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McEnroe acredita na volta de Murray ao top 10
08/12/2018 às 10h11

Lenda norte-americana confia na recuperação do britânico

Foto: Arquivo

Londres (Inglaterra) - Embora Andy Murray tenha enfrentado lesões nas duas últimas temporadas e ainda esteja distante de seu melhor nível, o ex-número 1 do mundo John McEnroe acredita que o britânico possa voltar a ser competitivo nos grandes torneios. Para McEnroe, Murray tem chances de voltar ao top 10 se estiver em plenas condições físicas.

"Ele conseguiu ser um dos melhores jogadores dos últimos 10 anos e conquistou três Grand Slam graças à sua capacidade atlética", disse McEnroe, ao jornal Daily Mail. "Se ele estiver 100% ou perto disso, eu esperaria vê-lo no top 10 daqui a seis a nove meses. Mas se ele estiver com 80%, é uma pessoa totalmente diferente".

"Vendo o que Federer fez aos 36 anos, olhando também para Nadal ou para o que Djokovicfez este ano, tenho certeza que Murray olha para esses jogadores e pensa: 'Eu deveria ser capaz de fazer algo parecido'", acrescenta o norte-americano, que está em Londres para uma para disputar uma etapa do circuito de veteranos da ATP no Royal Albert Hall.

Murray ficou onze meses afastado do circuito por conta de lesão e cirurgia no quadril. Ele voltou às quadras em junho deste ano, mas disputou apenas doze partidas em 2018, com sete vitórias e cinco derrotas. Ex-líder do ranking mundial, o britânico de 31 anos aparece atualmente apenas na 259ª posição atualmente. Ele solicitou o ranking protegido para atuar nos dois primeiros torneios da próxima temporada, o ATP 250 de Brisbane e o Australian Open.

McEnroe também fez questão de avaliar o momento do atual número 1 britânico, o jovem de 23 anos e atual 14º colocado Kyle Edmund, que terá 720 pontos a defender logo no início do ano por ter sido semifinalista do último Australian Open. "Eu acho que é realista que ele possa estar entre os 10 primeiros, mas ele se sentirá pressionado no início da temporada e sairá do top 20 se ele não se sair bem na Austrália. Ele terá que lidar com isso emocionalmente, sabendo que há um ano inteiro pela frente".

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