Rafa supera Borg também no ranking
Por José Nilton Dalcim
14 de novembro de 2013 às 10:31

A próxima segunda-feira marcará a 108ª semana em que Rafael Nadal irá aparecer como número 1 do ranking, desde a primeira ascensão, em 2008. Com isso, ele igualará – certamente superará depois com folga – outra marca do sueco Bjorn Borg. Vai assumir assim o sexto maior reinado do tênis profissional, bem distante ainda do mais próximo concorrente, o norte-americano John McEnroe, que foi líder por 170 semanas.

Vale um registro histórico: Borg foi um dos injustiçados pelo antigo sistema de pontuação da Associação masculina, que havia criado a forma matemática de classificação em 1973. Mesmo tendo vencido Roland Garros três vezes e outras duas Wimbledon, ele só foi ter uma sequência de seis semanas como líder em abril de 1979. Antes disso, figurou uma única semana no número 1, em agosto de 1977.

Tal discrepância causa até hoje uma das maiores polêmicas sobre o ranking, que foi o fato de o argentino Guillermo Vilas jamais ter atingido o posto, apesar de ter vencido 134 jogos e perdido apenas 14 em 1977, com 16 títulos conquistados, entre eles Roland Garros e US Open, além do vice na Austrália. Dá para desconfiar, não?

Aliás, o próprio Novak Djokovic poderia protestar, porque lhe foi tirada uma semana de liderança após o título no Masters de Paris deste ano. Acontece que, na mesma segunda-feira em que os pontos foram adicionados, caíram os do Finals de Londres do ano anterior, uma regra que a ATP estabeleceu há alguns anos para ‘zerar’ todo mundo no início do último torneio da temporada. Pode parecer coisa mínima, mas essa semaninha permitiria que Nole ultrapasse Andre Agassi e ficasse com o oitavo lugar isolado, já que ambos somam 101.

Alegria, alegria – A ATP divulgou na quarta-feira números do Finals de Londres que atestam o gigantesco sucesso que tem sido a competição na fabulosa arena O2. Alguns dados eu já havia publicado no TenisBrasil: foi o segundo ano seguido que a marca total de espectadores superou 260 mil nos oito dias de competição, com nove das 15 sessões com lotação total. O público mais baixo superou os 16 mil pagantes na tarde da primeira segunda-feira.

O site oficial do torneio recebeu 13 milhões de visitas e a transmissão por TV aconteceu para 54 emissoras e 193 países. O site Tennis.tv, que mostra jogos oficiais da ATP ao vivo via Internet através de pagamento, gerou 4,5 milhões de ‘streaming’ (conexões via vídeo) durante o torneio. “O Finals de Londres foi outro tremendo sucesso”, afirmou o brasileiro André Silva,que é o diretor do Finals. O contrato com a arena londrina segue por mais duas temporadas.

Desde que chegou a Londres, em 2009, o torneio vendeu 1,3 milhão de ingressos e arrecadou quase US$ 1,5 milhão para o Hospital Infantil Great Ormand nos últimos três anos.


Comentários
  1. Carlos Reis

    Excelente fim de 2013, A FARSA NÃO GANHOU o Finals! Novamente… E o DjokoVICE não venceu a Davis! Valew deuses dos tênis!!! o tênis resultado dos robos é MUITO CHATO…

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  2. VANIA SANTOS

    Eu sou torcedora do NADAL isso é fato não escondo não tenho vergonha não critico outros jogadores quem realmente torce fica até o fim é como um casamento na vitória na derrota,então escolham seus jogadores torçam por eles em qualquer situação.Todos contr O NADAL reclama do jogo feio + aposto que ficam assistindo até o fim, sabe pq BRASILEIRO não gosta de jogo bonito mesmo pq oque interessa é a VITORIA atraves de LUTA,RAÇA,CUMPLICIDADE, precisa de guerreiro que da tudo de seu melhor em quadra isso tem nome RAFAEL NADAL simples assim.

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    1. André Luiz

      Raramente paro para assistir jogos do Nadal. Certamente, quando o faço, não é por causa da beleza do jogo dele, da plasticidade, de sua capacidade de improviso, técnica apurada ou outra cousa qualquer.

      Não penso que os torcedores do Nadal devam ficar sentidos com a constatação das óbvias limitações técnicas de seu tenista preferido. Deveriam, isto sim, ressaltar as qualidades que o permitem ganhar tanto com tão pouco.

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  3. Fernando Vieira Peixoto Filho

    Dá pena do povo despeitado, que não entende nada do esporte e pensa que tênis é presepada, malabarismo e fingimento. Federer, o tal melhor da história, perde de goleada para Rafa Nadal. Aliás, fiquemos somente no confronto direto, que é o que interessa, comparando os melhores jogadores da atualidade.

    Nadal: 22 vs. Djokovic: 17
    Nadal: 22 vs. Federer: 10
    Nadal: 13 vs. Murray: 5
    Nadal: 21 vs. Ferrer: 5

    Os números falam por si. Podem espernear, ofender, gritar. Os números falam por si.

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  4. mariliense

    Engraçado ….. na época que o nosso Guga ganhou R Garros, os especialistas de tênis do Brasil (imprensa) diziam que o saibro era o mais difícil dos pisos e Rolanga o maior e mais charmoso SLAM dos quatro rsrsrs …. e ainda tentam fazer nos acreditar que o cara foi isso,aquilo. Agora, imagine se o Guga tivesse ganho aos 27 anos 13 SLAMs, 26 máster 1000, 4 Copa Davis, 01 medalha de ouro olímpica individual e surrado Federer e Nole 22 vezes ,heim??? respondam senhores sabichões!!! ????

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    1. Leonardo

      A imprensa fala o que quiser para ganhar audiência. Ingênuo é quem acredita em tudo que falam na tv. rsrs
      A França/Paris, sempre vem acompanhada do adjetivo charmoso, pela cidade como um todo, então os torneios acabam assumindo esse adjetivo, mesmo sem ser. Mais uma que vc, alienadinho da tv acredita.

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  5. André Luiz

    Já que estão todos fazendo listas dos melhores, coloco cá a minha. Levo em conta apenas aqueles que vi jogar. Ou seja, não vou falar de Laver ou Gonzales ou Tilden, embora saiba que são candidatos a qualquer lista do tipo:

    1 – Federer
    2 – Borg
    3 – Sampras
    4 – McEnroe
    5 – Agassi

    Menções pra lá de honrosas para os grandes Lendl, Becker e Edberg.

    Nadal? Bom, seus resultados são mesmo impressionantes. Colocaria o sujeito entre os dez mais por causa deles. Mas não por causa de sua capacidade técnica. Aliás, neste quesito considero Djokovic o melhor de sua geração. Lembrando que a geração de Djoko, Nadal e Murray não é exactamente a mesma da do GOAT.

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  6. Marquinhos

    Minha lista dos 10 maiores e melhores da História.

    1- Federer
    2- Leaver
    3-Borg
    4-Leaver
    5-Sampras
    6-Lendl
    7- Connors
    8- Big Mac
    9-Agassi
    10- Nadal

    Tem um panga ai que disse que Federer não pode ser top3 pois comete muitos e-n-f. Por outro lado Nadal pode jogar mais 50 anos que nunca alcançará metade dos winnners que Federer já fez na carreira.

    Geraldo, para a sua informação Roger quebrou uma sequencia de mais de 30 vitórias seguidas de Sampras na grama de Wimbledon. O que prova que o Americano ainda estava em ótima forma.

    Alguém tem dúvidas de quem é o jogador menos habilidoso, com jogo mais feio e menos técnico dos citados acima. Na minha opinião Nadal.

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    1. mariliense

      Leaver ?????? Numa lista de Leavers é justo que o suíço 22×10 seja o primeiro rê…… boa essa kkkkkkkk.Fica tranquilo amigon que o Dalcim fará uma lista pra você como presente de Nadal

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    2. geraldo carvalho

      só sei de uma coisa, um guga praticamente de cadeira de rodas humilhou federer (foram inapeláveis 3×0, com federer já como n1 do mundo). e sampras estava quase entrando em um asilo p idosos (só entrou depois qdo consegui vencer um salm) qdo perdeu aquele jogo por…2×3. rsrs. se lendl contra borg q disputaram 8 jogos entre si, n serve de parâmetro p comparar os dois (questão levantada pelo Dalcim e com a qual eu concordo) , imagina sampras contra federer com UMA partida disputada. 10 anos é a diferença de idade entre o estadunidense e o suiço. se tem torcedor do federer lastimando por causa dos 7 (SETE) anos de diferença contra nadal agora (o detalhe dessa comparação é q federer jogou contra nadal por anos seguidos, bem diferente do q ocorreu com sampras a quem enfrentou já com o estadunidense em franca decadência), imagino o q diriam (ou deveriam dizer rs) em relação aos DEZ anos de diferença entre sampras e federer.

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    3. Fonseca

      Discordo. A técnica do Nadal pode ser considerada feia (o que é um conceito subjetivo, meio instintivo. Eu mesmo acho feia), mas dizer que não há técnica não faz muito sentido. Inclusive, pode-se dizer o contrário: ele criou sua própria técnica exclusiva, quase incopiável.

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    1. José Nilton Dalcim

      Bom, saibro nao é piso ideal para nenhum dos sérvios. Claro que ajudaria Djokovic, mas ele vinha de semanas e semanas jogando na dura. Teria apenas dois dias para se adaptar.

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      1. Bruno Louzada

        Djokovic venceria as duas partidas mesmo se fosse no saibro, lembrando q o saibro não é especialidade dos tchecos tbm,a credito q o servio tem melhor poder de adaptação

        E o saibro éo ponto fraco do stepanek, sinceramente nao me entra na cabeça a escolha da ahrd

        por mais q os servios sejam especialistas no piso duro, a escolha da hard so serviu pra equilibrar o confronyto, acho q vacilaram

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  7. Luiz Fernando

    Parece q o bom senso abandonou o tenis. Depois da campanha vexatoria do aposentado em 2013, causada, em parte, por uma pré temporada mal feita, desta vez lá vão Rafa e Nole jogar pelos dolares na América do Sul. Burrice completa, se bem q os dois perto do aposentado tem um preparo fisico muito melhor, alem de serem bem mais jovens. De qualquer forma, é triste ver grandes atletas preocupados apenas com o dinheiro, como se este não lhes fosse farto, deixando o bom senso de lado.

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    1. Marquinhos

      Bom, eu acho que eles deveriam contratar você como conselheiro, pois parece que você é um gênio. E com certeza deve ter uma carreira brilhante e muito mais bem sucedida do que eles no que você faz.

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  8. Rafael Prado

    O blog é ótimo! Sempre com questões polêmicas e assuntos intrigantes! Mas os comentários, bem os comentários são realmente “de uma torcida carente”! Uma torcida que esta se sentindo próxima de ver seu ídolo se aposentar e com isso, esta a beira da loucura!!! Ninguém chuta cachorro morto! Logo, enquanto o
    Federer continuar sendo O Pato do Nadal e o Djokovic não vencer mais umas 7 finais seguidas em cima do #1 do mundo, isso não vai nem diminuir! É da natureza humana tentar reduzir alguém ao pó para supostamente fazer com que outras apareçam novamente! Triste e lamentável! Espero que Federer dê a volta por cima ano que vem, pois ver ele jogar é o máximo! Mas ver o mesmo vencer é melhor ainda! Quanto aos comentaristas urubus de plantão, só lhes restam cumprir o seu lastimável papel!!! Durante a carreira do Nadal o que ele mais fez foi dar a
    Volta por cima e calar seus perseguidores com vitórias, recordes e títulos! Por que Federer não poderia fazer o mesmo em 2014??? Quem sabe assim seus “admiradores” não se tornassem mais calmos e doces, como o seu Mestre!

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  9. ANDREI

    Dalcim se você fosse apostar em quem vai ter vida mais longa do tênis,entre esses 3 quem você apostaria?Djokovic,Nadal,Murray?,os 3 quase com a mesma idade,qual desse você diria que pode jogar bem depois dos 31,32 anos?

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  10. Paulo

    Ainda bem que sou Nadal.
    Assim, não preciso passar pelo constrangimento de ter que torcer para outros tenistas que não o meu preferido.
    Assim, não preciso inventar desculpas para h2h desfavorável.
    Assim, não preciso fantasiar suspensões secretas da ATP.
    Assim,todas as vezes que meu ídolo perde, perde lutando como um guerreiro, deixando suor e sangue nas quadras.
    Assim, toda vez que meu ídolo perde, sai de quadra com uma tristeza imensa, não com um ar blaze do tipo nem queria ganhar mesmo.
    Na verdade, torcer para o Nadal é um grande barato.
    Se os antis soubessem como é bom mudariam rapidinho de tenista favorito.
    Mas eu lhes rogo que não façam isso.
    O comportamento de vocês é vexatório e não combina com a postura de nosso ídolo e de nós, seus orgulhosos torcedores.

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    1. Leonardo

      Amigo, Tenis não é futebol. Esse negócio de torcida terceirizada é uma grande bobagem de torcedores magoados, pois seu tenista não é apreciado por outros, senão por sua própria torcida fanatica.
      O verdadeiro apreciador desse esporte torce e gosta de diversos tenistas do circuito. Eu por exemplo, torço pro Federer, Djokovic, Tsonga, Gulbis, Fish, Llodra, Wawrinka, Dolgopolov, Dimitrov, entre outros.

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      1. Paulo

        Caro Leonardo, uma coisa é admirar mais de um tenista.
        Outra, muito diferente é torcer.
        Na realidade, torcemos por um só.
        Exceto os torcedores do Federer que torcem para dois. O próprio Federer e mais intensamente por qualquer tenista do circuito que esteja enfrentando o Nadal.

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        1. Bruno Vigne

          Discordo bastante de vc, Paulo, quando diz que torcer, torcemos para um só. Quem torce para o Robô é que torce para um só. Eu torço para vários. Tênis realmente não é futebol e eu tb acho que essa bobajada de torcida terceirizada é um recalque dos torcedores do Boizinho, pq ninguém mais admira ele a não ser sua cega e fanática torcida…

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    2. Sergio Ribeiro

      Olha amigo, você nao esta em lugar errado nao ? Uma boa Arquiba pra você torcer no Maraca e depois comentar no Blog do Neto, estaria mais de acordo. Você e Curintian ou Mengao ? rsrsrs…Abs!

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    3. Fonseca

      Torço para vários, jamais torceria para o mesmo ficar ganhando sempre (a não ser que fosse o Guga ou outro brasileiro do mesmo nível de carisma e qualidade). Simples assim.

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  11. Roger Fedeiros - O Djokovete

    Djoko Fedeiros???.. kkkkkkkkkkkk…
    … hummm… deixe-me ver… huummm… não! não!… o Djoko é um grande jogador e sua torcida ainda sabe se comportar (apesar do seu “quanta besteira”).

    Well… se eu resolver mudar o “nick”, seguindo a linha clássica, poderia até começar com Djoko, mas, não terminaria com “Fedeiros”…. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!

    Mas, fique tranquilo, isso só deve acontecer depois da “morte do cisne”! Abs!

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  12. O LÓGICO

    Essa discussão sobre qual é o mais importante slam, não cabe quando se misturam as estações, pois uma coisa é discutirmos a importância, que deve ser estendida a todos, porque todos são SLAMS, outra é discutirmos o tradicionalismo, o que causa mais frisson e procura do público, etc., e neste caso RG fica onde o GURU o colocou, a não ser para a nadalzete que tá toda
    A – moidinha porque o robozinho pipocou no finals, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

    De toda forma, há-se que reconhecer que o robozinho programado para assassinar o tênis arte contribuiu muiiitoooo, kkkkkkkkkkkk, para que RG perdesse o encanto, se parecendo mais com um coliseu: me entendem, nadalzetes? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Aliás, ampliemos essa verdade LÓGICA e EMPÍRICA, kkkkkkkkkkk: o ETenista de varginha, kkkkkkk, transformou todas a arenas de tênis em coliseus, pois sua forma grotesca, feia, bestial e insípida de jogar tênis, com suadeira, cuspideira, cuequeira (kkkkkk) e forma de encarar o adversário com cara feia e trombadas, somados à sua tremenda falta de ética nos faz pensar que era melhor que ele entrasse em quadra com escudo e uma espada na mão do que com uma raquete de tênis. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  13. José

    Eu acho que existe uma diferença nos Grand Slams quanto a tradição realmente, mas essa diferença não deve nunca ser usada como meio de comparação entre as conquistas dos tenistas. Um tenista que conquistou 5 Wimbledon não é mais vencedor do que um que ganhou 5 US Opens, por exemplo. Muito menos hoje em dia que todos os 4 Slams são disputados por todos os melhores tenistas do mundo(não como antigamente, que alguns tenistas não disputavam AO ou RG..)
    Hoje em dia, na minha opinião, os Grand Slams tem a mesma importância!

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  14. mariliense

    O maior de todos os tempos ainda está a caminho ….. e só terá validade após o encerramento da carreira de Rafael Nadal. Até lá é coisa de opinião de “torcida carente”

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  15. Sergio Ribeiro

    Caro Dalcim,visto que os Tchecos derrotaram os Sérvios nas dois últimos encontros em Duplas na Davis, mesmo com Novak atuando em 2010, nao seria mais plausível repetir a tática adotada contra o Canadá , e decidir no Saibro. O Gala de Praga e’ quase inofensivo neste Piso. Agora com o garoto atuando, parece que as chances de Stepanek marcar um ponto são imensas. Deixar tudo para amanha nas Duplas parece muito arriscado,concorda? Abs!

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que eles tiveram de decidir isso também em função de o Nole estar vindo de longa temporada na quadra dura, incluindo Londres, que acabou quatro dias antes.

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    1. José Nilton Dalcim

      Cada um era bom em alguma coisa. Borg praticamente não jogou com o Lendl (só fizeram uma final em Roland Garros seis meses antes do sueco se retirar).

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        1. José Nilton Dalcim

          O que eu quis dizer é que Lendl despontou para o tênis na final de Roland Garros de 1981, exatamente seis meses antes de o sueco se retirar. Então foi um tempo escasso demais, apesar dos oito duelos apontados.

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          1. Rubens Leme

            A primeira vez que vi Lendl jogar foi naquele torneio em SP, em setembro de 1980. Ele era número 9 do mundo e fez a final com o norte-americano Gene Mayer, então número 7. Lendl venceu a final (6–3, 7–5) e a semana inteira o locutor lembrava que Borg o considerava seu sucessor em pouco tempo.

            E mesmo sendo ainda uma promessa, encerrou o ano de 1981 acumulando 17 títulos na carreira e finais vencidas contra o próprio Borg, Guillermo Vilas, José Luís Clerc, Vitas Gerulaitis, etc..

            Mas entendo o que vc dizer, Dalcim.

            um abraço

            http://en.wikipedia.org/wiki/Ivan_Lendl_career_statistics

          2. José Nilton Dalcim

            Exato. Lendl sofreu de problema semelhante ao de Murray: a cobrança pelos grandes títulos. Só foi enfim confirmar na virada incrível de 1984, em Roland Garros, ou seja três anos depois da final contra Borg. Depois, virou um dos monstros do tênis. Abs!

          3. geraldo carvalho

            se essa amostragem é escassa e é msm, imagina a tal partida entre sampras e federer. um único jogo e tem gnt q comenta como se os dois tivessem se enfrentado 40 vezes.

  16. Sergio Ribeiro

    E’ um equivoco afirmar que BORG nao jogava o AOPEN. Caiu feio na terceira rodada em 74 e resolver aderir ao ” boicote” ao Torneio junto com Connors e Jonh McEnroe por discordar das premiações . O Malandro do Jimbo , com seu título único neste SLAN e Agassi que foi Tetra acabaram com 8 , e ultrapassaram o Big Mac. BORG também se equivocou com sua aposentadoria precoce, e sua tentiva de retorno foi Melancólica. Teve vários problemas sérios extra quadra.Mesmo com tudo isso o IceBorg nao deixou de ser um Pop Star. Abs!

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    1. Paulo Roberto FerreirA

      Pelo que sei a principal razao para eles nao participarem do AUSTRALIAN OPEN era o calendario, pois o torneio coincidia com o Reveillon. Alem disso, a premiacao era ridicula.
      Connors foi lah duas vezes: campeao em 74 e vice em 75. Fez pouco, nao?Depois, nunca mais apareceu. Eu nem sabia que Borg teria ido em 74.
      McEnroe nunca participou do torneio.
      Imagino quantos SLAMS eles teriam a mais no curriculum se tivessem disputado os cerca de doze que Federer disputou.

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  17. LOMEU LIMA

    Dalcim, após a final da Copa Davis(acredito que os tchecos serão bicampeões), haverá mais torneios com participação dos tenistas top Ten? Peça por gentileza para as Mães Dinah do blog me passarem os números da megasena, prometo que se ganhar pago suas despesas para os 4 GS de 2014. Valeu.

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  18. Edu

    Pessoal aí embaixo discutindo importância em slams e tal. Pra mim Grand Slam é GRAND SLAM e acabou! Teve um comentário abaixo que o cidadão compara Roland Garros com Madri e Roma…simplesmente ridículo. Por exemplo, não é porque Ivan Lendl nunca ganhou Wimbledon (“o GS mais famoso”) que deixou de figurar no TOP 5 histórico do Dalcim.

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  19. Sergio Luiz

    Perguntando ao Igor Menezes: Você é louco, pirou ou é só fanatismo mesmo ?

    Eu pondero que na era Borg, nem ele nem outros melhores tenistas jogavam o AO, o que facilitava para os Australianos, e que Borg jogava apenas 3 Slam por ano, enquanto a geração posterior jogavam 4 Slam, 2 FATOS inquestionáveis.

    Sobre o Laver você o colocou em 1º. Porque ele “DEIXOU E JOGAR os Slam por 5 temporadas, então certamente teria mais Slams, ou seja, considerou o que ele DEIXOU DE GANHAR”

    Mas aí você, vem cheio de pedras na mão e me diz que “o “SE” não entra na questão, que não faz exercício de adivinhação ou suposição, que só leva em consideração o tamanho de suas glórias, a quantidade de efeitos, que não considera o que alguém DEIXOU DE GANHAR”, e avoca para si o dono absoluto dos critérios. ???!!!!

    Pirou, ou seu fanatismo te cega ? Calma, leia direito, principalmente o que VOCÊ mesmo escreve, porque senão fica a impressão que não passa de um menino que se impor de qualquer maneira, sem a menor convicção sequer de suas preferências! Eu hein!

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    1. Igor Menezes

      Sérgio Luiz, chame do que quiser… Como você disse anteriormente, pra mim também é irrelevante… Com relação a LAVER, não tem nem muito a ver com o que ele deixou de ganhar… e sim, o que ele ganhou jogando como profissional. Ele venceu 8 Majors no “circuito profissional” jogando com os melhores jogadores desse período em que ele se ausentou dos Slams… Então ele não deixou de ganhar… ele ganhou… os torneios apenas tinham outro nome, mas também eram considerado MAJORS, de nível técnico muito acima dos Grand Slams… Se trata apenas de somar 11 com 8 e ver que 19 é maior que 17… Simples assim! Quanto a BORG, também é fato INQUESTIONÁVEL que ele não venceu o US OPEN, disputado em quadra dura durante a parte mais significativa da carreira dele… Também é fato INQUESTIONÁVEL que Rafael Nadal foi capaz de vencer, até o momento, 3 Slams em quadra dura, coisa que Borg não conseguiu fazer… Logo, ele é mais completo! Já que saiu vencedor em todos os pisos de todos os diferentes Slams… Rafa já está acima de Borg… contestar isso se assemelha e muito ao que você chama de FANATISMO… Como todo mundo está cansado de saber que em um ou dois anos nem Sampras estará mais acima de Nadal… O americano não conseguiu vencer no saibro. Nem final em RG ele fez… Ele era nulo em 1 dos 3 pisos relevantes no circuito… 33%! Não tem como sustentar sua posição de 3º diante de Rafa, vencedor em todos os pisos por no mínimo 2 vezes, caso tenda a adicionar conquistas relevantes no circuito… Estou calmo, não é minha intenção brigar com você… Se você ficou tocado com as palavras que usei, desculpe a minha insensibilidade… Não queria deixá-lo magoado… Ainda estou aprendendo a lidar com gente mais sensível… Abs.

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      1. Sergio Luiz

        Deixa de ser bobo Igor, eu ficar sensível ? kkkkkk. Ah menino! kkkkk. Só te cobrei coerência, pois você me acusou de uma coisa que não fiz, quando você sim o fez: Suposições na base do “SE”. E, mais uma vez responde com profecias de mãe Dinah, quando diz que em breve Nadal passará Sampras! Isso é considerar FATOS ou suposições e advinhações de torcedor fanático ?

        Você ainda não percebeu que a maioria dos Especialista não Estadunidenses colocam Borg acima de Sampras ? E você vem falar de “Seus critérios” ? kkkkkk

        Quando se fala de Borg a discussão logo é remetida ao GOAT, e não apenas se Borg foi melhor que “A” ou “B”. Tem sempre um artigo atual de algum especialista falando disso mesmo após Federer (veja o post do Edmundo). E essa discussão se restringem, por enquanto, a apenas 3 nomes: LAVER, BORG e FEDERER!

        Quando Nadal for citado como o GOAT por algum especialista (e não por seus torcedores), agente conversa! rsrs.

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        1. Igor Menezes

          kkkkkkkkkkkkk É uma pena que você não tenha comentado o meu “achismo” sobre Laver… Mas tudo bem… Ah, outra coisa, Me desculpa novamente, penso que você nunca ouviu falar em Inferência Estatística… é um “pouquinho” diferente de advinhação e suposição… mas deixa pra lá, levaria muito tempo pra te dar uma noção… rs Sou paciente… vou acatar seu conselho e esperar aquilo que eu inferi se confirmar… Daí terei prazer em te chamar pra uma conversa novamente… rsrs Como sempre me dizia minha falecida avó: “O maior cego é aquele que não quer enxergar… rsrs Até lá!

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  20. Luiz Fernando

    Um rapaz infantil perguntou se eu nao tenho coragem de criticar Nole? Pq não? Quando ele fez aquela milonga de inventar a torção do tornozelo na Davis, em Maio, só eu apontei a interpretação de mestre dele, digna de Oscar. O Sergio Luiz até ficou bravo, disse q a contusão era muito grave, só q uma semana depois ele ganhou MC. Alem de infantil, é desatento. Agora eu nao tenho é nenhum interesse em criticar o servio, pois admiro seu jg e nao tenho nada contra seus torcedores. Em resumo, não é divertido. Diversao garantida é zoar em cima das aposentadoretes, q sofrem, q nao reconhecem a vitoria do outro, q ficam na expectativa do “mestre” ou do “craque” vencer e sempre dá outro. Isso eu adoro, isso me diverte demais, não há como negar kkk!!!

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  21. geraldo carvalho

    Dalcim , por favor, gostaria, se possível q vc dedicasse algumas linhas a Richard pancho gonzales, é isso? li q foi um grande jogador. conferer? abs.

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    1. José Nilton Dalcim

      Pancho Gonzalez (Richard era seu nome de batismo) é um dos fenômenos do tênis, até hoje reverenciado nos EUA. Para muitos analistas da época, incluindo Jack Kramer, ele era melhor que Rod Laver. Teve uma carreira incrivelmente longa, dos anos 40 até o início do tênis profissional, jogando aquela famosa partida de Wimbledon de 1969 contra o garoto Charles Passarell.

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      1. geraldo carvalho

        legal, gostei. já vi gnt dizendo msm q ele foi superior a laver e como nunca vi nada dele aqui entre os comentaristas, fiquei curioso. obg e abs.

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      2. Rafael Wüthrich

        Ah, Dalcim, mais ai tem uma pontada de nacionalismo do Kramer. Bud Collins afirma em sua enciclopédia que a maioria dos analistas considera Laver um tenista melhor, sobretudo pela capacidade de jogar no saibro.

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  22. edmundo

    Pessoal
    http://besteversportstalk.blogspot.com.br/2009/07/debunking-myths-about-bjorn-borg-john.html
    olha que legal os argumentos desse cara para dizer que Borg foi melhor que Federer. Achei legal por que ele procura mostrar que cada época tinha seus desafios. Porém, seja por qual motivo for (para aqueles que insistem na entressafra do Federer), quem vcs acham que foi mais dominante no seus 4 melhores anos consecutivos: Federer 2004-2007 (11/16 + 2F + 2 SF em slam) ou Borg 1977-1980 (7/11+ 2 F em slam Ele não jogava AO e faltou em 77 em RG)?

    Responder
    1. Sergio Luiz

      Caro Edmundo, eu já disse várias vezes aqui que até o surgimento do Federer a maioria da imprensa, ex-jogadores, treinadores, especialistas que não fosse Estadunidense continuavam a achar “indiscutivelmente” que Borg era o GOAT, mesmo após SAMPRAS!

      Após Federer, isso diminuiu bastante, mas para um bom punhado, Borg continua sendo o melhor de todos. Abs.

      Responder
      1. André Luiz

        Embora eu prefira Federer, sou também sou fã incondicional do IceBorg, um jogador fabuloso, pra dizer o mínimo. Mas Sampras era outro monstro sagrado, o melhor saque e voleio que já vi.

        Responder
        1. geraldo carvalho

          difícil dizer. fui mt fã de sampras, mas gostava mt do borg. quem gosta de tênis, gosta do grande jogador. um cara que é pouco citado por aqui é o becker, era um jogador fantástico. acrobático, extraordinário.

          Responder
  23. Leonardo

    O Borg sempre será maior que o Nadal, isso é indiscutível para quem conhece os detalhes do tenis;
    Ele teria que ter pelo menos o dobro de Majors do sueco para eu o considerar superior pelos fatos já debatidos aqui:
    O Borg parou cedo e só jogava 3 slams e hoje o Nadal joga 4 e que são bem similares em velocidade, praticamente como se fosse o mesmo torneio 4 vezes ao ano.
    O Nadal nunca ganhou Wimbledon com a velocidade natural da grama, que foi modificada a partir de 2007 e ganhou seus sintéticos com a intervenção da diminuição e padronização da velocidade de quadra.

    Responder
    1. Mario Cesar Rodrigues

      Parem com estas bobagens..apludam o tênis que é maior que tudo esqueçam jogadores e sim enalteça o tênis.Nossa como isto aqui ficou uma lebréia!

      Responder
    2. Samuel

      Que loucura, colega! Para começar, o Aberto da Austrália, onde Borg não jogava, rendeu somente um título para Nadal.

      Borg jamais venceu o Aberto dos Estados Unidos. Lá, ele perdeu quatro ou cinco finais em pisos diferentes. Nadal já venceu duas vezes esse torneio, sempre em quadra dura.

      Quanto a Wimbledon, à época de Borg, os jogadores de grama resumiam-se a “sacador-voleador” e a “devolvedor”. Borg foi, como Nadal, o jogador de topo abusava do spin à sua época, sendo um verdadeiro “devolvedor”.

      Por fim, o amplo domínio que Nadal tem no saibro é colossal, inclusive considerando o elevado número de torneios disputados nesse piso (algo extremamente extenuante) e considerando que no principal torneio dessa superfície, Roland Garros, o espanhol venceu diversas vezes Roger Federer. É bom lembrar que Federer sempre foi habilidoso no saibro e sua pedra no sapato era somente Nadal.

      Isto é, o espanhol tinha, sim, um grande adversário em seu piso favorito: o melhor de todos os tempos.

      Responder
      1. Sergio Luiz

        Esses meninos! Me diga uma coisa, e se o AO fosse disputado no saibro, quantos Nadal teria ganho ?

        É esta relação que você precisa ver, pois naquela época o AO era disputado na grama, e embora o Sérgio Ribeiro tenha dito que Borg foi lá uma vez e foi surrado, essa única vez que o Sueco jogou lá foi ANTES de vencer seu primeiro Slam, era apenas uma revelação do tênis ainda!

        O que os mais jovens não percebem é que quando se fala de Borg a discussão logo é remetida ao GOAT, e não apenas se Borg foi melhor que “A” ou “B”. Tem sempre um artigo atual de algum especialista falando disso mesmo após Federer. E essa discussão se restringem, por enquanto, a apenas 3 nomes: LAVER, BORG e FEDERER!

        Responder
  24. Orlando

    Um dado para as nadalzetes:
    Vcs sabiam q Roland Garros, o Gram Slam q vc tanto aprecia é o 3º em nível de importância???? Ele fica atrás de Wimbledon e Us Open, só superando o Australian Open????
    Então podemos concluir q:
    Federer: 7 Wimbledon ( Gram Slam mais importante ), 5 Us Open ( 2º Gram Slam mais importante), 4 Australian Open e 1 Roland Garros
    Nadal: 8 Roland Garros ( 3º Gram Slam mais importante), 2 Wimbledon ( Gram Slam mais importante ), 2 Us Open ( 2º Gram Slam mais importante) e 1 Australian Open

    Federer é o recordista de títulos do GRAM SLAM MAIS IMPORTANTE ( WIMBLEDON)
    Nadal é o recordista do 3º Gram Slam mais importante
    E quem diz isso não sou eu, são os tenistas, ex- tenistas, comentaristas e blogueiros….o próprio Dalcim confirmou isso

    Obs: Não desmerecendo as conquistas do Nadal….mas Federer é Federer, independente do H2H desfavorável.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      RG é de segunda linha? Entao pq será q um certo ex-jogador em atividade foi as lagrimas após ganhar esse torneiozinho? Como essa turma é cara de pau pra comentar…

      Responder
  25. Rafael Pereira

    Bem, vamos lá!
    Começando com o Roger! Federer é o melhor da história, mas o Nadal ganha dele e ponto. Nole ganhou o Aopen e depois foi figurante durante toda temporada até o Master 500 da China que terminou no inicio de outubro e na sequência teve um três meses fantásticos, merecido o #2 para o sérvio. Murray ganhou Wimbledon e morreu em 2013, mas deixou um livro/biografia! Isso é sério? É sério! Nadal ficou 7 meses “parado”. Voltou, bateu em todo mundo durante outros 7 meses, depois SÓ fez semis e finais, perdendo de maneira fantástica para Djoko, mesmo que este ainda perca para Nadal no H2H… Outros tenistas??? Não existem! Todo o circuito importante, exceto pela exceção da exceção da exceção, Murray em Wimbledon, foram ganhos por Nadal (6Masters1000 e 2GS) e Djoko (3Masters1000 e 1GS). O torcedor é muito febril na torcida. Se o ano começasse somente nos pisos duros e terminasse no Saibro, todas vcs torcedoras do melhor Frango Suíço de todos os tempos e do Grande Djoko estariam sem ter o que falar, pois o que vale são as ultimas, correto??? Aposto que muita gente aqui que esta enaltecendo Borg e Laver, nunca o viram jogar, nem mesmo em fitas cassetes, não fazem a mínima ideia do que falam! Marias vão com as outras torcedores do Frangão suíço, óbvio!! No entanto estão corretos, Laver e Borg são lendas vivas de tempo distantes, por isso prefiro comparar os tenistas de hj com os tenistas de hj, apenas. Tem os que jogam “bonito”, os que jogam “feio”, os vencedores e os perdedores, os humildes e os malas, assim como do lado de fora das quadras, ok?? Para encerrar, graças a Deus Djoko cresceu absurdamente no circuito desde 2011 e o que podemos esperar de 2014 depende somente dele!!! Porque do Nadal, gostando vcs ou não, vão ter que assistir a ele em quase todas as finais outra vez, se quiserem, podem trocar de canal ou torcer contra, pelo menos até o USopen!!! No tênis, exitem 5 torcidas, 3 grandes, uma média e uma pequena. A do atual frango suíço, 60%, do Nadal 30%, e a do Nole 9%, e Outros 1%. A quinta são as dos outros, do djoko e Federer juntas contra o Nadal!! Bom demais!!! VAMOSSSS

    Responder
    1. Samuel

      Concordo que a torcida que o Djokovic tem, digamos, “conquistado” é a sobre federistas/antinadalistas – entre aspas porque não está propriamente cativando, mas sim tomando como sobra. O próprio Djokovic sabe muito adequadamente desaforar e desprezar os espectadores. Sugiro frequentarem alguns jogos ao vivo com ele.

      Responder
    2. Samuel

      Concordo que a torcida que o Djokovic tem, digamos, “conquistado” é a sobre federistas/antinadalistas – entre aspas porque não está propriamente cativando, mas sim tomando como sobra. O próprio Djokovic sabe muito adequadamente desaforar e desprezar os espectadores. Sugiro frequentarem alguns jogos ao vivo com ele.

      Responder
  26. Daniel Toledo

    Dalcim, por curiosidade, você acompanhava Guga antes dele estourar? Conhecia como juvenil? Qual foi sua reação em RG 97, completo espanto? Conte pra gente um pouco sobre Guga, seu olhar sobre ele antes, em RG 97, e depois do estrelato. abs!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acompanhei toda a carreira juvenil dele. Era um grande talento, mas ninguém ousaria a imaginar tamanha façanha em 1997, tanto que foi seu primeiro título de peso no circuito, ou seja, saiu dos challengers para um Slam. Claro que fiquei espantado com seus jogos, a campanha de 97 foi absolutamente ibcrível pela qualidade dos adversários.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        E bota peso nisso né Dalcim. Acredito que até hoje o único profissional a ter seu primeiro título na carreira – acima dos challengers lógico – logo num Slam. Enquanto tantos ótimos tenistas nunca conseguiram esse feito.
        Grande abraço.

        Responder
  27. Orlando

    Dalcim, qual a real importância pra um tenista ter a medalha de ouro olimpica, ao passo q Sampras, Federer, Borg, Connors, McRoe, Villas, entre outros grandes tenistas, nunca tiveram esse “”título””?? enquanto outros mto menos expressivos ( pra não dizer outra coisa ) conquistaram a tal medalha, como Miloslav Mečíř (1988), Marc Rosset (1992), Nicolas Massú (2004)…fora os q conquistaram a medalha de prata e bronze…..
    Outra pergunta…o q é mais importante pra um tenista, ganhar a medalha de ouro olimpica ou um ATP Finals enfrentando os 8 melhores?? ao passo q nos jogos olimpicos pode acontecer de enfrentar tenistas fraquíssimos do Sri Lanka, Afeganistão, Coréia do Norte…..rsrsrsrsrs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que o torneio olímpico passou a ter mais peso a partir de 1992 e ganhou realmente importância em 2000, quando todos os melhores passaram a jogar. É sem dúvida um título de grande prestígio, porque raro. Abs!

      Responder
      1. geraldo carvalho

        Dalcim e sua conhecida paciência e elegância. confuciana e jesuítica. Se vacilar, penduram o Dalcim em um pau de arara e o obrigam a dizer as coisas mais absurdas.

        Responder
  28. Bruno Louzada

    Dalcim, analisando que o Djokovic tem 6 slams, 16 masters e 3 finals

    Vamos voltar no tempo, quando vc o viu vencendo o AO em 2008 vc esperava q ele chegaria a esses numeros??? que ele teria menos …ou esperava ate q ele tivesse mais::::????

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, realmente eu achava que ele teria de progredir em vários aspectos. E foi o que ele fez principalmente em 2011. Hoje é quase completo, muito versátil nos pisos e diante dos mais variados adversários. Abs!

      Responder
  29. Eduardo Silva

    Os caras sempre citam a derrota do Federer em Miami/04, mas não esquecem que o Nadal não venceu aquele torneio, perdeu na rodada seguinte para um Zé Mané – como diria o L.Fernando – qualquer, o suíço jogou com febre aquela partida.

    Responder
  30. Orlando

    Segue a ordem de IMPORTÂNCIA dos Grams Slams e dos Masters 1000, seguindo os especialistas ( comentaristas, ex-tenistas, tenistas e blogueiros ):
    1º Wimbledon….2º Us Open….3º Roland Garros….4º Australian Open

    Indian Wells e Miami (mais importantes)………Monte Carlo (é o master 1000 menos importante, e tbm é o único da série que os tenistas NÃO SÃO OBRIGADOS A JOGAREM)

    Agora , torcedores e Federer e Nadal, podem debater…..

    Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Se você estudar a história do tênis, vai entender por que é, de longe, mais importante. Não tem a ver com dificuldade para ganhar, mas com tradição e repercussão.

        1. Mauro Amoedo

          Um direito seu, Dalcim… Vejo Roland Garros e Wimbledon com uma tradição MUITO maior que o US Open… Muitos jornalistas comentam o mesmo, inclusive….

          Responder
      1. Fernando Brack

        Amoedo, o USO é mais antigo (1881 vs. 1925), portanto mais tradicional que RG.
        Não bastasse isso, o USO é maior em público e em premiação.
        Abs

        Responder
      2. Leonardo

        Ê nadalete fanatico. rs Toma a resposta do Dalcim! hahahahaha
        Rolanga fica em último junto com o Australian Open e vou te dizer que atualmente, abaixo do AO.
        RG só tem um apelo a nós brasileiros pelo Guga. E no meu caso, mesmo sendo fã do Guga e mesmo antes do Nadal, nunca foi um slam importante. Dou a ele a mesma importância de assistir Madri ou Roma.

        Responder
        1. Mauro Amoedo

          “Roland Garros atualmente abaixo do AO”….

          huahauhauahauhauahauahuauauauauauauauauauuauuauaa
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          Responder
      3. Samuel

        Embora alguém possa falar de importância deste ou daquele torneio, concretamente os tenistas mais importantes para a história do tênis são aqueles que possuem mais títulos em Roland Garros ou em Wimbledon.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          De forma alguma Samuel. Roland Garros só tem esse peso enorme por causa do Borg e do Nadal. Mas o tênis continua considerando o US Open mais importante.

          Responder
          1. EU

            Hehehe…dalcinovski…tu…concorda qui foi o robozin qui deixou rg sem graça? …hehehe….naum inrrola…visse…hereges o

          2. Mario Cesar Rodrigues

            Não concordo!e nem é por causa do Rafa e sim pela dificulfade que existe em ganhar um RG..por isto é o mais difícil!

          3. Orlando

            Pois é Dalcim, os caras só dizem isso por causa do Nadal e do Guga, pq tenho certeza de q ae Guga tivesse ganho outro Slam em vez de RG, com certeza não enalteceriam tanto esse Slam…comecei a curtir tênis faz poucos anos, o suficiente pra eu procurar me informar mais sobre esse belo esporte (pra mim ele só perde em importância para o Todo-poderoso TIMÃO, rsrs)

          4. Samuel

            A ambição dos jogadores é vencer Roland Garros ou Wimbledon – ou ambos. Já vi algumas vezes tenistas, após vencerem os outros Abertos, dizendo algo como “o importante é vencer um grand slam, não importa qual”. Em geral, quando os tenistas se manifestam sobre seu “torneio favorito”, lá estão Roland Garros ou Wimbledon.

  31. Fernando CS

    Dalcim.

    O Guga teve 3 Slams e 43 semanas no topo. Não se tratam de poucas conquistas, mas o prestígio dele junto aos grandes jogadores é talvez maior do que seria de se esperar, considerando-se a magnitude de seus feitos. A que você atribui?

    Responder
  32. Fernando CS

    Mas se o Villas não conseguiu ser 1º com tudo isso, quem diabos ‘tava em 1º nessa época e quanto teve que ganhar para conseguir tal façanha? rs … Eita fórmula maluca deve ser essa.

    Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Connors era outro tenista de estilo único. Agressivo de fundo de quadra, bolas retas, devolução espetacular, voleio de duas mãos infalível. Além de uma personalidade vencedora, guerreira. Um fenômeno.

          Responder
  33. E agora?

    Dalcin eu estava vendo por acaso um video de um jogo de 2009 do Federer contra o Murray semi de Cincinatti so alguns momentos e me assustei com disparidade do jogo do mestre desse ano comparado a essa epoca de 2009.O forehand estava afiadissimo ,mortal e potente a movimentaçao muito boa ,o slice maravilhoso enfim o que todos sabemos que ele joga quando esta bem.Ta certo que fazem 4 anos mas enfim …Na sua opiniao qual o principal motivo para uma temporada tao apagada do Federer devem haver mais de um motivo mas o que vc ve como determinante nisso. Valeu

    Responder
  34. Sergio Luiz

    Muito bom seu esclarecimento Dalcim, para que os mais jovens não subestimem demais os grandes do passado, e percebam que os números as vezes mentem.

    Não tenho absolutamente nada contra o Nadal, e seus números são realmente extraordinários, mas reforçando o que você disse, o Borg por alguns anos venceu WB e RG e foi vice no USOpen, além de ter acumulado os mesmo 60 títulos numa idade bem menor que Nadal. Olhando o percentual de aproveitamento do Sueco (vitórias/derrotas) ninguém pode ter dúvidas dos equívocos do ranking naquela época.

    Outra coisa também a ser considerada é o percentual de aproveitamento em Slam, já que Borg disputava só 3 Slam por ano (ele não ía ao AO), contra 4 das gerações posteriores.

    Por isso acho quase impossível se estabelecer um critério objetivo para se estabelecer quem é/foi melhor que outro. Sempre haverá a subjetividade do gosto pessoal. Mas, Nadal merece todos os méritos por seus realmente extraordinários e impressionantes feitos! Abs.

    Responder
    1. Paulo Roberto Ferreira

      Não era somente Borg a disputar soh três SLAMs por ano. Connors, por exemplo, soh disputou lah duas vezes: na primeira, foi campeão, na segunda, vice. Depois nunca mais apareceu.
      A razão para os principais tenistas não irem era que que o torneio coincidia com o Réveillon . Por causa desse boicote os organizadores tiveram que alterar o calendário.

      Responder
      1. Sergio Luiz

        Paulo, na ponderação que eu fiz mais abaixo, eu disse que “Borg e OUTROS dos melhores tenistas da época não jogavam o AO”, e ainda disse isso para demonstrar a dificuldade nas comparações de tenistas daquela época com os das gerações posteriores! Abs.

        Responder
  35. Fernando Brack

    Fora do tópico e olhando 2013 em retrospectiva, eu acho que em 2014:

    – Nadal terá novamente dificuldades para jogar bem após RG, pois não teve em 2013 aqueles 7 meses de vida boa para treinar e descansar que usufruiu em 2012. O gás, portanto, deve acabar antes, como de costume.
    – Djoko vai barbarizar, repetindo e até superando 2011. Desta vez, deve levar RG e talvez o Grand Slam.
    – Federer fará um ano bem melhor, ainda que fazendo apenas semi-finais e algumas poucas finais. Títulos mesmo… necas. Quem sabe um ‘quinhentinho’, desde que não tenha Nadal e/ou Djoko na chave.
    Ao contrário do que pensam, seu terrível 2013 não foi provocado pelo tour latino-americano ou pela falta de uma boa pré-temporada. O que ferrou o Mestre foi aquele sanduba de mortadela que lhe empurraram no Mercadão em Sampa. Passou o resto do ano (mal) digerindo aquela trozoba. Basta manter uma dieta suíça que tudo irá mais ou menos bem.
    – Murray irá consumir a maior parte do ano recuperando seu nível de jogo. Afinal, ele não é um super ogro pra voltar trucidando tudo e todos desde o 1º dia do retorno.
    – Delpo continuará incomodando os grandes e pode ganhar seu primeiro M1000.
    – Wawrinka, Berdych, Tsonga, Gasquet, Ferrer… sei lá, meu. É muito exercício de adivinhação pra cabeça.

    Responder
    1. Roberto Rocha

      Concordo com quase tudo, meu caro BRACK!
      Mas embora eu creia que Nole vai fazer um ano tremendo, não creio que ele consiga voltar a jogar no nível de 2011…seu corpo não resiste, como vimos no final daquele ano, quando não conseguiu jogar a Davis devido a problemas físicos…
      E quanto a Rolanga…Nadal é sempre o cara a ser batido ali. E se estiver 100%, na minha opinião, não perde ali para ninguém.
      Mas vale aguardar e ver se as suas previsões se concretizam!
      Forte abraço!

      Responder
    2. Leonardo

      Grande Brack, concordo em partes. Realmente, o grande diferencial do Nadal nesse ano foi o descanso fisico e mental que ele teve, além de poder fazer uma extensa pré-temporada que nenhum tenista tem tempo. Coisa que ele não vai ter em 2014.
      O Murray, como sempre será a incógnita. Acho que ele pode se dar bem na Austrália devido ao descanso e por ser um slam que ele sempre chegou perto de levar.
      O Djoko tem a Davis e ainda exibições com o Nadal, mas como esses caras são monstros do fisico, o cansaço não existe.
      O Federer precisa resolver seus problemas físicos e pessoais, que estão afetando muito os seus golpes nitidamente menos potente do que ele é capaz.

      Responder
  36. ANDREI

    Dalcim,gostaria de saber se um jogador de Tênis comoDjokovic(apenas um exemplo) joga 70 jogos na temporada e chega no Atp Finals com mais de 70 jogos no ano ele chega fisicamente pior ou melhor que um outro(murray um exemplo apenas) que jogou 50 jogos na temporada se machucou em julho e voltou em setembro com perfeitas condições fisicas,o murray estaria mais descansado pra jogar por causa da lesão?é apenas uma suposição,mais se isso acontecer quem chega melhor no final do ano?o cara que não se machucou mais jogou 70 jogos na temporada,ou o cara que se machucou durante a metade do ano,mais fisicamente está bem e com menos jogos?não sei se você me entendeu rsrs..

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Realmente, um pouco confuso. Pelo que entendi, quem jogou 70 partidas estará fisica e mentalmente mais desgastado. O outro, que se contundiu, pode estar com falta de ritmo de competição, mas obviamente muito melhor fisicamente. Abs!

      Responder
  37. william laerte fenelon

    Dalcim, de uma de mãe diná e chute, com qts semanas como número 1 vc acha que o nadal terminará sua carreira? eu chuto umas 150, sendo otimista 200! Interessante que não é mto difícil imaginar o djoko terminando a carreira com mais semanas de número 1 do que nadal e com bem menos títulos de GS, o que me faz ver que semanas como número 1 é um número um tanto quanto relativo pra avaliar uma carreira

    Responder
    1. Leonardo

      O ranking não é nem um pouco relativo. Ele é extremamente justo.
      Porque o Nadal terminará a carreira com recordes de semana abaixo do que o Djokovic?
      Porque ele é um tenista de um piso só. Ele só venceu grandes torneios aproveitando condições especiais como mononucleose do Federer, geração fraca, problemas respiratórios do Djokovic e nessa temporada contou com o descanso e pré temporada extensa de 2012/2013 além de contar com péssimo momento do Federer, Djoko, lesão do Murray e o fato de jogar boa parte da temporada sem ter pontos a defender. O lugar correto dele é entre n° 2 a 5 do ranking, como vc vai ver em 2014 apos o A.O

      Responder
  38. oswaldo e. aranha

    Até agora não pude digerir o critério da ATP de zerar os pontos ganhos no torneio que está iniciando, desta forma pune aquele que foi o vencedor.

    Responder
  39. Igor Menezes

    O verdadeiro top 10 da história antes do fim da carreira do espanhol e Nadal assumir o trono:

    1º ROD LAVER: esse é o verdadeiro rei do tênis. Ganhou tudo que deixaram ele ganhar, fez duas vezes o Grand Slam (nenhum outro tenista fez isso nem uma vez sequer), humilhou seu principal adeversário, Roy Emerson, inúmeras vezes, e ainda assim foi privado de disputar Slams durante 7 anos, caso contrário teria mais de 20 fácil!!! Como podem ter a cara de pau de quererem lhe roubar a coroa assim na mão grande???
    2º ROGER FEDERER;
    3º PETE SAMPRAS;
    4º RAFAEL NADAL;
    5º BJORN BORG;
    6º ROY EMERSON;
    7º BIL TILDEN;
    8º IVAN LENDL;
    9º JIMMY CONNORS;
    10º JOHN McENROE.

    Responder
      1. Fernando Brack

        Gosto demais do Federer, é meu ídolo no tênis e tal (como Borg havia sido anteriormente), mas meu eleito para o rótulo de GOAT também é Laver. Também sou de opinião que ele teria mais títulos de tudo se não tivesse vivido a transição para o tênis profissional.
        Abs

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O que ninguém parece nunca considerar, Igor, o que eu acho um erro gigantesco, é que no tênis amador (incluindo toda a era Laver) os melhores tenistas NÃO JOGAVAM porque estavam contratados para jogar os eventos profissionais e assim era impedidos pela ITF, exatamente como aconteceu com Laver a partir de 1963. Então é preciso tomar cuidado com qualquer comparativo. Abs!

      Responder
      1. Igor Menezes

        Sim, mestre! Eu sei disso… Mas Laver conseguiu 200 títulos em sua carreira… Que recorde pode ser maior que um recorde de títulos em tamanha quantidade? Isso pra mim só reafirma sua grandeza… Mas em parte eu concordo com você. Sei que inclusive que nessa época também existiram grandes jogadores profissionais que não disputavam os torneios do Grand Slam… E outros que até jogaram e ganharam alguns Slams como Pancho Gonzalez, Jack Kremer e um tal de KEN ROSEWALL que ganhou 23 Majors, sendo 8 Slams e 15 Pro-Slams, que se ausentou do circuito para jogar profissionalmente de 1957 a 1968… Esse então, não sabia nada de tênis… rsrs Abs!!

        Responder
          1. Sergio Luiz

            Outra coisa que precisa ser ponderada é que, mesmo na era profissional, muitos dos melhores tenistas NÃO jogavam o AO ( a viagem e o custo não compensava), o que, além de prejudica-los nos números, facilitava para quem jogava, principalmente os Australianos.

            Disso decorre mais uma injustiça com Borg quando comparada com Nadal e outros tenistas atuais. O Sueco jogava apenas 3 Slam por ano, enquanto Sampras, Nadal, Federer e outros, sempre jogaram 4.

            E isso é só mais uma razão para eu não gostar de entrar na discussão de quem “é/foi o melhor”, muito menos de que “A” e superior a “B”.

            Por tudo que o Dalcim já falou, e mais isto, penso que não possa haver dúvida de que a ordem estabelecida pelo Igor está furada, mas para mim é irrelevante! Abs.

          2. Samuel

            Tanto no feminino, quanto no masculino, a dominância era dos australianos. Provavelmente porque a segunda guerra mundial varreu com os europeus do mapa e, obviamente, com os tenistas europeus. Também os EUA estavam muito envolvidos com a guerra.

          3. Igor Menezes

            Respondendo ao Sergio Luiz, o “se” não entra em questão, camarada… Julgamos os atletas pelo que conquistaram no esporte e não pelo que deixaram de ganhar… Não fazemos exercícios de advinhação e de suposição… Cada um terá a posição que merece na história de acordo com o tamanho de suas glórias, a quantidade de grandes feitos e a significância de suas marcas… E Borg tem menos do que todos esses aí que eu coloquei a sua frente… Não gostou?? Trabalho com critério, parceiro. E o meu método é simples, coerente, prático, objetivo e imparcial… Abs.

          4. Rafael Wüthrich

            Sergio, discordo. Sabe por quê? Nessa época o top 10 tinha 5 australianos (Laver, Rosewall, Roche, Emerson, Newcombe), que eram os melhores tenistas da época, junto com Okker, Arthur Ashe e Pancho Gonzales. Havia outros de menos expressão, embora bons tenistas (como Manolo Santana), mas a nata era australiana. E todos jogavam o Australian Open quando podiam. É claro que nos anos 70 até meados dos anos 80 os tops americanos, suecos não iam via de regra; mas na época de Laver jogavam sim.

        1. Emílio

          Acho que o Dalcim não se referiu especificamente ao Laver, pois acho que ele, como todo mundo, inclui o australiano na lista dos melhores. Mas, por exemplo, Roy Emerson, que está na sua lista e que foi por muito tempo o recordista em GS, os conquistou todos como amador, quando Laver e Rosewall, contemporâneos seus, eram profissionais.
          Considerando os profissionais antes da era aberta, de fato Gonsalez figura em muitas listas de GOAT´s feitas por especialistas.
          Rosewall é pouco citado, talvez por ter sido ofuscado por jogadores mais poderosos como Gonsalez, Laver e até por outro australiano menos falado, mas que dizem que jogava muito (Lew Hoad).
          Mas olhando as estatísticas, a carreira dele me impressiona muito. Tano pela longevidade como pela consistência. Acho que tem H2H desfavorável contra todos os citados mas ganhou muitos torneios importantes em cima de todos eles. Teve sucesso como amador (4 GS entre 53/56), como profissional (57/67) e na era aberta (mais 4 GS entre 68/72, sendo o mais velho até hoje a vencer um nesta era). Teve rivalidades com esta turma todo aí de cima, nas décadas de 50 e 60 e pode-se dizer até com Connors, já na década de 70, pois foi vice dele em Wimbledon e US Open de 74.

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      2. Rafael Wuthrich

        Sou extremamente fã de Rod Laver, de carteirinha mesmo. Só considero Federer o melhor porque (1) ele ganhou Majors também na quadra sintética; (2) tinha (tem) maior capacidade de improvisação que Laver; (3) Seu estilo de jogo era ainda mais plástico que o do australiano; e (4) Jogou contra a história e com uma pressão única nas costas durante boa parte da carreira, o que não o impediu de atingir marcas incríveis.

        Fora isso, em matéria de recordes e títulos não há dúvidas que Laver foi tão espetacular quanto. E outra coisa: foi o primeiro a jogar com naturalidade tanto do fundo de quadra quanto na rede. Aliás, há muito tempo que digo aqui que Federer joga exatamente como Laver jogava há 50 anos.

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        1. Paulo Roberto Ferreira

          Discordo. Federer teve uma tremenda sorte de enfrentar uma geração de tenistas medíocres como Hewitt, Roddick, Nalbandian, Coria, etc.

          Qdo Nadal e Nole amadureceram ele começou a perder o reinado.

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          1. geraldo carvalho

            mts comentaristas, compreensivelmente n gostam dessa discussão, mas eu penso que no início da carreira, por coincidência, federer foi bafejado pela sorte. já era um jogador maduro, n 1 do mundo e foi batido com autoridade por um guga “descaderado” em rg. msm a tão propalada vitória contra sampras (o único jogo entre os dois) foi suada, federer, um menino, teve q suar sangue p bater um sampras quase geriátrico. djoko e nadal, ao contrário, tiveram q se bater contra o próprio federer, um jogador formado, plenamente constituído enqto tal. essa geração intermediária foi o melhor q poderia acontecer p o suiço. mas ele n tem nada a ver com isso. foi lá e confirmou sua gloriosa carreira.

          2. Paulo

            Federer enfrenta Nadal desde 2005, ano que ele conquistou seu primeiro RG, terminando aquele ano como numero 2, posição que ficou até 2008, quando alcançou o topo. Desde então, Federer conquistou apenas 3 AO, 1 RG, 5 WB e 4 US, vencendo na final jogadores como Safin, Agassi, Nadal (2x), Djokovic e Murray (2x). Realmente, Federer venceu só jogador ruim!

      3. Marcelo Barros Pereira

        Dalcim, como eram esses “eventos profissionais” que havia antes da Era Aberta, dos quais sempre se fala? Eram torneios mesmo? Ou eram praticamente como as exibições de hoje, tipo aquela vinda do Federer, no final do ano passado? Abraço!

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      4. Roberto Rocha

        Aqui vou discordar do Mestre Dalcim…
        “Rod Laver é um ex-tenista australiano que detém o recorde de títulos conquistados na carreira. Ele é o único tenista da história a ter vencido todos os 4 torneios do Grand Slam em simples na mesma temporada em duas ocasiões distintas – primeiro como amador, em 1962, e depois como profissional, em 1969. Por tal façanha, Laver é considerado por muitos fãs de tênis o melhor tenista de todos os tempos.”
        Não importa se os profissionais não jogavam…ele superou todo mundo nas 2 condições (com e sem profissionalismo).
        O fato de que mais ninguém venceu os Slans 2 vezes, na minha visão, encerra o assunto: Rod Laver é o maior de todos os tempos!

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    2. jorge luiz

      Se for comprovado q o Nadal nao é o Lance Armstrong do tenis concordo q ele fique entre os 10,ainda assim atraz do Nole,mais tenho certeza q nenhum ser humano fique 5,6 horas dentro de uma quadra de tenis e nao se canse.

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    3. Henrique Farinha

      Igor, esses rankings são sempre pessoais, mas eu tendo a concordar com as duas primeiras posições. Penso ainda que Borg está à frente de Nadal e, talvez, de Sampras. Explico: ele ganhou 11 GS, mas parou inexplicavelmente – embora ele até tentasse explicar… – aos 26 anos. Se ele tivesse jogado em alto nível por mais tempo, é muito provável que faturasse mais alguns. Quanto a Laver, é de fato uma enorme injustiça com a genialidade dele tirar-lhe a coroa. Além de tudo o que vc disse, é preciso ressaltar que ele tinha apenas 1,72 de altura, que já era teoricamente inapropriada para o tênis de então, ainda mais para jogar agressivamente como ele, indo constantemente à rede. Abs

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      1. Sergio Luiz

        Farinha, na verdade Borg parou com 25 anos. Sua última temporada foi 1981. Em 1982 ele jogou apenas 1 torneio – MC – porque era onde morava e a pressão para não parar era enorme. Abs.

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    4. José

      Além disso, Laver não tem os recordes que o pessoal mais fala hoje porque na época não existiam essas coisas como Ranking, ATP Finals, M1000… senão ele seria o recordista de tudo na minha opinião!

      Pra mim Laver é o maior da história também! Nossa majestade! huahuahua

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    5. mariliense

      Boa noite Igor, só não concordo com Federer como segundo pois o suíço construíu uma carreira de muitos títulos numa época em que seus adversários nas finais eram Gonzalez, Baghdatis, Philippoussis, Roddick e coisas desse nível. Agassi e Sampras já se arrastavam nas quadras em fins de carreira e Safin passava mais tempo nas boates que em quadra. Nole e Murray só tinham 16 anos e Rafael Nadal tinha 17 anos quando começou a surrar Federer . Tivessem o quarteto surgido no tênis todos com a mesma idade, Federer teria bem menos títulos que hoje … ele teve muita sorte apesar do seu jogo plástico mas de muitos enfs. abs

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      1. Orlando

        vc é casada com o nadal, né moça?? rsrs….incrível como vc desmerece o Federer sempre
        Não sei se vc sabe, mas PRA GRANDE MAIORIA DOS TENISTAS, EX-TENISTAS, COMENTARISTAS E BLOGUEIROS CONHECEDORES DE TÊNIS consideram Federer o maior de todos os tempos, pq será q eles acam isso???…..ou vc acha q eles não entendem de tênis???? kkkkkkkkkkkkk……..me fala então quem Nadal enfrentou de verdade no saibro??? qual o grande saibrista adversário dele??? Nadal é q teve sorte, pois os grandes saibristas já tinham aposentado ou estavam em fim de carreira……….outro dado pra vc:
        Vc sabia q Roland Garros, o Gram Slam q vc tanto aprecia é o 3º em nível de importância???? Ele fica atrás de Wimbledon e Us Open, só superando o Australian Open????
        Então podemos concluir q:
        Federer: 7 Wimbledon ( Gram Slam mais importante ), 5 Us Open ( 2º Gram Slam mais importante), 4 Australian Open e 1 Roland Garros
        Nadal: 8 Roland Garros ( 3º Gram Slam mais importante), 2 Wimbledon ( Gram Slam mais importante ), 2 Us Open ( 2º Gram Slam mais importante) e 1 Australian Open

        Federer é o recordista de títulos do GRAM SLAM MAIS IMPORTANTE ( WIMBLEDON)
        Nadal é o recordista do 3º Gram Slam mais importante
        E quem diz isso não sou eu, são os tenistas, ex- tenistas, comentaristas e blogueiros….o próprio Dalcim confirmou isso

        Obs: Não desmerecendo as conquistas do Nadal….mas Federer é Federer, independente do H2H desfavorável.

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      2. Igor Menezes

        Fala, Mariliense! Também concordo contigo em partes… mas fazer o que neh?? Ele deu essa sorte aí e aproveitou! Precisamos ter critério e aceitar tudo o que ele conquistou… Isso aí tá gravado… já era… A esperança é que Rafa tem boas condições de superar o nº de Slams, o nº total de títulos, o nº de Masters 1000, aumentar o H2H porque eu ainda não estou satisfeito, passar dos 10 títulos em um só Slam, temporadas na liderança do ranking que na minha opinião vale muito mais que semanas na liderança, porque o que conta mesmo é se o cara é o melhor do ano todo, o resto é conversa fiada… Abs.

        Responder
        1. mariliense

          A minha opinião é a mesma dos monstros Borg,Becker,Agassi e Connors : Caminhando pra ser o maior pois ele venceu tudo, todos os majors,Davis,Ouro olímpico e tem H2H favorável sobre o seu maior rival Federer. E Sampras disse que jamais se perdoaria se tivesse um H2H desfavorável contra Agassi …. Portanto o maior de todos os tempos está a caminho ….. só terá validade após o encerramento da carreira de Rafael Nadal …..

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          1. José Eduardo Pessanha

            Querido Marília, o Federer tem 6 Finals, e cada Finals é MUITO mais difícil do que Olimpíadas. É difícil vocês nadalistas entenderem isso, ou querem que eu desenhe?

      3. Marquinhos

        Ainda bem que é apenas a opinião do “desconhecido” nmariliense. Caiu de para-quedas no esporte errado. Foi “expulso”do blog do Chiquinho e voltou correndo para cá.

        Responder
        1. mariliense

          Você pensa em mim 24 horas por dia rê…. quando eu tinha a sua idade tinha coisas melhores pra fazer na vida do que pensar no mariliense kkkkkk aproveite melhor sua vida ….

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  40. Valmir

    Dalcim, quantos pontos valem as vitórias na Davis ??? Vitórias na final valem mais ?? Essa pontuação não está presente na área de pontuação no site do Tenis Brasil

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A tabela é muito complexa. Para a final, são 75 pontos em cada vitória de jogo de melhor de cinco sets, mais 75 de bônus se o time for campeão da Davis. Dê uma conferida em daviscup.com/en/rankings/atp-ranking-points.aspx

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      1. Rafael Wuthrich

        Absurdo. Sou totalmente favorável a 2000 pontos, sendo 250 por cada vitória nos 4 confrontos eventuais do Grupo Mundial (em tese um top joga 2 vezes cada confronto) e 500 para cada vitória das duplas, protagonistas nesses confrontos. Seria um estímulo e tanto aos tops e um reconhecimento à importância da Davis no circuito.

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  41. Leonardo

    O rafa supera em alguns números, mas moralmente, historicamente e para quem entende um pouco de tenis, está bem atrás do sueco. Ressaltando que o Borg encerrou a carreira precocemente e conseguiu grande reinado em Wimbledon e demais circuito, numa época em que havia grande diferença de velocidade nos pisos.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Borg está de fato moralmente a frente de Rafa, igualzinho o primeiro campeao moral, Claudio Coutinho, esteve a frente do Cesar Menotti em 1978. Boa piada Leonardo. Eu gostaria de acrescentar q, tambem moralmente, vejo Borg muito a frente do aposentado, pois ele se defrontou com uma geração de grandes vencedores e o suiço enfrentou a chamada geração fraca em boa parte da carreira…

      Responder
    2. geraldo carvalho

      “Moralmente” e “para pessoas que realmente entendem de tênis” são “categorias” abstratas. absolutamente eivadas de subjetivismos. não resolvem nem de longe qqer discussão.

      Responder
    3. Samuel

      Borg fez diversas finais no Aberto dos EUA, mas perdeu todas (para McEnroe ou Connors). Além disso, a partir de um certo momento, passou a perder sucessivamente para McEnroe nos torneios de Grand Slam, inclusive em Wimbledon.

      A Justine Henin e a Martina Hingis fizeram algo semelhante a Borg, optando por uma aposentadoria precoce devido a uma mescla de problemas pessoais e dificuldade de vencer seus contemporâneos.

      Responder
      1. Sergio Luiz

        Não é bem assim Samuel. Borg só perdeu 1 (uma) final de WB para McEnroe, isto após ter vencido 5 títulos consecutivo e ter chegado na final, o que ainda faz dele o recordista de vitórias consecutivas em WB.
        Além disso, também detém a façanha de ser o único até hoje a ter vencido WB sem perder sets.
        E, no mesmo ano que perdeu a final de WB, havia vencido seu 6 RG, e jamais voltou para defender seu título.

        Parou jovem, e no auge!

        Responder
  42. Daniel Toledo

    Dalcim, no caso de Connors, um dos maiores, havia uma pressão minimamente comparável que a sobre o Federer quando após uns 30 anos ele começou a perder seguidamente pra nova geração (Lendl, McEnroe, Becker, Edberg, etc..)?….Ou deixavam ele jogar em paz e desfrutavam do seu jogo fantástico?…
    Jimmy tem recordes insuperáveis (títulos, partidas, vitórias, semanas no top 10, etc..), se Federer quisesse poderia bate-los todos, mas é tanta pressão sobre ele (não pode perder pra 2 monstros que é aposentado, etc…), e ele mesmo no íntimo não iria querer, que acho que ele joga no máximo até 2016, talvez Olimpíadas, tenta um último Finals ou Wimbledon e para.
    Hoje com a correria de Nole e Nadal é difícil, pode parecer estranho, mas pra Federer 32 pra 35 acho que muda menos que 26-27 pra 30 no caso do Djoko e principalmente Nadal, eles dependem muito do físico e irão cair de rendimento, aí o Leão da Montanha poderá dar o bote. abs

    Responder
      1. Rafael Wuthrich

        Que diferença que vemos com o suiço…Dalcim, no alto de seus 30 e poucos anos de circuito, algum tenista sofreu igual pressão que Federer na carreira? Não me lembro de Sampras sofrer algo parecido, até por sua limitação clara no saibro, ou de outro tenista ter sofrido este tipo de cobrança que vimos entre 2006 até hoje sobre Roger (embora no momento seja levemente menos).

        Responder
          1. Rafael Wüthrich

            Realmente. Até nisso temos que reconhecer o grande competidor que Federer é e foi um dia. Carregar o peso da história nos ombros, durante 3, 4 anos, contra adversários qualificados sem pressão (notadamente Nadal), não foi pouca coisa. Às vezes, diante de seus recordes, esquecemos disso.

    1. Igor Menezes

      A diferença é que Connors passou a perder depois de “velho”, Federer perde desde sempre para o então adolescente Rafael Nadal que tinha 17 anos em 2004, um dos anos-auge do suíço, na quadra dura de Miami…

      Responder
    2. Lígia

      Acho que você pode ter razão em relação ao Nadal. Já o Djokovic começou a administrar a duração de suas partidas e o desgaste físico. Chega fácil, fácil aos 32/35 anos se não sofrer lesão grave.

      Responder
      1. Samuel

        Realmente, Lígia, o atual estágio de Djokovic lembra-me a performance de Agassi quando se aproximava dos 30 anos. O sérvio tem vários contemporâneos que terão vida útil mais duradoura do que Nadal. Porém, alguns têm muito dificuldade em vencer o atual número dois nos Slams (Murray e del Potro) e outros, de quem se esperava algum resultado acima da média, ainda estão demonstrando imaturidade em algum ou vários aspectos(Raonic, Dimitrov e Tomic).

        Responder
        1. Samuel

          Melhor esclarecendo: em seu atual estágio, Djokovic aparenta ter potencial para continuar atuando em alto nível após os 30 anos, inclusive ganhando alguns slams. Nisso ele me lembra muito Andre Agassi. De outro lado, não creio que Nadal consiga as mesmas façanhas após os 30 anos de idade.

          Há, também, um quadro de adversários que m tese podem desafiar o sérvio, caso a longevidade de Djokovic vá além da carreira de Nadal. Porém, os integrantes desse grupo têm apresentado dificuldade em vencer o sérvio nos Slams (Murray e del Potro) e outros, de quem se esperava algum resultado acima da média, ainda estão demonstrando imaturidade em algum ou vários aspectos do jogo (Raonic, Dimitrov e Tomic).

          Portanto, eu apostaria que Djokovic terá algumas conquistas a mais justamente porque pegará um período de entressafra, sem competidores à altura, caso Nadal caia de produção antes do próprio sérvio.

          Responder
    3. Orlando

      Cara, pode ter certeza de que quando Nadal e Djoko chegarem aos 30, já estaram morrendo ou praticamente aposentados, pq ambos não tem e nunca terão o talento de Federer (este nunca precisou correr, ele é q fazia os outros correrem)….esses dois aí dependem demais do físico

      Responder
    4. Roberto Rocha

      Me divirto com os profetas…
      Então, Nadal e Nole despencarão com 30 anos….
      Ferrer é o exemplo vivo de que atleta que se cuida pode chegar nessa idade com vigor físico invejável!!!!!

      Responder
        1. Roberto Rocha

          Entendo…mas ele está aí, correndo feito doido e chegando a várias finais “limpo”…então, é possível que um tenista passe dos 30 anos e ainda jogue competitivamente…

          Responder
        2. Samuel

          Se a “limpeza” que há em Ferrer significa “estar acima de qualquer suspeita de doping”, isso não faz diferença, pois o espanhol não perde seus jogos por causa de limitação na resistência física. Os motivos são outros: tática menos inteligente, menos recursos técnicos e uma mentalidade menos vencedora do que o quarteto (Federer, Nadal, Djokovic e Murray).

          Responder

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