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Pliskova minimiza defesa do nª 1 e foca no fim do ano
03/09/2017 às 14h59

Pliskova salvou um match-point e venceu de virada

Foto: Divulggação

Nova York (EUA) – Atual líder do ranking, a tcheca Karolina Pliskova entrou neste US Open com o posto de número 1 do mundo em grande risco, uma vez que defende o vice-campeonato e precisa ir muito longe para não perder a ponta da WTA. Sabendo de toda a pressão, ela não vê problema em ser ultrapassada agora e diz que terminar o ano na liderança é mais importante.

“Não vejo muito problema nisso, não fico pensando em ficar lá. Mesmos e for a número 2 continua sendo ótimo. Talvez brigar pela liderança no final do ano seja diferente e meu objetivo é mais me colocar em uma posição para poder brigar por isso”, comentou Pliskova, que também falou na diferença de entrar como a principal favorita.

“Sou a cabeça de chave número 1 e isso traz uma pressão, pois você vira um alvo para todas que estão abaixo”, observou a tcheca, que chegou a ficar a um ponto da eliminação neste sábado encarando um match-point contra a chinesa Shuai Zhang, que ela salvou com um potente e ousado forehand.

A própria tcheca revelou que não esperava que a bola fosse tão no limite da quadra. “Não esperava que meu forehand fosse tão no limite da linha, mas quando você está com um match-point contra acaba não pensando muito no que fazer. Apenas fui para o golpe e ele foi dentro”, comentou.

Outro problema que ela teve no duelo pela terceira rodada do US Open foi uma dor no braço direito, chegando a pedir atendimento médico. “Estou bem melhor já, passei na fisioterapia depois do jogo, fiz gelo e todas essas coisas. Espero que tudo vá bem, apenas senti um pouco de dor durante a partida”, falou Pliskova, dizendo que o problema aconteceu apenas neste jogo.

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