Nadal se alegra com título, mas deve fugir do piso duro
Por José Nilton Dalcim
17 de fevereiro de 2013 às 21:58

Não dá para dizer que Rafael Nadal ficou eufórico com o bicampeonato do Brasil Open. A conquista veio, todos sabemos, em momento delicado e crucial de sua carreira. É apenas seu segundo torneio após sete meses de parada total, e fazer duas finais consecutivas, erguendo um troféu, pode ser encarado como algo positivo. Mas ele sabe que não há grandes motivos ainda para celebrações, porque parece não haver a menor possibilidade de encarar o piso duro de Indian Wells e Miami, os Masters que são disputados dentro de um mês.

Imagino ser completamente lógico que ele simplesmente salte o caledário, após tentar a sorte em Acapulco, e só reapareça em Monte Carlo. O ATP 500 mexicano, onde será o cabeça 2, tem tudo para ser mais exigente do que foram Viña e São Paulo, dois torneios onde teve apenas um top 30 pela frente (o descompassado Jeremy Chardy) e outro adversário experiente (o instável David Nalbadian). Em ambos os ATPs, teve dificuldades para ganhar sets e mesmo alguns jogos. Demorou para mostrar maior mobilidade e com isso ter um forehand competitivo. Com pouca confiança no seu físico e golpes tão instáveis, não tem o que fazer nos Masters norte-americanos.

O joelho claramente o limita e o transforma num tenista quase comum. Quase. Porque sua excepcional capacidade de ler o jogo se destaca nessas horas e a experiência de 11 Grand Slam e tantos duelos vencidos contra os melhores do mundo aparece no momento em que precisa do primeiro serviço, que ousa um saque-voleio, que dispara um slice venenoso, que força a devolução em cima da linha. Mesmo sem estar 40% do que era há um ano, sobra sobre o piso de saibro e encanta quem gosta de tênis.

É bem verdade que Nalbandian foi uma decepção e a final ficou muito longe do que se esperava. O argentino teve poucos games lúcidos e nem mesmo os 3/0 e duas quebras do segundo set lhe deram a confiança necessária para equilibrar a partida. Jogou absurdamente mal daí em diante e levou um ‘pneu’ moral. Como eu previa, pareceu sentir o momento e jogou com a displicência que tanto conhecemos. Uma pena. O ginásio hiperlotado merecia uma partida de maior qualidade, mas certamente 90% do público saiu feliz da vida com a conquista e o possível renascimento de Rafa. Na entrevista, Nalba readmitiu cogitar a aposentadoria ao final da temporada.

Os outros dois campeões do domingo no Ibirapuera foram Bruno Soares e o parceiro austríaco Alexander Peya. O mineiro venceu sua sétima final consecutiva, um feito extraordinário até mesmo em nível internacional, principalmente se considerarmos que nessa fila majestosa estão as mistas do US Open e dois ATP 500. De quebra, passa a ser o duplista profissional brasileiro com maior número de títulos (12) e o mais eficiente em finais disputadas (12 em 21). Ele segue direto para Memphis e depois vai aos Masters americanos, sem esconder que uma das metas é o Finals de Londres.

Estrutura – O gerente da promotora Koch Tavares, Roberto Burigo, prometeu averiguar a suspeita de ingressos falsos nos dois últimos dias do Brasil Open. Solicitei à assessoria de imprensa que responda também sobre o problema da falta de numeração dos ingressos e das acusações de entrada irregular de convidados. Cobrarei um retorno.

Quem viu a final no ginásio ou na TV, percebeu novamente a hiperlotação. Havia muito mais do que as 9.300 pessoas permitidas. Deveria haver uma lei – mas certamente nosso parlamento está muito ocupado – que exigisse que espetáculos esportivos para mais de 4 mil espectadores fossem obrigatoriamente numerados, o que evitaria esses absurdos.

Burigo também garantiu que não há chance de substituir o ginásio do Ibirapuera como sede do evento. Sou obrigado a concordar com ele, porque fevereiro é uma época de chuva torrencial na cidade. Não fosse o teto, talvez esta edição não tivesse terminado no prazo e teria prejudicado muita  gente que comprou antecipadamente os ingressos.

O complexo onde está o ginásio é patrimônio, diria vergonhoso, do governo estadual. É triste ver a degradação de quase todas as instalações. O ginásio principal sofreu reforma há dois anos, que tirou a goteira e melhorou o aspecto dos banheiros, mas continua a ser uma arena ultrapassada e incompatível com grandes (e caros) espetáculos. O Procon deveria ser acionado contra o Estado, que figura como patrocinador do Brasil Open ao desembolsar pelo menos R$ 2 milhões na forma de cessão do local.


Comentários
  1. MARIO CESAR RODRIGUES

    Caro Dalcim..além de tudo que foi falado..de estrutura…realmente uma comentarista disse que ninguém era revistado notei isto…e realmente é um perigo…Mas aquela cena dos caras pegando uma ewnchada sei la mais o que tentando arumar o buraco…esta imagem foi para muitos lugares humilhante…fui todos os dias assistir quase todos os jogos….do Rafa todos…mas casa cheia é bom sinal por isto o povo gosta…de que adianta delegar responsabiliddes a quem não tem????o pessoal da Espanha em um blog amou o torneio casa cheia mas para mim foi uma verdadeira falsa imagem onde caras levaram grana e muito…organizadores sem se preocupar com ninguém…valeu a pena que vi o torneio e Rafa com toda dificuldade ganhou…mas te falo ano que vem poucos jogadores voltam…podem acreditar!abraços..confiança ou se tem ou não..não existe meio termo!abraços.

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  2. Adriano de Sousa

    Eu assisti os jogos do Djokovic no Maracanãzinho e do Federer no Ibirapuera. O contraste entre os dois ginásios é gritante. O Maracanãzinho possui sistema de refrigeração e mesmo no calor o clima fica muito confortável. No Ibirapuera uma barra de metal ficou no campo da minha visão, logo abaixo da linha de base da quadra, fora o calor insuportável. Estava cogitando viajar para São Paulo para assistir ao Brasil Open, mas quando pensei no ginásio em pleno fevereiro, pensei que não valia à pena… No Maracanãzinho há uma boa vista de todos os lugares, sem obstáculos visuais.

    Diante disso, por que não trazer o Brasil Open para o Rio? A capacidade não é desculpa: 11.800 pessoas (maior que as menos de dez mil do Ibirapuera). Imaginar que o público carioca não pagaria um valor mais alto para um evento esportivo é altamente questionável. Eu saí do Rio exclusivamente para ver o Federer jogar e paguei algo próximo a todos os dias de jogos no Brasil Open no anel superior, mesmo sem ter uma condição financeira confortável.

    Imagino que isso seja por causa da Koch Tavares, que parece fazer besteira atrás de besteira e tantos anos no mercado não foram suficientes para ganhar know how e poder organizar um torneio decente.

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  3. marcio

    Tá vendo??!! dessa vez não teve torcida brasileira pra atrapalhar, o Bellucci caiu na 1ª rodada do atp da argentina pro 166 do mundo…é brochante….abçs

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  4. Agustin Cejas

    Lamentavel…..estive no ginasio anexo ao Ibirapuera, onde tem 2 quadras ( se é que pode se chamar de quadra) e vi um rato enorme saindo das numeradas…lugar sujo,sem conforto nenhum….um filme de terror.

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  5. Edson Peres

    O engraçado é que, em um post anterior há dois ou três dias atrás, eu havia feito um comparativo com a atuação do gaúcho Marcelo Demoliner, que venceu o argentino Schwartzman, por 6-3 e 6-1, no Aberto de São Paulo deste ano. Este argentino foi o adversário do Bellucci hoje, e o Bellucci voltou a “confirmar o favoritismo de seu adversário”, já que não é de hoje que o nosso nº 1 perde para jogadores bem, bem abaixo de seu atual 38º lugar. Sei não, Dalcim, mas, em breve, o Bellucci vai acabar chamando o Zwetsch pra trabalhar com ele de novo, porque o Orsanic não está conseguindo dar um jeito no pupilo ou seja lá o que for.

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    1. José Nilton Dalcim

      Praticamente não existem mais quadras rápidas no circuito, caro Luiz. O que temos é um domínio dos pisos duros (ou sintéticos), mas que estão tão lentos como um saibro. Além disso, quase todo o circuito de ponta hoje é disputado ao nível do mar, o que deixa sempre o jogo mais lento. Abs!

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  6. André

    Dalcim,
    Depois ler os comentários e notícias veículadas na mídia, fiquei com uma dúvida: se o saibro aqui era realmente mais rápido que USOpen e AOpen (pelo que entendi, o fato de ser fechado, ter altitude e a própria montagem fariam com que a quadra ficasse nessa situação), por que achar que o Nadal não tem chance nos pisos duros dos Masters?? Em tese estariam mais lentos, não!? ou não basta ser lento e tem que poder deslizar!? o problema da competividade nas quadras duras está relacionado com a velocidade ou com o “poder deslizar” / impacto??
    Enfim, se a quadra tava assim do jeito que estão falando, comparo as condições com as de Madrid com saibro azul e aí Nadal “tirou leite de pedra”, já que, apesar de gostar da superfície, ela era ruim e a velocidade completamente oposta da que favorece o jogo dele. Ou qualquer saibro, mesmo assim veloz é melhor que uma quadra dura e com bolas pesadas e mais vagarosas?
    Abs

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    1. José Nilton Dalcim

      Para o Nadal, o problema é o impacto das quadras duras. O fato de não poder deslizar ao final do golpe, mas sim dar uma brecada e recuperação do passo, força mais o joelho. Além disso, não se pode comparar dois ATP 250 de nível mediano com um Masters, onde ele poderia cruzar com os tops já na terceira rodada. Abs!

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    2. Leo

      Colega, o problema dos Masters 1000 de Indians e Miami, é que ele não vai jogar contra caras do top 100 a 150 como Cebollas, Cascão, Alund, Feijão , Arroz e etc. Vai jogar primeiras rodadas contra caras do top 50 e atualmente ele só conseguiria vencer em torno de 10% de tenistas do top50. Ou seja, quase ninguém.

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  7. Patrick Simão

    dalcin, se os jogadores pedem tanto uma diminuiçao no calendario, porque a ATP coloca um mes inteiro de março pra só dois torneios? eu sei que a chave é maior e sao 7 rodadas, mas sao apenas tres sets, se esses torneios fossem menos demoraedos, teriamos duas semanas extras, para a ATP colocar a vontade duas semanas norte americanas (para manter um mes com torneios norte-americanos) e ao mesmo tempo torneios preparatorios para a temporada de saibro europeu (onde se poderia incluir o aberto de sp em 2014 que esta muito prejudicado), sao muitas opçoes.
    Eu um dia que tava sem nada pra fazer boolei um calendario completo da atp, onde couberam ate torneios novos (em paises sem atp), entao porque nao diminuir essa temporada, para os jogadores que nao pretenderem disputar essa temporada jogarem pelo menos alguma semana em março?
    Com certeza se esses masters tivessem uma semana de duraçao, federer jogaria miami( um mes inteiro fica muito pra ele)
    AH, e que energia do povo brasileiro no aberto de sp, fui la sabado e foi muito bom!

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    1. José Nilton Dalcim

      Antes de tudo, Patrick, não existem torneios 250 ou 500 nas semanas dos Masters 1000. É uma decisão da ATP nunca contestada, mas até controversa, porque jogadores de nível ATP 250 dificilmente entrariam direto num 1000 (exceto claro nas chaves maiores de Indian Wells e Miami, que são disputados em duas semanas por causa do qualificatório, que começa na segunda e na terça). Abs!

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  8. Cristian Simão El Jamal

    Olá Dalcim, segue o meu comentário sobre o Brasil Open 2013! Grande abs!

    Qualquer evento esportivo é constituído por dois protagonistas: Os jogadores e o público. Logo, temos as estrelas do evento e aqueles que pagam para assisti-los. São forças complementares, que não funcionam bem de maneira independente. O sucesso de um evento esportivo está diretamente relacionado a esses dois protagonistas. No tênis, não é diferente.
    Infelizmente, no Brasil Open 2013, realizado em São Paulo, tanto os jogadores quanto o público foram desrespeitados pela baixa qualidade de organização e de infraestrutura. Como podemos realizar um evento bem sucedido se maltratamos as duas maiores forças do espetáculo?
    Primeiro vou falar do público:
    Primeiramente, a infraestrutura do ginásio do Ibirapuera é péssima. Mais parece uma “estufa” do que um complexo esportivo. É arcaico, apresenta problemas de acústica e não oferece conforto e segurança. Também não possui um bom lugar para comer. Mais uma vez, é o público que paga caro por isso.
    No que tange a venda dos ingressos, temos outro problema. Utiliza-se a matemática da ganância, onde o número de ingressos vendidos é maior do que o número de lugares disponíveis. Consequentemente, parte do público “assistiu” aos jogos em pé ou sentados na escada! Além de perigoso, é vergonhoso!
    Portanto, os ingressos deveriam ser comercializados de acordo com o número de lugares disponíveis, marcados e numerados por setor, fila e assento, garantindo ao público a conveniência de chegar ao local do evento na hora que achar mais adequada. A garantia de um bom lugar deveria estar atrelada ao momento da compra do ingresso e não a ordem de chegada ao evento! Inaceitável!
    Somente consegui um lugar porque, juntamente com meu pai e outras pessoas que estavam em situação semelhante, reclamamos pacientemente para que alguns lugares reservados a imprensa fossem liberados ao público muito tempo depois. Uma situação humilhante, porque o dinheiro gasto na compra do ingresso não garante automaticamente um lugar decente na plateia! Foi preciso mendigar por um lugar. Sem contar a grosseria e descaso de alguns funcionários do evento.
    Agora vou falar dos jogadores:
    Os tenistas jogaram nas quadras do improviso, esburacadas e irregulares. Fora dos padrões para qualquer torneio profissional. Os jogadores correndo risco de lesões graves reclamaram bastante. Acertadamente, não virão no próximo ano nessas condições que não permitem jogar um tênis decente e seguro. Afinal de contas, existem tantos outros torneios mundo a fora.
    Vale lembrar que alguns jogadores se machucaram, o que “manchou” o nome do evento para os próximos anos. O Brasil Open perdeu credibilidade.
    Rafael Nadal afirmou que não se lesionou por sorte. Qual seria a repercussão na mídia, caso isso acontecesse?
    Para finalizar, fica claro que precisamos melhorar muito. Não é tarefa fácil porque a questão é cultural. A mentalidade da maioria dos brasileiros é muito individualista: adora levar vantagem em tudo.
    Ano que vem, não vou. Continuo priorizando eventos bem estruturados e organizados no exterior.
    Estamos preparados para receber um torneio ATP 250? Os fatos me mostraram que não.

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  9. Bruno Louzada

    Dalcim, não seria o caso do Bellucci parar por alguns meses, tentar melhorar o fisico dele q é fraco e corrigir as dores nos ombros????

    Ele sempre foi fraco fisicamente, e com dores nos ombros então, simplesmente não consegue trocar 20 bolas num rally…todo jogo ele morre rs

    Sinceramente não entendo…pq ele não para um tempo, e cuida do fisico q é pessimo, e continua jogando a trancos e barrancos

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  10. Luiz Fabriciano

    Dalcim boa tarde. Deixei o torneio finalizar para pedir sua opnião sobre umas ocorrências que percebi, tanto quando estive presente, no quali de domingo e na estréia de Nadal em duplas na terça-feira, quanto o que acompanhei pela TV.
    Depois de tantas críticas, desde o ano passado, não teria o proprietário do estádio, que é o estado de São Paulo como você mencionou a uns blogs atrás, o maior do Brasil, já ter se pronunciado a respeito de mudanças na estrutura em geral? A ATP não tomará nenhum providência com relação às quadras? Vi em todos os jogos que acompanhei nos dois dias que estive lá, pessoas da manutenção “pregando” saibro nas quadras durante os intervalos. A bola utilizada no torneio só fui entender o hoje o motivo de tanto reclamação: desde que comecei a jogar tênis, esse modelo de bola é o mais barato do mercado e sabemos que nesse caso, o mais barato certamente não é o melhor. Outra coisa que me chamou a atenção e que jamais imaginei que acontecesse em um torneio profissional, quiçá em um ATP250: jogos oficial em quadra e bate-bola/treino em outra separados apenas por uma rede para evitar invasão de bolas, que ainda assim aconteciam. Isso é comum ou permitido em torneios pelo mundo afora? Quanto à super lotação não presenciei, mas alguma coisa está sendo providenciada como forma de garantir que não acontecerá mais? Mais uma vez parabéns pelos textos e ansiosamente aguardo seus comentários. Grande abraço.

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    1. José Nilton Dalcim

      A manutenção foi feita durante os jogos para evitar mais problemas com o piso. Sem dúvida, o Ibirapuera é ultrapassado em todos os sentidos e acredito que o Governo do Estado tem obrigação de modernizá-lo. Está no século passado, sem ar condicionado, cadeiras apertadas, espaço de circulação ruim, sem estacionamento adequado. Pior ainda é olhar o restante do Complexo, que está todo feio, mal cuidado. Fim da picada. Quanto ao uso de duas quadras lado a lado, não há problemas. Isso acontece em outros eventos. O maior problema é que o Mauro Pinheiro não dá visibilidade ao público, além de ser desconfortável, longe, sujo, até rato foi visto. E o mais grave é que não existe um espaço alternativo numa metrópole como São Paulo. E queremos fazer Olimpíadas! Deus nos ajude. Abs!

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  11. MARIO CESAR RODRIGUES

    Caro Dalcim..belo texto…e fico imaginando a alegria do Rafa…Dalcin gostaria imensamente que respondesse olha a diferença dos torcedores do Federer e Do Nadal…Federer levou uma surra do Francês..mal fisicamente não está treinando…e perdeu não vi um comentário aqui dos torcedores do Rafa denigrindo o Federer…e nem os torcedores do Federer póstaram nada!Então o que sinto é que eles tenham medo ou amam muito o Rafael Nadal!!O que acha?90 por cento dos comentários é denegrindo o Rafa..e as pessoas pregam bom senso…brincadeira né!e concordo com vc talvez Rafa jogue Acapulco e voltará em Monte Carlo mas é só especulação!abraços Dalcim!

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que muitos falam mal do Nadal só para provocar os que adoram o Nadal, mas no fundo eles sabem de quão espetacular é o tênis do espanhol. Assim como acredito que os que torcem por Nadal reconheçam, lá no fundo, que Federer é o maior de todos. Abs!

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      1. MARILIENSE : RAFA IDOLO DO BRASIL

        Ah! O maior de todos os fregueses do Rafa isso sim 18 x 10….. e a lista de clientes de carteirinha está só aumentando, Nalba já faz parte…. Davidenko, a sua hora vai chegar. Se fosse só o Federer já era muito mas o cara massacra todos os tops. Eu nunca tive duvida que o Federer tem a maior plasticidade cinematografica do tenis mas Nadal na melhor forma tinha um tenis mais eficiente ,mais vibrante e mais emocionante. Só isso explicaria essa imensa vantagem do espanhol sobre seus maiores rivais.

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      2. Renato Junior

        SIm, Roger é o maior de todos e é isso que nos faz gostar de Rafa! Porque mesmo tendo técnica inferior, talvez até mesmo do que do Nole, Rafa vence jogos na vontade e nos ensina, de fato, a não desistir jamais. Afinal, mesmo Roger sendo o maior de todos, AINDA é freguês do Rafa!!!
        Abs

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    2. MARILIENSE

      Grande Mario Cesar pé quente, viu o nosso idolo ser campeão e sair consagrado aqui no Brasil. Infelizmente estou me recuperando de uma cirurgia, estou de molho em casa e não pude ver Rafa aqui em São Paulo. Sabe Mario, eu já tenho a seguinte opinião em relação aos fãs do suiço chorão aqui do blog. Rafa é tudo aquilo que a maioria desses caras daqui gostariam de ser : jovem, rico, atleta de sucesso, adorado pelos fãs como vimos em SP, desejado pelas mulheres como vimos em SP e um herói para as crianças do mundo inteiro. Deu pra entender Mario? parece que alguns acham que a vida não foi justa para todos e preferem descarregar a sua revolta atrás de um computador e vão passar a vida inteira carregando esse rancor que só vão prejudicar a si só. Quanto a nós respondemos com um vaaamooos Raafaaaa! abraços

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  12. Edgar Muniz

    Caro José NIlton, Simplesmente lamentável as condições do publico paguei uma fortuna e fiquei amontuado com minha mulher nas escadas .péssimas as condições sem falar banheiros,lanchonetes,estacionamento,etc etc etc muito frustrante

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  13. Luis Henrique

    Dalcim, fico imaginando se o Nadal optaçe por jogar o ATP de Marselha por exempla. Olha os jogadores da chave: Delpoltro, Berdych, Tsonga, Tomic….. Ele iria apanhar que nem cachorro morto.

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  14. Julian Lepick

    Prezado Dalcim,

    Estive no Brasil Open 2013, assim como estive no do ano passado, por isso compartilho algumas impressões minhas sobre o evento.

    Enquanto tudo “parecia muito lindo” na quadra principal, na quadra três os jogadores tinham de aguentar a quadra vizinha sendo irrigada, risadas de funcionários contando piadas e acredite se quiser, até goteiras. O público de lá também sofreu com o acesso a um ginásio precário (sobretudo a noite, quando nem iluminação o percurso tinha, além de que, com as chuvas vários trechos estavam alagados), a falta de visibilidade da quadra também é gritante, ou se faz uma estrutura mais alta que nos permita enxergar os dois jogadores, ou só podemos ter uma quadra no Mauro Pinheiro, vale lembrar que não há sequer lanchonetes nessa área do complexo e as goteiras também atingem as arquibancadas.

    Sobre a quadra principal, tudo ficou mais “bonito”, stands reformulados e decoração mais atraente, mas continuamos tendo o problema dos banheiros e das lanchonetes, chega a ser mais vantajoso ir até a Brigadeiro debaixo de chuva pra comer. Outra coisa são os pontos cegos e a falta de conforto nos assentos, você gritou isso várias vezes durante a semana e é bom ver um jornalista especializado levantando essas críticas, foi terrível ver onde muita gente teve de ficar pra conseguir ver o jogo já que visivelmente tínhamos mais público do que a capacidade. Outros pontos são a falta de ventilação e a acústica que impossibilita o público entender qualquer pronunciamento dos locutores.

    Me chama a atenção também que no ano passado os organizadores montaram vários stands que interagiam com o público, e não somente lojas, aquela foi uma iniciativa interessante e que ajudou a divertir um público maltratado pela falta de infraestrutura, quem levou criança sabe o quanto isso fez diferença pela alegria da garotada.

    No próximo ano infelizmente o evento deve ter uma queda, isso porque dificilmente tops virão uma vez que o evento será disputado na mesma semana que os ATP 500 de Acapulco e Dubai, uma pena já que o torneio parecia estar em crescimento e esse crescimento poderia gerar uma melhora na infraestrutura, poderia.

    Att,

    Julian Lepick

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  15. Bruno Louzada

    DAlcim, se o Nadal esta com dores mesmo apos 7 meses a logica não seria dar mais uma pausa a medio prazo ate elas sumirem????

    Ou as dores podem sumir mesmo ele jogando????

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    1. José Nilton Dalcim

      As dores fazem parte do processo. Ele está fazendo reabilitação antes e depois de cada partida. Precisa então ir testando. Ele já vai parar esta semana, jogar Acapulco e acredito que parece mais duas ou quatro semanas antes de Monte Carlo e Barcelona. Deveria pular Roma e ir direto para Paris. Seria um calendário mais protetor, mas realmente não sei o que seu time planeja. Abs!

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  16. Luiz

    Olá, Dalcim. Sempre um prazer ler seus textos. Não tenho torcida especial por nenhum jogador específico, sou fã incondicional do tênis, despersonalizado. Nadal não é o tenista que mais me enche os olhos plasticamente, mas sou um grande admirador de sua absurda capacidade de jogar tênis competitivo e ser vencedor. E, nesse torneio, percebi também uma habilidade que ele usa pouco e deve começar a usar mais: o jogo de rede. Fiquei surpreso com a quantidade de pontos ganhos na rede, sempre com voleios precisos. Acho que veremos de agora para frente um Nadal um pouco mais agressivo e usando mais as subidas na rede para encurtar os pontos. Me parece que o próprio Nadal vai sentir que esse caminho é o mais viável, principalmente em quadras duras, e o que impressiona é que ele também tem muita capacidade de fazer isso, como se fosse fácil. Abraço!

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  17. FerChaFon

    José Nilton Dalcim, fui ao Brasil Open de quinta a domingo e é uma pena eu não ter te encontrado, pois gostaria de te dar os parabéns pelo blog pessoalmente. Os teus textos são excelentes e você vive publicando novos textos. Por isso, criei o hábito de visitar o teu blog diariamente.

    É muito importante que teus colegas da imprensa questionem a Koch Tavares pela superlotação como você fez. Isso foi uma VERGONHA para o Brasil. Assisto a partidas do ATP World Tour pela TV semanalmente e nunca vi gente sentada nas escadas por falta de cadeiras.

    O tumulto foi grande. Por exemplo, na partida Nadal x Berlocq, fui ao banheiro no intervalo do set. Eu estava no anel inferior e tive de dar a volta no ginásio porque o banheiro mais perto estava interditado. Na volta, no intervalo 3 games depois, entrei mas não conseguia caminhar até minha cadeira – tinha “mil” pessoas em pé na escada e atrás da última fileira. Resultado: minha ida ao banheiro me “custou” 5 games.

    É um ABSURDO a Kock Tavares ter vendido os ingressos com “cadeira livre” já que as cadeiras do ginásio são numeradas. Alguns meses atrás eles mesmos venderam ingresso com “cadeira marcada” para o Gilette Federer Tour. Só posso pensar que foi ganância deles, já que eles venderam o Brasil Open também para empresas, cujos convidados podiam sentar em qualquer cadeira. Portanto, as cadeiras do anel inferior eram disputadas por quem comprou ingresso e pelos convidados das empresas. É óbvio que ia dar no que deu: superlotação. Se fosse ingresso com “cadeira numerada” eles não poderiam vender uma cadeira ao mesmo tempo para uma pessoa e uma empresa. É fato que eles venderam o anel inferior com overbooking.

    Vou além. É um ABSURDO que, mesmo após a tragédia do incêndio na boate Kiss, nossas autoridades continuem permitindo essas superlotações ocorrerem e/ou não punindo os infratores. Sabem quem estava presente no domingo? O ministro do esporte Aldo Rebelo.

    Tomara que a organização do ATP 500 aqui no RJ seja melhor!

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    1. José Nilton Dalcim

      Você está forrado de razão e eu também torço muito para o Rio aprender com as falhas e fazer um supertorneio. A hiperlotação do ginásio é inexplicável e inadmissível. Onde estão as autoridades?

      Responder
  18. VALTER MUCILLO

    COMENTANDO TAMBÉM A ESTRUTURA DOS BANHEIROS MASCULINOS: 1 ESTAVA EM MANUTENÇÃO NO SÁBADO DAS 14:30 ÀS 20:00H E SEM PAPEL PAPEL ENXUGAR AS MÃOS.

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  19. Leo

    Dalcim, vc tem dito que acredita que o Nadal passou por cirurgia. Mas por que diabos ele esconderia isso? Qual a vergonha em ser operado? Vergonha é omitir o que acontece realmente para os fãs. Só vejo como caso de omitir, se a cirurgia foi um fracasso ou se mesmo com ela, nao tem solução. Talvez essa falta de informação seja para se preparar e aos fãs de que aquele tenista corredor nao voltara mais.

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    1. José Nilton Dalcim

      Talvez estratégia de marketing. Também concordo com você que não deveria haver problema com isso, mas… A minha opinião é corroborada por muitos jornalistas espanhóis e especialistas brasileiros. Abs!

      Responder
      1. Leo

        Dalcim, desculpe a ignorância, mas qual a estratégia de marketing? Omitir que fez uma cirurgia, se recuperar dizendo que não fez e ser tratado como um herói que se recuperou sem ir pra faca? É muito estranho esse Rafael Nadal e equipe…

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        1. José Nilton Dalcim

          A cirurgia deixaria claro que ele não jogaria o US Open, nem Londres, talvez nem Australian Open… O que foi sendo cancelado pouco a pouco. Abs!

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  20. André C Q

    É impressionante a diferença de qualidade de um blog de tênis para os de futebol, tanto no conteúdo quanto na educação e na honestidade intelectual dos comentários. Igualmente impressionante é a qualidade dos comentários dos leitores. Pode até ser reflexo do ”elitismo” do esporte, o que infelizmente seria reflexo da negligência com que este país trata as modalidades exportivas que não o futebol.

    No mais independente dos problemas a presença de um jogador como Nadal em nosso país é uma grande propaganda para o tênis no país, espero que venha mais vezes, tanto ele quanto Federer e outros grandes, mesmo que seja quando em fim de carreira, fora da forma ideal ou para jogos de apresentação.

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  21. André Martini

    Dalcim e o sistema se som? não se entende nada do que falam embaixo, isso em todos os 4 eventos que fui no ibira, e o bafo? Precisa instalar um ar condicionado também…. Vc, que tem contatos, poderia perguntar porque não arrumam isso? abraços!

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    1. José Nilton Dalcim

      O som falhou algumas vezes, erro da organização. Já o ar condicionado é responsabilidade do governo do estado, que sempre promete e jamais cumpre.

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      1. Marcos

        O André Matini tem razão. Não foi só questão de falhas do som. As caixas acústicas estavam posicionadas somente nas lateriais da quadra. Para quem estava nos outros pontos do ginásio o som era absolutamente incompreensível.

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  22. Flávio

    Dalcim, estive no Ibirapuera apenas na quinta feira quando foi a estreia do Nadal em simples. Talvez pelo fato do ginásio não estar abarrotado, eu não tive problemas, inclusive consegui entrar no anel inferior para tirar fotos mais de perto e o fiz por mais de uma vez. Lamentável mesmo foi o fato dos ingressos não serem numerados, pois eu saí do ginásio ao final do jogo do Bellucci e quando eu voltei tive que sentar na quarta fileira do anel superior sendo que eu havia permanecido o dia todo na primeira fileira.
    Quanto ao jogo do Rafa Nadal, achei mesmo que foi mais o Nalbandian que perdeu do que o Nadal que ganhou. O sujeito me faz 3 x 0 com direito a saque no próximo game e me perde 6 games seguidos. Esse não é nem de perto aquele Nadal que conhecemos no passado e acredito que quando ele jogar campeonatos com tenistas melhores ranqueados a coisa vai ficar feia para ele. Achei até ele muito contido com a conquista do campeonato, ainda mais que ele estava havia 8 meses sem faturar nada. Confesso que não gosto muito do estilo de jogo dele, mas como sou um entusiasta por tênis, vê-lo nessa situação me causou um certo desconforto.

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  23. Nina

    Dalcim… sabe uma outra coisa que a gente não mencionou, fora essa absurda superlotação por conta da falta de marcação de assentos??? A falta de segurança…
    Ninguém estava sendo revistado para entrar no ginásio… um absurdo para a segurança de todos e também dos atletas, pois nos dias de hoje… vai saber!
    Obviamente que se tivesse havido revista, com certeza a entrada seria bem tumultuada e lenta… a organização do evento foi lastimável realmente.
    Quanto ao ginasio do ibirapuera, realmente temos de lamentar… mas é algo não só do governo estadual, mas também federal… porque até o sr.. ¨excelentíssimo¨ ministro do esporte (que de nada sabe de esporte) estava lá pra mostrar a cara (e tomar uma sonora vaia, graças a deus), então, tem de se cobrar melhorias no setor do tênis do país…

    No mais, é agradecer por ter tido essa oportuniade de ver o Rafa tao perto, tão carismatico e já uma lenda…

    Responder
  24. Augusto Fiães

    Dalcim, gostaria de perguntar-lhe sobre as premiações: é só aquilo mesmo? Tipo: todos os atps 250 são só isso? Quem perde na 1a rodada, quanto ganha? Imagino nos Challengers!!! Como os tenistas pros pagam suas viagens e estadias e alimentação? Cara, achei baixíssimo!!!
    Grande abraço,
    Augusto Fiães

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O campeão levou US$ 82 mil e um perdedor de primeira rodada, US$ 4,6 mil. Estadia é paga pelo organizador, passagem e alimentação é do tenista. Abs!

      Responder
  25. Altaisio Paim

    Bom dia!
    Qual a sua opinião sobre o piso no Brasil Open?
    Os tenistas reclamaram do piso com razão ou foram críticas desnecessárias, sem procedência?
    Abraços e obrigado.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não me pareceu estar em ordem, mas considero o problema do piso irregular bem menos problemático do que o das bolas. Juntando as duas falhas, beira-se um desastre de organização e credibilidade, que infelizmente o Brasil Open não merecia. Abs!

      Responder
    2. José Nilton Dalcim

      As críticas foram corretas. Havia desvios em excesso. Segundo especialistas, regiões onde se escorregava muito, outros que não se escorregava nada. Bati bola nas quadras do Mauro Pinheiro e achei o quique estranhamente baixo, certamente devido à base utilizada abaixo do saibro. Abs!

      Responder
  26. Altaisio Paim

    Querido amigo, José Nilton, bom dia!
    Os tenistas reclamaram e muito do piso. Notei nas transmissões do SPORTV que os comentaristas se “irritaram” com as críticas feitas, querendo esconder(talvez) a deficiência do piso por se tratar de Brasil.( um patriotismo desnecessário).
    Qual a sua opinião sobre o piso no Brasil Open , caro amigo?
    Abraços..

    Responder
  27. Luis Henrique

    Na minha opinião ,se o Rafa fugir dos masters americanos só provará que ele é um covarde. É bem provável que ele leve uma sova dos tops nas quadras duras, mas como ele é esperto, ele vai fugir do pau, voltará só nos Masters no saibro e terá chances reais de vencer Federer, Murray e Djoko. Dai fica aquela pergunta: Por quê o Espanhol tem h2h favorável contra os tops??? Porque a maioria dos confrontos foram em quadras de saibros, pois na quadra dura ele foge. Por isso que Federer é o MAIOR DE TODOS. Mesmo na fase decadente ele encara todos em qualquer tipo de piso, já o Espanhol foge.

    Responder
    1. Anti anti-jogo

      Tem razão, ele se preocupa bastante com as estatísticas, além de odiar perder (palavras do próprio Kohlschreiber quando o bateu em Halle 2012). Exemplo foi a etapa da Copa Davis em piso super rápido em Houston, (em 2011) quando deixou o abacaxi para Ferrer e Lopez. Aí, jogou a final no saibro na Espanha para ser o herói.

      Responder
    2. Renato

      Querer tratar de um problema físico é estratégia, cautela e inteligência. E não covardia.

      Dava pra ver o Rafa mancando em algumas ocasiões, eu imagino como ia ser no piso duro.

      No mais, quem joga é ele. Nem você, nem eu, nem ninguém tem nada a ver com isso.

      Responder
      1. Rafael Wuthrich

        Concordo que nesse caso, a prudência com o físico é correta. Mas o H2H é favorável a ele em razão do saibro, isso é – basta dizer que ele perde para Federer em todos os pisos e ganha por incríveis 12 x 2 no saibro – exatamente a diferença favorável a ele de 8 vitórias (Fed tem 6×5 no sintético e 2×1 na grama).

        Responder
      2. APOLO

        Cara, eu tava lá também, e o que percebi é que ele só mancou quando tava no aperto. Somente. E é sempre assim. Agora, engole essa patranha quem quer. Tem muita podridão aí.

        Responder
  28. Luis Henrique

    Bom, fazem 4 anos que ele foge de uma quadra rápida, já faz tempo que não ganha nada no cimento. Um cara para ser considerado um dos maiores da história não pode ficar tanto tempo sem titulos em quadras duras. E o Nalbadian pipocou!!! O seu boneco tem habilidade indiscutivel, mas hoje se encontra pra lá dá 90º colocação do ranking mundial e o ranking não mente. Rafa é um herói!!! Venceu o “dificilimo” Brasil Open, contra tenista qualificadissimos.

    Responder
    1. Rafael Medeiros

      Ranking não mente mesmo. Nadal é o melhor segundo do ranking de todos os tempos e esse título ninguém tira! Esse banquinho ele esquentou até não poder mais…rs

      Responder
        1. Rafael Medeiros

          Pois então…

          Olhe só: no futuro, Federer será lembrado pelo que fez, sem estar “preso” ao espanhol. Por outro lado, sempre que se falar de Nadal, falar-se-á em Federer.

          Interprete isso como quiser, a favor ou contra. 😉

          Responder
          1. MARILIENSE : ETERNO FREGUES

            No futuro Federer fará de tudo para esquecer de Rafael Nadal, mas sempre terá alguém para lembrá-lo que ele foi o maior fregues do espanhol kkkkk. E Rafa Nadal com sua humildade contagiante de sempre contará que não sabe como conseguiu demolir seguidamente os maiores tenistas de sua geração : Federer,Nole,Murray, Del Potro, Nalbadian, Berdich,Ferrer…… e o Medeiros viverá até os seus ultimos dias com ódio do espanhol kkkkk rapaiz,isso fais mar pra saude, é muito remédiu pra conserta depois….

          2. Rafael Medeiros

            Com certeza, Mariliense…Federer olhará seus Slam´s (recordista que é), mas pensará em Nadal…Certamente…;)

  29. Fonseca

    “Jogou absurdamente mal daí em diante e levou um ‘pneu’ moral. ” Realmente, beirou o inacreditável a autação bizarra e desmotivadao do argentino, a partir deste momento e até em outros antes desse. O Berlocq foi quem deu mais trabalho nesta semana. Apesar de ter falhado nos últimos games, lutou até o final, tentou nitidamente seu melhor. E realmente os approaches de Nadal para supreender foram demais, principalmente quando percebeu que o Nalbandian simplesmente não conseguia mais correr para os lados. Excelente post, mestre Dalcim!

    Responder
  30. Rafael Medeiros

    Falem o que for do Nalba (sim, fez uma final ridícula contra um jogador limitadíssimo- com um empenho razoável teria levado o torneio pra casa, mas nem isso se dispôs a fazer), mas aquela devolução de saque é um espetáculo!

    Pega lá na frente, devolve no pé do sacador – isso quando não vai pro winner de devolução, um golpe difícil de ser visto hoje em dia. Espetacular!

    Responder
    1. Renato

      Concordo plenamente. As devoluções no pé do Rafa quase quebraram ele várias vezes… na verdade quebraram. Rafa acabou jogando ainda mais pra tras da linha de base. E acho que a bola mais rápida e o quique mais baixo ajudaram nessa parte para o Nalba.

      Responder
  31. Nilson Arcolini

    Bom dia Dalcim. Estive presente em todos os dias do torneio, inclusive na clinica com o Nadal na 4a feira juntamente com meu netinho Lucca. Com excessao deste dia, todos os demais foram decepcionantes para mim. Total falta de organizacao, banheiros sem condicoes de uso, super-lotacao… Enfim tudo que ja estamos acostumados a ver no Brasil. Voces da imprensa tem a obrigacao de cobrar dos organizadores uma resposta publica sobre estes descasos. E tambem uma pergunta basica: porque os assentos nao sao marcados? Sinceramente nao consigo encontrar uma explicacao minimamente inteligente para justificar a nao marcacao. Com a palavra os organizadores !!! Um grande abraco.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Os organizadores foram entrevistados muitas vezes, inclusive em coletiva no domingo, mas parecem não ter explicações. A questão da numeração é um absurdo, não entendo como o Ministério Público não averigua isso, ainda mais diante de recentes desastres. Abs!

      Responder
      1. Luciano

        Dalcim,

        Eu estive no Ibirapuera no domingo, e fui humilhado, isso mesmo, eu me senti humilhado, paguei mais de R$ 600 reais em ingressos para mim e para a minha esposa e me senti um nada, primeiro quanto ao horário, que foi alterado, muita gente veio de fora e de longe, eu sou de Campinas nem tive tanto problema mas não foi legal, fora isso ao chegar fui solicitar acesso ao anel inferior, o segurança da porta de maneira bem “educada” disse, “quer entrar, tenta aí”, como se eu estivesse pedindo um favor, enfim entrei eram por volta de 12:00hs e já não existiam mais lugares, só mesmo a escada de acesso, mas precisamente na parte bem inferior, onde fiquei sentado com a minha esposa, e tomamos vários chutes nas costas, mesmo que sem querer, das pessoas que tentavam circular no local, eu presenciei famílias inteiras com crianças sentadas no chão e até mesmo em poças d´agua, um absurdo mesmo, até chegar ao ponto de mesmo nas escadas ficar espremido com dores nas pernas e outros…….você que tem acesso a um canal de comunicação, peço que seja nossa voz…..abs.

        Responder
  32. Rafael Medeiros

    Dalcim, e a questão das bolas? Rodam comentários que as porcarias das championships foram usadas porque Bellucci teria opinado por elas.

    Procede?

    Responder
  33. Lafayete Fantossi

    Uma vergonha a organizacao desse Brasil Open. A unica coisa que a organizacao quer ‘e ganhar dinheiro e enquanto o publico comparecer e ninguem se queixar, vai ser assim…Em outros lugares, o publico nao iria sem assento numerado e essas instalacoes do Ibirapuera (se ‘e que se pode chmar de instalacoes) nao seriam liberadas nem para campeonato regional de bolinha de gude.
    Acredito que o problema real seja que, por muito que Sao Paulo seja uma cidade com enorme variedade e opcoes de lazer e muito cosmopolita, ainda nao estamos acostumados a ver eventos de certo porte e atletas de ponta de certos esportes como tenis, e a organizacao sabe e tira proveito disso. Com o passar do tempo, o consumidor passara a ser mais exigente e o simples fato de ter Federer ou Nadal em quadra, nao sera garantia de que o publico compareca, espero que seja uma simples questao de tempo.
    Em Barcelona, por dar um exemplo, ‘e muito comum ver atletas de ponta passeando tranquilamente na rua, pois estao la para treinar ou se submetendo a tratamentos, ja vi Guga, Corretja e Mantilla sentados tranquilamente em um restaurante e ninguem ia incomoda-los, pois as pessoas ja estao acostumadas com a presenca desse tipo de pessoas na cidade. E por isso, jamais aceitariam uma organizacao de um evento esportivo tao falha e instalacoes tao precarias…

    Abs!

    Responder
  34. José Albuquerque

    Parabéns Dalcim pelos excelentes comentários que sempre escreves. Não assisti a essa final, mas com seu post me contentei.
    Quanto a esse problema dos ingressos não numerados para mim está claríssimo o motivo, venderem mais ingressos do que o permitido, querem uns trocados a mais. O que impressiona é essa turma não se tocar que o tiro pode sair pela culatra caso ocorresse um desastre e houvesse necessidade de saída imediata de todo mundo. Mas como nenhuma entidade no Brasil se antecipa aos incidentes ficamos ao Deus dará. Os CREAS da vida só aparecem depois que “Inês é morta”. São eficientes para cobrarem os ART da vida e só, nada contra o CREA, mas cito este orgão apenas por sempre vê-lo envolvido depois das tragédias, jamais se pronunciando preventivamente aos eventos, alertando seus organizadores, ou até mesmo ajudando os outros orgãos com seus laudos preventivos. Mas não, só aparecem depois das mortes estarem sendo contabilizadas.
    Mas essa promotora deveria receber uma fiscalização do ministério público, tudo isso foi muito suspeito, venderam ingressos a mais, isso é uma realidade, alguém duvida?

    Responder
  35. Iara

    Estive lá hoje e em outros dias dessa semana, hoje fui obrigada a ver o jogo em pé e na escada no setor inferior… pra ajudar, conversando com algumas pessoas, soube que tinha gente da superior pagando seguranças pra ir pra inferior. Falei com elas NA INFERIOR, ou seja, quantas pessoas não entraram lá dessa maneira? Na mesma “onda”, sexta quando fui pegar a minha pulseirinha, perguntei pro funcionário que checava meu ingresso se havia mais ingressos pra inferior, ele disse que achava que não tinha mas que poderia arranjar pra mim por um preço melhor, na hora demonstrei surpresa e falei alto, e ele pediu pra eu falar baixo. Ficou insistindo, e disse que se eu quisesse era só procurar ele depois, não o fiz. Fico realmente desanimada de ver como a corrupção está simplesmente impregnada em tudo, e o “jeitinho brasileiro” aí, sempre dando as caras… triste.

    Responder
  36. Marcos

    Dalcim, gostaria de saber o que você pensa a respeito da seguinte questão. Muitos fãs de Rafael Nadal citam, com frequencia, o retrospecto favorável que ele possui em relação a Roger Federer (18 a 10), insinuando, inclusive, que o espanhol é que seria o verdadeiro melhor tenista de todos os tempos, e não o suíço. Entretanto, os fãs de Federer respondem que o critério que determina quem é o maior de todos os tempos é o número de Grand Slam alcançados, e que o “H2H” não quer dizer nada. Interessante observar que Nadal tem retrospecto favorável não só contra Roger, mas também contra outros dois grandes: Murray e Djokovic. Porém, há um fato curioso. Contra Nikolay Davydenko, Rafael tem um retrospecto desfavorável (6 a 5), o que abriria a possibilidade de concluirmos, por essa lógica, que o russo é melhor que o espanhol. Pergunto: afinal de contas, no caso de Nadal, o head to head é ou não é argumento?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que não tem muito o que se discutir sobre quem é o melhor tenista da história: Roger Federer, e ponto final. A questão do h-to-h é muito saborosa e atesta como alguns tenistas têm dificuldades diante de um determinado estilo de jogo, algo que deparamos o tempo todo nas quadras. Nadal é um fenômeno, um tenista de estilo único, um excepcional vencedor e assim se torna uma barreira gigantesca a qualquer pretendente a titulos. Abs!

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  37. geraldo de carvalho

    dalcim! e o governo do estado? o ibirapuera n deveria estar melhor do q está? o responsável pelo complexo não é o governo do estado de sp? precisamos olhar p essa turminha, está há 24 anos no poder, já poderiam ter construído uns 3 ibirapueras. o picolé de xuxu n apareceu no enceramento? malaco ele, não? a vaia dele quem recebeu foi o aldo q de covarde n tem nada.

    Responder
  38. Isabel

    De nada, Nadal, pelo título! A torcida empurrou muito. Nalba não jogou 20% do que jogou contra Almagro. Um pouco frustrante mesmo torcendo pro espanhol. Que alongou as bolas hoje não?! As condições não eram as melhores, quadra, bolas pelo que li por ai. A quadra tava rápida mesmo. Mas a torcida compensou. Vem ai Acapulco.

    O que dizer do Bruno? Incrivel. Peya, virei fã. O austríaco até tentou afundar a dupla na sexta mas hoje jogou muuuuito. Caiu no chão pra salvar aquele minibreak no 1º set, vibrou, depois comemorou, muito legal. Tiebreakão foi até meio enganoso. Podia ter sido em dois sets. A dupla do brasileiro não ficou sofrendo sacando. Achei.

    Uma coisa que achei legal também foi esses esportistas super populares, Rubinho, Ronaldo e Anderson estarem no ginasio. Quem nem sabia do torneio vai acabar lendo uma nota do tipo ” Fenomeno e Spider prestigiam evento de tenis”. Mais visão pro esporte.

    Já até to sentindo falta do Mauro ‘PINGUEIRO’. Até ano que vem com melhorias, POR FAVOR, e estrelas.

    Responder
  39. Helder Sá Silva

    Boa noite, Dalcim
    Acabei de ler que a média de público por dia foi de mais de 8.200 pessoas por dia. Excelente em se tratando de torneios nível ATP 250, ao meu ver. E esse público merece ser melhor tratado. Como moro em Salvador, não fui aos jogos, mas ia todo ano para Sauípe. O ideal, seria a presença de público que se tem em São Paulo, com a estrutura que havia em Sauípe, q não era perfeita, mas era longe de ser desconfortável.
    Abs,
    Helder Sá Silva – Salvador-BA

    Responder
  40. Janete

    Caro Dalcim
    Li em algum lugar que o problema do Nadal só se cura com repouso. Ele parou bastante tempo e parece que não adiantou, Será que estamos vendo o final precoce da carreira de outro rei do saibro, também com 26 anos e por problemas físicos? Fico trista com isso.
    Obs. Homens gritavam muito mais durante os ponto do jogo do que as que chamam de Nadaletes. Isto constatei in loco.

    Responder
  41. Marcel Garcia

    Pois é Dalcin, e o engraçado é a mídia achando um absurdo que aquela boate Kiss (Santa Maria) estivesse irregular, se em um evento desses debaixo do nariz das autoridades essas coisas acontecem…….infelizmente para que as coisas mudem a arquibancada tinha que ter caído ou havido algum incêndio etc…. fui apenas 1 dia no brasil open…exatamente quando o Nadal abandonou o torneio de duplas…e só ficamos sabendo (oficialmente) após o término da partida do Chardy….muita gente pagou ingresso e viu meio set entre os dois tenistas em quadra…………vergonhoso!

    Responder
  42. Roberto Rocha

    Caos é uma palavra muito suave para descrever um torneio em que as quadras foram criticadas pelos jogadores, as bolinhas foram compradas no camelô da esquina, os torcedores assavam no calor infernal e entrava até elefante pelo portão central sem que os seguranças avistassem tão diminuto paquiderme…
    Que todas as críticas possam levar à evolução do evento. O tênis brasileiro merece…

    Responder
  43. Tadeu Matsunaga

    Olá, Dalcin. Como vai? Temos dois pontos em comum: a paixão pelo Tênis e o jornalismo.
    Em relação à final deste domingo, confesso que, não apenas como fã do Nalbandian, mas pelo nível de jogo demonstrado principalmente diante do Almagro, esperava que o argentino fosse surpreender o Ibirapuera. Sim, acreditava no título do argentino ou, na pior das hipóteses, uma partida em três sets (todas as vitórias do Nadal sobre ele foram em melhor de três).
    Achei ele totalmente fora do jogo. Sem gana alguma. Achei o Nadal um pouco acima das partidas de quartas e semi, mas o Nalbandian foi dar um passeio … e não voltou
    Três perguntas: 1-) Você bateu uma bolinha com o Nadal na quadra central. Ok, foram apenas algumas trocas, mas o terreno estava muito ruim mesmo? 2-) Acredita que o espanhol possa voltar ao nível de Djokovic e Federer? Tenho minhas dúvidas. 3-) E Nalbandian? O que esperar dele numa suposta última temporada? Ainda pode surpreender num ATP 500 ou 1000? Abraços e parabéns!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ah, no ritmo que nós mortais jogamos Rafa poderia ter jogado de costas… rsrs… Para alcançar o nível dos tops, seu físico terá de estar 100%, e isso hoje significa 110% quando vemos Nole, Murray, Federer, Ferrer. Precisamos de mais tempo para avaliar. O Nalbandian não me parece mais em condições de ganhar os grandes torneios, ao menos os que tiverem boa parte dos top 20. Um 500 como Memphis desta semana, com Cilic de cabeça 1, até que daria. Abs!

      Responder
    1. João Marcos

      Nem todo mundo fala o que está pensando. O Fognini pegou pesado, mas será que foi o único a pensar dessa forma???

      11.04 am 16 fev 13 @Fabio_Fogna: “Bye Brasil and @brasilopen2013 , next year its best to learn how to admnistrate a tournament, ok? Bad balls, bad court and bad country!”

      Responder
  44. Leonardo

    Nadal só no “migué” com aquele joelho dele… Se está perdendo, começa a mancar. Chega a dar pena do probrezinho. Durante os pontos corre que nem um louco. No terceiro set da final de vinã del mar o Zeballos estava quase morrendo em quadra, enquanto o espanhol estava inteiro. Quando o jogo/partida é mais fácil, ele não manca, agora se a coisa engrossa… Atenção, não estou falando que a lesão dele não é real, e também sei que o jogo dele está debilitado por causa disso. Só acho que o Nadal é o maior catimbeiro da história do Tennis mundial e acaba fazendo muita “ceninha”. Não acho que ele tenha a conduta de um verdadeiro campeão, o que, na minha opinião, jamais será.

    Responder
    1. Luiz

      Realmente, um tenista que ganha 11 Grand Slams, 1 ouro olímpico, fora a penca de Masters 1000, não é um grande campeão só porque você não vai com a cara dele. hehe

      Responder
      1. Leonardo

        A questão não é essa, amigo… Os números são incontestáveis. Não sei se tu sabe, mas um verdadeiro campeão não se faz apenas com números. O que eu quero dizer com “verdadeiro campeão”, é que um “verdadeiro campeão” não esbarra no adversário que está ganhando. Não pede pra ir no banheiro num match point. Não fica dando um monte de desculpas cada vez que perde. Acho que o Nadal é um jogador fantástico, mas não gosto dele pelo seu caráter. Espero ter deixado claro o meu ponto de vista 🙂 abraço

        Responder
    2. Fábio

      Você já jogou tênis? Já praticou algum esporte competitivo solitário como o tênis? Se já, deve ter percebido que a mente manda no corpo muitas vezes. Quando não se trata de uma lesão séria, que tira o cara do jogo MESMO, dependendo do andamento da partida e da nossa confiança, nossos pequenos problemas incomodam bastante, ou até desaparecem. Eu que sou um baita pangaré na quadra, mas tenho intenso histórico de lesões (punho, cotovelo, quadril, lombar….) sei muito bem disso. Mesmo jogando partidas bem amistosas, faz uma diferença. Quando o jogo engrena, esquecemos tudo. Agora te coloca no lugar dele…. 7 meses parado por causa do joelho… dúvidas sobre o futuro da carreira… só de pensar no joelho bichado, ele já deve sentir dor.

      Responder
      1. Leonardo

        Fábio, entendi o que quiseste dizer com o teu comentário, e concordo sim. O Nadal está num momento delicado da carreira, e com certeza o emocional influencia muito o físico. Só que o Nadal faz a maior catimba de todas, e não acredito muito nas coisas que ele faz… E jogo tênis sim. Tenho 20 anos e pratico esse esporte desde os 4.

        Responder
  45. Sandro Bertequini

    Boa noite Dalcim! Leio todos seus posts aqui, mas não me lembro de ter comentado anteriormente.
    Fui ao Brasil Open 2012 em vários dias, assim como nesse ano e vi sim algumas pequenas melhorias, em minha opinião, como maior facilidade e diversidade na alimentação e preços mais acessíveis de comes e bebes; entretanto, a piora na organização em relação aos ingressos foi muito grande, como a ausência de meia-entrada nas bilheterias do próprio ginásio (!?!?) – que meu vizinho de arquibancada me relatou, maior número de cambistas esse ano e, como já dito, a falta de cadeiras para todos os ingressos supostamente vendidos. Não sei se tinha mais gente do que cadeiras, mas o que também atrapalha é que no anel superior há MUITOS pontos cegos, atrás de barras, grades e câmeras. Também por isso tanta gente em pé no anel superior e nas escadas dos dois anéis.
    Vamos cobrar por melhorias!
    Abraços!
    Ps.: A final poderia ter sido um pouco melhor disputada! rs

    Responder
  46. Sergio Ribeiro

    Rafa Nadal fez a sua parte e nao tem nada a ver com o decepcionante Nalba. Vitoria mais do que justa. Agora Dalcim,que ele nao tem condições de encarar os pisos duros, ficou evidente. Nao o vejo em condições de encarar os TOPs na gira Européia , e muito menos em Rolanga. Na sua analise seria melhor continuar assim, o fazer de vez a cirurgia.ABS!

    Responder
      1. Rafael Medeiros

        Sério isso?

        E por que esconder?

        A marca típica de Nadal e seu staff: tudo enviezado, meu subrepitício, às escondidas.

        Tem mais coisa atrás dessa porta aí…;)

        Responder
      2. Isabel

        Acredita mesmo que foi feito uma cirurgia? Ela então teria sido pouco invasiva. Por que menos de 7 meses pra recuperação é pouquíssimo tempo. E qual seria o problema da equipe em falar que foi feito sim uma cirurgia.?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Sete meses é um período bem razoável para uma cirurgia de correção. Quanto ao fato de não divulgarem, só poderia imaginar que é uma questão de marketing. Mas de novo: é só minha impressão. Abs!

          Responder
          1. Isabel

            Ok. Nem sei qual seria o procedimento feito. Entendo. É que penso que a cirurgia não foi feita imediatamente depois de sua parada talvez no meio desses 7 meses. Dai, sei lá, 4 meses de recuperação. E o Del Potro que me lembre ficou perto de um ano sem jogar e uns 8 só apos a cirurgia. Por que ele caiu pra faixa dos 200. Sei que não tem comparação. Mas foi o que pensei rapidamente. Valeu.

  47. renato

    Dacim, boa noite
    Por favor comente a atitude do Bruno Soares no tie break.
    Estava com o meu filho, luto para ensinar a ética, a honestidade, o quanto o tênis é um esporte leal. No tie break, em uma bola claramente dentro, o Bruno Soares apontou fora, e na maior cara de pau, disse que foi fora, logo depois de dizer que foi fora, passou o pé na marca correta, dentro da quadra. O famoso jeitinho brasileiro. Não vi nenhum comentário até agora desse gesto, para ser simplista no mínimo infeliz, que reforça a imagem do Brasileiro malandro (no mal sentido da palavra).
    Será que porque ele ganhou tudo se justifica? O fim justifica os meios? Qual a sua opinião?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O Cermak fez exatamente a mesma coisa um saque do Peya. E insistiu com o Bernardes. Na minha opinião, é uma questão da marca correta. Com a rapidez do jogo, o tenista pode ver uma marca e na verdade ser outra. Também não gosto nada das ‘garfadas’. Se ocorreram, devem ser criticadas. Você está educando corretamente seu filho, com certeza. Abs!

      Responder
  48. Sergio

    Dalcim,

    Parabéns por sua cobrança junto à KOCH TAVARES! Fiz papel de bobo no sábado, eu e muita gente. O que se viu foi um desrespeito total a quem pagou para assistir ao torneio. E digo mais: essa história de ingressos falsificados me parece uma GRANDE MENTIRA! Pois todos que entravam tinham que entregar seu ingresso a um funcionário, que fazia a leitura de seu código de barras numa máquina que acusava sua legalidade. Portanto, fica cada vez mais evidente que houve má fé por parte da organização. Não entendo como não apareceu uma autoridade prá tomar uma providência.

    Responder
    1. APOLO

      Mas reparem na seguinte hipótese: alguém vendendo somente pulseiras!!!! Sim, isso é possível, pois para entrar após a entrega do ingresso bastava apresentar a pulseira. E nos momentos em que a casa já tava com um público considerável, bastava estar com a pulseira e entrar facilmente. A não ser que se comprove um relação biunívoca entre pulseira e ingresso.

      Responder
  49. Marcelo F

    Dalcim, assistindo pela tv, fiquei com a nítida impressão que o Nadal não consegue correr pra a esquerda.
    Você percebeu isso também, ao vivo?
    É muito triste ver esse Nadal de agora. E pensar no que ele já foi, há menos de um ano, em RG.
    Torço muito para que volte, mas não sei não.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele corre, o problema está na brecada e na força que faz para equilibrar o corpo e transferir o peso para o golpe. Aí é que machuca mesmo. Abs!

      Responder
      1. Sandro Bertequini

        Exatamente, ele corre, e já corre bem, para a esquerda; mas na hora de transferir o corpo para o golpe ele dá uma travada, ficou bem claro esses dias ao vivo, não sei se de propósito, para diminuir o impacto, ou por receio/falta de confiança mesmo. tanto que ele está com o forehand muito mais curto, ou às vezes fazendo muita força no braço pra tentar compensar.

        Responder
  50. Daniel

    Olá Dalcin. Tive o prazer de acompanhar o jogo ao vivo no anel superior do estádio. Realmente estava super lotado com pessoas sentadas na escada. Graças a Deus era um publico educado e tudo transcorreu bem. Tenho uma pergunta, vi o Nadal reclamando com o juiz mas não entendi qual foi o motivo. Naquele momento (inicio do 2 set) a reclamação abalou ele mentalmente tanto que ele levou duas quebras seguidas. Você sabe o que ocorreu? Abraços e belíssima analise.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele levou uma advertência por excesso de tempo gasto para colocar a bola em jogo (25 segundos a partir do término do ponto anterior). A ATP quer mais rigidez no cumprimento dessa regra, Nadal discorda. Abs!

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  51. Diogo Coelho

    Olá Dalcim.

    Eu como jornalista esportivo (não empregado no momento), pude constatar in loco tudo o que li na imprensa sobre o Aberto do Brasil, mas me atento aos seguintes detalhes que ninguém comentou.

    1) O preço dos comes e bebes estava absurdamente caro. é um sacrilégio venderem copinhos d’água, que não custam nem R$ 0,50 no atacadista, por R$ 5. Sinceramente, se for possível fazer uma reclamação no Procon, eu certamente o farei. Eu não me importo de eles terem lucro nessa parte, mas não exagerado.

    Se não tivesse achado um bebedouro perto das quadras de saibro descobertas, certamente teria gastado muito com água, visto que 1L não foi suficiente dentro daquele forno. Outra coisa boa é que é possível sair do complexo para comprar coisas fora…

    2) Só aqui no Brasil para colocarem vendedores ambulantes em uma arena de tênis. Um inglês que sentou ao meu lado apontou para um deles e perguntou se é normal. Expliquei que era em jogos de futebol, mas que foi a primeira vez que via em um torneio de tênis.

    Nada contra os ambulantes (apesar de achar que os estádios e arenas esportivos precisam investir em locais específicos para alimentação na parte externa), mas as fileiras das arquibancadas são estreitas, é ruim de eles passarem, sem falar que quando inicia um ponto, sempre acabam atrapalhando a visão do espectador, já que não podem andar durante a disputa do ponto.

    3)Ou venderam ingressos além da capacidade, ou falsificaram bilhetes. Tudo bem que havia alguns lugares solitários nas arquibancadas, mas era muita gente nas escadas vendo o jogo. Acho que não precisa de lei não, precisa de vergonha na cara dos organizadores de venderem ingressos com lugar marcado. Se até em sessões de cinema, que cabem menos pessoas, isso é uma prática cada vez mais comum, em eventos esportivos não deveria ser diferente. Na Europa, desconheço qualquer evento esportivo que não tenha lugares marcados ou que tal prática não seja respeitada, como acontece em muitos jogos de futebol no Brasil.

    4) Eu tinha planos para ver o torneio deste ano, e calhou da presença do Rafael Nadal. Mas sinceramente, se a estrutura continuar medíocre, certamente não voltarei mais, não como espectador. No máximo irei em jogos de rodadas iniciais ou se convidarem um jogador desse calibre, o que eu acho bem difícil de acontecer novamente.

    Finalizando, se não fosse a presença do Nadal, o torneio teria ficado bem esvaziado com a queda precoce de cabeças de chave como Bellucci, Chardy e Fognini, o que permitiu um lucky-loser (Alundi) e um italiano de ranking modesto (Bolelli) chegarem nas semifinais. O melhor jogo foi entre Nalbandian e Almagro, pelo excelente nível técnico e a emoção. As partidas do Nadal contra o Berlocq e o Alundi foram emocionantes, mas muito por conta da falta de ritmo do espanhol do que pela qualidade dos adversários. Há dois anos, certamente o heptacampeão de Roland Garros passaria em sets diretos pelos dois, cedendo pouquíssimos games.

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  52. Edival Garcia

    Estive todos os dias no Ibirapuera e não acho que tenha sido ruim a não ser a falta de seguranças para orientação quanto a sentar-se nas escadas.
    São 9.300 lugares, porém têm uma boa parte com visão prejudicada ou totalmente cega, por causa de câmeras, gruas e bancadas que foram colocadas no ginásio.
    Foi considerado que ninguém sentaria nestes locais?
    Quem sabe não seja este o motivo das pessoas sentadas nas escadas.

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    1. José Nilton Dalcim

      Não, Edival. O ginásio tem capacidade para quase 12 mil pessoas. As 9.300 já consideram os pontos cegos, portanto eram a capacidade real para o torneio. Abs!

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  53. Duda Soares

    Estive no Ibira na 5a e acompanhei os demais jogos pela TV. De uma forma geral, foi muito legal. Mas estamos engatinhando em estrutura, público etc. É o que pagamos por estarmos acordando tarde para o profissionalismo nos esportes. Temos grandes empresas globais e ícones em suas indústrias, somos exemplo em vários setores etc, mas no esporte como negócio estamos engatinhando. Mas chegaremos lá, inclusive no tênis.

    E parabéns pela suas coluna nesses dias. Precisas e lúcidas.

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  54. Maurício

    Realmente, nossos parlamentares estão muito ocupados… consigo mesmos. Ocupam-se em aumentar o próprio salário e em fazer alianças e conchavos políticos. Não sobra tempo para reformar hospitais hiperlotados, quanto mais para o pobre do Ibirapuera…

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  55. Matheus Almeida Prado

    Dalcim, compareci hoje no Ibirapuera, e percebi os mesmos problemas do ano passado. Calor infernal, aperto, lanchonete superlotada (em pleno ultimo dia de evento a coca cola gelada tinha acabado, COMO?), enfim, os problemas que todos os brasileiros passam em qualquer tipo de evento… As vezes parece que estamos fazendo um favor de ir no evento… triste. E as vaias para o ministro e o Tavares? Merecidas nao? Soh fiquei com pena do Nadal que nao deve ter entendido nada! Abraco!

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  56. Henrique Farinha

    Dalcim, não vou retomar o desabafo que fiz num comentário a outro post. Mas faço a pergunta: se o Ibirapuera tem todas as cadeiras numeradas, por que não usaram tal numeração na venda de ingressos?!… Tecnologia para tal, há de sobre e a própria Tickets for Fun a usa em inúmeros eventos. Mais: isso é a repetição do que já ocorreu no ano passado. Não faz nenhum sentido. Abs!

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  57. Rafael Medeiros

    É bicho.

    Fui lá e fiz umas constatações in loco:

    1- O Ibirapuera é ótimo pra ver tênis, em qualquer lugar dá pra ver bem a quadra, é sempre pertinho. Só tem que melhorar a gestão da coisa mesmo;

    2- a gente sempre falou isso, mas ao vivo vê-se claramente: cara, que diferença de força pra jogar tênis. Cada forehand do espanhol era feito com uma força espantosa. E Nalba enfiava uns winners na paralela parecendo que só “cutucava” a bola. Foi o que mais me impressionou;

    3- Jogo sem graça, como bem dito aí. Dois jogadores sem explosão, sem arranque. Nalba pirou, como de habitual na sua carreira, mas podia ao menos ter dado um gás a mais – ele nem está mais tão gordo como antes! Deve guardar tudo pra Davis;

    4- Curti muito torcer contra o espanhol in loco. É muito melhor do que na TV, bicho! Tomara que ele sempre pite por aqui 😀

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    1. Rafael Wüthrich

      E aí, camarada! O que achou das investidas do espanhol na rede? Ele está mesmo lesionado, não acha? Dou a ele no máximo mais dois anos de circuito, a continuar assim sem cirurgia (se já não tiver feito…).

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    2. APOLO

      Para mim foi a parte mais bacana, torcer contra o robolóide in loco, rsrsrs. Pena que o Nalba não tava pra nada hoje. A rigidez na regra do 25 seg tem feito o siri errar o primeiro saque a rodo, seu drive tá uma merdinha. Agora, cara, que coisa medonha o tal do balão ao vivo, caraca, da nojo aquilo, e dizer que isso é tênis. E o joelhinho? Nada acusou hoje, nadica. Ele tá guardadinho para quando vier aquelas derrota vexatórias. E é engraçado que só a imprensa, só ela, ver algum problema no joelho do cara. Bicho, vi todos os jogos do cara, e não vi ele apresentar feições alguma de dor. PQP!!!!!

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      1. Rafael Medeiros

        Fala xará!

        Vendo de pertinho, dá pra notar a total falta de jogo de rede. Voleio com terminação lá pra trás, e acertou os típicos dele: backhand cruzadinho e curtinho. Uma qualidade de outro mundo…rs

        Mas que foi divertido torcer contra ele de perto, ah isso foi! Tá certo que o sentimento é de chutar cachorro morto, mas vá lá, curti sim! 🙂

        Geraldo, preto véio falou que tem mais o que fazer do que zicar espanhol recém-operado-que-esconde-isso-e-outras-coisas-menos-nobres-de-todo-mundo, se é que você me entende. 🙂

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  58. Bruno Louzada

    Dalcim, vc diz q ele deveria pular os masters americanos por estar muito abaixo tecnicamente e não ter chances, ou pq o piso pode prejudicar seus joelhos????

    Responder
    1. Bruno Louzada

      eu so estive numa quadra de saibro, então sinceramente não tenho noção do quanto diferente é piso da hard com relação ao saibro pras articulações da perna

      Responder
  59. Robson Cravo

    A lamentar a ausência do Nalbandian na final. Ele mostrou hoje um nível bem abaixo dos outros hermanos no caminho do Rafa como o Alund e Berlocq. Talvez o Feijão mesmo foi um maior desafio. Ainda ficamos aguardando um teste para o Rafa, já que pegou oponentes de nível challenger, assim como em Vina.

    Responder
  60. ivan

    Boa Noite Dalcim

    Escrevo para demonstrar meu descontentamento com a estrutura do evento. Concordo com tudo que falou a respeito da falta de organização do torneio. Paguei R$450,00 reais do ingresso e sentei na escada. Isso porque consegui pegar um lugar na escada. Quem chegou depois não conseguia lugar nem na escada o que gerava bate boca entre as pessoas e até crianças ficaram em pé assistindo o jogo. Enfim, dificilmente participarei de algum evento de grande porte (copa do mundo) futuramente. Temos exemplo de tragédia recente e não havia ninguém para fiscalizar a superlotação. Lamentável.

    Responder
    1. Edson

      Em relação ao valor cobrado no dia da final, me desculpe o caro leitor que pagou R$ 450,00 e sentou nas escadas, eu comprei o pacote inteiro com o meu Filho paguei R$ 536,00 sendo 1 inteira e outra meia entrada para todos os dias do torneio, procurava chegar mais cedo para escolher o melhor lugar , fiquei no anel superior , com visão ótima do jogo, o que eu quero dizer é o seguinte, quem deixou para o ultimo dia FINAL Com um dos melhores jogadores do mundo NADAL e quer chegar em cima da hora e sentar na janelinha , ah tem dó . Se programasse , comprasse antecipadamente e chegue antes aos eventos.
      Meu segundo Brasil Open em São Paulo, Sim temos que melhorar sempre, sempre tem que ter um inicio.
      Abraços

      Responder
  61. Marcio Limma

    Como sempre seus comentarios sao os melhores Dalcim! tava ansioso pra ver esse jogo! mas para mim foi um pouco decepcionante ver o Nalba tao acuado e entregue..parece q ja sabia q ia perder…pelo q vi o Nadal na sexta e sabado imaginei q a cirurgia seria inevitavel mas vendo a atuação de hj..acho q ele só tende a crescer e voltar no lugar q é dele por direito! q vc acha Dalcim ele veio pra ficar?

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    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Márcio, ainda não sei te responder isso. Ele certamente precisa de mais tempo e terá de mudar alguns detalhes no seu jogo para diminuir o esforço. Abs!

      Responder
  62. Pedro

    Tudo o que posso fazer é relatar a presença de quem esteve lá. Não sobre o jogo, no entanto. Prefiro forcar-me nos problemas que jamais deveriam ocorrer em um evento dessa magnitude. Primeiramente, os seguranças. Incrivelmente despreparados, esses cidadãos contratados para organizar e manter a ordem, tratavam o público com prepotência e falta de educação; vi isso ocorrer diversas vezes. Em determinado momento, uma segurança chegou a discutir até mesmo com uma outra funcionária, que vendia pipoca. O principal problema, no entanto, foi a a superlotação. Todas as escadas de acesso viraram arquibancadas, tornando impossível sair de seu assento, até mesmo para ir ao banheiro. E se alguém tivesse passado mal ali? E se algo mais grave ocorresse? Não aprendemos nada com Santa Maria? Não sei se a produtora vendeu ingressos a mais ou se eles foram falsificados. De qualquer maneira, a culpa recai sobre elaa. Na primeira possibilidade, deveria vender condizente com a capacidade do ginásio, na segunda, deveria ter feito ingressos menos sujeitos a falsificação.
    É preciso, também, falar sobre o Ginásio do Ibirapuera, apesar de ter em mente que esse problema não cai nas costas da organizadora. A distância entre os assentos é pequena demais, o calor, insuportável. Resta dizer, apenas, que pelo preço pago, esperávamos mais, e que os jogos ofuscaram de certa maneira os problemas. Os jogadores fizeram um espetáculo incrível. Obrigado.

    Responder
  63. Rafael Wüthrich

    Grande Análise, Dalcim. Concordo plenamente. Sobre Bruno, ele é o que tem os títulos mais importantes dentro dos duplistas nacionais ou Koch e Kimayr ainda tem títulos mais importantes?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Carlos Kirmayr e Cássio Motta ganharam torneios importantes à época, mas o Bruno me parece já ter feito mais, exceto o fato de chegar ao Finals. Abs!

      Responder
      1. Rafael Medeiros

        Meu, descobri um prazer tardio: ver jogo de duplas!

        A nós, que curtimos um voleio e um jogo de rede bem feito, restou assistir às duplas -e é muito divertido! Como joga o Bruno, como voleia e saca bem! Raramente erra um primeiro saque e destrói com o nariz enfiado na rede.

        Foi muito bacana!

        Responder
        1. Rafael Wuthrich

          Meu caro, bem vindo. Acompanho já há alguns anos. E te garanto: muito saboroso por trazer algo que é imprescindivel a ele porém em raridade nas simples: o jogo de rede. Os duelos são primorosos e, desconfio, alguns duplistas teriam boa vida nas simples em determinados torneios do circuito, ainda que concorde com o Dalcim que a coisa hoje é bem diferente.

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  64. lEvI sIlvA

    Olá, Dalcim, boa noite! Eu não assisti a nenhum jogo, nem pela TV, mas fica uma dúvida e um temor. Se houve superlotação, e pelo que tudo indica houve, quais as outras “mancadas” deram os organizadores? Só pra lembrar, recentemente tivemos uma tragédia num local onde as pessoas iam se divertir, a boate Kiss lá em Santa Maria – RS. Então, fica a pergunta. Digamos que houvesse uma emergência lá no Ginásio do Ibirapuera e fosse necessário tirar todo mundo às pressas… O que será que iria acontecer? Abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Os santos nos ajudaram, Levi. A escada que dava acesso do setor de imprensa ao reservado próximo à quadra era totalmente intransitável, completamente ocupada por pessoas sentadas. Imagina uma emergência. Abs!

      Responder
      1. Brunna

        Foi pura sorte…vi bombeiros desesperados dizendo: “As pessoas não podem sentar nas escadas, se precisarmos correr para uma emergência, será impossível.”

        Responder
        1. lEvI sIlvA

          Dalcim e Brunna, me desculpem, mas contar com a “sorte” numa hora destas não me soa nada sensato! Aos que são amantes do tênis, me desculpem, mas caso aconteça algo ruim (veja bem, não é meu desejo) a culpa será atribuída a má educação e rebeldia do público. Não vão jamais dar nomes aos bois com a devida coerência. Passou da hora de quem quer assistir “in loco” a estes eventos, cobrar algo digno e SEGURO! Desculpem se pareço chato, mas é meu sentimento!

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      2. Adolfo

        Todas as escadas estavam tomadas. Incrível que não haviam lugares vazios, ou seja, se vendeu mais do que cabia ou tinha muito penetra. Na entrada haviam máquinas que liam o código de barras do ingresso. Duvido que um ingresso falso passaria. Foi uma irresponsabilidade absurda !

        Responder

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