Londres (Inglaterra) – A ATP vai mudar os critérios para o ranking em 2026. A partir do ano que vem, os pontos de cada jogador serão calculados com base nos seus resultados nos quatro Grand Slams, nos oito torneios Masters 1000 obrigatórios (todos, exceto Monte Carlo) e nos seus seis melhores resultados nos torneios United Cup, ATP 500, ATP 250, challenger e ITF.
Em comparação com 2025, a diferença reside na redução de 19 para 18 no número total de torneios válidos para o ranking, alcançada pela redução do número total de resultados obtidos em eventos menores de 7 para 6. Para os classificados, o ATP Finals será considerado um torneio adicional, e os pontos serão somados ao ranking ao final da temporada.
Também houve uma flexibilização nos requisitos para participação nos torneios ATP 500. O número de torneios obrigatórios nessa categoria foi reduzido de cinco para quatro, e os jogadores também podem incluir o Masters 1000 de Monte Carlo nesse grupo de eventos. E a exigência de disputar pelo menos um desses torneios após o US Open permanece.
O compromisso aplica-se apenas aos jogadores classificados entre os 30 melhores no final de 2025, os chamados “jogadores comprometidos”. Qualquer jogador que desista de um ATP 500 terá sua classificação zerada (exceto em casos de ausências prolongadas por lesão), podendo recuperá-la apenas uma vez a cada 52 semanas, jogando outro ATP 500 no mesmo ano.
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Por fechar a temporada na 24ª colocação, a melhor da carreira até então, o jovem carioca João Fonseca estará sujeito a essas normas impostas a todos os top 30.
Ao longo das 52 semanas, conforme especificado no Regulamento, os “jogadores comprometidos” poderão substituir até três colocações obrigatórias em Masters 1000 por pontos obtidos em torneios 500 ou 250 pontos, desde que tenham sido disputados após o Masters 1000 que estão sendo substituídos e que as colocações em Masters 1000 não sejam resultado de penalidade.
Jogadores obrigados a perder dois ou mais Masters 1000, Grand Slams ou ATP Finals obrigatórios também podem substituir até três “zeros” em Masters 1000, no entanto, a aprovação do Comitê Médico é necessária para que um jogador seja autorizado a substituir um zero por uma ausência em um Masters 1000 obrigatório.











Nunca entendi pq esse limite de torneios. Se o cara jogou 30, então deviam contar os 30
Para não favorece quem joga demais.
Claro que não. Quantidade não é qualidade.
Sem contar que quem joga mais no próximo ano tem mais pontos a defender.
O limite de quantidade de torneios igual para todos, permite demonstrar quem realmente é melhor, ao invés de quem jogou mais.
Alem disso, liberar a quantidade de torneios poderia criar uma corrida por quantidade (que já é muita), em detrimento de qualidade… levando a lesões.
Não sei se em décadas passadas era assim, mas isso é para evitar que um jogador infle seu ranking jogando apenas torneios fracos (challengers, ATP 250).
Faz sentido reduzir o número de torneios pontuados, para que os jogadores não tenham que estender o calendário para somar mais pontos, arriscando lesões no fim da temporada.
Pensei que iam mudar a posição dele agora, porque pelo o que eu entendi, isso afeta a todos que estão no patamar dele também!
Quanta ingenuidade, meu Deus! Que poder de influência um tenista em princípio de carreira poderia ter sobre as determinações da ATP? Eu diria que houve, na barbeiragem em questão, perda total do Tom, a ponto de transformar o autor da pérola verborrágica numa Torre Eiffel de no máximo dois metros de comprimento…
Credo! Que confusão! Eu gosto é de jogo e respeitar a condição física e psicológica dos atletas, é fundamental. A ATP fatura de qualquer jeito!
Politicamente correta…
Reduzir um torneio foi bom pra ele, que está jogando um pouco menos que seus oponentes.
Convenhamos, mudança bem pequena.
Entendo que colocar o nome do João em uma manchete dá mais audiência, e não estou criticando, pois certamente o site deve estar recebendo muitos internautas novos, que não estão acostumados com o mundo do tênis, as regras etc, porém acho que neste caso poderiam ter elaborado outro título (talvez tirar o verbo afeta, que dá uma conotação negativa de prejuízo), pois essa é uma regra que impacta (ao meu ver, beneficia) todo o Top 30, que terá que jogar um torneio a menos em 2026.
Na verdade a ATP volta ao que era antes, o que eu considero positivo, visto a quantidade de lesões e desistências em M1000 e ATP 500 no ano passado. Por mim 2 ATP 500, um no primeiro semestre e o outro no segundo, já estaria de bom tamanho.
Tendo que jogar apenas 4 ATP 500 e já tendo o Rio Open em seu calendário, o João provavelmente deve cumprir essa cota com M1000 de Monte Carlo ou ATP 500 de Barcelona, Halle, talvez Pequim ou Tóquio se não estiver desgastado, e Basiléia, uma vez que defende o título.
Na verdade João Fonseca foi beneficiado, já que o calendário dele foi cuidadoso e não disputou tantos torneios… Esta medida da ATP vai acabar beneficiando o João em 2026!!!
Falando francamente, é muita regra. Os times deveriam poder escolher quais torneios jogar, com seus ônus e bônus, jogar demais gera lesões e muitos pontos a defender, jogar menos o atleta corre o risco de perder (principalmente os melhores) e cair no ranking.
Caramba é paralela pra um lado diagonal pro outro, smash de montão
Já deu né