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Goffin acredita estar mais criativo e mais agressivo
15/08/2018 às 09h51

Goffin bateu Tsitsipas na estreia em Cincy

Foto: Divulgação

Cincinnati (EUA) - Atual número 11 do mundo, o belga David Goffin não tem repetido os resultados da temporada passada em 2018 e sofre com os altos e baixos. Na última terça-feira, ele encarou um dos altos, batendo o embalado grego Stefanos Tsitsipas na primeira rodada do Masters 1000 de Cincinnati.

"Foi o jogo que eu precisava para minha confiança. Consegui fazer o meu trabalho e fui bastante sólido dentro de quadra", analisou o 23º na corrida da temporada. "Venho passando por altos e baixos nos últimos meses e por isso resolvi fazer uma pausa depois de Wimbledon, pois precisava me reencontrar a alegria de jogar para assim repetir o meu melhor tênis", observou.

"Agora estou me divertindo em quadra novamente, sou mais criativo e mais agressivo. Foi um bom jogo e espero manter o nível no resto do torneio", complementou Goffin, que agora terá pela frente o francês Benoit Paire, algoz do espanhol David Ferrer e contra quem já jogou cinco vezes no circuito, vencendo duas e perdendo três.

Sobre o embate com Tsitsipas, que vinha do vice-campeonato no Masters 1000 de Toronto, onde Goffin sequer passou da estreia, caindo diante do atleta da casa Milos Raonic, ele acredita que a diferença no tempo de preparação entre os dois acabou fazendo a diferença para o seu lado.

"Tive alguns dias a mais para me preparar melhor, enquanto para ele foi mais complicado, pois vinha do torneio de sua vida até então e um tempo bem menor de adaptação", observou o belga de 27 anos, que havia perdido para o jovem grego semanas atrás, nas quartas de final do ATP 500 de Washington.

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