Londres (Inglaterra) – Campeão pela primeira vez do Australian Open, onde nunca havia passado das quartas de final, o espanhol Carlos Alcaraz viu seu título inédito, que lhe rendeu o feito de se tornar o mais jovem homem da história a completar o Grand Slam de carreira, também ampliar sua vantagem no ranking da ATP.
Nesta segunda-feira, o espanhol de 22 anos aparece com mais de 3 mil pontos de vantagem para o italiano Jannik Sinner, que havia triunfado em Melbourne nas duas temporadas anteriores, mas nesta acabou eliminado nas semifinais pelo sérvio Novak Djokovic e por isso acabou perdendo 1.200 pontos no ranking.
Como Alcaraz somou 1.600 com a conquista, uma vez que defendia 400 pontos de 2025 e faturou 2.000 com o título do último domingo, a diferença entre ele e Sinner aumentou em 2.800 pontos, chegando agora à marca de 3.350.
Sinner tem boas perspectivas de descontar um pouco a diferença nos próximos três meses, uma vez que não defende nada por não ter competido neste período do ano passado, cumprindo suspensão por doping. Neste período em que o rival italiano não competiu, o espanhol defende 2.340 pontos.
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A maior parte dessa pontuação veio na temporada de saibro, o que deve garantir a Alcaraz pelo mais algumas semanas na ponta. Ele está em 14º na lista dos maiores número 1 do mundo, com 57 semanas, e tem tudo para superar o 13º, o norte-americano Jim Courier (58). O próximo já seria Sinner e suas 66 semanas no topo do ranking.
Djokovic volta ao top 3 do ranking depois de 17 meses ausente












É o preço que o Pecador paga por ter perdido uma semifinal imperdível. Foi realmente um pecado.
Fiz as contas, Se: Sinner ganha MIAMI e INDIAN e chega na final de MONTE CARLO y mantém a final de ROMA. e por sua vez CARLITOS: volta a ganhar ROMA, MONTE CARLO e chega na final de INDIAN e MIAMI. A distancia entre eles CAI para 1000 pontos. e ai vem RG. Então, tem muita agua pra rolar mesmo.
Já tem 500 pontos de Roterdã do Carlos que estarão caindo na semana que vem, por exemplo. Então na verdade estes 3350, serão de fato 2850.
Será ultrapassado facilmente durante a temporada de saibro
Sei. Facilmente. 3 slams e 3 Masters de pontos. Muito fácil.
Mas agora tem muitos pts a defender, a tendência é que a diferença para Sinner caia um pouco, a não ser que vença todos os torneios que venceu em 2025, porém é difícil, mas se tratando de Alcaraz não se pode duvidar da sua fome de vencer.
Claro, alguem para manter o n.1 tem que manter a performance alinhada ao n.1. Mas até RG, a diferença de pontos a defender é menor que a diferença atual. Então Alcaraz tem que ir muito mal, tipo defender menos da metade dos pontos e Sinner ir muito bem. Mesmo em RG fica dificil, porque Alcaraz foi campeão mas Sinner vice. A não ser que algo muito extraordinario aconteça, a briga mesmo vai ser no segundo semestre, depois de RG e WB.
Tem, mas após Roma Sinner também tem muitos. A diferença é grande demais para dizer que será facilmente será retirada. Isso não faz sentido. Alcaraz ainda tem IW e Miami para pontuar, depois Sonner tem vantagem por 3 meses, e depois vamos ver quem pontua mais. Não será fácil. São 3.000 pontos.
Ele tem trabalhado duro para ter consistência. É notório a diferença.
Queria entender seu raciocinio. Na temporada de saibro, Alcaraz ganhou Monte Carlos e Barcelona 1500 pontos que Sinner não participou. Caiu na primeira em Madrid, então ali não defende nada. Foi campeão em Roma e RG, 3000 pontos, mas ali o Sinner foi vice em ambos somando 1800 pontos. A diferença a descontar de 2700 pontos na temporada de saibro é menor que a atual diferença de 3350. Então seu facilmente é uma opinião baseada completamente no achismo. Mesmo que Sinner ganhe tudo no saibro, o que é improvavel porque não é sua melhor superficie e Alcaraz perca tudo, o que também é improvavel, ainda assim Alcaraz manteria a ponta.
Uma pequena correção: o Alcaraz venceu Monte Carlo, sim, mas não Barcelona. Ele se lesionou na final, perdeu para o Rune e, por causa disso, não jogou em Madri. Ou seja, durante a gira no saibro, ele ainda tem margem para pontuar, caso vença Barcelona e consiga jogar em Madri.
Comentário tosco, de um fake tosco…
Facilmente???
Segundo maior de todos os tempos junto ao Rafael nadal com potencial para ultrapassar o maior de todos Roger Federer.
eu concordo tbm Alcaraz pode bater todos os record se os outros tenistas não subir seus niveis
O Sinner foi pipoqueiro perder a semi
Pode crê
Pessoal, a não ser que ele possa sair da ponta nas próximas duas semanas o “tem tudo para superar” não faz sentido, mas sim “fatalmente superará” já que é fato a ultrapassagem.
Não tão fácil. Antes do saibro nem Alcaraz nem Zverev foram bem e não conseguiram se quer aproximar de Sinner . Já no saibro Alcaraz ganhou bastante pontos e Sinner foi vice em Roma e RG no seu retorno.
É cara do Junior, “Eu a Patroa e as Crianças”, qdo rapou a cabeça então ficou idêntico, rsrsrs…
Perder pro Djokovic num semifinal de AO não é bem um pecado.
Mesmo com toda essa distância, segue sendo o número 1 mais fake da História.
Ainda não conseguiu o número 1 com disputa completa (últimos 12 meses) contra o principal rival.
Nos últimos 12 meses, Sinner esteve suspenso 3 meses, impedido de jogar 4 Masters 1000 e vários ATPs 500. Fato ou invenção minha?
Em 2022, Novak (e todos os participantes) não recebeu os 2000 pontos do titulo de Wimbledon. Fato ou invenção?
Será que esse discurso muda quando chegarmos ao Masters de Roma, que marcou o retorno do Sinner após a suspensão que ele mesmo aceitou?
Acho que não, cara M. Lima. Porque foi tudo foi baseado em um mundo que ele mesmo criou. Sinner virando o nome do saibro, faminto e jogando vários atp 500 e Alcaraz sendo eliminados em primeiras rodadas por jogadores fora do top50. Quem pode imaginar tudo isso, pode tudo. Enquanto isso, Alcaraz e seus fãs continuam com sorriso largo no rosto, contando os títulos e semanas no #1. Abraços!
Que é isso, Julio. Não imaginei mundo nenhum. Bastava um vice de Masters 1000 a mais, num dos quatro que foi impedido, que teria mantido o número 1 até o final da temporada.
Cenário zero irreal, considerando que o Cenourão chegou na final de todos os grandes torneios que disputou, exceto Masters 1000 de Xangai.
Bastava ele ter tido a competência de não pipocar em tantas finais contra o Carlos, né? kkkkkk. Porque, assim… ele não era o número 1 do mundo? O melhor jogador? O mais consistente? Então cadê toda essa qualidade quando o Carlos tá do outro lado da rede? Some, evapora, desaparece. Aí depois querem arrumar desculpa. Não dá, né. Contra os outros é leão, contra o Carlos vira gatinho
Pode até ser o caso, minha querida. Mas nada disso muda o fato de que ele ficou apenas 550 pontos atrás, estando impedido de jogar quatro grandes torneios, entre outros, ao longo de três meses.
Contra fatos e matemática, não há argumentos, rsrs.
Exatamente. A diferença de pontos foi mínima. Com mais competência, ele teria terminado o ano como número 1. Contra fatos, não há argumentos.
Kkkkk, ok, vamos fingir que ele não teria pontuado isso, então, ao poder participar de 4 Masters 1000 a mais.
Meu querido amigo, ele fez uma escolha. Optou pela suspensão de três meses. O Carlos não tem nada a ver com os problemas do ruivinho, não acha? A vida é feita de escolhas, e ele fez a dele.
Minha queridíssima, essa escolha foi pouco livre, não acha? A alternativa era arriscar uma suspensão de 1 ano ou até mais, pelo que me lembro.
Sim, Carlitos não teve culpa disso. Porém, ao menos ao meu ver, também não teve mérito pleno em conquistar o número 1 em condições desiguais contra o principal rival.
É como se Sinner vencesse os quatro torneios do Grand Slam na mesma temporada, justamente em uma com afastamento do espanhol.
Teria mérito nisso? Teria, afinal derrotou outros jogadores. Mas teria o mérito pleno? Penso ser evidente que não. Seria um “Calendar Slam” fake.
Conhece aquele ditado: quem não deve, não teme? Pois bem, se ele fosse realmente tão inocente, não haveria motivo algum para temer uma suspensão de um ano.
A carreira do Carlos não depende do que Sinner ou Djokovic fazem ou deixam de fazer. A trajetória dele é construída somente pelo que ele conquista: cada ponto difícil, cada título, cada vitória conquistada com esforço, talento e determinação. Tudo isso é mérito dele, e ninguém pode tirar isso.
Se o Sinner decidir se aposentar amanhã, a carreira do Carlos, por acaso, vai deixar de existir? Claro que não. O sucesso dele não está atrelado às escolhas ou ao desempenho de outros; está totalmente ligado ao que ELE constrói dentro e fora das quadras.
Por isso, qualquer argumento que tente minimizar o valor do Carlos comparando com outros jogadores é, na minha opinião, muito, mas muito fraco. O que ele conquistou é sólido, é real, e é fruto do próprio esforço.
Conheço o ditado, minha querida. E você, conhece o caso de doping do Sinner? Sabe que a própria agência anti-doping afirmou que ele não teve culpa nem ganho de performance? Nem sempre o mundo funciona como nos ditados ou como deveria ser. Do jeito que você fala, parece nunca alguém foi condenado injustamente por algo (seja no esporte, seja nos tribunais, seja nas redes sociais, seja em qualquer lugar).
“A carreira do Carlos não depende do que Sinner ou Djokovic fazem ou deixam de fazer.”
R: Realmente, não mesmo. Mas o tamanho do mérito que ele terá com as conquistas depende, sim.
“Por isso, qualquer argumento que tente minimizar o valor do Carlos comparando com outros jogadores é, na minha opinião, muito, mas muito fraco.”
R: Por qual argumento? A frase seguinte?
“O que ele conquistou é sólido, é real, e é fruto do próprio esforço.”
R: Sim, do próprio esforço e, também, de outras circunstâncias. Algumas prováveis, algumas certas e algumas meramente possíveis.
O número 1 em 2022 é uma certa que não foi apenas com o próprio esforço e o número 1em 2025 é uma provável que não conseguiria somente com o próprio esforço.
O que eu acabei de ler nesse seu textão foi: desculpas, blá blá blá; desculpas, blá blá blá. Tradução simultânea: ‘quero desmerecer as conquistas do Alcaraz, mesmo sabendo que ele é o melhor atleta dessa geração e a melhor coisa que aconteceu para esse esporte desde o Big 3.’ Essa dor de cotovelo aí já virou estilo de vida e ainda vai te acompanhar por muitos e muitos anos, meu querido José Afonso. Boa sorte tentando lidar com isso kkkkkk.
Se ele conseguir, muda. Se tornará número 1 legítimo pela primeira vez.
Sabe, o tênis é um esporte cheio de nuances. Nem sempre vence só quem joga melhor naquele dia, mas também quem sabe lidar com o imprevisível. Tem bola que raspa na fita e cai do seu lado, tem match que muda porque alguém sente uma dor, tem momento em que tudo parece desandar… e, ainda assim, você precisa seguir. São mil fatores fora do seu controle, mil variáveis que ninguém prevê. E isso não diminui em nada o mérito de quem vence. Porque aproveitar as oportunidades também é talento. Estar pronto quando a chance aparece também é parte do jogo.
E outra: o Carlos não tem nada a ver com os problemas do Djoko e do Sinner em 2022 e 2025. Os dois foram responsabilizados pelas próprias escolhas. Ele só fez o que sempre faz: entrou em quadra, jogou, venceu e seguiu o caminho dele. Simples assim.
Quase tudo que você falou é verdade, minha querida. Tem que aproveitar as chances. Se o seu preferido tivesse tido na final os problemas da semi, o meu preferido teria aproveitado a chance.
O seu preferido é muito sortudo, em tudo. Claro que é extremamente competente, mas também te muita sorte, rs. Veja como Djoko jogou o 1º set e como jogou com Sinner na semi e como Carlos teve problema na semi.
Alguma dúvida de que ele teria derrubado Carlitos na semi e chegado quebrado para enfrentar Sinner na final, dando o título ao Cenoura?
Agora vamos à única parte que não é verdade entre o que vc falou: em 2022, Novak não recebeu os pontos de Wimbledon que teriam lhe mantido em 1º lugar (legítimo) no ranking por escolhas suas, mas sim porque a organização do torneio contrariou a ATP e proibiu os russos de jogarem.
Djoko acabou sem poder disputar os pontos de 3 dos 4 Slams de 2022, sendo o melhor jogador naquele ano (só ver 2021 e 2023, ganhou 3 em cada) e o título em apenas um deles (WB), bastava para manter o número 1.
Que tal?
Com certeza tenho muitas dúvidas. Só porque o Carlos teve câimbras contra o Sascha, não quer dizer que teria contra o Djoko, afinal cada jogo tem sua história e seu contexto.
O Carlos vinha tendo um desempenho muito melhor que o Sinner no AO, acredito sim que ele teria vencido o sérvio e chegado à final.
Agora me explica uma coisa, por que o Djoko não pôde disputar os pontos de 3 dos 4 GS em 2022?
Quanto a esse AO 2026, ficamos no campo das suposições.
Já quanto a 2022, é fato: os únicos pontos de Grand Slam que Djoko pôde participar foram os de Roland Garros.
Wimbledon –> como eu disse, a ATP não contou pontos para nenhum jogador em 2022, porque os organizadores de Wimbledon insistiram em proibir os russos de jogarem, devido à guerra na Ucrânia. Só os pontos desse título (efetivamente conquistado) já teriam garantido o número 1.
Us Open e AO -> proibição de ingresso e permanência no país de estrangeiros sem vacina. Valeu ainda para mais 4 Masters 1000 também (três no EUA e um no Canadá).
Carlitos não teve culpa de nada disso, mas foi uma bela ajuda do céus para conquistar esse “número 1 —mais jovem— da História”, hein? Acredita que ele teria conseguido se a pandemia não tivesse ocorrido nessa época, mas sim em 2030?
Muito obrigado por reforçar o meu ponto. O Djokovic fez uma escolha ao não se vacinar e assumiu as consequências, assim como outros atletas. Como eu disse, tanto ele quanto o Sinner foram responsabilizados pelas próprias decisões. Ninguém os obrigou a nada. Sobre Wimbledon, não há o que fazer. Foi uma decisão da ATP, e todos foram prejudicados, inclusive o próprio Carlos, que chegou às oitavas naquele ano.
O Carlos se tornou o número 1 mais jovem da história por mérito próprio. O que o Djokovic fez ou deixou de fazer é irrelevante.
Como diria o Rafa: “If, if, if doesn’t exist.
Minha querida, acho que está optando por fechar os olhos para uma realidade, que é a grande ajuda do destino para conquistar esse feito.
Um corredor ou nadador que se tornasse campeão mundial e olímpico no afastamento de Usain Bolt e Michael Phelps teria o mesmo mérito que aquele que conseguisse superar no esforço, na garra e na competência, uma dessas lendas em seu auge?
Eu acho que você simplesmente não quer admitir os fatos que eu estou apresentando. Foi o destino que fez o Djokovic decidir não se vacinar e, como consequência, se autoprejudicar no ranking? Foi o destino que fez o Sinner aceitar uma suspensão de três meses, mesmo afirmando que era inocente? Não, nada disso foi obra do destino. Foram escolhas conscientes e pessoais desses jogadores, com consequências diretas em suas carreiras.
O destino, neste caso, não entra em jogo. O que existe é responsabilidade individual. Cada decisão tomada dentro e fora das quadras gera resultados concretos, e é isso que constrói ou prejudica a trajetória de um atleta. Daqui a pouco, você vai querer alegar que é o destino que está fazendo o Carlos vencer todos esses títulos, e não todo o trabalho duro, a disciplina, a dedicação e o coração que ele coloca em cada ponto, em cada partida.
O Carlos não depende de sorte, coincidência ou intervenção do destino para brilhar; ele depende do talento, do esforço e da força de vontade dele. E isso é algo que ninguém pode tirar ou minimizar.
Sério mesmo que vamos comparar mérito só porque alguém estava ausente? Um corredor ou nadador que vence na ausência de Usain Bolt ou Michael Phelps não enfrentou o mesmo desafio. Superar esses monstros no auge exige esforço, garra, talento e competência que poucos têm.
Mas, adivinha? Isso não anula o mérito de quem venceu na ausência deles. Ainda é campeão mundial, ainda é campeão olímpico, ainda precisou treinar, se sacrificar e derrotar adversários de altíssimo nível. Desmerecer isso é preguiçoso, sem noção e, sinceramente, parece desculpa de quem quer diminuir conquistas alheias.
Super sério, rs.
Mérito (ou merecimento) é aquilo que torna alguém ou algo digno ou passível de receber um prêmio ou honraria, devido a seu valor.
Pela regra esportiva, ou seja, pela regra formal, será aquele que vence. No entanto, no aspecto moral, é aquele tem maior valor para aquela espécie de disputa.
Ser número 1 ou campeão mundial é frequentemente tratado como sinônimo de ser moralmente (no sentido esportivo) o melhor, ou seja, de ter o devido merecimento de se chegar a essa posição.
Como eu disse anteriormente, aquele que consegue na ausência das melhores, tem algum mérito, é claro. Derrotou todos os outros. Mas não tem o mérito completo e moral de ser realmente o melhor. Ser número 1 na época do Big 3, quando este estava todo de fora por lesões, está muito longe do mérito de ser número 1 superando o Big 3 em confrontos justos. O mesmo vale pros outros exemplos citados, de Bolt e Phelps.
Me desculpe, minha querida, mas enquanto você considera “preguiça, falta de noção ou mera vontade de desmerecer”, eu vejo a dificuldade de enxergar essa grande diferença de mérito nas duas circunstâncias como fanatismo por um determinado predileto, teimosia ou simplesmente incapacidade de distinguir situações distintas, querendo equivale-las a todo custo.
Vou começar a usar essa sua desculpa para todos os títulos que o Djoko venceu no saibro, sem precisar vencer o Rafa ou enfrentando um Rafa lesionado. Vamos ver, então, de quantos títulos ele foi realmente merecedor.
Agora é só observar o Sinner enfileirar esses 4 Masters, mais os vários atps 500 que vai jogar e vencer, contando com um desempenho pífio do Alcaraz, e fica tudo certo. Se ele não enfileirar todos esses torneios e Alcaraz tiver um desempenho desolador, terá sido só um enfadonho argumento baseado em mundos não existentes. Ou você pode só vir é falar: que jogador espetacular é hoje esse #1 espanhol, pai do Djok em finais de slam. Não sei se há alguma saída honrosa mais, e olhe que tentei te ajudar durante esses últimos meses, em prol da amizade. Abraços!
Kkkkkk, faça-me rir (mais), caro Julio. Se Tevez Jr. terminar esta temporada como número 1, terá finalmente conseguido de forma legítima, o que não mudará que foi o “número 1 mais jovem fake da História”.
Sobre ser pai do Djoko em finais de Slam, vamos ver se, quando ele tiver 37 anos recém-operado e quase 39 anos, chegará a uma final de Slam. Depois, vamos ver se bate o fenômeno do momento. Se ele conseguir esse feito, darei o braço a torcer, rsrs. Abs!
Rapaz, eu tenho que tirar uma dúvidas antes para saber o tamanho do buraco que você se meteu: foi o #1 mais fake ou é o #1 mais fake? Está ficando aquilo de “não satisfeito com a derrota, veio buscar a humilhação”..kkk.. agora essa de “quando você tiver a idade do Djokovic”, me lembrou minhas tias rabugentas que dizem “quando você tiver a minha idade, quero ver como vai estar sua lombar”. É o que chamo de argumento do constrangimento (ou de prova impossível). Eu já estou até constrangido por você com esse “quando Alcaraz tiver 38 anos”.. rsrsrs.. Quem tem culpa que Djokovic queira ter um pai novo? Me ajude a te ajudar, caro José Afonso!
Me parece que seu amor pelo espanhol está turvando sua visão sobre a realidade e trazendo o pior de sua personalidade à tona, Caro Julio, rs.
Veja: enquanto não conseguir chegar a conquista legitimamente, é o número 1 mais fake da História. Isso pode acabar, basta conseguir sem lesão ou suspensão de Sinner nos últimos 12 meses.
Porém, ele é conhecido como “número 1 —-mais jovem—- da História”. Esse título será eternamente fake, porque é impossível mudar o passado, impossível mudar aquilo que aconteceu em 2022. E mesmo se tornando número 1 legítimo em 2026, não tem mais idade pra ser “o mais jovem da História”.
Ele tem muitas capacidades, mas essa ele simplesmente não teve. Veja minha resposta acima para a M. Lima. Em 2022, a ajuda do destino que ele recebeu foi absurda.
Em 2025, foi menor, mas ainda foi grande. Este ano ele começou com tudo pra se tornar finalmente um nº 1 legítimo, vamos ver se vai realmente sustentar e conseguir.
Sobre a idade de Novak, se lembro suas tias ou se você considera “argumento do constrangimento (ou de prova impossível)”, tanto faz, rs. Eu quero ver é você me mostrar algum jogador de quase 39 anos que ganhou título de Grand Slam, especialmente enfrentando número 1 do mundo.
Não precisa nem um considerado super fenômeno como Carlitos “Tevez Jr.”, basta um que seja número 1. Quer colher de chá? Fica valendo o contra o número 2 também. Rsrs, abs!
Caro, José Afonso. Você fez um belíssimo texto, mas é aquilo palavras não pagam contas. E nem fazem. Está sendo divertido vê-lo debater no argumento, sendo que de saída ele já apresenta um erro insanável. Qualquer coisa que se diga fake, deve ser por fingir, por insinceridade, coisa que não é. Uma manipulação para mostrar ser quem não é. E se tem algo que realmente é fake é apenas argumentar que o espanhol tem alguma responsabilidade por obter os pontos que lhe computaram o primeiro lugar do ranking. O ranking, as vitórias e derrotas, os títulos fazem parte de um todo repleto de muito mérito, mas sempre há aleatoriedade. Desde uma madeirada que cai na linha até um abandono do adversário após estar vencendo de 2-0. Tudo dentro do circunstancial. Tudo dentro do destino que você falou. Já são muitas falácias, no seu caso vou chamar de “falácia da tia rabugenta”, mas esse de fazer um recortinho muito bem justo das circunstâncias que favorecem um argumento é aquela falácia do “data bias” com uma pitada de “picking grape”. Coloca tudo que quer em uns tubos de ensaios em uma laboratório hermético, abre a válvula, saiu um líquido azul, e no fim, o resultado gosmento é o que você entendeu da realidade. É aquilo, vê a árvore, mas perde a floresta, por ser apaixonado tanto pela teoria que a mudança de opinião tem um custo emocional insuportável. E tem muita gente que anda ficando perdida em trilhas. Espero que encontre resgate. A sugestão colher de chá foi até engraçada, porque você quer que eu te mostre um jogador de 39 anos que tenha ganhado slam em cima do #1 ou #2? Eu vi esperança aqui e fiquei radiante. Que legal você deixar transparecer quem é o #1 mesmo. Seu coração já aceitou. Isso que importa. Só não encontrei mesmo quem foi esse jogador de 39 anos (achei que era 38, mas a essa altura, tanto faz) que ganhasse esse slam que pediu. Procurei domingo e não vi. Só vi mesmo a paternidade. Fico feliz pelo Djok, ter pai novo é bom, tem mais energia para as brincadeiras, como foi o primeiro set. Abraços!
Não sei se meu texto anterior foi belíssimo, mas decerto inspirou você a se superar e produzir um dos seus melhores.
De fato, o afortunado espanhol não teve culpa de nada disso, de nenhum dos fatos históricos que o favoreceram. Não custava, porém, ter humildade em reconhecer que teve uma boa dose de sorte para conseguir o tal feito de “número 1 — mais jovem — da História”.
No entanto, humildade e gratidão não são o forte do herdeiro miúra, certo? Ferrero que o diga. Ou melhor, Tio Toni e Andy Roddick que o digam, em seu nome. Essa confissão poderia reduzir o peso nos ombros de carregar esse feito fake. Ele, porém, tal como um bovino de carga, prefere carregar esse elefante nas costas.
Você caprichou, caro Julio, nos argumentos dessa vez, com direito a muitos termos técnicos e figuras de linguagem que mesmo eu, um veterano nos debates, talvez seja incapaz de rebater.
Neste final de mensagem, melhor eu me ater à sua alegria de fã com a mencionada paternidade: é, apesar dos 16 anos idade de diferença, que bom que ela começou a despontar, quando o filho caminha a passos largos para seus 39 anos, rs.
Por enquanto, nada de ultrapassar ainda. Estamos em 5 a 5. É preciso mais um jogo. Por outro lado, eu sou paciente e vou esperar, sem pressa, pelo avô do meu preferido, pois o tempo chega pra todos e, um dia, chegará a paternidade para o seu. É ou não é inevitável? Rsrs, abs!
Certamente é inevitável! Abraços!