o forte do suíço, e os demais top ten perderam um pouco do respeito em relação ao Federer, acreditando mais em suas chances de vitória…

    Responder
      1. Mario Cesar Rodrigues

        Bem se falam coisa e mais coisas sobre a tal nova geração?mas pergunto que geração nova não ´´e muito nova assim não.então penso que claro dentro de uma normalidade Rafa pode jogar mais 2 anos encurtar o calendario e não ligar para numero1…e se a pretensão dele ´´e passar Federer em GS para mim ele já passou e muito em todos os sentidos..hà mas ele não tem os Finalls mas Finalss o que vale? Masters1000 vale mais segundo o mundo todo então Rafa foi e sempre sera maior que Federer..Novak vai ganhar muitos torneios.Agora se rafa colocou na cabeça que vai passar Federer ele passa.podem chorar ou alguem duvida?

        Responder
  63. BENHAMIN GOVEIA

    Dalcim se o Blog do Tênis pudesse eu queria que vc escrevesse sobre a “DÉCADA SLAM”,o “MASTERS DEZ MIL” e da “DÉCADA SLAM MASTERS” de Rafael Nadal. “DÉCADA SLAM” é pq com a vitória em Roland Garros este ano, ele se tornou o primeiro tenista masculino da história a ganhar pelo menos um torneio do Grand Slam durante dez anos seguidos em simples (2005 a 2014); “MASTERS DEZ MIL” é pq com a vitória em Madrid este ano, ele se tornou o primeiro tenista da história a ganhar pelo menos um torneio Masters 1000 durante dez anos seguidos em simples (2005 a 2014); e “DÉCADA SLAM MASTERS” é pq com as vitória em Roland Garros e Madrid este ano, ele se tornou o primeiro tenista da história a ganhar pelo menos um torneio do Grand Slam e um Masters 1000 em uma mesma temporada durante dez anos seguidos em simples (2005 a 2014).

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Mas você não acha que seria um tanto injusto com tenistas que jogaram até 1990? A final, os Masters foram criados nesse ano.

      Responder
  64. Matheus Vieira

    Dalcim me confirma se estou certo nessa: os 5 títulos que não foram vencidos pelo “fantastic four” nesse período são:
    – US Open 2003 (Andy Roddick), RG 2004 (Gaston Gaudio), AUS Open 2005 (Marat Safin), US Open 2009 (Delpotro) e AUS Open 2014 (Wawrinka.
    É isso mesmo?
    Abs
    Matheus Vieira

    Responder
      1. Hendrix

        E se torna mais impressionate ainda se você considera que desse 5, 3 titulo foram antes do AO2005. Ou seja, apenas 2 títulos em 37 possíveis. Isso podia ser apenas 1 não fosse aquela fatalidade desse verão na Rod Laver Arena…

        Responder
  65. Ygor Viegas

    Isto me preocupa bastante. O maior quarteto da história do tênis parece que irá nos deixar carente de craques daqui alguns anos. E o pior de tudo é que parece não existir ninguém capaz de realmente bater de frente com esses caras. Os jogadores mais próximos a eles são Wawrinka, que já está com 30, Berdych, que sempre chega perto mas na hora do vamos ver é engolido pelos tops, e Ferrer, que só é mais jovem que o Federer. A minha esperança sempre foi posta no Del Potro, por gostar muito de vê-lo jogar e por ser um cara humilde, mas mesmo ele, que teve um US Open fantástico em 2009, sequer ganhou um Masters 1000. Isto sem falar nas lesões…

    A nova geração, que nem é tão jovem assim, conta com nomes como Nishikori, Raonic, Gulbis, Dolgopolov e Dimitrov. Nesta leva de jogadores o mais novo é o búlgaro, que já tem 23 anos. Nem vou cometer o ato de covardia em querer comparar o que Nadal ou Federer já haviam conquistado com essa idade, mas o Murray por exemplo já tinha seis títulos de Masters. Se pegarmos os seus melhores resultados em GS, veremos um Gulbis que demorou seis anos para chegar novamente a uma seguna semana, e todos os demais com melhor resultado sendo as quartas, que todos chegaram APENAS UMA VEZ na carreira.

    Isto tudo me deixa muito triste, pois ter caras gigantes, talentosos e campeões só faz bem para o esporte. Parece que não veremos tão cedo, ou talvez nem nos próximos dez anos, um quarteto tão fantástico como Nadal, Federer, Djokovic e Murray. A diferença deles é tão grande que, mesmo o Murray estando nem perto das conquistas de Federer e Nadal, ainda assim já tem 2 títulos de Grand Slam, 5 vices, 7 semis e mais 9 títulos da Masters. Agora me digam alguém dos novos jogadores, que não fique a dezenas de milhares de quilômetros das conquistas do britânico. Simplesmente não existe, e tão cedo, parece que não irá existir. Uma pena…

    Responder
    1. Chetnik

      Não precisa nem ir tão longe – compará-los com o Murray. Compara com caras como Del Potro, Berdych, Tsonga… essa nova geração é fraca e tem uns caras muito “overrated”.

      Responder
  66. joao aguiar

    Dalcin,
    o que mais me impressiona no Nadal, são seus resultados diante de jogadores superiores como Federer e Djokovic. Ele é quase um Davi, contra esses Golias. Creio que seja exemplo de como um batalhador derruba poderosos “arrogantes” adversários.

    Responder
  67. Igor Menezes

    Concordo com as palavras de Rafa. Ele é sempre muito coerente no que diz, e jamais tira seus pés do chão. Mas quanto ao tio Tony, não se pode dar muito crédito ao que ele diz, pois raposa velha como ele é, já está preparando o terreno para o pupilo dele tentar o sprint final que poderá levar Rafa aos 18 GS, que cá entre nós, é a “meta velada” que o espanhol tem na carreira… O que Tony quer é tirar o máximo de pressão e obrigação das costas do Nadal com uma mitológica 10ª conquista no mesmo Slam, e ao mesmo tempo, supervalorizar o possível feito de seu jogador. Porque convenhamos, 10 seria um número pra lá de emblemático… Pode até acontecer uma derrota, nesse esporte tudo é possível, mas durante Roland Garros vimos que ele não está nem perto de ser derrotado em Paris já no próximo ano. Fora o tanto que ele machucou mentalmente seu principal rival na conquista pelo 2º Slam do ano… Concordo que a geração de ouro está numa descendente. Federer já não disputa mais título de Slam há dois anos, Murray precisa reaprender a vencer Rafa em jogos de GS e Djokovic terá que mostrar como vai lidar com essa frustração recente… Se não digerir bem, ficará pra trás e deixará um cenário extremamente favorável para Rafa Nadal nesse meio tempo em que a nova geração levar para começar a destroná-los…

    Responder
    1. Fernando Brack

      Igor, eu acredito que Djoko tem plena consciência do quanto foi prejudicado nesta final de RG
      por seu enjoo em quadra. Portanto acho que essa derrota não afetará seu desempenho futuro,
      supondo que esse enjoo não tenha sido causado por excesso de ansiedade e sim pelo calor.

      Responder
      1. Chetnik

        No post da final não quis mencionar nada, porque esse negócio de desculpa é com a turma do Nadal rs – e também porque condicionamento físico faz parte da competição, não serve de justificativa – mas se ele tava com uma virose mesmo, pô, que sacanagem, coitado.

        Responder
        1. Fernando Brack

          Chetnik, quando o jogador não quer mencionar um problema físico para justificar sua
          derrota ele denota elegância e respeito pelo adversário, mas é evidente que se o cara
          não tá 100% ele não vai desempenhar 100%, e no nível deles isso é mortal.
          Você não quis mencionar o problema do Djoko em consideração ao pessoal do blog,
          o que é louvável, mas o próprio Djoko mencionou na entrevista, e eu acho que tinha
          que mencionar mesmo, pois a coisa foi muito clara.
          Não se trata de tirar os méritos do Nadal, que jogou espetacularmente bem, mas que
          o Djoko deu azar em se sentir mal durante o jogo, isso deu. Foi muito visível a perda
          de intensidade e foco num bom período do jogo, resultando em golpes errados.

          Responder
  68. Renato

    Realmente essa é uma grande geração . Incluo o federer nela também, pois a maior parte de seus títulos foi nesta geração nadal, djo , murray. Dalcim no saibro de fato o melhor que já surgiu é o nadal. Na grama e na quadra dura quem você considera os melhores de todos os tempos olhando todos os aspectos ?

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  69. Anderson

    Isso é uma verdade. Nadal fez esse ano sua pior temporada de saibro, não acredito que no próximo ano se saia melhor. Federer já está com 33 e agora tem mais 2 filhos para cuidar, não ganha título de expressão há tempos. Murray e Djokovic ainda devem dominar o circuito por uns 3 anos e antes disso não vejo ninguém dessa nova leva com potencial para ameaçá-los, será um mais do mesmo por um bom tempo. Seguimos na expectativa de que alguma das promessas venha a se firmar ou que apareça um jovem talento, como apareceu Nadal, e surpreenda a todos.

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    1. Samuel

      Não dá para dizer, ao menos por enquanto, que Murray tenha condições de dominar o circuito, até porque ele perdeu a maioria das finais de Slam que disputou, ocupou o posto de número 2 ou 3 da classificação somente por algumas semanas e já tem 27 anos de idade. Além disso, o escocês tem no mínimo Nadal e Djokovic para se defrontar no saibro e, nas quadras rápidas, além desses dois, também tem mais uns 3 ou 5 como adversários em ascensão.

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    2. Foguetinha

      Voce acha mesmo q o Federer tem 2 filhos pra cuidar? Quem cuida é a mãe, mais uma frota de babás que ele pode pagar pra levar nos torneios

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  70. Fernando Brack

    É, acontece. Fazer o quê? Mas acho também que Nadal está sendo muito egocêntrico. Afinal, ele talvez
    não vá além dos 30/31, enquanto Djoko e Murray devem ir mais longe. Federer e Agassi são raros.
    E olhem que Agassi também sofreu com lesões, que podem encurtar carreiras dependendo do tipo.
    Agora, é indiscutível que o circuito se ressentirá muito quando ele e Federer deixarem o esporte.
    Quanto à incerteza dele sobre a possibilidade do momento vivido neste domingo se repetir, eu espero
    que não se repita mesmo, pois já estou pra lá de farto de tanta repetição.
    Falando friamente, eu ainda acho que ele pode ganhar RG’15 e, por incrível que possa parecer, até eu
    irei torcer para isso. Ver um Slam ser conquistado 10 vezes será uma coisa tão extraordinária que não
    consigo imaginar me furtando o privilégio de testemunhar.
    Ano que vem minha torcida será dele. Pronto, enlouqueci de vez! Culpa desse ogro maldito.

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    1. Romulo

      Sim, cara. Mas se nem Federer conseguiu alguma coisa depois dos 33 por que estes conseguiriam? Aliás, em termos físicos Murray está definhando faz tempo. Djoko tá tendo lesões também.

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      1. Fernando Brack

        A diferença, Romulo, é que o Federer trintão tá aí encarando os outros 3 do Big Four,
        enquanto Djoko e Murray trintões teriam pela frente apenas essa nova geração que,
        apesar de já estar em seus vinte e poucos, não conquistou nada de relevante.
        Estou pensando num cenário em que Nadal após os 30 também estaria fora da briga
        pelos grandes títulos, o que, obviamente, é mera suposição.

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  71. ISAQUE

    Acho que o Nadal tá fazendo média,e o tio dele também.Do jeito que ele corre,se ele toma ou não alguma substância ilícita eu não sei,mas vendo o Ferrer correr como corre aos 32,Nadal terá boas condições pelo menos até os 35 e ganhará roland garros enquanto ele estiver disputando.Já Federer perdeu capacidade física e psicológica,o mesmo acontecerá com Djokovic,Murray e qualquer outro humano comum,depois dos 30,31 anos é normal.

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  72. FERNANDO

    Prezado Dalcim,
    Na minha opinião, infelizmente tanto o Rafa, quanto seu tio estão certos, não vejo mais o Federer com vigor físico e tampouco paciência para mais um ano e meio no circuito, Nadal creio eu, no máximo até as Olimpiadas de 2016, o Djoko também creio que até as Olímpiadas, o Murray talvez vá um pouco mais longe. Ao invés de lamentarmos, temos mais é que comemorar por termos vivido na época desses gênios, e o tanto que Federer e Nadal engrandeceram ao Tenis, popularizando ainda mais o esporte, levando literalmente as discussões para as mesas de bares, coisa impensável há alguns anos atrás, com exceção aos clubes fechados, não concorda?
    A nota triste, fica por conta da nova geração, não vejo nenhum fora de série, que boa hora se despontasse um brasileiro nesses próximos dois anos né Dalcim? Ainda teria a chance de enfrentar as lendas (mesmo que final de carreira), e enfrentar Raonic, Baby Federer Dimitrov, Thiem, tenistas que o Bellucci mesmo com seus problemas tem tenis de sobra para superá-los…
    Abraços.

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  73. PREFONTAINE

    Triste mas é a realidade….assistir tênis sem Nadal,Federer, Nole será bem menos emocionante!!!!
    A partir da época do Sampras sempre acompanhei tênis…. e o nível que esses 3 acima citados jogam ou jogaram, foram pra pouquissimos tenistas!!!!

    Abraço Mestre Dalcim!!!!

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    1. Renato Vieira

      Cara, caso você não tenha visto, procure no youtube um jogo exibição entre o Federer e o Sampras realizado uns anos atrás.
      Apesar de ser exibição e não ser comparado aos embates entre eles em WB, é um nível assustador de qualidade e técnica.

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  74. william

    Dalcim, vc tbm acha que djoko e nadal devem ter mais 2 anos de domínio? o interessante é que se murray não subir de produção djoko e nadal devem dominar mais uns 6 ou 7 GS tranquilamente, o que deveria ser suficiente pro rafa chegar pelo menos em 16 ou 17

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    1. José Nilton Dalcim

      Espero que não só Murray, mas outros apareçam, como Gulbis, Nishikori, quem sabe o Roanic ou algum outro novato. É importante termos novas estrelas aparecendo.

      Responder
  75. william

    Espero que não tenhamos na ATP uma fase igual da WTA antes da serena voltar a dominar, extremamente sem graça quando os grandes torneios não tem os cachorrões para fazer jogos memoráveis devido a rivalidade ou a importância do jogo, que só cresce quando tempos grandes lendas disputando os títulos.

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  76. Júlio

    O pior é ver o baloeiro do barro sem técnica, sem movimentos corretos e apenas com balão e preparo físico inspirar tantos novos talentos para o caminho errado.
    O tênis clássico morrerá junto com os ídolos de talento natural como Federer, Borg, Sampras e outros.

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      1. Renato Vieira

        Eduardo, releve esse tipo de comentário.

        É mais ou menos como dizer que é infeliz algum moleque se inspirar no Messi quando o Pelé era muito mais jogador e craque de bola.

        Tem um amigo de um conhecido meu que achou que ele deveria jogar com a mesma raquete do Federer (Pro Staff 90) por que é assim que se joga tênis de verdade. Um pangaré que mal sabe bater na bola resolveu usar uma raquete de 330 gramas e aro 90 para fazer aula e bater bola de fim de semana. Não preciso dizer que ele está há quase 6 meses parado por que lesionou o ombro, braço ou sei lá o que. E disse que se ele precisar jogar com uma raquete “mais fácil” (usou o termo mata-mosca) ele prefere não jogar.
        É a burrice atingindo novos patamares.

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    1. Eduardo

      Tudo bem que o jogo do touro não é lá dos mais vistosos e empolgantes, mas também não diria que lhe falta técnica, pois ele dá seu jeito na quadra usando a técnica que aprendeu. Talvez você quisesse dizer que lhe falta recursos, variação, isso eu concordo.

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  77. Ademir L S Junior

    Nadal vence por 3×1 em 3:45 Hrs.
    Parciais: 6×7 (5×7) – 7×5 – 6×3 – 6×4

    Vamos Rafa!!!

    Cheguei perto hein… Esse foi o meu palpite.
    Com relação a declaração do Nadal acho que esse domínio do quarteto dure ainda mais uns 4 anos, porém, Roger deve abandonar o grupo um pouco antes… Acredito que Nadal, djokovic e Murray ainda durem 4 anos e o Fedex pelo menos mais 2 anos.

    Abs.

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  78. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    bem que eu te falei em outro post. O Nadal foi levado ao limite fisicamente pelo Djokovic. Era nítido que nas ultimas bolas do quarto set ele estava indo ao seu limite físico, cada vez que parava um ponto ele só faltava cair no chão se agachando no canto da quadra. Não tinha como aguentar mais se fosse para o quinto set. Quanto ao Djokovic, não entendi. Estava quase caindo no terceiro set, e no quarto parecia bem melhor fisicamente.

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  79. Foguetinha

    Dalcim,concordo com as palavras do Rafa e com seu texto,mas acho isso válido pro Nadal e especialmente para o Federer,não vejo isso ainda para o Murray e Djokovic. Embora tenham quase a mesma idade, o tempo de profissionalismo não é o mesmo! Além de Nadal ter se profissionalizado anos antes, ele joga em altíssimo nível há quase 10 anos, o que difere também do sérvio e do britânico.

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  80. Sergio

    E o pior não é que a geração “de ouro” esta acabando, e sim que a nova é de um nível extremamente inferior. Juntos destes 4 Wawrinka, Ferrer, Berdych, Tsonga, e até nas duplas os irmãos Bryan e praticamente todos os grandes nomes já passaram dos 30 anos. Os maiores talentos jovens do circuito já não são tão jovens assim e ha muitos anos são considerados “eternas promessas”, casos de Gulbis, Raonic, Dolgopolov, Tomic, Nishikori, Dimitrov, estes nunca conseguiram causar impacto efetivo no circuito. Daqui a aproximadamente 3 anos o circuito vai virar uma especie de “WTA sem Serena”, ou seja, impossível de prever o campeão determinados torneios. Quem deveria aproveitar melhor o momento neste período é Del Potro, porem, aparentemente ele não consegue recuperar a confiança perdida desde suas recentes lesões no pulso. Uma coisa é certa, vai demorar para aparecer um tenista no nivel de Djokovic -Murray sequer. No nivel de Federer e Nadal não ha sinal nenhum de que possa acontecer antes da proxima decada, pelo menos, não ha no juvenil alguem que demonstre capacidade/potencial para dominar o circuito.

    Responder
    1. Sergio Ribeiro

      Desculpe parceiro , mas aos 23 como Dimitrov , Raonic, Thiem ( 20 ) , sao promessas que invadirão o TOP 10 para ficar. Todos sabíamos que Rafa Nadal foi precoce , mas nao teria muita longevidade pelo estilo de jogo. Ele ,Murray e Novak em alto nível com os 33 do Suíço impossível. Falaram o mesmo depois de Borg. Pois tivemos vários grandes talentos em Todos as Décadas. A nao ser que o BigMac , Lendl , Becker,Agassi, Sampras e CIA nao o foram. Abs!

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    2. geraldo de carvalho

      belo comentário. gostei especialmente da parte da “wta sem serena”. é isso mesmo. com serena é uma coisa, sem ela são jogadoras comuns se equivalendo na luta pelo q sobra.

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    3. BENHAMIN GOVEIA

      É verdade meu amigo Sergio, eu também acredito que dificilmente tão cedo aparecerá tenistas tão fortes como Federer, Nadal e Djokovic. E nós estamos vivendo uma época de grandes campeões no circuito, prova disso é que os três maiores campeões de Masters 1000 são justamente Nadal, Federer e Djokovic. Já Federer e Nadal são dois dos maiores e mais vitoriosos da história do tênis, pois são os maiores ganhadores de Grand Slam e Masters 1000. E os três são donos de vários recordes no tênis, como por exemplo:
      – Com a vitória de Rafael Nadal em Roland Garros este ano, ele se tornou o primeiro tenista da história a ganhar pelo menos um torneio do Grand Slam em cada um dos últimos dez anos (2005-2014) “DÉCADA SLAM”, superando Bjorn Borg (1974-81), Pete Sampras (1993-2000) e Federer (2003-2010) todos esses ganhando 8 anos seguidos pelo ao menos um titulo de Slam;
      – Com as vitória de Rafael Nadal em Roland Garros e no ATP Masters 1000 de Madrid este ano, ele se tornou o primeiro tenista da história a ganhar pelo menos um torneio do Grand Slam e um Masters 1000 em cada um dos últimos dez anos (2005-2014) ‘DÉCADA SLAM MASTERS’,
      – maiores campeões de Grand Slam: Federer 17 títulos e Nadal com 14;
      – maiores campeões de Masters 1000: Nadal com 27 títulos, Federer com 21 e Djokovic com 19;
      – Maior vencedor de títulos de ATP 500: Djokovic;
      – Mais títulos em um torneio ATP 500: Nadal com 8 no ATP de Barcelona;
      -Mais títulos em um torneio Masters 1000: Nadal com 8 em Monte Carlo ‘2005, ’06, ’07, ’08, ’09, ’10, ’11, ‘2012);
      -Mais títulos consecutivos em um torneio masters 1000: Nadal com 8 também em Monte Carlo ‘2005, ’06, ’07, ’08, ’09, ’10, ’11, ‘2012);
      – Mais torneios diferentes vencidos: em másters 1000: Djokovic em 8 dos 9 atuais (Miami, Indian Wells, Monte Carlo, Madri, Roma, Canada, Shangai, Paris);
      – Mais torneios vencidos em uma temporada de Masters 1000: Djokovic com 5 em 2011: (Miami, Indian Wells, Madri, Roma, Canada) e Nadal em 2013: (Indian Wells, Madri, Roma, Canadá, Cincinati);
      – Maior vencedor consecutivo de partidas em ATP Masters 1000 em uma temporada: Djokovic com 31 vitórias em 2011);
      – Mais finais em Masters 1000: Nadal com 37;
      – Mais finais em uma temporada de Masters 1000 : Federer em 2006 com 6, Djokovic também com 6 em 2011/2012) Nadal com a mesma quantidade em 2013);
      -Recordes em semanas como n° 1: Federer com 302;
      – Tanto Nadal, Federer como Djokovic possuem cada um mais de 100 semanas como n° 1 do mundo do tênis;
      -Maiores ganhadores consecutivos na era aberta de um mesmo Grand Slam: Federer com 5 em Wimbledon (2003-2007) e US Open (2004-2008) e Nadal também com 5 em Roland Garros (2010-2014).

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    4. Marcelo

      Concordo totalmente. Vai haver um número um do mundo meio que por eliminação, afinal algúem tem que ser. Também não acho que haverá domínio de um grupo pequeno de três ou quatro jogadores. Poderá até ser mais equilibrado, com mais variedade de campeões, mas num nível bem abaixo desse de hoje.

      Responder
    5. André Gomes Vieira

      Concordo plenamente.
      Vejo o Dimitrov, Nishikori e Thiem como promessas… mas acredito que todos estão no nível do Ferrer ou Berdych ou Tsonga.

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    6. alexpicelli

      Bom depois de borg demorou mas apareceu um nadal. depois de sampras um federer, e depois destes dois?
      imagino como voce sergio, mas vou mais alem, do federer creio que jamais verei alguem jogar como ele, da elegancia, da facilidade, da plasticidade, ou seja, como o tio toni disse, que nem federer e dificil jogar,pois ele recebeu um dom de DEUS, como nadal ja é mais facil aprender, pois depende de disciplina e treino.
      portanto nao espero nada do tenis alem de grandes competidores num futuro proximo!!!!
      esta geração vai deixar saudades eternamente, assim como senti quando sampras, agassi, antes um pouco edberg, do qual gostava muito!!!
      abçs

      Responder
    7. Anti anti-jogo

      Não vai mesmo aparecer ninguém com disciplina e capacidade de passar a partida inteira dando gancho no backhand do adversário com top-spin ultra-rotativo e sem cansar-se jamais.

      Responder

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