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Quadras ficaram mais lentas nesta temporada
16/10/2018 às 11h12

Masters 1000 canadense foi aquele que teve a maior queda no índice de velocidade das quadras

Foto: Arquivo

Madri (Espanha) - A velocidade das quadras é sempre algo bastante discutido temporada após temporada, em certos momentos com reclamações da velocidade maior e em outros o contrário. Fato é que uma matéria do Punto de Break revelou que em 2018 a tendência do circuito foi de pisos mais lentos.

Ao analisarem as velocidades das quadras dos Masters 1000 e dos Grand Slam, chegaram à conclusão que neste ano os pisos ficaram mais lentos, contrariando o que aconteceu entre 2016 e 2017, quando as quadras estavam no geral mais rápidas do que anteriormente.

O índice usado para medir a velocidade (CPI) teve diminuição considerável em cinco dos Masters 1000 disputados até então, com destaque para o canadense, que ano passado foi em Montréal com um índice de 36,3 e em 2018 caiu para 28,8 em Toronto.

Também viram o CPI cair os Masters 1000 de Monte Carlo (24,9 para 22,1), de Roma (22 para 18,9), de Cincinnati (33,6 para 31,6) e Xangai (42,9 para 39,9).

Indian Wells e Miami praticamente mantiveram os mesmos números, ambos com subidas mínimas. O torneio californiano passou de 27,4 para 27,9, ao passo que o evento na Flórida foi de 30,3 para 30,4. A maior diferença positiva aconteceu em Madri, onde os 20,9 se transformaram em 21,6.

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