Sob segredo, Federer ainda aperfeiçoa nova raquete
Por José Nilton Dalcim
7 de março de 2014 às 20:58

A nova raquete de Roger Federer é um mistério. Pouca coisa se sabe até agora, além do fato de ela ter cabeça de 98 polegadas quadradas. A Wilson oficialmente não fala do assunto. O tenista desconversa. Pouca gente teve acesso à raquete até agora, já que o suíço costuma levar seu próprio encordoador.

Nos bastidores, sabe-se que o próprio Federer supervisiona o protótipo junto aos engenheiros da empresa norte-americana e que aperfeiçoamentos continuam em pauta. Daí, não se ter ainda um nome ou detalhes técnicos do modelo, muito menos a previsão de sua produção em escala comercial. Só se vê a ‘arma’ pintada toda de preto.

A primeira tentativa de usar a raquete de 98 polegadas foi em julho do ano passado. Federer testou em torneios sobre o saibro europeu após Wimbledon, mas aparentemente não ficou satisfeito e sugeriu modificações. Voltou a usar a velha raquete de 90 polegadas até o Finals de Londres. Treinou então com a versão melhorada por toda a pré-temporada de dezembro e aí decidiu-se pela troca definitiva.

Uma coisa é certa: o modelo não segue o padrão da conhecida Blade 98, que muitos acharam parecida. E, mais importante ainda, Federer deu seu aval à nova raquete, após resultados convincentes neste início de temporada. Relatório extra-oficial da Wilson diz que a ideia do modelo foi dar mais potência aos golpes e ter uma área de contato com a bola (sweet-spot) mais ampla, coisas aliás que já se imaginava.

O resultado é fácil de se perceber. Os erros não-forçados de Federer com o backhand diminuíram muito e seu forehand parece um pouco mais veloz. No entanto, fico ainda curioso para saber o peso e a distribuição de peso, já que os especialistas julgavam que o aumento da cabeça poderia prejudicar o controle dos voleios. Porém, o que se viu foi Federer indo cada vez mais – e melhor – à rede.

Olha ele aí – E acabo de ser alertado pela sempre atenta Sheila Vieira que Marian Vajda está em Indian Wells. Para ser sincero, seria um alívio saber que Novak Djokovic possa estar recuando e recolocando o competentíssimo treinador de volta a seu lugar.

Por mais que Boris Becker tenha carisma e currículo admiráveis, não consegui entender o motivo da troca se Nole vinha tão bem no final de temporada. Se a meta era melhorar o saque e o jogo de rede, Becker podia ser muito bem um ‘super-sparring’ temporário, nada muito além disso.


Comentários
    1. Carlos Henrique

      Desde o começo da parceria Nole-Becker já se sabia que o alemão não acompanharia Novak em todos os torneios e que o Vajda continuaria no time

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  1. Marcelo

    Dalcim, parabens pelo post!
    Será que é verdade que alguns tenistas não utilizam as raquetes novas que as marcas vão lançando e, sim, pintam a raquete antiga, à qual estão acostumados, com a pintura da raquete nova do patrocinador?

    Abraços

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  2. Marcos Freddo

    Dalcim, Parabéns pelo Blog , altíssimo nível.
    Tenho acompanhado os últimos torneios e você não tem visto que os adversários do Nadal tem adotado recentemente a tática de atacá-lo mais, com sucesso, dificultando as vitórias dele? Exemplos do Andujar na semi do Rio Open, do Stepaneck ontem em Indian Wells. Isso sem contar o primeiro set do Wawrinka na final do Austrália Open. Foi o que Federer fez no Finals de 2011, o Soderling fez em Roland Garros 2009. Será que isso não se tornará mais frequente daqui para frente?
    Para relembrar o vídeo do jogo do Federer no finals de 2011: http://youtu.be/6az62bmV5hM
    Abraços

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  3. Anti anti-jogo

    Pobre “pegador” Stepanek…. Esta foi a 345ª vitória da carreira de Robolito nos detalhes e no preparo físico. Mais uma onde o adversário “jogou como nunca e perdeu como sempre”. Impressionante isso.

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  4. Luis

    Dalcim Federer se complicou um pouco na estreia em Indian depois do primeiro set que foi bom ,como tem evoluido em 2014 quem sabe ser campeao,o que achou Dalcim?

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  5. Isabel

    Só acho que o Nadal TEM que dar uma parada. Que jogo ele fez ontem?

    O cara não passa um mês inteiro sem jogar desde entre a 1ª rodada de Wb e Montreal. Contando as exibições de dezembro. E ele que vem chegando em TODAS as semifinais. As DF, os smashes inseguros… essas costas eu não sei não. Ele faria bem pular Miami de novo.

    Mas ele parece carregar as obrigações de número 1 neh. Igual o Nole… parece mais um peso isso. Com o Roger parecia fácil tá no topo do ranking.

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    1. Leonardo

      Ai que você a diferença. Poucos tem vocação para ser numero 1, como Federer e Sampras.
      Para esses lideres provisórios é um calvário manter o topo.

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  6. Valestra

    Não vejo porque tanto frisson sobre a raquete ser este ou aquele modelo. Isso é irrelevante já que meros mortais JAMAIS jogam com raquetes iguais, iguais dos pros pois TODOS eles as customizam. Sobre o Becker com o Djoko, não há o que se avaliar tecnicamente isso pois é um claro e óbvio jogo de marketing. Aposto inclusive que o Djoko não o paga com seu próprio $.

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  7. Ricardo Monteiro

    Esse é o Rafael Nadal, jogou nada, mas deu um jeito de ganhar a partida, na garra, na marra, não da para duvidar da capacidade desse jogador, não pode ter o talento do Federer, mais tem raça de sobra, não se entrega nunca, um dos maiores esportistas de todos os tempos, um exemplo a ser seguido, tanto no esporte ou fora dele.

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  8. Luiz Fernando

    Passado a decepção pela fraquissima atuação do Nadal, vejo q a parada pos contusão, aliada ao preparo insuficiente ganancia dependente, arrasaram seu padrão de jg, q estava excelente em Doha e no AO. Ontem todos os quesitos foram fracos, com exceção da parte fisica, q me pareceu boa. Venceu unica e exclusivamente pq o tcheco pregou no meio do segundo set e nao manteve um nivel de agressividade nem proximo ao do primeiro set. Diria q foi Stepanek q perdeu e nao o Rafa q venceu. Pessimas perspectivas p o curto prazo. Se jogar assim contra Dolgopolov, bem mais jovem do q o tcheco, deverá perder. Sem enrolação, foi assim q vi o conjunto da obra, pra nao dizer da merda de ontem.

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    1. Rafael Wüthrich

      LF, em Doha ele até esteve bem, mas sejamos francos: ele teve muita sorte no AO, pelo menos até a final. Ele não vem jogando bem desde o US Open, essa que é a verdade. Joga para ganhar, vence partidas nos erros e oscilações dos adversários, e o já conhecido poder mental nos momentos decisivos. Mas me parece claro que seu físico começa a cobrar o preço de uma má preparação e excesso de jogos, novamente.

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  9. Luiz Fernando

    Rafa venceu mas nao convenceu. E ainda deu o maior susto no Larry Ellison, q viu por alguns instantes mais alguns milhares de dolres escorregando das suas maos. Hj a performance do Nadal foi pior do q no jg contra o Andujar, no Rio, o q eu considerava impossivel. Com esse nivel de jg ele nao ganha de ninguem quando a coisa afunilar. E na proxima rodada encara o Dolgopolov q é um cara encardido. Dos principais favoritos q eu vi jogar foi o q mais me decpcionou, e olha q eu sou torcedor dele até a raiz do cabelo. Mas nao sou cego…

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  10. Luiz Fernando

    Rafa está indo p o terceiro set c o ancião Stepanek. O primeiro set do cara foi um dos mais pifios q me lembro de ve-lo jogando, o BH, grande responsavel por seu retorno ao numero 1 do mundo, estava nos piores dias. O serviço mediocre. Tive a impressão de q mesmo no set q venceu o tcheco venceu varias trocas de fundo da quadra, o q é um verdadeiro absurdo. Rafa está pagando o preço dapré temporada mal feita, fruto da tournee sul americana, possivelmente pelos serios problemas financeiros q ele deve estar atravessando. Lamentavel. Se vencer, e até acho q deve vencer, não terá convencido.

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  11. Anti-jogo feio

    Tô vendo o jogo do Nadal, e na boa, 2 pontos sobre esse jogo:
    1 – Como bate feio na bola esse Nadal
    2 – Existe no tênis alguma jogada mais escrota que essa bola alta na esquerda que Nadal insiste contra tds os outros? Tá explicado o motivo pelo qual o apelidaram de “”baloeiro””

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    1. Rafael Wüthrich

      Anti, também estou e tenho alguns comentários. O primeiro é que de fato ele mudou parte do estilo por conta do joelho – tem tentado encurtar os pontos sempre que dá, embora nitidamente se sinta desconfortável com os inúmeros ENF que vem cometendo. Pior: não tem diminuído quase nada suas partidas, ainda que tente. Segunda coisa é que ele está com algum problema nas costas, nitidamente. Erros bobos, várias duplas faltas. Ele ainda tem sacado muito bem nos momentos decisivos, mas me parece com certa limitação em algumas bolas.

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    2. Valestra

      Aposto que nunca viu ele jogar de perto, por isso fala isso. Eu já vi. Se você gosta de tênis (e entende o mínimo) vai babar de vê-lo bater na bola. Sabe aquele cara no seu clube que você acha o máximo, bate para caramba, spin pesado e tal? O Nadal arrancaria a raquete da mão dele se ele tentar bater na bola!

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      1. Rafael Wüthrich

        Assista Haas, Federer, Tsonga bater na bola ao vivo para saber a diferença entre um golpe eficiente e um golpe plasticamente bem executado.

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    3. Rogério

      Joga feio pra caramba kkkkkkk. No slow motion é horroroso kkkkk, ou seja, tudo que não se deve fazer kkkk. O “queridinho” do dono do torneio quase dançou na estréia kkkkk. E a carinha de pânico numa possível derrota kkkkk, impagável.

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    4. Anderson

      Nado sincronizado, ginástica artística e salto ornamental é que dão pontos pela beleza da apresentação. Tênis dá pontos pra quem faz a bola não cair no chão duas vezes no seu lado da quadra. Se Nadal é bom nisso, ótimo pra ele. (Em tempo: não sou mais fã do Nadal do que sou do Federer)

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  12. Luiz Fernando

    Dalcim permita-me discordar de vc, mas creio q atribuir a melhora do aposentado a raquete, mesmo q seja em pequena proporção, me parece exagerado. Não nos esqueçamos q a principal parte da raquete é q segura o cabo, e a mão do numero 2 da suiça é talvez a mais habil q já houve no tenis, o todos concordam. Ele simplesmente se preparou melhor, fez uma pré temporada como se deve e isso se reflete na quadra, embora seja fundamental lembrar q perdeu em Brisbane p outro aposentado e foi massacrado pelo Rafa no AO. Essa é a grande explicação, pois ao contrario da formula 1, na qual grandes desenvolvimentos tecnologicos geram grandes vantagens, no campo das raquetes o impacto é muitissimo inferior. Prova disso é q no duelo dos aposentados q acaba de terminar, os erros de BH do aposentado suiço foram identicos, em numero (alias inumeros) e em qualidade aos q observamos nos ultimos anos. Sinceramente na quadra hj vi o mesmo Federer de 2013, talvez um pouco mais magro e melhor preparado fisicamente, e me pergunto como Nole perdeu p ele em Dubai? O decorrer do torneio demonstrará se estou certo ou errado.

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    1. bruno

      que comentario mais idiota,entao se federer nao for bem num torneio apos ganhar um anterior,ele esta acabado,aposentado.So um babaca mesmo p chamar um dos maiores genios do esporte de aposentado,tipico mesmo de recalque,lamentavel esse luiz fernando.

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    2. Ferreira

      Me parece que o amigo não viu Dubai, onde Federes começou o torneio em um nível menor, no entanto, no fim, estava voando, inclusive evoluindo durante as próprias partidas.

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    3. Sergio Ribeiro

      Você se supera. Seu desrespeito a Tenistas consagrados me faz pensar que você nao e’ um Adolecente e sim um Recalcado. Depois do que Stepanek apresentou contra Rafa Nadal, o mínimo que deveria fazer e’ rever os seus ridículos conceitos . Abs?

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    4. Paulo

      Todos os jogadores fazem jogos bons e ruins, independentemente da fase.No australian open, o Nadal que venceu o Dimitrov perderia para o Federer, mas ele subiu muito o nível para enfrentar o suíço. Federer está jogando bem esse ano, mas jogou muito mal contra o Hewitt e ontem também.

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  13. Frederico Eugênio

    Olá Dalcim! Parabéns pelo seu blog; leio todos os seus posts e também os comentários. Muito legal a maneira como vc lida com os ”fanáticos” aqui rsrs

    Gostaria de saber da sua opinião em relação ao Stepanek no ponto onde o Stomin foi ridiculamente garfado. Já houve fair play no circuito profissional ao ponto de algum jogador dar dupla falta pra corrigir um erro tão grotesco de um juiz? Foi muito tosco! Acho q o Stepanek poderia ter agido de maneira diferente…
    Abraço!

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    1. José Nilton Dalcim

      A questão ali era se o Istomin tinha ou não pedido o desafio após continuar o ponto. Ficou claro no VT que ele não fez isso. O juiz errou, mas talvez porque tenha acompanhado a bola e não visto o gesto do tenista, algo normal. Fico imaginando quando o tênis tomará a atitude da NFL e da NBA e usar a imagem da TV para esclarecer circunstâncias duvidosas. Se houvesse esse recurso, tudo seria rapidamente resolvido. Quando ao Stepanek, acho que ele não tinha certeza se a bola era boa ou fora, era uma marcação difícil de fazer. E quanto a dar ponto, é algo bem raro. Uma vez Borg foi punido pelo juiz porque queria dar o ponto ao adversário! Bons anos 70… Abs!

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      1. Mario Cesar Rodrigues

        Dalcim..me desculpe mas mostrou sim Istomin tocou na bola e pediu o desafio na continuação o galã de praga jogou pra fora..e o juiz deu ponto..oras se isto não é roubo roubo mesmo então vou além 2 roubos uma quando ele levantou a mão depois de continuado o ponto e outro roubo o Stepanek jogou a bola fora e ganhou o ponto então se ele não viu o desafio e a bola do Stepanek que mostram q foi fora..poxa esta ai não dá!

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        1. José Nilton Dalcim

          O juiz não teve a visão do teipe da TV, só nós que estávamos vendo. Isso que eu acho que precisa mudar. O juiz deveria poder usar esse recurso para tomar decisões importantes num jogo.

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          1. Sergio Ribeiro

            Dalcim , ate Federer era contra a utilização de recursos eletrônicos. Desde a década de 70 quando o Big Mac e Connors usavam e abusavam das reclamações e desrespeito aos Oponentes ( Borg era uma grata exceção) , sabemos que os erros grosseiros dos juízes se deve muito mais ao lado humano do que propriamente roubo. A lances de 200km/h ,já estava mais que na hora de poderem usar os recursos em frações de segundos. Mesmo assim muito longe do Futebol. O meu time foi beneficiado a menos de mês com uma bola que entrou mais de um palmo , com o assistente assistindo a poucos metros da jogada. A ATP precisa entender que ela esta muito acima de uma FIFA da vida. Abs!

  14. Mauricio Justus

    Dalcim estava analisando dias desses os últimos resultados do Hewitt no ciruito. Lembro bem que na época ele foi o número 1 do mundo mais novo da historia. E comecei a compará-lo com o Federer. Os dois tem praticamente a mesma idade (diferença de cerca de 6 meses). até o final de 2002, o australiano tinha uma vantagem total de 17 x 4 títulos no circuito e de 2 x 0 em Grand Slam (ambos com 21 anos ainda).
    Ok sem comparar com o Federer que é covardia, desde 2005, onde Hewitt tinha apenas 24 anos, ele nunca mais teve resultados consistentes em Grand slam ou Master 1000.

    Isso se deve por alguma perda de rumo do australiano? Isso se deve pois apesar de hewit manter o foco a determinação simplesmente os tops de hoje são muito melhores do que na época em que ele foi número 1?

    Se a segunda questão for a mais verdadeira poderiamos afirmar que o Guga, Hewit, Safin, Moyá, Kafelnikov, Roddick, Ferreiro, Rafter não teriam sido nº1 se enfretássem os tops de hj ( lembrando que a maioria desses jogadores não tinham otimos resutados em todos os Grand Slam)?
    Pobres Berdich, Ferrer, Tsonga, Del Potro… ?

    Abraço

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    1. Paulo

      Desse grupo que você citou, acho que apenas o Guga e o Safin seriam tops hoje, mas o brasileiro teria a limitação física, o russo precisaria melhorar a cabeça. Nenhum brigaria com o trio, e não acho demérito nenhum, pois o esporte evolui.

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  15. Leonardo

    Profissionais são tudo cheio de frescura. Mudar de raquete não é uma coisa de outro mundo, quem joga sabe disso. Ainda mais para eles que treinam diariamente antes de um torneio.
    Quando o Federer se aposentar, a demora na troca de raquete será sua unica lamentação de carreira.
    Já deveria ter saído da raquete cabeça 90 há mais de 5 anos no mínimo. Os pisos e as bolas mudaram muito, e ele errou em achar que não precisaria adequar seu instrumento de trabalho.

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  16. mariliense

    Olá !
    Pra dizer que melhorou em alguma coisa, precisa encarar o carrasco Rafael Nadal em uma exibição convincente. Caso contrário voltará à velha raquete cabeça 90 depois do 24×10 . Sou mais Nadal mesmo com a mão esquerda( isso é fenomenal) …. sem ironias

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    1. Luisinho

      Ainda bem que o Tio Tony teve visão(poucos canhotos no circuito) e “obrigou” o rapaz a jogar com a esquerda. Caso contrário o Espanhol seria mais um Zé mané no circuito.

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      1. Leonardo

        Exato. Por mais que ele seja incansável de maneira até suspeita, de nada adiantaria se ele jogasse como destro.
        Se jogasse com a direita, seria mais um Richard Gasquet do circuito: que é aquele jogador que muito se espera, mas que na realidade nunca conquistou um grande titulo.

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    2. Sergio Ribeiro

      Marília, a rivalidade mas que famosa de Sampras x Agassi atingiu 34 conforomtos. Federer x Novak , 32 ( 17 x15 , com 3 x 3 no Saibro ) Faderer x Rafa Nadal 33 ( 8 x 10 ,fora do Saibro) . Novak x Rafa Nadal, 39 ( 14 x 9 , com 3 x 13 no Saibro) . Dai para um cara como você que nao e’ nenhum Adolecente , podemos admitir que 6 anos mais velho, Federer com ( 68 x 20 ) em Titulos fora do Saibro , por enquanto e’ bem Superior. Quem sabe mais tarde sendo superado provavelmente pelo…Sérvio rsrsrsrs ABS!

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  17. Jonatã

    Acho que o Federer até demorou de trocar a raquete, mas pelo menos o fez a tempo. É nítido o quanto ele ganhou potência nos golpes de fundo e no saque. E com certeza sua habilidade junto a rede continua a mesma com a raquete de 98 de head size. Certamente, a nova raquete deve ter um pouco mais de peso no cabo que a antiga e cordas mais apertadas para se ter uma relação equilibrada de potência/controle.

    Bem sobre o Wajda, pelo que sei, previamente já estava combinado que o Boris não iria a Indian Wells treinar o Djokovic. Mas não ficaria surpreso se o Sérvio optar pela volta de seu antigo treinador. Becker até poderia continuar no Staff do Novak, mas não como técnico, e sim mas nessa parte de consultor técnico mesmo ,como fora citado

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  18. Ferreira

    Dalcim, o que aconteceu com aquele padrão do 1° saque do Federer que sempre girava em torno de 195-205 km/h? Achei que com a raquete nova voltaria àquele patamar, mas até agora nada. É algo para se preocupar? Afinal, dizem que a primeira coisa que acaba no princípio do fim de carreira do tenista é o saque. Abraços!

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    1. José Nilton Dalcim

      Federer nunca foi um sacador de grande velocidade, mas sim de precisão. Isso faltou no ano passado, talvez pelo problema nas costas. Foi um pouco irregular em Dubai, perdendo serviços bobos, então vamos aguardar para ver se evolui. Abs!

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  19. Ricardo Monteiro

    Dalcim para ver mesmo se o Federer realmente melhorou seu desempenho, tem que vencer o Rafael Nadal, ja está mais que na hora, com certeza ele sente incomodado com isso, vai ser seu teste definitivo. estamos no aguardo…

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      1. Israel

        Não tem nada a ver com raquete… é mental… tem a ver com confiança… isso é o q ele perdeu a muito tempo quando joga com o Nadal.

        Responder
  20. alexpicelli

    Ola Dalcim, muitas vezes te perguntei isso que sempre me intrigou:
    Dalcim é descomum nas devidas proporções:
    1 casado
    2 pai de agora 3 filhos
    3 quase 33 anos
    4 sacrificar a vida ao lado da esposa e filhos para jogar tennis.
    5 mudar raquete

    Essa condições é muito diferentes que a comprar com novak, nadal, murray, berdich e outros, e mesmo assim humilham ele dizendo APOSENTADO, gorando sua conduta de melhor de todos os tempos, querendo substituir por um espanhol maquinado, isto é, transformado em maquina para levar a espanha com um filho seu a ser melhor de todos os tempos neste esporte chamado tennis.
    Mas esquecem que o HOMEM MAQUINA e de carne e osso e uma hora quebra.
    Mas o Elvetico nao usa tanto fisico, e mais uma vez prova a todos que com as condições acima citadas por mim, se supera e aumenta seus records que alguns inigualaveis.
    Dai ele FEDERER com a Wilson desenvolvem uma raquete especial para ele continuar jogando em alto nivel.
    Dalcim quem joga ou vive no meio a este esporte sabe o quão dificil é trocar a raquete, da qual esta acostumado e ENTROSADO, e esta mudança é uma das piores para um tenista e ainda mais nas condições dele.
    Dalcim te pergunto uma coisa, pois nao sei muito sobre isso:
    Pode realmente uma raquete transformar assim os golpes dele ajudando a se tornar competitivo ao estremo, ou a maior mudança dele veio na preparação do fisico e mental?
    abraços

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      No caso específico do Federer, sim, a raquete pode modificar bastante, porque ele sai de um modelo ultrapassado e difícil controle de fundo de quadra – a cabeça 90 – para outro que permite maior área de erro e gera mais potência. Não é uma troca fácil, ainda mais para alguém que está com o outro modelo praticamente a vida toda. Méritos para ele, sem dúvida.

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        1. José Nilton Dalcim

          Pode ser, não faz diferença. Na verdade, o ‘ponto doce’ maior é feito justamente para compensar o erro no centro da raquete ao dar o golpe.

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  21. Lucas

    …………
    Saque e voleio é algo instintivo, nasce c/ o jogador.
    Djokovic não tem o golpe.
    Indo mais direto ao ponto, ele pode melhorar um pouquinho, mas nunca será um exímio voleador, assim como o nosso Guga não era, Agassi não era, e por aí vai.
    Na rede ele sempre será um alvo fácil p/ os bons adversários.,

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  22. Anti anti-jogo

    Caramba, o negócio está feio mesmo para os EUA. O país disparado com mais torneios ATP por ano (13 em 2013) simplesmente não consegue fazer mais nenhum jogador nem aspirante ao TOP 20…

    Young, Klahn, Sock , Steve Johnson, Brian Baker, Harrison… Nada. O negócio está tão feio que até o baixinho Michael Russell ainda hoje consegue ganhar de seus compatriotas eventualmente. E Querrey e Isner, mesmo em seus mellhores dias, podem perder para qualquer um…

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Cuidado q seu comentário pode gerar revolta. Tem um grande entendido aqui do blog q disse q o grande, estupendo, conhecidissimo Sock é a grande esperança americana. Tá certo q quando joga, nos EUA, a quadra fica as moscas, mas é a grande esperança americana, legitimo sucessor de Connors, Sampras, Agassi etc…

      Responder
      1. Leonardo

        O Sock em 2015 ou mais tardar em 2016, vai estar na mesma sensação que é o Dimitrov hoje . No segundo semestre desse ano ele já terá resultados interessantes.

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    2. Rafael Wüthrich

      Está pior que o australiano, sem dúvidas. As duas potências vão pessimamente das pernas – e sem perspectivas de melhoras a curto prazo.

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  23. leandro guariglia ferreira

    jose nilton dalcin os jogaderes de duplas não tem q jogar com a mesma cor de roupa? ou não existe mais essa regra… me chamou atençao federer e stan ontem sem uniformes iguais ou parecidos pelo menos. abraço e parabens pelo espaço dado aos fãs de tenis..

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  24. Einstein Bohr

    Fãs de Federer no mundo todo vinham pedindo para ele usar uma raquete com cabeça maior faz anos. É impressionante que ele tenha decidido fazer isso agora. Parece que caberá ao velho Federer tirar o tênis da monotonia e ser a grande novidade da temporada.

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  25. Alice Reymond

    Sou uma pessoa de personalidade muito forte (risos). Eu andei ouvindo algumas notícias relacionadas ao Federer…agora mais essa. Eu acho ‘super’ estranho tudo isso. Acredito que o Federer esteja ‘se transformando’. Digo conseguindo ‘estudar o tênis’ de fato, ver com ampla visão o que realmente é o tênis e onde se pode evoluir com relação aos outros, que em sua maioria só joga tênis ou se tem as habilidades necessárias pra se estar entre os melhores do mundo. Depois dessa não me recuso mais a dizer que Federer será Campeão de um Masters 1000. Agora acho que isso só vai depender de seu ‘conforto e confiança’ dentro de quadra. É esperar pra ver, só acho que ele pode surpreender muito mais. Sempre soube muito bem que a idade poderia ser um ‘requisito para se aposentar’, mas que quando se quer algo…pouco se consegue impedir.

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  26. Maurício Luís

    Interessante que se compararmos o topetudo Federer com o Nadal cara de mau, o espanhol sofre muito mais com contusões do que o suíço, apesar de ser mais jovem.
    Acredito que é porque o Federer é uma mistura de talento com intuição e técnica, e o Nadal é mais “sangue, suor e lágrimas”.
    Eu me lembro que a Chris Evert era uma jogadora com técnica apurada, e teve uma longa carreira como “Top 10”. Já a Tracy Austin e a Andrea Jaeger, dois exemplos de garotas-prodígio, tiveram a carreira abreviada por contusões. Guardadas as devidas proporções, é o que vem acontecendo com estes dois rivais.
    O Federer, trintão, tá aí se mantendo. Não é mais aquela “Brastemp”, mas ainda é Top 10. O Nadal, bom… só Deus sabe até quando vai aguentar o tal joelho “mágico”.
    O espanhol (não sei por quê, mas ele me lembra o Tropeço, da família Adams) deveria pensar no seguinte: ” As pessoas perdem a saúde tentando ganhar dinheiro, e depois gastam dinheiro tentando recuperar a saúde.”

    Responder
  27. edmundo j

    Dalcim
    vc podia explicar, se é que se sabe, qual as diferenças e igualdades de função do Becker, do Lendl e do Edberg, para entender a preparação e intensões desses atletas.
    obrigado
    edmundo

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      À distância não dá para ser preciso, mas é claro que existe diferença grande do Lendl para os demais. Lendl é o treinador de campo, que trabalha desde os treinamentos, parte tática, mental, acompanha nos torneios. É o que poderíamos chamar de um técnico tradicional do tênis. Becker e Edberg me parecem estar trabalhando mais como consultores, com trabalho específico em algum ponto técnico ou algum torneio.

      Responder
      1. Rafael Wüthrich

        Fica claro que o técnico de Federer há anos é Luthi. Ele trabalhou com Annaconne firme, mas sempre levava o compatriota. Agora com Edberg é a mesma coisa.

        Responder
      1. Rafael Wüthrich

        Caiu o sinal depois das 21h30. Pelo menos aqui em casa na SKY. Ficaram passando VT de futebol – disseram que foi o satélite.

        Responder
  28. Rafael Wüthrich

    Dalcim, pela sua experiência de décadas de circuito, já houve uma troca tão drástica de raquete entre os tops? Podemos considerar já bem sucedida?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, já houve trocas até mais drásticas, como a de Djokovic. Ele penou para se habituar à Head. Geralmente, quando existe a troca de marca, a dificuldade costuma ser um pouco maior. Mas sem dúvida, a adaptação de Federer foi excelente até porque ele ousou fazer isso já na parte final de sua carreira. Sim, eu diria que já foi bem sucedida.

      Responder
  29. Eduardo

    Acredito que a chegada do técnico Vadja não seja nada demais. Quando Nole contratou os serviços do Becker já estava alinhado que o alemão não iria em muitos torneios….

    Responder
  30. Verdades que doem, mas eu preciso escrever

    – Tinha gente até no telhado para assistir o jogo de duplas Roger/Wawrinka. Lotação total da quadra.
    2- Tem um certo jogador que não consegue encher um estádio nem em FINAL de U.S Open.
    3- Federer é com folgas o jogador que mais enche estádios de tênis.

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  31. Rubens Leme

    Quem diria que um país historicamente neutro e até sem graça é a responsável pelas maiores esperanças de termos algo diferente do ano? O “Novo” Federer e Wawrinka são as grandes esperanças de um 2014 diferente.

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    1. Eddy Beutter

      Amigo Rubens. Você deveria viagar um pouco antes de dizer que a Suiça é um País sem graça. Alguem sem cultura não deveria dizer de tais besteiras. Olha ao redor de você.Tem graça?

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      1. Rubens Leme

        Eddy Beutter , o sem graça não é uma alusão à beleza do país, mas sim a fama de ser uma nação neutra – um dos poucos que jamais foi atacado nas guerras mundiais – e ser mais famoso pelos seus bancos e relógios do que feitos esportivos, antes de Roger Federer aparecer.

        Antes de me chamar de “alguém sem cultura” deveria ter a gentileza de ter perguntado o que eu quis dizer com isso. Te garanto que tenho cultura, porém, desconfio se você tem educação.

        E dispenso o “Amigo”.

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        1. Eddy Beutter

          Prezado Sr. Rubens, Então seria bom de cosultar o dicionário >(Favor, benefício, mercê. e. mais). Sé você acha que não ser atacado nas guerras mundiais, a pesar de ser errado (Hitler fiz uma pequena tentativa), eu acho, isso não e uma falta de graça. Agora no esporte, também precisa revisar seus conhecimentos: A Suiça com hoje +/- 7 Mio de habitantes tem mais campiões e medalhistas olimpicos e mundiais que o Brasil com 190 Mio. Alias, quem é Henri Dunant, Albert Einstein, premios Nobel ondé a Suiça tem a mais alta premiação em relação da população. Educação vem da cultura, Senhor

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  32. Luís

    Dalcin, guardadas as devidas proporções, o saque deste americano RAM é muito parecido com Sampras ( me refiro exclusivamente à mecânica do golpe, sem comparações em relação a potência ou eficiência) vc não acha?

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