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Osaka brilha na Califórnia e festeja resultado
15/03/2018 às 13h15

Osaka irá alcançar seu melhor ranking

Foto: Divulgação

Indian Wells (EUA) - Filha de mãe japonesa e pai haitiano, Naomi Osaka nasceu na cidade japonesa com mesmo nome e com apenas três anos se mudou para os Estados Unidos, vivendo atualmente na Flórida. Número 44 do mundo nesta semana, a nipônica de 20 anos é a sensação da chave feminina de Indian Wells, já bateu nomes como o da russa Maria Sharapova, da polonesa Agnieszka Radwanska e sua vítima mais recente foi a tcheca Karolina Pliskova.

Classificada para as semifinais, terá pela frente a número 1 do mundo Simona Halep, contra quem jogou três vezes e viu a romena levar a melhor em todas, a mais recente no Australian Open deste ano, pelas oitavas de final. Osaka tentará sua quarta vitória sobre uma top 10 em 15 jogos, tendo já superado, além de Pliskova, a alemã Angelique Kerber e a norte-americana Venus Williams.

A campanha da japonesa até então no torneio deve lhe render 13 colocações no ranking, saltando para o 31º posto, o melhor da carreira. Ela busca sua terceira final da carreira na WTA e o primeiro título. Ambas as decisões que disputou foram em 2016, ficando com os vice-campeonatos em Tóquio e no WTA 125 de Hua-Hin.

Osaka comemorou bastante sua vitória sobre a atual número 5 do mundo. "Eu já havia enfrentado ela antes e por isso sabia o que esperar. Antes, cometi muitos erros não forçados sem ir realmente para as bolas. Desta vez me comprometi um pouco mais em ser agressiva, mas também em ficar nos ralis mais longos. Estou muito feliz com o resultado que conquistei", comemorou a jovem tenista.

Profissional desde 2012, no ano seguinte ela já disputou seus primeiros WTA, entrando nos qualificatórios de Quebec e Tóquio. A estreia em chaves principais veio em 2014, em Stanford, onde furou o quali e venceu a primeira, derrubando a australiana Samantha Stosur, na primeira de suas 11 vitórias sobre top 20. Dois anos depois veio a arrancada no ranking que a levou pela primeira vez para o top 100, fechando a temporada como 48ª do mundo.

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