São Petersburgo (EUA) – O primeiro ranking divulgado em 2026 pela WTA manteve Beatriz Haddad Maia na atual 58ª posição. A paulistana de 29 anos e número 1 do Brasil volta ao circuito na próxima semana, em Adelaide, após um afastamento das competições no fim do ano passado para cuidar da saúde física e mental.
As números 2 e 3 do país ganharam posições, beneficiadas por perdas de pontos das concorrentes diretas: Laura Pigossi ultrapassou seis jogadoras e agora é a 198ª do mundo, enquanto Carol Meligeni ganhou seis posições e ocupa a 239ª colocação.
Laura disputou o quali e a chave de duplas do WTA 250 de Auckland e agora segue para Melbourne, onde tentará vaga no Australian Open. Carol ficou 11 posições abaixo do corte das inscrições do quali em Melbourne e deverá começar a temporada disputando torneios da ITF em quadras de saibro na América do Sul.
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Entre as principais brasileiras no ranking, a lista desta segunda-feira mostrou outras leves oscilações: A paulista Ana Candiotto ganhou duas posições, enquanto a gaúcha Gabriela Cé, a paulista Júlia Konishi e a catarinense Carolina Bohrer ultrapassam uma concorrente. Ja a brasiliense Luiza Fullana caiu uma posição.
Quatro brasileiras no top 100 de duplas
No ranking entre as especialistas em duplas, quatro brasileiras fazem parte do top 100. Destaque para Luísa Stefani, que está na 13ª posição, uma acima da marca que ocupava na virada do ano. Bia Haddad Maia também ultrapassou uma jogadora e agora é a 33ª do mundo. A carioca Ingrid Martins é a 78ª no ranking, enquanto Laura Pigossi está na 86ª colocação.
Veja como estão as 10 melhores brasileiras no ranking da WTA
Beatriz Haddad Maia – 58ª
Laura Pigossi – 198ª (+3)
Carolina Meligeni Alves – 239ª (+6)
Gabriela Cé – 315ª (+1)
Thaísa Pedretti – 473ª
Ana Candiotto – 506ª (+2)
Luiza Fullana – 532ª (-1)
Nauhany Silva – 652ª
Júlia Konishi – 729ª (+1)
Carolina Bohrer – 920ª (+1)











A Naná não foi para a Austrália e também não está inscrita nos torneios na Argentina
Sabe por que?
Continua oscilando muito o ranking dos brasileiros; fácil de entender pq. nossos melhores representantes, nas quadras, tendem caminhar do ostracismo.
Não há, no Brasil nenhuma cultura tenista começando, desde cedo, entre a criançada como soe ainda acontece com o futebol.
Os poucos que sobressaem são fruto de experiências de famílias cujas posses financeiras sustentam os filhos que se aventuram nesta dificultosa caminhada.
E, mesmo assim, qdo. sobressaem pagam preço alto por falta de patrocinadores.
Juntando tudo isso, ainda tem o fator midiático que se mantém reticente os novos valores; e só se movimentam qdo. já consagrados. Motivos óbvios!
Grande probabilidade de Bia sair do Top 100 em 2026
A Laura Pigossi me lembra do Thiago Monteiro…eles não ganham nada, mas sempre se mantém no ranking e incrivelmente, ainda melhoram seus ranikings. A tática é esperar todos piorarem para serem alavancados sem méritos.