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Crescimento mental é um dos segredos de Ostapenko
30/03/2018 às 13h04

Ostapenko pode alcançar seu melhor ranking com o título

Foto: Divulgação

Miami (EUA) - Campeã de Roland Garros no ano passado, a letã Jelena Ostapenko sofreu neste começo de 2018 e demorou um pouco a recobrar a confiança de outrora. Com a cabeça no lugar, ela voltou a mostrar um bom tênis no Premier de Miami, onde garantiu vaga na final do torneio ao bater, nesta quinta-feira, a surpreendente norte-americana Danielle Collins.

"Estou muito feliz de chegar na final. Sabia que Danielle estava jogando muito bem, mas mantive o meu jogo e a calma para essa partida. Tenho trabalhando bastante no lado mental e isso tem me ajudado bastante", comentou a atual número 5 do mundo, que fez questão de destacar a parte mental nos bons resultados.

"Às vezes eu fazia uma ótima partida e a seguinte já não era tão boa. Sinto que estou mais calma e mentalmente mais forte. Tudo isso me deixa mais consistente e mais confiante para ir para os golpes e não ter medo de errar", acrescentou Ostapenko. Caso conquiste do título no sábado, ela irá alcançar a quarta colocação no ranking, a melhor da carreira.

Só que para chegar ao posto de número 4, ultrapassando a ucraniana Elina Svitolina e ficando apenas nove pontos atrás da teceria, a espanhola Garbiñe Muguruza, ela terá que superar a norte-americana Sloane Stephens, que entrará para o top 10 pela primeira vez e também vem em bom momento.

A final de Miami será a primeira vez que Stephens e Ostapenko medirão forças pelo circuito da WTA. "Sloane é uma grande tenista e tenho que aproveitar o jogo", analisou a letã de apenas 20 anos, que em sua caminhada para a final deixou pelo caminho a paulista Beatriz Haddad Maia, em duelo válido pela terceira rodada do torneio.

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