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Promessa de 14 anos quer o top 100 já em 2019
11/12/2018 às 15h50

Número 2 do ranking juvenil, Gauff é apenas a 869ª colocada na WTA

Foto: Arquivo

Platation (EUA) - Depois de terminar o ano com o título do tradicional Orange Bowl, último grande torneio na temporada do circuito mundial juvenil, a norte-americana Cori Gauff já vai em busca de uma fase na carreira. Embora tenha apenas 14 anos, completados em março, ela já mira a transição para o circuito profissional e quer ser top 100 em 2019.

"Meu pai me disse no início da semana que este provavelmente seria meu último torneio juvenil e que eu deveria jogar como eu gostaria de ser lembrada. E era nisso que eu estava pensando", disse Gauff, em entrevista ao blog Zoo Tennis, da jornalista norte-americana Colette Lewis, exclusivamente dedicado à cobertura de torneios juvenis pelo mundo.

"As pessoas em geral me conhecem por sempre lutar, e mesmo quando eu estou atrás no placar. É assim que quero ser lembrada, pelo menos nessa fase de juvenil. Vamos ver o que o próximo capítulo tem para mim", explica a norte-americana, que venceu a final do Orange Bowl contra a chinesa Qinwen Zheng por 6/1, 3/6 e 6/4.

Nascida em março de 2004, Gauff só pôde disputar competições profissionais a partir do momento em que completou 14 anos. Por isso, tem só duas vitórias como profissional e aparece no 869º lugar do ranking. "No momento, estou jogando apenas alguns ITFs para melhorar meu ranking e ver se consigo levar convites para alguns torneios. Acho que no próximo ano, o meu objetivo é ser o top 100 na WTA"

O regulamento da WTA impõe um limite de no máximo oito torneios profissionais até que ela complete 15 anos. Entretanto, como terminou a temporada entre as cinco melhores juvenis do mundo, poderá disputar mais quatro torneios profissionais. A norte-americana chegou a liderar o ranking mundial da categoria em junho, depois do título de Roland Garros, e termina o ano na segunda posição da lista da ITF.

"Muitas pessoas acham que eu joguei aqui para terminar em primeiro lugar, mas esse não era o meu objetivo", explica Gauff, que só ficou atrás da francesa Clara Burel no ranking mundial juvenil. "Meu pai me perguntou no meio do ano, e eu disse: 'Eu realmente não me importo. Só quero terminar no top 5, porque então eu posso conseguir jogar esses torneios extras'".

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