Argentina já tem três homens na segunda rodada do Australian Open

Francisco Cerúndolo (Foto: Australian Open)

Melbourne (Austrália) – Três dos seis argentinos que estão na parte superior da chave masculina do Australian Open avançaram para a segunda rodada. Apenas um foi derrotado, enquanto dois ainda farão sua estreia no segundo dia de torneio e mais dois estão no lado inferior.

O único com condição de cabeça de chave é o experiente Francisco Cerúndolo, 21º do mundo, que por duas vezes já esteve na terceira rodada em Melbourne. Ele passou bem pelo chinês Zhizhen Zhang, parciais de 6/3, 7/6 (7-0) e 6/3, e terá pela frente o bósnio Damir Dzumhur. Se a lógica se mantiver, poderá cruzar com o russo Andrey Rublev na luta por inédita vaga nas oitavas de final.

Já Francisco Comesana, 68º do mundo, disputa seu segundo Australian Open e marcou a primeira vitória no Melbourne Park, ao superar o convidado norte-americano Patrick Kypson, por 6/2, 6/3, 3/6 e 6/3. O desafio agora será bem maior: o norte-americano Frances Tiafoe, cabeça 29, que passou pelo qualificado Jason Kubler, 7/6 (7-4), 6/3 e 6/2. O ex-top 10 acabou de anunciar o biomecânico Mark Kovacs como novo treinador.

No começo da rodada, Tomas Etcheverry fez uma dura partida contra o sérvio Miomir Kecmanovic e precisou de quase quatro horas de esforço para anotar 6/2, 3/6, 4/6, 6/3 e 6/4. Número 62 do mundo que já foi um top 30, Etcheverry tentará repetir a terceira rodada de 2024 em duelo contra o britânico Arthur Fery, vindo do quali e que tirou o enfermo Flavio Cobolli em sets diretos.

A única derrota coube a Camilo Carabelli, que parou no húngaro Marton Fucsovics, por 7/6 (7-5), 6/1 e 6/2. No segundo dia de Australian Open, Thiago Tirante enfrentará o australiano Aleksandar Vukic e Mariano Navone jogará contra o sérvio Hamad Medjedovic. Do outro lado da chave, Juan Manuel Cerúndolo pega o convidado Jordan Thompson e Sebastian Baez, finalista sábado em Auckland, tem jogo duro diante do francês Giovanni Perricard.

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Jorge Luiz
Jorge Luiz
24 dias atrás

Parabéns para os argentinos, os caras merecem, não fican dando out dos torneios por qualquer coisa, são guerreiros,os brasileiros tem muito o que aprender com eles

Sebastião Roberto de Araújo
Sebastião Roberto de Araújo
24 dias atrás

Enquanto isso, no Brasil….

Ramiro
Ramiro
24 dias atrás

A legião argentina caminhando por Australia (dos 8, 7 no top-100 e 1 na porta -no 103º).
Depois vem a 2ª camada, indo para o troneio de Itajai:
11 argentinos: Barrena, Olivieri, Midon, Collarini, Kicker, Villanueva, Torres, Iván Justo, La Serna, Estevez e Ratti… que acompanharm a 11 brasileiros: Monteiro, João Lucas, Wild -[1], Zanelatto, Pucinelli, Daniel Dutra, Marcondes, Mateus Alves, Ribeiro, Schiessi, Wilson Leite e Zanelatto.

[1] Sim, sim… esse mesmo. Wildy “o selvagem” (agora bastante domesticado pela realidade) esse que por cá tinha muita gente afirmando ele ter “talento para top-20, enquanto o Etcheverry era um simples limitado”, isso dito depois do famigerado “talentoso” ter tomado 5 cacetadas do tal “limitado”… (Pois é… “o tempo vence toda ilusão”).
E, cabe esclarecer: todo o respeito ao esportista Thiago Wild que ele mereça… . A ironia, do comentário, que se desprende da evidência dos fatos, tá dirigida aos pachequistas de plantão.

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