Notícias | Dia a dia | US Open
'Precisava de mais tempo em quadra', afirma Federer
03/09/2017 às 11h56

Federer levou 1h46 para derrubar López

Foto: Divulgação

Nova York (EUA) – Em seu terceiro compromisso neste US Open, o suíço Roger Federer enfim conseguiu fazer uma apresentação firme, derrubou o espanhol Feliciano López em sets diretos, depois de encarar dois jogos seguidos de cinco sets, e garantiu um lugar nas oitavas de final. O tenista da Basileia comemorou o fato de ter encarado uma partida menos dura.

“Foi muito bom abrir 2 sets a 0 só para variar, é uma sensação diferente”, brincou o suíço. “No geral, eu me sinto melhor, estava com uma boa energia e acho que isso era minha principal preocupação depois de enfrentar dois jogos seguidos de cinco sets. Achei que poderia estar mais lento e cansado do que realmente estava”, comentou.

“O primeiro set foi rápido e o segundo foi apertado, talvez porque sofri um pouco com meu serviço, mas depois consegui elevar o meu nível. Tive alguns probleminhas durante a partida, mas consegui superar esses momentos mais complicados, observou o atual número 2 do mundo.

Além de festejar uma vitória mais rápida, o suíço também comemorou a evolução de seu tênis. “Acho que precisava de mais tempo em quadra para deixar para trás o medo do problema nas costas. Meus movimentos estão melhorando, assim como o saque e a parte mental. Posso agora focar em jogar tênis e nada além disso”, declarou Federer.

Questionado sobre a queda de vários cabeças de chave, o suíço disse que isso não o preocupa tanto. “Quando você vê muitos cabeças de chave caindo, naturalmente se foca um pouco mais para que isso não aconteça com você. Mas não vejo uma pressão extra. Estou feliz por ter chegado à segunda semana, confiante e em boa forma física”.

Na próxima rodada, Federer medirá forças com o alemão Philipp Kolhschreiber, um velho conhecido seu. “Não viu muito dele ainda, apenas os últimos pontos da partida contra Millman e nada além disso. Conheço Philipp muito bem, já treinamos juntos muitas vezes e ele já fez grandes jogos contra mim”, analisou o vice-líder da ATP.

“Ele é um bom jogador, coloca muita rotação na bola e joga com muito topspin. Tem um bom backhand de uma mão só, que eu adoro ver, e parece estar em boa forma. Como já venceu algumas partidas deve estar com a confiança em alta”, complementou o suíço, que venceu Kohlschreiber nas 11 vezes que mediram forças, a última delas em 2015 na Basileia.

Comentários