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'Sei que tive uma chave boa', afirma Carreño
06/09/2017 às 12h59

Carreño ainda não perdeu sets no torneio

Foto: Divulgação

Nova York (EUA) – Primeiro semifinalista deste US Open, o espanhol Pablo Carreño sabe que sua caminhada na competição poderia ter sido mais dura do que foi, escapando de encarar os rivais mais perigosos que poderia ter pela frente. Contudo, ele destaca que soube bem aproveitar a chance e foi vencendo todos os obstáculos que apareceram.

“Sei que tive uma chave boa, joguei contra qualis nas quatro primeiras rodadas, embora contra Denis (Shapovalov) tenha sido muito duro. Mas quando você tem uma chave assim precisa aproveitar, foi isso que fiz e estou muito feliz com meu torneio”, observou o espanhol, que bateu o argentino Diego Schwartzman nas quartas de final.

“Ele fez um grande torneio, derrotou jogadores como (Marin) Cilic e (Lucas) Pouille e deve estar feliz com o que fez aqui”, disse Carreño, elogiando o adversário desta terça-feira. Com mais um triunfo em sets diretos, ele chega às semifinais sem ter deixado uma parcial em sua caminhada.

Apesar de preferir jogar no saibro, o espanhol garante que o piso sintético é também bom para seu estilo. “Fico mais confortável no saibro, mas quando era criança eu comecei jogando nas quadras duras e meu primeiro título foi nelas em Winston-Salem. Meu estilo de jogo se encaixa bem, tenho um bom saque e jogo sólido da linha de base”, observou.

Carreño se mostrou muito feliz com tudo o que fez até então neste ano em Flushing Meadows. "Claro que eu estou muito empolgado por ter chegado às semifinais, tenho dado o meu melhor e acho que fiz uma grande partida hoje. Tenho jogado de maneira sólida e sem erros nos momentos importantes”, falou o espanhol, que terá pela frente o sul-africano Kevin Anderson.

“Enfrentei Anderson no primeiro torneio preparatório para o US Open e foi muito difícil, mas agora estou em um momento muito melhor e com mais confiança do que em Montréal”, rememorou o atual 19 do mundo, que perdeu para o sul-africano no Canadá e também na outra vez que ser cruzaram, quatro anos atrás, no saibro de Casablanca.

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