Austin (EUA) – Em uma postagem no X, a organização do WTA 250 de Austin anunciou uma novidade para o circuito, um “quarto da raiva”. É a primeira vez que um torneio cria um espaço exclusivamente feito para que as atletas possam extravasar as emoções.
O ambiente é privado e livre de câmeras, onde as atletas poderão liberar toda a raiva e adrenalina dos jogos sem serem vistas.
Na última edição do Australian Open, a norte-americana Coco Gauff foi flagrada no vestiário quebrando uma raquete após a eliminação no Grand Slam.
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Apesar da conduta inadequada da número 4 do mundo, o vídeo, que viralizou, gerou debate sobre a privacidade dos atletas, já que ela não estava mais em ambiente público no momento em que quebrou o equipamento.
Introducing the ATX Open rage room – the first of its kind – where players can privately express frustration or emotion in a safe, camera-free environment. pic.twitter.com/aeqh36kAsD
— ATX Open (@AtxOpen) February 25, 2026
“Tentei quebrar a raquete em um lugar onde ninguém pudesse me filmar. A mesma coisa aconteceu com Sabalenka no US Open. Acho que neste torneio, o único lugar onde temos privacidade é o vestiário. Acho que deveríamos conversar sobre isso. Tentei fazer isso fora da quadra para que ninguém me visse, pois não considero isso representativo ou bom”, disse Gauff na época.
Nesse sentido, a medida imposta pela organização de Austin parece ter sido uma resposta a esse dilema.










Evolução!!!
O problema é o ser humano que vive criticando: se chora, reclamam; se grita, reclamam; se demonstra falta de fair play, reclamam; se quebra a raquete em quadra ou no privado, reclamam; se não esboça emoção, reclamam…