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Nadal: 'Feliz de poder competir no mais alto nível'
11/09/2017 às 11h30

Nadal está 3 Slam atrás do recorde de Federer

Foto: Divulgação

Nova York (EUA) – O espanhol Rafael Nadal não poderia sair do US Open com outra sensação que não a de felicidade pelo dever cumprido. Campeão do último Grand Slam da temporada, o canhoto de Mallorca não comemora apenas o 16º título deste porte na carreira, mas principalmente o fato de poder voltar a competir no mais alto nível após um 2016 marcado por lesões.

“Depois de alguns anos sem conseguir competir no mais alto nível, fico muito feliz de estar de volta. E só posso agradecer a todos os que me ajudam diariamente, tenho um grande time e uma grande família que me apoiam”, destacou o número 1 do mundo, que na final deste domingo derrubou o sul-africano Kevin Anderson em sets diretos.

“Foram duas grandes semanas, em que fui melhorando meu nível de jogo e minha confiança. Ter esse troféu de novo ao meu lado significa muito para mim, não poderia ter uma melhor forma de fechar a temporada dos Grand Slam”, analisou o espanhol, que embora não tenha começado o torneio no mais alto nível, foi crescendo na competição e saiu campeão.

Nadal sofreu um pouco nas primeiras partidas, mas conseguiu elevar o nível e foi ganhando confiança com o desenrolar do torneio. “Estou feliz pela maneira que joguei e como lidei com a pressão. Mesmo jogando melhor ou pior, mantive o espírito positivo e passei pelos meus obstáculos”, falou o espanhol, que lembrou da lesão no punho que o atrapalhou em 2016.

“No ano passado eu estava pronto para ganhar Roland Garros. Não posso garantir que se não tivesse me lesionado eu venceria, pois isso é uma coisa que não posso prever, mas digo que eu poderia ser campeão, pois estava jogando muito bem. Então veio a lesão e o resto do ano foi um desastre”, comentou Nadal.

Questionado sobre a ótima temporada dele e do suíço Roger Federer, o espanhol repetiu algo que já havia falado antes. “Claro que estou surpreso com nossa temporada, já estava em janeiro”, observou Nadal, que diz não se importante tanto em igualar o recorde de Slam do rival. “Ele tem 19 e eu 16, o que é uma grande diferença. Não me preocupo muito com isso, faço as coisas do meu jeito e o tênis não se resume apenas aos Grand Slam”, finalizou.

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