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Billie Jean e Wimbledon destacam Maria Esther
09/06/2018 às 08h57

Wimbledon mostrou Maria Esther com seu troféu

Foto: Reprodução

São Paulo (SP) - A morte de Maria Esther Bueno no início da noite desta sexta-feira provocou reações por todo o mundo. Além das condolências, jogadoras e entidades destacaram a relevância de sua carreira.

Uma de suas adversárias no final dos anos 1960, a norte-americana Billie Jean King afirmou que Maria Esther foi uma inspiração. "Sempre gostava de vê-la jogar. Foi uma grande influência na minha carreira e muitos jogadores de minha geração se espelhavam nela", afirmou no Twitter. "Tive o privilégio de ganhar Wimbledon nas duplas com ela em 1965. Era muito elegante na quadra, no jeito que se vestia e como jogava. Tinha fãs em todo o mundo e fará muita falta".

Wimbledon também se manifestou nas redes sociais com foto de um de seus troféus. "Lamentamos o falecimento de uma das nossas mais amadas campeãs. A humildade, graça e força criativa capturou corações pelo mundo e não só na Brasil, onde ela será sempre lembrada como um orgulho nacional".

A Federação Internacional lembrou seus 19 títulos de Grand Slam. "Foi a maior tenista da América do Sul, uma das mais graciosas de sua geração. Teve uma carreira produtiva, incluindo sete títulos de simples".

A norte-americana Tracy Austin foi outra a se manifestar. "Muito triste ao saber do falecimento da elegante e atlética Maria Bueno. Uma campeã com muita classe que deixará saudades à família do tênis".

No exterior, o jornal inglês The Mirror classificou Maria Esther como "lenda" e "uma das principais jogadoras de sua geração", enquanto o New York Times mencionou a alcunha de "bailarina" devido a seu "estilo gracioso em quadra".

O US Open enviou condolências pelo Twitter e o Hall da Fama, onde ela foi incluída em 1978, lembrou a graça com que ela inspirou gerações de tenistas.

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