São Petersburgo (EUA) – O Brasil tem uma nova número 1 no ranking da WTA nesta segunda-feira. Afastada das quadras, a paulista Beatriz Haddad Maia acabou despencando após o US Open, caiu 184 posições e agora é apenas a 338ª do mundo. Com isso, a conterrânea Laura Pigossi assumiu o posto de melhor do país.
Pigossi também teve uma dura queda nesta segunda, perdeu 25 colocações e saiu do top 200, caindo para o atual 218º posto. Além delas, outras duas brasileiras figuram no top 300, a gaúcha Gabriela Cé e a paulista Carolina Meligeni. As três disputam nesta semana o SP Open e podem somar bons pontos no ranking.
Cé teve um belo salto de 42 lugares e atingiu a 294ª colocação, mas como defende pontos nesta semana, precisa pelo menos vencer uma partida no Villa Lobos para não sofrer uma dura queda, saindo do top 300 com uma derrota na estreia.
Em situação um pouco melhor está Carol, que subiu 18 lugares nesta semana, indo para o 296º posto, e tem tudo para seguir em ascensão, mesmo que caia na estreia. Caso avance uma rodada, a paulista de 30 anos deve saltar por volta de 30 colocações.
Bia tem pior marca em 5 anos
Sem competir desde Wimbledon e com o retorno previsto apenas para o meio do primeiro semestre de 2027, Bia saiu do top 300 pela primeira vez desde a primeira semana de abril de 2021, quando era a 331ª do mundo. Desde então ela foi melhorando até chegar ao top 100 no fim daquela temporada.
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Bia permaneceu entre as 100 melhores do mundo consistentemente do maior de outubro de 2021 até a metade de maio deste ano. Ela seguirá perdendo colocações até voltar a competir, podendo até retornar sem ranking.
Bohrer e Barros sobem bem
Nomes da nova geração, Carolina Bohrer e Victória Barros tiveram uma semana positiva com boas ascensões. A catarinense de 18 anos ganhou 39 posições e agora é a 578ª do mundo, melhor colocação da carreira. Já a potiguar de 16 anos teve uma arrancada de 76 lugares para atingir o 827º posto, também o seu melhor.
Em contrapartida, a paulista Nauhany Silva viu já serem descontados seus pontos do SP Open do ano passado, quando foi até a segunda rodada, e por isso perdeu 59 lugares. Ela tem a chance de se recuperar no torneio paulistano e mesmo que perca na estreia deverá ganhar algumas posições no próximo ranking.
Veja como está o top 10 das brasileiras na WTA:
Laura Pigossi – 218ª (-25)
Cabriela Cé – 294ª (+42)
Carolina Meligeni Alves – 296ª (-18)
Beatriz Haddad Maia – 338ª (-184)
Luza Fullana – 465ª (-7)
Ana Candiotto – 528ª (-71)
Carolina Bohrer – 578ª (+39)
Julia Konishi – 628ª (+54)
Thaisa Pedretti – 633ª (-61)
Nauhany Silva – 660º (-59)













Tá (muito) feia a coisa!!!
No feminino acredito que só teremos uma top 100 novamente em 2028. Naná , Victoria e Duda terminam o juvenil só o ano que vem. As outras no máximo devem ficar no top 200. Bia, se voltar, pode recuperar algo, mas só no final de 2027. Essa é a realidade que vejo.
Os torcedores que não são leigos e ufanistas não merecem isso.
Um País gigantesco como o Brasil não ter ao menos 5 tenistas entre homens e mulheres entre os 100 melhores do mundo é inacreditável. A Argentina, tão problemática, sempre esteve muito acima nesse aspecto. Vivemos de espasmo, como Guga, Bellucci, Fonseca, Bia e os duplistas. Muito pouco
A Argentina tem tradição no tenis. Não é só tamanho de país que importa. Senão a China tb teria um monte de top100. Argentina é top no Rockey pela mesma razão. Tradição e formação em clubes.
Essa comparação com a China foi muito boa kkkkkkk tamanho não é o único fator a ser considerado.
A Argentina tem tanta tradição, que o Meligeni naturalizou-se brasileiro! Brincadeiras a parte, não é que a Argentina tenha essa tradição toda! Na verdade, sempre temos grandes e promissores talentos, que sempre esbarram na falta de apoio do governo federal. Esse dito apoio só perdurou até 2002, onde o Brasil foi pentacampeão mundial de futebol, e, por coincidência ou não, Guga se aproximava da sua aposentadoria precoce. Foi justamente aí que faltou o interesse da esfera federal, em dar continuidade no que poderia se tornar “uma febre nacional”!
Bia é uma ex-jogadora, por que insitem nisso? Foi ótima, ok, mas também passou muita vergonha. Entendo que ela mesmo precisa virar a página, sair com dignidade, assumir que agora é outra fase da vida.
Ela mesma já respondeu que vai fazer uma cirurgia no ombro e a decisão fica pra janeiro ou fevereiro. Sair com dignidade ela já avisou. Enquanto isso o ranking existe até o último jogo que fez e ganhou ponto. E é uma jogadora parada ( ex não existe pra qualquer profissão).
Que faaaaaaaase