Temporada desastrosa
Por José Nilton Dalcim
18 de novembro de 2013 às 18:06

Ainda bem que tivemos tantas alegrias com os duplistas mineiros, ainda bem que Teliana Pereira reergueu o tênis feminino. Porque do lado dos rapazes de simples, a temporada foi um desastre. Analisando os dados que coletei nos últimos 30 anos, poderia facilmente dizer que esta foi, senão a mais fraca de todas, uma das duas piores.

Para começar, terminamos sem um top 100, o que só ocorreu outras três vezes desde que o ranking da ATP foi criado. Em 1977, Carlos Kirmayr era o 120º do mundo; em 2006, Thiago Alves ficou como nosso número 1 ao ser 106º; e na temporada seguinte, Marcos Daniel terminou na frente, como 118º. Só por esses números já dá para ver como foi ruim este ano, já que Thomaz Bellucci é o mais bem classificado, como 125º.

Não foi só. Com Belllucci em má fase e contundido, não tivemos sucesso em nível ATP. Pior ainda. Mesmo com alguns experientes tenistas conquistamos tão somente quatro torneios challengers nestes 11 meses, com Bellucci, Rogério Silva, Guilherme Clezar e João Souza. É algo semelhante ao que aconteceu em 2008 (quatro títulos) e 2007 (três). Só para comparar: em 2005, já com Guga Kuerten fora de combate, ganhamos oito.

É fácil perceber que, para nossa realidade, ganhar poucos challengers reflete diretamente no ranking e na escassez de top 100. E por isso mesmo, também não fica difícil entender que a diminuição no calendário caseiro desse tipo de torneio na atual temporada causou dificuldades, ainda mais porque os brasileiros não aproveitaram bem as oportunidades, com uma ou outra exceção. Até mesmo os futures rarearam.

Se compararmos a classificação dos brasileiros ao final de 2012 e 2013, vemos que Bellucci obviamente despencou do 33º para o 125º, com o atenuante da parada por contusão. Rogério e Feijão se mantiveram praticamente estáveis: o primeiro era 126º e agora foi 132º, enquanto o outro saiu de 144º para 139º. Foi mais ou menos o que aconteceu com Ricardo Hocevar (235º para 246º). Queda vertiginosa vivem Thiago Alves (130º para 385º) e Leonardo Kirche (201º para 490º).

Como nem tudo pode ser má notícia, a esperança em cima de Clezar e Thiago Monteiro aumentou. O gaúcho voltou a vencer um challenger, marcou primeiras vitórias sobre os top 100 e se firmou no nível intermediário, o que resultou na subida de 236º no ranking final de 2012 para seu atual recorde pessoal de 156º. O cearense se aventurou nos challengers e mostrou progresso em vários quesitos, avançando quase 170 posições (437º para 270º). Ainda presos aos futures, Bruno Sant’Anna, João Pedro Sorgi e Tiago Fernandes estacionaram.

Duplas – Nunca gosto de um Blog pessimista, então é fundamental lembrar que Bruno Soares e Marcelo Melo se tornaram nesta segunda-feira os primeiros duplistas brasileiros da história a encerrar um ano na faixa dos top 10: Bruno como terceiro e Melo, em sexto. Antes deles, Cássio Motta terminou como 13º, em 1983. Apenas Gustavo Kuerten chegou lá em simples, nas temporadas de 1999 a 2001. É preciso se orgulhar dos mineiros.

Da mesma forma, Teliana é a primeira mulher a encerrar no top 100 desde Andrea Vieira e Niege Dias, em 1989. A melhor marca está muito distante: Niege foi 32º ao final de 1988, muito acima do então número 1 masculino, Luiz Mattar, que era o 44º.

Copa Davis – Como o assunto já foi muito bem explorado por Sheila Vieira no seu post de ontem, registro apenas a extraordinária forma atlética de Radek Stepanek, bicampeão da Copa Davis aos 35 anos num time em que divide tudo com Tomas Berdych. Um feito extraordinário, ainda que a Sérvia tenha jogado desfalcada.


Comentários
  1. Marcos Cezar

    Tudo começa da base, mas vemos que as CBT e as Federações não dão a importância necessária aos tenistas juvenis. Hoje pelo que vejo nos torneios infantos a desorganização e a falta de respeito com os jovens tenistas, como por exemplo: falta de arbitragem no jogos, bolas em condições precárias nos jogos, quadras ruins, favorecimento a alguns. Tudo isso desmotiva e faz com que muitos desistam.

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  2. Luiz Fernando

    Prezado lógico, respondendo ao seu comentario das 19:09 de ontem, escreva algo que de fato lógico, faça jus ao nick q vc adotou, pois suas postagens sao absolutamente Ilógicas. Veja, ao postar q Rafa está atras de Rosol na sua classificação pessoal, vc apenas denota seu descaso p com o esporte q vc de dispõe a comentar, pois é algo patético e sem qualquer lógica. Seria o mesmo q eu, em represália, postasse q o aposentado está atras do Zé Staka, do Brands, do Nishikori e outros manés q o venceram neste ano. Quanto as “graves ofensas feitas”, será q postar “como os caras estão sofrendo” é ofensa? Acho q vcs estão muito sensiveis não? Por outro lado, como vcs nunca reconhecem os meritos do adversário, atribuindo todo o sucesso a recursos ilicitos, os adjetivos p rotula-los são muitos, e nao creio q “recalcado” ou invejoso” seja ofensa, acho q está mais p realidade. Como pessoa culta q vc aparenta ser, pesquise “recalcado” no google e lerá, na primeira citação: Insatisfeito; Reprimido; Desejoso não satisfeito; Crítico sem motivo aparente.
    Concorda q está totalmente pra realidade? Grande abraço.

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    1. Orlando

      Se o Federer é aposentado, pq então ainda vejo ele nos jogos?? a pessoa quando está aposentada normalmente fica em casa, né??? acho q vc está enganado, pois Federer ainda está jogando, não anunciou a sua aposentadoria….acho q vc tem sofre de um complexo de inferioridade por nãosaber jogar tênis igual a ele ( aliás, vc sabe jogar tênis??? ), cara, vc tbm é outro q só fala lorotas…..não sei o q é pior: ver o seus comentários, ou assistir um jogo do John Isner contra o Nadal

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  3. Marquinhos

    Coitadas das Nadaletes-Chilenas. Até no Chile Nadal levou uma surra do Djokovic.
    Eu acho que 2014 será um repeteco de 2011, com o Sérvio finalmente vencendo RG e com Roger vencendo um Slam.

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    1. Carlos Reis

      Massa foi a vitória do grande D.Nalbandian, cracaço argentino… A vitória dele sobre o Federer no Masters de 2005 foi qq coisa… Esse cara Eu respeito e muito… Quando Eu penso na quantidade de títulos que A FARSA espanhola tem, penso: “Porque esse mundo é TÃO injusto!!?? Porque?!”

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  4. Gildokson

    Vivemos em país que respira futebol, esse pra mim é o maior motivo de nunca termos na verdade um time tão forte de tenistas. que consigam se manter entre os verdadeiros top. Falta investimentos, falta um monte de coisas, o Guga mesmo estava outro dia na tv reclamando, então não à muito o que falar sobre o assunto.
    Eu até gostaria de estar aqui falando DOS MELHORES JOGADORES DE TODOS OS TEMPOS, sendo eles alguns. brasileiros, mas… são eles Federer, Nadal, Borg, Sampras, Leaver etc… meu caro Neto. De qualquer forma peço desculpa ao Dalcim que realmente tem a santa paciência rsrsrs, porém vazia? Ah isso minha vida não é.

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  5. Luiz Fernando

    Engraçado, o aposentado sempre participou do torneio de Doha, mas nesse ano ele vai p… Brisbane! Porque será? Será q tem a ver q em Doha estarão Rafa, Murray, Ferrer, Berdych? Q situação, agora o suposto (e poe suposto nisso) maior jogador de todos os tempos prefere o challenger de Brisbane ao disputado torneio de Doha, sinal dos tempos…

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  6. Denis

    Dalcim, o que vc achou dessa decisão da ATP de mudar o ATP de Bancoc para Shenzen?
    A já desinteressante etapa asiática não fica ainda mais chata com a centralização de três torneios seguidos em um único país?

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  7. Renata Mozila

    Acho que quem teve uma temporada desastrosa foi Fedi, péssimo ano dele, só perdeu…. tive que aguentar meu namorado vendo todos os jogos dele, ficando com raiva e chorando, enfim… enquanto Fedis fica nadando nos milhões dele eu aguento a chatice do Momis =|

    Beijo NADAL dos tiques

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    1. RENATO

      Dalcim divirjo de vc em apenas uma aspecto. O ano não foi desastroso. O tênis brasileiro o é, sempre foi com as exceções que conhecemos. Acho que dupla é outro jogo de tênis. O que vale é simples. Segundo não temos jogadores! Chega de rombolis, alves, feijões, fernandes, kirsches e outros medíocres. Inclusive juvenis com exceção quem sabe da Bia. Terceiro quem se contenta com Teliana não almeja nada. Se jogar com a Serena o jogo não demora meia hora! Pode ser que seja lutadora mas não tem talento e técnica alguma! e olha que foi empurrada hein!Acho que até minhas filhas que nunca jogaram com o apoio que teve e tem chegariam lá!Quarto. CBT que proporciona turismo a todos esses meia boca passearem por aí com nosso dinheiro do correio. quinto alguém disse do presidente da CBT está na hora de remover esse entulho de incompetência e começar tudo de novo. Seis O tênis que todos gostamos perde até para o tênis de mesa na preferência do torcedor brasileiro! e sete Meus parabéns conseguir ser comentarista de tênis nesse país é puro sacerdócio prá não dizer masoquismo pois não tem nada de bom prá ser comentado. Obrigado pelo espaço!

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  8. Xingu

    Gostaria que falassem mais a respeito dos comandantes da CBT. Tiraram o antecessor com a polícia, e será que vai precisar de novo? É mais fácil trocar o comando do tênis brasileiro do que trocar todos os jogadores, como fazem no futebol. Quem vai ter coragem? Os resultados do trabalho deles está aí, má administração pura, dinheiro indo para o lugar errado, e dinheiro tem, ou será tudo culpa dos jogadores que eles investem? Acredito que o fim do túnel ainda não chegou, se não mudarem o comando as coisas ainda vão piorar porque olhamos para 2014 e temos apenas o Clezar e o Monteiro despontando, é muito pouco pelo tanto que entra, tem coisa muito errada ai, precisamos descobrir. estamos de olho.

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  9. Sergio Ribeiro

    A coisa ta feia mesmo Dalcim. Mas se observarmos o que esta acontecendo no USA e na Austrália , onde Hewitt no desespero afirma que Tomic vai vencer Slan e entrar pro TOP 10, e’ sinal que temos que ter paciência . Houve uma entressafra de Saibristas sim, a ponto que Soderling foi o único Cara a vencer Rafa Nadal em Rolanga. Este cara se os Adolecentes nao sabem , chegou a TOP 4 sem vencer SLAN e tendo o mesmo número de Finais de Philipoussis ( 2 ).Mas estou com BORG, o verdadeiro Rei do Saibro se chama Rafa Nadal.Abs!

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    1. Igor Menezes

      Robin Soderling, percentual de vitórias na carreira: 65%
      Mark Philippoussis, 60,5%. Preciso dizer mais? Acho que não…
      Mas nem precisava desse “pequeno detalhe”, só o fato de ele ter vencido o maior jogador da história em um único piso, já o eleva a um status acima. Abs!

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  10. Henrique Farinha

    Dalcim, eu até acho que a temporada está acima do nível do esporte por aqui. Poderia ser ainda pior… Ter duas duplas em semi de ATP Finals é um “aborto da natureza”, fruto de talentos muito acima da média com empenho idem. Dos recém-profissionalizados no masculino, penso serem Guilherme Clezar e Tiago Monteiro os que nos dão mais esperanças. Thiago Fernandes foi prejudicado pelas contusões, mudança de trabalho e, na minha visão, ainda está refém da pressão que põe sobre seus próprios ombros. Ele precisa esquecer a hipotética obrigação de ser o substituto de Guga por ter sido #1 do mundo no juvenil. Monfils e Tipsarevic, para ficarmos nesses dois, também foram e nem por isso viraram líderes do ranking profissional. E ainda penso que o feminino pode nos dar mais alegrias do que se imagina em médio prazo, seja pela pobreza da nossa história nas últimas duas décadas, em que qualquer evolução é notada, seja pelo esforço da guerreira Teliana Pereira – não me canso de admirá-la, essa menina é um exemplo! – ou pelo despontar de jovens que prometem, com Bia Maia à frente. Abs!

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, Farinha, mas duplas é outro universo. Se falarmos em simples, foi sim uma temporada ruim. Quanto ao Fernandes, não é só uma questão de confiança, mas de golpes. O backhand dele é fraco para um nível top 200. Abs!

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      1. Henrique Farinha

        Dalcim, concordo quanto ao Fernandes, mas costumo evitar comentários mais técnicos sobre os juvenis ou recém-profissionalizados, pois isso me põe em posição difícil. Frequentemente assisto a jogos no circuito, muitos me conhecem e alguns não gostam de discussões técnicas, levam para o lado pessoal. Quando não vem aquela história de que, se vc não é técnico ou jogador, é cego, não sabe nada etc.. Como se o Paulo Vinícius Coelho, para ficarmos em apenas um notório comentarista de outro esporte, precisasse ser craque de futebol ou técnico para entender o que se passa… Ou como se vc, o Chiquinho, o Cossenza, a Sheiloka e outros precisassem ter sido Top 10 para analisarem uma partida de tênis. Como se não acompanhassem o circuito, não viajassem ou estudassem a fundo o esporte. Essa resistência em ouvir verdades que saltam aos olhos é algo que talvez mereça um post… rsrsrs. Abs!

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  11. Denis

    Dalcim, analisando o ranking de duplas percebi que, com exceção do Dodig, todos os top 10 tem trinta anos ou mais. No top 20 eu encontrei apenas três com menos de trinta, sendo que a idade mínima é 27 anos (Granollers), enquanto temos vários com mais de trinta e cinco (Bryans, Paes, Zimonjic). Olhando um pouco mais para baixo, vemos vários outros trintões e quarentões, Mirnyi, Nestor, Llodra, Buphatti, etc…

    é óbvio que o físico pesa bem menos nas duplas, mas existe algum motivo para o auge dos duplistas ser alcançado com uma idade tão maior em relação a simples? Não existem fenômenos nas duplas? Ou todas as promessas sempre tentam primeiro se dar bem em simples antes de levar a sério o circuito de duplas?

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    1. José Nilton Dalcim

      Bom, o primeiro critério é exatamente esse: primeiro simples, depois duplas, o que explica boa parte da idade mais avançada. Quanto a fenômeno, os Bryan são sem dúvida o maior deles, até porque praticamente nem tiveram carreira de simples.

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  12. Gildokson

    Poxa o Federer admira o Sampras, mas se eu fosse o gênio, também diria que não conseguiria dormir direito sem completar o Career Slam… aliás acho que nem Agassi trocaria esse feito pelo h2h.
    Sampras vai ganhar RG! pra poder falar algo.

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  13. Neto

    A vida desses caras deve ser muito vazia. Como conseguem transformar um post sobre tênis brasileiro numa discussão (como sempre) sobre Federer e Nadal?
    Chega a ser patético.
    Dalcim, como você aguenta

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  14. Humberto de Campos

    Caríssimo Dalcim,
    se há algo que o caracteriza, além do conhecimento sobre o esporte, é a tolerância.
    Assim, causou-me espécie a forma como você justificou ao “Lógico” a supressão de um comentário dele, cujo conteúdo, brincalhão, não difere, na essência, de outros chistes que visam a debochar, p. ex., do Federer e que não foram guilhotinados por você (nem deveriam, não é mesmo?)
    Pela coerência que você costumeiramente demonstra, não se poderá, doravante, fazer troça com tenista algum… Seria agora esse o padrão? (brincadeira)
    Acredito, contudo, que o acontecido é uma exceção que confirma o que creio ser regra deste blog: não havendo comentários infames, há a garantia de sua publicação, mesmo despropositados.
    Se estiver errado, desculpe-me.

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    1. José Nilton Dalcim

      O post em questão era apenas uma provocação a outro internauta, que havia feito uma lista semelhante. Acho que publicar esse tipo de coisa apenas contribui para diminuir o principal objetivo do Blog que é discussão sadia. Abs!

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  15. Rafael Wüthrich

    Dalcim, por que os duplistas vem fazendo mais sucesso que os simplistas? O circuito de duplas é ainda mais equilibrado que o de simples, e temos 2 top 10.

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    1. José Nilton Dalcim

      Segundo um grande psicológo, boa parte disso pode ser creditada ao fato de que a dupla divide responsabilidades e é possível ter um motivando o outro o tempo todo. Isso difere da simples. Abs!

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      1. Fernando Brack

        Mas, Dalcim, este fator está à disposição de qualquer duplista. Ser top 10 nas duplas, como de resto em qualquer atividade, é uma façanha extraordinária. Não existe explicação simples e óbvia para o sucesso de Bruno e Marcelo, tanto quanto não existiu para o sucesso de Guga, de Maria Esther ou de quem quer que tenha se destacado.
        O que faz competidores atingirem tal nível de sucesso é sempre uma conjunção de vários fatores, que, além de tudo, precisam se combinar no momento certo. Como costumamos dizer, uma verdadeira loteria.
        Abs

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  16. Luiz Fernando

    Enquanto os recalcados e invejosos aqui do blog ficam despejando suas baboseiras, Rafa participa de atividades com crianças, é recebido pelo presidente do Chile e é reconhecido por onde quer q passa como um grande campeão. Como ele deve estar preocupado com o q se posta aqui kkkkkkkkkk!!!!!!!!!!!! COMO OS CARAS TAO SOFRENDO KKKKKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!!!!!!! Calma, federtes carentes, ano q vem ta aí, vem mais chumbo kkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!!!!!!!!

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    1. O LÓGICO

      Na hora que o Guru conseguir explicar qual o critério moral dele para deixar passar um comentário como este dirigido e ofendendo os comentadores, enquanto barrou um meu que se tratava apenas de uma lista inofensiva, kkkkkkkkkk, em que ponho, LOGICAMENTE, kkkkk, o Rosol à frente do robozinho, eu juro que passo a torcer para o assassino do tênis arte e me declaro um louco, kkkkkk.

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  17. Samuel

    Nos círculos de interessados pelo tênis as duplas são vistas predominantemente com desprezo. Quando são vistas! Tevês e torcedores não parecem fazer questão de acompanhar os duplistas no dia a dia destes. Aprendem desde cedo que jogar duplas é atividade de velhos.

    A “sorte” é que Marcelo Melo e Bruno Soares conseguiram inúmeros diversos feitos importantes e bastante recentes: conquistaram um Master 1000, foram vice-campeões em Grand Slam, venceram os Bryans na Davis, encerraram o ano no grupo dos dez melhores e alcançaram as semifinais do atualmente chamado ATP Finals. Na minha opinião, são muitas conquista para que somente agora, nos últimos dias, se comece a dar alguma atenção para a existência deles.

    Deve ser desmotivante ter uma torcida assim. Mas essa mentalidade nasce nas academias.

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  18. Emílio

    Concordo em gênero, número e “degrau”, Dalcim. Os números não mentem. E eles indicam uma das piores temporadas para os tenistas individuais masculinos, uma das melhores nas últimas décadas para as meninas e a melhor da era aberta para os duplistas masculinos. Então, no geral o saldo é positivo!
    Até porque quero acreditar que a temporada de Bellucci foi atípica e que ele tem totais condições de voltar( e rápido) pelo menos ao top 50. O que ele precisa, na minha modesta visão de tenista amador e acompanhante assíduo do circuito, é de cuidar do físico e de desenvolver táticas para usar melhor os grandes golpes que já tem (saque e forehand). Inclusive uma coisa está relacionada à outra, uma vez que ele costuma forçar demais e isto desgasta. Tanto pelo exagerada intensidade do jogo em momentos inoportunos (que quase sempre cobra seu preço, muitas vezes nos momentos decisivos), como pelo prolongamento do mesmo, em virtude dos erros não forçados que sua atual (ou falta de ) tática produz, fazendo com que ele tenha que jogar desnecessariamente mais pontos, games e sets, o que muitas vezes o leva a derrotas que não eram para acontecer. Deveria cadenciar mais, usando suas grandes armas para controlar o o jogo e utilizá-las em seu potencial máximo somente nas horas adequadas, mantendo a confiança nas mesmas. Em outras palavras, cair na real ( top 10 não dá, mas pode se firmar no top 30 e até beliscar um top 20 em temporadas que tudo der certo) e se conscientizar que ele não é Federer e nem Sampras para ganhar baseado em winners, muito menos nas primeiras bolas. Insistir nisto, principalmente nos grandes torneios, só vai continuar levando-o à perda de confiança, degaste emocional e físico e maus resultados.

    E quanto aos demais, ainda estamos esperando por uma feijoada completa e confiando nos mais novos. Mas o caminho hoje é árduo. Como já disse André Sá, a longevidade dos tenistas aumentou muito e surgem poucas vagas por ano no top 100. Eles (e nós) precisam de ter esta consciência e paciência, balizando o trabalho, metas e resultado nesta realidade. Por exemplo, as grandes esperanças americanas, Ryan Harrison e Jack Sock, até mais velhos que Clezar, tb terminaram o ano fora do top 100.
    E por falar em top 100, está todo mundo falando que Teliana está garantida este ano neste grupo, bem como no AO. Até acho que isto vai acontecer e estou torcendo por isto. Mas Dalcim, alguém fez realmente estas contas? Por exemplo, estão rolando dois ITF´s de 75K+H (dá 130 pts para a vencedora) esta semana e estão inscritas umas quatro tenistas logo abaixo da Teliana. Até o final do ano ainda vão acontecer outros de 25K, inclusive um no Brasil que a própria vai jogar (daí eu achar que ela consegue). Qual a fonte desta informação de garantia da quebra dos jejuns? Estou preocupado pois a mídia especulou muito com a participação dela nos slams anteriores, que acabou não acontecendo. A menina não merece mais uma frustração deste tipo.

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    1. José Nilton Dalcim

      A questão é simples, Emilio. O ranking para a Austrália fecha no dia 2 de dezembro. No feminino, entram 108 tenistas diretamente pelo ranking. Então é completamente improvável que a Teliana caia de 97 para 105 ou 106, a ponto de correr algum risco por conta de “rankings protegidos”. Abs

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      1. Emílio

        Fecha em 2/12? Então está garantida a participação da Teliana (tinha lido em algum lugar que fechava em 30/12).
        Até 2/12 ela cai no máximo para 99 (tem duas que ainda estão vivas nos torneios desta semana). E contando que a Bartoli não vai participar, a lista fecha no 109 menos os tais rankings protegidos, mas mais outras eventuais desistências.

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          1. Fernando Brack

            ATP? Bem, suponho que a WTA use o mesmo critério, certo?
            Aliás, por ser um Slam, trata-se da ITF. Mesma coisa?
            Abs

          2. José Nilton Dalcim

            Desculpe, no caso WTA. Apenas os challengers (21 dias) e futures (15) têm data diferente de inscrição.

  19. MARCOS

    Caramba que saco esse mimimi de nadal x federer hein?!!! Parece coisa de menininha menstruada!!! Já me lembrei rapidinho porque parei de ler os comentários dos “leitores” do blog! Só tem aborrecente…

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  20. Roger Fedeiros - O Crédulo!

    Rod Laver e Philippoussis disseram que Mr. Hauser pode ganhar mais um GS… e que pode ser inclusive o próximo AO!

    Opinião desse quilate, principalmente do primeiro (apesar de ser uma opinião meia que contaminada pelo lado torcedor), eu respeito, sem sombra de dúvida! E, pra engrosssar o calibre da opinião de grandes entendores de tênis, na verdade, até mesmo pra dar uma valorizada nestas opiniões, euzinho vou concordar, e digo mais… EU ACREDITO!… senão vejamos:

    1) Andy Murray provavelmente estará fora do torneio (já disse que só vai se for pra ganhar… e voltando de cirurgia não é pra qualquer um não… kkkkk).
    2) Com o Ogro de um lado e o Lobo Mau do outro, fica difícil, MAS, vai que aparece um “caçador” como Delpo ou zebras como em WB/13 (treze?…. vixe!).
    3) Se uma das feras for abatida pelo caminho, e se for do lado do “Ricardão”, a chave, teoricamente, fica aberta, e o caminho, no meio da floresta, aparentemente fica livre.
    4) Só que no “meio do caminho tinha uma pedra” e o GOAT pode ainda ter que pegar no pesado (não é seu forte)… (Ferrer, Delpo, Tsonga, Berdich…), mas, convenhamos, já fica mais fácil.
    5) Ainda assim, lá na final pode encontrar uma das temidas feras, mas, é final… e tudo pode acontecer…. clássico é clássico… apesar de que freguesia é freguesia… kkkkk
    6) Agora… se a temporada de caça estiver mesmo aberta… e os caçadores, com a pontaria nos “trink” abaterem as duas feras lá no início do torneio, o caminho e o portão estão abertos… e aí chapéuzinho chega tranquilo na casa da vovó…

    … a não ser que, só pra contrariar o bom velhinho, seu velho freguês, e até euzinho mesmo, entre outras opiniões de peso, ele resolva parar pelo caminho para apreciar os docinhos da farta cesta que ele tem (e que cesta hein?… se fosse eu… pararia… kkkkkkkk)

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  21. Andre Barbosa

    Dalcim, você saberia me dizer quanto as pessoas ganham para ficar malhando o Federer e/ou o Nadal aqui no blog? Porque sinceramente, eu não vejo outro motivo para escreverem tanta abobrinha! Abs e continue com o belíssimo trabalho, o blog já se tornou leitura obrigatória!

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  22. O LÓGICO

    Caramba, o Guru é nadalzete mesmo, kkkkkkkkkk. Eu postei minha rela dos 11 de todos os tempos e não passou. Só porque eu coloquei o robozinho do mal como n11 atrás do Rosol?

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      1. O LÓGICO

        Mas é a minha opinião sincera, Guru, mesmo que pondo um termo inadequado, como o Rosol, kkkkkkkkkkkkkk, tenho certeza que as pessoas entendem a razão, que eu me dispenso de explicar porque sei que você é inteligente.

        Não vi e não vejo nada demais no que escrevi, mas se você quer tornar seu blog pudico, deveria começar expelindo os caras que xingam os comentadores. Às vezes acho que você fica meio sem saber o que fazer com essas questões, pois num mesmo post você já censurou o pensamento de alguém, com a mesma desculpa que faz com o meu agora, e deixou passar xingamentos absurdos a comentadores. Lembre-se de que seu blog é público, e exercer o pensamento nesse espaço é um direito de quem aqui vem.

        Mas eu te lanço uma pergunta que já fiz a você e nunca recebi resposta: a não ser por direito de resposta, e olha que em muitos casos deixo passar, na boa, xingamentos, em qual momento eu xinguei algum comentador? Agora, se é porque não gosto, aliás detesto o tenista dopalito nadal, e nem o admiro como pessoa, aliás tenho profunda conviccção do mau caratismo esportivo da dupla do mal ( ele e o tio, kkkkkkk), ah meu caro, saiba que você teria que censurar o pensamento de muita gente – no mundo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  23. Marquinhos

    Tem um rapaz que escreveu que Sampras, Becker, Borg e outros disseram que Nadal é maior e melhor que Federer. Por favor, chega de blábláblá e manda o link ai. Que sejam declarações recentes.

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  24. Lucas

    ………….
    É frustrante.
    Parece q tudo está errado no Tênis Brasileiro.
    Não sabemos sequer como surgiram Maria Esther e Guga.
    Nessa lógiva enigmática podemos até ter outro jogador desse naipe futuramente, pq não ?
    Mas o fato é q temos ao lado um país q faz sucesso nesse esporte há anos e nós mal conseguimos COPIAR o modelo dos caras.
    As variáveis do fracasso são muitas, mas uma delas se destaca : a nossa INCOMPETÊNCIA.

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    1. Samuel

      Se o tênis estivesse sendo levado a sério como é na Espanha, na Austrália, na França e nos Estados Unidos (países ricos), ou mesmo na Argentina, Rússia e China (países com menos renda do que a do brasileiro), isso não seria garantia alguma de títulos de Masters 1000 ou de Grand Slam para nossos compatriotas. Mesmo assim, provavelmente teríamos 5 ou 10 jogadores e jogadores entre os 100 melhores. Isso, com toda certeza. Para mim, já seria excelente.

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  25. Roger Fedeiros - O GOAT!

    Os “without brain” agora tão com uma conversa mole dizendo que não houve grandes saibristas na geração Nadal, tentando revidar o fato sabido e cantado em prosa e verso, de que a “era mágica” foi marcada por uma entressafra, onde quem tinha um olho posou de rei… kkkkkk… Olha aí o padrão do “Ricardão do tênis” de novo gente!

    Vamos então colocar um pouco de lógica nessa conversa:

    1) Não existia e nem existem bons saibristas, tanto é que o único que deu trabalho pra o Nadal e até abiscoitava alguns torneios era o GOAT (sic). Vemos então que um especialista em duras, rápidas e gramas era o único a ameaçar o Rei do Saibro, e isto prova, por sí só, que Nadal nunca enfrentou nenhuma ameaça séria (kkk esse final foi ótimo!… E o pior é que é verdade! Não enfrentou mesmo!).

    2) Com o item 1, então, boa parte do circuito e dessa geração já foi considerada fraca pelos “especialistas”.. kkkk… Agora que vem o pior… (item 3)

    3) Nadal é saibrista, mas era o único que “encarava” o “Ricardão” na grama, nas duras e até nas rápidas, chegando a abiscoitar vários torneios, e até mesmo 5 GS fora do seu habitat (nem vou lembrar que o contrário não é verdadeiro)… e com isto o restante do circuito e dessa geração foi jogado na mesma vala… kkkkkk…

    Donde se deduz… logicamente que:

    A grande verdade é que não havia “neguim” bom o suficiente pra falar grosso com o GOAT (sic)… bem… apareceu por esse tempo um adolescente “curumim” teimoso, baloeiro e todo sujo de barro que resolveu “macular” a história do tênis e do GOAT (sic)…!!! … kkkkkkkkkkkk… e o tênis nunca mais foi o mesmo… kkkkkk

    A “era mágica” foi na verdade uma hipnose coletiva… uma grande ilusão… kkkkk…. e sem trocadilhos!

    Eita lógica cruel!!!!

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    1. Igor Menezes

      Sem contar nos gênios que fizeram final de Wimbledon com Roger. Andy Roddick três vezes, dono de apenas 1 Slam e nenhum major na grama… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Mark Philippoussis que nunca passou de um 8º lugar na ATP, não serve pra segurar a raquete nem pro Ferrer top 10 há anos e top 5 consistente, chegando até a 3º do ranking e que possui o dobro de títulos de philippoussis… kkkkkkkkkkkkkkkk
      Andy Murray que não havia vencido nenhum Slam ainda… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Rafael Nadal, saibrista do balão e juvenil ainda….. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Quando virou homem, em 2008, pau no suíço!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Esses foram os grandes adversários de Roger na grama????? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk “Como os caras estão sofrendo… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk”

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      1. Leonardo

        Você, como sempre mostrando desconhecer o tenis e caindo em contradição. O Nadal é profissional desde 2001 e só conseguiu virar “homem” no longínquo ano de 2008? hahahaha
        O tal fraco Andy Roddick, meteu no Nadal um 6-0, 6-3, 6-4 no Us Open de 2004. Se ele era tão fraco assim, não poderia ganhar tão fácil assim.
        O azar do Roddick foi ter se deparado na carreira com um certo suiço, além de jogar numa época onde o circuito era bem mais dificil, com dezenas de postulantes aos títulos, ao contrário do circuito fraco de hoje, que só 3 a 4 jogadores tem condições de levar os grandes torneios.

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        1. Igor Menezes

          suahsuahsuahsuhaushaushuas Quer dizer que em 2008, aos 22 aninhos de idade, é longíquo??? kkkkkkkkkkkkkkkk Cara, tu é muito engraçado… rsrs
          Você puxa um jogo de Roddick contra Nadal quando o espanhol tinha 18 anos e quer que eu te leve a sério??? shuashuahsuahsuahushas
          Dezena de postulantes de título??? Ou rodízio pra ver quem iria perder de Roger na final??? kkkkkkkkkkkk
          Hoje sim, existem mais postulantes (de verdade) aos grandes títulos, já que 4 tenistas é um número maior de opções do que 1, não???

          Responder
          1. Leonardo

            Sim, 7 anos é algo deveras longo. Tu não tem noção de tempo não? Quase uma década.
            O Nadal com 18 anos já jogava há 3 anos de circuito profissional. Já havia passado da hora de estourar. O Lawyton Hewitt, tido para vc como geração fraca, já era n°1 aos 20 anos.
            E não se esqueça, Roger Federer foi número 1 do mundo por 302 semanas e tendo o Nadal já experiente no circuito.

          2. Igor Menezes

            Como Hewitt não é fraco??? Um sujeito que foi nº 1 por 76 semanas e tem um currículo inferior a Andy Murray, quarto melhor tenista da atual geração e que nunca conseguiu ser nº 1, não me faz respeitar sua geração… Hewitt é inferior a Andy, como provo abaixo, e isso só mostra que sua geração sim é muito mais fraco que a atual…
            Hewitt, 2 Slams e nenhuma outra final; Murray, 2 Slams e mais outras 5 finais de Majors;
            Hewitt, 2 Masters1000 e outras 5 finais; Murray, 9 Masters1000 e mais outras 3 finais;
            Hewitt percentual de vitórias: 71%, Murray, 76%.
            Hewitt, 28 títulos até 32 anos; Murray, 28 títulos até 26 anos.

      2. André Luiz

        Roddick era muito mais perigoso do que Nadal em superfícies rápidas. Nadal também já ganhou títulos no saibro e na grama de Soderlilng, de Berdych etc. dentre outros menos cotados.

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      3. Sergio Ribeiro

        ANDY Roddick foi citado , o Cara fez a Final de Wimbledon perdendo no quinto Set por 16 x 14 . Se aposentou com h2h positivo contra Novak. E eliminou tanto ele quanto Rafa Nadal em SLAN , MasTer 1000….Fraquinho o Rapaz.O Adolecente nunca deve ter visto Mark ‘ Scude” Philippoussis jogar. Nao devia ter nascido ainda.rsrsrs..Absz,

        Responder
    2. Leonardo

      Você como sempre, fala muito mas não diz nada. Diga ao menos um grande saibrista de 2005 para cá, fora o Nadal, se quiser embasar a sua opinião.
      O espanhol só foi páreo ao Federer nos slams quando deixaram a grama lenta em 2007 e nos outros slams sintéticos.

      Responder
      1. Igor Menezes

        Fácil… Grandes saibristas enfrentados em final de Roland Garros por Rafa: ROGER FEDERER 4 vezes… Não esqueçam que o suíço foi criado e crescido no saibro, é um jogador de base, seu primeiro título de Masters 1000 foi no saibro, e ele fez 5(eu disse CINCO) finais em RG, o mesmo número de finais que ele fez na Austrália e nos Estados Unidos… É óbvio que é um especialista, já que se não existe Nadal, ele teria 5 ou 6 títulos de Slam no saibro… E seria endeusado por ser o rei em todos os pisos… Não se esqueçam que ele é o “GOAT” e possui 17 títulos de Slam… Mas RAFA não permitiu isso… NOVAK DJOKOVIC 1 vez… O sérvio também é um jogador criado no saibro, e apesar de preferir o sintético, também é um jogador de base, com excelente defesa e preparo físico sensacional, além de ótimo nas trocas de fundo (isso não é ser especialista no saibro, eu imagino…), o sérvio possui títulos em todos os Masters 1000 da temporada no bairro, batendo Nadal na final de todos esses torneios, e mais dia menos dia, tem tudo para vencer RG e não apenas uma vez… Com 6 Slams e 3 Finals até o momento, o sérvio já é um dos grandes da história e se equipara a Becker e Edberg, mas tem potencial pra mais ainda… ROBIN SODERLING… Não seria um grande especialista no saibro o único jogador da história capaz de bater o rei Nadal em Roland Garros??? rs Lembrando que ele foi top 4, incluso deixando Murray pra trás no ranking, fez 2 finais de RG, e também bateu Roger Federer no Slam do saibro… DAVID FERRER… se não é um gênio, é infinitamente superior a Mark Philippoussis, pois é top 5 consistente há tanto tempo, chegando até a ser 4 e 3 do mundo eventualmente… o australiano nunca passou do 8º posto e não durou muito no top 10… sem contar que David possui o dobro quase de títulos de Mark, e seus títulos ainda são de maior expressão que os de philippoussis… Tirando MARIANO PUERTAS (já que sou justo), todos os asversários de RAFA no saibro são descaradamente mais qualificados que os de ROGER na grama. Chega a ser piada dizer o contrário… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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        1. Rafael Wüthrich

          Roddick sempre foi um especialista na grama com seu poderoso saque. E Philippoussis era um excelente sacador/voleador. Poderia citar outros, até 2006; de 2007 em diante, a grama ficou mais lenta e o jogo cada vez mais do fundo de quadra.

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        2. Leonardo

          Õ mania de vcs nadalistas fanáticos de escrever tanto e não dizer nada.
          O Federer e o Djokovic não são saibristas, mas se aproveitaram da lacuna da falta de especialistas.
          É só observar o estilo de jogo deles para saber qual a especialidade de ambos.
          Mas como vc não sabe discernir estilos de jogos, não dá para conversar. Recomendo muita leitura e após, observar jogos.

          Responder
        3. Edu

          Falou nada mais que a verdade. O povo não vê os dois lados. Metem o pau na “escassez de saibristas”, mas se esquecem da escassez dos jogadores de grama. Phillipoussis pode até ser considerado um, mas dos bem fracos, pois até o Nadal e Djokovic são melhores que ele na grama. E se alguém falar que o Roddick é especialista em grama, eu paro de acompanhar tênis kkkkkkkkk. Tá pra nascer alguém com voleio pior que o dele.

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          1. Rafael Wüthrich

            Mas tinha um saque monstruoso, o que na grama sempre foi meio caminho andado. Ele nem precisava ir à rede na maioria das vezes…

          2. Carlos Henrique

            isner tem um saque tão monstruoso qnto e nunca se criou na grama
            mark philippoussis não merecia disputar duas finais de GS nem a pau, jogador de um golpe só

      2. Samuel

        Parece que alguns não entendem o seguinte: poucos jogadores – mesmo “saibristas” – conseguiram dominar o saibro como Nadal fez. Na era profissional, é possível citar no andar de cima, Borg; no andar do meio, Kuerten; no andar de baixo, Muster. OK, vamos dar uma “moralzinha” para Coria, Ferrero e alguns espanhóis. Mas, tirando Borg, jamais outro profissional era tão favorito no saibro quanto Nadal é. Isso ofusca a concorrência.

        É possível arriscar a dizer, sem temor, que Federer e Nadal “estragaram o prazer” de toda uma geração. Kkkkkkkkkkkkkkk!

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      3. Igor Menezes

        Só foi páreo quando diminuiram a velocidade das quadras… ou quando ele deixou de ser juvenil (pois até 2007 ele tinha no máximo 21 anos) e passou a ter idade suficiente e maior experiência no circuito pra brigar pelos grandes títulos??? Eis a questão…

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        1. Rafael Wüthrich

          Para mim, idade não quer dizer nada. Hingis e Chang eram meros adolescentes e chegaram ao topo rápido. Nadal a mesma coisa. Ele pode ter evoluído, mas a padronização favoreceu bastante seu estilo de jogo.

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  26. Rafael

    parabéns para Teliana!! Top 100 em qualquer esporte ou profissão é uma imensa conquista!!!! Com relação ao masculino, o fato é que só mesmo o Bellucci pode voltar ao top 30 ou 20. Tennis ele tem para isso!!! O detalhe, para variar é o mental!!! Não sei como o Bellucci pode mudar esse quadro, só sei que é possível!!! Lembro bem daquele jogo, um Master 1000 onde ele estava bem confiante e apertou bem o Djokovic no melhor ano do sérvio até aqui!!! Federer, Nadal e Djokovic seguidos pelo Murray, são fenômenos, se destacaram desde os 20, 21 anos, 18 no caso do Nadal. Mas esta situação é a exceção a regra. Dizem alguns que o auge de um tenista esta entre os 25 e 29 anos, normalmente!!! Acredito que ele possa voltar a ocupar o Top 30 ou 20, se fizer isso, vai poder ganhar mais alguns títulos até o fim de sua carreira, ainda que sejam de máster 250, no máximo 500. Afinal, qual de nós aqui podemos dizer que já ganhamos mais de $3.000.000 de dólares em prêmios na carreira, seja ela qual for, com apenas 25 anos de idade??? Acho que há muita critica e pouco entendimento entre as pessoas…
    OBS- até que joga tennis domingueiro sabe como é difícil controlar as emoções desse jogo…

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  27. Guilherme de Souza

    Sempre que leio sobre a Teliana no Blog do Tênis fico lastimoso por ela. A coitada pode matar 10 leões, mas nunca será o destaque. Mesmo que seja o único nome do tênis individual do Brasil no top 100, ainda assim será nota de rodapé. Agora, se ela fosse paulista e se chamasse Bia Maia, o tratamento seria outro. E não só o blogueiro, mas todo o tenisbrasil.com.br estaria dando vivas e cantando as vitórias da “maior promessa do Brasil”.

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    1. José Nilton Dalcim

      Você precisa entrar mais no blog e no site, Guilherme… rsrs… Ontem mesmo a Teliana era a principal manchete do site!!! Aliás, nossa notícia foi para a home do UOL. Há duas semanas, fizemos um Bate Bola só com ela… E por aí vai. Abs!

      Responder
  28. Andre Ruiz

    Fala Dalcim, desses todos, a esperança está no Clezar. Sem dúvidas ele tem bons golpes, e uma boa cabeça. Vimos (digo vimos pois vi você la no Harmonia assistindo ao jogo, do lado do Japonês), ele jogando contra o Gabashivilli. Por mais que o Gaba estava classificado, valiam ali uns 6 mil dolares, e ele jogou muito bem. Para mim, ele é bem, muito melhor que o Monteiro, e tem muito mais futuro. Abraços.

    Responder
  29. Antonio Braz

    Dalcim, bom dia!
    O Thomaz Belluci joga um tenis de amador num circuito de profissionais, a bola dele é uma no cravo e outra na ferradura como bem diz um ditado popular

    Responder
  30. MArcelo Calmon

    Dalcim,
    o pior é que as perspectivas não são nada animadoras. Discordo quanto ao Clezar, salvo alguma mudança radical, deverá ser TOP100/200, visto o desempenho em SP.
    E essa situação se deu logo após a era GUGA que deveria ter sido bem melhor aproveitada.
    Dos novos creio que somente o T.Monteiro pode nos trazer alegrias.
    Qual sua opinião sobre o T.Fernandes que não consegue nem passar de qualis em torneios menores ?
    abs

    Responder
      1. Samuel

        Eu assisti à vitória do Tiago Fernandes no Aberto da Austrália juvenil em 2010, salvo engano, contra um tenista da casa. Parecia ser muito concentrado e repleto de recursos técnicos. Lamento seu atual estágio.

        Responder
  31. joao sawao ando

    bom dia,bom o bellucci ,vai ficar entre os 80/90,talvez o clezar consiga alguma coisa e se ficar entre os 50 vai ser a gloria, o feijão tb fica entre os 100,e isso

    Responder
  32. Roger Fedeiros - O Desastrado!

    Temporada Desastrosa…

    1) Belluci, a despeito, dos imediatistas que o desprezam pelos quase 3 anos no top 30 e nosso melhor rankeado pós Guga, acredito que ainda voltará. Otimismo, torcida e crença no potencial do rapaz, que, em algum momento deve espantar os seus fantasmas e voltar a figurar alí pelo top 30.

    2) Terminamos sem top 100… bem, pra euzinho não dói nadica de nada. O que precisamos mesmo é de bons e completos jogadores. O ranking viria naturalmente e com muito mais alegria. A mim, não me enganaria terminarmos a temporada com um dos citados no 100 com o tênis que jogam, e vem jogando, incluindo aí o Belluci. Dói, mos temos mais é que encarar a verdade.

    3) E sem querer contradizer o item 2, Parabéns pela e para a Teliana! Não apenas por estar no top 100, mas, porque isso é reflexo do seu trabalho. Justiça apenas. Acho que é assim que devemos encarar o ranking.

    E pra não perder o costume… esse negócio de nº 7 com apenas um ATPzinho 250 é osso né? Eita ranking “enganoso e consolador!”… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Nesse caso, apesar da temporada desastrosa, Mr. Ernest Hauser ainda terminou foi no lucro!… kkkkkkkkk

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  33. MARINO

    DALCIM, A IMPRESSÃO QUE EU TENHO É QUE OS TENISTAS BRASILEIROS DEMORÃO MAIS A AMADURECER, MAS DE QUALQUER MANEIRA GOSTARIA DA TUA OPINIÃO SOBRE O CLEZAR OU O TIAGO MONTEIRO, ELES TEM TALENTO INDIVIDUAL PARA CHEGAR A QUAL PATAMAR ?
    ABRAÇOS.

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  34. Fernando Brack

    Sobre a final da Davis, eu tenho a mesma opinião do Bruno Louzada quanto ao piso. Acho que a Sérvia vacilou e deveria ter optado pelo saibro, ainda que isso pudesse trazer algum problema ao Djoko.
    O fato é que o sintético coberto ficou muito bom pro Berdych e pro Stepanek, que jogaram bem na casa do adversário, cada qual com seu estilo. Eles são a prova de que Federer e Wawrinka poderiam ter pelo menos 1 título da competição, se Federer fosse um pouco mais patriota e tivesse disposição de jogar o torneio.
    Também ficou por ser explicada a ausência do Djoko nas duplas. Ora, sem um 2º jogador, tava mais que na cara que o jogo do sábado seria o fiel da balança. Os sérvios deveriam ter posto sua força máxima, mesmo que isso significasse desgaste adicional pro Djoko.
    Aliás, quem o viu nos jogos de simples pode jurar que ele tinha energia para uns 10 jogos. O homem tava pilhado, jogou muito bem, com grande vontade, vibrou feito louco e comprovou que virá babando em 2014.
    Bye, bye 2013, ano nefasto, que não vai me deixar nenhuma saudade no tênis.

    Responder
    1. Igor Menezes

      Concordo Brack… difícil acreditar que Berdych/Stepanek possuem 2 Davis e o suíço não conseguiu ganhar nenhuma… Ainda dá tempo, mas não creio que ele vai conseguir… Pra ganhar a Davis falta um algo a mais que faz os tenistas se superarem, tal como John Isner derrotou Roger Federer no saibro em plena Suíça… E isso o bonitão não tem…

      Responder
      1. Sergio Ribeiro

        Philipoussis ganhou duas. Com direito a em 2003 vencer Ferrero com direito a pneu no quinto Set. Além de ter feito mais Finais de SLANS que Ferrer. Como você nao era nascido, pelo menos pesquise para nao viver passando Recibo. Roddick perdeu 4 Finais para Federer com este no Auge. Rafa Nadal se nao tivesse perdido 3 para Novak e duas para Federer fora do Saibro, teria 10 SLANS e nao 5 , nos outros Pisos. Peca a Mamãe para ensinar a lição direito.rsrsrsAbs!

        Responder
        1. Igor Menezes

          Ué?? Nos números de Federer a falta de DAVIS não conta, porque não é um torneio individual… Agora pra favorecer outros de seu interesse conta?? Dois pesos, duas medidas… rsrs Dois vices é o mesmo que nada meu amigo… Por acaso 0x2 é maior que 0x1 ??? Regra básica de matemática simples… Todo número multiplicado por 0, continua sendo 0… David também fez final de ATP Finals, e aí?? Acho que o recibo que eu passei procede, porque eu duvido você achar algum dado inverídico ali… Te desafio a isso. Não gostei do seu comentário porque foi muito cheio de “se”… Porque se fosse assim, eu poderia dizer que se não fosse as 6 derrotas de Roger em final de Slam para Rafa, ele teria hoje 23 Majors e seria o Deus do tênis, imbatível em qualquer quadra… mas… todos sabemos que não é bem assim… não só não é imbatível em qualquer quadra… como também não é imbatível contra todos os tenistas… É a vida… rsrs

          Responder
    2. Leonardo

      Como fãs do Federer temos nossas criticas, mas falar que falta patriotismo é leviandade e cai no lugar comum das nadalestes , que é criticar sem saber da história ou estatistificas importantes. kkkkk
      Roger Federer jogou 58 partidas, sendo 39 em simples e 19 em duplas. Wawrinka 42 partidas.
      Nadal possui 29 partidas, sendo 22 simples e 7 em duplas.
      Djokovic possui 37 partidas, sendo 33 em simples e 4 em duplas.
      Stepanek possui 45 jogos , sendo 26 simples e 19 de duplas
      David Nalbandian, talvez o símbolo mais recente de comprometimento com a Davis, possui 50 partidas, sendo 29 simples e 21 como duplista.
      Resumindo, o Nadal não é tão patriota assim. O Djokovic o é e pode passar a quantidade de jogos em simples do Federer, ainda que ele não se sacrifique tanto quanto o suiço pelas duplas e o suiço provavelmente terá mais jogos ao total.

      Responder
      1. geraldo carvalho

        a espanha possui uma escola de tênis há mt tempo. a suiça depende mt mais de federer do q a espanha de nadal. acho q o suiço poderia tentar mais, mas dificilmente conseguiria. o q o djoko fez foi um milagre. td tem q dar certo p q a sérvia tenha uma chance. sem tip e troicki ficou obviamente impossível de bater so tchecos.

        Responder
        1. Leonardo

          Geraldo, o Nadal é número 1 da Espanha desde 2005. Mesmo tendo uma “escola”, não houve substitutos a altura. Então sim, ele não participou tanto quanto deveria.
          Sobre a Sérvia, não dá para lamentar a ausência do Troicki ou Tipsarevic. Pelo que eles vinham jogando, provavelmente não seriam páreo pro Stepanek, muito menos pareo pro Berdych.

          Responder
          1. Igor Menezes

            Troicki não fez falta. Mas Janko sim… Seria um duro duelo com Stepanek, já que apesar de em baixa no circuito, Tipsarevic ainda assim fez uma temporada melhor que Radel, terminando em 36 contra 44… Então, seria páreo sim.

          2. Leonardo

            Geraldo, vc está dizendo que o Nadal é substituível na Davis?
            Coitado do capitão espanhol de tempos atrás ao olhar os nomes dos substitutos: Robredo, Feliciano Lopes, Ferrero mais lesionado que ativo.
            Ainda hoje com Ferrer, não dá para substituir.

    3. Luciana

      Comentário muito bem feito Fernando. Acho que o Djoko não teria mudado a história do jogo de duplas, porque o Berdych e o Stepanek jogaram demais, firmes o tempo todo, mais concordo que Djoko tinha toda energia e poderia jogar o jogo de duplas…e como vc disse virá babando em 2014.
      Ao fim do confronto pensei na dupla Federer/Wawrinka…. Acho que o Roger deveria se motivar com a evolução do Wawrinka nesse ano e investir muito na Copa Davis, um título que, na minha opinião, ele ainda tem todas as possibilidades de correr atrás e conseguir… Ao invés de ficar se imaginando em um longínquo 2016, Roger deveria fazer da Davis um objetivo real para a próxima temporada…e como já disse, acredito que, se ele quiser, ainda da tempo…
      Como fã do Roger, também não sentirei saudade nenhuma da temporada 2013, que finalmente acabou….mais já estou na torcida para que 2014 seja um ano bem melhor para ele…

      Responder
  35. Leonardo

    O pessoal adora falar de H2h, como se fosse algo importante. Mas é um mera terceira opção de critério de desempate de algo.
    Vou dar um dado interessante, que serve ainda mais para justificar o título de GOAT.
    Sabem as 302 semanas que ele foi número 1?
    Foram conquistadas com o nadal em atividade. Enquanto o espanhol dominou o confronto direto, o Federer dominou todo o circuito por todo esse tempo.
    E o mais engraçado, é que o Djokovic deve encerrar a carreira com maior tempo como líder do ranking. Como querem colocar o Nadal como goat se ele foi engolido pelo Federer e Djokovic durante a carreira? hahaha
    O título que ele merece é o de o maior número 2 da história. Esqueçam o titulo de Goat. Isso não é para coadjuvante.

    Responder
    1. Igor Menezes

      Sabe um tal de Pete Sampras?? Não conhece?! Pois bem, ele é alguém cuja opinião vale um “pouquinho” mais que a sua… kkkkkkkk E disse com todas as letras e em alto e bom tom pra quem quisesse ouvir que: “NÃO SUPORTARIA TERMINAR A CARREIRA COM MENOS VITÓRIAS DO QUE ANDRÉ AGASSI NO CONFRONTO DIRETO…” E por que ele disse isso?? Deve ser porque não é importante bater seu maior rival no circuito… Leonardo, nada do que fazemos em nossa vida é sem significado… Para toda ação, existe uma reação… toda causa tem uma consequência… E garanto pra você que essa freguesia não passará batida… Concordo que não é o principal parâmetro para decidir quem é o melhor… Mas vai por mim, tem seu valor, e em momento oportuno será cobrada e pesada na balança…

      Responder
      1. Leonardo

        O Sampras é uma pessoa com essa opinião. Ele foi tenista e não analista esportivo.
        E claro que ele tem um pouco de magoa pelo fato do Federer ter obtido mais glórias e quebrado os recordes dele. Não dá para levar em conta um comentário magoado que ficou isento de imparcialidade.
        Mas não queira mudar de assunto. Mais importante é dominar o circuito. E o Federer dominou o circuito, incluído aí o Nadal, por 302 semanas. O Nadal dominou por apenas 109 até agora. Tente digerir esses números.

        Responder
        1. Igor Menezes

          Deixa de ser bobo, rapaz! Para de ficar inventando e espalhando bobagem em espaço público… A não ser que você mostre a fonte da matéria, que comprove a “asnice” que você falou, você precisa parar de criar lorotas… Magoado… essa é pra acabar… E quanto ao seu “domínio” sobre o juvenil Nadal dos 17 aos 21 anos, foi só o ogro fazer 22 anos que acabou…. kkkkkkkkkkkkkk Já que todos nós sabemos que em 2009, o suíço só voltou a liderança devido a parada do espanhol no circuito…. kkkkkkkkkkkkkkk E 2012, 17 semaninhas apenas não dá nem pra saída… rs Federer nunca dominou o circuito com Nadal no auge. Fato!

          Responder
      2. Marcos

        Informação muito importante para quem adora cutucar FEDERER:
        Dos 77 títulos de simples, 30% se referem a vitórias conquistadas em cima dos atuais TOP 10; novamente o percentual: 30% dos títulos (23 títulos, sendo 26% ganhos em cima de NADAL, 22% em cima de MURRAY, e 17% em cima de DJOKOVIC).
        Estamos falando dos ATUAIS TOP 10…percentual elevadíssimo, mostrando que “bateu muito bem” nesta turminha atual, considerando que FEDERER está no circuito cerca de 15 anos, e com 32 anos.

        Responder
        1. Sergio Luiz

          Marcos, este é o tipo de ponderação que não ajuda em nada o Suiço, ao contrário, só piora.

          Murray tem 35% de seus títulos sobre Federer/Nadal/Djokovic
          Nadal tem 40% de seus títulos sobre Federer/Murray/Djokovic
          Djokovic tem 40% de seus títulos sobre Federer/Nadal/Murray.

          E, o Djoko (o único que me dei o trabalho de conferir) tem simplesmente 70% de seus títulos vencidos contra os ATUAIS top 10.

          E, se Federer hoje tem 32 anos, no auge do Suiço Nadal/Murray/Djokovic eram jogadores em formação e afirmação no circuito com cerca de 20 anos de idade. Então a “velhice” de Federer hoje é anulada pela jovialidade dos 3 no auge absoluto do federer. E, aí, este número só depõe contra Federer! rsrs.

          Responder
      3. Rafael Wuthrich

        Sampras tem um probleminha: nunca fez nada de grandioso no saibro. Aliás, ele sempre repete isso com outra clara intenção: alfinetar o desafeto Agassi.

        Responder
      4. André Luiz

        Sampras terminou a carreira com head to head desfavorável em relação a Marat Safin, Leyton Hewitt, Richard Krajicek, Andy Roddick, Michael Stich, Bruguera etc.

        Responder
        1. geraldo carvalho

          ESSA COMPARAÇÃO É mt relativa pq esses caras n venceram tantos gs qto sampras. o negócio é o nadal com um gs a menos (suposto, daqui a dois anos) do q o federer e com 25 vitórias a mais no confronto direto, sendo q eles se enfrentaram por mais de 10 anos. os dado só adquirem importância se forem AGREGADOS. ISOLADOS N REPRESENTAM MTA COISA. quem são esses tenistas perto do sampras? são medíocres.

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      5. Sergio Luiz

        OK, mas me diga uma coisa: Com os mesmos números de títulos e feitos nas respectivas carreiras, se caso o Sampras tivesse o H2H desfavorável diante do Agassi (mas, repito, com os mesmo títulos e feitos nas respectivas carreiras), quem você apontaria como melhor ? O Agassi ? rsrs

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        1. André Luiz

          O Sampras, porque simplesmente jogou mais. No entanto, o Head to Head favorável a ele contra o Agassi se explica pela maior parte dos confrontos ter se dado em quadras rápidas. Se tivessem se enfrentado em quadras como as atuais, ou mais vezes no saibro, esse head to head seria mais equilibrado ou até mesmo favorável ao Agassi.

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        2. Igor Menezes

          Obviamente que com esses mesmos títulos e feitos conquistados por cada um, Sampras ainda seria melhor que Agassi… É claro que H2H não é o mais importante… Só quis enfatizar que tem sua importância sim, já que se o H2H fosse favorável a Agassi,provavelmente ele teria mais Slams e Sampras provavelmente menos, o que equilibraria números e feitos… E aí, de repente, ele acabaria sendo um fator decisivo… Olha o exemplo de Becker e Edberg, ambos tem números parecidos, os dois possuem 6 Slams, e Edberg ainda ficou muito mais tempo como líder do ranking do que Becker, mas o alemão era superior ao sueco no confronto direto e, muito em decorrência disso, é geralmente apontado acima de Edberg nas listas de melhores de todos os tempos…

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      1. Leonardo

        Sim. Engolido por ambos. O que importa é a liderança do ranking.
        O líder é o rei do circuito, é quem foi o melhor durante o ano e não quem ganha confronto direto.

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  36. Felipe

    Olá Dalcim,

    Eu gravei o programa BOLA DA VEZ com o Belucci e acabei assistindo só nesse final de semana. Sou obrigado a reconhecer que mudei bastante meu conceito sobre ele. Poucas vezes vi (se é que eu vi) algum esportista ser tão sincero numa entrevista reconhecendo para todos suas fraquezas, problemas psicológicos, etc…Te pergunto: você se surpreendeu com a franqueza dele também? Confesso que vou passar a torcer muito mais por ele depois dessa entrevista…

    Abraços e parabéns pelo blog e o respeito que vc tem com seus seguidores, sempre respondendo a eles… Coisa muito rara de se ver por aí!!!!

    Ps: desculpe o comentário meio fora de hora, mas como disse só vi a entrevista esse final de semana!

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  37. Maurício Luís

    Caaaaalma, gente! Não é porque o Bellucci se contundiu e caiu de produção, o Rogerinho e o Feijão “empacaram”, o Clezar é ainda um ovo na barriga da galinha, que nós vamos nos apavorar, não é mesmo?
    Da minha parte, só vou me apavorar se acabar o cafezinho aqui de casa. Aí ninguém merece.
    E vamos entrevistar o Félix:
    – Félix, o que você acha disso tudo?
    – Acho que o Bellucci raspou o cabelo do Sansão, tingiu de pink metálico Barbie e vendeu pra uma loja de perucas!

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  38. Fernando Brack

    Não me importo muito com a situação do Bellucci porque eu não gosto dele. Nunca gostei. Jogador de pouca fibra e burro. Estranho era vê-lo quase entrando no top 20.
    Agora, fico decepcionado com carinhas tipo o Tiago Fernandes. O moço ganha um Slam juvenil, o que abre uma excelente perspectiva, anima todo mundo e depois não faz mais absolutamente nada. Nada, nada, nada. Difícil entender.
    Quem vai ser top no esporte se destaca logo. Os demais são todos medianos.

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    1. Samuel

      Realmente, o Belucci e a Kvitova têm muita semelhança jogando, porém, respeitadas as devidas proporções (enquanto ela tem uma sobra de tática, abdômen e coragem, a ele faltam os três atributos).

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  39. Humberto de Campos

    Dalcim, leio há pouco seu blog.
    Permita-me voltar a postagens anteriores. Serei breve como um ponto do pai da matéria, embora com colocações não tão belas quanto o arsenal de que dispõe o Mestre.
    Fãs do Rafa, os números do Nadal não se contestam, macho réi! São números, frios, estão lá, hoje e daqui a 50 anos, mesmo quando (ou melhor, SE) o Justin Bieber for avô.
    Isso, no entanto, não modifica a constatação de que nosso impoluto hipnotizador de garrafa joga feio desde o tempo em que o King Kong era soim. Impressiona como o cabra é bom para sair do aperreio fedendo. Com ele não tem esse negócio de arriar a massa não. No medonho da definição, Nadal, que de arigó só tem a catadura e os cacoetes, assunga para todos os lados, devolvendo bolas impossíveis para um normal com uma eficiência topspinística nunca igualada.
    É, grosso modo, um brôco. Um sobrenatural que não teve infância, moldado para a obtenção de resultados.
    Um, não se questiona, vitorioso, coçando o ôi da goiaba incessantemente.
    E tenho dito…

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  40. Luisinho

    Dalcim, na sua opinião quem é/foi mais técnico e habilidoso, Guga ou Nadal? Não estou me referindo ao físico e mental.
    Desculpe fugir do assunto. Abs!

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  41. edmundo

    Pô Dalcim: mais um post negativo, pessimista…se vc naõ gosta de tênis devia analisar peteca: pq vc não citou os 3011 garotos e garotas com potencial de número 1 do sub 3 anos? E do espaço em território nacional para a construção de mais de 200 quadras? E da ativa participação do Ministério dos Esportes nos comes e bebes depois de vários torneios por aí…Aí nenhuma palavra!!!!! Parcialismo total rsrs…
    bom brincadeira a parte: não me lembro de nenhum tenista francês (NÃO ESTOU COMPARANDO QUALIDADE) como o Guga: teve algum número 1 francês nos últimos 40 anos? Guy Forget, Yannik, Leconte… e eles têm torneios e mais torneios…
    Os alemães tiveram Becker depois Stich e só.. e têm torneios e mais torneios…
    Os americanos estão sem nada hj, torneios e mais torneios…
    Mas todos eles têm vários no top 100.
    Então duas perguntas: o que fazer pra que sejamos como a eles, com vários no top 100, mesmo sem nenhum top 10? Até onde a federação (governo) é responsável por isso? Que projeto desenvolver?
    E dois, se tivéssemos um Wawrinka ou um Gasquet, eles seriam respeitados aqui (vide Barrichelo e Massa)? Aceitaríamos as “inconstâncias” de um Del Potro?
    E terceiro (rs): em minha opinião mais grave do que não ter grandes tenistas, é estarmos alijados do circuito internacional.
    obrigado, desculpe a brincadeira…
    abrçs

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a questão é trabalho de base, Edmundo. Quanto mais tenistas formarmos, maior será a chance de chegarmos a ter um grupo maior no top 100 ou top 200. Falta garimpar melhor os talentos, dar oportunidades, uniformizar o ensino. Ter apenas um monte de torneios ajuda, mas não resolve. Abs!

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      1. Samuel

        Eu acreditava nesse “argumento da quantidade de torneios” quando era mais novo. Parece que temos três problemas: falta de investimento (até pelo desinteresse do governo e da população em esportes individuais); um modo de ser inadequado para a prática de esportes individuais; e falta de talentos puro-sangue.

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  42. Marquinhos

    Federer disse depois de ser derrotado por Nadal no finals: “As quadras de hoje, mesmo as cobertas, permitem que Rafa jogue muito atrás da linha de base, é o tênis de hoje”.

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    1. Igor Menezes

      Sim… devem estar tão lentas que até agora Rafa não conseguiu vencer um finals… A grama está tão devegar que ele foi eliminado dois anos seguidos nas primeiras rodadas… É cada uma…

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      1. Rafael Wuthrich

        As derrotas em WB foram frutos de péssima preparação e soberba diante do adversário. Já no Finals é um conjunto de fatores: em alguns anos ele jogou aos cacos, em outros totalmente inadaptado ao piso rápido coberto e em 2013 foi derrotado por alguém que jogou melhor, não porque o piso estivesse rápido.

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  43. Mario Cesar Rodrigues

    Stepanek Dalcim..vou te contar se não fosse muito irresponsável vamos dizer assim e levasse mais a sério o Tênis daria trabalho sabe todos os atalhos.

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  44. Marquinhos

    Exatamente, Geraldo. Guga, que foi um grande saibrista, venceu Federer de cadeiras de rodas , mas não venceu o torneio. Naquela época tinhamos ótimos saibristas. De dez anos para cá a falta de grandes especialistas no piso fez Nadal deitar e rolar. Esse foi o que mais se aproveitou de uma entressafra de saibristas de todos os tempos.
    Eu e boa parte de meus amigos que gostamos de tênis consideramos Lendl e Borg melhores que Nadal no saibro.

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    1. Igor Menezes

      Claro… Ambos devem ser capazes de vencer o ganchão do mal e a bola alta na esquerda virada em top spim… e atacarem incessantemente as linhas da quadra sem cometer erros não forçados pra vencerem a frágil defesa do espanhol… Correndo como um louco durante quase cinco horas sem perda de rendimento… Com certeza, eles são melhores que Nadal então… O mental de Lendl então, destruiria Rafa facilmente, já que ele não tremia nas decisões de grand slam neh? E nem na hora de fechar os jogos… Foi apenas falta de sorte ele perder as primeiras quatro finals de Slam (Alô Murray???) e terminar com apenas 8 de 19 finais vencidas em torneios majors…

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  45. Pierrô

    Excelente post, como sempre! Ainda bem que agora temos também a Teliana para torcer já que os rapazes deixaram muito a desejar este ano. Acho a pernambucana uma lutadora e com uma ótima atitude mental. Dalcim, você acha que ela pode conquistar um lugar entre as top 50? Me parece que somente agora ela tem uma estrutura mais profissional, inclusive sendo agenciada por uma empresa, tendo empresário e patrocínios. Penso que isso deve somar ao talento e garra naturais dela.

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  46. Alexandre

    Gostei do post Dalcim! Sempre com estatistica relevantes que enriquecem o texto.
    Procurei no google, mas não consegui achar nenhum video da Niege Dias jogando. Alguma sugestão?
    A esperança é a última que morre. Creio que se o Belucci focar na questão física, e pular o AUS open, creio que ele vai dar trabalho na temporada de saibro. O próximo ano certamente será melhor que 2013!

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  47. André Borchardt Deggau

    Post muito bem escrito como sempre, Dalcim. Mas é triste, de verdade, ver estas informações. Às vezes, o grande sucesso do Soares e do Melo acaba encobrindo essa má fase do tênis nas simples. Eu ainda não tinha percebido, realmente, que os jogadores que não decaíram no ranking ainda estão praticamente na mesma.
    Vejo Clezar e Monteiro como as principais esperanças para uma reformulação do cenário, mas, infelizmente, acho que eles chegarão no top-100 a médio/longo prazo (eu diria no mínimo três anos). Você acha que dá pra esperar outro tenista (além de Bellucci) figurando entre os 100 neste período? Abraço.

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  48. Leonardo

    Tenho de discordar. Foi uma temporada altamente positiva, Tanto nas duplas masculina, como a Teliana e a Bia subindo mais degraus.
    No masculino, o Feijão e Rogerinho dificilmente vão tirar leite de pedra e o Bellucci, já tirou e voltou para uma posição mais compatível. Então esse nomes ficaram neutros, sem nenhuma decepção .
    Já ao futuro foi bastante positivo com o Clezar galgando mais degraus.

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  49. william laerte fenelon

    Dalcim, td mundo fala que as quadras ficaram mais lentas, mas e o saibro? tbm se tornou mais lento com o tempo ou manteve um padrão?

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      1. william laerte fenelon

        Dalcim,As vezes acho que as bolas e as quadras ficaram mais “lentas” para contrastar um pouco com um possível aumento mto grande na potência dos golpes,devido tanto a uma evolução física dos jogadores quanto a novas tecnologias para as raquetes,principalmente no saque,fico imaginando o Isner sacando nas quadras rápidas de antigamente…

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        1. Samuel

          Perfeito, William! É o que diversas pessoas ignoram.

          O tênis, a partir do final dos anos 1980, estava começando a produzir aberrações e, no final dos anos 1990, concluiu essa safra de aberrações. Ivanisevic, Philippoussis, Hlasek, Rusedski, dentre outros, sabiam apenas sacar e não produziam espetáculo algum. As federações de tênis, ao reduzirem a velocidade das quadras e (aparentemente) das bolas, tomaram uma providência para contrabalancear a rapidez que o conjunto bola/quadra/raquete/preparo físico imprimiu ao tênis. Outras ideias apresentadas foram aumentar a altura da rede, reduzir a área de saque, eliminar o segundo serviço.

          Se as federações tivessem ficado passivas diante das mudanças nos materiais para tênis (que elas próprias autorizaram) e nas técnicas de condicionamento físico (verificadas em todos os esportes), atualmente os Slams de simples ficariam alternadamente nas mãos de John Isner, Bob Bryan, Milos Raonic e Mike Bryan. Além disso, a Venus Williams não precisaria se afastar dos campeonatos por problema de doença, bastando sacar umas bolas, e pronto: título garantido para ela.

          De toda forma, isso não é exclusivo do tênis, pois o mesmo ocorreu nas mais variadas modalidades esportivas. Para citar uma: a ginástica artística. Nela, se o grau de dificuldade dos exercícios continuasse o mesmo dos tempos de Nadia Comaneci, todos os competidores de hoje tirariam nota 10 e, assim, seria impossível outorgar a alguém o título do campeonato.

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      1. Marcos

        A charada é a seguinte: se ele não ganhou do NOLE, como está tão EXTRAORDINARIO assim???? às vezes forçam um pouquinho nos comentários…somente isto…

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  50. Luiz Fernando

    Dalcim, vamos por partes: 1) Davis: vitória inconteste dos tchecos, pois o inexperiente e ruim Lajovic não faria frente a ninguém, o q certamente não seria o caso de Tipsarevic, mais experiente. Louve-se ainda a fibra e vontade de vencer dos tchecos, q jogaram 3 dias seguidos em jogos melhores de 5 sets e foram muito bem, ainda q nenhum tivesse condição de vencer Nole em simples; 2) O tênis brasileiro sempre viveu de nomes isolados, como Maria Ester, Koch e Guga, ou, mais recentemente, dos duplistas, ou seja, nosso desempenho depende do acaso de haver alguém fora de serie q desponte e não de uma estrutura moldada p q isso ocorra. Mesmo nos países q tem muito mais recursos e estrutura “moldar” um grande jogador é bem difícil, bem problemático, haja vista a situação americana atual. O detalhe é q quando há infraestrutura, tudo é menos complicado, as coisas são mais previsíveis, e isto nós definitivamente não temos.

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