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Djokovic vê preciosismo do juiz, mas rebate sexismo
14/09/2018 às 15h36

Djokovic não acha que Serena foi tratada diferente por ser mulher

Foto: Arquivo

Nova York (EUA) - Entre todos os que deram suas opiniões a respeito do ocorrido na final feminina do US Open, em que a norte-americana Serena Williams se desentendeu com o juiz português Carlos Ramos, o acusando de sexismo nas três advertências que ele deu à ex-número 1 do mundo, quem também se posicionou sobre o caso foi o sérvio Novak Djokovic.

O campeão da chave masculina em Flushing Meadows adotou uma postura de meio termo, já que criticou tanto a conduta do árbitro como também a postura de Serena. O tenista de Belgrado acha que o juiz poderia ter contornado a situação de forma mais pacífica e que a norte-americana não tem razão ao acusá-lo de sexismo.

“Tenho minha opinião pessoal de que o árbitro não deveria ter levado Serena até o limite, especialmente em uma final de Grand Slam. Ele mudou o rumo da partida e foi, na minha opinião, talvez desnecessário”, comentou o atual número 3 do mundo.

Djokovic foi firme ao rebater a afirmação da caçula das irmãs Williams, que acredita ter sido tratada de maneira diferente por ser mulher e principalmente a declaração de Steve Simon, presidente da WTA, que mostrou apoio irrestrito à atleta e corroborou seu ponto de vista sobre o tratamento distinto por parte do juiz.

“Eu não entendo de onde ele vem com essa afirmação. Acho que homens e mulheres são tratados igualmente, mas é claro que tudo depende da situação em que estão”, observou o sérvio, que já ocupa o terceiro lugar no ranking da ATP e pode ameaçar a liderança do espanhol Rafael Nadal já na temporada asiática.

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