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Sharapova é a favor que mães sejam cabeças de chave
19/05/2018 às 09h44

A russa é favor de mudanças na regra do ranking protegido

Foto: Divulgação

Roma (Itália) - Diante da iminêcia das ex-líderes do ranking Serena Williams e Victoria Azarenka disputarem Roland Garros sem a condição de cabeças de chave, a também ex-número 1 Maria Sharapova defende uma mudança na regra para possibilitar que as mães do circuito sejam designadas entre as fvaoritas dos torneios em que disputarem.

Atualmente, a regra do ranking protegido permite que as jogadoras que se tornaram mães recentemente possam entrar diretamente em até oito torneios sem precisar do quali ou de convites. O recurso é exatamente o mesmo aplicado para o caso de afastamentos por lesão superiores a seis meses, mas não pode ser utilizado para a definição de cabeças de chave, que respeitam o ranking atual da WTA.

"Sei que é uma questão difícil, mas eu gostaria dessa mudança. Acho que seria uma coisa boa", disse Sharapova depois da vitória sobre Jelena Ostapenko pelas quartas de final do WTA Premier de Roma por 6/7 (6-8), 6/4 e 7/5.

"Creio que voltar ao circuito com uma criança demanda um grande esforço físico e emocional para uma mulher", acrescentou a atual 40ª colocada, que irá subir no ranking graças à boa campanha no saibro italiano e conseguirá entrar entre as 32 cabeças de chave em Roland Garros.

"O tênis é um esporte egoísta, mas acho que quando há uma criança na sua vida, você perde um pouco disso porque sabe que existe uma coisa muito mais importante. Então, acho que seria uma mudança boa", complementou a russa, que é bicampeã do Grand Slam francês e voltará a Paris depois de três anos.

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