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Shapovalov: 'Mais um evento que mudou minha vida'
04/09/2017 às 11h43

Shapovalov veio do quali e foi até as oitavas

Foto: Divulgação

Nova York (EUA) – Uma das sensações nesta primeira semana de US Open, o canadense Denis Shapovalov acabou parando nas oitavas de final em duelo contra um consistente Pablo Carreño, que deu poucas chances ao jovem rival e garantiu vaga nas quartas de final. Após a eliminação para o espanhol, o tenista de apenas 18 anos fez uma avaliação de seu torneio.

“Foi mais um evento que mudou a minha vida e antes de mais nada tenho que agradecer ao público e a todos que me apoiaram nestes últimos meses. Sem eles nada seria possível”, comentou Shapovalov, que despontou para o mundo no Masters 1000 de Montréal, onde bateu o espanhol Rafael Nadal e o argentino Juan Martin del Potro.

“Também tem o meu time, que trabalha duro ao meu lado e muitos deles sentem falta das suas famílias para estarem ao meu lado. Isso representa muito para mim. E por fim, tenho que agradecer meus pais, que infelizmente não puderam vir”, complementou o atual 69 do mundo, que deve subir para o 51º posto no próximo ranking.

O desempenho do jovem canadense mereceu elogios até do algoz espanhol, que curiosamente enfrentou rivais vindos do qualificatório nas quatro rodadas que teve pela frente. “Shapovalov não é um quali normal, seu nível é muito melhor do que isso. Nunca tinha ouvido falar nele até Montréal neste ano quando o vi enfrentando Rafa e fez uma partida incrível”, disse Carreño.

“Ele fez jogos excelentes neste torneio, venceu grandes adversários entre eles (Jo-Wilfried) Tsonga. Sua confiança estava bem alta, ele é muito jovem em com certeza vai brilhar no futuro”, complementou o espanhol, que terá como próximo adversário o argentino Diego Schwartzman.

Eliminado do último Grand Slam da temporada, Shapovalov sai das quadras de Flishing Meadows de cabeça erguida e pensando no futuro que terá pela frente. “A maior lição que tiro é que consigo competir com esses caras, mas sei que ainda tenho muito trabalho a fazer”, analisou o canadense de 18 anos.

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