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Rogerinho e Monteiro disputam convite no Rio
08/01/2019 às 16h42

Monteiro é o atual nº 1 do país e larga na frente na disputa

Foto: Fotojump

São Paulo (SP) - Em um momento de baixa dos tenistas brasileiros no ranking, nenhum deles sequer passou perto de conseguir entrar na chave principal do Rio Open, divulgada nesta terça-feira. Por enquanto, o único representante nacional garantido no torneio é o jovem paranaense Thiago Wild, que levou o primeiro dos convites ao vencer, no fim de 2018, a Maria Esther Bueno Cup.

Com apenas mais dois convites para serem distribuídos, a organização do ATP 500 carioca pretende colocar ao menos mais um tenista do país no evento. “Historicamente damos para o 1 do Brasil ou o melhor entre os que não entraram”, afirma Lui Carvalho, diretor do Rio Open.

“Gosto de deixar a definição mais para o começo de fevereiro. Vai ficar entre Rogerinho (Silva) e Thiago (Monteiro)”, acrescentou o chefe do torneio. Atualmente, os dois melhores do país na ATP estão separados por apenas 27 pontos, Monteiro é o melhor colocado, na 127ª posição, e Rogerinho vem logo atrás em 134º.

Se nas quadras de tênis a situação não está fácil para os brasileiros, fora dela a coisa não é muito diferente, principalmente por causa do momento econômico pelo qual passa o país, o que sempre dificulta a vida da organização. “Todo ano é um desafio enorme. Mas não dependemos só de patrocínio, temos também lei de incentivo, ingresso e direitos de TV”, disse Lui Carvalho

“Estamos em uma situação que não é das mais fáceis para 2019, mas ainda estamos correndo atrás”, complementou o diretor do torneio, que perdeu um de seus principais patrocinadores para este ano, mas conseguiu prontamente substituir o Itaú, que está saindo do tênis, pelo Santander. “Isso é importante e também prova que o torneio atrai as grandes marcas”, avaliou.

Lui ainda explicou que embora nem sempre feche o azul, o Rio Open está longe de passar por problemas financeiros. “Ainda vemos tudo isso como uma plataforma de investimento no evento”, observa o diretor da competição carioca que irá para sua sexta edição.

Além da verba de patrocínios, o evento também conta com entre 35% e 40% de lei de incentivo, tanto estadual como federal. “Além do torneio, também temos projetos sociais e movimentamos a economia da cidade. Fizemos um estudo com a Deloitte e o impacto estimado é de R$ 100 milhões para o Rio”, finalizou Lui Carvalho.

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