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Para Djokovic, saque é fundamental para a boa fase
07/08/2018 às 22h09

Recuperado de lesão no cotovelo, sérvio trabalhou muito em seu saque

Foto: Divulgação

Toronto (Canadá) - De volta à rotina vitoriosa no circuito, Novak Djokovic credita a boa fase ao trabalho que fez para melhorar seu saque. O sérvio, que ficou fora do circuito durante todo o segundo semestre do ano passado por lesão no cotovelo direito, acredita estar sacando muito bem nos momentos importantes de seus jogos.

"A grande melhora no meu jogo veio graças à consistência, mas se eu tivesse que escolher um golpe, provavelmente seria o saque. Saquei muito bem em Wimbledon, e em toda a temporada de grama. Eu saquei muito bem quando mais precisei na semifinal contra o [Rafael] Nadal e também na final contra o Kevin [Anderson]", disse Djokovic após sua partida de estreia no Masters 1000 de Toronto.

"Acho que saquei muito bem hoje, exceto por aquelas duplas faltas quando eu perdi a quebra de vantagem. Mas, em geral, eu trabalhei muito nesse golpe", disse o sérvio sobre o seu desempenho na vitória por 6/3 e 7/6 (7-3) contra o lucky loser bósnio Mirza Basic, adversário inédito em sua carreira. "Eu o conhecia por ter treinado com ele, mas nunca havia jogado contra ele em uma partida oficial. Então não foi fácil encontrar o ritmo no começo do jogo".

A partida desta terça-feira foi a primeira que Djokovic disputou desde o título de Wimbledon. Até por isso, o sérvio falou sobre a manutenção da confiança e o trabalho de adaptação para a troca de piso. "Tive muito sucesso em Toronto e Montréal e queria começar bem", explica o sérvio, que tem quatro títulos no torneio.

"Acho que joguei uma partida sólida. Obviamente, leva um pouco de tempo para me acostumar com o novo piso. As condições aqui são bem diferentes das que eu treinei na Europa ou em outros lugares. Então, vou me concentrar apenas nisso semana e ver como eu me saio", avalia o número 10 do ranking mundial. Ele enfrenta na próxima rodada o canadense Peter Polanksy, em jogo marcado para às 12h (de Brasília) desta quarta-feira.

"Confiança é algo realmente complicado. Leva muito tempo para adquiri-la, mas é preciso muito pouco para perdê-la", comenta o jogador de 31 anos e vencedor de treze títulos de Grand Slam. "Sempre sou muito otimista quando vou aos torneios com grandes expectativas sobre mim, mas sei que é diferente quando você chega com um troféu de Grand Slam debaixo do braço. Historicamente, as quadras duras têm sido boas para mim, é o piso em que eu tive mais sucesso, então não vejo razão para não acreditar que não posso jogar bem".

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